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A Primeira Imagem Científica da Missão TESS da NASA - Space Today TV Ep.1466

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A Primeira Imagem Científica da Missão TESS da NASA - Space Today TV Ep.1466

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Para quem queria notícias da TESS, hoje estamos muito bem.

A missão TESS da NASA, Transiting Exoplanet Survey Satellite, iniciou de vez a sua campanha científica na busca por novos mundos.

Entre os dados obtidos pela TESS, além, logicamente da curva de luz das estrelas estão imagens que poderão ser usadas de diferentes maneiras.

E junto com os primeiros dados já enviados para a Terra, a TESS mandou também as primeiras imagens.

Essas imagens são feitas com suas 4 câmeras, câmeras que foram desenhadas e construídas pelo Laboratório Lincoln do MIT.

Para quem não lembra, a TESS irá ter 2 anos na sua missão para monitorar 26 setores do céu, onde irá ficar 27 dias em cada setor.

No primeiro ano da missão serão monitorados 13 setores pertencentes ao hemisfério sul, e a cada 13.7 dias ela envia os dados para a Terra.

A TESS irá buscar por exoplanetas localizados em estrelas entre 30 e 300 anos-luz de distância da Terra.

A imagem feita pela TESS foi realizada no dia 7 de Agosto de 2018, durante um período de 30 minutos.

Na imagem é possível ver as constelações de Capricórnio, Retículo, Pintor, Montanha da Mesa, Hydra, Tucano, Peixe Austral, Microscópio o algomerado globular 47 Tucanae, as galáxias vizinhas, Pequena e Grande Nuvem de Magalhães.

E duas estrelas, a Beta Gruis e a R Doradus chegam a saturar o sensor das câmeras.

A imagem mostra cada parte do céu registrada por cada sensor da TESS.

Os dados adquiridos pela TESS serão analisados depois pelo James Webb e também por telescópios em Terra, onde poderá ser feita uma espectroscopia para estudar a possível atmosfera desses planetas.

Além disso a missão TESS também começou o programa onde a comunidade científica no mundo todo pode usar o satélite para conduzir observações e estudos.

É apenas o começo, muita coisa vem por aí, e sempre que tiver uma novidade sobre a TESS, trago para vocês.

Fonte:

O Primeiro Exoplaneta Descoberto Pela TESS - Space Today TV Ep.1468

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Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, fiz um vídeo aqui no canal mostrando a primeira imagem científica da missão TESS.

E disse no vídeo que quando a TESS descobrisse seu primeiro exoplaneta eu faria um vídeo para vocês.

Então qual não foi a surpresa que ontem a noite, futucando o Arxiv.org, me deparo com um artigo onde está relatada a primeira descoberta de um exoplaneta feita pela missão TESS da NASA.

O artigo está na descrição do vídeo, e mesmo que você não leia, guarde, pois tenho certeza que esse será daqui a alguns anos um artigo histórico, para a astronomia e principalmente na área de exoplanetas.

Vamos então aos detalhes da descoberta.

O exoplaneta foi descoberto ao redor da estrela Pi Mensae, na constelação da Montanha da Mesa.

Essa é uma estrela do tipo do Sol, e relativamente brilhante com magnitude 5.7.

A estrela tem 1.1 vezes a massa do Sol e 1.1 vezes o raio do Sol e ela já tinha um exoplaneta que havia sido detectado ao seu redor, um exoplaneta com 10 vezes a massa de Júpiter e um período orbital de 5.7 anos.

Dessa vez, a TESS descobriu um planeta bem mais próximo da estrela e bem menor.

O planeta é classificado como sendo um mini-Netuno ou uma Super-Terra, ele tem 2.14 vezes o raio da Terra e 4.82 vezes a massa da Terra.

Considerando a razão massa/raio, esse exoplaneta descoberto chamado de Pi Mensae c pode ser o que chamamos de um mundo aquático.

O planeta deve ser constituído na sua maioria por elementos leves como água, metano, hidrogênio e hélio.

Pelo fato da estrela estar próxima, cerca de 60 anos-luz de distância da Terra, e ser brilhante, isso é uma grande vantagem para a realização de estudos de espectroscopia para entender a atmosfera e outras características do exoplaneta.

