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A Terra Ficará Travada Gravitacionalmente Com a Lua? - Space Today TV Ep.344

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Missão K2 do Kepler Descobre 100 Novos Exoplanetas - Space Today TV Ep.341

Fazia tempo que não se falava do Kepler e suas descobertas, não é mesmo?

Uma coisa pode ter certeza, quieto ele não está, continua trabalhando firme e forte na sua nova missão, a K2, e nessa nova missão, uma equipe internacional de astrônomos acaba de divulgar a descoberta de mais de 100 exoplanetas e quase 200 candidatos.

O mais legal, é que podemos dizer que essa descoberta só foi possível graças ao problema da missão original do Kepler.

Na sua missão original ele pesquisava uma área fixa do céu, com o problema nos giroscópios, ele perdeu precisão para ficar apontado muito tempo para uma estrela, mas ganhou a liberdade de pesquisar outras áreas do céu.

Assim, o Kepler pode observar uma fração maior de estrelas menores e mais frias, estrelas do tipo anãs-vermelhas, as estrelas mais comuns na Via Láctea.

Embora a missão tenha sido adaptada, a região do céu mudada e o tipo de estrela pesquisado alterado, a técnica continua a mesma.

O Kepler registra a curva de luz da estrela, e se um exoplaneta passar na sua frente ele é capaz de medir a queda no brilho causado pelo trânsito.

Além disso, como parte da técnica de descoberta, uma vez que o Kepler identifica um candidato, grandes telescópios na Terra são usados para confirmar ou não a descoberta.

Nessas novas descobertas foram usados os Observatórios Gmini Norte e Keck, para poder confirmar cada exoplaneta descoberto.

De todos esses novos exoplanetas um sistema particular chamou a atenção dos pesquisadores. Ele é formado por 4 exoplanetas que poderiam ser rochosos.

Esses exoplanetas seriam entre 20% e 50% maiores que a Terra em diâmetro, orbitam uma estrela do tipo anã M, conhecida como K2-72, localizada a 181 anos-luz de distância da Terra, na direção da constelação de Aquário.

A estrela tem menos da metade do tamanho do Sol, e é menos brilhante.

O período orbital dos exoplanetas varia de 5 e meio até 24 dias, e dois deles experimentam níveis de radiação comparáveis com a Terra.

Apesar da órbita apertada, o autor do trabalho disse que não podemos descartar a possibilidade da vida ter se desenvolvido nesse exoplaneta.

Essa descoberta é importante por diversos fatores:

1 - São mais exoplanetas para serem carregados nos catálogos e nesse caso quanto mais melhor.

2 - Ela prova que o Kepler ainda funciona perfeitamente e pode ser usado por mais algum tempo como descobridor de exoplanetas.

3 - Prova que a missão K2, e a liberdade de explorar outras áreas do céu traz grandes surpresas na descoberta de novos exoplanetas.

4 - Começa a buscar e descobrir exoplanetas em estrelas mais brilhantes e na linha da eclíptica, o que aumentando assim a variedade de exoplanetas e preparando o caminho de forma segura para as próximas missões de busca de exoplanetas como o James Webb e o TESS.

Fontes:





Artigo:



Vídeo do Primata Falante: Por Que Vemos Sempre o Mesmo Lado da Lua?



Vídeo do Assombrado: Conspiração: O Homem Foi Mesmo a Lua?



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A Terra Ficará Travada Gravitacionalmente Com a Lua? - Space Today TV Ep.344

No último vídeo do primata falante, o David explicou e explicou muito bem, o fato da Lua estar travada gravitacionalmente com a Terra, e por isso, é que sempre observamos o mesmo lado da Lua.

No final do vídeo ele pediu para que eu fizesse um vídeo explicando qual será o futuro do sistema Terra-Lua, nós vamos destravar, vamos se travar a Lua, o que acontecerá? E será que isso acontece antes do Sol se tornar uma gigante vermelha e engolir todos nós?

Vou tentar responder aqui, espero que gostem.

Basicamente, o movimento de rotação da Lua e o movimento de revolução da Lua ao redor da Terra, têm o mesmo período, duram cerca de 29 dias. Isso está totalmente explicado no vídeo do Primata Falante, quem quiser saber a história completa vai lá no vídeo dele e assiste.

O mais legal de tudo isso, é que essa situação se repete por todo o Sistema Solar.

Titã é travada gravitacionalmente com Saturno, Europa é gravitacionalmente travada com Júpiter e assim por diante.

Porém, existe um lugar, onde isso é levado ao extremo, em Plutão.

O sistema Plutão - Caronte, que alguns dizem seja um sistema binário, pois o centro de massa do sistema não está no corpo maior, é um sistema em que cada corpo está travado com o outro.

Isso significa que Plutão sempre mostra o mesmo hemisfério para Caronte, e Caronte sempre mostra o mesmo hemisfério para Plutão.

Porém, algumas outros satélites de Plutão não possuem essa característica como foi descoberto pela sonda New Horizons.

