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Alienígenas Presos Na Gravidade de Super-Terras - Space Today TV Ep.1239

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Alienígenas Presos Na Gravidade de Super-Terras - Space Today TV Ep.1239

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Onde estão todos os alienígenas?

Se o universo tem tantas galáxias, estrelas, não é possível que estejamos só, se não estamos só, onde eles foram parar?

Essa é uma pergunta feita constantemente, é a base do Paradoxo de Fermi, da Equação de Drake e de todos que de alguma forma acreditam, estudam ou querem saber sobre os outros seres que habitam o universo.

Recentemente, apareceu uma possível resposta para essa pergunta.

Os alienígenas, estão presos em seus próprios planetas e não podem sair de lá.

Mas como assim presos?

Bem, desde que os astrônomos começaram a descobrir os exoplanetas, podemos dizer que essas questões sobre vida em outros planetas tornaram-se mais discutidas.

Muitos planetas já foram descobertos, alguns perto da zona habitável, outros dentro, porém a grande maioria dos planetas descobertos é maior que a Terra.

São as chamadas super-Terras, além de já terem descobertos uma grande quantidade de júpiter quentes. Mas vamos ficar só com as super-Terras, pois viver num gigante gasoso não deve lá ser algo muito bom.

Com essas informações, um grupo de pesquisadores, resolveu então calcular como seria usar um foguete para sair desses planetas e viajar pelo universo até nos visitar.

Os pesquisadores mostraram que numa super-Terra, para se ter um foguete como o Saturno V da missão Apollo, ele teria uma massa de 440 mil toneladas, ou seja, algo impraticável.

Além disso eles calcularam que para um exoplaneta do tipo super-Terra, que seja 70% maior que a Terra e 10 vezes mais massivo, como é o caso do Kepler-20b, a velocidade de escape é 2.4 vezes maior que a velocidade de escape no nosso planeta.

Só seria viável para uma civilização morando numa super-Terra, se livrar da gravidade de seu planeta com algum tipo alternativo de propulsão, algo do tipo nuclear, ou coisa do gênero.

O pesquisador disse ainda que civilizações em super-Terras, provavelmente usariam sinais de rádio ou algo do tipo para se comunicar, ao invés de mandar uma nave para outro mundo na galáxia.

Eu já sei que vão me chamar de pessimista, principalmente agora, que vou dizer que podemos eliminar as super-Terras da lista de planetas de onde saem os alienígenas.

Não estou dizendo que eles não existam nesses planetas, mas eles estão ali aprisionados, presos pela própria gravidade.

Mas será que ele poderiam usar algum outro tipo de propulsão? O que vocês acham, deixem aí nos comentários se vocês acreditam que existam alienígenas em super-Terras e qual o tipo de propulsão que eles poderiam usar, e vão lá na minha última foto do Instagram e escrevam #AlienSuperTerra.

Fonte:



Artigo:





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Duas Novas Super-Terras Descobertas - Space Today TV Ep.1006

E as descobertas e caracterizações de exoplanetas não param. Estamos mesmo vivendo um momento mágico.

Recentemente, um grupo de pesquisadores revisitou os dados do exoplaneta K2-18b, que foi descoberto em 2015 orbitando a estrela K2-18, uma estrela do tipo anã vermelha, localizada a aproximadamente 111 anos-luz de distância da Terra.

Os pesquisadores usaram o instrumento HARPS instalado no ESO e através das medidas de velocidade radial, os pesquisadores conseguiram medir a massa do exoplaneta e o seu raio.

E por enquanto com a tecnologia disponível, o exoplaneta foi classificado como uma super-Terra, ou seja, ele é na sua maior parte rochoso, com uma pequena atmosfera gasosa, mas é maior que a Terra.

Uma surpresa ao analisar novamente os dados do K2-18b, é que ele tem um planeta companheiro, os pesquisadores conseguiram detectar um sinal de 39 dias relacionado à rotação da estrela K2-18, um sinal de 33 dias relativo à rotação do K2-18b e outro sinal com 9 dias, relativo ao companheiro do K2-18b.

O que os pesquisadores sabem hoje sobre esse sistema é que ele tem um exoplaneta, o K2-18b, que é uma super-Terra, localizado na zona habitável, e o K2-18c, que também parece ser uma super-Terra, mas que está fora da zona habitável, mais próximo da estrela.

Os pesquisadores agora esperam o James Webb estar em funcionamento para tentar estudar a atmosfera do exoplaneta e tentar caracterizar melhor o sistema, até mesmo para tentar confirmar mesmo a existência da segunda super-Terra.

Mais uma descoberta de exoplanetas para a conta.

Fonte:



Artigo:



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ONDE ESTÃO AS CIVILIZAÇÕES ALIENÍGENAS AVANÇADAS? | SPACE TODAY TV EP1866

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E aí, será que a verdade está realmente lá fora?

Se está não sei, mas aparentemente seres alienígenas altamente tecnológicos parecem não estar.

Ou pelo menos ainda não encontramos.

Acabou de ser lançada a maior base de dados já pesquisada pelo Projeto SETI, que pesquisou 1327 estrelas próximas atrás de sinais de vida inteligente.

