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1 Ano Sem A Sonda Cassini - Space Today TV Ep.1462

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1 Ano Sem A Sonda Cassini - Space Today TV Ep.1462

Hoje, dia 15 de Setembro de 2018 faz exatamente 1 ano que a sonda Cassini mergulhou em Saturno finalizando uma das missões espaciais mais bem sucedidas da história. Nesse vídeo, aquela recordação e também uma análise especial para vocês da última imagem que ela fez de Titã e seus mares e lagos de metano e etano. Cassini saudades eterna!!!

Treta no Espaço e SpaceX Indo Para a Lua - Space Today TV Ep.1461

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O mundo da astronáutica está em chamas nesses últimos dias.

Serão duas notícias em um único vídeo.

Primeiro é o vazamento da ISS, isso está dando muito pano para manga.

Desde que foi anunciado que o vazamento foi causado por um pequeno buraco interno e que foi feito na produção da Soyuz, ou de maneira deliberada, começaram a pipocar as teorias da conspiração.

Uma parte da imprensa russa, chegou a dizer que o furo foi feito por astronautas americanos para antecipar o retorno para a Terra.

Imediatamente, a NASA e a ROSCOSMOS vieram a público para acabar com o mal entendido.

Disseram que isso é um absurdo, que dentro da ISS não existe essa divisão política, que lá é um ambiente de paz e de compartilhamento.

Os diretores das duas agências irão se encontrar em Outubro antes do próximo lançamento para conversar e verificar que está tudo bem.

Essa história ainda vai dar muito pano para ser conversada.

A outra notícia é da SpaceX e do Elon Musk, não, não é o cigarro que ele fumou no Joe Rogan não.

A SpaceX soltou um tweet dizendo que ela já assinou o primeiro contrato com o primeiro passageiro que irá voar no BFR para dar uma volta ao redor da Lua e voltar.

No tweet a empresa fala que esse é um importante paraíso para que todos em breve tenham acesso a viagens espaciais.

E disse que as novidades de forma completa serão anunciadas na próxima segunda-feira, dia 17 de Setembro de 2018.

Não foi falada data, nome, como, e nem porque, ou seja, foi jogada uma bomba, e agora vamos passar o final de semana especulando.

O que vocês acham, vai antes ou depois de 2022?

Qual o preço da passagem, menos ou mais de 100 mil dólares?

Vocês têm até segunda-feira para fazer suas apostas, e assim que sair a notícia eu trago ela aqui no canal para todos vocês.
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FBI Fecha E Evacua Observatório Solar de Forma Misteriosa - Space Today TV Ep.1463

No dia 6 de Setembro de 2018, o FBI fechou o Sunspot Solar Observatory, no Novo México. Perguntado por centenas de meios de comunicação, o FBI e nenhuma autoridade disse o motivo do fechamento, apenas disse que era por conta de uma questão de segurança. Como nenhuma explicação foi dada, isso deu margem a todos os tipos de especulações e conspirações que você pode imaginar: nave alienígena, asteroide assassino, explosão solar assassina, teste de arma secreta, vazamento de Mercúrio, terrorismo, espionagem e por aí vai. O que é realmente? Ninguém sabe, só o dia que o FBI resolver falar, enquanto isso a especulação é livre. Nesse vídeo está liberado qualquer tipo de comentário, podem viajar a vontade.

Fontes:







Missão Gaia Mostra O Passado Conturbado da Via Láctea - Space Today TV Ep.1472

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Quando a missão Gaia da ESA foi lançada, o seu principal objetivo era entender a forma, a estrutura, a origem, e evolução da nossa galáxia, a Via Láctea.

Não é uma tarefa fácil, para fazer isso, ou pelo menos para começar entender tudo isso, a missão Gaia teve que mapear mais de um bilhão de estrelas.

E quando falo mapear é em mais de um bilhão de estrelas calcular a sua posição, velocidade, com a maior precisão já feita.

