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1 Ano Sem A Sonda Cassini - Space Today TV Ep.1462

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1 Ano Sem A Sonda Cassini - Space Today TV Ep.1462

Hoje, dia 15 de Setembro de 2018 faz exatamente 1 ano que a sonda Cassini mergulhou em Saturno finalizando uma das missões espaciais mais bem sucedidas da história. Nesse vídeo, aquela recordação e também uma análise especial para vocês da última imagem que ela fez de Titã e seus mares e lagos de metano e etano. Cassini saudades eterna!!!

O Projeto do Hubble Para Observar As Primeiras Galáxias do Universo - Space Today TV Ep.1459

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Uma das principais contribuições do Telescópio Espacial Hubble, desde que ele foi lançado é no entendimento sobre a evolução do universo e a estrutura em grande escala.

Para que ele possa contribuir dessa maneira ele precisa observar objetos, principalmente as galáxias mais distantes que se conhece.

Essas galáxias primordiais é que ajudarão a contar a história de evolução do nosso universo.

Porém, o equipamento possui uma limitação e essa sua limitação restringe muito os estudos que podem ser feitos.

Uma maneira de naturalmente aumentar o poder de observação é através do efeito de lente gravitacional.

E isso o Hubble faz muito bem estudando e observando os aglomerados de galáxias.

Além de serem as maiores estruturas do universo, esses aglomerados agem como lentes aproximando e ampliando as galáxias mais distantes do universo e permitindo assim que elas sejam estudadas.

Nesse processo de estudar os aglomerados de galáxias existem alguns projetos muito interessantes, um deles é o chamado Frontiers Fields, onde aglomerados de galáxias foram estudados com o objetivo de identificar galáxias distantes que sofrem o efeito de lente gravitacional.

Agora o Hubble iniciou um novo projeto chamado de BUFFALO, sigla que quer dizer, Beyond Ultra-deep Frontiers Fields And Legacy Observations, algo como, Além do Campo Profundo do Frontiers e das Observações Mais Antigas, ou seja, um sucessor do Frontiers Fields.

E para isso, o Hubble já começou bem, fazendo essas imagens do Abell 370 um gigantesco aglomerado de galáxias.

O Objetivo do BUFFALO é observar as galáxias mais massivas e luminosas nos primeiros 800 milhões de vida do universo e deixar tudo preparado para que na sequência o James Webb venha e melhore essas observações e consiga ir um pouco além.

Além disso, ao estudar os aglomerados de galáxias, se ganha um bom entendimento sobre o comportamento da matéria escura, já que você consegue estudar o efeito da massa na luz dos objetos que você está observando, e com esses campos estendidos é possível gerar mapas mais precisos da distribuição tridimensional da matéria escura.

É o Hubble mais uma vez mostrando toda a lenha que ainda tem para queimar antes que o James Webb seja lançado lá em 2021.

Fonte:



Página do projeto BUFFALO:

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A Primeira Imagem Científica da Missão TESS da NASA - Space Today TV Ep.1466

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Para quem queria notícias da TESS, hoje estamos muito bem.

A missão TESS da NASA, Transiting Exoplanet Survey Satellite, iniciou de vez a sua campanha científica na busca por novos mundos.

Entre os dados obtidos pela TESS, além, logicamente da curva de luz das estrelas estão imagens que poderão ser usadas de diferentes maneiras.

E junto com os primeiros dados já enviados para a Terra, a TESS mandou também as primeiras imagens.

Essas imagens são feitas com suas 4 câmeras, câmeras que foram desenhadas e construídas pelo Laboratório Lincoln do MIT.

Para quem não lembra, a TESS irá ter 2 anos na sua missão para monitorar 26 setores do céu, onde irá ficar 27 dias em cada setor.

No primeiro ano da missão serão monitorados 13 setores pertencentes ao hemisfério sul, e a cada 13.7 dias ela envia os dados para a Terra.

A TESS irá buscar por exoplanetas localizados em estrelas entre 30 e 300 anos-luz de distância da Terra.

