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Bilionário Japonês Voará Ao Redor da Lua em 2023 A Bordo do BFR da SpaceX - Space Today TV Ep.1467

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Bilionário Japonês Voará Ao Redor da Lua em 2023 A Bordo do BFR da SpaceX - Space Today TV Ep.1467

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Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, depois de todo o suspense criado desde a última sexta-feira, Elon Musk, fez a tão esperada palestra da SpaceX para anunciar o nome da pessoa que irá voar até a Lua e voltar a bordo de seus foguete, o BFR.

Mas antes vamos a alguns pontos.

A apresentação começou com o Elon Musk falando sempre sobre a necessidade do ser humano ter uma alternativa e de tornar a raça humana multiplanetária, algo que ele já havia falado na IAC tanto de 2016 como na de 2017.

Após a breve introdução ele apresentou então o seu foguete, o BFR, Big Falcon Rocket.

É a terceira versão desde 2016, quando ele foi apresentado pela primeira vez, depois foi redesenhado em 2017 e agora atualizado para 2018.

Ele mostrou como o foguete irá entrar na atmosfera marciana, e mostrou algumas diferenças com os outros foguetes.

Esse BFR, versão 2018, tem 118 metros de altura total, consegue colocar mais de 100 toneladas de carga na órbita baixa da Terra, a parte útil do foguete tem 55 metros de comprimento, com um volume pressurizado de mais de 1000 metros cúbicos, e o foguete será movido por 7 motores Raptor, diferente dos 6 da versão anterior.

Além disso, o foguete apresentou mudanças nas chamadas grid fins, com a presença de grid fins na parte da frente também e na parte de trás.

O foguete está sendo construído no porto de Los Angeles, e ele mostrou além do desenho do projeto, algumas imagens de partes já prontas.

Ele então usou aquele velho gancho, como financiar esse foguete? E aí veio o grande anúncio da noite.

Surgiu do nada, um japonês, com seus 42 anos de idade, falando um inglês não lá muito bom e que se apresentou como sendo Yusaku Maezawa, um bilionário japonês do ramo da moda, colecionador de arte contemporânea.

Ele disse ser um apaixonado pelo Lua, desde criança, e que ele havia comprado não só uma passagem, mas todas as passagens disponíveis para o voo do BFR para a Lua, um total entre 6 a 8 passagens.

O japonês disse que não pretende ir sozinho, mas sim levar entre 6 e 8 convidados para dar uma volta com ele pela Lua, mas não é qualquer convidado, ele está interessado em artistas, diretores de filme, fotógrafos, estilistas, essas pessoas ajudariam ele a registrar toda a viagem para a nosso satélites.

A data planejada para esse voo acontecer, é em algum momento em 2023, mas o próprio Elon disse em tom irônico/brincalhão, que essa data não é definitiva.

Serão precisos muitos testes, para que o BFR possa voar tranquilamente com uma tripulação.

A viagem de ida até a Lua e a volta vai durar 6 dias.

O elon Musk disse que são necessários 5 bilhões de dólares para fazer o BFR, e que o financiamento do japonês é fundamental para eles finalizarem o projeto.

Musk disse ainda que o plano de voar o humano até Marte em 2024 no BFR ainda está de pé, mas tudo vai depender de como as coisas caminharão agora.

Mezawa criou um projeto para tudo isso chamado de Dear Moon, o site está na descrição do vídeo, e existe um easter Pegg nesse site, quero ver quem descobre, quem descobrir vai na minha última postagem no Instagram e escreve o que é.

Fontes:











Bilionário Japonês irá orbitar a lua em 2023

Segunda feira Elon Musk, proprietário da Space x, anunciou o tripulante que voará em volta da lua com o Foguete BFR.
Twitter: @betoorcy
Instagram: Ciencia e clima
Contato Profissional: betoorcy@gmail.com
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Os Planos da NASA Para a Exploração da Lua e Marte - Space Today TV Ep.1485

A NASA divulgou hoje os planos para as futuras explorações da Lua e Marte. Como vocês verão, o foco realmente é a Lua com muitas atividades e em Marte só temos basicamente a Mars2020.

