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A Terra Ficará Travada Gravitacionalmente Com a Lua? - Space Today TV Ep.344

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A Terra Ficará Travada Gravitacionalmente Com a Lua? - Space Today TV Ep.344

No último vídeo do primata falante, o David explicou e explicou muito bem, o fato da Lua estar travada gravitacionalmente com a Terra, e por isso, é que sempre observamos o mesmo lado da Lua.

No final do vídeo ele pediu para que eu fizesse um vídeo explicando qual será o futuro do sistema Terra-Lua, nós vamos destravar, vamos se travar a Lua, o que acontecerá? E será que isso acontece antes do Sol se tornar uma gigante vermelha e engolir todos nós?

Vou tentar responder aqui, espero que gostem.

Basicamente, o movimento de rotação da Lua e o movimento de revolução da Lua ao redor da Terra, têm o mesmo período, duram cerca de 29 dias. Isso está totalmente explicado no vídeo do Primata Falante, quem quiser saber a história completa vai lá no vídeo dele e assiste.

O mais legal de tudo isso, é que essa situação se repete por todo o Sistema Solar.

Titã é travada gravitacionalmente com Saturno, Europa é gravitacionalmente travada com Júpiter e assim por diante.

Porém, existe um lugar, onde isso é levado ao extremo, em Plutão.

O sistema Plutão - Caronte, que alguns dizem seja um sistema binário, pois o centro de massa do sistema não está no corpo maior, é um sistema em que cada corpo está travado com o outro.

Isso significa que Plutão sempre mostra o mesmo hemisfério para Caronte, e Caronte sempre mostra o mesmo hemisfério para Plutão.

Porém, algumas outros satélites de Plutão não possuem essa característica como foi descoberto pela sonda New Horizons.

Será que isso, pode acontecer com a Terra e a Lua, será que algum dia a Terra estará travada com a Lua?

Como disse o Primata Falante, embora os dois corpos possam ser aproximados por uma esfera, existem pequenas variações nos dois corpos, o que cria um pequeno bojo, e esses bojos, na verdade agem como um sistema de freio, diminuindo a rotação da Terra.

Pelo fato da Terra ter 81 vezes a massa da Lua, ela é força dominante nessa interação.

No início do Sistema Solar, a Lua não era travada com a Terra, mas a gravidade da Terra foi parando a rotação da Lua e para compensar a perda de momento no sistema, a Lua foi se afastando da Terra, e hoje localiza-se em média a 380 mil km de distância.

Mas a Lua teve o mesmo impacto na Terra, a mesma força de maré faz com que a rotação da Terra diminua a cada ano, um pouco, e a Lua continua se afastando da Terra, 1 cm por ano, para compensar.

É difícil estimar quando, mas daqui a cerca de 50 bilhões de anos, o que vai acontecer é que a Terra ficará travada com a Lua, da mesma maneira que Plutão é travado com Caronte.

Isso é muito tempo, um tempo muito, mas muito maior além daquele em que o Sol se transformará numa gigante vermelha e englobará boa parte dos planetas.

Uma pergunta que recentemente tem surgido é: A Terra pode ficar gravitacionalmente travada com o Sol?

Os astrônomos descobriram alguns exoplanetas que possuem essa característica, mas eles estão muito próximos de suas estrelas, mais próximo do que Mercúrio está do Sol. Aqui no nosso Sistema Solar, os planetas como Vênus, MArte e Júpiter perturbam a nossa órbita o suficiente para não ficarmos travados com o Sol.

Então é isso, vamos esperar os 50 bilhões de anos, e ficaremos gravitacionalmente travados com a Lua.

Você tem mais questões curiosas sobre o Sistema Solar, deixe aí nos comentários!!!!

Vídeo do Primata Falante:



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Por que a Lua se afasta da Terra?

A lua tem extrema importância para o nosso planeta. Sem ela, nosso planeta teria um visual diferente, os oceanos quase não teriam marés, teríamos alteração nos dias e segundo alguns cientistas, ela foi essencial para a vida em nosso planeta. Mas agora eu te pergunto: Por que a Lua se afasta do Planeta Terra? Assista ao vídeo!

Referências:
Sentido da Lua:
Influência rotação Terra pela Lua:
Afastamento:

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Space Today TV Ep.124 - Formação da Lua: A Colisão Direta Entre a Terra eTheia

A Lua foi formado por um violento e direto impacto entre a Terra recém-formada e um embrião planetário chamado Theia, aproximadamente 100 milhões de anos depois da Terra ter surgido no Sistema Solar, relatam geoquímicos da UCLA.

Os cientistas já sabiam sobre esse impacto de alta velocidade, que ocorreu a quase 4.5 bilhões de anos atrás, mas muitos pensavam que a Terra se colidiu com Theia num ângulo de 45 graus ou mais. Novas evidências relatadas na edição de 29 de Janeiro de 2016 da revista Science mostram que a colisão foi direta e de frente.