Essa busca gerou dois artigos um deles publicado no The Astrophysical Journal, onde o seu principal autor, Danny Price diz:

“Não tem nenhuma civilização maravilhosamente avançada tentando se comunicar com a gente através de transmissores incrivelmente potentes”.

Mas ele também diz que possam existir outras explicações para não termos achado nenhuma civilização.

Podemos estar procurando com as frequências erradas, ou os sinais podem estar sofrendo interferência, ou o sinal deles é muito apagado e não conseguimos ainda detectar.

Essa busca do projeto SETI foi conduzida através da Breakthrough Listen um projeto de 10 anos e 100 milhões de dólares financiado pelo bilionário russo Yuri Milner para tentar encontrar algum tipo de tecnoassinatura.

Para isso eles usaram dois dos maiores radiotelescópios do mundo, o Green Bank e o Parkes.

Foram analisados 1 petabyte de dados observando mais de 1000 estrelas num raio de 160 anos-luz da Terra.

Os sinais que foram captados, logo eram analisados e a origem era mundana, celulares, ou satélites.

Todo o dado está disponível para quem quiser pesquisar e isso faz com que essa seja a maior liberação pública de dados do projeto SETI.

Obviamente o processamento dos dados não é algo fácil, mas está tudo aí na descrição para quem quiser se aventurar.

O projeto pretende usar novos radiotelescópios como o MeerKAT na África do Sul para expandir o número de estrelas.

E o importante é não parar.

Os pesquisadores dizem que se um dia encontrarem essa talvez será a maior descoberta já feita pela humanidade.

E aí, será que um dia vamos encontrar?

Será que já encontramos e ninguém quer falar?

E se divulgassem a descoberta, qual seria a reação?

Deixem tudo aí nos comentários.

#SETI #Vida #CivilizacoesInteligentes

Fontes:





Uma Nova Mega Estrutura Alienígena na Via Láctea? - Space Today TV Ep.1586

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Os astrônomos descobriram uma segunda estrela na nossa galáxia que apresenta um comportamento estranho, lembrando muito o da KIC 8462852, a Estrela de Tabby. Essa estrela é conhecida como VVV-WIT-07 e apresenta uma queda de brilho de cerca de 80%, ou seja, muito mais estranha que a Estrela de Tabby. Os astrônomos não sabem ao certo o que é ainda, e pretendem observar de forma mais intensiva a estrela para tentar chegar a uma resposta.

#NovaMegaEstruturaAlienígena

Fonte:



Artigo:

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VÊNUS NÃO É O PLANETA MAIS PRÓXIMO DA TERRA!É MERCÚRIO | SPACE TODAY TV EP.1747

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Qual o planeta mais próximo da Terra?

Com toda a certeza você deve ter respondido Vênus.

Qualquer um, em qualquer tabela que você olhar, vai chegar a conclusão de que Vênus é o planeta mais próximo da Terra.

Mas todos podem estar errados, e na verdade, Mercúrio é o planeta mais próximo da Terra.

Vamos tentar entender tudo isso.

A primeira coisa, Vênus é o planeta que chega mais perto da Terra, durante a órbita de ambos ao redor do Sol, quando estão na sua maior aproximação a distância entre os dois é de 0.28 UA, essa continua sendo a menor distância entre a Terra e um planeta do Sistema Solar.

Agora, na média, no decorrer das órbitas, o planeta Mercúrio é o mais próximo da Terra.

O método usado até então para calcular essa órbita média fazia a seguinte conta, subtraia o raio médio de uma órbita mais interna, do raio médio de uma órbita mais externa.

Embora essa conta seja intuitiva, essa distância média entre cada ponto de duas elipses concêntricas, seria a diferença em seus raios, e na realidade, essa diferença deterina somente a distância média dos pontos mais próximos das elipses.

É possível melhorar um pouco essa conta, calculando a distância média do ponto mais próximo entre as duas órbitas e do ponto mais distante entre elas, e assim a distância média entre a Terra e Vênus seria de 1UA.

Mas o cálculo correto é um pouco mais complicado.

A maneira mais precisa de se capturar a distância média entre planetas é usando o método conhecido como Point-Circle Method, ou PCM.

O PCM trata as órbitas de dois objetos como sendo circular, concêntrica e coplanar.

Para o Sistema Solar, essa é uma boa premissa. Os oito planetas têm uma inclinação média de 2.6 graus, mais ou menos, 2.2 graus com relação a eclíptica e a excentricidade média das órbitas é de 0.06 mais ou menos 0.06.

Um objeto numa órbita circular mantém uma velocidade constante.

Os pesquisadores consideraram a posição do planeta num dado tempo , como sendo uma distribuição probabilística unifrome ao redor do círculo definido pelo raio orbital médio, como mostra a figura A.

A distância média entre dois planetas pode ser descrita como sendo a distância média de cada ponto no círculo c2, definida por r2, até cada ponto no círuclo c1, definido por r1.

Devido a simetria rotacional, a distância média d de um ponto particular em c2 até cada ponto em c1 é a mesma para qualquer ponto escolhido em c2.