Fonte:



Relatório:

Primeiro turista da SpaceX em viagem à Lua será um bilionário japonês

Yusaku Maezawa é dono da maior loja de roupas online do Japão
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Quais artistas deveriam ir para a Lua pela SpaceX? - TecMundo

Elon Musk divulgou quem será o primeiro turista espacial que pagou para ser levado a uma volta ao redor da Lua em um foguete da SpaceX. É o colecionador de arte, músico, empresário e bilionário japonês Yusaku Maezawa.
Só que a nave Big Falcon Rocket tem mais seis ou oito lugares vagos, e Maezawa já avisou que ele quer a companhia de artistas de vários setores, pra se inspirarem e produzirem trabalhos baseados nessa experiência tão incrível. A galera do TecMundo selecionou alguns nomes de artistas vivos e em atividade que dariam ótimas contribuições pra arte depois de uma voltinha perto do nosso satélite natural.

#[Tipo: Lista]

CRÉDITOS
Texto: Nilton Kleina
Narração: Nilton Kleina
Imagens: Danilo Salsa Boros
Edição de vídeo: Natalia Moraes
Motion Graphics: Gustavo Silva
Arte da thumb: Silmara Slobodzian


A melhor programação está no TecMundo
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Bilionário japonês Yusaku Maezawa será o primeiro a viajar à Lua com a SpaceX | OD News 18/09/2018

Leia mais em:

Confira o Olhar Digital News de 18 de setembro na íntegra:

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Novas mudanças no foguete BFR da SpaceX!

A SpaceX anunciou recentemente as mudanças no design do mais novo foguete da companhia, o BFR. E na mesma conferência, também apresentaram o primeiro passageiro privado do mundo a viajar ao redor da lua. Yusaku Maezawa é o curador de arte japonês que vai financiar a viagem para ele e um punhado de artistas.

O foguete ganhou um novo estabilizador, um novo conjunto de pernas e pouso, nova configuração de motores e mais espaço dentro da cabine.

Colocar 100 toneladas na superfície de marte vai ser um feito e tanto, mal posso esperar para ver.

Sendo um nerd que gosta muito de exploração espacial, me sinto privilegiado de poder acompanhar todas as mudanças ocorridas nos últimos anos. É a primeira vez que um processo de desenvolvimento de um foguete é aberto ao pública desta maneira.

Estamos cada vez mais perto de vermos o BFR se tornar realidade. Os primeiros voos de teste (hops) vão acontecer logo no final de 2019. E claro, eu não vou deixar passar uma vírgula sequer desses anúncios ;)

Fontes:







Conferência da SpaceX:


Vídeo do Everyday Astronaut sobre o assunto:


Tweet interessante mostrando como os estabilizadores vão funcionar:


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#SPACEX #EXPLORAÇÃOESPACIAL #ESPAÇO

Japanese billionaire to be 1st SpaceX private passenger to circle the moon | ABC7

SpaceX founder Elon Musk announced that the first private passenger to fly on a trip around the moon will be Japanese billionaire Yusaku Maezawa. Details:

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HUBBLE: A CONSTANTE QUE NÃO É CONSTANTE | SPACE TODAY TV EP.1704

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A essa altura do campeonato todo mundo já sabe que para modelar o universo, ou seja, para entendermos como ele funciona, como a matéria está distribuída e como tudo acontece onde nós vivemos existe o chamado LCDM ou, modelo lambda da matéria escura fria.

Esse modelo não é perfeito, mas é o melhor que nós temos até agora, ele é capaz de explicar a matéria escura, é capaz de explicar a presença da energia escura, a formação de galáxias, porém existem coisas que ele não explica muito bem, como a expansão acelerada do universo.

Uma coisa crucial no modelo do universo é a chamada constante de Hubble, ela que ajuda a medir o quão acelerada é a expansão do universo.

O grande problema é que quando essa constante é medida por métodos diferentes, ela dá resultados diferentes, mas como assim, se é constante?

Está aí talvez um dos maiores mistérios do universo que precisa ser resolvido.

Quais seriam os métodos que usamos para medir a constante de Hubble?

