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Abrindo A Massinha Magnética Crazy Aaron's - Feat. William (meu filho)

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Abrindo A Massinha Magnética Crazy Aaron's - Feat. William (meu filho)

Hoje, um vídeo diferente para vocês, junto com o meu filho abrimos uma massinha magnética, algo bem legal, desculpa a quem estava esperando vídeo de astronomia, mas as 18:00 terá um. Espero que respeitem meu filho também. E espero que curtam o vídeo, se gostar, trago outros desses!!!

Astrônomos Descobrem o Planeta Natal do Spock - Space Today TV Ep.1469

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Os astrônomos descobriram mais um exoplaneta, e isso já está virando rotina.

Mas antes que você feche o vídeo e comece a me detonar nos comentários, peço um pouco da sua atenção e prometo que esse exoplaneta tem coisas muito especiais.

Existe um projeto que caça exoplanetas que é chamado de Dharma Planet Survey, esse projeto opera um telescópio de 50 polegadas, localizado no topo do Monte Lemmon no Arizona.

E foi usando esse telescópio que os astrônomos resolveram apontar para a estrela HD 26965 e ao fazer a análise de velocidade radial, os astrônomos descobriram um exoplaneta que é uma super-Terra.

A estrela está localizada a 16 anos-luz de distância da Terra, é um pouco mais fria e um pouco menos massiva que o Sol e possui um ciclo de 10.6 anos, bem parecido com o ciclo solar de 11 anos.

Isso faz dessa estrela um local interessante para se ter um planeta com vida ou habitável.

Essa estrela pode ser vista a olho nu no céu.

O planeta, tem cerca de duas vezes o tamanho da Terra e tem uma órbita de 42 dias ao redor da estrela na sua zona habitável.

Essa descoberta é importante pois marca a super-Terra descoberta mais próxima da Terra.

Agora a curiosidade.

Essa estrela tem um outro nome, ela é chamada de 40 Eridani.

Quem aqui for trekker já vai matar a curiosidade.

Para quem não sabe, essa estrela a 40 Eridani é a estrela que abriga o planeta Vulcan, o planeta natal do Sr. Spock da série Jornada nas Estrelas.

Outra coisa interessante, é que a missão da nave Enterprise, onde trabalhava o Spock tinha como missão procurar novos mundos, um objetivo do Dharma Planet Survey.

Agora, qualquer um pode olhar para o céu, observar a estrela 40 Eridani e mandar um alô para o planeta Vulcan quem sabe o Spock não tá por lá.

Lógico que o mais importante nessa descoberta foi mostrar como um telescópio dedicado para essa função de descobrir exoplanetas, pode ajudar a descobrir super-Terras e planetas parecidos com a Terra ao redor de estrelas próximas.

Assim, com um projeto assim em Terra e com projetos espaciais como a TESS, continuamos na nossa missão trekker de descobrir muitos novos mundos.

Fonte:



Artigo:



Vídeo do Marcelo do Hoje no Mundo Militar:

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O Nascimento de Um Pulsar A Partir De Uma Supernova - Space Today TV Ep.1457

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Os astrônomos acreditam ter visto algo inédito, a formação de um pulsar a partir da explosão de uma supernova ultraluminosa. Os astrônomos sabem que isso acontece, mas essa é a primeira vez que conseguem evidências que isso aconteceu. Eles conseguiram então testemunhar o nascimento de um pulsar algo que é extremamente raro. Porém, os detalhes desse processo só serão revelados com os telescópios extremamente grandes da próxima geração.

Fonte:



Artigo:

Galáxia Anã Esconde Buraco Negro Supermassivo - Space Today TV Ep.1413

Quando nós falamos em buracos negros supermassivos, falamos que eles se localizam no centro da maior parte das grandes galáxias.

Normalmente as galáxias elípticas e espirais de grande dimensão, como a Via Láctea, que abriga no seu centro um buraco negro com uma massa de 4 milhões de vezes a massa do Sol.

Porém, no universo existem galáxias bem pequenas, as chamadas galáxias anãs. A Grande Nuvem de Magalhães e a Pequena Nuvem de Magalhães são exemplos de galáxias anãs, que até são grandes para esse tipo de galáxia.