Os pesquisadores analisaram sete rochas da Lua, trazidas para a Terra pelas missões Apollo 12, 15 e 17, bem como seis rochas vulcânicas do manto terrestre, obtidas do Havaí e do Arizona.
A etapa fundamental para reconstruir o impacto foi identificar a assinatura química dos átomos de oxigênio presentes nas rochas. O oxigênio representa mais de 90% do volume rochoso e 50% de seu peso. Mais de 99.9% do oxigênio da Terra é o O-16, assim chamado pois cada átomo contém 8 prótons e 8 nêutrons. Mas também existem pequenas quantidades de isótopos mais pesados do oxigênio, como o O-17, que tem um nêutron a mais e o O-18 que possui dois nêutrons a mais. A Terra, Marte, e outros corpos planetários no nosso Sistema Solar têm uma razão única de O-17 com relação ao O-16, cada um com uma assinatura distinta.

Em 2014, uma equipe de cientistas alemães relatou na própria Science que a Lua também tinha sua razão única de isótopos de oxigênio, diferente da Terra. Mas essa nova pesquisa mostra que não é isso.

“Nós não observamos diferenças entre os isótopos de oxigênio da Terra e da Lua, eles são indistinguíveis”, disse Edward Young, principal autor do artigo e professor de geoquímica e cosmoquímica na UCLA.

A pesquisa realizada pela equipe de Young usou o estado da arte da tecnologia e de técnicas para fazer medidas extremamente precisas e cuidadosas e verifica-las usando o novo espectrômetro de massa da UCLA.

O fato de que o oxigênio nas rochas da Terra e na nossa Lua compartilhem a mesma assinatura química foi incrível, disse Young. Se a Terra e Theia tivessem colidido de raspão, a maior parte da Lua seria feita de Theia, e a Terra e a Lua teriam diferentes isótopos de oxigênio. Uma colisão frontal, contudo, provavelmente resultaria na mesma composição química entre a Terra e a Lua.

“Theia foi totalmente misturada tanto na Lua como na Terra”, disse Young. “Isso explica por que nós não observamos diferenças nas assinaturas de Theia na Lua versus a Terra”.
Theia, que não sobreviveu à colisão (exceto que ela agora faz parte da Terra e da Lua), se não tivesse colidido cresceria e provavelmente teria se tornado um planeta rochoso no nosso Sistema Solar. Young e seus colegas acreditam que o planeta embrionário era aproximadamente do tamanho da Terra, outros acreditam que era um pouco menor, talvez do mesmo tamanho de Marte.

Outra questão interessante é que se a colisão com Theia removeu alguma água que estava presente na Terra no início. Depois da colisão, talvez, 10 milhões de anos depois, pequenos asteroides provavelmente se chocaram com a Terra, incluindo aqueles ricos em água. Colisões de corpos aconteciam com frequência nessa época do Sistema Solar, embora Marte, por exemplo, tenha escapado dessas colisões.

Uma colisão frontal foi proposta inicialmente em 2012 por Matija Cuk, agora pesquisador do Instituto SETI e por Sarah Stewart, agora professora na UC Davis, e separadamente durante o mesmo ano por Robin Canup do Southwest Research Institute.

Fonte:







Canal do Professor Andre Azevedo da Fonseca:



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Buraco Negro de Colapso Direto Pode Dar Pistas Sobre o Início do Universo - Space Today TV Ep.351

Em 2003, um pesquisador da universidade de Austin teorizou a existência de um buraco negro resultado de um processo conhecido como colapso direto.

Basicamente, nesse processo, um ambiente é tão quente como no início do universo, e isso faria com que se pudesse gerar uma estrela gigantesca, ao invés de se formar milhares de estrelas menores e separadas.

Além disso, devido a falta de elementos pesados, a estrela não esfriaria tão facilmente.

As estrelas nascidas nessas condições consumiriam rapidamente todo o gás e toda poeira ao redor, ficando 1 milhão de vezes maior do que as estrelas normais.

Quando essa estrela morresse ela poderia implodir e formar um buraco negro que começaria com um tamanho intermediário, mas que poderia se transformar num buraco negro supermassivo consumindo o material ao redor.

O aspecto especial desse processo conhecido como colapso direto é que ele leva à formação de uma semente de buraco negro muito grande.

Isso é a teoria.

Passando para o lado prático.

Em 2015, os astrônomos observaram um estranho sinal proveniente da galáxia conhecida como CR7, um dos objetos mais luminosos do universo primordial e com uma temperatura acima dos 180000 graus Fahrenheit.

Existe evidências da ionização de hélio, mas não existe a detecção de outros elementos mais pesados nessa galáxia.

Os astrônomos ainda não têm certeza se essas irregularidades observadas na CR7 seriam causadas pelo processo de colapso direto ou pela primeira geração de estrelas, isso porque as condições são basicamente as mesmas.

Os astrônomos pretendem fazer novas observações com o Hubble e com o ALMA, por exemplo, para tentar sanar essa dúvida.