A imagem feita pela TESS foi realizada no dia 7 de Agosto de 2018, durante um período de 30 minutos.

Na imagem é possível ver as constelações de Capricórnio, Retículo, Pintor, Montanha da Mesa, Hydra, Tucano, Peixe Austral, Microscópio o algomerado globular 47 Tucanae, as galáxias vizinhas, Pequena e Grande Nuvem de Magalhães.

E duas estrelas, a Beta Gruis e a R Doradus chegam a saturar o sensor das câmeras.

A imagem mostra cada parte do céu registrada por cada sensor da TESS.

Os dados adquiridos pela TESS serão analisados depois pelo James Webb e também por telescópios em Terra, onde poderá ser feita uma espectroscopia para estudar a possível atmosfera desses planetas.

Além disso a missão TESS também começou o programa onde a comunidade científica no mundo todo pode usar o satélite para conduzir observações e estudos.

É apenas o começo, muita coisa vem por aí, e sempre que tiver uma novidade sobre a TESS, trago para vocês.

Fonte:

Saturno: A Joia Do Universo

No dia 15 de setembro de 2017, a nave Cassini fez um fatal mergulho na atmosfera de Saturno depois de coletar dados científicos nunca vistos. Foram 13 anos de descobertas nesta joia cheia de anéis do nosso sistema solar. Este especial de uma hora contará a história e relatará o final épico projetado para proteger qualquer potencial de vida nas luas de Saturno – locais para futuras explorações.
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Hubble Descobre Algo Inédito Ao Redor De Uma Estrela de Nêutrons - Space Today TV Ep.1465

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Uma estrela de nêutrons é o que resta após uma explosão de supernova, são um dos objetos mais compactos do universo, e objetos interessantes de serem estudados, pois podem dar origem a fenômenos que ainda não entendemos muito bem.

Quando uma estrela de nêutrons se torna altamente magnetizada, e gira rapidamente, ela se torna o que chamamos de um pulsar, e os pulsares são objetos também muito importantes de serem estudados e entendidos.

Porém, até agora as estrelas de nêutrons só eram estudadas nas altas energias como nas emissões de raios-gama e raios-X.

Mas, nós temos o Hubble e quem tem o Hubble não precisa de mais nada.

O Hubble, com a sua visão em infravermelho conseguiu pela primeira vez registrar uma extensa área ao redor da estrela de nêutrons com aproximdamente 200 UA com uma emissão em infravermelho.

Como foi a primeira vez que tal feição foi observada ao redor de um pulsar, os astrônomos não sabem ao certo o que é, mas eles têm duas explicações.

A primeira é que seria um disco de material ao redor da estrela de nêutrons, formado por material pertencente à estrela progenitora da supernova. A interação desse disco com o pulsar poderia reduzir a sua velocidade de rotação, aquecer e emitir a radiação infravermelha detectada pelo Hubble. Se for isso, será uma mudança completa no entendimento sobre a evolução de estrelas de nêutrons.

A segunda explicação é que essa região seja o que os astrônomos chamam de nebulosa de vento de pulsar. Esse tipo de fenômeno é produzido pelas partículas que são aceleradas no campo elétrico produzido pela estrela em rotação. À medida que a estrela viaja pelo espaço, a alta velocidade ela cria uma onda de choque entre o meio interestelar e a nebulosa de vento, essa onda de choque emite radiação síncrotron , criando o sinal infravermelho. Normalmente uma nebulosa de vento de pulsar não é observada no infravermelho, e se essa for a explicação, será algo inédito e espetacular de ser estudado.

Como saber o que é?

Vocês já devem saber a resposta, o Telescópio Espacial James Webb, que terá uma visão super precisa no infravermelho, poderá ajudar a resolver mais esse mistério do universo.

Então só nos resta esperar até 2021 para que ele seja lançado sem problemas e nos traga belos resultados.

Fonte:



Artigo:

O Papel da Geologia Para Se Entender os Gargalos Evolutivos - Space Today TV Ep.1523

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Você já ouviu falar em gargalos evolutivos?

