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1 Ano Sem A Sonda Cassini - Space Today TV Ep.1462

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1 Ano Sem A Sonda Cassini - Space Today TV Ep.1462

Hoje, dia 15 de Setembro de 2018 faz exatamente 1 ano que a sonda Cassini mergulhou em Saturno finalizando uma das missões espaciais mais bem sucedidas da história. Nesse vídeo, aquela recordação e também uma análise especial para vocês da última imagem que ela fez de Titã e seus mares e lagos de metano e etano. Cassini saudades eterna!!!

O Primeiro Exoplaneta Descoberto Pela TESS - Space Today TV Ep.1468

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Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, fiz um vídeo aqui no canal mostrando a primeira imagem científica da missão TESS.

E disse no vídeo que quando a TESS descobrisse seu primeiro exoplaneta eu faria um vídeo para vocês.

Então qual não foi a surpresa que ontem a noite, futucando o Arxiv.org, me deparo com um artigo onde está relatada a primeira descoberta de um exoplaneta feita pela missão TESS da NASA.

O artigo está na descrição do vídeo, e mesmo que você não leia, guarde, pois tenho certeza que esse será daqui a alguns anos um artigo histórico, para a astronomia e principalmente na área de exoplanetas.

Vamos então aos detalhes da descoberta.

O exoplaneta foi descoberto ao redor da estrela Pi Mensae, na constelação da Montanha da Mesa.

Essa é uma estrela do tipo do Sol, e relativamente brilhante com magnitude 5.7.

A estrela tem 1.1 vezes a massa do Sol e 1.1 vezes o raio do Sol e ela já tinha um exoplaneta que havia sido detectado ao seu redor, um exoplaneta com 10 vezes a massa de Júpiter e um período orbital de 5.7 anos.

Dessa vez, a TESS descobriu um planeta bem mais próximo da estrela e bem menor.

O planeta é classificado como sendo um mini-Netuno ou uma Super-Terra, ele tem 2.14 vezes o raio da Terra e 4.82 vezes a massa da Terra.

Considerando a razão massa/raio, esse exoplaneta descoberto chamado de Pi Mensae c pode ser o que chamamos de um mundo aquático.

O planeta deve ser constituído na sua maioria por elementos leves como água, metano, hidrogênio e hélio.

Pelo fato da estrela estar próxima, cerca de 60 anos-luz de distância da Terra, e ser brilhante, isso é uma grande vantagem para a realização de estudos de espectroscopia para entender a atmosfera e outras características do exoplaneta.

Esse exoplaneta também pode ser um belo candidato para ser imaginado diretamente no futuro próximo com a inauguração dos grandes telescópios.

Então está aí, o primeiro exoplaneta descoberto com os dados da missão TESS da NASA.

Fonte:

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O Nascimento de Um Pulsar A Partir De Uma Supernova - Space Today TV Ep.1457

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Os astrônomos acreditam ter visto algo inédito, a formação de um pulsar a partir da explosão de uma supernova ultraluminosa. Os astrônomos sabem que isso acontece, mas essa é a primeira vez que conseguem evidências que isso aconteceu. Eles conseguiram então testemunhar o nascimento de um pulsar algo que é extremamente raro. Porém, os detalhes desse processo só serão revelados com os telescópios extremamente grandes da próxima geração.

Fonte:



Artigo:

Missão Gaia Mostra O Passado Conturbado da Via Láctea - Space Today TV Ep.1472

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Quando a missão Gaia da ESA foi lançada, o seu principal objetivo era entender a forma, a estrutura, a origem, e evolução da nossa galáxia, a Via Láctea.

Não é uma tarefa fácil, para fazer isso, ou pelo menos para começar entender tudo isso, a missão Gaia teve que mapear mais de um bilhão de estrelas.

E quando falo mapear é em mais de um bilhão de estrelas calcular a sua posição, velocidade, com a maior precisão já feita.

E ao fazer isso, a missão Gaia consegue também mostrar como foi o passado da nossa galáxia.

Isso só é possível, pois as estrelas guardam na sua posição e na sua velocidade, informações que seriam como lembranças do que aconteceu com elas no decorrer da vida.

Assim, com as informações precisa é possível ter uma ideia de como essas estrelas estavam a milhões de anos atrás, na verdade em qualquer época e assim fazer um filme da sua movimentação na galáxia.

Os cientistas que trabalham com os dados da missão Gaia, fizeram isso então, selecionaram um grupo com milhões de estrelas para calcular o chamado espaço físico, combinando a velocidade e a posição eles conseguem um dado de velocidade tridimensional e assim montam o gráfico do espaço das fases.

Esse gráfico de espaço das fases vai sendo feito para milhões e milhões de anos e depois você pode animar isso, para ver o comportamento das estrelas.

E quando os pesquisadores fizeram isso, eles se depararam com algo que chamou a atenção, apareceu no gráfico uma forma de concha de caracol

E esse padrão peculiar que apareceu indica que entre 300 e 900 milhões de anos atrás, a Via Láctea, teve um encontro muito próximo com outra galáxia que fez com que as estrelas assumissem esse padrão.