De qualquer forma, os astrônomos estão conseguindo entender os processos que ocorreram bem no início do universo, além de conseguirem estudar as galáxias primordiais do cosmos.

Fonte:



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O Asteroide Companheiro da Terra - Space Today TV Ep.290

No dia 27 de Abril de 2016, o telescópio de pesquisa de asteroides conhecido como Pan-STARRS 1 , localizado em Haleakala, no Havaí e operado pelo Instituto de Astronomia da Universiade do Havaí registrou pela primeira vez o asteroide 2016 HO3.O tamanho do asteroide ainda não foi definido, mas provavelmente está entre 40 e 100 metros.

Realizando os cálculos orbitais dos asteroides, os astrônomos tiveram uma surpresa, enquanto ele orbita o Sol, ele fica acompanhando constantemente a Terra.Ele está muito distante para ser considerado um satélite do nosso planeta, mas é o melhor e mais estável exemplo até o momento, de um companheiro próximo da Terra, ou de um quasi-satélite.

Não é a primeira vez que isso acontece, outro asteroide, o 2003 YN107 seguiu um padrão similar a esse a mais de 10 anos atrás, desde então ele partiu da nossa vizinhança.Pelos cálculos, porém, o 2016 HO3 parece ter estado nessa órbita estável por mais de um século e deve permanecer nela por muitos séculos ainda.

A órbita do asteroide é complexa, ele gasta metade do tempo mais perto do Sol do que da Terra, e passa na frente do nosso planeta, e a outra metade do tempo bem distante, passando atrás da Terra.

Além disso sua órbita também é um pouco inclinada, de modo que ele cruza o plano orbital da Terra, e ela deriva pra frente e para trás, numa verdadeira dança, praticamente ensaiada com o nosso planeta.

Todos os efeitos somados, ajudam a prevenir que o asteroide se aproxime muito da Terra, a menor distância é o equivalente a 38 vezes a distância da Terra a Lua.

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Space Today TV Ep.172 - A Mudança no Eixo de Rotação da Lua

A nossa Lua nem sempre teve o mesmo ângulo de rotação, sugere um novo estudo. O eixo de rotação da Lua, em algum momento a 3 bilhões de anos atrás, mudou devido a ação de antigos vulcões lunares. Esses vulcões aqueceram e derreteram o material de um dos lados da Lua causando um desequilíbrio na massa e na estrutura interna do nosso satélite, fazendo com que a Lua variasse com relação ao seu ângulo de rotação.
Os pesquisadores descobriram esse ajuste de ângulo na Lua estudando a posição do gelo de água nos polos lunares. Eles usaram a distribuição do gelo para mostrar que o eixo da Lua sofreu uma variação de aproximadamente 5 graus.
A distribuição de gelo nos polos lunares deu a pista para os cientistas. Esse gelo deixou um rastro de hidrogênio em cada polo apontando onde no passado estavam as crateras que permanentemente ficavam na sombra, mas que depois, com a variação do ângulo tiveram seu gelo evaporado, deixando para trás somente a marca do hidrogênio.
O culpado dessa variação do eixo lunar foi provavelmente uma atividade vulcânica antiga acontecida na região do Oceanus Procelarum. O vulcanismo fez com que essa região ficasse mais quente, alterando a massa que provavelmente fez a Lua mudar o seu eixo de rotação. Os pesquisadores conseguiram detectar isso identificando a concentração de elementos radioativos nessa região.
Fontes:



PDF do artigo original na Nature:




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Mercúrio É Um Planeta Ativo Geologicamente - Space Today TV Ep. 452

Quantos planetas no Sistema Solar são ativos geologicamente falando?

Acertou quem falou 2, e quais são eles?

A Terra é certeza, e o outro que entra para essa lista restrita é Mercúrio.

Isso mesmo, o pequeno e quente Mercúrio também é ativo, na verdade ele está encolhendo a cada dia.

Usando imagens obtidas pela sonda MESSENGER pesquisadores chegaram à conclusão que existem em Mercúrio pequenas e jovens escarpas, essas pequenas falhas continuam se formando atualmente à medida que o planeta continua se resfriando e contraindo.

A Mariner 10 na década de 1970 e a própria sonda MESSENGER já haviam confirmado a existência de grandes falhas em Mercúrio, que haviam se formado quando o planeta começou a se resfriar.

Porém, só perto do final da missão da sonda MESSENGER quando ela chegou bem perto de Mercúrio é que foi possível observar as pequenas escarpas que sobreviveram ao bombardeio de asteroides.

Essas pequenas falhas ativas em Mercúrio são consistentes com a descoberta também recente de que no planeta existe um campo magnético por bilhões de anos.

Com o resfriamento lento Mercúrio ainda possui um núcleo externo quente, e provavelmente deve ter tremores de terra também.

Essa pesquisa é muito importante, pois mostra que Mercúrio é um mundo ativo geologicamente falando contrariando o que os cientistas pensavam por anos. Essa é a magia da ciência!!!