Esse exoplaneta também pode ser um belo candidato para ser imaginado diretamente no futuro próximo com a inauguração dos grandes telescópios.

Então está aí, o primeiro exoplaneta descoberto com os dados da missão TESS da NASA.

Fonte:

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Hubble Descobre Algo Inédito Ao Redor De Uma Estrela de Nêutrons - Space Today TV Ep.1465

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Uma estrela de nêutrons é o que resta após uma explosão de supernova, são um dos objetos mais compactos do universo, e objetos interessantes de serem estudados, pois podem dar origem a fenômenos que ainda não entendemos muito bem.

Quando uma estrela de nêutrons se torna altamente magnetizada, e gira rapidamente, ela se torna o que chamamos de um pulsar, e os pulsares são objetos também muito importantes de serem estudados e entendidos.

Porém, até agora as estrelas de nêutrons só eram estudadas nas altas energias como nas emissões de raios-gama e raios-X.

Mas, nós temos o Hubble e quem tem o Hubble não precisa de mais nada.

O Hubble, com a sua visão em infravermelho conseguiu pela primeira vez registrar uma extensa área ao redor da estrela de nêutrons com aproximdamente 200 UA com uma emissão em infravermelho.

Como foi a primeira vez que tal feição foi observada ao redor de um pulsar, os astrônomos não sabem ao certo o que é, mas eles têm duas explicações.

A primeira é que seria um disco de material ao redor da estrela de nêutrons, formado por material pertencente à estrela progenitora da supernova. A interação desse disco com o pulsar poderia reduzir a sua velocidade de rotação, aquecer e emitir a radiação infravermelha detectada pelo Hubble. Se for isso, será uma mudança completa no entendimento sobre a evolução de estrelas de nêutrons.

A segunda explicação é que essa região seja o que os astrônomos chamam de nebulosa de vento de pulsar. Esse tipo de fenômeno é produzido pelas partículas que são aceleradas no campo elétrico produzido pela estrela em rotação. À medida que a estrela viaja pelo espaço, a alta velocidade ela cria uma onda de choque entre o meio interestelar e a nebulosa de vento, essa onda de choque emite radiação síncrotron , criando o sinal infravermelho. Normalmente uma nebulosa de vento de pulsar não é observada no infravermelho, e se essa for a explicação, será algo inédito e espetacular de ser estudado.

Como saber o que é?

Vocês já devem saber a resposta, o Telescópio Espacial James Webb, que terá uma visão super precisa no infravermelho, poderá ajudar a resolver mais esse mistério do universo.

Então só nos resta esperar até 2021 para que ele seja lançado sem problemas e nos traga belos resultados.

Fonte:



Artigo:

Mais Um Exoplaneta Descoberto Pela Missão TESS da NASA - Space Today TV Ep.1478

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E as descobertas com os dados da TESS continuam.

Três dias depois do anúncio do primeiro explaneta descoberto com os dados da TESS, pelo menos candidato, outro grupo de pesquisadores anunciou uma segunda descoberta.

O novo planeta descoberto pela TESS orbita a estrela chamada de LHS 3844, uma estrela pequena e apagada do tipo anã vermelha.

Essa estrela está localizada a apenas 49 anos-luz de distância da Terra, isso faz com que ele seja um dos exoplanetas mais próximos da Terra já descobertos.

Nesse mundo que tem 1.32 vezes o tamanho da Terra, o ano dura apenas 11 horas, isso faz com que o planeta esteja muito perto da estrela enfrentando a forte radiação emitida pela atividade estelar.

A temperatura na superfície do planeta está na casa dos 531 graus Celsius.

Os cientistas estão curiosos para saber se o planeta tem ou não uma atmosfera. E essa curiosidade não é pela habitabilidade, mas sim pelo fato de que se esse mundo possuir uma atmosfera, ele pode ter se formado mais distante da estrela e migrado para próximo dela.

A vantagem é que devido a proximidade da estrela, os astrônomos poderão estudar de forma detalhada tanto a estrela como o planeta.

Com observações feitas por observatórios em Terra, os astrônomos poderão confirmar se esse candidato é ou não um planeta.