Existem dois basicamente, o primeiro baseado no que chamamos de universo local, medindo supernovas, e estrelas do tipo variáveis cafeínas. Isso porque, para medir a constante de Hubble é preciso uma medida precisa da distância até esses objetos, e medir distância na astronomia não é algo fácil, é preciso uma fonte que tenha um brilho bem definido para essa medida ser precisa.

Por isso esses objetos são utilizados.

A outra maneira é usando as medidas do universo primordial, a chamada radiação cósmica de fundo.

O problema que as medidas da constante de Hubble feitas com os dois métodos fornecem resultados com 10% de diferença, e isso intriga os astrônomos.

Para tentar entender o que acontece, os astrônomos buscam outras maneiras de medir a constante de Hubble.

Agora um grupo de astrônomos desenvolveu uma nova técnica, baseada na medida de quasars.

Os quasars tem também um brilho muito bem definido, e os quasars que são observados através de lentes gravitacionais tem essa medida mais precisa ainda.

Até agora, os astrônomos só confiavam em usar medidas quádruplas de quasars que eram imageados pela lente gravitacional, o que restringia um pouco a quantidade de objetos que podiam ser usados.

Mas esse grupo de pesquisadores desenvolveu uma técnica onde imagens duplas podem ser usadas.

Para se ter uma ideia, imagens quádruplas de quasars existem umas 100, já imagens duplas esse número vai para 500, o que gera uma estimativa muito melhor.

Então com essa medida precisa de distância os astrônomos calcularam a constante de Hubble e chegaram ao valor de 72.5 km por segundo por megaparsec, uma medida que está de acordo com as medidas do universo local, porém mantém os 8% de diferença com as medidas feitas com o universo primordial.
Esse resultado tem grandes implicações.

A primeira, é uma nova técnica para medir com precisão a distância e esse valor pode ser usado para o cálculo da constante de Hubble.

Segundo resultado importante, mostra uma consistência com as medidas do universo local.

Terceiro, mantém a diferença com as medidas do universo primordial.

A questão é, o que está acontecendo?

Será que precisamos de alguma física nova para explicar o universo.

Onde o modelo está errado?

Vou dar a minha opinião.

Acredito que a resposta para isso está na astrofísica multimensageira, o dia que soubermos integrar da maneira correta os dados do espectro eletromagnético, com as ondas gravitacionais e os neutrinos, poderemos analisar determinados efeitos e fenômenos que hoje não temos a capacidade, e esses fenômenos podem sim ser os responsáveis por essa diferença, podem ser fenômenos que só agem a partir de uma determinada distância afetando as medidas e por isso as medidas são tão distintas.

Mas teremos que esperar para ver o que é, enquanto isso ficamos com um dos maiores mistérios do universo ainda sem resposta.

#ConstanteDeHubble #Quasar

Fonte:



JAPONÊS PROMETE DAR UM ROLEZINHO NA LUA EM 2023... SERÁ?

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Fonte:
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RemoveDEBRIS: Testada A Rede Para Recolher Lixo Espacial - Space Today TV Ep.1471

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Um dos grandes problemas com todo o crescimento tecnológico que estamos experimentando é o lixo espacial.

A quantidade de satélites, peças, satélites inativos, e detritos que existem na órbita da Terra, já passou de um limite aceitável e as grandes nações que dependem de toda a tecnologia espacial, e nós também, vamos precisar abrir caminho no espaço para colocar novos satélites.

Desde muito tempo já se discute como eliminar, ou pelo menos reduzir a quantidade de lixo espacial na órbita da Terra.

Mas até agora nada de concreto havia sido feito. Uma tentativa japonesa no final de 2017 acabou não dando certo e o experimento queimou na atmosfera junto com a nave onde estava.

Mas esse ano a coisa mudou de figura, eu já trouxe um vídeo aqui no canal falando do experimento conhecido como RemoveDEBRIS.

O RemoveDEBRIS é uma prova de tecnologia que está sendo testada para tentar cuidar do problema do lixo espacial.

O experimento irá testar diferentes métodos para a remoção do lixo espacial.

Um deles é usar um arpão para pegar os satélites, outro é instalar no detrito espacial uma vela que aumentará o arrasto e assim o lixo queimará na atmosfera e a outra tecnologia é jogar uma rede no detrito espacial e com o aumento do arrasto o detrito também queimará na atmosfera.