Fonte:



Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Gisele Guedes, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

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Explorando o Ligeia Mare Em Titã - Space Today TV Ep.210

Das centenas de luas no nosso Sistema Solar, Titã é a única com uma densa atmosfera e com grandes reservatórios líquidos em sua superfície, fazendo dela de alguma forma muito parecida com um planeta terrestre.
A Terra e Titã possuem atmosferas dominadas por nitrogênio, no caso de Titã, mais de 95% de nitrogênio. Contudo, diferente da Terra, Titã tem pouco oxigênio, o resto da atmosfera é constituída na sua maior parte de metano e outros gases incluindo o etano. E nas temperaturas congelantes devido a grande distância que Titã está do Sol, o metano e o etano podem existir na forma líquida, na sua superfície.
Por essa razão, os cientistas têm por muito tempo especulado sobre a possível existência de lagos e mares de hidrocarbonetos em Titã, e os dados da missão Cassini-Huygens não decepcionaram as expectativas. Desde que chegou por lá em 2004, a sonda Cassini já revelou que mais de 1.6 milhão de quilômetros quadrados da superfície de Titã, ou seja, cerca de 2% de toda a superfície é coberta de líquido.
Existem três grandes lagos, todos eles localizados perto do polo norte do satélite, e circundados por lagos menores no hemisfério norte. Somente um grande lago foi encontrado no hemisfério sul de Titã.
A composição exata desses reservatórios líquidos permaneceu misteriosa até 2014, quando o radar da Cassini foi usado pela primeira vez para mostrar que o Ligeia Mare, o segundo maior mar de Titã e do tamanho do Lago Huron e do Lago Michigan juntos, é rico em metano. Um novo estudo publicado no Journal of Geophysical Research: Planets, que usou o radar em um modo diferente, confirmou o resultado de forma independente.
“Antes da Cassini, nós esperávamos descobrir que o Ligeia Mare seria na sua maior parte composto de etano, que seria produzido em abundância na atmosfera quando a luz do Sol quebra as moléculas de metano. Ao invés disso, esse mar é composto predominantemente de metano puro”, disse Alice Le Gall, um membro associado da equipe de radar no laboratório de pesquisa francês LATMOS em Paris, e principal autor do estudo.
Um número de explicações possíveis foi levantada para explicar o metano do Ligeia Mare, de acordo com Le Gall. “O Ligeia Mare pode ser renovado por uma chuva fresca de metano, ou algo pode estar removendo o etano dele. É possível que o etano se deposite no assoalho do lago, ou ele está fluindo para o mar adjacente, conhecido como Kraken Mare, mas para decidir isso, serão necessários novos dados”.
Na pesquisa os cientistas combinaram algumas observações de radar que indicam o calor emitido pelo Ligeia Mare. Eles também usaram dados de um experimento de 2013 que registrou sinais de rádio refletidos pelo Ligeia Mare. Os resultados desses experimentos foram apresentados num artigo de 2014 liderado por Marco Mastrogiuseppe da Universidade de Cornell, em Ithaca, Nova York, que também contribuiu para o estudo atual.
Na atmosfera de Titã, o nitrogênio e o metano reagem para produzir uma grande variedade de materiais orgânicos. Os cientistas acreditam que os materiais mais pesados caem na superfície. Le Gall e seus colegas pensam que quando esses compostos chegam no mar, ou caindo diretamente do ar, ou por chuva, ou por algum tipo de rio em Titã, alguns deles são dissolvidos em metano líquido. Os compostos insolúveis como as nitrilas e o benzeno, afundam e se depositam no assoalho oceânico.
O estudo também descobriu que a costa ao redor do Ligeia Mare pode ser porosa e inundada com hidrocarbonetos líquidos. Os dados foram adquiridos por um período entre o inverno e a primavera local, e os cientistas esperavam que como na Terra, o terreno sólido ao redor do mar se aquecesse mais rapidamente do que o mar.
“É maravilhoso estar fazendo exploração e oceanografia num mundo extraterrestre, ainda mais esse mundo sendo uma lua de um planeta”, disse Seteve Wall, vice-líder da equipe de radar da Cassini no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, na Califórnia. “Titã, não para de nos surpreender”.
Fonte:

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Qual o Destino da Terra Daqui a 5 Bilhões de Anos? - Space Today TV Ep.535

A Terra existirá daqui a 5 bilhões de anos?

Essa pergunta de certa forma atormenta a cabeça de muitos astrônomos, que tentam descobrir de alguma maneira qual será o futuro do nosso planeta e do Sistema Solar como um todo, quando o Sol morrer.

Basicamente, daqui a 5 bilhões de anos, o Sol irá crescer, se transformar numa estrela gigante vermelha, com um tamanho, mais de cem vezes maior que o tamanho atual.

O Sol também irá experimentar uma perda de massaa muito grande através de intensos ventos solares.