A TESS já virou seus olhos para a próxima parte do céu que ela irá explorar, no final de Agosto.

Os astrônomos esperam que aproximadamente 10 mil exoplanetas sejam descobertos pela TESS, óbvio que não vou trazer todos os 10 mil aqui em vídeo para vocês, mas os principais sim.

Lembrando sempre que o objetivo da TESS é descobrir exoplanetas entre 30 e 300 anos-luz de distância da Terra e aparentemente está indo bem, o primeiro exoplaneta está a 60 anos-luz e esse segundo a 49 anos-luz de distância da Terra.

E aí, quantos exoplanetas a TESS irá descobrir?

Fonte:



Artigo:

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AO VIVO: Lançamento do TESS, novo satélite caçador de exoplanetas da Nasa

Após um adiamento, a NASA lança nesta quarta-feira (18), de Cabo Canaveral, o satélite que deve inaugurar uma nova era na busca por planetas fora do Sistema Solar, e o Mensageiro Sideral traz o lançamento ao vivo!

*Sejam todos bem-vindos ao canal!*

*Para uma convivência pacífica, por favor sigam algumas regras:
- Sem ofensas pessoais;
- Sem SPAM;
- Peguem leve nos palavrões;
- Sem desvirtuar o assunto;
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*Infratores serão silenciados por 300 segundos. Na reincidência, serão banidos do chat.*

*Terraplanistas, conspiracionistas, baderneiros, trolls em geral e comentários políticos não são bem-vindos. As punições acima poderão ser aplicadas em caso de comportamento indevido.*

*Divirtam-se, e boa transmissão!!*

O HAT TRICK DA TESS | SPACE TODAY TV EP1901

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A TESS acaba de completar seu primeiro ano no espaço, e ao terminar a exploração da parte sul do céu, ela acaba de marcar o seu hat trick, ou seja, descobriu 3 exoplanetas de uma vez ao redor de uma mesma estrela. Os exoplanetas podem ser categorizados como mini-netunos o que preenche uma lacuna importante, nos tipos de exoplanetas já descobertos!!! Para saber tudo sobre esses novos exoplanetas, assista o vídeo!!!

#TESS #Exoplanetas #HatTrick

Fonte:

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O Projeto do Hubble Para Observar As Primeiras Galáxias do Universo - Space Today TV Ep.1459

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Uma das principais contribuições do Telescópio Espacial Hubble, desde que ele foi lançado é no entendimento sobre a evolução do universo e a estrutura em grande escala.

Para que ele possa contribuir dessa maneira ele precisa observar objetos, principalmente as galáxias mais distantes que se conhece.

Essas galáxias primordiais é que ajudarão a contar a história de evolução do nosso universo.

Porém, o equipamento possui uma limitação e essa sua limitação restringe muito os estudos que podem ser feitos.

Uma maneira de naturalmente aumentar o poder de observação é através do efeito de lente gravitacional.

E isso o Hubble faz muito bem estudando e observando os aglomerados de galáxias.

Além de serem as maiores estruturas do universo, esses aglomerados agem como lentes aproximando e ampliando as galáxias mais distantes do universo e permitindo assim que elas sejam estudadas.

Nesse processo de estudar os aglomerados de galáxias existem alguns projetos muito interessantes, um deles é o chamado Frontiers Fields, onde aglomerados de galáxias foram estudados com o objetivo de identificar galáxias distantes que sofrem o efeito de lente gravitacional.

Agora o Hubble iniciou um novo projeto chamado de BUFFALO, sigla que quer dizer, Beyond Ultra-deep Frontiers Fields And Legacy Observations, algo como, Além do Campo Profundo do Frontiers e das Observações Mais Antigas, ou seja, um sucessor do Frontiers Fields.

E para isso, o Hubble já começou bem, fazendo essas imagens do Abell 370 um gigantesco aglomerado de galáxias.

O Objetivo do BUFFALO é observar as galáxias mais massivas e luminosas nos primeiros 800 milhões de vida do universo e deixar tudo preparado para que na sequência o James Webb venha e melhore essas observações e consiga ir um pouco além.

