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Alienígenas Presos Na Gravidade de Super-Terras - Space Today TV Ep.1239

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Alienígenas Presos Na Gravidade de Super-Terras - Space Today TV Ep.1239

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Onde estão todos os alienígenas?

Se o universo tem tantas galáxias, estrelas, não é possível que estejamos só, se não estamos só, onde eles foram parar?

Essa é uma pergunta feita constantemente, é a base do Paradoxo de Fermi, da Equação de Drake e de todos que de alguma forma acreditam, estudam ou querem saber sobre os outros seres que habitam o universo.

Recentemente, apareceu uma possível resposta para essa pergunta.

Os alienígenas, estão presos em seus próprios planetas e não podem sair de lá.

Mas como assim presos?

Bem, desde que os astrônomos começaram a descobrir os exoplanetas, podemos dizer que essas questões sobre vida em outros planetas tornaram-se mais discutidas.

Muitos planetas já foram descobertos, alguns perto da zona habitável, outros dentro, porém a grande maioria dos planetas descobertos é maior que a Terra.

São as chamadas super-Terras, além de já terem descobertos uma grande quantidade de júpiter quentes. Mas vamos ficar só com as super-Terras, pois viver num gigante gasoso não deve lá ser algo muito bom.

Com essas informações, um grupo de pesquisadores, resolveu então calcular como seria usar um foguete para sair desses planetas e viajar pelo universo até nos visitar.

Os pesquisadores mostraram que numa super-Terra, para se ter um foguete como o Saturno V da missão Apollo, ele teria uma massa de 440 mil toneladas, ou seja, algo impraticável.

Além disso eles calcularam que para um exoplaneta do tipo super-Terra, que seja 70% maior que a Terra e 10 vezes mais massivo, como é o caso do Kepler-20b, a velocidade de escape é 2.4 vezes maior que a velocidade de escape no nosso planeta.

Só seria viável para uma civilização morando numa super-Terra, se livrar da gravidade de seu planeta com algum tipo alternativo de propulsão, algo do tipo nuclear, ou coisa do gênero.

O pesquisador disse ainda que civilizações em super-Terras, provavelmente usariam sinais de rádio ou algo do tipo para se comunicar, ao invés de mandar uma nave para outro mundo na galáxia.

Eu já sei que vão me chamar de pessimista, principalmente agora, que vou dizer que podemos eliminar as super-Terras da lista de planetas de onde saem os alienígenas.

Não estou dizendo que eles não existam nesses planetas, mas eles estão ali aprisionados, presos pela própria gravidade.

Mas será que ele poderiam usar algum outro tipo de propulsão? O que vocês acham, deixem aí nos comentários se vocês acreditam que existam alienígenas em super-Terras e qual o tipo de propulsão que eles poderiam usar, e vão lá na minha última foto do Instagram e escrevam #AlienSuperTerra.

Fonte:



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Procurando Civilizações Extraterrestres Em 1 Milhão de Estrelas - Space Today TV Ep.1508

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E a busca por vida no universo não para!!!

Na maior clima do filme Contato, o projeto Breakthrough Listen, uma iniciativa de 100 milhões de dólares encabeçada pelo bilionário da internet, o russo Yuri Milner, acaba de fechar um acordo que será um passo gigante na busca por vida.

O Breakthrough Listen, atualmente usa as antenas de Green Bank e de Parkes para pesquisar sinais de rádios coerentes no universo.

A rotina dos observatórios não é alterada, a iniciativa instala o seu equipamento na antena para receber os dados de milhares de estrelas na busca de um alô de outro mundo.

Agora, eles fecharam acordo com outro gigantesco observatório, ou melhor dizendo rádio observatório.

O MEERKat, um conjunto de 64 antenas com 13.5 metros de diâmetro cada uma, que está instalado na África do Sul e que começou a funcionar recentemente, já recebeu o instrumento que será utilizado para ouvir, nada mais, nada menos que 1 milhão de estrelas.

Para quem não se lembra no filme Contato, o projeto SETI usa as antenas de um rádio observatório para realizar essa mesma busca.

O Breakthrough Listen pode ser considerado uma extensão do projeto SETI e a utilização das 64 antenas do MeerKat representa uma grande atualização do projeto que tem o objetivo claro de procurar por vida no universo.

A parte boa é que os dados obtidos pelo Listen são disponibilizados, ou seja, qualquer pessoa pode pegar os dados desenvolver o seu algoritmo e vasculhar por sinais coerentes.

E aí, será que dessa vez vamos fazer contato com alguma civilização? Façam suas apostas!!!

Fonte:



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Super-Terra Descoberta Em Estrela Próxima - Space Today TV Ep.727

Atualmente vivemos uma época muito interessante na astronomia, quando, nos idos de 1980, 1990, pensávamos que poderíamos acordar e ler sem muito espanto que um exoplaneta do tipo Super-Terra havia sido descoberto.

Hoje esse tipo de notícia já é algo normal de se ler.

Super-Terra, é uma classificação dada aos exoplanetas que são mais massivos que o nosso planeta, mas a sua massa não excede a massa de Netuno.

Uma Super-Terra tem massa entre 2 e 4 vezes a massa da Terra, e alguns chamam de Mini-Netunos.

Recentemente um grupo de astrônomos europeus descobriu uma Super-Terra ao redor de uma estrela próxima.

A estrela se chama GJ 625 e está localizada a cerca de 21 anos-luz de distância da Terra, é uma estral anã do tipo M, classificada como M2.

As estrelas do tipo M são onde com mais frequência aparecem os exoplanetas rochosos de massa relativamente baixa.

Essas estrelas até podem abrigar planetas parecidos com a Terra, mas devido a sua atividade, que acaba gerando ambiguidades nas interpretações, não é uma tarefa fácil encontrar esses planetas ao redor dessas estrelas.

Os astrônomos utilizaram o Telescopio Nazionale Galileo no Observatório de Roque de los Muchachos na Ilha de La Palma nas Ilhas Canárias, e o instrumento HARPS-N, instalado nele, esse é um espectrógrafo capaz de medir com precisão a velocidade radial das estrelas.