Será que isso, pode acontecer com a Terra e a Lua, será que algum dia a Terra estará travada com a Lua?

Como disse o Primata Falante, embora os dois corpos possam ser aproximados por uma esfera, existem pequenas variações nos dois corpos, o que cria um pequeno bojo, e esses bojos, na verdade agem como um sistema de freio, diminuindo a rotação da Terra.

Pelo fato da Terra ter 81 vezes a massa da Lua, ela é força dominante nessa interação.

No início do Sistema Solar, a Lua não era travada com a Terra, mas a gravidade da Terra foi parando a rotação da Lua e para compensar a perda de momento no sistema, a Lua foi se afastando da Terra, e hoje localiza-se em média a 380 mil km de distância.

Mas a Lua teve o mesmo impacto na Terra, a mesma força de maré faz com que a rotação da Terra diminua a cada ano, um pouco, e a Lua continua se afastando da Terra, 1 cm por ano, para compensar.

É difícil estimar quando, mas daqui a cerca de 50 bilhões de anos, o que vai acontecer é que a Terra ficará travada com a Lua, da mesma maneira que Plutão é travado com Caronte.

Isso é muito tempo, um tempo muito, mas muito maior além daquele em que o Sol se transformará numa gigante vermelha e englobará boa parte dos planetas.

Uma pergunta que recentemente tem surgido é: A Terra pode ficar gravitacionalmente travada com o Sol?

Os astrônomos descobriram alguns exoplanetas que possuem essa característica, mas eles estão muito próximos de suas estrelas, mais próximo do que Mercúrio está do Sol. Aqui no nosso Sistema Solar, os planetas como Vênus, MArte e Júpiter perturbam a nossa órbita o suficiente para não ficarmos travados com o Sol.

Então é isso, vamos esperar os 50 bilhões de anos, e ficaremos gravitacionalmente travados com a Lua.

Você tem mais questões curiosas sobre o Sistema Solar, deixe aí nos comentários!!!!

Vídeo do Primata Falante:



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Space Today TV Ep.124 - Formação da Lua: A Colisão Direta Entre a Terra eTheia

A Lua foi formado por um violento e direto impacto entre a Terra recém-formada e um embrião planetário chamado Theia, aproximadamente 100 milhões de anos depois da Terra ter surgido no Sistema Solar, relatam geoquímicos da UCLA.

Os cientistas já sabiam sobre esse impacto de alta velocidade, que ocorreu a quase 4.5 bilhões de anos atrás, mas muitos pensavam que a Terra se colidiu com Theia num ângulo de 45 graus ou mais. Novas evidências relatadas na edição de 29 de Janeiro de 2016 da revista Science mostram que a colisão foi direta e de frente.

Os pesquisadores analisaram sete rochas da Lua, trazidas para a Terra pelas missões Apollo 12, 15 e 17, bem como seis rochas vulcânicas do manto terrestre, obtidas do Havaí e do Arizona.
A etapa fundamental para reconstruir o impacto foi identificar a assinatura química dos átomos de oxigênio presentes nas rochas. O oxigênio representa mais de 90% do volume rochoso e 50% de seu peso. Mais de 99.9% do oxigênio da Terra é o O-16, assim chamado pois cada átomo contém 8 prótons e 8 nêutrons. Mas também existem pequenas quantidades de isótopos mais pesados do oxigênio, como o O-17, que tem um nêutron a mais e o O-18 que possui dois nêutrons a mais. A Terra, Marte, e outros corpos planetários no nosso Sistema Solar têm uma razão única de O-17 com relação ao O-16, cada um com uma assinatura distinta.

Em 2014, uma equipe de cientistas alemães relatou na própria Science que a Lua também tinha sua razão única de isótopos de oxigênio, diferente da Terra. Mas essa nova pesquisa mostra que não é isso.

“Nós não observamos diferenças entre os isótopos de oxigênio da Terra e da Lua, eles são indistinguíveis”, disse Edward Young, principal autor do artigo e professor de geoquímica e cosmoquímica na UCLA.

A pesquisa realizada pela equipe de Young usou o estado da arte da tecnologia e de técnicas para fazer medidas extremamente precisas e cuidadosas e verifica-las usando o novo espectrômetro de massa da UCLA.

O fato de que o oxigênio nas rochas da Terra e na nossa Lua compartilhem a mesma assinatura química foi incrível, disse Young. Se a Terra e Theia tivessem colidido de raspão, a maior parte da Lua seria feita de Theia, e a Terra e a Lua teriam diferentes isótopos de oxigênio. Uma colisão frontal, contudo, provavelmente resultaria na mesma composição química entre a Terra e a Lua.