No reino das galáxias anãs existem galáxias menores ainda, as chamadas galáxias anãs ultracompactas. Essas galáxias têm centenas de anos-luz de diâmetro e abrigam poucos milhões de estrelas.

Só para você ter como comparação, a Via Láctea tem cerca de 150 mil anos-luz de diâmetro e abriga cerca de 400 bilhões de estrelas.

Desse modo, se pensarmos intuitivamente seria praticamente impossível encontrar um buraco negro supermassivo numa galáxia anã ultracompacta, certo? Pensou errado meu amigo!!!

Como eu falo, o universo está aí para te dar uma rasteira atrás da outra.

Recentemente os astrônomos estudaram uma dessas galáxias, a UCD3, uma galáxia anã ultracompacta localizada a 70 milhões de anos-luz da Terra, com cerca de 300 anos-luz de diâmetro e com 100 milhões de estrelas e descobriram um buraco negro supermassivo com 3.5 milhões de vezes a massa do Sol, ou seja, quase do tamanho do nosso buraco negro supermassivo.

Se já é complicado explicar a existência das galáxias anãs ultracompactas, imagina explicar que uma galáxia dessas contém um monstro desses.

Ainda mais que no caso dessa galáxia, o buraco negro supermassivo é responsável por 4% da massa da galáxia enquanto que nas grandes galáxias os buracos negros supermassivos equivalem a menos de 1% de sua massa.

São poucas as galáxias anãs ultracompactas conhecidas, isso dificulta muito encontrar uma explicação, acredita-se que essas galáxias sejam restos de galáxias menores que foram arrancados depois da colisão de duas grandes galáxias, ou que elas sejam formadas pela junção de grupos de estrelas.

Os astrônomos descobriram o buraco negro analisando a velocidade com a qual as estrelas giravam na galáxia.

Para saber se buracos negros em galáxias anãs ultracompactas são raros ou não e para tentar encontrar uma explicação definitiva para isso, os astrônomos precisam descobrir mais desse tipo de galáxias e mais galáxias como essas com buracos negros no seu centro.

Enquanto isso, o universo não para de nos surpreender.

Fonte:



Artigo:

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Qual a Máxima Gravidade Que Nós Poderíamos Aguentar? - Space Today TV Ep.1473

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Colonizar um outro mundo, talvez um sonho para muitos dos seres humanos.

Quando se fala nisso, pensamos talvez diretamente em Marte, e sabemos que não seria lá tão complicado, principalmente se estivermos falando da questão da gravidade.

Em Marte a gravidade é cerca de 40% da gravidade na Terra, ou seja, não seria lá tão complicado viver no Planeta Vermelho.

Mas vamos imaginar que já dominamos a viagem interestelar, e queremos pousar a nossa nave imaginária em um mundo distante.

Qual seria a máxima gravidade que o corpo humano, de um ser humano comum poderia aguentar?

Com essa questão na mente, dois pesquisadores resolveram calcular essa gravidade máxima.

Para fazer esse cálculo os autores primeiro calcularam a força compressiva do osso humano.

Com base nisso, eles estimaram que o esqueleto humano poderia suportar uma força gravitacional 90 vezes a gravidade da Terra.

Mas isso se você ficasse parado.

Andando ou correndo o stress nos ossos aumenta, e esse valor teria que ser dividido por 10.

Isso quer dizer que seria possível correr em um planeta com um campo gravitacional cerca de 10 vezes o da Terra, antes que os ossos começassem a quebrar.

Porém, outros fatores precisam ser levados em consideração.

E com os cálculos feitos por ele, o homem mais forte do mundo poderia dar alguns passos em um mundo com uma gravidade, 4.6 vezes maior que a da Terra.

Para as pessoas comuns, um exoplaneta com uma gravidade entre 3 e 4 vezes a gravidade da Terra, seria algo mais realístico para se sobreviver, mesmo assim com um treinamento intensivo e rigoroso.

Para podermos calcular a gravidade nos planetas é preciso principalmente saber sua densidade, e isso basicamente só chegando no planeta.

Porém é possível ter uma boa ideia, ao se saber a massa e o raio de um exoplaneta.