Os pesquisadores ainda não sabem ao certo com quem foi esse encontro.

Eles dizem que não foi uma colisão, ou fusão, mas uma galáxia passou muito perto da Via Láctea a ponto de agitar todas as estrelas da galáxia.

Alguns dados apontam que esse encontro se deu com a galáxia Sagitário, mas os pesquisadores ainda não podem afirmar com toda a certeza isso.

O fato é que a Via Láctea possui uma história simplesmente espetacular, um passado bem conturbado, e a missão Gaia, está nos ajudando a revelar todos esses segredos da nossa ilha no universo.

Fonte:

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Astrônomos Descobrem o Planeta Natal do Spock - Space Today TV Ep.1469

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Os astrônomos descobriram mais um exoplaneta, e isso já está virando rotina.

Mas antes que você feche o vídeo e comece a me detonar nos comentários, peço um pouco da sua atenção e prometo que esse exoplaneta tem coisas muito especiais.

Existe um projeto que caça exoplanetas que é chamado de Dharma Planet Survey, esse projeto opera um telescópio de 50 polegadas, localizado no topo do Monte Lemmon no Arizona.

E foi usando esse telescópio que os astrônomos resolveram apontar para a estrela HD 26965 e ao fazer a análise de velocidade radial, os astrônomos descobriram um exoplaneta que é uma super-Terra.

A estrela está localizada a 16 anos-luz de distância da Terra, é um pouco mais fria e um pouco menos massiva que o Sol e possui um ciclo de 10.6 anos, bem parecido com o ciclo solar de 11 anos.

Isso faz dessa estrela um local interessante para se ter um planeta com vida ou habitável.

Essa estrela pode ser vista a olho nu no céu.

O planeta, tem cerca de duas vezes o tamanho da Terra e tem uma órbita de 42 dias ao redor da estrela na sua zona habitável.

Essa descoberta é importante pois marca a super-Terra descoberta mais próxima da Terra.

Agora a curiosidade.

Essa estrela tem um outro nome, ela é chamada de 40 Eridani.

Quem aqui for trekker já vai matar a curiosidade.

Para quem não sabe, essa estrela a 40 Eridani é a estrela que abriga o planeta Vulcan, o planeta natal do Sr. Spock da série Jornada nas Estrelas.

Outra coisa interessante, é que a missão da nave Enterprise, onde trabalhava o Spock tinha como missão procurar novos mundos, um objetivo do Dharma Planet Survey.

Agora, qualquer um pode olhar para o céu, observar a estrela 40 Eridani e mandar um alô para o planeta Vulcan quem sabe o Spock não tá por lá.

Lógico que o mais importante nessa descoberta foi mostrar como um telescópio dedicado para essa função de descobrir exoplanetas, pode ajudar a descobrir super-Terras e planetas parecidos com a Terra ao redor de estrelas próximas.

Assim, com um projeto assim em Terra e com projetos espaciais como a TESS, continuamos na nossa missão trekker de descobrir muitos novos mundos.

Fonte:



Artigo:



Vídeo do Marcelo do Hoje no Mundo Militar:

Hubble Descobre Algo Inédito Ao Redor De Uma Estrela de Nêutrons - Space Today TV Ep.1465

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Uma estrela de nêutrons é o que resta após uma explosão de supernova, são um dos objetos mais compactos do universo, e objetos interessantes de serem estudados, pois podem dar origem a fenômenos que ainda não entendemos muito bem.

Quando uma estrela de nêutrons se torna altamente magnetizada, e gira rapidamente, ela se torna o que chamamos de um pulsar, e os pulsares são objetos também muito importantes de serem estudados e entendidos.

Porém, até agora as estrelas de nêutrons só eram estudadas nas altas energias como nas emissões de raios-gama e raios-X.

Mas, nós temos o Hubble e quem tem o Hubble não precisa de mais nada.

O Hubble, com a sua visão em infravermelho conseguiu pela primeira vez registrar uma extensa área ao redor da estrela de nêutrons com aproximdamente 200 UA com uma emissão em infravermelho.

Como foi a primeira vez que tal feição foi observada ao redor de um pulsar, os astrônomos não sabem ao certo o que é, mas eles têm duas explicações.

A primeira é que seria um disco de material ao redor da estrela de nêutrons, formado por material pertencente à estrela progenitora da supernova. A interação desse disco com o pulsar poderia reduzir a sua velocidade de rotação, aquecer e emitir a radiação infravermelha detectada pelo Hubble. Se for isso, será uma mudança completa no entendimento sobre a evolução de estrelas de nêutrons.

A segunda explicação é que essa região seja o que os astrônomos chamam de nebulosa de vento de pulsar. Esse tipo de fenômeno é produzido pelas partículas que são aceleradas no campo elétrico produzido pela estrela em rotação. À medida que a estrela viaja pelo espaço, a alta velocidade ela cria uma onda de choque entre o meio interestelar e a nebulosa de vento, essa onda de choque emite radiação síncrotron , criando o sinal infravermelho. Normalmente uma nebulosa de vento de pulsar não é observada no infravermelho, e se essa for a explicação, será algo inédito e espetacular de ser estudado.

