This website uses cookies to ensure you get the best experience on our website. Learn more

A Terra Ficará Travada Gravitacionalmente Com a Lua? - Space Today TV Ep.344

x

A Terra Ficará Travada Gravitacionalmente Com a Lua? - Space Today TV Ep.344

No último vídeo do primata falante, o David explicou e explicou muito bem, o fato da Lua estar travada gravitacionalmente com a Terra, e por isso, é que sempre observamos o mesmo lado da Lua.

No final do vídeo ele pediu para que eu fizesse um vídeo explicando qual será o futuro do sistema Terra-Lua, nós vamos destravar, vamos se travar a Lua, o que acontecerá? E será que isso acontece antes do Sol se tornar uma gigante vermelha e engolir todos nós?

Vou tentar responder aqui, espero que gostem.

Basicamente, o movimento de rotação da Lua e o movimento de revolução da Lua ao redor da Terra, têm o mesmo período, duram cerca de 29 dias. Isso está totalmente explicado no vídeo do Primata Falante, quem quiser saber a história completa vai lá no vídeo dele e assiste.

O mais legal de tudo isso, é que essa situação se repete por todo o Sistema Solar.

Titã é travada gravitacionalmente com Saturno, Europa é gravitacionalmente travada com Júpiter e assim por diante.

Porém, existe um lugar, onde isso é levado ao extremo, em Plutão.

O sistema Plutão - Caronte, que alguns dizem seja um sistema binário, pois o centro de massa do sistema não está no corpo maior, é um sistema em que cada corpo está travado com o outro.

Isso significa que Plutão sempre mostra o mesmo hemisfério para Caronte, e Caronte sempre mostra o mesmo hemisfério para Plutão.

Porém, algumas outros satélites de Plutão não possuem essa característica como foi descoberto pela sonda New Horizons.

Será que isso, pode acontecer com a Terra e a Lua, será que algum dia a Terra estará travada com a Lua?

Como disse o Primata Falante, embora os dois corpos possam ser aproximados por uma esfera, existem pequenas variações nos dois corpos, o que cria um pequeno bojo, e esses bojos, na verdade agem como um sistema de freio, diminuindo a rotação da Terra.

Pelo fato da Terra ter 81 vezes a massa da Lua, ela é força dominante nessa interação.

No início do Sistema Solar, a Lua não era travada com a Terra, mas a gravidade da Terra foi parando a rotação da Lua e para compensar a perda de momento no sistema, a Lua foi se afastando da Terra, e hoje localiza-se em média a 380 mil km de distância.

Mas a Lua teve o mesmo impacto na Terra, a mesma força de maré faz com que a rotação da Terra diminua a cada ano, um pouco, e a Lua continua se afastando da Terra, 1 cm por ano, para compensar.

É difícil estimar quando, mas daqui a cerca de 50 bilhões de anos, o que vai acontecer é que a Terra ficará travada com a Lua, da mesma maneira que Plutão é travado com Caronte.

Isso é muito tempo, um tempo muito, mas muito maior além daquele em que o Sol se transformará numa gigante vermelha e englobará boa parte dos planetas.

Uma pergunta que recentemente tem surgido é: A Terra pode ficar gravitacionalmente travada com o Sol?

Os astrônomos descobriram alguns exoplanetas que possuem essa característica, mas eles estão muito próximos de suas estrelas, mais próximo do que Mercúrio está do Sol. Aqui no nosso Sistema Solar, os planetas como Vênus, MArte e Júpiter perturbam a nossa órbita o suficiente para não ficarmos travados com o Sol.

Então é isso, vamos esperar os 50 bilhões de anos, e ficaremos gravitacionalmente travados com a Lua.

Você tem mais questões curiosas sobre o Sistema Solar, deixe aí nos comentários!!!!

Vídeo do Primata Falante:



=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================

A Rotação da Lua - Space Today TV Ep.1089

Uma grande questão que sempre é feita e uma discussão que sempre é levantada é se a Lua possui movimento de rotação.
Essa dúvida acontece pelo fato de sempre que olhamos para o nosso satélite natural observamos sempre a mesma face.

Mas sim, a Lua tem rotação, o que acontece é que a Lua leva, 27.322 dias para dar uma volta ao redor da Terra, e leva 27 dias para dar uma volta ao redor do próprio eixo, ou seja, a rotação da Lua e a translação dela ao redor da Terra duram quase que o mesmo tempo.

Os cientistas chamam isso de rotação síncrona.

O lado que é voltado para a Terra, é as vezes chamado de lado próximo, e o lado que não é voltado para a Terra é questão de discórdia, uns chamam de lado escuro, outros de oculto, então prefere-se chamar de lado distante.

Mas como a órbita da Lua ao redor da Terra não é um círculo perfeito, é uma elipse, tem momentos em que ela está mais perto da Terra e momentos em que está mais longe, nesses pontos sua velocidade de rotação altera um pouco e assim, podemos 8 graus do lado distante da Lua, quando está mais perto do lado leste e quando está mais longe do lado oeste.