E ao fazer isso, a missão Gaia consegue também mostrar como foi o passado da nossa galáxia.

Isso só é possível, pois as estrelas guardam na sua posição e na sua velocidade, informações que seriam como lembranças do que aconteceu com elas no decorrer da vida.

Assim, com as informações precisa é possível ter uma ideia de como essas estrelas estavam a milhões de anos atrás, na verdade em qualquer época e assim fazer um filme da sua movimentação na galáxia.

Os cientistas que trabalham com os dados da missão Gaia, fizeram isso então, selecionaram um grupo com milhões de estrelas para calcular o chamado espaço físico, combinando a velocidade e a posição eles conseguem um dado de velocidade tridimensional e assim montam o gráfico do espaço das fases.

Esse gráfico de espaço das fases vai sendo feito para milhões e milhões de anos e depois você pode animar isso, para ver o comportamento das estrelas.

E quando os pesquisadores fizeram isso, eles se depararam com algo que chamou a atenção, apareceu no gráfico uma forma de concha de caracol

E esse padrão peculiar que apareceu indica que entre 300 e 900 milhões de anos atrás, a Via Láctea, teve um encontro muito próximo com outra galáxia que fez com que as estrelas assumissem esse padrão.

Os pesquisadores ainda não sabem ao certo com quem foi esse encontro.

Eles dizem que não foi uma colisão, ou fusão, mas uma galáxia passou muito perto da Via Láctea a ponto de agitar todas as estrelas da galáxia.

Alguns dados apontam que esse encontro se deu com a galáxia Sagitário, mas os pesquisadores ainda não podem afirmar com toda a certeza isso.

O fato é que a Via Láctea possui uma história simplesmente espetacular, um passado bem conturbado, e a missão Gaia, está nos ajudando a revelar todos esses segredos da nossa ilha no universo.

Fonte:

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O Primeiro Exoplaneta Descoberto Pela TESS - Space Today TV Ep.1468

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Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, fiz um vídeo aqui no canal mostrando a primeira imagem científica da missão TESS.

E disse no vídeo que quando a TESS descobrisse seu primeiro exoplaneta eu faria um vídeo para vocês.

Então qual não foi a surpresa que ontem a noite, futucando o Arxiv.org, me deparo com um artigo onde está relatada a primeira descoberta de um exoplaneta feita pela missão TESS da NASA.

O artigo está na descrição do vídeo, e mesmo que você não leia, guarde, pois tenho certeza que esse será daqui a alguns anos um artigo histórico, para a astronomia e principalmente na área de exoplanetas.

Vamos então aos detalhes da descoberta.

O exoplaneta foi descoberto ao redor da estrela Pi Mensae, na constelação da Montanha da Mesa.

Essa é uma estrela do tipo do Sol, e relativamente brilhante com magnitude 5.7.

A estrela tem 1.1 vezes a massa do Sol e 1.1 vezes o raio do Sol e ela já tinha um exoplaneta que havia sido detectado ao seu redor, um exoplaneta com 10 vezes a massa de Júpiter e um período orbital de 5.7 anos.

Dessa vez, a TESS descobriu um planeta bem mais próximo da estrela e bem menor.

O planeta é classificado como sendo um mini-Netuno ou uma Super-Terra, ele tem 2.14 vezes o raio da Terra e 4.82 vezes a massa da Terra.

Considerando a razão massa/raio, esse exoplaneta descoberto chamado de Pi Mensae c pode ser o que chamamos de um mundo aquático.

O planeta deve ser constituído na sua maioria por elementos leves como água, metano, hidrogênio e hélio.

Pelo fato da estrela estar próxima, cerca de 60 anos-luz de distância da Terra, e ser brilhante, isso é uma grande vantagem para a realização de estudos de espectroscopia para entender a atmosfera e outras características do exoplaneta.

Esse exoplaneta também pode ser um belo candidato para ser imaginado diretamente no futuro próximo com a inauguração dos grandes telescópios.