A distância média d é também equivalente à distância média de um único ponto em c2 até cada ponto em c1, como mostra a figura b

Assim, a distância média d, pode ser determinada, integrando a distância ponto-a-ponto ao redor de c1, e a equação acima define o método PCM.

nessa equação, E(x) é uma integral elíptica de segunda ordem.

E assim, fazendo as contas para Mercúrio e Vênus, temos o seguinte.

A distância média entre a Terra e Vênus é de 1.14 UA e entre a Terra e Mercúrio é de 1.04 UA.

A partir do PCM, foi possível notar que a distância entre dois corpos em órbita é mínima, quando a órbita interna está no mínimo.

Isso criou um corolário, chamado de Corolário Whirly-Dirly, em homenagem a um episódio do rick and Morty.

Para dois corpos com órbitas aproximadamente coplanares, concêntricas e circulares, a distância média entre eles diminui à medida que o raio da órbita mais interna diminui.

Mercúrio tem um raio orbital médio de 0.39 UA, Vênus de 0.72, então Mercúrio está mais perto da Terra em média.

Na verdade isso funciona para todos os outros planetas do sistema solar, e Mercúrio é o mais próximo de Netuno, isso só não funciona para Plutão, por exemplo, que tem uma inclinação de 17 graus e uma excentricidade de 0.25 ou seja, escapa das premissas propostas pelo corolário.

Para validar tudo isso, os pesquisadores fizeram uma simulação em Python, usando uma biblioteca, chamada de PyEphem.

o resultado da simulação vocês estão vendo aí, prestem atenção nos gráficos na parte de baixo, onde vocês têm uma barra verde e azul, a verde fica oscilando, pois ela mostra a variação da distância entre os planetas.

E a azul é a média da distância.

tem também uma linha ligando os planetas, para podermos ver bem a distância entre eles.

O ponto é que como Mercúrio está mais próximo do Sol e orbita mais rápido a nossa estrela, ele fica mais tempo, mais perto da Terra, do que Vênus, que tem uma órbita mais lenta, embora, repetindo, o planeta que chega mais perto da Terra ainda é Vênus, mas na média é Mercúrio o planeta mais próximo de nós.

E no que isso pode alterar alguma coisa.

Pode ajudar a aplicar o método PCM para corpos em órbitas e melhorar o planejamento de satélites de relay de dados.

E aí, o que acharam disso?

Fonte:

Sazonalidade Atmosférica Na Busca Por Vida Alienígena - Space Today TV Ep.1245

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Nos muitos planetas já descobertos fora do Sistema Solar que podem ser potencialmente habitáveis, uma pergunta que não para na cabeça de quem os estuda é a seguinte, como saber se esse planeta pode ser habitado, será que vive alguém lá?

Essa é uma pergunta muito complicada de ser respondida, primeiro porque não podemos visitar esses planetas, a única coisa que podemos fazer é estudá-los, aqui da Terra.

Para esse tipo de estudo existe uma expressão muito legal que é a chamada bioassinatura, ou seja, de alguma forma procurar, na atmosfera desses planetas por impressòes digitais da vida.

Essa não é uma tarefa nada fácil também, pois o simples fato de se basear em medidas de gases na atmosfera pode levar a interpretaçòes erradas.

Vamos usar como exemplo a Terra, enquanto o nosso planeta orbita o Sol, a sua inclinação faz com que um determinado hemisfério receba mais ou menos luz do Sol num determinado intervalo de tempo.

Isso muda o clima, muda o comprimento de dos dias e também muda a composição atmosférica local.

Por exemplo, numa região com muita vegetação, as plantas crescem no verão reduzindo os níveis de dióxido de carbono na atmosfera e aumentando os níveis de oxig6enio.

Isso indica que estudar a atmosfera de um planeta é uma maneira de buscar por bioassinaturas, além disso, o estudo precisa ser dinâmico, pois essa assinatura pode mudar de estaçào para estação, e até mesmo essa mudança pode indicar se um planeta é ou não habitado ou habitável.

Com isso em mente um grupo de pesquisadores resolveu estudar esse tipo de variação como bioassinatura, e para fazer esse estudo apelaram mais uma vez para as simulações computacionais.

Eles modelaram a flutuação de diferentes tipos de gases na atmosfera de um exoplaneta, gases esses que podem estar relacionados com algum tipo de vida e concluíram que o oz6onio (O3) que é produzido na atmosfera através de reações do gás oxigênio produzido pela vida, seri aum marcador mais facilmente medido para uma variabilidade sazonal do que o O2 propriamente dito.

A ambiguidade ao medir esses gases e relacionar eles com a vida pode ser muito grande, por exemplo, tanto o oxigênio como o metano podem ser produzidos por processos biológicos ou geológicos.

Por isso esses modelos são de fundamental importância para serem usados pelos telescópios de próxima geração tanto em terra como no espaço.

Uma maneira de detectar essas mudanças é acompanhar o planeta no decorrer de sua órbita e analisar como a concentração desses gases muda na atmosfera, existirão situações que as mudanças serão praticamente impossíveis de serem explicadas sem a presença de vida.

Essas variações nos gases também irá depender da idade do planeta e do tipo do planeta.