Os astrônomos analisaram desde 2013, 151 séries de velocidade radial da estrela GJ 625, para então poder concluir a presença de um exoplaneta do tipo Super-Terra orbitando a estrela na borda interna da zona habitável da estrela.

O exoplaneta chamado de GJ 625-b tem uma massa mínima de 2.8 vezes a massa da Terra, o que faz dele o exoplaneta mais leve já encontrado ao redor de uma estrela M2 até o momento.

O planeta leva 14.6 dias para dar uma volta ao redor da estrela e está localizado a cerca de 0.08 UA da estrela. Essa é uma distância bem próxima, só para se ter como comparação, Mercúrio orbita o sol, a 0.38 UA.

A temperatura média na superfície do planeta é de 350 K, os astrônomos concluíram que dependendo da atmosfera, esse exoplaneta poderia abrigar água no estado líquido, porém mais observações serão necessárias para se interpretar de forma conclusiva a presença de água no exoplaneta.

Fonte:



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Descobertas 3 Super-Terras Transitando Estrela - Space Today TV Ep.1133

É realmente impressionante como a ciência envolvendo a descoberta de exoplanetas avança a passos largos.

São quase 4000 exoplanetas já confirmados, e mesmo assim, quase que toda semana temos descobertas importantes envolvendo os planetas que orbitam outras estrelas.

Ontem mesmo trouxe o vídeo que mostrou o espectro mais completo já feito até agora da atmosfera de um exoplaneta, o que representa um grande avanço para essa área do conhecimento.

E quando você acha que não pode ter mais tanta novidade assim, os cientistas aparecem com outra novidade interessante.

Nesse mundo dos exoplanetas, descobrir 1 já é muito bom, mas as coisas tornam-se interessantes quando é descoberto um sistema planetário com mais de 1 planeta.

Nesse caso a quantidade já não é tão grande assim. E por isso que cada descoberta de um sistema planetário múltiplo é tratada com tanta atenção.

Um grupo de pesquisadores acaba de anunciar a descoberta de um sistema planetário múltiplo, e que além disso, é composto por 3 super-Terras que transitam sua estrela.

Isso torna o sistema da estrela GJ 9827 um dos poucos conhecidos com essa característica, ou seja, múltiplos planetas pouco mmaiores que a Terra transitando a estrela.

Os 3 planetas descobertos descobertos possuem raios de 1.3, 1.6 e 2.1 vezes o raio da Terra, orbitam sua estrela a 1.2, 3.6 e 6.2 dias respectiamente, estão localizados a aproximadamente 100 anos-luz de distância da Terra, e possuem temperaturas de 1172, 811 e 680 Kelvin respectivamente.

Mas o mais interessante desse sistema além de ser múltiplo, e composto por super-Terras, é que os 3 exoplanetas poderão ter suas atmosferas estudadas posteriormente em detalhe.

Essa descoberta é passada para o Hubble, Spitzer e posteriormente para o James Webb, que farão então o trabalho de caracterização completa da atmosfera dos exoplanetas.

Por isso, todas essas descobertas são importantes, pois a cada descoberta feita, além de você aumentar a estatística de exoplanetas conhecidos, você também tem a chance em determinados casos de estudar as suas atmosferas, e isso faz com que você teste, calibre e melhore os métodos de análise atmosférica de exoplanetas.

Realmente é uma das áreas da astronomia que avança com maior velocidade e apresentando resultados fantásticos, praticamente a cada dia.

Fonte:



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Duas Novas Super-Terras Descobertas - Space Today TV Ep.1006

E as descobertas e caracterizações de exoplanetas não param. Estamos mesmo vivendo um momento mágico.

Recentemente, um grupo de pesquisadores revisitou os dados do exoplaneta K2-18b, que foi descoberto em 2015 orbitando a estrela K2-18, uma estrela do tipo anã vermelha, localizada a aproximadamente 111 anos-luz de distância da Terra.

Os pesquisadores usaram o instrumento HARPS instalado no ESO e através das medidas de velocidade radial, os pesquisadores conseguiram medir a massa do exoplaneta e o seu raio.

E por enquanto com a tecnologia disponível, o exoplaneta foi classificado como uma super-Terra, ou seja, ele é na sua maior parte rochoso, com uma pequena atmosfera gasosa, mas é maior que a Terra.

Uma surpresa ao analisar novamente os dados do K2-18b, é que ele tem um planeta companheiro, os pesquisadores conseguiram detectar um sinal de 39 dias relacionado à rotação da estrela K2-18, um sinal de 33 dias relativo à rotação do K2-18b e outro sinal com 9 dias, relativo ao companheiro do K2-18b.

O que os pesquisadores sabem hoje sobre esse sistema é que ele tem um exoplaneta, o K2-18b, que é uma super-Terra, localizado na zona habitável, e o K2-18c, que também parece ser uma super-Terra, mas que está fora da zona habitável, mais próximo da estrela.

Os pesquisadores agora esperam o James Webb estar em funcionamento para tentar estudar a atmosfera do exoplaneta e tentar caracterizar melhor o sistema, até mesmo para tentar confirmar mesmo a existência da segunda super-Terra.

Mais uma descoberta de exoplanetas para a conta.

Fonte:



Artigo:



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Detecção de Atmosfera na Super-Terra GJ 1132b - Space Today TV Ep.668

Eu já falei para vocês muitas vezes, que os exoplanetas são divididos de acordo com sua massa e raio.

Temos os Júpiteres Quentes, Super Netunos e temos também, aqueles que se parecem mais com a Terra.

Esses exoplanetas são chamados de Super Terras, eles possuem 1.6 vezes a massa da Terra e 1.4 vezes o raio do nosso planeta.

Obviamente que por serem menores do que os outros exoplanetas, eles são mais difíceis de serem estudados, mas são os mais desejados, pois se a busca por vida em outro lugar no universo é um desejo do ser humano ela deve ser procurada nesse tipo de exoplanetas.