“Theia foi totalmente misturada tanto na Lua como na Terra”, disse Young. “Isso explica por que nós não observamos diferenças nas assinaturas de Theia na Lua versus a Terra”.
Theia, que não sobreviveu à colisão (exceto que ela agora faz parte da Terra e da Lua), se não tivesse colidido cresceria e provavelmente teria se tornado um planeta rochoso no nosso Sistema Solar. Young e seus colegas acreditam que o planeta embrionário era aproximadamente do tamanho da Terra, outros acreditam que era um pouco menor, talvez do mesmo tamanho de Marte.

Outra questão interessante é que se a colisão com Theia removeu alguma água que estava presente na Terra no início. Depois da colisão, talvez, 10 milhões de anos depois, pequenos asteroides provavelmente se chocaram com a Terra, incluindo aqueles ricos em água. Colisões de corpos aconteciam com frequência nessa época do Sistema Solar, embora Marte, por exemplo, tenha escapado dessas colisões.

Uma colisão frontal foi proposta inicialmente em 2012 por Matija Cuk, agora pesquisador do Instituto SETI e por Sarah Stewart, agora professora na UC Davis, e separadamente durante o mesmo ano por Robin Canup do Southwest Research Institute.

Fonte:







Canal do Professor Andre Azevedo da Fonseca:



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Space Today TV Ep.172 - A Mudança no Eixo de Rotação da Lua

A nossa Lua nem sempre teve o mesmo ângulo de rotação, sugere um novo estudo. O eixo de rotação da Lua, em algum momento a 3 bilhões de anos atrás, mudou devido a ação de antigos vulcões lunares. Esses vulcões aqueceram e derreteram o material de um dos lados da Lua causando um desequilíbrio na massa e na estrutura interna do nosso satélite, fazendo com que a Lua variasse com relação ao seu ângulo de rotação.
Os pesquisadores descobriram esse ajuste de ângulo na Lua estudando a posição do gelo de água nos polos lunares. Eles usaram a distribuição do gelo para mostrar que o eixo da Lua sofreu uma variação de aproximadamente 5 graus.
A distribuição de gelo nos polos lunares deu a pista para os cientistas. Esse gelo deixou um rastro de hidrogênio em cada polo apontando onde no passado estavam as crateras que permanentemente ficavam na sombra, mas que depois, com a variação do ângulo tiveram seu gelo evaporado, deixando para trás somente a marca do hidrogênio.
O culpado dessa variação do eixo lunar foi provavelmente uma atividade vulcânica antiga acontecida na região do Oceanus Procelarum. O vulcanismo fez com que essa região ficasse mais quente, alterando a massa que provavelmente fez a Lua mudar o seu eixo de rotação. Os pesquisadores conseguiram detectar isso identificando a concentração de elementos radioativos nessa região.
Fontes:



PDF do artigo original na Nature:




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Um Modelo Para A Evolução da Lua - Space Today TV Ep.778

A Lua, embora seja o nosso único satélite natural, o objeto mais próximo da Terra, o maior no céu e que já foi visitado pelo homem, ainda guarda muitos segredos.

Sobre a formação existe mais ou menos um consenso de que um objeto com o tamanho aproximado de Marte se chocou com a Terra, bilhões de anos atrás.

E o material arrancado se transformou na Lua.

Mas o que aconteceu desde a sua formação até os dias atuais é um enorme mistério.

Para tentar entender esse período, os pesquisadores construíram um modelo da Lua baseado nas rochas trazidas de lá e em alguns modelos anteriores.

De acordo com esse modelo, a Lua seria coberta com um espesso oceano de rocha derretida.

Nesse cenário, átomos voláteis, como o sódio, teriam se vaporizado, formando uma atmosfera.

Mas devido a Lua estra travada com a Terra, a atmosfera seria diferente nos lados da Lua.

A face voltada para a Terra, teria perdido rapidamente a atmosfera devido ao calor do planeta.

A temperatura nos lados da Lua também seriam diferentes, e isso geraria fortes ventos, fortes o suficiente para gerarem ondas na superfície quente do oceano.

A Lua então esfriou, e rochas começaram a aparecer na superfície, quando mais esfriava, mais rocha aparecia, até que se formou uma crosta.

A atmosfera então se dissipou e o oceano solidificou.

Para que esse modelo ganhe força é preciso verificar nas rochas, principalmente aquelas localizadas na interface entre o lado voltado para a Terra e o lado não voltado para a Terra, a concentração de sódio, se isso for verificado o modelo ganha força e pode ser usado para um estudo mais completo do nosso satélite.

Para isso é importante novas missões para a Lua.

Fonte:



Artigo:



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Space Today TV Ep.73 - Fobos - A Lua Condenada de Marte

As longas e rasas ondulações que aparecem alinhadas na superfície de Fobos são provavelmente sinais de falhas estruturais que irão no final destruir essa lua de Marte.
Orbitando a apenas 6000 quilômetros acima da superfície de Marte, Fobos está mais próximo do seu planeta do que qualquer outra lua no nosso Sistema Solar. A gravidade de Marte está agindo em Fobos, atraindo-a a cerca de 2 metros a cada século. Assim, os cientistas esperam que a lua será destruída em 30 a 50 milhões de anos.