Agora tudo começa a se juntar, a importância de se ter uma boa técnica de caracterização atmosférica de exoplanetas, o porque estudar qualquer que seja a atmosfera, tudo isso são informaçòes que no final irào agregar para quem sabe um dia se descobrir vida em algum outro planeta do universo.

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HUBBLE OBSERVA ALGO QUE NÃO DEVERIA EXISTIR | SPACE TODAY TV EP1888

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Que os buracos negros são objetos estranhos, acho que ninguém tem mais dúvida.

Além de estranhos são também muito misteriosos.

Antes de entendermos o que o Hubble descobriu, é preciso entender uma coisa.

No universo, no centro da maior parte das grandes galáxias, existem buracos negros supermassivos, esses buracos negros podem ser muito ativos, como os AGNs, que englobam, os quasars, os blazars, as rádio galáxias, ou podem ser buracos negros que não são tão ativos assim, ou seja, não estão se alimentando de forma voraz.

Nos buracos negros supermassivos ativos, os astrônomos costumam encontrar um disco de material ao redor desse buraco negro, já nos outros tipos esse disco não deveria existir.

Esses discos são muito importantes, pois neles é possível, por exemplo, testar a Teoria Geral da Relatividade de Albert Einstein, já que, como o disco está mergulhado no campo gravitacional intenso do buraco negro, a luz é desviada, fazendo com que os astrônomos possam entender o processo.

Pelo menos é o que nos diz a teoria.

O problema, que na prática a teoria é outra.

Os astrônomos observaram a galáxia conhecida como NGC 3147, localizada a aproximadamente 130 milhões de anos-luz de distância da Terra.

Essa galáxia possui um buraco negro supermassivo em seu centro com uma massa equivalente a 150 milhões de vezes a massa do Sol.

A surpresa dos astrônomos, foi que, ao apontar o Hubble para essa galáxia eles puderam detectar a presença de um disco.

Disco esse onde o material está acelerado a 10% da velocidade da luz, fazendo com que o gás brilhe de forma intensa.

Obviamente, que os astrônomos não observaram o disco como você deve estar pensando, eles usaram um espectrógrafo que divide a luz em todos os comprimentos de onda, e onde os astrônomos podem então determinar a velocidade, a temperatura e outras características do objeto.

Isso só é possível de ser feito com o Hubble e o seu espectrógrafo, pois, aqui da Terra, a luz das estrelas da galáxia interferem na detecção desse disco.

O disco encontrado nessa galáxia é uma versão reduzida do que é encontrado nos quasars.

Isso indica que os modelos que os astrônomos usam para estudar esse tipo de galáxia nesse caso falharam.

Será que o modelo está totalmente falho?

Para isso, os astrônomos pretendem usar o Hubble para estudar outras galáxias parecidas e ver se esse disco está presente, e assim pensar em novos modelos.

Isso nos mostra que os buracos negros são muito mais estranhos do que a gente pensa e que o Hubble, mesmo chegando aos 30 anos no ano que vem, ainda é uma ferramenta fundamental para a astronomia.

#Hubble #BuracosNegros

Fontes:







CURIOSITY REVELA SEGREDOS DE MONTANHA MARCIANA | SPACE TODAY TV EP.1689

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Aqui na Terra, quando nós queremos conhecer como é a subsuperfície usamos técnicas geofísicas, que podem nos dar informações importantes, sobre como é o interior do nosso planeta.

Uma dessas técnicas é a gravimetria.

Basicamente, você mede a gravidade em diferentes pontos, sim, a gravidade varia de ponto a ponto, dependendo da massa, da densdiade que está na subsuperfície, e depois de fazer o que chamamos de um perfil gravimétrico, você pode entender propriedades como a porosidade, a densidade, a massa do que está em subsuperfície.

Esse método é muito bom para encontrar rochas que possam ter água, além de identificar diferentes tipos de minerais.

Será que em outro planeta é possível fazer o mesmo tipo de análise.

Só não é possível como foi feito.

O rover Curiosity que está explorando Marte desde 2012, fez o primeiro perfil gravimétrico em um outro planeta.

Para isso ele usou uma série de acelerômetros que ele possui, para medir a variação na gravidade de Marte, principalmente na montanha no meio da cratera Gale, o Monte sharp.

Com mais de 700 medidas arquivadas de acelerômetro os pesquisadores puderam então concluir que:

As camadas inferiores do Monte Sharp são surpreendentemente porosas, indicando que o peso de material acima não era muito grande.

Na conta dos pesquisadores, eles encontraram que o Monte charp foi compactado por menos de 1.6 km de material, se comparado com os 5 km de material que preenche a cratera Gale.

Isso adiciona uma peça a mais no quebracabeça que é tentar desvendar como o Monte sharp se formou. Mas levanta muitas outras questões, que o rover deve tentar resolver com mais dados.

#Marte #Curiosity

Fonte:



Terraformar Marte É Impossível Com a Tecnologia Atual - Space Today TV Ep.1390

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Um dos temas mais comentados atualmente, principalmente quando se fala na colonização de Marte é a terraformação do Planeta Vermelho.