Os cientistas dizem que a Lua está travada gravitacionalmente com a Terra, isso é algo muito comum e acontece não só no Sistema Solar, como também em muitos sistemas de exoplanetas.
Mas isso nem sempre foi assim e nem sempre será.

A Lua antes era bem mais perto da Terra, e aparecia bem maior no céu, lembrando que esse antes, significa milhões de anos atrás.
Devido a força de maré, e a interação gravitacional da Terra com a Lua, o nosso satélite está se afastando de nós a uma taxa de 3.8 cm por ano.

Vai chegar um momento em que a Lua não mais estará travada gravitacionalmente com a Terra, o problema que esse momento, coincide com o momento em que o Sol irá se transformar numa gigante vermelha e provavelmente a Terra não mais existirá, nem a Lua.

Devido a essa briga gravitacional da Terra e da Lua, isso afeta os relógios na Terra também. Pelo fato da Lua ir se afastando é preciso corrigir isso nos relógios.

Em 30 de Junho de 2012, um segundo extra foi adicionado ao relógios na Terra devido a esse fenômeno.

A grande questão sobre a rotação da Lua, é como ela pode girar, se ela não tem um núcleo ativo? Mas o que tem o núcleo a ver com isso?

Absolutamente nada. O núcleo ativo num planeta gera o campo magnético do planeta.

A rotação dos objetos no Sistema Solar se deve a um fenômeno físico conhecido como conservação do momento angular.
Isso está ligado à formação dos objetos que se formaram girando ao redor da protoestrela, depois da estrela, e esse momento precisa se manter.

O mesmo acontece com a Lua, que deve ter se formado por um choque de um objeto com a Terra, então entrou em rotação e por conservação do momento angular continuou girando.

Posteriormente, com a atuação da fricção entre a Terra e a Lua, a Lua entrou em rotação síncrona com a Terra e assim está até hoje.

Fonte:





Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Seja um apoiador do Space Today:



=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================
x

Estudo Mostra Que a Lua Já Teve Atmosfera - Space Today TV Ep.893

A Lua, o nosso único satélite natural guarda ainda muitos segredos, embora seja o objeto mais próximo da Terra, nós sabemos pouco sobre ele.

A sua origem ainda não é algo certo e como foi o passado do nosso satélite é algo que precisa ser desvendado aos poucos.

No passado muito distante, quando o interior da Lua ainda estava quente, gerando plumas magmáticas, o basalto surgia na superfície e fluía por centenas de quilômetros.

Depois de resfriar esses derramamentos basálticos formaram o que chamamos hoje de Mares.

Para a nossa sorte, algumas missões Apollo pousaram nesses mares e então temos amostras de rochas para serem estudadas.

Quando os pesquisadores analisaram essas rochas eles descobriram que esse magma carregava gases, como monóxido de carbono, enxofre e outros elementos voláteis.

Um trabalho recente mostrou que esses gases que vieram à superfície junto com o basalto se acumularam ao redor da Lua formando uma atmosfera. Isso mesmo, no passado a Lua teve uma atmosfera.

A atmosfera lunar teve sua maior espessura no pico de atividade vulcânica na Lua a cerca de 3.5 bilhões de anos atrás, e essa atmosfera persistiu por cerca de 70 milhões de anos antes de ser perdida para o espaço.

Os dois maiores eventos de liberação de gases ocorreu no momento em que os mares da serenidade e o imbrium eram preenchidos por basalto, o que aconteceu há 3.8 e 3.5 bilhòes de anos.

Isso muda completamente a visão que temos da Lua, de um corpo sem ar, sem nada, para um objeto que teve uma atmosfera considerável durante um bom tempo.

A implicação maior disso está no fato de que a quantidade de água que surigiu na superfície lunar foi muito grande, e essa água pode hoje estar aprisionada nas crateras lunares, não só água mas também outros elementos voláteis.

E isso pode servir como ar e combustível para futuros astronautas que explorarem a Lua, além de ajudar a abastecer naves para missões mais distantes.

Pesquisar a Lua é muito importante, entender o máximo sobre o nosso satélite natural é crucial e essas mudanças de paradigma podem guiar a próxima geração da exploração espacial.

Fonte:



Artigo:



Link Para a Loja:



Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Seja um apoiador do Space Today:



=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================

Será Que a Vida Na Terra É Prematura do Ponto de Vista Cósmico? - Space Today TV Ep.372

Muitos aqui já ouviram falar no paradoxo de Fermi, ele, bem resumidamente, diz o seguinte, que dada a idade do universo e dada a quantidade de estrelas que temos no universo, nós deveríamos encontrar evidências de vida inteligente em algum lugar.

O argumento é baseado principalmente na diferença de tempo entre o Big Bang, que aconteceu a 13.8 bilhões de anos atrás e o nascimento do Sistema Solar que aconteceu a 4.5 bilhões de anos atrás.

Essa diferença de 9.3 bilhões de anos seria mais do que o suficiente para que a vida se desenvolvesse em algum lugar no universo.

Porém um novo estudo teórico feito por pesquisadores do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, com o título Probabilidade Relativa Para a Vida Como Função do Tempo Cósmico, calculou a probabilidade de planetas parecidos com a Terra se formarem no universo, começando desde o momento em que as primeiras estrelas se formaram, 30 milhões de anos depois do Big Bang.