Então está aí, o primeiro exoplaneta descoberto com os dados da missão TESS da NASA.

Fonte:

A Primeira Imagem Científica da Missão TESS da NASA - Space Today TV Ep.1466

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Para quem queria notícias da TESS, hoje estamos muito bem.

A missão TESS da NASA, Transiting Exoplanet Survey Satellite, iniciou de vez a sua campanha científica na busca por novos mundos.

Entre os dados obtidos pela TESS, além, logicamente da curva de luz das estrelas estão imagens que poderão ser usadas de diferentes maneiras.

E junto com os primeiros dados já enviados para a Terra, a TESS mandou também as primeiras imagens.

Essas imagens são feitas com suas 4 câmeras, câmeras que foram desenhadas e construídas pelo Laboratório Lincoln do MIT.

Para quem não lembra, a TESS irá ter 2 anos na sua missão para monitorar 26 setores do céu, onde irá ficar 27 dias em cada setor.

No primeiro ano da missão serão monitorados 13 setores pertencentes ao hemisfério sul, e a cada 13.7 dias ela envia os dados para a Terra.

A TESS irá buscar por exoplanetas localizados em estrelas entre 30 e 300 anos-luz de distância da Terra.

A imagem feita pela TESS foi realizada no dia 7 de Agosto de 2018, durante um período de 30 minutos.

Na imagem é possível ver as constelações de Capricórnio, Retículo, Pintor, Montanha da Mesa, Hydra, Tucano, Peixe Austral, Microscópio o algomerado globular 47 Tucanae, as galáxias vizinhas, Pequena e Grande Nuvem de Magalhães.

E duas estrelas, a Beta Gruis e a R Doradus chegam a saturar o sensor das câmeras.

A imagem mostra cada parte do céu registrada por cada sensor da TESS.

Os dados adquiridos pela TESS serão analisados depois pelo James Webb e também por telescópios em Terra, onde poderá ser feita uma espectroscopia para estudar a possível atmosfera desses planetas.

Além disso a missão TESS também começou o programa onde a comunidade científica no mundo todo pode usar o satélite para conduzir observações e estudos.

É apenas o começo, muita coisa vem por aí, e sempre que tiver uma novidade sobre a TESS, trago para vocês.

Fonte:

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A Onda Gravitacional Que Poderia Destruir a Terra - Space Today TV Ep.1424

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Sextou, dia de viajar um pouco nos pensamentos!!!

Vou falar para vocês de mais um trabalho de física teórica, um trabalho surpreendente.

Nessa altura do campeonato, todo mundo já sabe o que é uma onda gravitacional, são ondulações na chamada fábrica do espaço-tempo, causadas quando dois objetos massivos se fundem, colidem ou algo do tipo.

As ondas gravitacionais normalmente são esféricas, ou seja, elas se propagam como ondulações na superfície de um lago quando jogamos uma pedra.

Porém, quando um objeto ou uma partícula se move na velocidade da luz, ela cria uma onda gravitacional com uma frente de onda plana que se move como uma onda de maré.

Dois físicos teóricos partiram desse ponto e se perguntaram, o que aconteceria se duas dessas frentes de onda se colidissem?

Isso dependeria do tamanho.

Vamos partir para as grandes, pois as pequenas atravessam umas as outras e nada acontece.

Mas no caso de de um par grande o suficiente, ele acabaria colapsando num buraco negro.

Essas partículas teriam muita energia e produziriam uma curvatura no espaço-tempo quando colidissem e quando as ondas colidissem, essa curvatura se dobraria sobre si mesma, ou seja, o espaço-tempo seria sugado para dentro de si mesmo em um buraco negro.

Esse buraco negro devoraria 85% da energia das ondas originais, cerca de 15% criaria uma onda gravitacional mais fraca e uma pequena porção, os décimos de porcentagem ficariam na órbita do buraco negro para sempre.

Esse é o mesmo processo que causou espanto quando ligaram o LHC, lembram?