Como saber o que é?

Vocês já devem saber a resposta, o Telescópio Espacial James Webb, que terá uma visão super precisa no infravermelho, poderá ajudar a resolver mais esse mistério do universo.

Então só nos resta esperar até 2021 para que ele seja lançado sem problemas e nos traga belos resultados.

Fonte:



Artigo:

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Conheça A Pasta Nuclear - O Material Mais Forte do Universo - Space Today TV Ep.1470

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Quando eu trago vídeos aqui sobre as estrelas de nêutrons, eu sempre falo que é muito importante conhecermos bem esses objetos, pois eles guardam segredos.

Para quem ainda não sabe, uma estrela de nêutrons é o caroço estelar remanescente depois que uma estrela mais massiva que o Sol explode como uma supernova.

As estrelas de nêutrons estão entre os objetos mais densos e compactos do universo.

Nesse ambiente extremo a matéria pode assumir formas e estados nunca antes visto e nem imaginados, mas a análise pode ajudar a porque não tentar reproduzir algo na Terra.

Os astrônomos há muito tempo já imaginam que a superfície das estrelas de nêutrons pode ser muito resistente, porém, acredita-se que em camadas mais internas, a matéria possa estar num estado onde ela se torne o material mais forte, mais resistente do universo.

Para esse material, os astrônomos deram o nome de pasta nuclear.

Mas o quão forte e resistente é essa pasta?

Para saber isso, foram rodadas simulações. E os resultados das simulações mostraram que de fato o material é mais forte que o material da superfície da estrela.

Na realidade, esse material é 10 bilhões de vezes mais forte do que o aço, fazendo com que ele seja considerado até agora o material mais forte do universo.

Só isso já seria um resultado incrível das simulações.

Mas os resultados não pararam por aí, as simulações também mostraram que devido a formação irregular da pasta nuclear, as estrelas de nêutrons podem estar gerando ondas gravitacionais.

Ou seja, toda essa interação seria extrema o suficiente para causar ondulações no tecido do espaço tempo.

E aqui na Terra com detectores muito sensíveis seria possível detectar essas ondas gravitacionais e assim aprender mais ainda sobre as estrelas de nêutrons.

Por isso temos que dar atenção às estrelas de nêutrons e na verdade a todo tipo de objeto no universo, pois sempre temos muito que aprender.

Fonte:



Artigo:

O Projeto do Hubble Para Observar As Primeiras Galáxias do Universo - Space Today TV Ep.1459

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Uma das principais contribuições do Telescópio Espacial Hubble, desde que ele foi lançado é no entendimento sobre a evolução do universo e a estrutura em grande escala.

Para que ele possa contribuir dessa maneira ele precisa observar objetos, principalmente as galáxias mais distantes que se conhece.

Essas galáxias primordiais é que ajudarão a contar a história de evolução do nosso universo.

Porém, o equipamento possui uma limitação e essa sua limitação restringe muito os estudos que podem ser feitos.

Uma maneira de naturalmente aumentar o poder de observação é através do efeito de lente gravitacional.

E isso o Hubble faz muito bem estudando e observando os aglomerados de galáxias.

Além de serem as maiores estruturas do universo, esses aglomerados agem como lentes aproximando e ampliando as galáxias mais distantes do universo e permitindo assim que elas sejam estudadas.

Nesse processo de estudar os aglomerados de galáxias existem alguns projetos muito interessantes, um deles é o chamado Frontiers Fields, onde aglomerados de galáxias foram estudados com o objetivo de identificar galáxias distantes que sofrem o efeito de lente gravitacional.

Agora o Hubble iniciou um novo projeto chamado de BUFFALO, sigla que quer dizer, Beyond Ultra-deep Frontiers Fields And Legacy Observations, algo como, Além do Campo Profundo do Frontiers e das Observações Mais Antigas, ou seja, um sucessor do Frontiers Fields.

E para isso, o Hubble já começou bem, fazendo essas imagens do Abell 370 um gigantesco aglomerado de galáxias.

O Objetivo do BUFFALO é observar as galáxias mais massivas e luminosas nos primeiros 800 milhões de vida do universo e deixar tudo preparado para que na sequência o James Webb venha e melhore essas observações e consiga ir um pouco além.

Além disso, ao estudar os aglomerados de galáxias, se ganha um bom entendimento sobre o comportamento da matéria escura, já que você consegue estudar o efeito da massa na luz dos objetos que você está observando, e com esses campos estendidos é possível gerar mapas mais precisos da distribuição tridimensional da matéria escura.

É o Hubble mais uma vez mostrando toda a lenha que ainda tem para queimar antes que o James Webb seja lançado lá em 2021.

Fonte:



Página do projeto BUFFALO:

Surpresa!!! A Última Imagem da Rosetta - Space Today TV Ep.881

Vocês lembram da sonda Rosetta?

A sonda Rosetta da ESA, ficou 12 anos no espaço, e desses 12 anos, 2 deles explorando de perto o cometa 67P/churyumov-Gerasimenko.