E a conclusão que eles chegaram é que a vida, como a conhecemos é determinada pela massa da estrela.

Estrelas com grande massa, 3 ou mais vezes a massa do Sol, tem um curto período de vida, e por isso, seria pouco provável que se tivesse tempo para a vida surgir antes da estrela morrer.

Já estrelas de massa menor, como as anãs vermelhas por exemplo, que tem cerca de 0.1 vezes a massa do Sol, vivem muito mais, existem modelos astrofísicos que dizem que essas estrelas podem viver por 10 trilhões de anos.

Com todo esse tempo a probabilidade de desenvolverem planetas cresceria por um fator de 1000, com relação a hoje.

Os pesquisadores concluíram então que a nossa vida, surgiu de maneira prematura no universo, e por isso não encontramos outras civilizações, pois elas devem aparecer muito mais tarde, daqui a bilhões, ou até mesmo trilhões de anos.

Porém, existe também uma hipótese alternativa, essas jovens estrelas no começo da vida, são muito violentas, gerando gigantescas explosões e flares, que poderiam aniquilar com os planetas formados ao seu redor.

Assim, além do fato da vida ser prematura na Terra, pode ser que a vida em planetas ao redor de estrelas jovens tenha sido aniquilada sem chegar a uma maturidade.

A conclusão dos pesquisadores é, a única maneira de encontrarmos uma resposta é continuarmos procurando por planetas parecidos com a Terra, e para isso, o Telescópio Espacial James Webb e o TESS terão um papel fundamental.

Fonte:



=====================================================

Artigos:





=====================================================

Paradoxo de Fermi:



=====================================================

Live - 4 Anos do Curiosity em Marte:

Evento no Facebook:



Link no YouTube:



=====================================================

Agradecimento aos Patrões:

Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes

=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================
x

O Que Está Acontecendo Com Sol? - Space Today TV Ep.356

O que está acontecendo com o Sol? Está esfriando? O mundo vai acabar? Era glacial?

Não, nada disso, simplesmente o Sol está entrando no momento em que sua atividade fica mínima dentro do seu ciclo de 11 anos. Com isso, as manchas solares diminuem e as flares e CMEs também.

Mas mesmo assim, ainda existe uma atividade na nossa estrela e isso pode ser comprovado pelas três flares de nível intermediário que entraram em erupção no Sol entre os dia 21 e 23 de Julho de 2016. Essas foram as flares mais intensas registradas no Sol, desde o mês de Abril de 2016.

Fiquem tranquilos, nada de sério está acontecendo, como é mostrado nos gráficos do vídeo a atividade solar é cíclica e estamos caminhando para o mínimo da sua atividade.

=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================

Notícias de Marte - Space Today TV Ep.221

Como era o planeta Marte no passado?

Bem, nós temos algumas ideias, e a cada dia, essas nossas ideias são renovadas e melhoradas.

Uma nova pesquisa descobriu que a bilhões de anos atrás Marte tinha vulcões ativos que entraram em erupção abaixo da camada de gelo do planeta, e que essa camada de gelo se estendia por uma grande área, muito maior do que somente as calotas encontradas nos polos marcianos.

Pesquisadores usaram o instrumento CRISM que viaja a bordo da sonda MRO e resolveram investigar lugares em Marte que possuíam uma característica morfológica semelhantes a locais na Terra onde são encontrados vulcões.

Além disso, os pesquisadores sabem que na Terra, quando um vulcão entra em erupção abaixo de uma espessa cobertura de gelo, determinados minerais são gerados, como sulfatos e argilas, entre outros. E ao examinar os locais previamente escolhidos, os cientistas descobriram os mesmos sinais desses elementos em Marte.

Toda pesquisa foi feita no chamado Sisyphi Montes.

Essa pesquisa é de suma importância pois ela mostra que no passado, Marte, deve ter abrigado sim, condições para sustentar algum tipo de vida microbiana, pois boa parte do planeta era coberto de água e gelo.

Outra notícia e outra pesquisa relacionada a Marte, também foi divulgada essa semana e é sobre as chamadas Linhas Recorrentes de Taludes, vocês lembram delas? Essas linhas que aparecem nos taludes de algumas crateras em Marte foram relacionadas à presença de água e gerou toda aquela comoção no final de 2015.

Pois bem, cientistas fizeram uma pesquisa muito interessante e descobriram que nas condições atmosféricas de Marte, essas linhas podem ser muito bem causadas pela água em ebulição, durante o verão marciano.

como os cientistas descobriram isso?

Bem, nós vimos aqui direto simulações computacionais que ajudam os cientistas a entender o que acontece em outros locais que não podem ser visitados diretamente, porém, existe outro tipo de smulação, que também ajuda muito, são as chamadas simulações mecânicas.

Os cientistas então fizeram uma câmara onde eles podem variar as condições do Planeta Vermelho e assim simular Marte, em qualquer situação. Eles utilizaram um bloco de gelo que foi submetido as condições atuais atmoféricas.