As partículas aceleradas pelo LHC iriam colidir, criaria uma frente de onda gravitacional plana e então buracos negros, mas esses feixes de partículas não teriam energia suficiente.

Para gerar esses buraco negro destruidor, o acelerador de partículas deveria ser do tamanho do sistema solar.

só para se ter uma ideia, se uma onda dessas passasse pelo LIGO os detectores iriam sofrer uma variação de quilômetros e não uma variação que é de um milionésimo do diâmetro de um próton.

MAs não é motivo para pânico, isso tudo está no campo da física teórica, no universo não existe nada que poderia criar uma frente de onda gravitacional plana para gerar um buraco negro assim destruidor.

O legal é ver como os físicos teóricos conseguem deduzir tantas ideias apenas trabalhando com as equações, com as premissas, com as teorias, realmente é fantástico.

Mesmo que você não entenda nada, convido a dar uma olhada no artigo, só para ter uma noção como é o trabalho deles.

Live com a BRAMON:



fonte:



Artigo:

15 Descobertas Espetaculares Nos 15 Anos do Spitzer - Space Today TV Ep.1427

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No dia 25 de Agosto de 2003 a NASA lançava um dos seus grandes observatórios espaciais.

O Telescópio Espacial Spitzer que é um dos chamados quatro grandes observatórios da NASA.

O Spitzer tinha um planejamento inicial para trabalhar por 2 anos e meio, e agora acabou de fazer 15 anos no espaço.

A especialidade do Spitzer é observar no infravermelho, e nesse vídeo aqui um pequeno resumo de 15 grandes descobertas feitas pelo Spitzer.

Fonte:

Conheça a Gateway: A Futura Estação Lunar - Space Today TV Ep.1480

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A empresa Airbus ganhou a preferência para apresentar um projeto de alguns módulos da The Gateway, a estação orbital lunar. A empresa apresentará o conceito durante a IAC 2018, no dia 3 de Outubro. Aqui um passeio pelo que deve ser a nossa próxima estação, a estação lunar que será o portal para o espaço profundo!!!

Mariner 2 - A Primeira Sonda a Visitar Outro Planeta - Space Today TV Ep.1428

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Em 27 de Agosto de 2962 era lançada a sonda Mariner 2, a primeira sonda a visitar outro planeta. A Mariner 2, passou 3 meses e meio viajando no Sistema Solar até chegar ao seu destino Vênus, em 14 de Dezembro de 1962. Durante a viagem ela fez importantes medidas sobre o vento solar, confirmando os dados da sonda Luna 1, e ao chegar em Vênus e sobrevoar o planeta ela mostrou que Vênus possuía nuvens firas e uma superfície quente.

Fonte:

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Ondas Gravitacionais E As Dimensões Extras do Universo - Space Today TV Ep.1460

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E a GW170817 não para de ser estudada e revelar coisas importantes sobre o universo.

Chegou agora nesse mundo e não tem ideia do que é a GW170817, vamos a um resumão.

Essa é a onda gravitacional detectada em Agosto de 2017 pelo LIGO e VIRGO proveniente da fusão de duas estrelas de nêutrons, essa onda gravitacional teve o que chamamos de contrapartida no espectro eletromagnético, ou seja, os astrônomos usando seus telescópios tradicionais conseguiram estudar a fonte que a gerou em todos os comprimentos de onda.

Por esse motivo ela é a onda gravitacional mais importante detectada até agora, pois pode ser estudada de diversas maneiras, e os astrônomos não cansam de estudar-la.

Desde que foram detectadas pela primeira vez, existe a esperança de que as ondas gravitacionais podem ajudar a responder alguns dos grande mistérios do universo, como por exemplo, a matéria escura, a energia escura, o comportamento do universo em sua grande escala e até mesmo verificar ou contradizer teorias importantes como a da relatividade.

Existem várias teorias alternativas a teoria da relatividade, principalmente para tentar explicar a matéria e a energia escura.