Mas como estudar esses exoplanetas, sem as imagens deles?

Para isso, os cientistas desenvolveram métodos que estudam a atmosfera presente nesses exoplanetas, ao estudar atmosfera é possível determinar propriedades importantes dos exoplanetas como densidade, a composição química do planeta, sua história e até mesmo a presença de bioassinaturas.

Até então as atmosferas dos Júpiteres Quentes eram bem estudadas e conhecidas e a de exoplanetas menores, não.

Mas isso acaba de mudar, um grupo de pesquisadores usando um telescópio de 2.2 metros no ESO/MPG acabou de detectar a atmosfera ao redor de uma Super Terra.

O exoplaneta em questão é o GJ 1132b.

Ele orbita a estrela GJ 1132, que é uma anã vermelha, localizada a 39 anos-luz de distância da Terra na constelação de Vela, a cada 1.6 dias.

A descoberta foi feita usando o instrumento GROND e estudando o exoplaneta, os pesquisadores notaram que ele parecia maior do que seus modelos indicavam, isso levou à conclusão da presença de uma atmosfera ao redor do planeta, como a atmosfera é opaca para o comprimento de onda do infravermelho, mas transparente para os demais o planeta se apresentava de tamanho diferente.

Foram realizadas várias simulações sobre como seria a atmosfera desse exoplaneta e de acordo com os modelos que melhor se ajustaram aos dados, a atmosfera é rica em água e metano.

Além disso, analisando a atmosfera, os pesquisadores concluíram que o exoplaneta deve ser um mundo de água.

A descoberta abre uma porta gigantesca de pesquisa, já que as anãs do tipo M, são as mais comuns e mostram um alto nível de atividade, assim, pode-se dizer que as pré-condições para a vida no universo são relativamente comuns.

Os pesquisadores continuarão estudando esse exoplaneta, e claro que quando o James Webb for lançado em 2018, esse será um dos seus alvos mais importante.

Fonte:



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Terraformando o Planeta Marte - Space Today TV Ep.259

Uma das ideias mais sensacionais no que diz respeito à conquista de Marte, terraformar o Planeta Vermelho, deixá-lo parecido com a Terra, para que nós, humanos possamos colonizar e viver por lá sem problema. Mas será que está certo fazermos isso? Deixem nos comentários sua opinião sobre essa polêmica ideia.

Leia no blog Space Today:



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Provavelmente Nunca Ouviremos Os Sinais de Alienígenas - Space Today TV Ep.1150

Procurar vida pelo universo sempre foi algo que de certo modo atormentou a mente humana.

Em 1961 o astrofísico Frank Drake, resolveu equacionar a chance, a probabilidade de se encontrar vida no universo, e criou a famosa Equação de Drake.

Basicamente, a Equação de Drake tenta estimar o número de civilizações inteligentes extra-terrestres que existiriam dentro da nossa galáxia num determinado tempo.

Essa equação sempre foi muito discutida, muitos cálculos já foram feitos utilizando a equação e muito já se falou sobre as consequências de seus resultados.

Recentemente, um grupo de pesquisadores, grupo esse que o próprio Francis Drake faz parte, publicou um estudo que na verdade é uma tentativa de atualizar a Equação de Drake.

Para estudar melhor a equação e poder tentar tirar alguma conclusão dela esse grupo de pesquisadores partiu de algumas premissas.

A primeira eles assumiram que civilizações tecnologicamente avançadas estão nascendo e morrendo na nossa galáxia a uma taxa constante.

E a segunda premissa é que as civilizações não vão emitir sinais indefinidamente, mas sim, esses sinais serão emitidos durante um determinado intervalo de tempo.

Com essas duas premissas, eles criaram um modelo da nossa galáxia para determinar se a humanidade teria qualquer chance de algum dia detectar esses sinais emitidos.

Eles basicamente geraram emissões aleatórias dentro da galáxia, essas emissões geram conchas esféricas de sinal.

A interesecção de cada concha com a galáxia cria no final um anel.

A probablidade desse anel cruzar um ponto específico, por exemplo, a Terra é a razão entre a área do anel e a área da galáxia, isso dá o número N de sinais que intereceptam a Terra.

No modelo, dois casos emergiram, em um deles a concha de radiaçào é mais fina que o tamanho da Via Láctea, ou mais grossa.

No primeiro caso, a concha de radiação emitida preencheria somente uma pequena porção da galáxia fazendo sua detecção muito pouco provável, no segundo caso, com a concha de radiação maior que a galáxia, talvez a detecção fosse mais provável.

Tudo isso somado ao fator tempo, fez com que os pesquisadores chegassem à seguinte conclusão.

Provavelmente no decorrer da nossa vida não iremos encontrar evidências de uma inteligência extra-terrestre, por um lado, é muito complicado registrar a transmissão e por outro, se detectarmos, provavelmente a transmissão será de uma civilização que já foi extinta.

Os próprios autores falam no artigo que esse é um modelo simples, mas é um primeiro modelo, algo que ninguém tinha feito até agora.

Eles pretendem melhorar, atualizar, adicionar complexidades a esse modelo para que possam ir refinando os resultados e suas conclusões.

Até agora só vimos as pessoas falando por aí da Equação de Drake, sem as vezes nem saber sobre o que ela trata, esses caras aí sentaram a bunda e resolveram trabalhar com ela de uma forma mais quantitativa e o resultado está aí apresentado.

Link para o vídeo do Café e Ciência:



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Parem de Procurar Pelos ETs - Estamos Sozinhos no Universo - Space Today TV Ep.1320

****Pesquisa do Space Today:



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De alguma forma, querendo ou não, o tema de existir, ou somente de procurar por outra forma de vida pelo universo, é algo extremamente intrigante e que passa pela cabeça de todos.

Existe uma certa lógica por trás de tudo isso, com um universo tão grande, beirando o infinito, com trilhões de galáxias e tudo mais, com certeza existe alguma vida inteligente por aí em algum canto desse universo.