A missão da sonda Rosetta terminou no dia 30 de Setembro de 2016 quando a sonda desceu e a pousou no cometa, numa região abrigando muitas cavidades.

No dia do fim da missão todos no mundo receberam a última imagem feita pela sonda Rosetta.

Porém, a sonda tinha uma última surpresa guardada para todos nós. Aquela que era considerada a última imagem, na verdade não era.

Como isso pode ter acontecido?

Os últimos dados enviados pela sonda Rosetta, foram enviados para a Terra em pacotes momentos antes da sonda tocar o cometa.

Esses pacotes de dados foram divididos em vários servidores.

Ao passar um software automático para a detecção das imagens, o software não foi capaz de identificar que em um dos servidores ainda tinha uma última imagem do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.

A câmera da sonda Rosetta não foi desenhada para fazer imagens tão próximas assim do cometa, por isso as últimas imagens aparecem meio que fora de foco.

A última imagem que se tinha do cometa 67P tinha sido feita entre 23.3 e 26.2 metros de distância da superfície.

Essa nova imagem encontrada nos arquivos da sonda foi feitna entre 17.9 e 21 metros.

A região onde a sonda Rosetta pousou é repleta de pequenos pedregulhos e aparenta ser uma região plana sem grandes acidentes geográficos na superfície do cometa 67P.

Com essa nova imagem, a posição em que a sonda pousou no cometa pode ser estimada com maior precisão.

Embora não tenha nenhuma grande aplicação científica foi uma grata supresa ter encontrado uma imagem como essa nos arquivos enviados nos últimos momentos de vida da Rosetta.

Fonte:



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SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





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A Radiogaláxia Mais Distante Já Observada - Space Today TV Ep.1313

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Existe um objeto no universo chamado de rádio galáxia.

Esse objeto faz parte da classe dos AGNs, ou núcleos ativos de galáxias, aqueles objetos que possuem no seu centro um buraco negro supermassivo que está em constante e feroz processo de alimentação, que gera ao ser redor um disco de material superaquecido, superacelerado que acaba emitindo radiação.

Nesse caso a maior parte da radiação é emitida nos comprimentos de onda de rádio.

São objetos extremamente brilhantes e distantes e por isso são muito bons para os astrônomos poderem estudar a evolução do universo, como as coisas se sucederam lá no começo de tudo.

Na verdade, quanto mais distante for o objeto, mais interessante é dele ser observado, pois mais informação poderá trazer sobre a evolução do universo logo depois da sua formação.

Obviamente que objetos muito distantes não são fáceis de serem encontrados e quando isso acontece os astrônomos comemoram muito como um recorde que foi batido.

E um desses momentos acaba de acontecer.

Os astrônomos acabam de detectar a rádio galáxia mais distante já descoberta.

Ela foi descoberta com um Z=5.72 e se chama TGSSS1530.

Esse Z é o que os astrônomos chamam de desvio para o vermelho, que está relacionado com a distância, quando maior o Z mais distante está o objeto.

Um Z de 6 para que vocês tenham uma ideia é algo que aconteceu na época da reionização, um estágio inicial da evolução do universo.

Ou seja, uma galáxia com um Z perto de 6 nos dá muita informação sobre essa época do universo, uma época importante que devemos entender.

Essa rádio galáxia tem aproximadamente um di6ametro de 11400 anos-luz, um valor típico para as rádio galáxias de alto desvio para o vermelho como essas são chamadas.

Os astrônomos esperam agora os novos instrumentos, de ondas de rádio como o LOFAR Two-metre Sky survey para poderem descobrir rádio galáxias com Z maior que 6.

Por enquanto essa é a rádio galáxia mais distante já observada.

E assim os astrônomos vão, cercando de todos os lados para entender o início do universo e a sua evolução.

Fonte:



Artigo:





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O Legado da Missão Dawn - Space Today TV Ep.1448

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Em Setembro de 2007 era lançada de Cabo Canaveral a bordo de um foguete Delta II, a sonda Dawn da NASA.

Seu principal objetivo, explorar os maiores objetos do Cinturão Principal de Asteroides do Sistema Solar e tentar ajudar a contar a história da formação do nosso sistema planetário.

De 2011 até 2012, a sonda Dawn explorou o asteroide Vesta.

Em Vesta, a Dawn mapeou suas crateras, mostrou que existiam muitas crateras grandes no hemisfério norte do planeta sugerindo que no cinturão de asteroides haviam objetos maiores que os astrônomos pensavam antes.

Ela também revelou em detalhe uma montanha que tem o dobro da altura do Monte Everest e Cânions que rivalizam em tamanho com o Grand cânion na Terra.

A sonda Dawn confirmou que Vesta é a fonte de uma família muito comum de meteoritos.

Depois disso, a sonda partiu para outro grande objeto no cinturão de asteroides, o planeta Anão Ceres.

No dia 6 de Março de 2015 ela chegou em Ceres e começou a investigar detalhadamente esse objeto.

Em Ceres, a Dawn descobriu a química de um antigo oceano.

Investigou os pontos brilhantes e descobriu que eles eram na verdade formados por sais, principalmente carbonato de sódio.