“Nós acreditamos que Fobos já começou a se romper, e os primeiros sinais dessa ruptura é a produção dessas ondulações”, disse Terry Hurford do Goddard Space Center da NASA, em Greenbelt, Maryland.

As descobertas feitas por Hurford e seus colegas foram apresentadas no dia 10 de Novembro de 2015, no encontro anual da Divisão Planetária da Sociedade Astronômica Americana que aconteceu em National Harbor, Maryland.

As ondulações de Fobos eram pensadas anteriormente como sendo fraturas causadas pelo impacto que gerou a cratera Stickney. Essa colisão foi tão poderosa, que quase arrebentou com Fobos. Contudo, os cientistas eventualmente determinaram que as fraturas não irradiavam da cratera, mas sim de um ponto focal próximo.

Os pesquisadores mais recentemente, propuseram que as ondulações podem ser produzidas por muitos impactos menores de material ejetado de Marte. Mas as novas modelagens feitas por Hurford e seus colegas, suportam a visão que as ondulações são provavelmente marcas de tensão que ocorrem em Fobos que está sendo deformado pelas forças de marés.

A força gravitacional entre Marte e Fobos, produz essas forças de maré. A Terra e a Lua atraem uma a outra da mesma maneira, produzindo as marés nos oceanos e fazendo que tanto o planeta como a lua assumam uma forma achatada.

A mesma explicação foi proposta para as fraturas de Fobos, a décadas atrás, depois que as sondas Viking mandaram imagens para a Terra. Naquele tempo, contudo, acreditava-se que Fobos era um corpo totalmente sólido. Quando as forças de maré foram calculadas, a tensão resultante era muito fraca para fraturar a lua sólida daquele tamanho.

Atualmente, contudo, sabe-se que Fobos, pode ter o seu interior formado pelo empilhamento de material, circundado por uma camada de regolito com cerca de 100 metros de espessura.
Com o interior desse jeito, ele se distorce facilmente pois ele tem pouca resistência e força assim a camada externa a se reajustar. Os pesquisadores acreditam que a camada externa de Fobos se comporta elasticamente e gera a tensão, mas ela é fraca o suficiente de modo que esse stress pode causar a ruptura do satélite.

Tudo isso significa que as forças de maré estão agindo em Fobos podem produzir mais do que o stress suficiente para fraturas a sua superfície. As fraturas previstas por esse modelo se ajustam bem com as ondulações observadas. Essa explicação também se ajusta ao fato de se observar fraturas mais jovens do que outras, indicando que o processo ainda está em andamento.

O mesmo destino pode esperar mas terá a lua Tritão de Netuno, que também está vagarosamente caindo em direção ao planeta e apresenta a superfície também repleta de fraturas. O trabalho também tem explicções para a caça de exoplanetas.

“Nós não podemos fazer imagens diretas desses planetas distantes para saber o que está acontecendo, mas esse trabalho pode ajudar a entender esses sistemas, pois qualquer tipo de planeta caindo em direção a sua estrela se partirá da mesma maneira”, disse Hurford.

Fonte:



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A Lua está ENCOLHENDO - A Água de Marte está Escapando para o Espaço

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Esse canal detém o selo de qualidade da SAB (Sociedade Astronômica Brasileira).

Este canal detém o selo SVBR, Science Vlogs Brasil, que atesta a qualidade da divulgação científica no Youtube:

E a Lua está encolhendo! E a água de marte parece estar escapando do planeta.

Link para o canal ScienceVlogsBrasil e a lista de canais parceiros:

Fontes:





???? A Lua deixará a órbita da Terra? - Documentário em HD - Discovery Science

Você certamente não percebeu, mas a Lua está se afastando de nós. O satélite da Terra está atualmente 18 vezes mais longe do que quando se formou, há 4,5 bilhões de anos.
Sem a Lua, nosso planeta seria irreconhecível.
Os oceanos quase não teriam marés, os dias teriam outra duração e nós poderíamos não estar aqui, de acordo com alguns cientistas que acreditam que a Lua foi fundamental para o início da vida em nosso planeta.
Mas como esse afastamento nos afeta e com que rapidez ele está ocorrendo?
A Lua está se afastando da Terra a uma velocidade de 3,78 centímetros por ano. E graças ao pouso na lua da missão Apollo, da Nasa, entre 1969 e 1972, podemos medir essa distância com incrível precisão. Em três das missões, os astronautas deixaram no satélite unidades retrorefletoras cheias de pequenos espelhos. Desde então, os astrônomos têm disparado raios laser em direção a essas unidades refletoras, para manter um registro exato de o quanto a Lua está se afastando.
Esse afastamento se deve à fricção entre a superfície da Terra e a enorme massa de água que está sobre ela e faz com que, ao longo do tempo, a Terra gire um pouco mais lentamente sobre o seu eixo.
A Terra e a Lua são unidas por uma espécie de abraço gravitacional. Então, à medida que o movimento da Terra diminui, o da Lua acelera. E, quando algo que está em órbita acelera, essa aceleração o empurra para fora.
No entanto, nenhuma dessas consequências deve preocupar: as mudanças são sutis demais para que possamos testemunhá-los.
A Lua nunca vai escapar da Terra. Mesmo que a Terra continue diminuindo sua velocidade, irá girar na mesma velocidade em que orbita a Lua. Nesse momento, a Terra e a Lua vão chegar a um equilíbrio e a Lua deixaria de se afastar.
Mas, muito antes que isso aconteça, o Sol vai se expandir até virar um gigante vermelho e engolir, no processo, a Terra e seu satélite. Dito isso, não há necessidade de se preocupar. Ainda faltam cerca de 5 bilhões de anos para isso acontecer.