Esse termo é usado pelos cientistas que estudam a vida no nosso planeta, como sendo os eventos que podem ter acontecido com a Terra e que mudaram o curso da vida aqui.

Atualmente, os cientistas unem a geologia e a química para explicar momentos importantes da história do nosso planeta.

A história geológica da Terra é cheia de lacunas e os cientistas hoje tentam preencher essas lacunas integrando esses diferentes conhecimentos.

Por exemplo, o que aconteceu com o nosso planeta no intervalo entre 4.5 bilhões e 3.85 bilhões de anos atrás, o período em que a Terra se tornou habitável e que a vida surgiu? Essa é uma das lacunas que precisam ser preenchidas e onde o estudo de gargalos evolutivos foca.

Nesse período o nosso sistema solar passava por uma época conhecida como Período do Grande Bombardeamento, onde os planetas eram acertados por grandes asteroides.

O impacto de um grande asteroide com a Terra, pode ter criado um gargalo evolutivo, onde poucas espécies sobrevivem e a maior parte da vida pode ter sido extinta.

Isso porque um impacto de grandes proporções muda muito a temperatura do planeta, a presença de elementos na atmosfera e a relação entre a atmosfera e o oceano.

Por exemplo, após um grande impacto, a atmosfera ficou contaminada com uma grande quantidade de dióxido de carbono, até esse dióxido de carbono desaparecer da atmosfera, principalmente pela captura de rochas e se depositando no manto, a vida não reapareceu.

E esse dióxido de carbono sequestrado pelas rochas seria uma ótima evidência de que a Terra foi bombardeada por um grande asteroide, pois encontrar vestígios desse impacto hoje é praticamente impossível pois a Terra é um planeta ativo.

Outro gargalo evolutivo é a chamada inovação, ou seja, os organismos inovam a maneira de sobreviver, por exemplo usando elementos como o ferro e o enxofre na fotosíntese, isso poderia fazer organismos ocuparem rapidamente determinados locais do planeta que antes não seriam habitáveis.

Atualmente, os geólogos que estudam a vida geológica do nosso planeta acreditam que uma mistura desses dois gargalos seja fundamental para podermos entender exatamente o que aconteceu com o nosso planeta.

atualmente não é só o geólogo trabalhando nos seus afloramentos, o biólogo e o químico no laboratório que vão entender o que aconteceu com a Terra.

É preciso ter essa interdisciplinaridade e por isso que a geologia é fantástica, ela é capaz de integrar essas diferentes informações, de ciências distintas para tentar entender o que aconteceu com o planeta na sua história geológica, preencher as lacunas existentes e entender como a vida pode ter surgido no nosso planeta.

Live do lançamento do Atlas V:



fonte:



Artigo:

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Lançamento do Vega Com a Missão Aeolus

Lançamento - 20:56

O Primeiro Exoplaneta Descoberto Pela TESS - Space Today TV Ep.1468

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Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, fiz um vídeo aqui no canal mostrando a primeira imagem científica da missão TESS.

E disse no vídeo que quando a TESS descobrisse seu primeiro exoplaneta eu faria um vídeo para vocês.

Então qual não foi a surpresa que ontem a noite, futucando o Arxiv.org, me deparo com um artigo onde está relatada a primeira descoberta de um exoplaneta feita pela missão TESS da NASA.

O artigo está na descrição do vídeo, e mesmo que você não leia, guarde, pois tenho certeza que esse será daqui a alguns anos um artigo histórico, para a astronomia e principalmente na área de exoplanetas.

Vamos então aos detalhes da descoberta.

O exoplaneta foi descoberto ao redor da estrela Pi Mensae, na constelação da Montanha da Mesa.

Essa é uma estrela do tipo do Sol, e relativamente brilhante com magnitude 5.7.

