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1 Ano Sem A Sonda Cassini - Space Today TV Ep.1462

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1 Ano Sem A Sonda Cassini - Space Today TV Ep.1462

Hoje, dia 15 de Setembro de 2018 faz exatamente 1 ano que a sonda Cassini mergulhou em Saturno finalizando uma das missões espaciais mais bem sucedidas da história. Nesse vídeo, aquela recordação e também uma análise especial para vocês da última imagem que ela fez de Titã e seus mares e lagos de metano e etano. Cassini saudades eterna!!!

Mariner 2 - A Primeira Sonda a Visitar Outro Planeta - Space Today TV Ep.1428

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Em 27 de Agosto de 2962 era lançada a sonda Mariner 2, a primeira sonda a visitar outro planeta. A Mariner 2, passou 3 meses e meio viajando no Sistema Solar até chegar ao seu destino Vênus, em 14 de Dezembro de 1962. Durante a viagem ela fez importantes medidas sobre o vento solar, confirmando os dados da sonda Luna 1, e ao chegar em Vênus e sobrevoar o planeta ela mostrou que Vênus possuía nuvens firas e uma superfície quente.

Fonte:

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Novo Estudo Sobre a Habitabilidade de Proxima b - Space Today TV Ep.1458

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Em 2016, depois de anos de busca e pesquisa, o mundo da astronomia, conseguiu identificar um planeta na órbita da estrela mais próxima do Sol.

A estrela Proxima Centauri é uma estrela do tipo anã vermelha, pequena e fria que fica localizada a cerca de 4.2 anos-luz de distância da Terra.

Desde que exoplanetas começaram a ser descobertos, os astrônomos pensavam em descobrir um na órbita de Proxima Centauri, pois esse seria o exoplaneta mais próximo da Terra.

E em 2016 foi descoberto o exoplaneta chamado de Proxima b, que tem cerca de 1.3 vezes a massa da Terra, completa uma órbita ao redor de sua estrela a cada 11 dias e fica na zona habitável da estrela.

A partir de então teve início uma grande discussão sobre a habitabilidade de Proxima b.

Um dos temas que mais tomou conta do noticiário astronômico nos últimos anos.

Será que ele tem água na sua superfície, será que a radiação de Proxima Centauri cozinha o planeta, e varre a sua atmosfera, será que ele tem atmosfera, todas essas perguntas foram feitas, e simulações, após simulações foram rodadas tentando achar uma resposta.

Agora uma nova série de simulações foi rodada para tentar desvendar alguns segredos de Proxima b.

Os pesquisadores utilizaram modelos mais complexos que os das simulações anteriores, modelos que são usados para estudar a mudança climática na Terra.

Os pesquisadores simularam 18 cenários separados buscando por efeitos de continentes gigantes, atmosfera fina, composiçòes atmosféricas diferentes, e até mesmo a presença de sais num oceano global.

Proxima b é gravitacionalmete travado com a sua estrela e isso poderia de certo modo prejudicar a habitabilidade do exoplaneta.

Porém, esses modelos simulados mostraram que a dinâmica da atmosfera e dos oceanos no planeta poderia sustentar uma quantidade de água líquida na superfície.

Essas regiões com água líquida persistentes poderiam variar de tamanho e quanto maior essa fração melhor a chance de ter vida.

E de acordo com os pesquisadores, a melhor mensagem desse novo conjunto de simulações é que existe sim uma grande chance de que Proxima b seja habitável.

obviamente que deveremos esperar os telescópios extremamente grandes de próxima geração, que serão capazes de fazer um estudo detalhado de Proxima b e assim até quem sabe detectar a propagação diferenciada de calor do exoplaneta, o que poderá comprovar ou negar essas novas simulações.

para quem queria novidades de Proxima b, está aí.

fonte:



Artigo:

Ondas Gravitacionais E As Dimensões Extras do Universo - Space Today TV Ep.1460

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E a GW170817 não para de ser estudada e revelar coisas importantes sobre o universo.