MABA FÍSICA - Astronomia - Por que a lua não cai na terra? (Matemática Genial)

MABA FÍSICA - O professor Ricardo do Canal MATEMÁTICA GENIAL, ensina nessa aula sobre Física, o porquê de a Lua não cair na terra. Abordando, Astronomia, Isaac Newton, Satélite, curiosidade, movimento da lua, as Leis de Newton, lei da gravitação universal, corpos, massa e etc.
Inscreva-se (Matemática Genial) goo.gl/kccP4w
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Matemática
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Ângulos


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Divisão de potência com bases iguais - Matemática


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Equação do Primeiro grau


Equação do segundo grau:


Expressões Algébricas


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Fórmula de Bháskara:


Frações - noções básicas


.... G ....

Graus centígrados para Fahrenheit - Aula 02


.... I ....

Inequação do primeiro grau


.... J ....

Juros Compostos - Matemática Financeira


.... L ....

Lei dos cossenos


Lei dos senos


Logarítmo ( log ) - para iniciantes ( parte 01 )


.... M ....

Matrizes


MDC - Máximo divisor comum


MMC - Mínimo Múltiplo Comum


Multiplicação


Multiplicação de frações - Matemática


.... N ....

Números complexos


Número decimal para fração


Números Racionais


.... P ....

PA - Progressão Aritmética:


Parênteses, colchetes e chaves - Potenciação e Radiciação


PG - Progressão geométrica


POLEGADA - como calcular


Polinômios


Porcentagem:


Produtos Notáveis


Proporção:


.... R ....

Raiz de números grandes


Raiz quadrada e Raiz cúbica - Matemática


Razão:


Regra dos Sinais ( mais com menos ...) - Matemática


Regra de três composta


Regra de três simples


.... S ....

Seno e cosseno na circunferência


Seno cosseno tangente


Sistema de equações


Subtração


.... T ....

Triângulos


Teorema de Pitágoras


Teorema de Tales


.... V ....

Volume


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Estudo Mostra Que a Lua Já Teve Atmosfera - Space Today TV Ep.893

A Lua, o nosso único satélite natural guarda ainda muitos segredos, embora seja o objeto mais próximo da Terra, nós sabemos pouco sobre ele.

A sua origem ainda não é algo certo e como foi o passado do nosso satélite é algo que precisa ser desvendado aos poucos.

No passado muito distante, quando o interior da Lua ainda estava quente, gerando plumas magmáticas, o basalto surgia na superfície e fluía por centenas de quilômetros.

Depois de resfriar esses derramamentos basálticos formaram o que chamamos hoje de Mares.

Para a nossa sorte, algumas missões Apollo pousaram nesses mares e então temos amostras de rochas para serem estudadas.

Quando os pesquisadores analisaram essas rochas eles descobriram que esse magma carregava gases, como monóxido de carbono, enxofre e outros elementos voláteis.

Um trabalho recente mostrou que esses gases que vieram à superfície junto com o basalto se acumularam ao redor da Lua formando uma atmosfera. Isso mesmo, no passado a Lua teve uma atmosfera.

A atmosfera lunar teve sua maior espessura no pico de atividade vulcânica na Lua a cerca de 3.5 bilhões de anos atrás, e essa atmosfera persistiu por cerca de 70 milhões de anos antes de ser perdida para o espaço.

Os dois maiores eventos de liberação de gases ocorreu no momento em que os mares da serenidade e o imbrium eram preenchidos por basalto, o que aconteceu há 3.8 e 3.5 bilhòes de anos.

Isso muda completamente a visão que temos da Lua, de um corpo sem ar, sem nada, para um objeto que teve uma atmosfera considerável durante um bom tempo.

A implicação maior disso está no fato de que a quantidade de água que surigiu na superfície lunar foi muito grande, e essa água pode hoje estar aprisionada nas crateras lunares, não só água mas também outros elementos voláteis.

E isso pode servir como ar e combustível para futuros astronautas que explorarem a Lua, além de ajudar a abastecer naves para missões mais distantes.

Pesquisar a Lua é muito importante, entender o máximo sobre o nosso satélite natural é crucial e essas mudanças de paradigma podem guiar a próxima geração da exploração espacial.