Uma dessas teorias, sugere que, a grandes distâncias, a gravidade, poderia “vazar” em dimensões extras do universo, e assim quando fosse detectada ela estaria mais fraca e com inconsistências.

E a onda gravitacional, GW170817, foi uma oportunidade para testar essa teoria.

As ondas são detectadas com modelos que são feitos de acordo com o objeto que as gera, nesse caso, os pesquisadores tinham uma boa ideia da geração, pois essa onda gerou sua contrapartida eletromagnética.

Se durante a trajetória tivesse ocorrido o tal vazamento da gravidade para dimensões extras o sinal recebido pelo LIGO seria mais fraco do que ele realmente foi detectado.

Como isso não aconteceu, de acordo com esse experimento e de acordo com a metodologia utilizada, os pesquisadores disseram que o universo continua com suas 4 dimensões, as 3 espaciais e a dimensão temporal, pelo menos na escala de centenas de milhões de anos-luz.

Mas isso é apenas o começo, muitos segredos devem estar guardados nessa onda gravitacional e os pesquisadores não se cansarão de continuar, pesquisando e propondo novas teorias, o melhor é que agora se tem um dado real detectado para comprovar as teorias propostas.

Fonte:



Artigo:

Qual A Massa Da Via Láctea? - Space Today TV Ep.1474

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Para podermos entender bem o universo, é preciso entender da melhor maneira possível as galáxias, que seriam seus blocos fundamentais.

Como elas evoluem, nascem, morrem, colidem, formam aglomerados, tudo isso é de suma importância para termos um bom modelo que nos mostre como o universo funciona.

E para entender uma galáxia, algumas propriedades são fundamentais.

Entre essas propriedades, podemos citar o tamanho da galáxia e a sua massa. Propriedades que não são tão fáceis assim de determinar.

E para que possamos conhecer bem as galáxias, algo natural é começar entendendo a nossa galáxia, a Via Láctea.

E como eu falo sempre medir essas propriedades na nossa galáxia também não é uma tarefa fácil.

Com relação ao tamanho, os astrônomos estimam que a Via Láctea tenha entre 100 mil e 180 mil anos-luz de diâmetro.

E com relação a massa, a estimativa é ainda mais incerta, algumas estimativas mostram que a Via Láctea tem entre 500 milhões e 2.5 trilhões de vezes a massa do Sol.

Essas incertezas são muito grandes, e com tanta incerteza assim, definir um modelo fica muito complicado.

Toda essa incerteza eu já falei, vem do fato de estarmos dentro da nossa galáxia e isso dificulta muito extrair essas propriedades.

Além do mais, no caso da massa, existe a massa do halo de matéria escura da galáxia, que é responsável por boa parte da massa da galáxia e é invisível.

Para a alegria dos astrônomos existe hoje a missão Gaia da ESA, essa missão consegue fazer medida bem precisas da posição e do movimento das estrelas e agora foi desenvolvida uma nova metodologia para estimar a massa da Via Láctea.

A ideia é usar os dados obtidos pela Gaia das galáxias satélites da nossa galáxia, com essa medida, principalmente da dinâmica das galáxias satélites os astrônomos podem tentar melhorar a estimativa da massa.

Junto com essas medidas os astrônomos usaram a simulação cosmológica EAGLE, uma das melhores que existe atualmente.

E com todos esses dados, estimaram a massa da Via Láctea em 1.04 x 10ˆ12 massas solares, com uma incerteza de 20%.

Embora esse valor não seja exato, ele coloca restrições importantes nos modelos a partir de agora.

Com isso os astrônomos podem usar essa estimativa na construção de seus modelos cosmológicos para tentar entender cada vez mais e melhor o universo.

Em 2020 a Gaia irá lançar o terceiro release de dados, e assim os astrônomos esperam ter uma estimativa ainda melhor da massa da nossa galáxia.