Terraformar Marte, quer dizer, a grosso modo, transformar o planeta que hoje é inóspito para viver num lugar mais amigável para a vida, com uma atmosfera mais espessa, água líquida na superfície, poder plantar, produzir algo e criar uma colônia autosustentável.

Terraformar Marte, obviamente é algo muito mais complexo que isso e vem sendo estudado de forma exaustiva por muitos pesquisadores ao redor do mundo.

Pode-se dizer que a primeira etapa nesse processo de terraformação seria transformar a atmosfera de Marte, deixar ela mais espessa, e isso seria feito aumentando a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, isso esquentaria o planeta e deixaria a atmosfera bem mais espessa que a fina atmosfera que existe hoje.

Basicamente Marte, tem H20 e CO2 que poderia de alguma forma ser usado para a dar início ao processo de terraformação de Marte.

Será que seria possível então usar o H2O e o CO2 de Marte para esquentar o planeta, e espessar a sua atmosfera?

Em um artigo publicado na revista Nature Astronomy pesquisadores falaram que usando as tecnologias disponíveis hoje, terraformar Marte é algo impossível de se fazer.

O H2O e o CO2 que existe em Marte está armazenado nas calotas polares e nas rochas.

Usando dados de sondas como a MAVEN, os pesquisadores calcularam a quantidade de H20 e CO2 em Marte e concluíram que a quantidade é insuficiente para que possa ser usado para espessar a atmosfera e esquentar o planeta.

A quantidade acessível de CO2 em Marte seria capaz de aumentar menos de 10 graus Celsius, e de acordo com os pesquisadores, isso não faria a menor diferença em Marte, para deixar o planeta amigável para vida.

Além disso, se existir mais CO2 em Marte, ele deve estar em locais de difícil acesso e isso inviabilizaria a sua retirada e o processo de lançamento dele na atmosfera.

Nós sabemos que existe uma grande quantidade de CO2 nas calotas polares, e o Elon Musk, no passado chegou a sugerir bombardear as calotas polares com bombas nucleares para liberar o CO2 e o próprio solo de Marte com explosivos para aumentar a quantidade de poeira na atmosfera e assim aquecer o planeta.

Porém essa e várias outras ideias ficam só na proposta teórica, pois na prática é totalmente impossível e inviável de ser feita com a tecnologia existente hoje.

Apesar de tudo isso, óbvio que Marte, por estar relativamente próximo, e sabermos bem como chegar lá, é o melhor candidato que temos hoje para transformar e deixar parecido com o nosso planeta, mas isso ainda deve demorar muito tempo.

Um dos pesquisadores diz que, nós, hoje somos especialistas em aquecer um planeta, estamos fazendo isso com a Terra, derramando CO2 na sua atmosfera como se não houvesse amanhã e se tivesse CO2 suficiente em Marte para fazermos esse processo, em 100 anos seria possível aquecer o planeta Vermelho, com a tecnologia disponível.

Portanto, hoje, pode-se afirmar que é impossível terraformar o planeta Marte.

fontes:







Artigo:

O FIM DA TERRA PLANA - O NOVO MODELO 3D DO NOSSO PLANETA | SPACE TODAY TV EP.1831

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Pensei que o dia de falar novamente da Terra plana nunca ia chegar, mas ele chegou, e chegou graças ao novo modelo 3D desenvolvido para explicar a estrutura do nosso planeta que é redondinho e lindo, sempre foi e sempre será. Um trabalho magnífico, com o estado da arte da geofísica. O artigo completo encontra-se abaixo para quem quiser se aprofundar!!!

#FimDaTerraPlana #Geofisica

Fontes:



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Internet Enlouquece Com Possibilidade do Oumuamua Ser Nave Alienígena - Space Today TV Ep.1566

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Era algo esperado, a pequena possibilidade do Oumuamua ser uma nava alienígena explodiu a internet. Já passamos por algo parecido com a Estrela de Tabby. Nesse vídeo vou explicar tudo direitinho para vocês.!!!

#MeetESO

Fontes e artigo:











Descoberto Misterioso Planeta Solitário - Space Today TV Ep.1397

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Existem determinados objetos no universo, que são como se fossem planetas, mas eles não estão acompanhados de nenhuma estrela, eles são chamados em inglês de rogue planets, e podemos traduzir como planetas órfãos, ou planetas errantes, embora planeta já signifique errante.

Além disso, outro objeto intrigante no universo são as anãs marrons, que não são nem planetas nem estrelas, na verdade os astrônomos acreditam que as anãs marrons sejam o elo entre os planetas e as estrelas.

Os astrônomos estabeleceram uma massa de 13 vezes a massa de Júpiter para que um objeto deixe de ser um planeta e passe a ser uma anã marrom.

Mas nem tudo na astronomia é assim tão fácil e como eu falo sempre, quando você acha que está tudo resolvido o universo vem e te aplica uma bela de uma rasteira.

Isso aconteceu novamente, usando o VLA, o Very Large Array os astrônomos descobriram um objeto que tem massa planetária, mas que não orbita estrela alguma.

Esse objeto tem 12.7 vezes a massa de Júpiter e fica localizado a 20 anos-luz de distância da Terra, depois de algumas campanhas de observação descobriram que ele é relativamente novo com 200 milhões de anos e tem uma temperatura superficial de 825 graus Celsius.