Fonte:



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Nova Hipótese Para a Origem da Lua - Space Today TV Ep.1130

A origem da Lua, um dos temas mais estudados na chamada ciência planetária e um dos mais misteriosos também.

Até hoje não se tem certeza de como o nosso único satélite se formou, o que existem são várias hipóteses.

Talvez a mais falada seja aquela em que um objeto do tamanho aproximado de Marte se chocou com a Terra, e após o choque se criou uma nuvem de detritos ao redor da Terra, essa nuvem com o tempo foi se condensando e isso deu origem à Lua.

Mas essa hipótese tem muitos problemas, o principal deles talvez seja com o impacto, a janela para um impacto desse tamanho é muito reduzida, e até mesmo o tamanho do objeto, pois ele teria que bater com um determinado ângulo para gerar material suficiente que viesse a formar a Lua.

Outro problema são os isótopos, a Terra e a Lua possuem basicamente a mesma assinatura isotópica, indicando que tiveram uma mesma origem.

As diferenças também apontam problemas para essa hipótese, como por exemplo, o fato da existência de poucos elementos voláteis na Lua, como potássio, sódio e cobre.

Desse modo, estudar e propor novas hipóteses para a formação do nosso satélite é algo fascinante e que intriga os cientistas planetários.

Acaba de ser publicado no jornal Geophysical Research Letters, uma nova hipótese para a formação da Lua.

Essa nova hipótese também começa com uma colisão massiva.

Mas depois, ao invés de criar um disco de material ao redor da Terra é criada uma synestia.

Uma synestia é um objeto no formado de um donut, que nessa colisão deveria ter 10 vezes o tamanho da Terra, com 10% da rocha da Terra vaporizada, e o resto sendo líquido.

Tudo começa com uma semente uma pequena quantidade de rocha líquida que se aglutina fora do centro da estrutura, à medida que a estrutura esfria, a rocha aporizada se condensa e cai como chuva no centro da synestia.

Uma parte desse material cai no que será a Lua fazendo com que ela cresça.

Com o passar do tempo toda a estrutura se contraí e a Lua emerge do vapor, eventualmente toda a sysnestia se condensa e o que resta é uma bola de rocha líquida em rotação que forma a Terra como conhecemos hoje.

Todo o processo acontece de forma muito rápida cerca de dezenas de anos para formar a Lua e 1000 anos para formar a Terra.

A vantagem desse modelo é que ele explica as discrpâncias do outro, ou seja, a Lua e a Terra são formadas do mesmo objeto, e assim compartilham a mesma marca de isótopos, a falta de elementos voláteis na Lua pode ser explicada pelo fato da Lua ter se formado por um apor super aquecido e a grande pressão.

Mas como todo modelo ele não é perfeito, por exemplo, como o vapor foi perturbado para formar a Lua, como o vapor fluiu para formar a Lua, quando a Lua estava ali nesse vapor, do que ele era composto, essas coisas ainda não explicadas por esse modelo.

O estudo está em estágio preliminar e será refinado e melhorado.

O importante é, não sabemos ainda como a Lua se formou, e ir até lá fazer medidas diretas, seria algo crucial para entenderemos todo processo.

Fonte:



Padrim do Space Today Para a Volta das Lives!!!



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Fim do Yutu e Emirados Árabes Em Marte - Space Today TV Ep.370

Agora algumas notícias do mundo da astronáutica para vocês.

Primeiro vamos falar um pouco do rover chinês na Lua, o Yutu.

No dia 3 de Agosto de 2016, as autoridades chinesas decretaram o encerramento oficial da sua missão.

O rover chegou na Lua em Dezembro de 2013, como parte da missão Chang'e-3 da China. Depois de ter trabalhado aproximadamente por um dia lunar, ou seja, um mês na Terra, ele foi declarado morto em Fevereiro de 2014.

Mas depois ele voltou a dar sinais de vida, mas não podia se mover mais. Apesar de todos os problemas, o rover Yutu assumiu o posto do rover que trabalhou na Lua por mais tempo.

A agência espacial chinesa disse que o Yutu gerou mais de 100 artigos científicos além de realizar uma grande descoberta, sobre as camadas de fluxos de lavas invisíveis até então na Lua.

Embora a missão do Yutu tenha sido declarada como finalizada, o módulo Chang'e-3 ainda está em funcionamento até mesmo com o seu telescópio lunar.

Os planos da China para a Lua são grandes, em 2017 pretendem lançar uma missão que deve recolher amostras no solo lunar e trazer para a Terra.

A segunda notícia é sobre Marte.

Os Emirados Árabes Unidos, isso mesmo, você ouviu bem, vão lançar uma missão para o Planeta Vermelho em 2020.

Até o momento nenhum país árabe lançou qualquer sonda, ou foguete acima da órbita da Terra.

Por isso, a missão tem um papel histórico e tem uma significância regional e mundial muito grande, mostrando que que os árabes também podem entrar na era espacial.