Em Abril de 2018, o o experimento chegou na ISS a bordo do Falcon 9 da SpaceX e em Junho o pequeno satélite foi lançado da estação e está em órbita desde então.

No último domingo, dia 16 de Setembro, chegou a hora de testar a primeira tecnologia.

O satélite, jogou pequenos cubesats no espaço, esses cubesats inflaram um acessório para poderem ficar maiores do tamanho de um detrito espacial grande, e o satélite então jogou sua rede para capturar o lixo espacial.

A captura foi filmada, e aparentemente funcionou bem.

A ideia é que com a rede, o arrasto aumente, o detrito perca altitude e então queime na atmosfera da Terra, isso deve acontecer em 1 ou 2 meses.

Como eu disse isso é apenas uma prova de tecnologia, caso funcione o equipamento final será equipado com algum tipo de tecnologia para fazer com que o detrito queime na atmosfera mais rapidamente.

Nos meses seguintes, o REmoveDEBRIS ainda irá testar a vela que ele lançará e instalará em um cubesat também para testar e depois o arpão.

Com tudo isso funcionando, teremos então a esperança de um dia podermos limpar a atmosfera da Terra, de coisas inúteis e deixar ali só o que funciona, isso representa uma segurança também, já que esses detritos podem colidir com satélites e até mesmo com estações espaciais.

Vamos aguardar, e assim que os outros experimentos forem testados eu trago aqui para vocês.

Fontes:





As Imagens Históricas do Rovers da Missão Hayabusa2 no Asteroide Ryugu - Space Today TV Ep.1477

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O Japão fez história na exploração espacial.

Para quem não sabe, a JAXA, a agência espacial japonesa desde junho/julho estava com uma sonda, a Hayabusa2 na órbita de um asteroide, o Ryugu, que está a aproximadamente 320 milhões de quilômetros da Terra.

Essa missão, é muito complexa, a sonda irá recolher amostras do asteroide, e enviar essas amostras de volta para Terra.

Para recolher uma das amostras a sonda irá criar uma cratera no asteroide para poder pegar material abaixo da superfície.

Se tudo isso já não fosse complexo o suficiente, a sonda ainda tem como objetivo pousar rovers e landers na superfície do Ryugu.

E uma dessas operações acabou de ocorrer e aparentemente tudo deu certo.

Na madrugada do dia 21 de Setembro de 2018, os pequenos rovers, conhecidos como MINERVA-II1 se soltaram da nave mão Hayabusa2 e começaram a sua descida até o asteroide.

Os rovers são pequenos, eles têm 17 centímetros de diâmetro, 7 centímetros de altura e pesam, 1.1 quilogramas.

Além disso, o desafio é pousar esses pequenos robôs em um objeto que tem uma gravidade 80 mil vezes menor que a gravidade da Terra.

Durante a aproximação a Hayabusa2 fez uma das imagens mais espetaculares até agora, ela registrou a sua própria sombra na superfície do asteroide.

Depois de um silêncio de quase dois dias, os rovers finalmente se comunicaram e mandaram imagens do seu pouso.

As imagens são espetaculares, estou mostrando elas aí agora para vocês.

A primeira imagem recebida foi feita pelo Rover-1A, logo depois de ter separado da Hayabusa2, e mostra a sonda mãe na parte superior da imagem, e a superfície do asteroide na parte inferior da imagem. A imagem aparece sem nitidez pois foi feita com o rover girando para pode atingir a superfície do asteroide.

A segunda imagem foi feita pelo Rover-1B, logo depois da separação da Hayabusa2, e mostra a superfície do asteroide na parte inferior direita da imagem. O brilho na parte superior é devido ao brilho do Sol. Na superfície do asteroide é possível ver os boulders, ou pedaços de rochas que pontuam toda a superfície do Ryugu.

A terceira imagem foi feita pelo Rover-1A já na superfície do Ryugu, ela mostra claramente a superfície do asteroide, com seus pedaços de rochas que a caracterizam e o brilho que é devido ao Sol. A imagem parece estar em movimento e isso se deve ao fato dela ter sido feita quando o rover acabou pulando devido a um desses pedaços de rochas na superfície do asteroide.