Além disso, ao estudar os aglomerados de galáxias, se ganha um bom entendimento sobre o comportamento da matéria escura, já que você consegue estudar o efeito da massa na luz dos objetos que você está observando, e com esses campos estendidos é possível gerar mapas mais precisos da distribuição tridimensional da matéria escura.

É o Hubble mais uma vez mostrando toda a lenha que ainda tem para queimar antes que o James Webb seja lançado lá em 2021.

Fonte:



Página do projeto BUFFALO:

RemoveDEBRIS: Testada A Rede Para Recolher Lixo Espacial - Space Today TV Ep.1471

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Um dos grandes problemas com todo o crescimento tecnológico que estamos experimentando é o lixo espacial.

A quantidade de satélites, peças, satélites inativos, e detritos que existem na órbita da Terra, já passou de um limite aceitável e as grandes nações que dependem de toda a tecnologia espacial, e nós também, vamos precisar abrir caminho no espaço para colocar novos satélites.

Desde muito tempo já se discute como eliminar, ou pelo menos reduzir a quantidade de lixo espacial na órbita da Terra.

Mas até agora nada de concreto havia sido feito. Uma tentativa japonesa no final de 2017 acabou não dando certo e o experimento queimou na atmosfera junto com a nave onde estava.

Mas esse ano a coisa mudou de figura, eu já trouxe um vídeo aqui no canal falando do experimento conhecido como RemoveDEBRIS.

O RemoveDEBRIS é uma prova de tecnologia que está sendo testada para tentar cuidar do problema do lixo espacial.

O experimento irá testar diferentes métodos para a remoção do lixo espacial.

Um deles é usar um arpão para pegar os satélites, outro é instalar no detrito espacial uma vela que aumentará o arrasto e assim o lixo queimará na atmosfera e a outra tecnologia é jogar uma rede no detrito espacial e com o aumento do arrasto o detrito também queimará na atmosfera.

Em Abril de 2018, o o experimento chegou na ISS a bordo do Falcon 9 da SpaceX e em Junho o pequeno satélite foi lançado da estação e está em órbita desde então.

No último domingo, dia 16 de Setembro, chegou a hora de testar a primeira tecnologia.

O satélite, jogou pequenos cubesats no espaço, esses cubesats inflaram um acessório para poderem ficar maiores do tamanho de um detrito espacial grande, e o satélite então jogou sua rede para capturar o lixo espacial.

A captura foi filmada, e aparentemente funcionou bem.

A ideia é que com a rede, o arrasto aumente, o detrito perca altitude e então queime na atmosfera da Terra, isso deve acontecer em 1 ou 2 meses.

Como eu disse isso é apenas uma prova de tecnologia, caso funcione o equipamento final será equipado com algum tipo de tecnologia para fazer com que o detrito queime na atmosfera mais rapidamente.

Nos meses seguintes, o REmoveDEBRIS ainda irá testar a vela que ele lançará e instalará em um cubesat também para testar e depois o arpão.

Com tudo isso funcionando, teremos então a esperança de um dia podermos limpar a atmosfera da Terra, de coisas inúteis e deixar ali só o que funciona, isso representa uma segurança também, já que esses detritos podem colidir com satélites e até mesmo com estações espaciais.

Vamos aguardar, e assim que os outros experimentos forem testados eu trago aqui para vocês.

Fontes:





O MENOR EXOPLANETA DESCOBERTO PELA TESS ATÉ O MOMENTO | SPACE TODAY TV EP1875

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Para muitas coisas na astronomia, nós queremos saber o que é maior, mais massivo, mais distante e por aí vai.

Porém, para um tipo de pesquisa o nosso interesse é outro.

No caso dos exoplanetas, sempre foi um desafio encontrar exoplanetas pequenos e próximos de nós.

Mas tudo isso mudou com o lançamento da missão TESS da NASA.

Usando a técnica de trânsito, a TESS foi lançada para pesquisar as estrelas mais próximas e mais brilhantes de nós onde pudessem existir exoplanetas pequenos, do tamanho da Terra e talvez até menores.

E cumprindo o seu papel, pesquisadores acabam de anunciar que a TESS descobriu o seu menor exoplaneta até o momento.