Esse objeto só foi descoberto pelo VLA graças ao fato dele ter auroras, sim, auroras, como os planetas no sistema solar.

A grande questão é como um objeto solto, que vaga sem ter uma estrela tem aurora, já que para isso é preciso campo magnético e partículas energizadas de uma estrela?

Esse objeto tem um campo magnético 200 vezes mais intenso que o de Júpiter, mas ele não tem uma estrela próxima, fica aí mais um mistério para ser resolvido.

Os astrônomos também estão em dúvida em como classificar o objeto, anã marrom, ou um planeta órfão gigantesco, para acabar com isso, resolveram chamar de objeto de massa planetária.

MAs o importante disso é que o VLA foi capaz de detectar o campo magnético e a aurora desse objeto, com isso os pesquisadores poderão entender qual o mecanismo que gera essas auroras.

Além disso, eles disseram que o VLA pode ser uma nova ferramenta para caçar exoplanetas, pois exoplanetas grandes podem ter também auroras que teriam suas assinaturas detectadas pelo VLA.

E agora eu fico aqui pensando com meus botões, será que o próprio planeta 9 não poderia ser detectado dessa maneira, pela assinatura nas ondas de rádio? Fica aí a dica para os astrônomos !!!

Fonte:



Vídeo do Poligonautas:

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EVIDÊNCIAS DE VIDA EM MARTE? | SPACE TODAY TV EP.1763

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Em um artigo publicado no Journal of Astrobiology and Space Science Reviews, um grupo de pesquisadores avaliou mais de 200 trabalhos sobre Marte, com imagens dos rovers Opportunity, Spirit e Curiosity. As imagens foram analisadas comparando-as com imagens feitas na Terra, e através dessas análises, os pesquisadores defendem que existem cogumelos, fungos e outros tipos de vida no planeta Marte.

Obviamente não é, são formações rochosas , mas de certa forma, esse artigo teve uma certa repercussão.

#Marte #Vida

Fontes:



O GRANDE ATRATOR | SPACE TODAY TV EP1954

OUÇA O SEGUNDO EPISÓDIO DO PODCAST HORIZONTE DE EVENTOS:



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Atendendo a muitos pedidos trago hoje um vídeo para conversar com vocês sobre o Grande Atrator, uma região no universo, que parece estar atraindo tudo a sua volta, além do Grande Atrator vamos conhecer também o superaglomerado Shapley, uma estrutura maior ainda que atraí tudo num raio de 1 bilhão de anos-luz de distância. Se prepare para uma viagem no universo da grande escala!!

#GrandeAtrator #SuperaglomeradoShapley #Gravidade

O QUE ACONTECEU COM O LANDER BERESHEET? | SPACE TODAY TV EP.1778

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Nessa última quinta-feira, dia 11 de Abril de 2019, em meio a toda a alegria da semana com foto de buraco negro e Falcon Heavy, tivemos um momento de tristeza.

O lander lunar israelense, Beresheet, na sua tentativa de pousar na Lua, não obteve sucesso.

O lander teve um custo total de 100 milhões de dólares, começou com um projeto para o concurso Google Lunar XPrize, mas mesmo com o fim do concurso pelo google, os empreendedores continuaram desenvolvendo o Beresheet.

foram 8 anos no total.

Nos últimos 2 meses depois do seu lançamento, o lander ficou orbitando a Terra, para então partir para a Lua.

No dia 4 de Abril, entrou na órbita do nosso satélite, e no dia 11 de Abril se preparou para o pouso no Mar da Serenidade.

A equipe da missão Beresheet já sabe o que aconteceu.

De acordo com os engenheiros uma cadeia de eventos fez com que o motor do lander tivesse um mal funcionamento.

A apenas 14 km de distância da Lua foi impossível parar o lander.

O motor principal reiniciou no momento errado, quando já era tarde demais e o lander colidiu com a Lua a uma velocidade estimada de 500 km/h.

Os sinais de rádioenviados pelo lander não eram como o esperado para o pouso.

Mostravam uma linha sem os picos que eles queriam ver, indicando que a pequena sonda deve ter se despedaçado depois de ter se chocado com o solo lunar.

A equipe disse que na próxima semana irá realizar mais testes para entender melhor o que pode ter acontecido.

Foi um momento muito triste, mas mesmo assim israel está de parabéns pois se tornou a sétima nação a mandar uma sonda que orbitou a Lua.

Os envolvidos na missão disseram que continuarão com o projeto da Beresheet 2 para que a próxima geração possa pousar na Lua com segurança.

#Beresheet #Lua #Israel

Fonte:

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ALIENÍGENAS ESTÃO PRESOS EM SEUS PLANETAS

Um pesquisador independente afiliado ao Observatório Sonneberg na Alemanha, diz que um dos desafios para as civilizações alienígenas que procuram explorar o espaço seria gerar impulso suficiente para escapar das forças gravitacionais de seus planetas. Então eles estão presos por sua gravidade? Descubra em nosso novo vídeo!