A JAXA disse que pelo menos um dos rovers mantém contato.

Essas imagens são muito inéditas, representam o primeiro pouso de um rover na superfície de um asteroide.

É a primeira vez que movimento autônomo e imagens são feitas da superfície de um asteroide.

Além disso é a primeira vez que um objeto construído pelo homem explora em movimento a superfície de um asteroide.

A missão continua e assim que tivermos mais novidades trago para vocês.

Fonte:

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Um Resumo do Programa Espacial Chinês - Space Today TV Ep.1145

Desde o início da era espacial, no final dos anos 50 e começo dos anos 60 quando quem dominava esse cenário eram os EUA e a Rússia, a China também já tinha interesse em mandar o homem para o espaço.

Enquanto as duas grandes nações espaciais da época, já faziam suas missões conjuntas, isso em meados da década de 1970, a China trabalhava secretamente, na sua cápsula espacial para uma única pessoa, chamada de Shuguang-1.

Nesse período a China chegou a selecionar 19 astronautas para o programa, que foi cancelado em 1972 por razões políticas.

Nas décadas seguintes, de 1980 e 1990, a China continou estudando a possibilidade de mandar o seu primeiro astronauta para o espaço, que na China é chamado de Taikonauta.

Tinha início então o programa Shenzhou que fez seu primeiro lançamento robótico em 1999 e em 15 de Outubro de 2003 a bordo da nave Shenzhou-5 mandou o primeiro taikonauta para uma viagem de 21 horas no espaço, o Yang Liwei.

Isso fez da China, somente a terceira nação a mandar de forma independente astronautas para o espaço.

Em 2005, a China lançou sua primeira cápsula com dois taikonautas e em 2008 sua primeira missão com 3 taikonautas realizando a primeira caminhada espacial do país.

Com essa parte dominada, ou seja, com a capacidade de lançar pessoas para o espaço e trazê-las de volta com segurança, a China começou a pensar um pouco além.

E seguindo os passos das estações espaciais Salyut, Skylab, MIR e ISS, em 29 de Setembro de 2011, a bordo de um foguete Long March 2F a China lançava para o espaço a sua estação espacial a Tiangong-1.

Pesando 8.5 toneladas, com 10.4 metros de comprimento e 3.4 metros de largura, a estação possui um módulo de experimentos, onde os astronautas vivem e trabalham e um módulo que contém os tanques de propelentes e os motores.

Ela foi colocada numa órbita a 350 km de altura, um pouco mais baixa que a ISS, e dois painéis solares alimentam de energia a estação, que pode abrigar até 3 taikonautas.

O primeiro objetivo do módulo foi fazer a China treinar o acoplamento no espaço, que é fundamental para qualquer um que queira construir algo na órbita da Terra, ou em qualquer lugar do espaço.

Como a Tiangong-1 foi programada para durar inicialmente 2 anos, um intenso programa de visitas foi iniciado.

Em Outubro de 2011, a nave Shenzhou-8 não tripulada se acoplou com a estação.

Depois, em Junho de 2012, a nave Shenzhou-9 levando 3 taikonautas, incluindo a primeira mulher chinesa no espaço visitou a estação.

E em Junho de 2013 uma segunda tripulação de 3 taikonautas a bordo da Shenzhou-10 também se acoplou a Tiangong-1.

Desde então nenhuma outra missão tripulada visitou a estação chinesa.

Os dados adquiridos pela estação ajudaram muito a China, a monitorar seus oceanos e florestas, além de ter ajudado de forma decisiva no desastre de inundação de Yuyao de 2013.

Em Março de 2016, os oficiais chineses pararam de receber sinais da Tiangong-1, e desde então o seu destino é incerto.

De acordo com as últimas notícias e cálculos realizados, ela deve reentrar na atmosfera terrestre em 3 de Abril de 2018, com um erro de uma semana para mais ou para menos.

A estação deve queimar totalmente na atmosfera, porém existe uma pequena probabilidade de alguns detritos sobreviverem e atingirem o solo do planeta.