Utilizando as situações atuais, os cientistas descobriram que a água em ebulição pode sim deixar essa marcas escuras nos taludes.

Essa descoberta pode mudar a maneira como interpretamos determinadas feições geomorfológicas e as diferenças existentes entre maneira com a qual a água flui em MArte e na na Terra.

Fontes:









Primeiro Vídeo do Projeto Universo Assombrado:



Transmissão da Chuva de Meteoros:



Evento no Facebook:



=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================
x

A Atmosfera Ativa de Io - Space Today TV Ep.367

Júpiter esse ano ainda irá nos revelar muitas novidades, com a sonda Juno que se encontra lá, pertinho dele.

Mas, todo o sistema de Júpiter intriga os astrônomos aqui na Terra também, e em todo o sistema, alguns satélites do gigante gasoso chamam mais a atenção do que outros.

O que dizer de Europa com seu provável oceano em subsuperície onde muitos esperam encontrar vida, e o que falar de Ganimedes, o maior satélite do Sistema Solar.

Mas além desses, outro pequeno satélite chama muito a atenção de todos, Io, um mundo vulcânico, castigado por estar muito próximo de Júpiter, mas que também pode revelar surpresas.

Um novo estudo mostrou que o satélite Io de Júpiter, tem uma fina atmosfera que colapsa, quando o satélite está na sombra de Júpiter, condensando como gelo, esse estudo conclui que os eclipses diários que acontecem em Júpiter possuem efeitos congelantes em seus satélites.

Esse estudo marcou a primeira vez que esse fenômeno pôde ser observado diretamente, melhorando assim o nosso entendimento sobre um dos objetos mais geologicamente ativos do nosso Sistema Solar.

O estudo foi feito usando o telescópio de 8 metros Gemini Norte, no Havaí, através de um instrumento chamado Texas Echelon Cross Echelle Spectrograph, ou TEXES. Esse instrumento mede a atmosfera usando a radiação térmica e não a luz do Sol, e o Gemini tem a sensibilidade suficiente para registrar a assinatura da atmosfera de Io em colapso.

As observações foram feitas em duas noites do ano de 2013, quando o satélite Io estava a cerca de 675 milhões de quilômetros da Terra, em ambas as ocasiões pôde-se observar Io movendo-se na sombra de Júpiter por um período de cerca de 40 minutos antes e depois do início do eclipse.

A fina atmosfera de Io, consiste de dióxido de enxofre (SO2) que é emitido pelos vulcões, quando Io entra na sombra de Júpiter, a atmosfera colapsa enquanto o SO2 congela na superfície como gelo, quando o satélite sai da sombra, o gelo de SO2 é aquecido e sublima.

Assim, além de apresentar uma atividade geológica intensa, Io apresenta também uma atividade atmosférica frenética, já que ela é constantemente destruída e reparada de acordo com a dança do satélite ao redor do planeta.

A cada dia que passa vamos conhecendo melhor a nossa vizinhança cósmica!!!

Fonte:



Artigo:



Agradecimento aos Patrões:

Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes

=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================

Os 40 Anos do Pouso da Viking Em Marte - Space Today TV Ep.342

Em 20 de Julho de 1976, 7 anos depois da Apollo 11 ter pousado na Lua, a primeira sonda pousou com sucesso no solo marciano, a Viking 1. A ambiciosa missão, para época, serviu para pavimentar o caminho da exploração do Planeta Vermelho, além de criar um grande entusiasmo sobre a exploração espacial como um todo.

As missões Viking consistiam cada uma, de um módulo orbital e de um módulo de pouso, e ambas tornaram-se as primeiras a obterem imagens de alta resolução da superfície marciana, caracterizar a estrutura e a composição da atmosfera e da superfície, e conduzir no local de pouso testes biológicos em busca de vida no planeta.

A Viking realizou as primeiras medidas da atmosfera e da superfície de Marte. Essas medidas até hoje continuam sendo analisadas e interpretadas. Os dados sugerem desde o início, que Marte, no passado era bem diferente do que ele é hoje. As sondas Viking realizaram pela primeira vez, com sucesso, as etapas de entrada na atmosfera, descida e pouso em Marte. Derivações do sistema de proteção térmico usado pelas Viking e seus paraquedas, têm sido usados em muitas das sondas que pousaram em Marte, desde então.

Para saber mais sobre a missão Viking:



=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================

Space Today TV Ep.73 - Fobos - A Lua Condenada de Marte

As longas e rasas ondulações que aparecem alinhadas na superfície de Fobos são provavelmente sinais de falhas estruturais que irão no final destruir essa lua de Marte.
Orbitando a apenas 6000 quilômetros acima da superfície de Marte, Fobos está mais próximo do seu planeta do que qualquer outra lua no nosso Sistema Solar. A gravidade de Marte está agindo em Fobos, atraindo-a a cerca de 2 metros a cada século. Assim, os cientistas esperam que a lua será destruída em 30 a 50 milhões de anos.

“Nós acreditamos que Fobos já começou a se romper, e os primeiros sinais dessa ruptura é a produção dessas ondulações”, disse Terry Hurford do Goddard Space Center da NASA, em Greenbelt, Maryland.