A sonda se chama Hope (esperança em inglês) deve ser lançada em 2020, e agora o mais importante.

Só o fato de terem cogitado isso, já começou a inspirar os jovens a se interessarem por ciência espacial e tecnologia.

A sonda será construída em Dubai pelo Mohammed bin Rashid Space Centre, e o objetivo será estudar a atmosfera de Marte e tentar descobrir, porque um lugar que um dia foi tão parecido com a Terra, agora aparentemente não tem nenhuma forma de vida sustentável.

Realmente, acho que só o Brasil é que não vê a importância na ciência espacial, nem que seja para inspirar uma nova geração ou para marcar o nosso nome regionalmente nessa atividade, estamos ficando cada dia mais para trás na então chamada corrida espacial.

Fontes:







Agradecimento aos Patrões:

Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes

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O Dia Que As Galáxias Nasceram - Space Today TV Ep.355

Na noite do dia 4 de Outubro de 1923, o astrônomo Edwin Hubble, então com 33 anos, usou o Telescópio Hooker do Observatório de Monte Wilson, perto de Los Angeles, na Califórnia, para fazer uma imagem de 40 minutos de exposição de um dos seus objetos favoritos, a então chamada Grande Nebulosa de Andrômeda.

Depois de mais duas noites de observação e imagens, Hubble, pensava ter descobertos três novas na nebulosa, mas ao analisar com cuidado a histórica chapa fotográfica H335H, ele percebeu que estava observando estrelas variáveis Cefeidas. Essas estrelas, devido à sua peculiar variação de brilho permitem que se possa calcular a distância até elas com precisão.

Ao fazer isso, Hubble descobriu que essas estrelas não poderiam fazer parte da nossa própria galáxia, mas sim de outra ilha no universo, da nebulosa, que na verdade, nada mais é que uma galáxia, a Galáxia de Andrômeda.

E foi assim, nas noites de Outubro de 1923, que nasceu o termo galáxia para designar as grandes ilhas espalhadas pelo universo, o resto é história...

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A LUA NÃO É ARTIFICIAL | QUEBRANDO A TEORIA DA ARTIFICIALIDADE DA LUA | ASSISTA ATÉ O FINAL!!!!

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O Que Está Acontecendo Com Sol? - Space Today TV Ep.356

O que está acontecendo com o Sol? Está esfriando? O mundo vai acabar? Era glacial?

Não, nada disso, simplesmente o Sol está entrando no momento em que sua atividade fica mínima dentro do seu ciclo de 11 anos. Com isso, as manchas solares diminuem e as flares e CMEs também.

Mas mesmo assim, ainda existe uma atividade na nossa estrela e isso pode ser comprovado pelas três flares de nível intermediário que entraram em erupção no Sol entre os dia 21 e 23 de Julho de 2016. Essas foram as flares mais intensas registradas no Sol, desde o mês de Abril de 2016.

Fiquem tranquilos, nada de sério está acontecendo, como é mostrado nos gráficos do vídeo a atividade solar é cíclica e estamos caminhando para o mínimo da sua atividade.

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VISTA Revela Os Segredos da M78 - Space Today TV Ep. 464

Quando observamos os objetos no céu sem nenhum equipamento muito especial estamos observando basicamente a parte do espectro eletromagnético chamada de luz visível.

Embora seja de suma importância para tudo que conhecemos, ela é apenas uma pequena parte do espectro que cobre os mais diferentes conteúdos de frequências que se pode imaginar.

No caso do estudo das nebulosas, e principalmente sobre o que acontece no interior desses objetos, a luz visível não tem muito a revelar, pois, as nuvens de poeira e gás são totalmente opacas para esse comprimento de onda.

Porém, se usamos o equipamento certo, acoplado ao instrumento correto, podemos varrer as nuvens de poeira da nossa frente e observar o interior das nebulosas.

Por que isso é importante?

Porque é ali dentro onde as estrelas estão formando, assim, se queremos saber mais sobre o processo de formação das estrelas temos que usar principalmente o comprimento de onda do infravermelho, pois nesse caso as nuvens se tornam transparente e todo o segredo ali guardado nos é revelado.

Basicamente foi isso que um novo estudo da nebulosa de reflexão M78 fez.

Astrônomos do ESO apontaram o instrumento VISTA para essa região, localizada a aproximadamente 1600 anos-luz de distância da Terra na constelação de Orion, um pouco ao norte das três marias, para examinar o processo de formação de novas estrelas que está acontecendo ali dentro.

Quando literalmente aspirou toda a poeira da frente, o VISTA revelou aos astrônomos duas estrelas supergigantes azuis, a HD 38563A e a HD38563B e a estrela responsável por iluminar a nebulosa NGC 2071, vizinha da M78, a HD 290861.

Além dessas enormes estrelas o VISTA revelou também estrelas que estão se formando no interior da nebulosa, destacadas com as cores avermelhadas e amareladas.