Existe um mapa prévio da probabilidade onde a Tiangong-1 deve reentrar, a área em azul no mapa mostra a região com probabilidade 0, em verde a área com baixa probabilidade e em amarelo a região de alta probabilidade.

A maior parte dessa área está sobre o oceano e pelos cálculos feitos até o momento a chance de um detrito da Tiangong-1 atingir alguém é quase nula.

Mesmo com a sua primeira estação muda no espaço, a China mandou em 15 de Setembro de 2016, a sua segunda estação espacial, a Tiangong-2, para continuar testando a tecnologia.

Entre Outubro e Novembro de 2016, uma tripulação de Taikonautas visitou a estação a bordo da Shenzhou-11.

E depois disso, em Abril, Juno e Setembro de 2017, uma nave de carga chamada Tianzhou-1 se acoplou de forma automática na estação, testando não só o acoplamento como também o abastecimento no espaço.

O último acoplamento aconteceu numa viagem de apenas 6.5 horas até a estação.

Agora nos resta esperar o destino da Tiangong-1 e acompanhar os avanços da China que diz que em 2019/2020 quer dar início à construção de uma verdadeira estação espacial com múltiplos módulos e múltiplas propostas no espaço.

Fonte:

AO VIVO: SpaceX apresenta plano de seu primeiro voo lunar tripulado

Confira ao vivo com o Mensageiro Sideral a apresentação da SpaceX de seus planos para voos lunares tripulados com sua próxima geração de foguetes, o BFR (Big Falcon Rocket).

O Nascimento de Um Pulsar A Partir De Uma Supernova - Space Today TV Ep.1457

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Os astrônomos acreditam ter visto algo inédito, a formação de um pulsar a partir da explosão de uma supernova ultraluminosa. Os astrônomos sabem que isso acontece, mas essa é a primeira vez que conseguem evidências que isso aconteceu. Eles conseguiram então testemunhar o nascimento de um pulsar algo que é extremamente raro. Porém, os detalhes desse processo só serão revelados com os telescópios extremamente grandes da próxima geração.

Fonte:



Artigo:

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O Primeiro Exoplaneta Descoberto Pela TESS - Space Today TV Ep.1468

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Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, fiz um vídeo aqui no canal mostrando a primeira imagem científica da missão TESS.

E disse no vídeo que quando a TESS descobrisse seu primeiro exoplaneta eu faria um vídeo para vocês.

Então qual não foi a surpresa que ontem a noite, futucando o Arxiv.org, me deparo com um artigo onde está relatada a primeira descoberta de um exoplaneta feita pela missão TESS da NASA.

O artigo está na descrição do vídeo, e mesmo que você não leia, guarde, pois tenho certeza que esse será daqui a alguns anos um artigo histórico, para a astronomia e principalmente na área de exoplanetas.

Vamos então aos detalhes da descoberta.

O exoplaneta foi descoberto ao redor da estrela Pi Mensae, na constelação da Montanha da Mesa.

Essa é uma estrela do tipo do Sol, e relativamente brilhante com magnitude 5.7.

A estrela tem 1.1 vezes a massa do Sol e 1.1 vezes o raio do Sol e ela já tinha um exoplaneta que havia sido detectado ao seu redor, um exoplaneta com 10 vezes a massa de Júpiter e um período orbital de 5.7 anos.

Dessa vez, a TESS descobriu um planeta bem mais próximo da estrela e bem menor.

O planeta é classificado como sendo um mini-Netuno ou uma Super-Terra, ele tem 2.14 vezes o raio da Terra e 4.82 vezes a massa da Terra.

Considerando a razão massa/raio, esse exoplaneta descoberto chamado de Pi Mensae c pode ser o que chamamos de um mundo aquático.

O planeta deve ser constituído na sua maioria por elementos leves como água, metano, hidrogênio e hélio.

Pelo fato da estrela estar próxima, cerca de 60 anos-luz de distância da Terra, e ser brilhante, isso é uma grande vantagem para a realização de estudos de espectroscopia para entender a atmosfera e outras características do exoplaneta.

Esse exoplaneta também pode ser um belo candidato para ser imaginado diretamente no futuro próximo com a inauguração dos grandes telescópios.