Chegou agora nesse mundo e não tem ideia do que é a GW170817, vamos a um resumão.

Essa é a onda gravitacional detectada em Agosto de 2017 pelo LIGO e VIRGO proveniente da fusão de duas estrelas de nêutrons, essa onda gravitacional teve o que chamamos de contrapartida no espectro eletromagnético, ou seja, os astrônomos usando seus telescópios tradicionais conseguiram estudar a fonte que a gerou em todos os comprimentos de onda.

Por esse motivo ela é a onda gravitacional mais importante detectada até agora, pois pode ser estudada de diversas maneiras, e os astrônomos não cansam de estudar-la.

Desde que foram detectadas pela primeira vez, existe a esperança de que as ondas gravitacionais podem ajudar a responder alguns dos grande mistérios do universo, como por exemplo, a matéria escura, a energia escura, o comportamento do universo em sua grande escala e até mesmo verificar ou contradizer teorias importantes como a da relatividade.

Existem várias teorias alternativas a teoria da relatividade, principalmente para tentar explicar a matéria e a energia escura.

Uma dessas teorias, sugere que, a grandes distâncias, a gravidade, poderia “vazar” em dimensões extras do universo, e assim quando fosse detectada ela estaria mais fraca e com inconsistências.

E a onda gravitacional, GW170817, foi uma oportunidade para testar essa teoria.

As ondas são detectadas com modelos que são feitos de acordo com o objeto que as gera, nesse caso, os pesquisadores tinham uma boa ideia da geração, pois essa onda gerou sua contrapartida eletromagnética.

Se durante a trajetória tivesse ocorrido o tal vazamento da gravidade para dimensões extras o sinal recebido pelo LIGO seria mais fraco do que ele realmente foi detectado.

Como isso não aconteceu, de acordo com esse experimento e de acordo com a metodologia utilizada, os pesquisadores disseram que o universo continua com suas 4 dimensões, as 3 espaciais e a dimensão temporal, pelo menos na escala de centenas de milhões de anos-luz.

Mas isso é apenas o começo, muitos segredos devem estar guardados nessa onda gravitacional e os pesquisadores não se cansarão de continuar, pesquisando e propondo novas teorias, o melhor é que agora se tem um dado real detectado para comprovar as teorias propostas.

Fonte:



Artigo:

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Fim do Mistério: Nota Explica Fechamento do Observatório Solar - Space Today TV Ep.1464

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Na noite desse domingo, dia 16 de Setembro de 2018, a AURA, a associação que cuida do Observatório Solar de Sunspot em Sacramento Peak no Novo México soltou uma nota explicando o fechamento da sua instalação, no dia 6 de Setembro. Resumindo, havia uma suspeita de crime e um dos suspeitos poderia estar na região colocando em perigo os funcionários e os residentes da pequena cidade, como o local é isolado e são poucas pessoas, foi decidido fechar o observatório e retirar todos do local. Amanhã, dia 17 de Setembro tudo volta ao normal e um esquema especial será usado pois o local acabou ficando muito famoso.

Segue a nota da AURA:

O Papel da Geologia Para Se Entender os Gargalos Evolutivos - Space Today TV Ep.1523

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Você já ouviu falar em gargalos evolutivos?

Esse termo é usado pelos cientistas que estudam a vida no nosso planeta, como sendo os eventos que podem ter acontecido com a Terra e que mudaram o curso da vida aqui.

Atualmente, os cientistas unem a geologia e a química para explicar momentos importantes da história do nosso planeta.

A história geológica da Terra é cheia de lacunas e os cientistas hoje tentam preencher essas lacunas integrando esses diferentes conhecimentos.

Por exemplo, o que aconteceu com o nosso planeta no intervalo entre 4.5 bilhões e 3.85 bilhões de anos atrás, o período em que a Terra se tornou habitável e que a vida surgiu? Essa é uma das lacunas que precisam ser preenchidas e onde o estudo de gargalos evolutivos foca.