As descobertas feitas por Hurford e seus colegas foram apresentadas no dia 10 de Novembro de 2015, no encontro anual da Divisão Planetária da Sociedade Astronômica Americana que aconteceu em National Harbor, Maryland.

As ondulações de Fobos eram pensadas anteriormente como sendo fraturas causadas pelo impacto que gerou a cratera Stickney. Essa colisão foi tão poderosa, que quase arrebentou com Fobos. Contudo, os cientistas eventualmente determinaram que as fraturas não irradiavam da cratera, mas sim de um ponto focal próximo.

Os pesquisadores mais recentemente, propuseram que as ondulações podem ser produzidas por muitos impactos menores de material ejetado de Marte. Mas as novas modelagens feitas por Hurford e seus colegas, suportam a visão que as ondulações são provavelmente marcas de tensão que ocorrem em Fobos que está sendo deformado pelas forças de marés.

A força gravitacional entre Marte e Fobos, produz essas forças de maré. A Terra e a Lua atraem uma a outra da mesma maneira, produzindo as marés nos oceanos e fazendo que tanto o planeta como a lua assumam uma forma achatada.

A mesma explicação foi proposta para as fraturas de Fobos, a décadas atrás, depois que as sondas Viking mandaram imagens para a Terra. Naquele tempo, contudo, acreditava-se que Fobos era um corpo totalmente sólido. Quando as forças de maré foram calculadas, a tensão resultante era muito fraca para fraturar a lua sólida daquele tamanho.

Atualmente, contudo, sabe-se que Fobos, pode ter o seu interior formado pelo empilhamento de material, circundado por uma camada de regolito com cerca de 100 metros de espessura.
Com o interior desse jeito, ele se distorce facilmente pois ele tem pouca resistência e força assim a camada externa a se reajustar. Os pesquisadores acreditam que a camada externa de Fobos se comporta elasticamente e gera a tensão, mas ela é fraca o suficiente de modo que esse stress pode causar a ruptura do satélite.

Tudo isso significa que as forças de maré estão agindo em Fobos podem produzir mais do que o stress suficiente para fraturas a sua superfície. As fraturas previstas por esse modelo se ajustam bem com as ondulações observadas. Essa explicação também se ajusta ao fato de se observar fraturas mais jovens do que outras, indicando que o processo ainda está em andamento.

O mesmo destino pode esperar mas terá a lua Tritão de Netuno, que também está vagarosamente caindo em direção ao planeta e apresenta a superfície também repleta de fraturas. O trabalho também tem explicções para a caça de exoplanetas.

“Nós não podemos fazer imagens diretas desses planetas distantes para saber o que está acontecendo, mas esse trabalho pode ajudar a entender esses sistemas, pois qualquer tipo de planeta caindo em direção a sua estrela se partirá da mesma maneira”, disse Hurford.

Fonte:



Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

Mercúrio É Um Planeta Ativo Geologicamente - Space Today TV Ep. 452

Quantos planetas no Sistema Solar são ativos geologicamente falando?

Acertou quem falou 2, e quais são eles?

A Terra é certeza, e o outro que entra para essa lista restrita é Mercúrio.

Isso mesmo, o pequeno e quente Mercúrio também é ativo, na verdade ele está encolhendo a cada dia.

Usando imagens obtidas pela sonda MESSENGER pesquisadores chegaram à conclusão que existem em Mercúrio pequenas e jovens escarpas, essas pequenas falhas continuam se formando atualmente à medida que o planeta continua se resfriando e contraindo.

A Mariner 10 na década de 1970 e a própria sonda MESSENGER já haviam confirmado a existência de grandes falhas em Mercúrio, que haviam se formado quando o planeta começou a se resfriar.

Porém, só perto do final da missão da sonda MESSENGER quando ela chegou bem perto de Mercúrio é que foi possível observar as pequenas escarpas que sobreviveram ao bombardeio de asteroides.

Essas pequenas falhas ativas em Mercúrio são consistentes com a descoberta também recente de que no planeta existe um campo magnético por bilhões de anos.

Com o resfriamento lento Mercúrio ainda possui um núcleo externo quente, e provavelmente deve ter tremores de terra também.

Essa pesquisa é muito importante, pois mostra que Mercúrio é um mundo ativo geologicamente falando contrariando o que os cientistas pensavam por anos. Essa é a magia da ciência!!!

Fonte:



Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Gisele Guedes, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================
x

Super Lua - Space Today Live

A LUA ESTÁ PRÓXIMA DA TERRA.

Os olhos são inúteis se a mente é cega.

- Oscar Wilde

INSCREVA-SE NO CANAL, COMPARTILHE A REAL !
x

A Terra E Seu Novo Companheiro de Viagem - Space Today TV Ep.910

No ano de 2016, os astrônomos descobriram um objeto que viaja junto com a Terra, à medida que o nosso planeta cumpre sua órbita ao redor do Sol.

Durante um tempo pensou-se que esse objeto seria na verdade um lixo espacial, algum pedaço de foguete que de vez em quando chegava perto da Terra, e então era avistado por grandes telescópios.