Então está aí, o primeiro exoplaneta descoberto com os dados da missão TESS da NASA.

Fonte:

Astrônomos Identificam 4 Possíveis Estrelas Como Lar do 1I/Oumuamua - Space Today TV Ep.1481

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Em Outubro de 2017, os astrônomos detectaram o nosso primeiro visitante interestelar, o já famoso, 1I/Oumuamua.

Infelizmente, os astrônomos só conseguiram detecta o objeto quando ele já estava deixando o nosso Sistema Solar, mas mesmo assim, uma infinidade de estudos pôde ser feita sobre o nosso visitante.

Uma grande questão que sempre foi levantada sobre o objeto foi, de qual estrela esse objeto se originou para ser enviado até o nosso Sistema Solar?

Para deixar essa estimativa mais complexa, trabalhos já publicados sobre o Oumuamua, mostraram que ele sofreu uma aceleração ao passar próximo do Sol, isso porque ele agiu como um cometa, expelindo material e assim acelerando o objeto.

Essa variação ajuda a complicar a estimativa da origem do Oumuamua.

Mas não é impossível tentar saber de onde veio o objeto, com essa variação medida e usando os dados precisos da missão Gaia e do SIMBAD, catálogos onde é possível encontrar a posição, a velocidade radial, o movimento no céu e a paralaxe, astrônomos conseguiram identificar 4 possíveis locais de origem do Oumuamua.

Dos catálogos iniciais, os astrônomos tinham 1.5 bilhão de estrelas para trabalhar, depois, considerando um cenário onde o Oumuamua e todas as estrela se movimentavam em linha reta e com velocidade constante, esse número caiu para 4500 estrelas, e por fim traçaram o movimento das estrelas.

Além disso, para a estrela ser uma candidata, ela teria que ter duas propriedades fundamentais, uma, ao traçar a órbita do Oumuamua chegaríamos perto da estrela e a outra, a velocidade relativa do Oumuamua e da sua estrela teria que ser baixa.

Com tudo isso, os astrônomos chegaram a 4 candidatas.

Todas as 4 são estrelas anãs.

Uma delas é a HIP3757, a velocidade é muito alta, o que é um ponto contra ela, mas o objeto chegou perto dela, cerca de 1.96 anos-luz de distância a cerca de 1 milhão de anos atrás.

A outra é a HD 292249, é uma estrela mais parecida com o Sol, uma velocidade relativa menor, o objeto passa um pouco mais distante dela, e isso há 3.8 milhões de anos atrás.

As outras duas candidatas possuem valores intermediários, tanto para a distância como para a velocidade relativa.

Uma coisa importante, a estimativa é que o Oumuamua tenha sido ejetado no momento da formação dos planetas, por um planeta gigante nesse sistema de onde ele veio.

Então o primeiro passo é descobrir se essas estrelas possuem planetas, caso possuam a chance de serem candidatas aumenta muito.

Os astrônomos irão trabalhar nisso e também, lá por 2021, eles esperam usar um banco de dados com mais estrelas, que será lançado pela Gaia para refinar o estudo e as estimativas.

Fonte:



Artigo:

Céu Limpo Em Marte: Hora De Tentar Falar Com o Oppy - Space Today TV Ep.1436 #SaveOppy

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No blog do Space Today você encontra a matéria completa:



Site do MARCI - Previsão Meteorológica de Marte:



Para participar da campanha, compartilhe esse vídeo com #SaveOppy

Ondas Gravitacionais E As Dimensões Extras do Universo - Space Today TV Ep.1460

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E a GW170817 não para de ser estudada e revelar coisas importantes sobre o universo.

Chegou agora nesse mundo e não tem ideia do que é a GW170817, vamos a um resumão.

Essa é a onda gravitacional detectada em Agosto de 2017 pelo LIGO e VIRGO proveniente da fusão de duas estrelas de nêutrons, essa onda gravitacional teve o que chamamos de contrapartida no espectro eletromagnético, ou seja, os astrônomos usando seus telescópios tradicionais conseguiram estudar a fonte que a gerou em todos os comprimentos de onda.