Nesse período o nosso sistema solar passava por uma época conhecida como Período do Grande Bombardeamento, onde os planetas eram acertados por grandes asteroides.

O impacto de um grande asteroide com a Terra, pode ter criado um gargalo evolutivo, onde poucas espécies sobrevivem e a maior parte da vida pode ter sido extinta.

Isso porque um impacto de grandes proporções muda muito a temperatura do planeta, a presença de elementos na atmosfera e a relação entre a atmosfera e o oceano.

Por exemplo, após um grande impacto, a atmosfera ficou contaminada com uma grande quantidade de dióxido de carbono, até esse dióxido de carbono desaparecer da atmosfera, principalmente pela captura de rochas e se depositando no manto, a vida não reapareceu.

E esse dióxido de carbono sequestrado pelas rochas seria uma ótima evidência de que a Terra foi bombardeada por um grande asteroide, pois encontrar vestígios desse impacto hoje é praticamente impossível pois a Terra é um planeta ativo.

Outro gargalo evolutivo é a chamada inovação, ou seja, os organismos inovam a maneira de sobreviver, por exemplo usando elementos como o ferro e o enxofre na fotosíntese, isso poderia fazer organismos ocuparem rapidamente determinados locais do planeta que antes não seriam habitáveis.

Atualmente, os geólogos que estudam a vida geológica do nosso planeta acreditam que uma mistura desses dois gargalos seja fundamental para podermos entender exatamente o que aconteceu com o nosso planeta.

atualmente não é só o geólogo trabalhando nos seus afloramentos, o biólogo e o químico no laboratório que vão entender o que aconteceu com a Terra.

É preciso ter essa interdisciplinaridade e por isso que a geologia é fantástica, ela é capaz de integrar essas diferentes informações, de ciências distintas para tentar entender o que aconteceu com o planeta na sua história geológica, preencher as lacunas existentes e entender como a vida pode ter surgido no nosso planeta.

Live do lançamento do Atlas V:



fonte:



Artigo:

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Curiosity E Os Mistérios de Marte - Space Today TV Ep.1447

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Um passeio em 360 graus no local onde o rover Curiosity se encontra no momento tentando desvendar os mistérios do planeta Marte. Além de conhecermos as rochas e os pontos a serem explorados, vamos dar uma olhada em 360 graus no próprio rover, conhecendo seus equipamentos e suas principais características.

Fonte:

TERRA PLANA: Sonda Cassini - A Farsa da NASA

Os Preparativos da NASA Para Explorar a Lua e Marte - Space Today TV Ep.1441

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A NASA está preparando todo um sistema para explorar no futuro a Lua e a Terra, esse sistema compreende uma cápsula, chamada Orion e um veículo lançador, chamado de Space Launch System, ou SLS. Todo o sistema está sendo construído e testado em vários locais do mundo. Nesse vídeo, um resumo do que já está pronto, do que está sendo testado e o estado atual dos preparativos da NASA para as grandes explorações espaciais das próximas décadas.

O Plano de Voo Para Proxima b - Space Today TV Ep.598

Desde o dia do anúncio da descoberta do Proxima b, começaram as especulações sobre quando e como poderíamos um dia viajar até esse que é o exoplaneta até agora mais próximo da Terra.

As especulações aumentaram quando o projeto Breaktrough Starshot propôs lançar as pequenas naves movidas a vela que seriam impulsionadas por lasers poderosos colocados nas montanhas mais altas da Terra.

Com um planeta próximo e com essas possíveis naves, pronto, temos os ingredientes perfeitos para começarmos a falar sobre a nossa primeira viagem interestelar.

De acordo com o projeto Breaktrough Starshot, as naves poderiam viajar a 20% da velocidade da luz e isso faria com que elas alcançassem o sistema de Alpha Centauri em 20 anos.