Fonte:



Artigo:

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New Horizons Observa o Ultima Thule e Acerta o Seu Curso - Space Today TV Ep.1503

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O último vídeo foi sobre a sonda Voyager 2 que está longe de casa, e nesse vídeo aqui vou falar de outra sonda que também está bem longe de casa, a New Horizons.

Para quem não sabe em 2015, a New Horizons passou por Plutão, fazendo o belo estudo que até nos surpreende, e depois disso, ela começou a sua jornada até o meio do Cinturão de Kuiper.

No dia 1 de Janeiro de 2019, ela irá visitar o objeto conhecido como Ultima Thule.

E para que esse encontro aconteça da melhor forma possível e corretamente, no dia 3 de Outubro de 2018, ela realizou uma manobra que a colocou definitivamente em curso de encontro com o objeto.

A sonda atualmente está a 6.35 bilhões de quilômetros da Terra, e o Ultima Thule fica a cerca de 6.6 bilhões de quilômetros da Terra.

Quando for visitado esse será o objeto mais distante já visitado por uma sonda.

Fonte:

Erro do Passado É Corrigido E Jocelyn Bell Ganha Prêmio Milionário - Space Today TV Ep.1451

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Depois de 44 anos, quando foi injustiçada por não ter ganho o Prêmio Nobel de Física, pelo descobrimento dos pulsares, Jocelyn Bell, recebeu o prêmio Breakthrough Prize, de 3 milhões de dólares. Esse é o maior prêmio em valor atualmente dado para conquistas científicas. Finalmente o erro do passado foi corrigido.

Leia o Statement da Breakthrough sobre o prêmio:

Astrônomos Registram Vento Galáctico No Universo Primordial - Space Today TV Ep.1452

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Os astrônomos conseguiram pela primeira vez detectar com o ALMA e com o efeito de lente gravitacional registrar o vento galáctico no universo primordial, sendo soprado a partir de uma galáxia localizada a 12 bilhões de anos-luz de distância. Esse é o mecanismo que pode ajudar galáxias de explosão de estrelas a viver mas tempo e não morrer logo.

Fonte:

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A Radiogaláxia Mais Distante Já Observada - Space Today TV Ep.1313

****Pesquisa do Space Today:



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Existe um objeto no universo chamado de rádio galáxia.

Esse objeto faz parte da classe dos AGNs, ou núcleos ativos de galáxias, aqueles objetos que possuem no seu centro um buraco negro supermassivo que está em constante e feroz processo de alimentação, que gera ao ser redor um disco de material superaquecido, superacelerado que acaba emitindo radiação.

Nesse caso a maior parte da radiação é emitida nos comprimentos de onda de rádio.

São objetos extremamente brilhantes e distantes e por isso são muito bons para os astrônomos poderem estudar a evolução do universo, como as coisas se sucederam lá no começo de tudo.

Na verdade, quanto mais distante for o objeto, mais interessante é dele ser observado, pois mais informação poderá trazer sobre a evolução do universo logo depois da sua formação.

Obviamente que objetos muito distantes não são fáceis de serem encontrados e quando isso acontece os astrônomos comemoram muito como um recorde que foi batido.

E um desses momentos acaba de acontecer.

Os astrônomos acabam de detectar a rádio galáxia mais distante já descoberta.

Ela foi descoberta com um Z=5.72 e se chama TGSSS1530.

Esse Z é o que os astrônomos chamam de desvio para o vermelho, que está relacionado com a distância, quando maior o Z mais distante está o objeto.

Um Z de 6 para que vocês tenham uma ideia é algo que aconteceu na época da reionização, um estágio inicial da evolução do universo.

Ou seja, uma galáxia com um Z perto de 6 nos dá muita informação sobre essa época do universo, uma época importante que devemos entender.

Essa rádio galáxia tem aproximadamente um di6ametro de 11400 anos-luz, um valor típico para as rádio galáxias de alto desvio para o vermelho como essas são chamadas.