O fim da evolução, daqui a 7 bilhões de anos, o Sol será uma pequena anã branca, com o tamanho da Terra, mas com uma colher de seu material pesando 5 toneladas.

Essa metamorfose terá grande impacto nos planetas, por exemplo, Mercúrio e Vênus serão engolidos pela estrela gigante e destruídos.

Mas o destino da Terra ainda é incerto. Provavelmente a vida será destruída, mas e o planeta, continuará orbitando a anã branca?

Como descobrir isso, como estudar o futuro do nosso sistema planetário? Bem, a resposta direta, é, estudar uma estrela parecida com o Sol, que tenha um sistema planetário, mas que já esteja com a sua idade avançada, como se estivéssemos olhando para o futuro.

E um grupo de astrônomos fez exatamente isso, utilizou o ALMA para estudar a estrela conhecida como L2 Puppis, uma estrela que a 5 bilhões de anos atrás era bem parecida com o Sol.

A L2 Puppis, está localizada a 208 anos-luz de distância da Terra e tem 10 bilhões de anos de vida.

Ao estudar a estrela com o ALMA, os astrônomos descobriram que essa estrela perdeu cerca de 1/3 de sua massa durante a evolução, o mesmo que acontecerá com o Sol, e a uma distância de 300 milhões de km da estrela, aproximadamente o dobro da distância da Terra ao Sol, os astrônomos encontraram um objeto na órbita da anã branca, o que seria um objeto como a Terra daqui a 5 bilhões de anos.

O sistema da L2 Puppis representa um belo análogo para o nosso Sistema Solar, e entender as relações entre a L2 Puppis e esse planeta, trará com certeza um entendimento maior sobre o que acontecerá com o nosso sistema daqui a 5 bilhões de anos.

O destino da Terra, ainda é incerto, mas a resposta pode estar numa análise mais profunda e detalhada da L2 Puppis.

Fonte:



Artigo:



Super Lua no Astronomia Ao Vivo:



Live de Quinta - Alcântara e o Programa Espacial Brasileiro:



Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Ricardo Sampaio Salla, , Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, Volnei dos Santos, Tiago Moretto, Otávio Pereira de Almeida, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Dian Rodrigues, Lourenço Portella, Oliver Alan, Rodrigo Frange, Francelio fabio de Freitas, Lizandro Menezes, Roberto Nobrega, Nicolas Françoso, Rosivetto Pimentel, Thiago Nunes

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Descobertos Novos Objetos no Cinturão de Kuiper - Space Today TV Ep.350

Dois novos objetos do Cinturão de Kuiper, o 2014 FZ71 e o 2015 FJ345 estão entre os objetos mais distantes já identificados no Sistema Solar.

Eles estão a mais de 50 UA de distância do Sol e somente Sedna e o 2012 VP113 têm um periélio maior.

Diferente desses dois objetos, Sedna e o VP113, os dois novos objetos possuem uma excentricidade de órbita moderada.

Esses dois novos objetos, muito provavelmente obtiveram suas órbitas através de uma interação combinada entre o movimento médio de ressonância de Netuno e a ressonância de Kozai. Esses são doi mecanismos de ressonância que basicamente regem o movimento dos objetos trans-netunianos.

A descoberta do 2014 FZ71 foi feita no dia 24 de Março de 2014, usando dados obtidos com a DECam montada no telescópio Blanco de 4 metros no Observatório Interamericano de Cerro Tololo.

Fontes:











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Space Today TV Ep.73 - Fobos - A Lua Condenada de Marte

As longas e rasas ondulações que aparecem alinhadas na superfície de Fobos são provavelmente sinais de falhas estruturais que irão no final destruir essa lua de Marte.
Orbitando a apenas 6000 quilômetros acima da superfície de Marte, Fobos está mais próximo do seu planeta do que qualquer outra lua no nosso Sistema Solar. A gravidade de Marte está agindo em Fobos, atraindo-a a cerca de 2 metros a cada século. Assim, os cientistas esperam que a lua será destruída em 30 a 50 milhões de anos.

“Nós acreditamos que Fobos já começou a se romper, e os primeiros sinais dessa ruptura é a produção dessas ondulações”, disse Terry Hurford do Goddard Space Center da NASA, em Greenbelt, Maryland.

As descobertas feitas por Hurford e seus colegas foram apresentadas no dia 10 de Novembro de 2015, no encontro anual da Divisão Planetária da Sociedade Astronômica Americana que aconteceu em National Harbor, Maryland.

As ondulações de Fobos eram pensadas anteriormente como sendo fraturas causadas pelo impacto que gerou a cratera Stickney. Essa colisão foi tão poderosa, que quase arrebentou com Fobos. Contudo, os cientistas eventualmente determinaram que as fraturas não irradiavam da cratera, mas sim de um ponto focal próximo.

Os pesquisadores mais recentemente, propuseram que as ondulações podem ser produzidas por muitos impactos menores de material ejetado de Marte. Mas as novas modelagens feitas por Hurford e seus colegas, suportam a visão que as ondulações são provavelmente marcas de tensão que ocorrem em Fobos que está sendo deformado pelas forças de marés.