Dos 3605 exoplanetas descobertos, 594 possuem a informação de massa e raio, e desses 422 teriam um campo gravitacional igual ou menor que 3.5 vezes o da Terra.

Agora se você for o homem mais forte da Terra, pode colocar aí mais uns 35 exoplanetas onde você pode caminhar, pelo menos um pouco.

Vídeo da Ned sobre Vulcano:



Fonte:



Artigo:

RemoveDEBRIS: Testada A Rede Para Recolher Lixo Espacial - Space Today TV Ep.1471

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Um dos grandes problemas com todo o crescimento tecnológico que estamos experimentando é o lixo espacial.

A quantidade de satélites, peças, satélites inativos, e detritos que existem na órbita da Terra, já passou de um limite aceitável e as grandes nações que dependem de toda a tecnologia espacial, e nós também, vamos precisar abrir caminho no espaço para colocar novos satélites.

Desde muito tempo já se discute como eliminar, ou pelo menos reduzir a quantidade de lixo espacial na órbita da Terra.

Mas até agora nada de concreto havia sido feito. Uma tentativa japonesa no final de 2017 acabou não dando certo e o experimento queimou na atmosfera junto com a nave onde estava.

Mas esse ano a coisa mudou de figura, eu já trouxe um vídeo aqui no canal falando do experimento conhecido como RemoveDEBRIS.

O RemoveDEBRIS é uma prova de tecnologia que está sendo testada para tentar cuidar do problema do lixo espacial.

O experimento irá testar diferentes métodos para a remoção do lixo espacial.

Um deles é usar um arpão para pegar os satélites, outro é instalar no detrito espacial uma vela que aumentará o arrasto e assim o lixo queimará na atmosfera e a outra tecnologia é jogar uma rede no detrito espacial e com o aumento do arrasto o detrito também queimará na atmosfera.

Em Abril de 2018, o o experimento chegou na ISS a bordo do Falcon 9 da SpaceX e em Junho o pequeno satélite foi lançado da estação e está em órbita desde então.

No último domingo, dia 16 de Setembro, chegou a hora de testar a primeira tecnologia.

O satélite, jogou pequenos cubesats no espaço, esses cubesats inflaram um acessório para poderem ficar maiores do tamanho de um detrito espacial grande, e o satélite então jogou sua rede para capturar o lixo espacial.

A captura foi filmada, e aparentemente funcionou bem.

A ideia é que com a rede, o arrasto aumente, o detrito perca altitude e então queime na atmosfera da Terra, isso deve acontecer em 1 ou 2 meses.

Como eu disse isso é apenas uma prova de tecnologia, caso funcione o equipamento final será equipado com algum tipo de tecnologia para fazer com que o detrito queime na atmosfera mais rapidamente.

Nos meses seguintes, o REmoveDEBRIS ainda irá testar a vela que ele lançará e instalará em um cubesat também para testar e depois o arpão.

Com tudo isso funcionando, teremos então a esperança de um dia podermos limpar a atmosfera da Terra, de coisas inúteis e deixar ali só o que funciona, isso representa uma segurança também, já que esses detritos podem colidir com satélites e até mesmo com estações espaciais.

Vamos aguardar, e assim que os outros experimentos forem testados eu trago aqui para vocês.

Fontes:





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Conheça A Pasta Nuclear - O Material Mais Forte do Universo - Space Today TV Ep.1470

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Quando eu trago vídeos aqui sobre as estrelas de nêutrons, eu sempre falo que é muito importante conhecermos bem esses objetos, pois eles guardam segredos.

Para quem ainda não sabe, uma estrela de nêutrons é o caroço estelar remanescente depois que uma estrela mais massiva que o Sol explode como uma supernova.

As estrelas de nêutrons estão entre os objetos mais densos e compactos do universo.

Nesse ambiente extremo a matéria pode assumir formas e estados nunca antes visto e nem imaginados, mas a análise pode ajudar a porque não tentar reproduzir algo na Terra.

Os astrônomos há muito tempo já imaginam que a superfície das estrelas de nêutrons pode ser muito resistente, porém, acredita-se que em camadas mais internas, a matéria possa estar num estado onde ela se torne o material mais forte, mais resistente do universo.