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UMA NOVA TEORIA SOBRE O SURGIMENTO DA VIDA NA TERRA | SPACE TODAY TV EP.1682

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Como a vida surgiu na Terra?

Está outra pergunta que incomoda muito a todos, principalmente aos cientistas planetários, astrônomos, biólogos, e geólogos.

No início do sistema solar, a cerca de 4.4. bilhões de anos atrás, a Terra era pequena, como Marte é hoje, ela tinha um núcleo e um manto, mas esse manto era pobre em elementos como nitrog6enio, carbono e enxofre, elementos esses essenciais para a vida.

Desse modo, algo deve ter acontecido com o nosso planeta para que elementos viessem parar aqui e dessem origem para a vida.

Uma das hipóteses mais faladas é o impacto de asteroides, principalmente os asteroides carbonáceos condritos, nessa época o Sistema Solar era um lugar conturbado e muitas colisões ocorriam, mas esses asteroides podem ter trazido os elementos voláteis para o nosso planeta.

Um ponto a favor dessa hipótese é que as razões de diferentes isótopos de nitrogênio, carbono e hidrogênio na Terra se ajustam com a dos asteroides e com as de meteoritos encontrados no nosso planeta.

O ponto contra é que a razão de carbono e hidrogênio é muito diferente, enquanto que nos meteoritos a razão de carbono para nitrogênio é de 20 para 1, na Terra, é de 40 para 1.

Então para tentar explicar essa discrepância, um grupo de pesquisadores fez a seguinte pergunta, e se o choque com outro planeta tivesse trazido esses elementos para a Terra?

A Terra pode sim ter colidido com muitos planetas no início do sistema solar, existe até a hipótese, talvez a mais válida de que a Lua tenha se formado numa dessas colisões.

Então os pesquisadores foram no laboratório e recriaram condições de alta temperatura e pressão, na qual o núcleo do planeta se formou.

Adicionaram outros elementos, variaram a temperatura e a pressão e criaram cenários onde esses elementos poderiam se dividir entre o núcleo e o resto do planeta.

Depois eles foram para o computador e rodaram simulações, inserindo valores de carbono, nitrog6enio e enxofre encontrados nas camadas mais externas da Terra juntamente com o comportamento dos voláteis.

E depois de rodar 1 bilhão de simulações, chegaram a conclusão que o cenário mais provável seria que a Terra colidiu com um objeto que tinha aproximadamente o tamanho de Marte, e que continha cerca de 25 a 30% de enxofre em seu núcleo.

Um cenário que é muito parecido com o cenário mais defendido sobre a formação da nossa Lua.

Até mesmo pesquisadores que não participaram da pesquisa estão animados com os resultados, já que isso é na verdade o resultado de anos de trabalhos feitos por diferentes grupos de pesquisa ao redor do mundo.

Podemos estar chegando bem perto de entender como a vida surgiu no nosso planeta, o que seria muito interessante para podermos entender a possibilidade de vida em outros cantos do universo.

#VidaNaTerra #Vida

Fonte:



Artigo:

Space Today TV Ep.169 - O Novo Mapa de Gravidade de Marte

- 3 sondas da NASA na órbita de Marte, a Mars Global Surveyor, a Mars Odyssey e a Mars Reconnaissance Orbiter, foram usadas para que os pesquisadores do MIT fizessem o mapa mais detalhado da gravidade do Planeta Marte, mapa esse que faz com que possamos ter uma ideia de como é o interior do Planeta Vermelho.

- O mapa de gravidade funciona como um raio-X no ser humano, ele permite investigar o interior do planeta. Na Terra, as medidas de gravidade têm diversas aplicações, como delinear as bordas de bacias sedimentares, procurar por possíveis locais com água e determinados tipos de minérios.

- O mapa de gravidade de Marte é muito importante para a exploração futura do planeta, pois com ele será possível determinar a formação de determinadas regiões, identificar possíveis locais de pouso e melhorar as manobras das sondas na órbita de Marte.

- À medida que as sondas orbitam Marte, elas são puxadas menos ou mais para perto do planeta e com isso é possível inferir a gravidade do planeta. Existem alguns problemas e outros efeitos que afetam as órbitas das sondas, foram usados 16 anos de dados coletados e foram necessários 2 anos de processamento, para que todos os outros efeitos fossem removidos e só ficasse o efeito da gravidade sob as sondas.

- Esse novo mapa de gravidade mostra anomalias de gravidade com 100 quilômetros de diâmetro e foi possível determinar a espessura da crosta de Marte com uma resolução de 120 quilômetros, além, obviamente sde se tentar encontrar explicações para determinadas feições observadas.

- A partir desse novo mapa de gravidade, os cientistas já sugerem a explicação para algumas feições formadas na frotneira que divide as terras baixas suaves na porção norte de Marte, das terras altas repletas de cratera da porção sul do planeta.