A TESS estava estudando a estrela L 98-59, uma estrela anã do tipo M, que tem um terço da massa do Sol e que está localizada a 35 anos-luz de distância da Terra.

Esse tipo de estrela é responsável por cerca de três quartos das estrelas da Via Láctea, e é o mesmo tipo de estrela da TRAPPIST-1 onde foram descobertos 7 exoplanetas, e da Proxima Centauri, lar do Proxima b.

Pelo fato dessas estrelas serem muito comuns, os astrônomos possuem um interesse especial em estudá-las.

Ao fazer o estudo, a TESS descobriu não 1, mas 3 exoplanetas ao redor da estrela.

O L 98-59b, é o planetas mais interno tem uma órbita de 2.25 dias e está tão perto da estrela que recebe 22 vezes mais energia que a Terra recebe do Sol.

Esse exoplaneta, é o menor já descoberto pela TESS.

Ele tem 80% do tamanho da Terra, e é 10% menor que o menor planeta descoberto pela TESS até o momento.

Porém, não é um recorde histórico, esse ainda tá com o Kepler, que descobriu o Kepler-37b e que é somente 20% maior que a nossa Lua.

O outro exoplaneta é o L 98-59c, que é 1.4 vezes maior que a Terra, orbita a estrela a cada 3.7 dias e recebe 11 vezes mais radiação que a Terra recebe do Sol.

E o planeta mais externo do sistema é o L 98-59d, que é 1.6 vezes maior que a Terra, demora 7.5 dias para dar uma volta ao redor da estrela e recebe 4 vezes mais energia do que a Terra recebe do Sol.

Nenhum dos planetas encontra-se na zona habitável da estrela, mas todos eles estão na chamada Zona de Vênus.

A Zona de Vênus é uma distância onde um planeta com uma atmosfera inicial parecida com a da Terra poderia experimentar um efeito estufa e ter a sua atmosfera transformada, assim como Vênus.

Com base no tamanho, o L 98-59d pode ser um planeta parecido com Vênus, um mundo rochoso, ou um mundo parecido com Netuno, com um pequeno núcleo rochoso e uma imensa atmosfera.

Essa descoberta pode ajudar a pesquisar algo que até hoje intriga os pesquisadores, por que a Terra desenvolveu vida e Vênus não?

São esses estudos da TESS que poderão ajudar a responder essas perguntas e outras como, se estamos ou não sozinhos , já que o objetivo dela é pesquisar esses planetas menores.

#TESS #Exoplanetas

Fontes:



Exoplanetas São Chutados de Sistemas Binários - Space Today TV Ep.1195

Vamos continuar falando de exoplanetas? Afinal, segunda é o lançamento do TESS e se você não viu o vídeo anterior vai lá ver.

Uma das questões sobre exoplanetas muito importante é como eles se comportam em sistemas binários.

Mas para isso é preciso entender primeiro os sistemas binários de estrelas.

Existem diferentes tipos de sistemas binários, e esses tipos são classificados de acordo com a visualização que se tem deles aqui da Terra.

Um desses tipos são as chamadas binárias eclipsantes.

Elas recebem esse nome, pois o plano de órbita delas é tão perto da linha de observação, que ambas as estrelas são vistas cruzando uma na frente da outra, ou seja, eclipsando.

Quando essas estrelas estão muito próximas uma da outra, a troca de força gravitacional no sistema é muito grande, e será que isso tem consequência para algum sistema planetário que exista ali?

foi com essa pergunta na cabeça que um grupo de pesquisadores, usando simulações computacionais resolveu fazer os cálculos para saber o que acontece.

Basicamente o que acontece é que a transferência de momento angular faz com que as órbitas sejam ampliadas e também se tornem mais circulares, isso engolfaria planetas que existissem no sistema e eles seriam então ejetados do sistema.

Essas estrelas próximas criam uma região de instabilidade de onde os planetas são ejetados.

O modelo criado pelos pesquisadores foi testado em sistemas binários conhecidos e eles descobriram que nesse tipo de sistema pelo menos 1 planeta é removido em quase que 90% dos casos.

Para que se possa pensar em algum exoplaneta habitável ao redor de estrelas binárias eclipsantes, os pesquisadores sugerem a busca por aquelas com períodos maiores, superiores a 7.5 dias, nas de período menor, não seria um lugar muito agradável para se viver.