Para esse material, os astrônomos deram o nome de pasta nuclear.

Mas o quão forte e resistente é essa pasta?

Para saber isso, foram rodadas simulações. E os resultados das simulações mostraram que de fato o material é mais forte que o material da superfície da estrela.

Na realidade, esse material é 10 bilhões de vezes mais forte do que o aço, fazendo com que ele seja considerado até agora o material mais forte do universo.

Só isso já seria um resultado incrível das simulações.

Mas os resultados não pararam por aí, as simulações também mostraram que devido a formação irregular da pasta nuclear, as estrelas de nêutrons podem estar gerando ondas gravitacionais.

Ou seja, toda essa interação seria extrema o suficiente para causar ondulações no tecido do espaço tempo.

E aqui na Terra com detectores muito sensíveis seria possível detectar essas ondas gravitacionais e assim aprender mais ainda sobre as estrelas de nêutrons.

Por isso temos que dar atenção às estrelas de nêutrons e na verdade a todo tipo de objeto no universo, pois sempre temos muito que aprender.

Fonte:



Artigo:

WILLIAN SOARES FILHO MEU

Ondas Gravitacionais E As Dimensões Extras do Universo - Space Today TV Ep.1460

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E a GW170817 não para de ser estudada e revelar coisas importantes sobre o universo.

Chegou agora nesse mundo e não tem ideia do que é a GW170817, vamos a um resumão.

Essa é a onda gravitacional detectada em Agosto de 2017 pelo LIGO e VIRGO proveniente da fusão de duas estrelas de nêutrons, essa onda gravitacional teve o que chamamos de contrapartida no espectro eletromagnético, ou seja, os astrônomos usando seus telescópios tradicionais conseguiram estudar a fonte que a gerou em todos os comprimentos de onda.

Por esse motivo ela é a onda gravitacional mais importante detectada até agora, pois pode ser estudada de diversas maneiras, e os astrônomos não cansam de estudar-la.

Desde que foram detectadas pela primeira vez, existe a esperança de que as ondas gravitacionais podem ajudar a responder alguns dos grande mistérios do universo, como por exemplo, a matéria escura, a energia escura, o comportamento do universo em sua grande escala e até mesmo verificar ou contradizer teorias importantes como a da relatividade.

Existem várias teorias alternativas a teoria da relatividade, principalmente para tentar explicar a matéria e a energia escura.

Uma dessas teorias, sugere que, a grandes distâncias, a gravidade, poderia “vazar” em dimensões extras do universo, e assim quando fosse detectada ela estaria mais fraca e com inconsistências.

E a onda gravitacional, GW170817, foi uma oportunidade para testar essa teoria.

As ondas são detectadas com modelos que são feitos de acordo com o objeto que as gera, nesse caso, os pesquisadores tinham uma boa ideia da geração, pois essa onda gerou sua contrapartida eletromagnética.

Se durante a trajetória tivesse ocorrido o tal vazamento da gravidade para dimensões extras o sinal recebido pelo LIGO seria mais fraco do que ele realmente foi detectado.

Como isso não aconteceu, de acordo com esse experimento e de acordo com a metodologia utilizada, os pesquisadores disseram que o universo continua com suas 4 dimensões, as 3 espaciais e a dimensão temporal, pelo menos na escala de centenas de milhões de anos-luz.

Mas isso é apenas o começo, muitos segredos devem estar guardados nessa onda gravitacional e os pesquisadores não se cansarão de continuar, pesquisando e propondo novas teorias, o melhor é que agora se tem um dado real detectado para comprovar as teorias propostas.

Fonte:



Artigo:

Não Teremos Mais a Fusão e a Explosão de Estrelas em 2022 - Space Today TV Ep.1453

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No ano de 2017, o professor de astronomia do Calvin College, Larry Molnar fez um grande anúncio.

Ele disse que o sistema binário estelare da constelação de cygnus, conhecido como KIC 9832227, localizado a cerca de 1800 anos-luz de distância da Terra, onde uma estrela orbitava a outra a cada 11 horas, iria se fundir, e essa fusão das estrelas iria provocar uma grande explosão que seria observada como uma nova aqui na Terra, em 2022.