Ah, antes que eu me esqueça, nesse vídeo aqui, vida quer dizer, vida inteligente, avançada, assim como a nossa ou mais ainda.

Para se tentar sair do simples achismo, duas coisas importante aconteceram com a busca de vida no universo.

Uma delas foi nos anos 1950 quando o físico Enrico Fermi criou o que chamamos de paradoxo de Fermi, cuja a ideia é a seguinte, dado o tamanho do universo, a idade do universo, a quantidade de estrelas, alguma civilização avançada que exista no universo, já deveria ter entrado em contato com a humanidade, no entanto sabemos que isso ainda não aconteceu, então, veio a pergunta que marca o paradoxo, Onde estão todas as civilizações inteligente?

Para dar um caráter analítico para o Paradoxo de Fermi em 1961, o astrônomo Frank Drake formulou a famosa Equação de Drake, onde se tenta estimar o número de civilizaçòes inteligentes que existem no universo.

Na equação, a letra N, o que se procura, seria o número de vicilizações dentro da Via Láctea capazes de emitir um sinal eletromagnético detectável, e esse número é determinado por uma série de outros fatores .

A equação é criticada por muitos adorada por tantos outros, mas se você pensar de um certo modo ela é uma tentaiva de organizar a nossa ignorância sobre a existência de vida no universo.

Muitos já tentaram resolver a equação, dando número exatos para cada parâmetros, ou dando estimativas para cada um dos parâmetros.

Algumas soluções indicam que possa sim haver outras civilizações no universo, enquanto outros pesquisadores afirmam que estamos sozinhos.

Dessa vez três físicos resolveram juntar o paradoxo de Fermi, a equação de Drake, modelagens estatísticas, incertezas e com tudo isso tentaram chegar a um valor para N.

A abordagem adotada por eles foi totalmente nova, eles usaram o que chamamos de distribuição de probabilidade para cada um dos parâmetros da equação.

A distribuição de probabilidades reflete muito bem o nosso atual entendimento científico.

O que eles descobriram é que o grau de incerteza seria muito elevado, com muitas ordens de grandeza.

Com isso, quando eles atualizam os valores na luz da observação de Fermi, eles descobrem uma grande probabilidade de nós estamos sozinhos não só na nossa galáxia mas também no universo observável.

A resposta para o Fermi, de acordo com esses físicos, Onde estão todos eles?

Provavelmente extremamente longe de nós e bem possivelmente além do horizonte cosmológico, e jamais serão alcançados.

Essa é uma tentativa de tentar resolver a equação do ponto de vista estatístico, não quer dizer que está totalmente certo, é isso e pronto.

Na verdade, qualquer um pode pegar a equação e tentar resolver ela de alguma maneira cientifciamente embasada, de modo que possa obter outra resposta.

antes de criticar, me chamar de pessimista, me xingar e tudo mais, leia o artigo, combinado.

Fonte:



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É Possível Encontrar Megaestruturas Alienígenas Ao Redor de Pulsares? - Space Today TV Ep.710

Desde Outubro de 2015, quando a estrela de Tabby entrou nas nossas vidas, um outro termo interessante também passou a fazer parte das discussões sobre a existência de vida no universo, a Esfera de Dyson.

Essa ideia foi proposta nos anos 1960, por dois pesquisadores Freeman Dyson e Nikolai Kardashev, e ela diz que uma civilização poderia construir uma esfera em forma de uma megaestrutura ao redor da sua estrela para dali obter energia.

A esfera de Dyson, porém sofre dos mesmos problemas das outras ideias sobre a vida no universo, se ela existe, porque ainda não as encontramos. E no caso da esfera de Dyson que é uma mega estrutura porque não encontramos agora quando temos telescópios voltados especificamente para isso?

Outro problema é que existem n explicações que também poderiam explicar algo que poderia ser uma esfera de Dyson, e assim devido à grande ambiguidade não se pode afirmar com certeza sobre isso.

Agora, um outro pesquisador, chamado Osmanov veio com uma ideia revolucionária. Segundo ele, as esferas de Dyson existem sim, nós é que estamos olhando nos lugares errados.

A ideia consiste em basicamente duas coisas, primeiro a esfera de Dyson não é uma esfera completa, maciça, mas sim um conjunto de anéis e segundo, ela não está em qualquer estrela, mas sim ao redor dos pulsares, estrelas de nêutrons em rotação acelerada.

De acordo com ele seria até possível medir o tamanho das esferas, ou dos anéis dependendo da velocidade dos pulsares.

E se isso tudo já não fosse louco o suficiente, ele ainda propõe que essas esferas seriam observáveis, não na luz visível mas no infravermelho e diz que poderíamos usar a tecnologia atual do VLT, e WISE para identificar as estruturas.

Levando em considerações as distâncias, o tipo de estrela e o tamanho da estrutura, Osmanov estima que devam existir entre 43 e 85 candidatos a possuir uma esfera de Dyson ao seu redor no volume observável do espaço. E eles espera que campanhas de observação sejam feitas com a tecnologia atual e também com os próximos telescópios que estão por vir.

A ideia é no mínimo interessante, o tema de busca por vida inteligente extraterrestre é sempre fascinante, mas eu quero mesmo é saber a opinião de vocês, seria possível anéis de Dyson ao redor de pulsares, além disso, será que poderíamos observar esses anéis aqui da Terra, e por fim, será que existe uma civilização capaz de construir essas megaestruturas ao redor dos pulsares? Deixem nos comentários.

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A Possibilidade de Vida Em Europa - Space Today TV Ep.1125

Europa, junto com Encélado e Titã seriam os mundos no nosso Sistema Solar mais digamos, propícios para que a vida possa se desenvolver.

Europa possui uma crosta de gelo de aproximadamente 10 km de espessura, e abaixo dela, abriga um oceano de água líquida, que pode ter até 100 km de profundidade.