Os astrônomos esperam agora os novos instrumentos, de ondas de rádio como o LOFAR Two-metre Sky survey para poderem descobrir rádio galáxias com Z maior que 6.

Por enquanto essa é a rádio galáxia mais distante já observada.

E assim os astrônomos vão, cercando de todos os lados para entender o início do universo e a sua evolução.

Fonte:



Artigo:





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Gigantescas Lâminas de Gelo Podem Dificultar Um Possível Pouso Em Europa - Space Today TV Ep.1509

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Será que algum dia vamos pousar em Europa?

Se a resposta for sim, os engenheiros responsáveis pelo módulo de pouso terão que ter um cuidado especial com o terreno em Europa, ele é muito acidentado e pode trazer problemas para um pouso.

Europa, o satélite de Júpiter, onde acredita-se exista um oceano líquido abaixo da crosta congelada que recobre o satélite é tido como um dos locais no Sistema Solar onde a vida pode proliferar.

Já existem missões designadas para Europa, a chamada Europa Clipper é uma delas.

Porém essa missão não irá pousar no satélite, irá ficar em órbita. E

E a NASA já pensou em um módulo de pouso para Europa, um módulo que seja capaz de perfurar o gelo da crosta e explorar a subsuperfície do satélite.

Mas para pousar em outro mundo é preciso saber, os riscos e os problemas que podem acontecer num pouso.

Em um estudo publicado no renomado periódico Nature Geoscience um grupo de pesquisadores relata a descoberta de evidências para a existência em Europa de lâminas de gelo com cerca de 15 metros de altura.

Essas lâminas poderiam ser semelhantes, ao que encontramos na Terra e chamamos de penitentes.

Os penitentes ocorrem principalmente nos Andes, quando o Sol atinge o gelo parte do gelo e da neve sublima, se transformando diretamente em vapor de água, e esse processo deixa para trás formações laminares de gelo chamadas de penitentes.

Provavelmente é um processo semelhante que ocorre em Europa e o mesmo processo pode também ocorrer em Plutão e nos demais mundos congelados do Sistema Solar.

O espaçamento dessas lâminas de gelo seria de cerca de 6 metros, isso faz com que o terreno em Europa seja muito acidentado, dificultando e muito o pouso de uma futura sonda ou rover.

Esse estudo é muito importante para que no futuro possamos planejar bem como iremos pousar em Europa.

Fonte:

O Plano de Voo Para Proxima b - Space Today TV Ep.598

Desde o dia do anúncio da descoberta do Proxima b, começaram as especulações sobre quando e como poderíamos um dia viajar até esse que é o exoplaneta até agora mais próximo da Terra.

As especulações aumentaram quando o projeto Breaktrough Starshot propôs lançar as pequenas naves movidas a vela que seriam impulsionadas por lasers poderosos colocados nas montanhas mais altas da Terra.

Com um planeta próximo e com essas possíveis naves, pronto, temos os ingredientes perfeitos para começarmos a falar sobre a nossa primeira viagem interestelar.

De acordo com o projeto Breaktrough Starshot, as naves poderiam viajar a 20% da velocidade da luz e isso faria com que elas alcançassem o sistema de Alpha Centauri em 20 anos.

O problema é como reduzir a velocidade da nave para que ela pudesse visitar o Proxima b.

Já se sabe que viajando a essa velocidade essa redução de velocidade seria impossível.

Com esse desafio na cabeça, dois cientistas começaram então a trabalhar em simulações de como poderia ser a nave e o plano de voo dela até Proxima b.

Os cientistas imaginaram uma sonda com 100 gramas no total e com uma vela do tamanho equivalente a 14 campos de futebol.

A sonda teria que viajar para a Alpha Centauri A a uma velocidade equivalente a 4.6% da velocidade da luz, qualquer coisa a mais, ela passaria direto.

Ao entrar no sistema, a sonda começaria a fazer manobras, que são corriqueiras no nosso Sistema Solar, manobras que usam os planetas, manobras de entrada de órbita, tudo seria aplicado nesse caso.