A sonda Dawn, descobriu que algumas regiões de Ceres eram geologicamente ativas até recentemente.

E descobriu também na superfície do planeta anão, moléculas orgânicas.

A sonda Dawn é a única que orbitou objetos no Cinturão Principal de Asteroides do Sistema Solar, e a única a entrar em órbita de dois objetos.

Ela conseguiu isso graças a sua propulsão iônica.

A missão da sonda Dawn está acabando, entre Setembro e Outubro de 2018, a hidrazina, o seu combustível estará esgotado e ela será incapaz de se comunicar com a Terra.

Pelo fato de Ceres ter interesse na busca por algum tipo de vida no Sistema Solar, a sonda Dawn ficará em órbita de Ceres, sem se chocar com o planeta anão.

Na verdade será como se Ceres tivesse ganho um satélite, um satélite artificial feito pelo homem.

Mais uma das grandes missões da NASA chega ao fim, mas o seu legado sobre o que sabemos a respeito da origem e da evolução do nosso Sistema Solar é um feito grandioso.

Valeu Dawn!!!

#Dawn

Fonte:

Gigantescas Lâminas de Gelo Podem Dificultar Um Possível Pouso Em Europa - Space Today TV Ep.1509

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Será que algum dia vamos pousar em Europa?

Se a resposta for sim, os engenheiros responsáveis pelo módulo de pouso terão que ter um cuidado especial com o terreno em Europa, ele é muito acidentado e pode trazer problemas para um pouso.

Europa, o satélite de Júpiter, onde acredita-se exista um oceano líquido abaixo da crosta congelada que recobre o satélite é tido como um dos locais no Sistema Solar onde a vida pode proliferar.

Já existem missões designadas para Europa, a chamada Europa Clipper é uma delas.

Porém essa missão não irá pousar no satélite, irá ficar em órbita. E

E a NASA já pensou em um módulo de pouso para Europa, um módulo que seja capaz de perfurar o gelo da crosta e explorar a subsuperfície do satélite.

Mas para pousar em outro mundo é preciso saber, os riscos e os problemas que podem acontecer num pouso.

Em um estudo publicado no renomado periódico Nature Geoscience um grupo de pesquisadores relata a descoberta de evidências para a existência em Europa de lâminas de gelo com cerca de 15 metros de altura.

Essas lâminas poderiam ser semelhantes, ao que encontramos na Terra e chamamos de penitentes.

Os penitentes ocorrem principalmente nos Andes, quando o Sol atinge o gelo parte do gelo e da neve sublima, se transformando diretamente em vapor de água, e esse processo deixa para trás formações laminares de gelo chamadas de penitentes.

Provavelmente é um processo semelhante que ocorre em Europa e o mesmo processo pode também ocorrer em Plutão e nos demais mundos congelados do Sistema Solar.

O espaçamento dessas lâminas de gelo seria de cerca de 6 metros, isso faz com que o terreno em Europa seja muito acidentado, dificultando e muito o pouso de uma futura sonda ou rover.

Esse estudo é muito importante para que no futuro possamos planejar bem como iremos pousar em Europa.

Fonte:

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A Primeira Imagem Científica da Missão TESS da NASA - Space Today TV Ep.1466

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Para quem queria notícias da TESS, hoje estamos muito bem.

A missão TESS da NASA, Transiting Exoplanet Survey Satellite, iniciou de vez a sua campanha científica na busca por novos mundos.

Entre os dados obtidos pela TESS, além, logicamente da curva de luz das estrelas estão imagens que poderão ser usadas de diferentes maneiras.

E junto com os primeiros dados já enviados para a Terra, a TESS mandou também as primeiras imagens.

Essas imagens são feitas com suas 4 câmeras, câmeras que foram desenhadas e construídas pelo Laboratório Lincoln do MIT.

Para quem não lembra, a TESS irá ter 2 anos na sua missão para monitorar 26 setores do céu, onde irá ficar 27 dias em cada setor.

No primeiro ano da missão serão monitorados 13 setores pertencentes ao hemisfério sul, e a cada 13.7 dias ela envia os dados para a Terra.

A TESS irá buscar por exoplanetas localizados em estrelas entre 30 e 300 anos-luz de distância da Terra.

A imagem feita pela TESS foi realizada no dia 7 de Agosto de 2018, durante um período de 30 minutos.

Na imagem é possível ver as constelações de Capricórnio, Retículo, Pintor, Montanha da Mesa, Hydra, Tucano, Peixe Austral, Microscópio o algomerado globular 47 Tucanae, as galáxias vizinhas, Pequena e Grande Nuvem de Magalhães.

E duas estrelas, a Beta Gruis e a R Doradus chegam a saturar o sensor das câmeras.

A imagem mostra cada parte do céu registrada por cada sensor da TESS.

Os dados adquiridos pela TESS serão analisados depois pelo James Webb e também por telescópios em Terra, onde poderá ser feita uma espectroscopia para estudar a possível atmosfera desses planetas.

Além disso a missão TESS também começou o programa onde a comunidade científica no mundo todo pode usar o satélite para conduzir observações e estudos.