A proximidade com o planeta Júpiter, e a interação gravitacional com o planeta, faz com que, embora na sua superfície a temperatura chegue próxima do zero absoluto, o oceano submerso é quente, já que o satélite sofre uma intensa força de maré.

Como eu falo aqui em geologia, os geólogos usam estudos de análogos na Terra para entender, por exemplo, como é a geologia de Marte, no caso da vida, os astrobiólogos usam também estudos de análogos na Terra, para entender se por acaso, Europa, Encélado, Titã ou outros mundos poderiam abrigar a vida.

Um grupo de astrobiólogos, liderados pelo Douglas Galante da missão Garatea e pesquisador da Universidade de Sào Paulo, fez exatamente isso, procurou na Terra, análogos para entender se a vida poderia existir em Europa.

O grupo de pesquisadores estudo a Mina de Ouro Mponeng na África do Sul.

A 2.8 km de profundidade, eles encontraram traços de grandes mudanças relacionadas com a história da vida na Terra e um contexto que é análogo ao de Europa.

Eles descobriram uma bactéria, que sobreviveu dentro da mina, sem a luz do Sol.

Nas profundezas da mina existem vazamentos de água através de fraturas nas rochas que possuem ur6anio radioativo, o urânio quebra as moléculas de água e produz radicais livres que atacam as rochas ao redor produzindo sulfatos. A bactéria usa o sulfato para sintetizar um nucleotideo responsável por armazenar energia nas céulas.

Essa é a primeira vez que se descobre um ecossistema sobrevivendo à base de energia nuclear.

Esse ambiente é muito parecido com o que existe no assoalho do oceano de Europa.

Como eu já falei aqui, para a vida se desenvolver além da água é necessário ter uma fonte de energia, essas fontes são as emanações hidrotermais, semelhantes àquelas onde na Terra, a vida deve ter começado.

A atividade biológica é baseada nas diferenças de concentração de moléculas, íons, ou elétrons, em diferentes regiões, isso acaba produzindo um fluxo numa certa direção, permitindo assim a ocorrência da fotossíntese, respiração celular, produção de nucleotídeos e outros processos comuns para o início da vida.

O grupo do douglas avaliou como o desequilíbrio químico em Europa poderia ser iniciado pela emanação de água levando a uma cadeia de reações entre a água e os elementos químicos encontrados na crosta de europa.

Usando a Terra como base novamente, eles estimaram a concentração de tório, urânio e potássio em Europa e com isso puderam estimar a quantidade de energia liberada que interage com a água para a geração de radicais livres.

Tudo isso leva a crer que o assoalho oceânico de Europa oferece condições similares àquelas encontradas na Terra nos seus primeiros bilhões de anos de vida.

Óbvio que faltam dados, que devem vir com a missão Europa Clipper que terá papel fundamental para que se possa entender se existe vida em europa, como ela se formou, e se pode haver vida em outras regiões do universo.

Esse é o trabalho fundamental dos astrobiólogos atualmente.

Parabéns para a equipe brasileira liderada pelo Douglas Galante.

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Poderia o 1I/Oumuamua Ser Uma Vela Solar Extraterrestre? - Space Today TV Ep.1562

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Hoje vamos falar novamente sobre o nosso visitante interestelar, o 1I/Oumuamua.

Um dos objetos mais misteriosos que os astrônomos já estudaram nos últimos anos. Ele foi descoberto em 2017, e desde então, uma série de estudos já foram realizados sobre ele.

Isso é óbvio, pois é a chance quase única que os astrônomos têm de estudar um objeto que vem de outro sistema estelar.

O objeto já foi chamado de asteroide, porém ele apresenta comportamentos estranhos.

O comportamento que mais chamou a atenção dos astrônomos é o fato dele ter tido um incremento de velocidade.

O comportamento é estranho pelo seguinte, uma maneira do objeto ganhar esse aumento de velocidade é expelindo material, como acontece com um cometa, o problema é que quando ele passou perto do Sol, ele não apresentou nenhum tipo de atividade, o que seria mais lógico de acontecer, e esse aumento de velocidade só aconteceu quando ele estava mais distante do Sol.

Isso intrigou muitos os astrônomos, porém, alguns ao invés de ficarem intrigados foram buscar explicações, talvez mais fantasiosas, porém interessantes para esse comportamento.

A ideia mais incrível apresentada por dois pesquisadores recentemente é que o 1I/Oumuamua é uma vela de luz, um tipo de nave espacial que usa a pressão de radiação para gerar sua propulsão, algo parecido com o que a Breakthrough Starshot está trabalhando.

Isso explicaria porque o objeto acelerou quando estava longe do Sol, pois a força que a luz do Sol vai exercendo, faz com que aos poucos a vela comece a acelerar.

Os pesquisadores que bolaram essa explicação, conseguiram explicar também qual poderia ser a natureza do objeto.

Primeiro eles falaram que o 1I/Oumuamua poderia ser um pedaço de uma vela maior que estaria flutuando sob a influência da gravidade e da radiação solar. Isso seria algo similar aos pedaços de embarcações que são encontrados flutuando no oceano. Essa explicação é boa, pois mostra porque não foi encontrado nenhum tipo de transmissor no objeto.

Outra explicação é que o 1I/Oumuamua poderia ser um pedaço de uma tecnologia alienígena que veio explorar nosso Sistema Solar. O pior nem é isso, o pior é que ele pode ser apenas 1 de uma centena de objetos que vieram nos explorar de outro mundo.

Essa ideia é defendida pelo fato dos astrônomos já terem dito que muitos objetos interestelares podem de fato visitar o Sistema Solar.

Óbvio que essas ideias, embora a princípio pareçam boas, elas possuem muitos pontos que não conseguem explicar.

A explicação para ele funcionar como uma vela de luz é muito boa, e se isso realmente for confirmado, pode-se até dizer que o objeto é feito de um material totalmente diferente do que se conhece, e se isso realmente for verdade, mais mistérios surgirão, sobre como, por exemplo, esse material foi produzido, ou até mesmo quem o produziu.