Essa semana está acontecendo em Utah, o congresso da divisão de ciência planetária e durante o congresso, um grupo de pesquisadores solucionou o problema.

O objeto, chamado de 2016 HO3 é na verdade um asteroide e não um lixo espacial.

Para chegar a essa conclusão eles usaram o Large Binocular Telescope, um dos maiores telescópios da Terra para fazer as observações.

O 2016 HO3 é um NEO, um Near Earth Object que mede cerca de 100 metros de diâmetro e enquanto orbita o Sol parece circular a Terra como um quasi-satélite.

Até hoje, somente 5 quasi-satélites foram descobertos e o que faz o 2016 HO3 especial é o fato dele ser o mais estável de todos até agora. Na escala de tempo de séculos ele se mantém entre 38 e 100 distâncias lunares da Terra.

Ainda usando o LBT, os pesquisadores conseguiram também medir o período de rotação do 2016 HO3, que é de 28 minutos.

Durante um ano, o asteroide passa cerca de metade do tempo mais perto do Sol do que da Terra, ele tem uma órbita um pouco inclinada, e além disso, sua órbita deriva, ele tenta fugir da Terra, mas a gravidade da Terra traz ele de volta, por isso essa variação de 38 a 100 vezes a distância da Terra a Lua. Com todas essas caracterísitas, é como se o pequeno asteroide estivesse numa dança com a Terra enquanto eles viajam ao redor do Sol.

Antes desse, outro asteroide, o 2003 YN107 também tinha um comportamento parecido, mas depois de um tempo se desgarrou e não mais se encontra na vizinhança da Terra.

A identificação desse objeto é importante para se testar as ferramentas que caçam os NEOs, que como sempre falamos aqui precisam ser monitorados, e além disso, na ideia de exploração de um asteroide, esse poderia ser um belo candidato.

Fonte:





Link Para a Loja:



Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Seja um apoiador do Space Today:



=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================

DSCOVR Captura Lua Passando na Frente da Terra - Space Today TV Ep.332

Somente pela segunda vez em um ano, a câmera da NASA a bordo do satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR) capturou o nosso satélite natural, a Lua passando em frente da Terra iluminada.

Pela segunda vez na vida do DSCOVR, a Lua passou entre a sonda e a Terra, disse Adam Szabo, cientista de projeto do DSCOVR no Goddard space Flight Center da NASA em Greenbelt, Mareyland. O projeto registrou o evento no dia 5 de Julho de 2016 com a mesma cadência e resolução espacial do primeiro registro ocorrido em 2015.

As imagens foram capturadas pela Earth Polychromatic Imaging Camera, ou EPIC, da NASA, uma câmera CCD de 4 megapixel e o telescópio no satélite DSCOVR, que orbita a Terra, a uma distância de 1.5 milhão de quilômetros. Dessa posição, entre a Terra e o Sol, o DSCOVR conduz sua missão primária que é a de monitoramento em tempo real do vento solar, para o National Oceanic and Atmospheric Administration, o NOAA.

A câmera EPIC, mantém uma visão constante da Terra, totalmente iluminada, enquanto ela gira, fornecendo assim observações científicas do ozônio, da vegetação, da cobertura de nuvens e da quantidade de aerossóis na atmosfera. A câmera EPIC está fornecendo uma série de imagens da Terra que permitem que seja capaz estudar as varições diárias em todo o globo.

Essas imagens foram feitas entre 00:50 e 4:18, do dia 5 de Julho de 2016, hora de Brasília, mostrando a Lua movendo-se sobre os oceanos Índico e Pacífico. O Polo Norte está na parte superior das imagens.

O DSCOVR está numa órbita ao redor do primeiro Ponto de Lagrange do conjunto Terra-Sol (onde a força gravitacional da Terra, é igual e em direção oposta ao do Sol), numa complexa trajetória não recorrente que muda de uma elipse para uma circunferência e vice e versa, trajetória essa chamada de Órbita de Lissajous. Isso mantém a nave entre 4 e 12 graus do plano Sol-Terra. Essa órbita intercepta a órbita lunar cerca de 4 vezes por ano. Porém, dependendo da fase orbital relativa da Lua e do DSCOVR, a Lua aparece entre a sonda e a Terra uma ou duas vezes por ano.

A última vez que a câmera EPIC capturou esse evento foi entre 16:50 e 20:45, do dia 16 de Julho de 2015, hora de Brasília.

As imagens em cor natural da Terra da EPIC são geradas pela combinação de três exposições separadas monocromáticas feitas pela câmera numa rápida sucessão. A EPIC faz uma série de 10 imagens usando diferentes filtros espectrais, do ultravioleta até o infravermelho, para produzir uma grande variedade de produtos científicos. Os canais vermelho, verde e azul são usados nessas imagens coloridas.

Combinando essas três imagens, feitas com 30 segundos de separação, à medida que a Lua se move, é possível ver um leve artefato da câmera no lado direito do satélite. Pelo fato da Lua estar se movendo em relação a Terra entre a primeira exposição (vermelho) e a última (verde), uma fino deslocamento em verde aparece no lado direito da Lua, quando as exposições são combinadas. Esse movimento lunar natural também produz um leve afastamento para o vermelho e para o azul no lado esquerdo da Lua nas imagens não alteradas.