Olha aí, mais uma restrição para ser levada em conta na nossa equação da habitabilidade/vida em outros mundos.

Continuamos no estudo de exoplanetas e se tivermos novidades sobre esse tipo de exoplanetas trago para vocês.

fonte:



Artigo:



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TESS ENVIA PRIMEIRA FOTO E CIENTISTAS DA NASA FICAM EUFÓRICOS

TESS ENVIA PRIMEIRA FOTO E CIENTISTAS DA NASA FICAM EUFÓRICOS.

As Imagens Históricas do Rovers da Missão Hayabusa2 no Asteroide Ryugu - Space Today TV Ep.1477

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O Japão fez história na exploração espacial.

Para quem não sabe, a JAXA, a agência espacial japonesa desde junho/julho estava com uma sonda, a Hayabusa2 na órbita de um asteroide, o Ryugu, que está a aproximadamente 320 milhões de quilômetros da Terra.

Essa missão, é muito complexa, a sonda irá recolher amostras do asteroide, e enviar essas amostras de volta para Terra.

Para recolher uma das amostras a sonda irá criar uma cratera no asteroide para poder pegar material abaixo da superfície.

Se tudo isso já não fosse complexo o suficiente, a sonda ainda tem como objetivo pousar rovers e landers na superfície do Ryugu.

E uma dessas operações acabou de ocorrer e aparentemente tudo deu certo.

Na madrugada do dia 21 de Setembro de 2018, os pequenos rovers, conhecidos como MINERVA-II1 se soltaram da nave mão Hayabusa2 e começaram a sua descida até o asteroide.

Os rovers são pequenos, eles têm 17 centímetros de diâmetro, 7 centímetros de altura e pesam, 1.1 quilogramas.

Além disso, o desafio é pousar esses pequenos robôs em um objeto que tem uma gravidade 80 mil vezes menor que a gravidade da Terra.

Durante a aproximação a Hayabusa2 fez uma das imagens mais espetaculares até agora, ela registrou a sua própria sombra na superfície do asteroide.

Depois de um silêncio de quase dois dias, os rovers finalmente se comunicaram e mandaram imagens do seu pouso.

As imagens são espetaculares, estou mostrando elas aí agora para vocês.

A primeira imagem recebida foi feita pelo Rover-1A, logo depois de ter separado da Hayabusa2, e mostra a sonda mãe na parte superior da imagem, e a superfície do asteroide na parte inferior da imagem. A imagem aparece sem nitidez pois foi feita com o rover girando para pode atingir a superfície do asteroide.

A segunda imagem foi feita pelo Rover-1B, logo depois da separação da Hayabusa2, e mostra a superfície do asteroide na parte inferior direita da imagem. O brilho na parte superior é devido ao brilho do Sol. Na superfície do asteroide é possível ver os boulders, ou pedaços de rochas que pontuam toda a superfície do Ryugu.

A terceira imagem foi feita pelo Rover-1A já na superfície do Ryugu, ela mostra claramente a superfície do asteroide, com seus pedaços de rochas que a caracterizam e o brilho que é devido ao Sol. A imagem parece estar em movimento e isso se deve ao fato dela ter sido feita quando o rover acabou pulando devido a um desses pedaços de rochas na superfície do asteroide.

A JAXA disse que pelo menos um dos rovers mantém contato.

Essas imagens são muito inéditas, representam o primeiro pouso de um rover na superfície de um asteroide.

É a primeira vez que movimento autônomo e imagens são feitas da superfície de um asteroide.

Além disso é a primeira vez que um objeto construído pelo homem explora em movimento a superfície de um asteroide.

A missão continua e assim que tivermos mais novidades trago para vocês.

Fonte:

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Terceiro Exoplaneta Para a Lista da TESS - Space Today TV Ep.1661

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A TESS continua fazendo o seu trabalho de vasculhar o universo atrás de novos exoplaneta e enquanto isso, em Terra, os pesquisadores estão analisando os primeiros dados enviados pela sonda.

E com isso eles marcaram a descoberta do terceiro exoplaneta usando os dados do novo caçador de exoplanetas da NASA.