O Oumuamua continuará sendo objeto de muitos estudos e muitas especulações.

Agora uma coisa é certa, até o momento que não tínhamos uma visita dessas, muitas ideias estavam adormecidas, e é preciso algo completamente diferente para fazer com que possamos pensar além do tradicional, para isso ele já serviu.

#MeetESO

Fonte:



Artigo:

Mais Um Planeta No Sistema Solar? - Space Today TV Ep.761

E os confins do nosso Sistema Solar sempre intrigando os astrônomos.

Será que existem mais planetas?

Como eles são?

Um dia iremos descobri-los?

Em um artigo, pesquisadores da Universidade do Arizona defendem a existência de um planeta, ou de um corpo planetário com massa entre a massa de Marte e da Terra nos confins do Sistema Solar.

Esse planeta, obviamente ainda não foi descoberto, mas de acordo com os pesquisadores ele já mostrou a sua presença, controlando o plano orbital da população de Objetos do Cinturão de Kuiper, os conhecidos KBOs.

Enquanto que a maior parte dos KBOs, orbitam o Sol num plano de órbita chamado de plano invariável pelos cientistas planetários, os KBOs mais distantes têm um plano de órbita além desse, inclinado em cerca de 8 graus.

Em outras palavras, existe algo desconhecido que está inclinando o plano orbital médio dos objetos mais distantes do nosso Sistema Solar.

Os pesquisadores analisaram o plano orbital de mais de 600 KBOs para determinar a direção comum da precessão desses objetos.

E com isso, eles descobriram que para distâncias entre 50 a 80 UA o plano médio das órbitas está afastado do chamado plano invariável.

A explicação mais provável para isso seria a presença de um objeto com a massa de Marte orbitando o Sol a uma distância de 60 UA com um plano de órbita com inclinação de 8 graus, esse objeto teria influência gravitacional suficiente para inclinar o plano orbital de KBOs num raio de 10 UA.

Esse objeto não seria o famoso Planeta 9, pois esse suposto planeta tem uma massa 10 vezes a da Terra e está localizado entre 500 e 700 UA do Sol.

Os pesquisadores não sabem se esse objeto seria um planeta, pois, para isso precisa ter sua órbita limpa, por isso se referem a ele como um objeto de massa planetária. E também os pesquisadores não descartam a hipótese de ser mais de um objeto.

Por que ainda não observamos esse objeto?

Primeiro porque ainda não pesquisamos o céu todo.

Segundo ele pode estar na direção do plano galáctico, uma região lotada de estrelas o que dificulta sua identificação.

Terceiro, pode ser que esse objeto não exista, e a inclinação do plano de órbita tenha sido causada por uma estrela que passou perto do nosso Sistema Solar.

O mais interessante de tudo isso, é que a pesquisa pelos confins do Sistema Solar não param.

E você o que acha, temos mais planetas nas regiões longíquas do nosso sistema? Quantos planetas a mais teremos? Deixe aí nos comentários.

Fonte:



Artigo:



Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





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O UNIVERSO É PLANO OU CURVO? ENTENDA A NOVA CRISE DA COSMOLOGIA | SPACE TODAY TV EP2012

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E a cosmologia está de frente com uma nova crise, dessa vez não é o parâmetro de Hubble que ainda não foi resolvido, dessa vez é com algo ainda mais crítico, a forma, ou a topologia do universo. Até agora o que se sabia era que o universo era plano, essa afirmação era corroborada com as medidas da radiação cósmica de fundo. Porém, com medidas lançadas em 2018 do satélite Planck da ESA, um estudo mostrou variações na CMB e essas radiações indicam que o universo não seria mais plano, mas sim curvo e fechado, e agora? Assista o vídeo e entenda essa nova crise da cosmologia.

Fontes:





#FormaDoUniverso #CMB #SpaceToday

A Atmosfera Livre de Nuvens de Um Exoplaneta - Space Today TV Ep.1242

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Já falei em muitos vídeos aqui sobre planetas e exoplanetas que a melhor maneira de entender esses objetos é estudando a sua atmosfera.

A atmosfera de um planeta nos conta sobre como foi a sua formação, sua composição, seu clima, além de fornecer muitas outras informações.

Porém, estudar a atmosfera de exoplanetas não é uma tarefa das mais fáceis, é preciso esperar o planeta passar na frente da estrela e então através do seu espectro descobrir quais elementos fazem parte dessa atmosfera.

As linhas de absorção e emissão no espectro dizem para os astrônomos quais são esses elementos.

E com os elementos encontrados, os pesquisadores podem contar um pouco da história de um determinado planeta, elám de melhorar a habilidade no estudo de atmosera,s , o que é sempre bom.

Os astrônomos recentemente apontaram o VLTO do ESO no Chile para o exoplaneta Wasp-96b, um exoplaneta que tem a mesma massa de Saturno, e é 20% maior que Júpiter e fica lozalizado a cerca de 980 anos-luz de distância da Terra.

quando eles obtiveram o espectro da atmosfera do exoplaneta, eles puderam notar no sódio, que o espectro tinha a forma característica de uma barraca.

de acordo com os modelos que os astrônomos rodam, essa forma característica indica que o exoplaneta é totalmente livre de nuvens.

Ou seja, a abundância de sódio mostra que o planeta é livre de nuvens e isso tem importante implicações.

Primeiro conseguir caracterizar a atmosfera do planeta, mostrando que ela não tem nuvem de modo que é possível estudar a um tipo desse de planeta que é bem raro.

Determinar a abundância de outras moléculas na atmosfera do planeta.

Por fim descobrir essa abundância de sódio, que é o sétimo elementos mais comum no universo, e na Terra por exemplo, ele está ligado à alikmentaçào, tecnologia e an vida animal serve para controlar o metabolismo.

Os astr6onomos mostraram que tem a cacidade de caracterizar a atmosfera de um exoplnaeta com uma boa precisão, e agora é esperar pelo James Webb par que as pesquisas de atmosferas de exoplanetas continuem

Fonte:





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ONDE DEVEMOS PROCURAR POR VIDA NO UNIVERSO? | SPACE TODAY TV EP.1756

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Será que existe vida fora da Terra?