A estrela tem 1.1 vezes a massa do Sol e 1.1 vezes o raio do Sol e ela já tinha um exoplaneta que havia sido detectado ao seu redor, um exoplaneta com 10 vezes a massa de Júpiter e um período orbital de 5.7 anos.

Dessa vez, a TESS descobriu um planeta bem mais próximo da estrela e bem menor.

O planeta é classificado como sendo um mini-Netuno ou uma Super-Terra, ele tem 2.14 vezes o raio da Terra e 4.82 vezes a massa da Terra.

Considerando a razão massa/raio, esse exoplaneta descoberto chamado de Pi Mensae c pode ser o que chamamos de um mundo aquático.

O planeta deve ser constituído na sua maioria por elementos leves como água, metano, hidrogênio e hélio.

Pelo fato da estrela estar próxima, cerca de 60 anos-luz de distância da Terra, e ser brilhante, isso é uma grande vantagem para a realização de estudos de espectroscopia para entender a atmosfera e outras características do exoplaneta.

Esse exoplaneta também pode ser um belo candidato para ser imaginado diretamente no futuro próximo com a inauguração dos grandes telescópios.

Então está aí, o primeiro exoplaneta descoberto com os dados da missão TESS da NASA.

Fonte:

Wahana Antariksa Cassini Huygens

Conheça a Gateway: A Futura Estação Lunar - Space Today TV Ep.1480

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A empresa Airbus ganhou a preferência para apresentar um projeto de alguns módulos da The Gateway, a estação orbital lunar. A empresa apresentará o conceito durante a IAC 2018, no dia 3 de Outubro. Aqui um passeio pelo que deve ser a nossa próxima estação, a estação lunar que será o portal para o espaço profundo!!!
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O Legado da Missão Dawn - Space Today TV Ep.1448

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Em Setembro de 2007 era lançada de Cabo Canaveral a bordo de um foguete Delta II, a sonda Dawn da NASA.

Seu principal objetivo, explorar os maiores objetos do Cinturão Principal de Asteroides do Sistema Solar e tentar ajudar a contar a história da formação do nosso sistema planetário.

De 2011 até 2012, a sonda Dawn explorou o asteroide Vesta.

Em Vesta, a Dawn mapeou suas crateras, mostrou que existiam muitas crateras grandes no hemisfério norte do planeta sugerindo que no cinturão de asteroides haviam objetos maiores que os astrônomos pensavam antes.

Ela também revelou em detalhe uma montanha que tem o dobro da altura do Monte Everest e Cânions que rivalizam em tamanho com o Grand cânion na Terra.

A sonda Dawn confirmou que Vesta é a fonte de uma família muito comum de meteoritos.

Depois disso, a sonda partiu para outro grande objeto no cinturão de asteroides, o planeta Anão Ceres.

No dia 6 de Março de 2015 ela chegou em Ceres e começou a investigar detalhadamente esse objeto.

Em Ceres, a Dawn descobriu a química de um antigo oceano.

Investigou os pontos brilhantes e descobriu que eles eram na verdade formados por sais, principalmente carbonato de sódio.

A sonda Dawn, descobriu que algumas regiões de Ceres eram geologicamente ativas até recentemente.

E descobriu também na superfície do planeta anão, moléculas orgânicas.

A sonda Dawn é a única que orbitou objetos no Cinturão Principal de Asteroides do Sistema Solar, e a única a entrar em órbita de dois objetos.

Ela conseguiu isso graças a sua propulsão iônica.

A missão da sonda Dawn está acabando, entre Setembro e Outubro de 2018, a hidrazina, o seu combustível estará esgotado e ela será incapaz de se comunicar com a Terra.

Pelo fato de Ceres ter interesse na busca por algum tipo de vida no Sistema Solar, a sonda Dawn ficará em órbita de Ceres, sem se chocar com o planeta anão.

Na verdade será como se Ceres tivesse ganho um satélite, um satélite artificial feito pelo homem.

Mais uma das grandes missões da NASA chega ao fim, mas o seu legado sobre o que sabemos a respeito da origem e da evolução do nosso Sistema Solar é um feito grandioso.