O problema é como reduzir a velocidade da nave para que ela pudesse visitar o Proxima b.

Já se sabe que viajando a essa velocidade essa redução de velocidade seria impossível.

Com esse desafio na cabeça, dois cientistas começaram então a trabalhar em simulações de como poderia ser a nave e o plano de voo dela até Proxima b.

Os cientistas imaginaram uma sonda com 100 gramas no total e com uma vela do tamanho equivalente a 14 campos de futebol.

A sonda teria que viajar para a Alpha Centauri A a uma velocidade equivalente a 4.6% da velocidade da luz, qualquer coisa a mais, ela passaria direto.

Ao entrar no sistema, a sonda começaria a fazer manobras, que são corriqueiras no nosso Sistema Solar, manobras que usam os planetas, manobras de entrada de órbita, tudo seria aplicado nesse caso.

A essa velocidade e com essas manobras a sonda demoraria um pouco menos de 100 anos para chegar até o sistema estelar, ela então passaria pelas estrelas Alpha Centauri A e B e depois por Proxima Centauri.

No total, contando todas as manobras a serem realizadas, a sonda demoraria 140 anos para chegar no Proxima b.

Além de mudar todo o plano de voo até Proxima b, os pesquisadores propuseram alterar o impulso da vela, ao invés de usar lasers, usar o próprio Sol para impulsionar a sonda, com ele poderia atingir a velocidade necessária.

Embora tudo isso está sendo discutido na teoria, o equipamento da vela já começou a ser desenvolvido.

A vela poderia ser feito de grafeno.

Muitas missões da humanidade começaram com inúmeros obstáculos que aos poucos foram sendo ultrapassados, tudo isso para fazer com que meus netos ou bisnetos possam apreciar o homem chegando num exoplaneta.

Fonte:



Artigo:



SciCast Sobre Buracos Negros:



Oposição de Vesta:





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Astrônomos Descobrem o Planeta Natal do Spock - Space Today TV Ep.1469

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Os astrônomos descobriram mais um exoplaneta, e isso já está virando rotina.

Mas antes que você feche o vídeo e comece a me detonar nos comentários, peço um pouco da sua atenção e prometo que esse exoplaneta tem coisas muito especiais.

Existe um projeto que caça exoplanetas que é chamado de Dharma Planet Survey, esse projeto opera um telescópio de 50 polegadas, localizado no topo do Monte Lemmon no Arizona.

E foi usando esse telescópio que os astrônomos resolveram apontar para a estrela HD 26965 e ao fazer a análise de velocidade radial, os astrônomos descobriram um exoplaneta que é uma super-Terra.

A estrela está localizada a 16 anos-luz de distância da Terra, é um pouco mais fria e um pouco menos massiva que o Sol e possui um ciclo de 10.6 anos, bem parecido com o ciclo solar de 11 anos.

Isso faz dessa estrela um local interessante para se ter um planeta com vida ou habitável.

Essa estrela pode ser vista a olho nu no céu.

O planeta, tem cerca de duas vezes o tamanho da Terra e tem uma órbita de 42 dias ao redor da estrela na sua zona habitável.

Essa descoberta é importante pois marca a super-Terra descoberta mais próxima da Terra.

Agora a curiosidade.

Essa estrela tem um outro nome, ela é chamada de 40 Eridani.

Quem aqui for trekker já vai matar a curiosidade.

Para quem não sabe, essa estrela a 40 Eridani é a estrela que abriga o planeta Vulcan, o planeta natal do Sr. Spock da série Jornada nas Estrelas.

Outra coisa interessante, é que a missão da nave Enterprise, onde trabalhava o Spock tinha como missão procurar novos mundos, um objetivo do Dharma Planet Survey.

Agora, qualquer um pode olhar para o céu, observar a estrela 40 Eridani e mandar um alô para o planeta Vulcan quem sabe o Spock não tá por lá.