É apenas o começo, muita coisa vem por aí, e sempre que tiver uma novidade sobre a TESS, trago para vocês.

Fonte:

Mariner 2 - A Primeira Sonda a Visitar Outro Planeta - Space Today TV Ep.1428

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Em 27 de Agosto de 2962 era lançada a sonda Mariner 2, a primeira sonda a visitar outro planeta. A Mariner 2, passou 3 meses e meio viajando no Sistema Solar até chegar ao seu destino Vênus, em 14 de Dezembro de 1962. Durante a viagem ela fez importantes medidas sobre o vento solar, confirmando os dados da sonda Luna 1, e ao chegar em Vênus e sobrevoar o planeta ela mostrou que Vênus possuía nuvens firas e uma superfície quente.

Fonte:

O Papel da Geologia Para Se Entender os Gargalos Evolutivos - Space Today TV Ep.1523

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Você já ouviu falar em gargalos evolutivos?

Esse termo é usado pelos cientistas que estudam a vida no nosso planeta, como sendo os eventos que podem ter acontecido com a Terra e que mudaram o curso da vida aqui.

Atualmente, os cientistas unem a geologia e a química para explicar momentos importantes da história do nosso planeta.

A história geológica da Terra é cheia de lacunas e os cientistas hoje tentam preencher essas lacunas integrando esses diferentes conhecimentos.

Por exemplo, o que aconteceu com o nosso planeta no intervalo entre 4.5 bilhões e 3.85 bilhões de anos atrás, o período em que a Terra se tornou habitável e que a vida surgiu? Essa é uma das lacunas que precisam ser preenchidas e onde o estudo de gargalos evolutivos foca.

Nesse período o nosso sistema solar passava por uma época conhecida como Período do Grande Bombardeamento, onde os planetas eram acertados por grandes asteroides.

O impacto de um grande asteroide com a Terra, pode ter criado um gargalo evolutivo, onde poucas espécies sobrevivem e a maior parte da vida pode ter sido extinta.

Isso porque um impacto de grandes proporções muda muito a temperatura do planeta, a presença de elementos na atmosfera e a relação entre a atmosfera e o oceano.

Por exemplo, após um grande impacto, a atmosfera ficou contaminada com uma grande quantidade de dióxido de carbono, até esse dióxido de carbono desaparecer da atmosfera, principalmente pela captura de rochas e se depositando no manto, a vida não reapareceu.

E esse dióxido de carbono sequestrado pelas rochas seria uma ótima evidência de que a Terra foi bombardeada por um grande asteroide, pois encontrar vestígios desse impacto hoje é praticamente impossível pois a Terra é um planeta ativo.

Outro gargalo evolutivo é a chamada inovação, ou seja, os organismos inovam a maneira de sobreviver, por exemplo usando elementos como o ferro e o enxofre na fotosíntese, isso poderia fazer organismos ocuparem rapidamente determinados locais do planeta que antes não seriam habitáveis.

Atualmente, os geólogos que estudam a vida geológica do nosso planeta acreditam que uma mistura desses dois gargalos seja fundamental para podermos entender exatamente o que aconteceu com o nosso planeta.

atualmente não é só o geólogo trabalhando nos seus afloramentos, o biólogo e o químico no laboratório que vão entender o que aconteceu com a Terra.

É preciso ter essa interdisciplinaridade e por isso que a geologia é fantástica, ela é capaz de integrar essas diferentes informações, de ciências distintas para tentar entender o que aconteceu com o planeta na sua história geológica, preencher as lacunas existentes e entender como a vida pode ter surgido no nosso planeta.

Live do lançamento do Atlas V:



fonte:



Artigo:

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15 Descobertas Espetaculares Nos 15 Anos do Spitzer - Space Today TV Ep.1427

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No dia 25 de Agosto de 2003 a NASA lançava um dos seus grandes observatórios espaciais.

O Telescópio Espacial Spitzer que é um dos chamados quatro grandes observatórios da NASA.

O Spitzer tinha um planejamento inicial para trabalhar por 2 anos e meio, e agora acabou de fazer 15 anos no espaço.

A especialidade do Spitzer é observar no infravermelho, e nesse vídeo aqui um pequeno resumo de 15 grandes descobertas feitas pelo Spitzer.

Fonte:

Novo Estudo Sobre a Habitabilidade de Proxima b - Space Today TV Ep.1458

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Em 2016, depois de anos de busca e pesquisa, o mundo da astronomia, conseguiu identificar um planeta na órbita da estrela mais próxima do Sol.

A estrela Proxima Centauri é uma estrela do tipo anã vermelha, pequena e fria que fica localizada a cerca de 4.2 anos-luz de distância da Terra.

Desde que exoplanetas começaram a ser descobertos, os astrônomos pensavam em descobrir um na órbita de Proxima Centauri, pois esse seria o exoplaneta mais próximo da Terra.

E em 2016 foi descoberto o exoplaneta chamado de Proxima b, que tem cerca de 1.3 vezes a massa da Terra, completa uma órbita ao redor de sua estrela a cada 11 dias e fica na zona habitável da estrela.