Valeu Dawn!!!

#Dawn

Fonte:

Novo Estudo Sobre a Habitabilidade de Proxima b - Space Today TV Ep.1458

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Em 2016, depois de anos de busca e pesquisa, o mundo da astronomia, conseguiu identificar um planeta na órbita da estrela mais próxima do Sol.

A estrela Proxima Centauri é uma estrela do tipo anã vermelha, pequena e fria que fica localizada a cerca de 4.2 anos-luz de distância da Terra.

Desde que exoplanetas começaram a ser descobertos, os astrônomos pensavam em descobrir um na órbita de Proxima Centauri, pois esse seria o exoplaneta mais próximo da Terra.

E em 2016 foi descoberto o exoplaneta chamado de Proxima b, que tem cerca de 1.3 vezes a massa da Terra, completa uma órbita ao redor de sua estrela a cada 11 dias e fica na zona habitável da estrela.

A partir de então teve início uma grande discussão sobre a habitabilidade de Proxima b.

Um dos temas que mais tomou conta do noticiário astronômico nos últimos anos.

Será que ele tem água na sua superfície, será que a radiação de Proxima Centauri cozinha o planeta, e varre a sua atmosfera, será que ele tem atmosfera, todas essas perguntas foram feitas, e simulações, após simulações foram rodadas tentando achar uma resposta.

Agora uma nova série de simulações foi rodada para tentar desvendar alguns segredos de Proxima b.

Os pesquisadores utilizaram modelos mais complexos que os das simulações anteriores, modelos que são usados para estudar a mudança climática na Terra.

Os pesquisadores simularam 18 cenários separados buscando por efeitos de continentes gigantes, atmosfera fina, composiçòes atmosféricas diferentes, e até mesmo a presença de sais num oceano global.

Proxima b é gravitacionalmete travado com a sua estrela e isso poderia de certo modo prejudicar a habitabilidade do exoplaneta.

Porém, esses modelos simulados mostraram que a dinâmica da atmosfera e dos oceanos no planeta poderia sustentar uma quantidade de água líquida na superfície.

Essas regiões com água líquida persistentes poderiam variar de tamanho e quanto maior essa fração melhor a chance de ter vida.

E de acordo com os pesquisadores, a melhor mensagem desse novo conjunto de simulações é que existe sim uma grande chance de que Proxima b seja habitável.

obviamente que deveremos esperar os telescópios extremamente grandes de próxima geração, que serão capazes de fazer um estudo detalhado de Proxima b e assim até quem sabe detectar a propagação diferenciada de calor do exoplaneta, o que poderá comprovar ou negar essas novas simulações.

para quem queria novidades de Proxima b, está aí.

fonte:



Artigo:

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Surpresa!!! A Última Imagem da Rosetta - Space Today TV Ep.881

Vocês lembram da sonda Rosetta?

A sonda Rosetta da ESA, ficou 12 anos no espaço, e desses 12 anos, 2 deles explorando de perto o cometa 67P/churyumov-Gerasimenko.

A missão da sonda Rosetta terminou no dia 30 de Setembro de 2016 quando a sonda desceu e a pousou no cometa, numa região abrigando muitas cavidades.

No dia do fim da missão todos no mundo receberam a última imagem feita pela sonda Rosetta.

Porém, a sonda tinha uma última surpresa guardada para todos nós. Aquela que era considerada a última imagem, na verdade não era.

Como isso pode ter acontecido?

Os últimos dados enviados pela sonda Rosetta, foram enviados para a Terra em pacotes momentos antes da sonda tocar o cometa.

Esses pacotes de dados foram divididos em vários servidores.

Ao passar um software automático para a detecção das imagens, o software não foi capaz de identificar que em um dos servidores ainda tinha uma última imagem do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.

A câmera da sonda Rosetta não foi desenhada para fazer imagens tão próximas assim do cometa, por isso as últimas imagens aparecem meio que fora de foco.