- Um exemplo, existe uma anomalia de gravidade menor entre Acidalia Planitia e Tempe Terra, essa região anteriormente era interpretada como sendo um sistema de canais soterrados que levava água e sedimentos das terras altas do sul para as terras baixas do norte a bilhões de anos atrás. Com esse novo mapa de gravidade foi possível observar que essas feições correm perpendiculares à topografia local, o que seria contrário ao fluxo normal da água. Assim, com o mapa novo de gravidade de MArte foi possível encontrar uma outra hipótese, a flexura, ou entortamento da litosfera do planeta, devido a formação da Região Tharsis, que é o platô vulcânico de MArte com milhares de quilômetros de extensão e onde estão os maiores vulcões do Sistema solar. À medida que a Região Tharsis se formou, o seu peso enorme flexurou a litosfera gerando essa anomalia de baixa gravidade.

- Além disso, a equipe de cientistas confirmou a presença de um núcleo externo líquido em Marte formado de rocha derretida, o que fará com que os geofísicos melhorem os modelos da estrutura interna de MArte.

- E com a observação de como a gravidade mudou em Marte nos últimos 11 anos, que corresponde ao período de maior atividade do Sol, a equipe pôde inferir a quantidade massiva de dióxido de carbono que congela na calota polar de Marte quando a região está no inverno. E também foi possível observar como a massa se movimentou entre os polos norte e sul com a mudança de estações. A equipe determinou que aproximadamente de 3 a 4 trilhões de toneladas de dióxido de carbono congelam nas calotas polares norte e sul de MArte, respectivamente, o que corresponde a 12 e 16% da massa de toda a atmosfera de Marte.

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Revelando Os Mistérios do Lado Noturno de Vênus - Space Today TV Ep.861

Vênus é um mundo estranho, além de temperaturas que giram na casa dos 500 graus, chuvas de ácido sulfúrico castigando a superfície e pressão na superfície, 90 vezes a pressão na Terra, o planeta é único no sistema solar, por ter o dia maior que o ano. O dia em Vênus dura 243 dias terrestres e seu ano dura 225 dias terrestres.

Como resultado dessa característica única, Vênus tem um lado que podemos chamar de lado diurno, que recebe uma grande quantidade de luz solar, e outro lado que é o chamado lado noturno que recebe bem pouca luz do Sol.

O lado diurno de Vênus é relativamente bem entendido, bem estudado e os pesquisadores sabem os processos que ocorrem com as nuvens ali. E o lado noturno? Esse é um mistério, ou pelo menos era até agora.

Pela primeira vez na história, pesquisadores usaram dados da sonda Venus Express para estudar em detalhe o lado noturno de Vênus e o que eles descobriram foi surpreendente.

A atmosfera de Vênus é tão espessa, que ela tem quase que vida própria e características bem únicas.

Em Vênus existe a chamada super rotação, ou seja, os ventos na alta atmosfera venusiana tem uma velocidade 60 vezes maior do que os ventos que sopram perto da superfície do planeta. Essa super rotação é verificada em altitudes de 65 a 72 km da superfície.

Como o lado noturno de Vênus nunca tinha sido explorado de forma detalhada até então, os modelos de circulação atmosférica do planeta previam que a super rotação acontecia de maneira uniforme pela atmosfera do planeta.

Mas ao investigar o lado noturno de Vênus com o instrumento chamdo VIRTIS, que nada mais é que um Espectrômetro Térmico Infravermelho, os pesquisadores descobriram que a atmosfera de Vênus é bem mais complexa do que eles pensavam antes, ou seja, o lado noturno de Vênus tem suas próprias características atmosféricas.

Os dados da sonda Venus Express mostraram que as nuvens do lado noturno de Vênus geram diferentes formas, morfologias.

No lado noturno de Vênus os pesquisadores encontraram grande ondulações, nuvens despedaçadas, nuvens irregulares e padrões de filamentos que eles nunca tinham visto antes no lado diurno de Vênus.

Além disso os pesquisadores identificaram que o lado noturno é dominado por um fenômeno conhecido como ondas estacionárias, ou as chamadas ondas de gravidade, essas ondas são muito misteriosas, pois elas não se movem juntamente com a atmosfera.

No lado diurno de Vênus, os pesquisadores já tinham identificado uma relação forte entre as feições topográficas do planeta e os movimentos atmosféricos.

E os modelos de circulação atmosférica levavam isso em consideração.

Mas isso não acontece com as ondas estacionárias, elas foram observadas no hemisfério sul do planeta, que tem feições topográficas baixas, e elas estão ausente em níveis intermediários como os 50 km de altura.

Isso faz com que essas ondas estacionários desafiem todos os modelos climáticos para Vênus, se transformam num grande mistério, pois os pesquisadores não sabem de onde elas veem e mostra que conhecemos muito pouco sobre o planeta Vênus.

Estudar o lado noturno de Vênus está fazendo com que os pesquisadores literalmente joguem pela janela todos os modelos sobre o planeta e voltem para o básico, será preciso começar do zero.

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COMO SERÁ O PRÓXIMO SUPERCONTINENTE DO PLANETA TERRA? | SPACE TODAY TV EP1892

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O planeta Terra está em constante alteração, há 310 milhões de anos tínhamos o supercontinente chamado Pangea. Mas como será o futuro, como será o próximo supercontinente do nosso planeta? A resposta não é única e nem certa, mas existem cenários para isso. Assista o vídeo, descubra e vote no seu favorito!!!

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