A essa velocidade e com essas manobras a sonda demoraria um pouco menos de 100 anos para chegar até o sistema estelar, ela então passaria pelas estrelas Alpha Centauri A e B e depois por Proxima Centauri.

No total, contando todas as manobras a serem realizadas, a sonda demoraria 140 anos para chegar no Proxima b.

Além de mudar todo o plano de voo até Proxima b, os pesquisadores propuseram alterar o impulso da vela, ao invés de usar lasers, usar o próprio Sol para impulsionar a sonda, com ele poderia atingir a velocidade necessária.

Embora tudo isso está sendo discutido na teoria, o equipamento da vela já começou a ser desenvolvido.

A vela poderia ser feito de grafeno.

Muitas missões da humanidade começaram com inúmeros obstáculos que aos poucos foram sendo ultrapassados, tudo isso para fazer com que meus netos ou bisnetos possam apreciar o homem chegando num exoplaneta.

Fonte:



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Hubble Descobre Algo Inédito Ao Redor De Uma Estrela de Nêutrons - Space Today TV Ep.1465

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Uma estrela de nêutrons é o que resta após uma explosão de supernova, são um dos objetos mais compactos do universo, e objetos interessantes de serem estudados, pois podem dar origem a fenômenos que ainda não entendemos muito bem.

Quando uma estrela de nêutrons se torna altamente magnetizada, e gira rapidamente, ela se torna o que chamamos de um pulsar, e os pulsares são objetos também muito importantes de serem estudados e entendidos.

Porém, até agora as estrelas de nêutrons só eram estudadas nas altas energias como nas emissões de raios-gama e raios-X.

Mas, nós temos o Hubble e quem tem o Hubble não precisa de mais nada.

O Hubble, com a sua visão em infravermelho conseguiu pela primeira vez registrar uma extensa área ao redor da estrela de nêutrons com aproximdamente 200 UA com uma emissão em infravermelho.

Como foi a primeira vez que tal feição foi observada ao redor de um pulsar, os astrônomos não sabem ao certo o que é, mas eles têm duas explicações.

A primeira é que seria um disco de material ao redor da estrela de nêutrons, formado por material pertencente à estrela progenitora da supernova. A interação desse disco com o pulsar poderia reduzir a sua velocidade de rotação, aquecer e emitir a radiação infravermelha detectada pelo Hubble. Se for isso, será uma mudança completa no entendimento sobre a evolução de estrelas de nêutrons.

A segunda explicação é que essa região seja o que os astrônomos chamam de nebulosa de vento de pulsar. Esse tipo de fenômeno é produzido pelas partículas que são aceleradas no campo elétrico produzido pela estrela em rotação. À medida que a estrela viaja pelo espaço, a alta velocidade ela cria uma onda de choque entre o meio interestelar e a nebulosa de vento, essa onda de choque emite radiação síncrotron , criando o sinal infravermelho. Normalmente uma nebulosa de vento de pulsar não é observada no infravermelho, e se essa for a explicação, será algo inédito e espetacular de ser estudado.

Como saber o que é?

Vocês já devem saber a resposta, o Telescópio Espacial James Webb, que terá uma visão super precisa no infravermelho, poderá ajudar a resolver mais esse mistério do universo.

Então só nos resta esperar até 2021 para que ele seja lançado sem problemas e nos traga belos resultados.

Fonte:



Artigo:

Os Preparativos da NASA Para Explorar a Lua e Marte - Space Today TV Ep.1441

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A NASA está preparando todo um sistema para explorar no futuro a Lua e a Terra, esse sistema compreende uma cápsula, chamada Orion e um veículo lançador, chamado de Space Launch System, ou SLS. Todo o sistema está sendo construído e testado em vários locais do mundo. Nesse vídeo, um resumo do que já está pronto, do que está sendo testado e o estado atual dos preparativos da NASA para as grandes explorações espaciais das próximas décadas.

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