A última imagem que se tinha do cometa 67P tinha sido feita entre 23.3 e 26.2 metros de distância da superfície.

Essa nova imagem encontrada nos arquivos da sonda foi feitna entre 17.9 e 21 metros.

A região onde a sonda Rosetta pousou é repleta de pequenos pedregulhos e aparenta ser uma região plana sem grandes acidentes geográficos na superfície do cometa 67P.

Com essa nova imagem, a posição em que a sonda pousou no cometa pode ser estimada com maior precisão.

Embora não tenha nenhuma grande aplicação científica foi uma grata supresa ter encontrado uma imagem como essa nos arquivos enviados nos últimos momentos de vida da Rosetta.

Fonte:



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Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





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Mariner 2 - A Primeira Sonda a Visitar Outro Planeta - Space Today TV Ep.1428

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Em 27 de Agosto de 2962 era lançada a sonda Mariner 2, a primeira sonda a visitar outro planeta. A Mariner 2, passou 3 meses e meio viajando no Sistema Solar até chegar ao seu destino Vênus, em 14 de Dezembro de 1962. Durante a viagem ela fez importantes medidas sobre o vento solar, confirmando os dados da sonda Luna 1, e ao chegar em Vênus e sobrevoar o planeta ela mostrou que Vênus possuía nuvens firas e uma superfície quente.

Fonte:

O Plano de Voo Para Proxima b - Space Today TV Ep.598

Desde o dia do anúncio da descoberta do Proxima b, começaram as especulações sobre quando e como poderíamos um dia viajar até esse que é o exoplaneta até agora mais próximo da Terra.

As especulações aumentaram quando o projeto Breaktrough Starshot propôs lançar as pequenas naves movidas a vela que seriam impulsionadas por lasers poderosos colocados nas montanhas mais altas da Terra.

Com um planeta próximo e com essas possíveis naves, pronto, temos os ingredientes perfeitos para começarmos a falar sobre a nossa primeira viagem interestelar.

De acordo com o projeto Breaktrough Starshot, as naves poderiam viajar a 20% da velocidade da luz e isso faria com que elas alcançassem o sistema de Alpha Centauri em 20 anos.

O problema é como reduzir a velocidade da nave para que ela pudesse visitar o Proxima b.

Já se sabe que viajando a essa velocidade essa redução de velocidade seria impossível.

Com esse desafio na cabeça, dois cientistas começaram então a trabalhar em simulações de como poderia ser a nave e o plano de voo dela até Proxima b.

Os cientistas imaginaram uma sonda com 100 gramas no total e com uma vela do tamanho equivalente a 14 campos de futebol.

A sonda teria que viajar para a Alpha Centauri A a uma velocidade equivalente a 4.6% da velocidade da luz, qualquer coisa a mais, ela passaria direto.

Ao entrar no sistema, a sonda começaria a fazer manobras, que são corriqueiras no nosso Sistema Solar, manobras que usam os planetas, manobras de entrada de órbita, tudo seria aplicado nesse caso.

A essa velocidade e com essas manobras a sonda demoraria um pouco menos de 100 anos para chegar até o sistema estelar, ela então passaria pelas estrelas Alpha Centauri A e B e depois por Proxima Centauri.

No total, contando todas as manobras a serem realizadas, a sonda demoraria 140 anos para chegar no Proxima b.

Além de mudar todo o plano de voo até Proxima b, os pesquisadores propuseram alterar o impulso da vela, ao invés de usar lasers, usar o próprio Sol para impulsionar a sonda, com ele poderia atingir a velocidade necessária.

Embora tudo isso está sendo discutido na teoria, o equipamento da vela já começou a ser desenvolvido.

A vela poderia ser feito de grafeno.

Muitas missões da humanidade começaram com inúmeros obstáculos que aos poucos foram sendo ultrapassados, tudo isso para fazer com que meus netos ou bisnetos possam apreciar o homem chegando num exoplaneta.