A força gravitacional entre Marte e Fobos, produz essas forças de maré. A Terra e a Lua atraem uma a outra da mesma maneira, produzindo as marés nos oceanos e fazendo que tanto o planeta como a lua assumam uma forma achatada.

A mesma explicação foi proposta para as fraturas de Fobos, a décadas atrás, depois que as sondas Viking mandaram imagens para a Terra. Naquele tempo, contudo, acreditava-se que Fobos era um corpo totalmente sólido. Quando as forças de maré foram calculadas, a tensão resultante era muito fraca para fraturar a lua sólida daquele tamanho.

Atualmente, contudo, sabe-se que Fobos, pode ter o seu interior formado pelo empilhamento de material, circundado por uma camada de regolito com cerca de 100 metros de espessura.
Com o interior desse jeito, ele se distorce facilmente pois ele tem pouca resistência e força assim a camada externa a se reajustar. Os pesquisadores acreditam que a camada externa de Fobos se comporta elasticamente e gera a tensão, mas ela é fraca o suficiente de modo que esse stress pode causar a ruptura do satélite.

Tudo isso significa que as forças de maré estão agindo em Fobos podem produzir mais do que o stress suficiente para fraturas a sua superfície. As fraturas previstas por esse modelo se ajustam bem com as ondulações observadas. Essa explicação também se ajusta ao fato de se observar fraturas mais jovens do que outras, indicando que o processo ainda está em andamento.

O mesmo destino pode esperar mas terá a lua Tritão de Netuno, que também está vagarosamente caindo em direção ao planeta e apresenta a superfície também repleta de fraturas. O trabalho também tem explicções para a caça de exoplanetas.

“Nós não podemos fazer imagens diretas desses planetas distantes para saber o que está acontecendo, mas esse trabalho pode ajudar a entender esses sistemas, pois qualquer tipo de planeta caindo em direção a sua estrela se partirá da mesma maneira”, disse Hurford.

Fonte:



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As Estrelas Fujonas de Orion - Space Today TV Ep.641

A Nebulosa de Orion parece um objeto comum demais para ser fotografado pelo Hubble, certo?

Nem tanto, o Hubble já fez fotos espetaculares dessa nebulosa e ela é estudada com muito carinho, já que se trata de um dos maiores berçários de estrelas mais próximo da Terra, ou seja, um excelente laboratório para se aprender como as estrelas nascem e crescem.

A Nebulosa de Orion está localizada a 1400 anos-luz de distância da Terra.

Recentemente astrônomos usaram o Hubble para observar e estudar mais uma vez a Nebulosa de Orion, dessa vez com o objetivo de procurar os chamados Planetas Solitários, planetas que vagam sem estarem ligados a uma estrela mãe e as anãs brancas, os objetos que provavelmente é o elo perdido entre os planetas e as estrelas.

Graças ao fato de operar no infravermelho, a cobertura de poeira é transparente para o Hubble, e com isso é possível espiar o que acontece bem dentro da nebulosa.

E procurando por esses objetos os astrônomos acabaram descobrindo outra coisa. Como diz aquele ditado, miraram no que viram e acertaram o que não viram.

Eles observaram uma estrela se movendo a uma velocidade pouco comum, cerca de 200 mil km/h. E o que seria essa estrela?

No passado os astrônomos estudando a Nebulosa de Orion já tinham observado estrelas se movendo a altas velocidades.

De fato, duas estrelas chamaram a muito a atenção, elas estavam fugindo, cada uma em uma direção e a velocidades altíssimas.

Os astrônomos conseguiram traçar o caminho de volta das estrelas e descobriram que a 540 anos atrás elas estavam juntas, mas o problema, é que para tudo ocorrer como eles observavam, deveria existir outra estrela, uma terceira que nunca foi encontrada.

Todas as evidências levam ao fato de que essa estrela registrada agora pelo Hubble é sim a última que faltava no grupo, e provavelmente, por uma questão de um belo acidente junto com a curiosidade os astrônomos poderão responder esse antigo mistérios sobre as estrelas fujonas de Orion.

Novas observações e estudos serão feitos, e se ela for mesmo confirmada como a estrela que faltava, os astrônomos poderão entender como esses sistemas estelares múltiplos as vezes se rompem e as estrelas saem vagando por aí.

Ou quem sabe, quando estiverem procurando por mais respostas, os astrônomos não descubram, meio que por acaso um outro mistério nesse vasto universo.

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Cygnus Desacoplada da ISS - Space Today TV Ep.285

Quase 3 meses depois de ter chegado na ISS com toneladas de suprimentos e experimentos, a nave de carga Cygnus, da empresa Orbital/ATK foi desacoplada no dia 14 de Junho de 2016. A nave irá ficar na órbita da Terra até o dia 22 de Junho. Nesse período será realizada no seu interior o experimento SAFFIRE, para se entender como o fogo se comporta no ambiente de microgravidade, e alguns nanosatélites serão lançadas pela Cygnus. Depois disso, ela irá queimar na atmosfera da Terra, sobre o Oceano Pacífico.