Fonte:



=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================

Um Modelo Para A Evolução da Lua - Space Today TV Ep.778

A Lua, embora seja o nosso único satélite natural, o objeto mais próximo da Terra, o maior no céu e que já foi visitado pelo homem, ainda guarda muitos segredos.

Sobre a formação existe mais ou menos um consenso de que um objeto com o tamanho aproximado de Marte se chocou com a Terra, bilhões de anos atrás.

E o material arrancado se transformou na Lua.

Mas o que aconteceu desde a sua formação até os dias atuais é um enorme mistério.

Para tentar entender esse período, os pesquisadores construíram um modelo da Lua baseado nas rochas trazidas de lá e em alguns modelos anteriores.

De acordo com esse modelo, a Lua seria coberta com um espesso oceano de rocha derretida.

Nesse cenário, átomos voláteis, como o sódio, teriam se vaporizado, formando uma atmosfera.

Mas devido a Lua estra travada com a Terra, a atmosfera seria diferente nos lados da Lua.

A face voltada para a Terra, teria perdido rapidamente a atmosfera devido ao calor do planeta.

A temperatura nos lados da Lua também seriam diferentes, e isso geraria fortes ventos, fortes o suficiente para gerarem ondas na superfície quente do oceano.

A Lua então esfriou, e rochas começaram a aparecer na superfície, quando mais esfriava, mais rocha aparecia, até que se formou uma crosta.

A atmosfera então se dissipou e o oceano solidificou.

Para que esse modelo ganhe força é preciso verificar nas rochas, principalmente aquelas localizadas na interface entre o lado voltado para a Terra e o lado não voltado para a Terra, a concentração de sódio, se isso for verificado o modelo ganha força e pode ser usado para um estudo mais completo do nosso satélite.

Para isso é importante novas missões para a Lua.

Fonte:



Artigo:



Link Para a Loja:



Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Seja um apoiador do Space Today:



=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================
x

Curiosidades da Super Lua - Space Today TV Ep.498

Fato 1 - A Super Lua Não Vai Destruir a Terra

Apesar de alguns sites estarem divulgando isso, não será o fim do mundo, e a Lua não irá destruir o nosso planeta. Não se desespere, a Lua no perigeu é algo normal e a diferença nem é tanta assim.

Fato 2 - A Super Lua Não Deixará Você Maluco

Muitos estudos já foram feitos e mostram que a Lua não afeta de forma alguma o comportamento humano, portanto fique tranquilo que ela não vai te deixar maluco, pode apreciar a vontade!!!

Fato 3 - As Super Luas Não São Iguais

A órbita da Lua ao redor da Terra é uma elipse, e isso faz com que a Lua esteja em pontos diferentes dessa elipse quando está na sua fase cheia, mesmo quando a fase cheia ocorre perto do perigeu, existe uma diferença de distância e isso faz com que cada Lua seja diferente da outra.

Fato 4 - As Luas Próximas do Verão São Maiores

A Terra está mais próxima do Sol nos meses de Dezembro, significando que a gravidade do Sol puxa a Lua para mais próximo do nosso planeta, por conta disso, sim as maiores super Luas acontecem no verão do hemisfério sul.

Fato 5 - As Super Luas Ficarão Menores

Sim, a Lua se afasta da Terra 3.8 cm por ano, assim com o passar de milhões de anos, não teremos mais super Luas. Só para vocês terem uma ideia, a Lua começou a uma distância de 22500 km da Terra, e hoje está na média a cerca de 380000 km.

Fato 6 - A Super Lua Acontece Todo Ano

Sim, todo ano temos esse fenômeno da Lua Cheia no perigeu, pelo menos uma vez, embora seja até mais frequente, entre 2 e 4 vezes por ano.

Ponto importante: A Lua não tem nada de super, os astrônomos nem gostam de usar esse termos, só usamos para facilitar e ilustrar a explicação, o termo correto é Lua Cheia do Perigeu.

Ponto Importante: Essa não é a Lua Cheia do Perigeu mais próxima da Terra nesse século, é apenas a sexta, a maior acontecerá em 2052, e outra tão próxima assim em 2034. Essa é sim a Lua Cheia do Perigeu mais próxima da Terra, desde 1948.

Aproveitem a Lua Cheia!!!

Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Gisele Guedes, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

O que há no centro da Lua?

Te respondemos em menos de 60 segundos o que tem no centro da Lua! Manda play pra descobrir! e não se esqueça de se inscrever no nosso canal.

Descobertos Novos Objetos no Cinturão de Kuiper - Space Today TV Ep.350

Dois novos objetos do Cinturão de Kuiper, o 2014 FZ71 e o 2015 FJ345 estão entre os objetos mais distantes já identificados no Sistema Solar.

Eles estão a mais de 50 UA de distância do Sol e somente Sedna e o 2012 VP113 têm um periélio maior.

Diferente desses dois objetos, Sedna e o VP113, os dois novos objetos possuem uma excentricidade de órbita moderada.