Lógico que o mais importante nessa descoberta foi mostrar como um telescópio dedicado para essa função de descobrir exoplanetas, pode ajudar a descobrir super-Terras e planetas parecidos com a Terra ao redor de estrelas próximas.

Assim, com um projeto assim em Terra e com projetos espaciais como a TESS, continuamos na nossa missão trekker de descobrir muitos novos mundos.

Fonte:



Artigo:



Vídeo do Marcelo do Hoje no Mundo Militar:

Surpresa!!! A Última Imagem da Rosetta - Space Today TV Ep.881

Vocês lembram da sonda Rosetta?

A sonda Rosetta da ESA, ficou 12 anos no espaço, e desses 12 anos, 2 deles explorando de perto o cometa 67P/churyumov-Gerasimenko.

A missão da sonda Rosetta terminou no dia 30 de Setembro de 2016 quando a sonda desceu e a pousou no cometa, numa região abrigando muitas cavidades.

No dia do fim da missão todos no mundo receberam a última imagem feita pela sonda Rosetta.

Porém, a sonda tinha uma última surpresa guardada para todos nós. Aquela que era considerada a última imagem, na verdade não era.

Como isso pode ter acontecido?

Os últimos dados enviados pela sonda Rosetta, foram enviados para a Terra em pacotes momentos antes da sonda tocar o cometa.

Esses pacotes de dados foram divididos em vários servidores.

Ao passar um software automático para a detecção das imagens, o software não foi capaz de identificar que em um dos servidores ainda tinha uma última imagem do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.

A câmera da sonda Rosetta não foi desenhada para fazer imagens tão próximas assim do cometa, por isso as últimas imagens aparecem meio que fora de foco.

A última imagem que se tinha do cometa 67P tinha sido feita entre 23.3 e 26.2 metros de distância da superfície.

Essa nova imagem encontrada nos arquivos da sonda foi feitna entre 17.9 e 21 metros.

A região onde a sonda Rosetta pousou é repleta de pequenos pedregulhos e aparenta ser uma região plana sem grandes acidentes geográficos na superfície do cometa 67P.

Com essa nova imagem, a posição em que a sonda pousou no cometa pode ser estimada com maior precisão.

Embora não tenha nenhuma grande aplicação científica foi uma grata supresa ter encontrado uma imagem como essa nos arquivos enviados nos últimos momentos de vida da Rosetta.

Fonte:



Link Para a Loja:



Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



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O grande final da Cassini - Legendado



Uma das maiores aventuras da história da exploração espacial.

20 anos após seu lançamento, a sonda Cassini está perto de terminar sua jornada. Um final épico foi planejado para a sua última missão. A Cassini concedeu por anos vários descobertas inéditas e imagens incríveis de Saturno e suas Luas. Sua acompanhante, a sonda Huygens conseguiu o feito impressionante de pousar na lua Titã e tirar várias fotos de sua descida e inclusive da superfície.

Infelizmente essa aventura está para acabar, porém, continuaremos acompanhando todos os detalhes até o fim dessa jornada.

Obrigado por tudo sonda Cassini e descance em paz!

O Primeiro Exoplaneta Descoberto Pela TESS - Space Today TV Ep.1468

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Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, fiz um vídeo aqui no canal mostrando a primeira imagem científica da missão TESS.

E disse no vídeo que quando a TESS descobrisse seu primeiro exoplaneta eu faria um vídeo para vocês.

Então qual não foi a surpresa que ontem a noite, futucando o Arxiv.org, me deparo com um artigo onde está relatada a primeira descoberta de um exoplaneta feita pela missão TESS da NASA.

O artigo está na descrição do vídeo, e mesmo que você não leia, guarde, pois tenho certeza que esse será daqui a alguns anos um artigo histórico, para a astronomia e principalmente na área de exoplanetas.

Vamos então aos detalhes da descoberta.

O exoplaneta foi descoberto ao redor da estrela Pi Mensae, na constelação da Montanha da Mesa.