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Será Que Um Cometa Se Chocou Com a Terra em 10950 a.C.? - Space Today TV Ep.690

Que tal misturar um pouco de arqueologia com astronomia?

Bem, mas bem antes de existir a internet para divulgar os acontecimentos astronômicos, e até mesmo o papel, os seres humanos que viveram a milhares de anos atrás, escreviam suas observações nas rochas.

São conhecidas inúmeras pinturas rupestres que relacionam eventos celestes, como a própria supernova do caranguejo, escrita e descrita em rochas pelo povo chinês.

A ciência que integra estudos arqueológicos com eventos astronômicos, recebe o nome de arqueoastronomia.

E recentemente, um grupo de pesquisadores descobriu evidências cravadas em rochas de que um evento astronômico catastrófico oscorreu na Terra há muito tempo atrás.

Antes das evidências arqueológicas, a análise de amostras retiradas na Groenlândia sugeriam que um cometa havia se chocado com a Terra, e isso levou nosso planeta a experimentar um período de 1000 de congelamento.

Outras evidências sugerem que devido a esse resfriamento do nosso planeta, grupos de pessoas começaram a se juntar, migrar e deram início a uma agricultura bem desenvolvida.

Agora, recentemente, um grupo de pesquisadores, descobriu no chamado Gobekli Tepe, um pilar de rocha com escritos que se alinham perfeitamente com o choque de um cometa na Terra em 10950 a.C.

O pilar contém inscrições que parecem documentar o evento devastador, provavelmente o choque de um cometa ou de resquícios de um cometa na Terra, que causou um impacto ambiental ao redor do globo e a possível perda de vidas.

Os pesquisadores levaram as inscrições para um computador onde analisarama provável relação dos desenhos com constelações, e isso deu certo, revelando fortes relaçòes entre os carácteres encontrados no pilar e os símbolos astronômicos que estavam no céu em 10950 a.c.

Como as pessoas levaram um certo tempo para criar os símbolos no pilar , isso sugere que algo muito importante aconteceu durante o mesmo período de tempo que as amostras de gelo da Groenlândia, sugerem.

talvez, o choque de um cometa com a Terra em 10890 a.C.

Os pesquisadores analisaram também que esse evento pode ter alterado até o eixo de rotação da Terra.

é um tema muito interessante, e é através da arqueoastronomia que é possível com base no passado entender um pouco do presente e quem sabe até prever o futuro.

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Estudo Mostra Que a Lua Já Teve Atmosfera - Space Today TV Ep.893

A Lua, o nosso único satélite natural guarda ainda muitos segredos, embora seja o objeto mais próximo da Terra, nós sabemos pouco sobre ele.

A sua origem ainda não é algo certo e como foi o passado do nosso satélite é algo que precisa ser desvendado aos poucos.

No passado muito distante, quando o interior da Lua ainda estava quente, gerando plumas magmáticas, o basalto surgia na superfície e fluía por centenas de quilômetros.

Depois de resfriar esses derramamentos basálticos formaram o que chamamos hoje de Mares.

Para a nossa sorte, algumas missões Apollo pousaram nesses mares e então temos amostras de rochas para serem estudadas.

Quando os pesquisadores analisaram essas rochas eles descobriram que esse magma carregava gases, como monóxido de carbono, enxofre e outros elementos voláteis.

Um trabalho recente mostrou que esses gases que vieram à superfície junto com o basalto se acumularam ao redor da Lua formando uma atmosfera. Isso mesmo, no passado a Lua teve uma atmosfera.

A atmosfera lunar teve sua maior espessura no pico de atividade vulcânica na Lua a cerca de 3.5 bilhões de anos atrás, e essa atmosfera persistiu por cerca de 70 milhões de anos antes de ser perdida para o espaço.

Os dois maiores eventos de liberação de gases ocorreu no momento em que os mares da serenidade e o imbrium eram preenchidos por basalto, o que aconteceu há 3.8 e 3.5 bilhòes de anos.

Isso muda completamente a visão que temos da Lua, de um corpo sem ar, sem nada, para um objeto que teve uma atmosfera considerável durante um bom tempo.

A implicação maior disso está no fato de que a quantidade de água que surigiu na superfície lunar foi muito grande, e essa água pode hoje estar aprisionada nas crateras lunares, não só água mas também outros elementos voláteis.

E isso pode servir como ar e combustível para futuros astronautas que explorarem a Lua, além de ajudar a abastecer naves para missões mais distantes.

Pesquisar a Lua é muito importante, entender o máximo sobre o nosso satélite natural é crucial e essas mudanças de paradigma podem guiar a próxima geração da exploração espacial.