Desde então esse é talvez um dos temas mais comentados na astronomia e algumas das questões mais feitas nos comentários de videos e até de lives, quando vai ser a explosão de estrelas, como vai ser.

Agora, 18 meses depois do anúncio do Molnar, um grupo de pesquisadores liderados por Quentin Socia da Universidade de San diego, publicou um artigo reavaliando a previsão feita por Molnar e concluindo que a fusão e nem a explosão irá acontecer.

E o próprio Molnar concordou com isso.

Mas como isso pode ter acontecido?

Vamos tentar explicar.

A previsão feita pelo Molnar, foi baseada em dados, de 2013 até 2016 usaram dados do Calcin Observatory, de 2007 até 2013 usaram dados de arquivos, e eles tinham uma medida de 1999.

A equipe de Socia, resolveu explorar os dados de 1999 até 2007, usando para isso dados de arquivo do Projeto Ames Vulcan da NASA.

E eles encontraram que os eclipses de uma estrela na outra ocorriam meia hora depois do que foi previsto pela hipótese da fusão de Molnar.

com essa meia hora a mais eles conseguiram confirmar muitos valores de 2007 em diante, mas dewscobriram que o valor de 1999 seria uma hora depois.

O valor discrepante de 1999 foi atribuído a um erro tipográfico no artigo publicado.

O artigo deteurpou a hora do exlipse em extamente 12 horas, o que é uma órbita mais 1 hora.

Os valores revisados do passado alteram o futuro e isso resulta em que as estrelas não vão mais se fundir e explodir como uma nova.

Esse trabalho mostra como a ciência deve ser feita, ou seja, questionar e testar as previsões feitas pelos modelos.

Embora seja desapontador para o público, para a ciência é um trabalho muito importante.

Então fiquem tranquilos, pois não teremos mais explosão.

E o Molnar, disse que esse é o trabalho dos cientistas mesmos, e que o Socia e a equipe dele tem méritos em ter ido a fundo na pesquisa, o erro não foi basicamente dele, o erro foi de um valor errado numa tabela antiga que levou a uma prvisão equivocada.

Fonte:



Artigo:

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Bilionário Japonês Voará Ao Redor da Lua em 2023 A Bordo do BFR da SpaceX - Space Today TV Ep.1467

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Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, depois de todo o suspense criado desde a última sexta-feira, Elon Musk, fez a tão esperada palestra da SpaceX para anunciar o nome da pessoa que irá voar até a Lua e voltar a bordo de seus foguete, o BFR.

Mas antes vamos a alguns pontos.

A apresentação começou com o Elon Musk falando sempre sobre a necessidade do ser humano ter uma alternativa e de tornar a raça humana multiplanetária, algo que ele já havia falado na IAC tanto de 2016 como na de 2017.

Após a breve introdução ele apresentou então o seu foguete, o BFR, Big Falcon Rocket.

É a terceira versão desde 2016, quando ele foi apresentado pela primeira vez, depois foi redesenhado em 2017 e agora atualizado para 2018.

Ele mostrou como o foguete irá entrar na atmosfera marciana, e mostrou algumas diferenças com os outros foguetes.

Esse BFR, versão 2018, tem 118 metros de altura total, consegue colocar mais de 100 toneladas de carga na órbita baixa da Terra, a parte útil do foguete tem 55 metros de comprimento, com um volume pressurizado de mais de 1000 metros cúbicos, e o foguete será movido por 7 motores Raptor, diferente dos 6 da versão anterior.

Além disso, o foguete apresentou mudanças nas chamadas grid fins, com a presença de grid fins na parte da frente também e na parte de trás.

O foguete está sendo construído no porto de Los Angeles, e ele mostrou além do desenho do projeto, algumas imagens de partes já prontas.

Ele então usou aquele velho gancho, como financiar esse foguete? E aí veio o grande anúncio da noite.

Surgiu do nada, um japonês, com seus 42 anos de idade, falando um inglês não lá muito bom e que se apresentou como sendo Yusaku Maezawa, um bilionário japonês do ramo da moda, colecionador de arte contemporânea.