Para quem não se lembra, a TESS foi lançada em Abril de 2018 e irá pesquisar cerca de 200 mil estrelas.

Diferente da missão Kepler, a TESS busca exoplanetas em estrelas mais próximas da Terra e bem brilhantes.

Além disso a TESS tem a capacidade de detectar exoplanetas menores.

E foi isso que aconteceu dessa vez.

O terceiro exoplaneta descoberto com os dados da TESS é um exoplaneta que tem cerca de 3 vezes o tamanho da Terra, e é 23 vezes massivo que o nosso planeta, isso o classifica como um sub-Netuno.

Seu nome é HD 21749b, orbita uma estrela anã brilhante, localizada a cerca de 53 anos-luz de distância da Terra na constelação do Retículo.

O exoplaneta tem uma órbita de cerca de 36 dias ao redor da estrela.

A temperatura na superfície do exoplaneta gira em torno dos 300 graus Fahrenheit, o que é uma baixa temperatura.

De acordo com os pesquisadores, o planeta não é rochoso e nem habitável. Ele tem a densidade da água, aproximadamente, ou ele tem uma atmosfera espessa.

Esse planeta já foi confirmado com observações feitas pelo HARPS em Terra.

Ele é o planeta mais frio já detectado ao redor de uma estrela brilhante.

existe a chance de existir um segundo exoplaneta ao redor dessa mesma estrela, mas ele ainda não foi confirmado.

Essa descoberta foi anunciada durante o congresso da AAS que está acontecendo em Seatle.

Esse então é o terceiro exoplaneta detectado com os dados da TESS e muitos outros ainda estão por vir, os pesquisadores estimam que ao final dos dois anos de pesquisa, cerca de 50 exoplanetas pequenos como esse poderão ser descobertos.

#TESS #Exoplanetas

Fonte:



Artigo:

O CATÁLOGO DA ZONA HABITÁVEL DA TESS | SPACE TODAY TV EP.1762

Link para comprar o novo kit da Space Today Store:



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Astrônomos calcularam em quantas estrelas a TESS poderia encontrar planetas com o tamanho aproximado da Terra e na zona habitável de suas estrelas. Serão 1822 estrelas numa amostra de 250 mil estrelas em que a TESS irá vasculhar durante a sua missão.

Esse é o catálogo de estrelas com planetas na zona habitável da missão TESS.

#TESS #Exoplanetas

Fonte:

COMO AS BATATAS VOADORAS DE MARTE SE FORMARAM? | SPACE TODAY TV EP1926

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Nós não sabemos ao certo como a nossa Lua se formou, e nem como os satélites marcianos se formaram, existem duas hipóteses, colisão, ou captura, assista o vídeo e faça sua aposta!!! Hoje tem participação especial!!!

#Marte #PHobos #Deimos
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O que Aconteceu Nos Céus de SC? Um Halo Solar de 22 graus

Dia 26 de Fevereiro, moradores de Florianópolis e cidades da redondeza em SC mandaram fotos e relataram que estavam vendo um fenômeno diferente no céu ao redor do Sol. O fenômeno é o chamado halo solar de 22 graus, e nesse pequeno vídeo a explicação do que aconteceu.

Fotos do fenômeno no site spaceweather.com:



Bela imagem de halo no site que sempre mostra esse e outros fenômenos atmosféricos:



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44 Novos Mundos - Space Today TV Ep.1405

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Astrônomos japoneses usando os dados da campanha observacional 10 da missão K2 da sonda Kepler, descobriram de uma vez só, 44 novos exoplanetas, além disso, detectaram 27 candidatos a exoplanetas que aguardam confirmação. Ainda nesse vídeo o começo da missão TESS da NASA.

Matéria completa no blog:

Fato Astronômico de 2016 Número 4 - Fim da Rosetta - Space Today TV Ep.554

30 de Setembro de 2016, talvez um dos dias mais tristes e mais emocionante na história recente da exploração espacial e principalmente na exploração do nosso Sistema Solar.

Nesse dia, chegava ao fim a missão da sonda Rosetta.

Essa missão está mudando a maneira como conhecemos os cometas, foram muitas descobertas desde quando ela chegou na órbita do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.