Essa é uma estrela do tipo do Sol, e relativamente brilhante com magnitude 5.7.

A estrela tem 1.1 vezes a massa do Sol e 1.1 vezes o raio do Sol e ela já tinha um exoplaneta que havia sido detectado ao seu redor, um exoplaneta com 10 vezes a massa de Júpiter e um período orbital de 5.7 anos.

Dessa vez, a TESS descobriu um planeta bem mais próximo da estrela e bem menor.

O planeta é classificado como sendo um mini-Netuno ou uma Super-Terra, ele tem 2.14 vezes o raio da Terra e 4.82 vezes a massa da Terra.

Considerando a razão massa/raio, esse exoplaneta descoberto chamado de Pi Mensae c pode ser o que chamamos de um mundo aquático.

O planeta deve ser constituído na sua maioria por elementos leves como água, metano, hidrogênio e hélio.

Pelo fato da estrela estar próxima, cerca de 60 anos-luz de distância da Terra, e ser brilhante, isso é uma grande vantagem para a realização de estudos de espectroscopia para entender a atmosfera e outras características do exoplaneta.

Esse exoplaneta também pode ser um belo candidato para ser imaginado diretamente no futuro próximo com a inauguração dos grandes telescópios.

Então está aí, o primeiro exoplaneta descoberto com os dados da missão TESS da NASA.

Fonte:

FBI Fecha E Evacua Observatório Solar de Forma Misteriosa - Space Today TV Ep.1463

No dia 6 de Setembro de 2018, o FBI fechou o Sunspot Solar Observatory, no Novo México. Perguntado por centenas de meios de comunicação, o FBI e nenhuma autoridade disse o motivo do fechamento, apenas disse que era por conta de uma questão de segurança. Como nenhuma explicação foi dada, isso deu margem a todos os tipos de especulações e conspirações que você pode imaginar: nave alienígena, asteroide assassino, explosão solar assassina, teste de arma secreta, vazamento de Mercúrio, terrorismo, espionagem e por aí vai. O que é realmente? Ninguém sabe, só o dia que o FBI resolver falar, enquanto isso a especulação é livre. Nesse vídeo está liberado qualquer tipo de comentário, podem viajar a vontade.

Fontes:







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Mergulho final de Cassini VIA NASA

Cassini Between Saturn and It Rings Final Mission Images

Wahana Antariksa Cassini Huygens

A Radiogaláxia Mais Distante Já Observada - Space Today TV Ep.1313

****Pesquisa do Space Today:



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**** VAKINHA DOS ALUNOS DE PÓS EM ASTRONOMIA DA USP!



AJUDE O FUTURO DA ASTRONOMIA NO BRASIL!!!

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Existe um objeto no universo chamado de rádio galáxia.

Esse objeto faz parte da classe dos AGNs, ou núcleos ativos de galáxias, aqueles objetos que possuem no seu centro um buraco negro supermassivo que está em constante e feroz processo de alimentação, que gera ao ser redor um disco de material superaquecido, superacelerado que acaba emitindo radiação.

Nesse caso a maior parte da radiação é emitida nos comprimentos de onda de rádio.

São objetos extremamente brilhantes e distantes e por isso são muito bons para os astrônomos poderem estudar a evolução do universo, como as coisas se sucederam lá no começo de tudo.

Na verdade, quanto mais distante for o objeto, mais interessante é dele ser observado, pois mais informação poderá trazer sobre a evolução do universo logo depois da sua formação.

Obviamente que objetos muito distantes não são fáceis de serem encontrados e quando isso acontece os astrônomos comemoram muito como um recorde que foi batido.

E um desses momentos acaba de acontecer.

Os astrônomos acabam de detectar a rádio galáxia mais distante já descoberta.

Ela foi descoberta com um Z=5.72 e se chama TGSSS1530.

Esse Z é o que os astrônomos chamam de desvio para o vermelho, que está relacionado com a distância, quando maior o Z mais distante está o objeto.