Fonte:



Artigo:



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Os Preparativos da NASA Para Explorar a Lua e Marte - Space Today TV Ep.1441

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A NASA está preparando todo um sistema para explorar no futuro a Lua e a Terra, esse sistema compreende uma cápsula, chamada Orion e um veículo lançador, chamado de Space Launch System, ou SLS. Todo o sistema está sendo construído e testado em vários locais do mundo. Nesse vídeo, um resumo do que já está pronto, do que está sendo testado e o estado atual dos preparativos da NASA para as grandes explorações espaciais das próximas décadas.

Gigantescas Lâminas de Gelo Podem Dificultar Um Possível Pouso Em Europa - Space Today TV Ep.1509

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Será que algum dia vamos pousar em Europa?

Se a resposta for sim, os engenheiros responsáveis pelo módulo de pouso terão que ter um cuidado especial com o terreno em Europa, ele é muito acidentado e pode trazer problemas para um pouso.

Europa, o satélite de Júpiter, onde acredita-se exista um oceano líquido abaixo da crosta congelada que recobre o satélite é tido como um dos locais no Sistema Solar onde a vida pode proliferar.

Já existem missões designadas para Europa, a chamada Europa Clipper é uma delas.

Porém essa missão não irá pousar no satélite, irá ficar em órbita. E

E a NASA já pensou em um módulo de pouso para Europa, um módulo que seja capaz de perfurar o gelo da crosta e explorar a subsuperfície do satélite.

Mas para pousar em outro mundo é preciso saber, os riscos e os problemas que podem acontecer num pouso.

Em um estudo publicado no renomado periódico Nature Geoscience um grupo de pesquisadores relata a descoberta de evidências para a existência em Europa de lâminas de gelo com cerca de 15 metros de altura.

Essas lâminas poderiam ser semelhantes, ao que encontramos na Terra e chamamos de penitentes.

Os penitentes ocorrem principalmente nos Andes, quando o Sol atinge o gelo parte do gelo e da neve sublima, se transformando diretamente em vapor de água, e esse processo deixa para trás formações laminares de gelo chamadas de penitentes.

Provavelmente é um processo semelhante que ocorre em Europa e o mesmo processo pode também ocorrer em Plutão e nos demais mundos congelados do Sistema Solar.

O espaçamento dessas lâminas de gelo seria de cerca de 6 metros, isso faz com que o terreno em Europa seja muito acidentado, dificultando e muito o pouso de uma futura sonda ou rover.

Esse estudo é muito importante para que no futuro possamos planejar bem como iremos pousar em Europa.

Fonte:

New Horizons Observa o Ultima Thule e Acerta o Seu Curso - Space Today TV Ep.1503

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O último vídeo foi sobre a sonda Voyager 2 que está longe de casa, e nesse vídeo aqui vou falar de outra sonda que também está bem longe de casa, a New Horizons.

Para quem não sabe em 2015, a New Horizons passou por Plutão, fazendo o belo estudo que até nos surpreende, e depois disso, ela começou a sua jornada até o meio do Cinturão de Kuiper.

No dia 1 de Janeiro de 2019, ela irá visitar o objeto conhecido como Ultima Thule.

E para que esse encontro aconteça da melhor forma possível e corretamente, no dia 3 de Outubro de 2018, ela realizou uma manobra que a colocou definitivamente em curso de encontro com o objeto.

A sonda atualmente está a 6.35 bilhões de quilômetros da Terra, e o Ultima Thule fica a cerca de 6.6 bilhões de quilômetros da Terra.

Quando for visitado esse será o objeto mais distante já visitado por uma sonda.

Fonte:

Inédito: Detectada Tempestade de Poeira Em Titã - Space Today TV Ep.1479

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Titã, o satélite de Saturno é um mundo realmente incrível.

Possui uma atmosfera complexa, já foi constado um ciclo de metano e etano, parecido com o ciclo de água na Terra.

Além disso, é o único objeto do sistema solar, que tem algum tipo de líquido na sua superfície depois da Terra.

Além disso Titã possui nuvens e um clima que pode ser até mesmo modelado e previsto.