A água dos cometas é diferente da nossa água na Terra, o cometa 67P é formado pela fusão de dois corpos e isso se aplica a muitos objetos dos confins do Sistema Solar, o cometa possui sim moléculas consideradas como os blocos fundamentais da vida, os cometas são objetos irregulares, com desfiladeiros gigantes, crateras, e pedaços de rochas soltos na superfície e muitas outras descobertas.

Em 2014 a missão lançou o módulo Philae que pousou, mas devido a problemas ficou perdido na superfície do cometa, e antes de encerrar a missão, como se fosse uma questão de honra, a sonda Rosetta encontrou o pequeno Philae e então estava pronta para ser desligada.

MAs o final da missão aconteceu de maneira grandiosa, ela pousou no cometa no dia 30 de Setembro de 2016, como ela não foi planejada para esse tipo de pouso a sonda deve ter se danificado e o seu sinal desapareceu dos monitores da ESA, marcando oficialmente o final da missão que nos ensinou em poucos anos, muito mais do que aprendemos em séculos sobre os cometas, e ainda temos muitos dados para serem processdos e analisados.

Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Ricardo Sampaio Salla, , Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, Volnei dos Santos, Tiago Moretto, Otávio Pereira de Almeida, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Dian Rodrigues, Lourenço Portella, Oliver Alan, Rodrigo Frange, Francelio fabio de Freitas, Lizandro Menezes, Roberto Nobrega, Nicolas Françoso, Rosivetto Pimentel, Thiago Nunes

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TESS DETECTA EXOCOMETA NA ESTRELA BETA PICTORIS | SPACE TODAY TV EP.1768

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Quando se fala em estudar exoplanetas, uma estrela logo vem na mente das pessoas ligadas nessa área.

A estrela é a Beta Pictoris, tem 23 milhões de anos de vida, e está localizada a 63 anos-luz de distância da Terra, e tirando as estrelas do tipo anãs, essa é uma das estrelas mais próximas de nós.

Em 1984, a estrela foi estudada em infravermelho e os astrônomos identificaram um disco ao redor da estrela similar em tamanho ao Sistema Solar, indicando que o nosso sistema não era único no universo.

Ainda na década de 80, em 1987, os astrônomos detectaram certas características na curva de luz da estrela e atribuíram essas características à caudas de cometas.

A estrela continuou sendo estudada, e em 1999 um artigo mostrou que a diminuição no brilho poderia sim ser causada por cometas ao redor da estrela, mas poderia ter outras fontes também.

O ápice veio em 2008, quando usando os telescópios do ESO, os astrônomos registraram pela primeira vez a imagem de um exoplaneta, o Beta Pictoris b.

A estrela é um verdadeiro laboratório para se aprender sobre exoplanetas, sua formação e a formação de sistemas planetários.

Lógico que a TESS não poderia ficar de fora dessa festa.

E ao apontar esse novo satélites para a Beta Pictoris os astrônomos descobriram um cometa orbitando a estrela.

O padrão de diminuição da luz da estrela bate direitinho com o que foi proposto lá em 1999.

A órbita do cometa não foi estudada em detalhe ainda, mas ele tem uma órbita altamente excêntrica, e a sua cauda parece ser pequena, com a maior parte da poeira se concentrando perto do núcleo.

A Beta Pictoris pode ter na verdade uma abundância de cometas, os pesquisadores detectaram monóxido de carbono, que pode ser o produto da colisão entre cometas, algo que é pouco comum, a não ser que você tenha muitos deles.

Esse trabalho, além de mostrar algo espetacular, mostra também que os cometas podem ser responsáveis pela diminuição da luz da estrela, assim como acontece com a estrela de Tabby, ou seja, já seriam duas estrelas com esse tipo de detecção, algo que pode ser na verdade, mais comum do que a gente pensa.

#TESS #Exocometa

Fonte:




Coifas e Estágio do Falcon 9 do TESS Recuperados - Space Today TV Ep.1226

Vídeo mostrando o primeiro estágio do Falcon 9 e as coifas recuperadas do lançamento da missão TESS. Os vídeos foram tirados do canal US Launch Report.

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