Esses dois novos objetos, muito provavelmente obtiveram suas órbitas através de uma interação combinada entre o movimento médio de ressonância de Netuno e a ressonância de Kozai. Esses são doi mecanismos de ressonância que basicamente regem o movimento dos objetos trans-netunianos.

A descoberta do 2014 FZ71 foi feita no dia 24 de Março de 2014, usando dados obtidos com a DECam montada no telescópio Blanco de 4 metros no Observatório Interamericano de Cerro Tololo.

Fontes:











=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================

Space Today TV Ep.172 - A Mudança no Eixo de Rotação da Lua

A nossa Lua nem sempre teve o mesmo ângulo de rotação, sugere um novo estudo. O eixo de rotação da Lua, em algum momento a 3 bilhões de anos atrás, mudou devido a ação de antigos vulcões lunares. Esses vulcões aqueceram e derreteram o material de um dos lados da Lua causando um desequilíbrio na massa e na estrutura interna do nosso satélite, fazendo com que a Lua variasse com relação ao seu ângulo de rotação.
Os pesquisadores descobriram esse ajuste de ângulo na Lua estudando a posição do gelo de água nos polos lunares. Eles usaram a distribuição do gelo para mostrar que o eixo da Lua sofreu uma variação de aproximadamente 5 graus.
A distribuição de gelo nos polos lunares deu a pista para os cientistas. Esse gelo deixou um rastro de hidrogênio em cada polo apontando onde no passado estavam as crateras que permanentemente ficavam na sombra, mas que depois, com a variação do ângulo tiveram seu gelo evaporado, deixando para trás somente a marca do hidrogênio.
O culpado dessa variação do eixo lunar foi provavelmente uma atividade vulcânica antiga acontecida na região do Oceanus Procelarum. O vulcanismo fez com que essa região ficasse mais quente, alterando a massa que provavelmente fez a Lua mudar o seu eixo de rotação. Os pesquisadores conseguiram detectar isso identificando a concentração de elementos radioativos nessa região.
Fontes:



PDF do artigo original na Nature:




=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================

Qual o Destino da Terra Daqui a 5 Bilhões de Anos? - Space Today TV Ep.535

A Terra existirá daqui a 5 bilhões de anos?

Essa pergunta de certa forma atormenta a cabeça de muitos astrônomos, que tentam descobrir de alguma maneira qual será o futuro do nosso planeta e do Sistema Solar como um todo, quando o Sol morrer.

Basicamente, daqui a 5 bilhões de anos, o Sol irá crescer, se transformar numa estrela gigante vermelha, com um tamanho, mais de cem vezes maior que o tamanho atual.

O Sol também irá experimentar uma perda de massaa muito grande através de intensos ventos solares.

O fim da evolução, daqui a 7 bilhões de anos, o Sol será uma pequena anã branca, com o tamanho da Terra, mas com uma colher de seu material pesando 5 toneladas.

Essa metamorfose terá grande impacto nos planetas, por exemplo, Mercúrio e Vênus serão engolidos pela estrela gigante e destruídos.

Mas o destino da Terra ainda é incerto. Provavelmente a vida será destruída, mas e o planeta, continuará orbitando a anã branca?

Como descobrir isso, como estudar o futuro do nosso sistema planetário? Bem, a resposta direta, é, estudar uma estrela parecida com o Sol, que tenha um sistema planetário, mas que já esteja com a sua idade avançada, como se estivéssemos olhando para o futuro.

E um grupo de astrônomos fez exatamente isso, utilizou o ALMA para estudar a estrela conhecida como L2 Puppis, uma estrela que a 5 bilhões de anos atrás era bem parecida com o Sol.

A L2 Puppis, está localizada a 208 anos-luz de distância da Terra e tem 10 bilhões de anos de vida.

Ao estudar a estrela com o ALMA, os astrônomos descobriram que essa estrela perdeu cerca de 1/3 de sua massa durante a evolução, o mesmo que acontecerá com o Sol, e a uma distância de 300 milhões de km da estrela, aproximadamente o dobro da distância da Terra ao Sol, os astrônomos encontraram um objeto na órbita da anã branca, o que seria um objeto como a Terra daqui a 5 bilhões de anos.

O sistema da L2 Puppis representa um belo análogo para o nosso Sistema Solar, e entender as relações entre a L2 Puppis e esse planeta, trará com certeza um entendimento maior sobre o que acontecerá com o nosso sistema daqui a 5 bilhões de anos.

O destino da Terra, ainda é incerto, mas a resposta pode estar numa análise mais profunda e detalhada da L2 Puppis.

Fonte:



Artigo:



Super Lua no Astronomia Ao Vivo:



Live de Quinta - Alcântara e o Programa Espacial Brasileiro:



Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Ricardo Sampaio Salla, , Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, Volnei dos Santos, Tiago Moretto, Otávio Pereira de Almeida, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Dian Rodrigues, Lourenço Portella, Oliver Alan, Rodrigo Frange, Francelio fabio de Freitas, Lizandro Menezes, Roberto Nobrega, Nicolas Françoso, Rosivetto Pimentel, Thiago Nunes

=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================

Shares

x

Check Also

x

Menu