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A TERRA ESTÁ MUDANDO PARA DIMENSÕES MAIS ELEVADAS de Dianne Robbins

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Direitos Autorais:

© Dianne Robbins


Tradução e Divulgação: A Luz é Invencível





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🔥 A Lua deixará a órbita da Terra? - Documentário em HD - Discovery Science

Você certamente não percebeu, mas a Lua está se afastando de nós. O satélite da Terra está atualmente 18 vezes mais longe do que quando se formou, há 4,5 bilhões de anos.
Sem a Lua, nosso planeta seria irreconhecível.
Os oceanos quase não teriam marés, os dias teriam outra duração e nós poderíamos não estar aqui, de acordo com alguns cientistas que acreditam que a Lua foi fundamental para o início da vida em nosso planeta.
Mas como esse afastamento nos afeta e com que rapidez ele está ocorrendo?
A Lua está se afastando da Terra a uma velocidade de 3,78 centímetros por ano. E graças ao pouso na lua da missão Apollo, da Nasa, entre 1969 e 1972, podemos medir essa distância com incrível precisão. Em três das missões, os astronautas deixaram no satélite unidades retrorefletoras cheias de pequenos espelhos. Desde então, os astrônomos têm disparado raios laser em direção a essas unidades refletoras, para manter um registro exato de o quanto a Lua está se afastando.
Esse afastamento se deve à fricção entre a superfície da Terra e a enorme massa de água que está sobre ela e faz com que, ao longo do tempo, a Terra gire um pouco mais lentamente sobre o seu eixo.
A Terra e a Lua são unidas por uma espécie de abraço gravitacional. Então, à medida que o movimento da Terra diminui, o da Lua acelera. E, quando algo que está em órbita acelera, essa aceleração o empurra para fora.
No entanto, nenhuma dessas consequências deve preocupar: as mudanças são sutis demais para que possamos testemunhá-los.
A Lua nunca vai escapar da Terra. Mesmo que a Terra continue diminuindo sua velocidade, irá girar na mesma velocidade em que orbita a Lua. Nesse momento, a Terra e a Lua vão chegar a um equilíbrio e a Lua deixaria de se afastar.
Mas, muito antes que isso aconteça, o Sol vai se expandir até virar um gigante vermelho e engolir, no processo, a Terra e seu satélite. Dito isso, não há necessidade de se preocupar. Ainda faltam cerca de 5 bilhões de anos para isso acontecer.

A terra esta sendo preparada para uma intervencao alienigena

Buracos Negros - A Porta Dos Fundos do Universo - Space Today TV Ep.387

Buracos negros, não me canso de falar que são provavelmente os objetos mais intrigantes, misteriosos e surpreendentes do nosso universo, além é óbvio de ser extremamente difíceis de serem estudados.

Um dos maiores problemas relacionados com o estudo dos buracos negros está no fato de que no ponto de singularidade gravitacional, localizado bem no centro do buraco negro, as leis da física simplesmente param de funcionar.

Porém, tudo isso tem uma vantagem, se somarmos o fato dos buracos negros ainda serem muito misteriosos e no ponto de singularidade as leis da física pararem de funcionar, eles são um grande laboratório para testar os mais diversos tipos de conceitos e teorias que você desejar.

E com base nessa premissa, dois pesquisadores da Universidade de Valência, propuseram uma teoria muito interessante sobre os buracos negros.

Segundo eles, a singularidade gravitacional seria uma imperfeição na estrutura geométrica do espaço-tempo, com estruturas geométricas parecidas com a de um cristal.

Da mesma forma que os cristais possuem imperfeições na sua estrutura microscópica, a região central do buraco negro poderia ser interpretada como uma anomalia no espaço-tempo.

Usando essas novas geometrias, os pesquisadores chegaram à descrição dos buracos negros onde o ponto central torna-se uma pequena superfície esférica. Essa superfície é interpretada como sendo um buraco de minhoca dentro do buraco negro.

Por mais viajante que seja essa teoria, ela resolve alguns problemas de interpretação dos buracos negros.

O primeiro é o fato da singularidade, nessa nova teoria, existe uma porta no centro do buraco negro, o buraco de minhoca, através da qual o espaço e o tempo podem continuar, e as leis físicas poderiam continuar sendo aplicadas.

Outro problema que essa interpretação resolveria, seria a necessidade de se utilizar uma fonte de energia exótica para gerar buracos de minhoca.

Na teoria de Einstein, os buracos de minhoca sá aparecem na presença de matéria com propriedade incomum, e que nunca foi observada, na nova teoria, os buracos de minhoca apareceriam da matéria ordinária e da energia, como um campo elétrico.

Outro problema resolvido seria com relação ao paradoxo da informação, pois ao entrar num buraco negro, nada seria perdido, só sairia, digamos por uma porta dos fundos.

Assim, os buracos negros poderiam ser a porta dos fundos do universo. Agora, onde essa porta daria, e o que tem depois dela, aí é outra história.

Fontes:





Artigo:



Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Gisele Guedes, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

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