Ele disse ser um apaixonado pelo Lua, desde criança, e que ele havia comprado não só uma passagem, mas todas as passagens disponíveis para o voo do BFR para a Lua, um total entre 6 a 8 passagens.

O japonês disse que não pretende ir sozinho, mas sim levar entre 6 e 8 convidados para dar uma volta com ele pela Lua, mas não é qualquer convidado, ele está interessado em artistas, diretores de filme, fotógrafos, estilistas, essas pessoas ajudariam ele a registrar toda a viagem para a nosso satélites.

A data planejada para esse voo acontecer, é em algum momento em 2023, mas o próprio Elon disse em tom irônico/brincalhão, que essa data não é definitiva.

Serão precisos muitos testes, para que o BFR possa voar tranquilamente com uma tripulação.

A viagem de ida até a Lua e a volta vai durar 6 dias.

O elon Musk disse que são necessários 5 bilhões de dólares para fazer o BFR, e que o financiamento do japonês é fundamental para eles finalizarem o projeto.

Musk disse ainda que o plano de voar o humano até Marte em 2024 no BFR ainda está de pé, mas tudo vai depender de como as coisas caminharão agora.

Mezawa criou um projeto para tudo isso chamado de Dear Moon, o site está na descrição do vídeo, e existe um easter Pegg nesse site, quero ver quem descobre, quem descobrir vai na minha última postagem no Instagram e escreve o que é.

Fontes:











Descoberta Galáxia Formada Por 99.99% de Matéria Escura - Space Today TV Ep.408

E a busca pela matéria escura e principalmente sobre o seu entendimento continua.

Dessa vez, os astrônomos usaram dois dos maiores observatórios do mundo, o Gemini Norte e Keck, ambos em Maunakea no Havaí para registrar uma galáxia que é constituída principalmente de matéria escura.

A galáxia se chama Dragonfly 44 e fica localizada na constelação da Coma.

Embora não seja tão distante essa galáxia só foi descoberta em 2015, pelo fato de ser muito apagada.

O que chamou a atenção dos astrônomos, é que a galáxia tem poucas estrelas, que seriam rapidamente arrancadas dali ou separadas, a menos que algo estivesse mantendo-as unidas. E esse algo é justamente a matéria escura.

Os astrônomos resolveram então medir a quantidade de matéria escura na Dragonfly 44, usando para isso o espectrógrafo DEIMOS, instaldo no Keck II.

Assim, por um período de 33.5 horas, eles mediram a velocidade das estrelas e puderam determinar a massa da galáxia. O movimento das estrelas nos diz qual a massa da galáxia, independente do que seja essa massa. Na Dragonfly 44, as estrelas se movem muito rapidamente, o que não condiz com a quantidade de estrelas observadas, ou seja, a massa medida é muito maior do que a massa medida somente com as estrelas.

A massa da galáxia é um trilhão de vezes a massa do Sol, algo muito parecido com a Via Láctea, mas com somente um centésimo de 1% dessa massa está na forma de matéria normal, e 99.99% está na forma de matéria escura.

Com o instrumento GMOS do Gemini, os astrônomos fizeram imagens da galáxia e do halo de aglomerados estelares esféricos ao redor do seu núcleo, mostrando que uma fração relativamente grande de estrelas está na forma de aglomerados compactos.

Essa descoberta é muito importante pois sugere um novo tipo de objeto massivo para ser estudado, objetos mais próximos e maiores que podem finalmente revelar a natureza da matéria escura.

Fonte:



Artigo:



Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Gisele Guedes, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

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O Primeiro Exoplaneta Descoberto Pela TESS - Space Today TV Ep.1468

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Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, fiz um vídeo aqui no canal mostrando a primeira imagem científica da missão TESS.

E disse no vídeo que quando a TESS descobrisse seu primeiro exoplaneta eu faria um vídeo para vocês.

Então qual não foi a surpresa que ontem a noite, futucando o Arxiv.org, me deparo com um artigo onde está relatada a primeira descoberta de um exoplaneta feita pela missão TESS da NASA.

O artigo está na descrição do vídeo, e mesmo que você não leia, guarde, pois tenho certeza que esse será daqui a alguns anos um artigo histórico, para a astronomia e principalmente na área de exoplanetas.