Essa aí talvez seja uma das questões científicas mais profundas que existem.

E com a grande descoberta de exoplanetas, essa questão ficou ainda mais em voga.

Isso porque seria possível, por exemplo, detectar bioassinaturas atmosféricas nos exoplanetas.

Se um exoplaneta não tem vida, a sua atmosfera fica em equilíbrio químico, mas se a vida estiver presente, a atmosfera acumula excesso de gases produzidos por essa vida.

Essas são as assinaturas que os astrônomos querem detectar.

Um bom exemplo dessas assinaturas, é a presença simultânea de oxigênio e metano na atmosfera de um planeta, algo que não deveria ocorrer se a vida não existisse ali.

O problema é que o metano na presença do oxigênio é destruído por meio de reações químicas guiadas pela luz da estrela, e se boa parte do metano for removido, não conseguiremos detectar.

Isso quer dizer que o tipo de estrela onde devemos procurar por vida tem um papel fundamental na nossa escolha.

Por exemplo, estrelas do Tipo G, como o Sol, irão destruir o metano na atmosfera, mais rapidamente do que estrelas do Tipo M.

Então é só procurar nas estrelas do Tipo M, certo? Não, errado!!!

Essas estrelas têm outros problemas, são muito ativas e fazem assim, com que seus planetas percam rapidamente suas atmosferas.

Então onde devemos procurar por planetas que podem abrigar vida e que podemos detectar?

A resposta é, na órbita de estrelas do Tipo K.

Essas estrelas estão entre as estrelas do Tipo G e M, tanto em tamanho como em temperatura, são mais abundantes que as estrelas do Tipo G e produzem menos radiação.

Com todas essas características, as estrelas do Tipo K, seriam capazes de suportar mais metano na presença de oxigênio em suas atmosferas do que as estrelas de Tipo G e M.

Mas produzir a bioassinatura, não vale nada, se não observarmos.

E aí, como fica essa parte?

atualmente, infelizmente, não temos tecnologia para isso, mas existem projetos futuros de telescópios espaciais como o LUVOIR e o HabEx que terão a capacidade de detectar as assinaturas simultâneas de oxigênio e metano em planetas nas órbitas de estrelas do Tipo K.

#Vida #EstrelasTipoK

Terraformar Marte É Impossível Com a Tecnologia Atual - Space Today TV Ep.1390

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Um dos temas mais comentados atualmente, principalmente quando se fala na colonização de Marte é a terraformação do Planeta Vermelho.

Terraformar Marte, quer dizer, a grosso modo, transformar o planeta que hoje é inóspito para viver num lugar mais amigável para a vida, com uma atmosfera mais espessa, água líquida na superfície, poder plantar, produzir algo e criar uma colônia autosustentável.

Terraformar Marte, obviamente é algo muito mais complexo que isso e vem sendo estudado de forma exaustiva por muitos pesquisadores ao redor do mundo.

Pode-se dizer que a primeira etapa nesse processo de terraformação seria transformar a atmosfera de Marte, deixar ela mais espessa, e isso seria feito aumentando a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, isso esquentaria o planeta e deixaria a atmosfera bem mais espessa que a fina atmosfera que existe hoje.

Basicamente Marte, tem H20 e CO2 que poderia de alguma forma ser usado para a dar início ao processo de terraformação de Marte.

Será que seria possível então usar o H2O e o CO2 de Marte para esquentar o planeta, e espessar a sua atmosfera?

Em um artigo publicado na revista Nature Astronomy pesquisadores falaram que usando as tecnologias disponíveis hoje, terraformar Marte é algo impossível de se fazer.

O H2O e o CO2 que existe em Marte está armazenado nas calotas polares e nas rochas.

Usando dados de sondas como a MAVEN, os pesquisadores calcularam a quantidade de H20 e CO2 em Marte e concluíram que a quantidade é insuficiente para que possa ser usado para espessar a atmosfera e esquentar o planeta.

A quantidade acessível de CO2 em Marte seria capaz de aumentar menos de 10 graus Celsius, e de acordo com os pesquisadores, isso não faria a menor diferença em Marte, para deixar o planeta amigável para vida.

Além disso, se existir mais CO2 em Marte, ele deve estar em locais de difícil acesso e isso inviabilizaria a sua retirada e o processo de lançamento dele na atmosfera.

Nós sabemos que existe uma grande quantidade de CO2 nas calotas polares, e o Elon Musk, no passado chegou a sugerir bombardear as calotas polares com bombas nucleares para liberar o CO2 e o próprio solo de Marte com explosivos para aumentar a quantidade de poeira na atmosfera e assim aquecer o planeta.

Porém essa e várias outras ideias ficam só na proposta teórica, pois na prática é totalmente impossível e inviável de ser feita com a tecnologia existente hoje.

Apesar de tudo isso, óbvio que Marte, por estar relativamente próximo, e sabermos bem como chegar lá, é o melhor candidato que temos hoje para transformar e deixar parecido com o nosso planeta, mas isso ainda deve demorar muito tempo.

Um dos pesquisadores diz que, nós, hoje somos especialistas em aquecer um planeta, estamos fazendo isso com a Terra, derramando CO2 na sua atmosfera como se não houvesse amanhã e se tivesse CO2 suficiente em Marte para fazermos esse processo, em 100 anos seria possível aquecer o planeta Vermelho, com a tecnologia disponível.

Portanto, hoje, pode-se afirmar que é impossível terraformar o planeta Marte.

fontes:







Artigo:

O FIM DA TERRA PLANA - O NOVO MODELO 3D DO NOSSO PLANETA | SPACE TODAY TV EP.1831

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Pensei que o dia de falar novamente da Terra plana nunca ia chegar, mas ele chegou, e chegou graças ao novo modelo 3D desenvolvido para explicar a estrutura do nosso planeta que é redondinho e lindo, sempre foi e sempre será. Um trabalho magnífico, com o estado da arte da geofísica. O artigo completo encontra-se abaixo para quem quiser se aprofundar!!!