Um Z de 6 para que vocês tenham uma ideia é algo que aconteceu na época da reionização, um estágio inicial da evolução do universo.

Ou seja, uma galáxia com um Z perto de 6 nos dá muita informação sobre essa época do universo, uma época importante que devemos entender.

Essa rádio galáxia tem aproximadamente um di6ametro de 11400 anos-luz, um valor típico para as rádio galáxias de alto desvio para o vermelho como essas são chamadas.

Os astrônomos esperam agora os novos instrumentos, de ondas de rádio como o LOFAR Two-metre Sky survey para poderem descobrir rádio galáxias com Z maior que 6.

Por enquanto essa é a rádio galáxia mais distante já observada.

E assim os astrônomos vão, cercando de todos os lados para entender o início do universo e a sua evolução.

Fonte:



Artigo:





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A Formação dos Planetas Gigantes Gasosos - Space Today TV Ep.533

Como os planetas gigantes gasosos como Saturno e Júpiter se formam?

Essa é uma pergunta intrigante.

Na verdade existem duas teorias em vigor com relação à formação desses planetas gigantes.

Na primeira teoria, um núcleo sólido é formado com aproximadamente 10 vezes a massa da Terra, e depois, como esse núcleo já é grande ele consegue atrair cada vez mais material para formar um planeta gigante. Essa primeira teoria tem um nome: acreção de núcleo

Na segunda teoria, o disco gasoso ao redor da jovem estrela, é tão massivo que começa a formar aglutinações de matéria, essas aglutinações, como na formação das estrelas começam a sucumbir pela própria gravidade, formando assim um planeta gasoso, essa segunda teoria tem um nome também, se chama instabilidade de disco.

Mas e aí, qual delas é a mais correta?

Para tentar responder a essa pergunta, um grupo de pesquisadores realizou a mais complexa e mais precisa simulação computacional até hoje, sobre a formação de planetas gigantes gasosos.

Um resultado importante da simulação foi mostrar que existe uma diferença significativa de temperatura entre os dois processos, na acreção de núcleo, temos o gás aquecido a centenas de graus Kelvin, e na instabilidade de disco, o gás permanece frio a cerca de 50 K.

Realizando observações de discos protoplanetários, e medindo a temperatura, os pesquisadores concluíram que o modelo que mais se adapta aos dados é o da acreção de núcleo.

Outro resultado importante dessa simulação, mostrou que a massa do disco é semelhante em ambos os casos.

Os pesquisadores mostraram também com as simulações, que durante o processo de formação, existe a geração de uma onda de choque luminosa, que pode levar a uma falsa aparência da formação dos planetas, superestimando sua massa.

A realização dessas simulações, é algo muito complexo, primeiro as equações são muito complicadas, para que representem todos os fenômenos físicos que acontecem, além disso o tempo computacional é muito longo.

Nesse caso foram 9 meses rodando a simulação no super computador mais moderno e mais rápido da Europa.

As simulações da instabilidade de disco, por exemplo, não cobrem um tempo suficiente, pode ser que a formação desses planetas gigantes aconteça em duas fases.

O que os cientistas esperam é rodar um modelo mais completo, por mais tempo num computador ainda melhor, por enquanto, um ponto para a teoria de acreção de núcleo.

Fonte:



Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Ricardo Sampaio Salla, , Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, Volnei dos Santos, Tiago Moretto, Otávio Pereira de Almeida, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Dian Rodrigues, Lourenço Portella, Oliver Alan, Rodrigo Frange, Francelio fabio de Freitas, Lizandro Menezes, Roberto Nobrega, Nicolas Françoso, Rosivetto Pimentel, Thiago Nunes

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Oposição de Júpiter 2018

Hoje o space today vai se transformar num observatório virtual e vamos mostrar Júpiter ao vivo na sua oposição. A melhor época talvez para observar o gigante gasoso do Sistema Solar.

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