Por esse motivo ela é a onda gravitacional mais importante detectada até agora, pois pode ser estudada de diversas maneiras, e os astrônomos não cansam de estudar-la.

Desde que foram detectadas pela primeira vez, existe a esperança de que as ondas gravitacionais podem ajudar a responder alguns dos grande mistérios do universo, como por exemplo, a matéria escura, a energia escura, o comportamento do universo em sua grande escala e até mesmo verificar ou contradizer teorias importantes como a da relatividade.

Existem várias teorias alternativas a teoria da relatividade, principalmente para tentar explicar a matéria e a energia escura.

Uma dessas teorias, sugere que, a grandes distâncias, a gravidade, poderia “vazar” em dimensões extras do universo, e assim quando fosse detectada ela estaria mais fraca e com inconsistências.

E a onda gravitacional, GW170817, foi uma oportunidade para testar essa teoria.

As ondas são detectadas com modelos que são feitos de acordo com o objeto que as gera, nesse caso, os pesquisadores tinham uma boa ideia da geração, pois essa onda gerou sua contrapartida eletromagnética.

Se durante a trajetória tivesse ocorrido o tal vazamento da gravidade para dimensões extras o sinal recebido pelo LIGO seria mais fraco do que ele realmente foi detectado.

Como isso não aconteceu, de acordo com esse experimento e de acordo com a metodologia utilizada, os pesquisadores disseram que o universo continua com suas 4 dimensões, as 3 espaciais e a dimensão temporal, pelo menos na escala de centenas de milhões de anos-luz.

Mas isso é apenas o começo, muitos segredos devem estar guardados nessa onda gravitacional e os pesquisadores não se cansarão de continuar, pesquisando e propondo novas teorias, o melhor é que agora se tem um dado real detectado para comprovar as teorias propostas.

Fonte:



Artigo:

Qual a Máxima Gravidade Que Nós Poderíamos Aguentar? - Space Today TV Ep.1473

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Colonizar um outro mundo, talvez um sonho para muitos dos seres humanos.

Quando se fala nisso, pensamos talvez diretamente em Marte, e sabemos que não seria lá tão complicado, principalmente se estivermos falando da questão da gravidade.

Em Marte a gravidade é cerca de 40% da gravidade na Terra, ou seja, não seria lá tão complicado viver no Planeta Vermelho.

Mas vamos imaginar que já dominamos a viagem interestelar, e queremos pousar a nossa nave imaginária em um mundo distante.

Qual seria a máxima gravidade que o corpo humano, de um ser humano comum poderia aguentar?

Com essa questão na mente, dois pesquisadores resolveram calcular essa gravidade máxima.

Para fazer esse cálculo os autores primeiro calcularam a força compressiva do osso humano.

Com base nisso, eles estimaram que o esqueleto humano poderia suportar uma força gravitacional 90 vezes a gravidade da Terra.

Mas isso se você ficasse parado.

Andando ou correndo o stress nos ossos aumenta, e esse valor teria que ser dividido por 10.

Isso quer dizer que seria possível correr em um planeta com um campo gravitacional cerca de 10 vezes o da Terra, antes que os ossos começassem a quebrar.

Porém, outros fatores precisam ser levados em consideração.

E com os cálculos feitos por ele, o homem mais forte do mundo poderia dar alguns passos em um mundo com uma gravidade, 4.6 vezes maior que a da Terra.

Para as pessoas comuns, um exoplaneta com uma gravidade entre 3 e 4 vezes a gravidade da Terra, seria algo mais realístico para se sobreviver, mesmo assim com um treinamento intensivo e rigoroso.

Para podermos calcular a gravidade nos planetas é preciso principalmente saber sua densidade, e isso basicamente só chegando no planeta.

Porém é possível ter uma boa ideia, ao se saber a massa e o raio de um exoplaneta.

Dos 3605 exoplanetas descobertos, 594 possuem a informação de massa e raio, e desses 422 teriam um campo gravitacional igual ou menor que 3.5 vezes o da Terra.

Agora se você for o homem mais forte da Terra, pode colocar aí mais uns 35 exoplanetas onde você pode caminhar, pelo menos um pouco.

Vídeo da Ned sobre Vulcano:



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