#FimDaTerraPlana #Geofisica

Fontes:



Space Today TV Ep.169 - O Novo Mapa de Gravidade de Marte

- 3 sondas da NASA na órbita de Marte, a Mars Global Surveyor, a Mars Odyssey e a Mars Reconnaissance Orbiter, foram usadas para que os pesquisadores do MIT fizessem o mapa mais detalhado da gravidade do Planeta Marte, mapa esse que faz com que possamos ter uma ideia de como é o interior do Planeta Vermelho.

- O mapa de gravidade funciona como um raio-X no ser humano, ele permite investigar o interior do planeta. Na Terra, as medidas de gravidade têm diversas aplicações, como delinear as bordas de bacias sedimentares, procurar por possíveis locais com água e determinados tipos de minérios.

- O mapa de gravidade de Marte é muito importante para a exploração futura do planeta, pois com ele será possível determinar a formação de determinadas regiões, identificar possíveis locais de pouso e melhorar as manobras das sondas na órbita de Marte.

- À medida que as sondas orbitam Marte, elas são puxadas menos ou mais para perto do planeta e com isso é possível inferir a gravidade do planeta. Existem alguns problemas e outros efeitos que afetam as órbitas das sondas, foram usados 16 anos de dados coletados e foram necessários 2 anos de processamento, para que todos os outros efeitos fossem removidos e só ficasse o efeito da gravidade sob as sondas.

- Esse novo mapa de gravidade mostra anomalias de gravidade com 100 quilômetros de diâmetro e foi possível determinar a espessura da crosta de Marte com uma resolução de 120 quilômetros, além, obviamente sde se tentar encontrar explicações para determinadas feições observadas.

- A partir desse novo mapa de gravidade, os cientistas já sugerem a explicação para algumas feições formadas na frotneira que divide as terras baixas suaves na porção norte de Marte, das terras altas repletas de cratera da porção sul do planeta.

- Um exemplo, existe uma anomalia de gravidade menor entre Acidalia Planitia e Tempe Terra, essa região anteriormente era interpretada como sendo um sistema de canais soterrados que levava água e sedimentos das terras altas do sul para as terras baixas do norte a bilhões de anos atrás. Com esse novo mapa de gravidade foi possível observar que essas feições correm perpendiculares à topografia local, o que seria contrário ao fluxo normal da água. Assim, com o mapa novo de gravidade de MArte foi possível encontrar uma outra hipótese, a flexura, ou entortamento da litosfera do planeta, devido a formação da Região Tharsis, que é o platô vulcânico de MArte com milhares de quilômetros de extensão e onde estão os maiores vulcões do Sistema solar. À medida que a Região Tharsis se formou, o seu peso enorme flexurou a litosfera gerando essa anomalia de baixa gravidade.

- Além disso, a equipe de cientistas confirmou a presença de um núcleo externo líquido em Marte formado de rocha derretida, o que fará com que os geofísicos melhorem os modelos da estrutura interna de MArte.

- E com a observação de como a gravidade mudou em Marte nos últimos 11 anos, que corresponde ao período de maior atividade do Sol, a equipe pôde inferir a quantidade massiva de dióxido de carbono que congela na calota polar de Marte quando a região está no inverno. E também foi possível observar como a massa se movimentou entre os polos norte e sul com a mudança de estações. A equipe determinou que aproximadamente de 3 a 4 trilhões de toneladas de dióxido de carbono congelam nas calotas polares norte e sul de MArte, respectivamente, o que corresponde a 12 e 16% da massa de toda a atmosfera de Marte.

Link:



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Vênus E Júpiter Mudam A Órbita da Terra A Cada 405 Mil Anos - Space Today TV Ep.1247

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As rochas na Terra, preservam registros de um grande número de processos pelo qual o nosso planeta passa, evolução, extinção, catástrofes, mudanças climáticas, e até mesmo configurações planetárias.

Existe no nosso planeta, para quem não sabe, os chamados Ciclos de Milankovitch.

Um deles é a cada 23 mil anos, que é uma variação da Terra no seu próprio eixo.

Existe o ciclo de 41 mil anos, relacionado à inclinação do eixo da Terra.

Existe o clico de 100 mil anos, relacionado com a excentricidade orbital.

Todos esses ciclos são muito bem estudados e estabelecidos com base em registros sedimentares e em estudos glaciológicos.

Porém, em teoria existe um outro ciclo, o ciclo de 405 mil anos, esse faz com que a órbita da Terra se altere graças a atração gravitacional de Júpiter e Vênus.

Se todos os outros ciclos estão registrados nas rochas esse também deveria estar.

Mas até agora nenhuma evidência tinha sido achada sobre o ciclo de 405 mil.

eu disse até agora, porque agora encontraram.

Esses ciclos alteram muito o clima da Terra, e essas alterações ficam marcadas nas rochas.

Um grupo de geólogos então estudando a Bacia Newark encontrou em rochas sedimentares, ciclos de mudanças climáticas que se ajustam perfeitamente com o ciclo de 405 mil anos previsto pelos modelos astronômicos.

Além disso, essa descoberta também confirma a estabilidade desse ciclo pelos últimos 215 milhões de anos.

E com isso, os astrônomos agora podem de forma melhor modelar o movimento e a posição dos astros.

Isso é algo inédito, pela primeira vez na história se tem uma evidência concreta desse cilco de 405 mil anos.

Outra aplicação importante, quando os astrônomos rodam seus modelos, os modelos falham em 50 milhões de anos. Agora com essa descoberta eles terão os limites inferior e superior e poderão rodar seus modelos sem problemas por 200 milhões de anos.

Esse trabalho é muito interessante, além de todo o ineditismo já falado, pois ele mostra como o registro geológico pode ser um mundo novo de dados empíricos que permite testar a teoria de larga escala do sistema solar.

Fonte:





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