A partir de então teve início uma grande discussão sobre a habitabilidade de Proxima b.

Um dos temas que mais tomou conta do noticiário astronômico nos últimos anos.

Será que ele tem água na sua superfície, será que a radiação de Proxima Centauri cozinha o planeta, e varre a sua atmosfera, será que ele tem atmosfera, todas essas perguntas foram feitas, e simulações, após simulações foram rodadas tentando achar uma resposta.

Agora uma nova série de simulações foi rodada para tentar desvendar alguns segredos de Proxima b.

Os pesquisadores utilizaram modelos mais complexos que os das simulações anteriores, modelos que são usados para estudar a mudança climática na Terra.

Os pesquisadores simularam 18 cenários separados buscando por efeitos de continentes gigantes, atmosfera fina, composiçòes atmosféricas diferentes, e até mesmo a presença de sais num oceano global.

Proxima b é gravitacionalmete travado com a sua estrela e isso poderia de certo modo prejudicar a habitabilidade do exoplaneta.

Porém, esses modelos simulados mostraram que a dinâmica da atmosfera e dos oceanos no planeta poderia sustentar uma quantidade de água líquida na superfície.

Essas regiões com água líquida persistentes poderiam variar de tamanho e quanto maior essa fração melhor a chance de ter vida.

E de acordo com os pesquisadores, a melhor mensagem desse novo conjunto de simulações é que existe sim uma grande chance de que Proxima b seja habitável.

obviamente que deveremos esperar os telescópios extremamente grandes de próxima geração, que serão capazes de fazer um estudo detalhado de Proxima b e assim até quem sabe detectar a propagação diferenciada de calor do exoplaneta, o que poderá comprovar ou negar essas novas simulações.

para quem queria novidades de Proxima b, está aí.

fonte:



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Bilionário Japonês Voará Ao Redor da Lua em 2023 A Bordo do BFR da SpaceX - Space Today TV Ep.1467

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Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, depois de todo o suspense criado desde a última sexta-feira, Elon Musk, fez a tão esperada palestra da SpaceX para anunciar o nome da pessoa que irá voar até a Lua e voltar a bordo de seus foguete, o BFR.

Mas antes vamos a alguns pontos.

A apresentação começou com o Elon Musk falando sempre sobre a necessidade do ser humano ter uma alternativa e de tornar a raça humana multiplanetária, algo que ele já havia falado na IAC tanto de 2016 como na de 2017.

Após a breve introdução ele apresentou então o seu foguete, o BFR, Big Falcon Rocket.

É a terceira versão desde 2016, quando ele foi apresentado pela primeira vez, depois foi redesenhado em 2017 e agora atualizado para 2018.

Ele mostrou como o foguete irá entrar na atmosfera marciana, e mostrou algumas diferenças com os outros foguetes.

Esse BFR, versão 2018, tem 118 metros de altura total, consegue colocar mais de 100 toneladas de carga na órbita baixa da Terra, a parte útil do foguete tem 55 metros de comprimento, com um volume pressurizado de mais de 1000 metros cúbicos, e o foguete será movido por 7 motores Raptor, diferente dos 6 da versão anterior.

Além disso, o foguete apresentou mudanças nas chamadas grid fins, com a presença de grid fins na parte da frente também e na parte de trás.

O foguete está sendo construído no porto de Los Angeles, e ele mostrou além do desenho do projeto, algumas imagens de partes já prontas.

Ele então usou aquele velho gancho, como financiar esse foguete? E aí veio o grande anúncio da noite.

Surgiu do nada, um japonês, com seus 42 anos de idade, falando um inglês não lá muito bom e que se apresentou como sendo Yusaku Maezawa, um bilionário japonês do ramo da moda, colecionador de arte contemporânea.

Ele disse ser um apaixonado pelo Lua, desde criança, e que ele havia comprado não só uma passagem, mas todas as passagens disponíveis para o voo do BFR para a Lua, um total entre 6 a 8 passagens.

O japonês disse que não pretende ir sozinho, mas sim levar entre 6 e 8 convidados para dar uma volta com ele pela Lua, mas não é qualquer convidado, ele está interessado em artistas, diretores de filme, fotógrafos, estilistas, essas pessoas ajudariam ele a registrar toda a viagem para a nosso satélites.

A data planejada para esse voo acontecer, é em algum momento em 2023, mas o próprio Elon disse em tom irônico/brincalhão, que essa data não é definitiva.

Serão precisos muitos testes, para que o BFR possa voar tranquilamente com uma tripulação.

A viagem de ida até a Lua e a volta vai durar 6 dias.

O elon Musk disse que são necessários 5 bilhões de dólares para fazer o BFR, e que o financiamento do japonês é fundamental para eles finalizarem o projeto.

Musk disse ainda que o plano de voar o humano até Marte em 2024 no BFR ainda está de pé, mas tudo vai depender de como as coisas caminharão agora.

Mezawa criou um projeto para tudo isso chamado de Dear Moon, o site está na descrição do vídeo, e existe um easter Pegg nesse site, quero ver quem descobre, quem descobrir vai na minha última postagem no Instagram e escreve o que é.