Vamos então aos detalhes da descoberta.

O exoplaneta foi descoberto ao redor da estrela Pi Mensae, na constelação da Montanha da Mesa.

Essa é uma estrela do tipo do Sol, e relativamente brilhante com magnitude 5.7.

A estrela tem 1.1 vezes a massa do Sol e 1.1 vezes o raio do Sol e ela já tinha um exoplaneta que havia sido detectado ao seu redor, um exoplaneta com 10 vezes a massa de Júpiter e um período orbital de 5.7 anos.

Dessa vez, a TESS descobriu um planeta bem mais próximo da estrela e bem menor.

O planeta é classificado como sendo um mini-Netuno ou uma Super-Terra, ele tem 2.14 vezes o raio da Terra e 4.82 vezes a massa da Terra.

Considerando a razão massa/raio, esse exoplaneta descoberto chamado de Pi Mensae c pode ser o que chamamos de um mundo aquático.

O planeta deve ser constituído na sua maioria por elementos leves como água, metano, hidrogênio e hélio.

Pelo fato da estrela estar próxima, cerca de 60 anos-luz de distância da Terra, e ser brilhante, isso é uma grande vantagem para a realização de estudos de espectroscopia para entender a atmosfera e outras características do exoplaneta.

Esse exoplaneta também pode ser um belo candidato para ser imaginado diretamente no futuro próximo com a inauguração dos grandes telescópios.

Então está aí, o primeiro exoplaneta descoberto com os dados da missão TESS da NASA.

Fonte:

Galáxias e Buracos Negros - Uma Relação Cada Vez Mais Misteriosa - Space Today TV Ep.1121

Uma das perguntas mais fascinantes, intrigantes da astronomia moderna, é, como as galáxias se formaram e evoluíram durante os 13.8 bilhões de anos de história do universo?

Estudos já mostraram que quase todas as galáxias massivas do universo possuem no seu centro um buraco negro supermassivo.

E outros estudos mostraram que existe uma relação de massa entre as galáxias e seus buracos negros, o que indica que ambos se desenvolvem de foram conjunta, além de interagirem enquanto essa evolução acontece.

Esse processo que eu chamo de maneira errada, mas de maneira mais descontraída de simbiose, tem um nome e se chama co-evolução das galáxias e de seus buracos negros.

Como eu já trouxe em inúmeros vídeos aqui, os jatos de gás expelidos a partir do disco de acreção dos buracos negros possuem um papel fundamental nesse processo de co-evolução.

Ele afeta o gás molecular que serve para formar estrelas, em determinados casos ele para ou ativa a formação de estrelas entre outros efeitos.

Basicamente os fluxos do disco de acreção influenciam de maneira significante o gás molecular, o CO (monóxido de carbono) e consequentemente a atividade de formação de estrelas nas galáxias.

Os astrônomos então resolveram observar uma determinada galáxia com um buraco negro no seu centro e com um disco de acreção emitidno muita radiação.

Com o ALMA é possível estudar a química desse gás e separar o monóxido de carbono.

O resultado que eles chegaram foi surpreendente, não existe sinal de gás molecular no fluxo emitido pelo disco de acreção, akém disso, a formação de estrelas não é parada nem ativada, isso mostra que o intenso fluxo emitido pelo disco de acreção do buraco negro supermassivo não afeta de forma significante o gás molecular ao redor, nem o processo de formação de estrelas.

Isso vai totalmente contra tudo o que os pesquisadores haviam proposto até o momento, mostrando o quão desafiante é entender a co-evolução e a relação existente entre os buracos negros supermassivos e suas galáxias hospedeiras.

Os pesquisadores pretendem agora, analisar outras galáxias parecidas com essa que foi analisada pelo ALMA para tentar encontrar mais exemplos desse fenômeno, e a partir daí traçar uma explicação convincente para a co-evolução.

Por isso é tão complicado estudar o universo, quando você menos espera, ele vem e te passa uma rasteira.