Mas as descobertas sobre Titã, não param por aí, afinal a Cassini passou anos explorando aquela região do sistema solar.

Estudando dados de 2009, pesquisadores descobriram feições nas imagens de Titã que se assemelhavam a nuvens.

A partir disso, começou um trabalho de modelagem dessas feições para tentar descobrir se eram nuvens de metano, como nuvens de tempestade na Terra, ou se poderiam ser nuvens de poeira.

Devido a determinadas características, a hipótese de nuvens de tempestade pôde ser descartada e devido a posição onde essas feições foram determinadas, sobrou uma explicação.

Essas feições apareceram perto das dunas de Titã e isso ajudou os pesquisadores a definirem que a melhor hipótese para explicar o fenômeno é que seriam nuvens de poeira.

Desde o pouso da Huygens em Titã em 2005, já se sabia que os satélite possuía ventos.

Esses ventos poderiam levantar a poeira contida nas dunas e formar essas tempestades de poeira em Titã.

O fenômeno seria parecido com o que acontece na Terra, antes de tempestades em regiões áridas, uma tempestade de poeira que precede uma tempestade mesmo, no caso de Titã antes de uma tempestade de metano.

Com isso Titã, passa a ser o terceiro objeto no sistema solar, onde existem tempestades de poeira, só a Terra e Marte, possuíam esse tipo de fenômeno até então.

E Titã vai a cada dia se tornando um mundo mais e mais complexo e interessante de ser explorado.

Fonte:

Um Anel de Buracos Negros Ao Redor de Uma Galáxia - Space Today TV Ep.1447

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Galáxias se chocam e se fundem no universo, isso é algo que já sabemos e os astrônomos estudam isso já faz um tempo.

Mas qual pode ser a consequência da interação entre duas galáxias?

É isso que uma nova imagem feita pelo Observatório Espacial de Raios-X Chandra, da NASA tenta mostrar.

A galáxia que estamos falando se chama AM 0644 e está localizada a 300 milhões de anos-luz da Terra.

Em algum momento na sua história, outra galáxia interagiu gravitacionalmente com a AM 0644, nessa interação ela gerou ondulações no gás da galáxia, essas ondulações então se expandiram e produziram o ano de gás ao redor da galáxia.

Isso por si só já é impressionante.

Mas a história não para por aí.

Tudo isso levou à formação de novas estrelas, estrelas massivas e que vivem pouco tempo.

Além disso terminam suas vidas em explosões de supernovas e o que resta é um buraco negro ou uma estrela de nêutrons.

Alguns desses objetos, possuem companheiros cósmicos, e começam a sugar material desse companheiro.

Nesse processo, esse material sugado forma um disco ao redor do buraco negro, que é aquecido pela fricção e então começa a emitir uma grande quantidade de raios-X.

E são essas emissões que o Chandra consegue detectar, e que pontuam o anel ao redor da galáxia.

Essas fontes de raios-X são ainda classificadas como Fontes de Raios-X Ultraluminosas, como o nome mesmo já diz fontes que emitem uma quantidade imensa de raios-X.

Essas ULXs são ainda misteriosas, podem ser formadas por buracos negros de massa estelar, por estrelas de nêutrons e até mesmo por buracos negros de massa intermediária, no caso da AM0644, os astrônomos ainda não sabem dizer.

Nessa nova imagem do Chandra, nem todas as fontes de raios-X foram detectadas na AM0644, existe uma fonte que é de um buraco negro supermassivo de rápido crescimento, localizado a 9.1 bilhões de anos-luz de distância da Terra.

Além disso o Chandra estudou 6 outras galáxias de anel, descobriu 63 fontes de raios-X, sendo que 50 delas são ULXs.

Pelo fato de ter esse passado conturbado, as galáxias de anel além de terem um formato peculiar, despertam o interesse dos astrônomos, pois muitos fenômenos astrofísicos podem ser estudados nela.

E aí, gostaram do anel de buracos negros?

#BuracosNegros

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