Fontes:











Um Dilema Chamado Plutão: Planeta ou Planeta Anão? - Space Today TV Ep.1454

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Em 2006, a União Astronômica Internacional, em votação, decidiu rever o significado de planeta.

Isso aconteceu, muito devido às descobertas de um grande número de objetos no Cinturão de Kuiper, do qual Plutão é como se fosse sua porta de entrada.

Além do fato de ser esférico e orbitar o Sol, o planeta deve ter a sua órbita limpa, ou seja, não deve compartilhar a sua órbita com outros objetos que rivalizam em tamanho com ele.

Com base nisso, Plutão, foi reclassificado como Planeta Anão, e desde então teve início uma grande discussão sobre isso.

DISCLAIMER: Plutão não está nem aí como ele é chamado, isso é apenas uma convenção, se tudo for planeta, imagina quantos milhares de nomes de planetas nossos filhos e netos terão que decorar, por outro lado, como eu falo, se um anão é uma pessoa, um planeta anão é um planeta.

Como essa pequena treta astronômica ainda rende muito, um pesquisador chamado Philip Metzger do Florida space Insitute, resolveu apimentar mais a discussão e publicou um artigo na revista Icarus, sobre a classificação de Plutão.

O artigo dele é baseado numa busca bibliográfica que ele fez onde somente em em um artigo em 1802 é mencionado o fato da órbita ter que ser limpa para ser um planeta.

Além disso ele conta que a divisão, por exemplo, entre planeta e asteroide, veio na década de 1950, quando Gerard Kuiper fez a distinção entre os dois objetos com base na formação.

Metzger diz então que a classificação da UAI é errada pois na literatura o fato de ter a órbita limpa não é considerado como um padrão para definir se um objeto é um planeta ou asteroide.

Ele defende que a classificação deveria ser feita com base em propriedades intrínsecas do objeto e não apenas na dinâmica de sua órbita.

Em defesa dessa tese, Plutão é um mundo muito complexo, ele possui provavelmente um ocenao em subsuperfície, possui uma atmosfera complexa dividida em múltiplas camadas, possui compostos orgânicos, antigos lagos e múltiplos satélites.

Por exemplo, Plutão é mundo muito mais dinâmico do que Marte por exemplo.

Talvez, nem os cientistas esperassem que Plutão seria um mundo tão complexo assim, até 2015 quando a New horizons passou por lá, talvez a maioria dos cientistas esperassem encontrar um undo sem graça, e todos os dados da New horizons surpreenderam e muito os pesquisadores, e talvez, a partir de 2015 essa discussão se tornou ainda mais calorosa.

Bem, não temos muito o que discutir já que a decisão foi tomada pela UAI, mas na minha singela opinião de geofísico, eu acho que deveríamos olhar para outras propriedades, e acho que a New horizons nos apresentou um mundo totalmente novo, um objeto praticamente ativo geologicamente falando, com uma atmosfera complexa e por esse motivo poderiam rever a classificação de planetas incluindo outros requisitos e não somente as propriedades orbitais.

#Plutão

Fonte:



Artigo:



Artigo do Herschel:



Artigo do Kuiper:

Inédito: Detectada Tempestade de Poeira Em Titã - Space Today TV Ep.1479

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Titã, o satélite de Saturno é um mundo realmente incrível.

Possui uma atmosfera complexa, já foi constado um ciclo de metano e etano, parecido com o ciclo de água na Terra.

Além disso, é o único objeto do sistema solar, que tem algum tipo de líquido na sua superfície depois da Terra.

Além disso Titã possui nuvens e um clima que pode ser até mesmo modelado e previsto.

Mas as descobertas sobre Titã, não param por aí, afinal a Cassini passou anos explorando aquela região do sistema solar.

Estudando dados de 2009, pesquisadores descobriram feições nas imagens de Titã que se assemelhavam a nuvens.

A partir disso, começou um trabalho de modelagem dessas feições para tentar descobrir se eram nuvens de metano, como nuvens de tempestade na Terra, ou se poderiam ser nuvens de poeira.

Devido a determinadas características, a hipótese de nuvens de tempestade pôde ser descartada e devido a posição onde essas feições foram determinadas, sobrou uma explicação.

Essas feições apareceram perto das dunas de Titã e isso ajudou os pesquisadores a definirem que a melhor hipótese para explicar o fenômeno é que seriam nuvens de poeira.

Desde o pouso da Huygens em Titã em 2005, já se sabia que os satélite possuía ventos.

Esses ventos poderiam levantar a poeira contida nas dunas e formar essas tempestades de poeira em Titã.

O fenômeno seria parecido com o que acontece na Terra, antes de tempestades em regiões áridas, uma tempestade de poeira que precede uma tempestade mesmo, no caso de Titã antes de uma tempestade de metano.

Com isso Titã, passa a ser o terceiro objeto no sistema solar, onde existem tempestades de poeira, só a Terra e Marte, possuíam esse tipo de fenômeno até então.

E Titã vai a cada dia se tornando um mundo mais e mais complexo e interessante de ser explorado.

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