Se você chegou até aqui nesse vídeo, vai na minha última foto do Insta e escreva #Rasteiradouniverso

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Fonte:



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Lançamento Delta IV Heavy NROL-71

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Foi assim q tudo começou anel magico EP 2

E assim que matheus consegue ficar invisível e teleportar mas ainda nao consegue controlar

Um Dilema Chamado Plutão: Planeta ou Planeta Anão? - Space Today TV Ep.1454

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Em 2006, a União Astronômica Internacional, em votação, decidiu rever o significado de planeta.

Isso aconteceu, muito devido às descobertas de um grande número de objetos no Cinturão de Kuiper, do qual Plutão é como se fosse sua porta de entrada.

Além do fato de ser esférico e orbitar o Sol, o planeta deve ter a sua órbita limpa, ou seja, não deve compartilhar a sua órbita com outros objetos que rivalizam em tamanho com ele.

Com base nisso, Plutão, foi reclassificado como Planeta Anão, e desde então teve início uma grande discussão sobre isso.

DISCLAIMER: Plutão não está nem aí como ele é chamado, isso é apenas uma convenção, se tudo for planeta, imagina quantos milhares de nomes de planetas nossos filhos e netos terão que decorar, por outro lado, como eu falo, se um anão é uma pessoa, um planeta anão é um planeta.

Como essa pequena treta astronômica ainda rende muito, um pesquisador chamado Philip Metzger do Florida space Insitute, resolveu apimentar mais a discussão e publicou um artigo na revista Icarus, sobre a classificação de Plutão.

O artigo dele é baseado numa busca bibliográfica que ele fez onde somente em em um artigo em 1802 é mencionado o fato da órbita ter que ser limpa para ser um planeta.

Além disso ele conta que a divisão, por exemplo, entre planeta e asteroide, veio na década de 1950, quando Gerard Kuiper fez a distinção entre os dois objetos com base na formação.

Metzger diz então que a classificação da UAI é errada pois na literatura o fato de ter a órbita limpa não é considerado como um padrão para definir se um objeto é um planeta ou asteroide.

Ele defende que a classificação deveria ser feita com base em propriedades intrínsecas do objeto e não apenas na dinâmica de sua órbita.

Em defesa dessa tese, Plutão é um mundo muito complexo, ele possui provavelmente um ocenao em subsuperfície, possui uma atmosfera complexa dividida em múltiplas camadas, possui compostos orgânicos, antigos lagos e múltiplos satélites.

Por exemplo, Plutão é mundo muito mais dinâmico do que Marte por exemplo.

Talvez, nem os cientistas esperassem que Plutão seria um mundo tão complexo assim, até 2015 quando a New horizons passou por lá, talvez a maioria dos cientistas esperassem encontrar um undo sem graça, e todos os dados da New horizons surpreenderam e muito os pesquisadores, e talvez, a partir de 2015 essa discussão se tornou ainda mais calorosa.

Bem, não temos muito o que discutir já que a decisão foi tomada pela UAI, mas na minha singela opinião de geofísico, eu acho que deveríamos olhar para outras propriedades, e acho que a New horizons nos apresentou um mundo totalmente novo, um objeto praticamente ativo geologicamente falando, com uma atmosfera complexa e por esse motivo poderiam rever a classificação de planetas incluindo outros requisitos e não somente as propriedades orbitais.

#Plutão

Fonte:



Artigo:



Artigo do Herschel:



Artigo do Kuiper:

FBI Fecha E Evacua Observatório Solar de Forma Misteriosa - Space Today TV Ep.1463

No dia 6 de Setembro de 2018, o FBI fechou o Sunspot Solar Observatory, no Novo México. Perguntado por centenas de meios de comunicação, o FBI e nenhuma autoridade disse o motivo do fechamento, apenas disse que era por conta de uma questão de segurança. Como nenhuma explicação foi dada, isso deu margem a todos os tipos de especulações e conspirações que você pode imaginar: nave alienígena, asteroide assassino, explosão solar assassina, teste de arma secreta, vazamento de Mercúrio, terrorismo, espionagem e por aí vai. O que é realmente? Ninguém sabe, só o dia que o FBI resolver falar, enquanto isso a especulação é livre. Nesse vídeo está liberado qualquer tipo de comentário, podem viajar a vontade.

Fontes:







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