Algumas dessas estrelas são do tipo T Tauri, estrelas que embora sejam brilhantes, ainda não estão suficientemente quentes para dar início ao processo de fusão nuclear no seu núcleo.

Esse estudo mostra que usando os potentes equipamentos atualmente disponíveis para os astrônomos e da forma correta é possível entender cada vez mais o início da vida das estrelas, espiando o que acontece no interior das belas nebulosas.

Fonte:



Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Gisele Guedes, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

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ESPAÇONAVE TERRA SEMANA 40 POR QUE ESTAMOS EM ÓRBITA A LUA ESTÁ SE AFASTANDO DA TERRA

ESPAÇONAVE TERRA - SEMANA 37 PLUTÃO PLANETA, ASTERÓIDE OU LUA URANO, DIAS E NOITES DE QUARENTA E DOIS ANOS.flv

Curiosidades da Super Lua - Space Today TV Ep.498

Fato 1 - A Super Lua Não Vai Destruir a Terra

Apesar de alguns sites estarem divulgando isso, não será o fim do mundo, e a Lua não irá destruir o nosso planeta. Não se desespere, a Lua no perigeu é algo normal e a diferença nem é tanta assim.

Fato 2 - A Super Lua Não Deixará Você Maluco

Muitos estudos já foram feitos e mostram que a Lua não afeta de forma alguma o comportamento humano, portanto fique tranquilo que ela não vai te deixar maluco, pode apreciar a vontade!!!

Fato 3 - As Super Luas Não São Iguais

A órbita da Lua ao redor da Terra é uma elipse, e isso faz com que a Lua esteja em pontos diferentes dessa elipse quando está na sua fase cheia, mesmo quando a fase cheia ocorre perto do perigeu, existe uma diferença de distância e isso faz com que cada Lua seja diferente da outra.

Fato 4 - As Luas Próximas do Verão São Maiores

A Terra está mais próxima do Sol nos meses de Dezembro, significando que a gravidade do Sol puxa a Lua para mais próximo do nosso planeta, por conta disso, sim as maiores super Luas acontecem no verão do hemisfério sul.

Fato 5 - As Super Luas Ficarão Menores

Sim, a Lua se afasta da Terra 3.8 cm por ano, assim com o passar de milhões de anos, não teremos mais super Luas. Só para vocês terem uma ideia, a Lua começou a uma distância de 22500 km da Terra, e hoje está na média a cerca de 380000 km.

Fato 6 - A Super Lua Acontece Todo Ano

Sim, todo ano temos esse fenômeno da Lua Cheia no perigeu, pelo menos uma vez, embora seja até mais frequente, entre 2 e 4 vezes por ano.

Ponto importante: A Lua não tem nada de super, os astrônomos nem gostam de usar esse termos, só usamos para facilitar e ilustrar a explicação, o termo correto é Lua Cheia do Perigeu.

Ponto Importante: Essa não é a Lua Cheia do Perigeu mais próxima da Terra nesse século, é apenas a sexta, a maior acontecerá em 2052, e outra tão próxima assim em 2034. Essa é sim a Lua Cheia do Perigeu mais próxima da Terra, desde 1948.

Aproveitem a Lua Cheia!!!

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Đi bơi bị taxi lừa huhuhu( Escape the Waterpark Ooby)

Perseidas 2016 - Space Today TV Ep.380

Todo ano, nessa mesma época começa todo o frenezi pela chuva de meteoros dos Perseidas. Essa chuva de meteoros é causada pelos detritos do cometa 109P/Swift-Tutle deixados na órbita da Terra, quando o nosso planeta cruza essa região, temos a chuva de meteoros.

A chuva fica ativa de 17 de Julho até 26 de Agosto, e o pico acontece na madrugada entre os dias 11 e 12 de Agosto, ou seja, na madrugada de sexta-feira, pouco antes do Sol nascer.

Embora seja muito comentada, principalmente pela imprensa especializada dos EUA, para nós aqui no Brasil, a chuva dos Perseidas não é muito favorável. Em primeiro lugar, o radiante da chuva, na constelação de Perseus fica muito baixo no horizonte, atingindo uma altura melhor já perto do nascer do Sol. Esse ano, ainda temos a Lua para atrapalhar a visualização dos meteoros, e o horário do pico é às 10 da manhã, hora de Brasília, ou seja, tudo conspira para que ela não seja uma chuva muito prolífica.

Os prognósticos são de 150 a 200 meteoros por hora, mas em condições excelentes, com o radiante no zênite e em locais que estarão na madrugada perto da hora de pico. Esse ano, a região do Oceano Pacífico, Japão, China, Austrália.

Mesmo assim, se você quiser observar a chuva, escolha um lugar seguro e escuro, longe da poluição luminosa das cidades, pegue uma cadeira confortável de preferências aquelas que reclinam e fique olhando para o horizonte norte, caso você observe algum meteoro comente no vídeo!!!

Boa sorte a todos que irão observar a chuva de meteoros e fico no aguardo do relato de vocês.

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