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Conheça o Lugar Mais Frio do Universo - Space Today TV Ep.1393

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Conheça o Lugar Mais Frio do Universo - Space Today TV Ep.1393

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Em Maio de 2018, chegou na ISS, um equipamento chamado de CAL - Cold Atom Laboratory.

O CAL é um equipamento que será dedicado a estudar as leis fundamentais da natureza usando para isso gases quânticos ultrafrios na microgravidade.

Calma, isso não é nenhuma seita nova e nem estou querendo que você compre nenhum tipo de cura milagrosa.

Os átomos ultrafrios são partículas quânticas precisamente controladas, que fornecem uma plataforma ideal para o estudo de fenômenos quânticos e com potenciais aplicações em tecnologias quânticas.

O CAL é o primeiro equipamento desse tipo no espaço, o que é um sonho para os pesquisadores.

Na Terra esses equipamentos possuem o tamanho de uma sala, e o CAL tem o tamanho de uma pequena geladeira.

O primeiro laboratório desse tipo em Terra surgiu em 1995.

O objetivo desse equipamento é produzir nuvens de átomos ultrafrios, conhecidos como Condensados de Bose-Einstein, ou BEC em inglês.

Os BECs são criados em armadilhas de átomos, ou em contâiners sem fricção ou usando lasers.

Em Terra, quando essas armadilhas são desligadas, a gravidade puxa esses átomos, e os cientistas só têm uma fração de segundo para estuda-los.

Na microgravidade não, lá os cientistas podem observar BECs individuais por 5 a 10 segundos e ainda têm a capacidade de repetir as medias por 6 horas durante um dia.

Além disso, na microgravidade as temperaturas podem ser extremamente baixas.

E foi isso que aconteceu recentemente, o CAL foi utilizado pela primeira vez, produzindo BECs de átomos de rubídio com uma temperatura de 100 nanoKelvin, ou seja, um décimo de milionésimo acima do zero absoluto que são -273 graus Celsius.

O que acontece é que nessa temperatura ultrajaria, os átomos no BEC começam a se comportar diferente de qualquer coisa observada na Terra.

De fato, os BECs são caracterizados como sendo o quinto estado da matéria, diferente do gás, líquido, sólido e plasma.

Em um BEC, os átomos agem mais como onda do que como partículas, essa natureza ondulatória dos átomos normalmente só é observada em escalas microscópicas.

Porém, os átomos ultrafriosassumem o seu estado de energia mais baixo , todos eles juntos são como um super átomo, ou uma nuvem de átomos e isso faz com que essa característica possa ser estudada em escala macroscópica.

Além de átomos de rubídio o CAL usará também dois diferentes isótopos de átomos de potássio.

Esse ponto dentro do CAL se tornou o lugar mais frio do espaço e a menor temperatura atingida pelo homem, e os pesquisadores acreditam que em breve conseguiram baixar mais ainda a temperatura e dentro da ISS nós teremos o ponto mais frio do universo.

Só por comparação o lugar mais frio do universo é a Nebulosa do Bumerangue que tem uma temperatura de -272 graus Celsius, ou seja, 1 grau acima do zero absoluto. O CAL já bateu fácil esse recorde.

E para que tudo isso?

Para se estudar a matéria no seu estado mais fundamental, além disso, como eu já falei para vocês, acredita-se que nessas condições seria possível até descobrir o Planeta 9 pelas perturbações que seriam detectadas.

Fontes:






Qual o Lugar Mais Quente do Universo? - Space Today Responde Ep.007

Você já se perguntou, qual seria o local mais quente do universo? Qual temperatura é atingida nesse ponto? E o que faz esse lugar ter uma temperatura tão alta? Nesse vídeo você vai aprender tudo isso, onde fica, como é, e por que um determinado lugar no universo tem temperatura na ordem de centenas de milhões de graus Celsius.

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Mais Um Passo Na Busca Pela Vida No Universo - Space Today TV Ep.1395

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Exoplanetas foram identificados onde é possível encontrar a mesma química necessária para o desenvolvimento da vida, e o fator principal para isso é a radiação ultravioleta da sua estrela.

Texto completo no blog:

A IMAGEM MAIS PROFUNDA JÁ FEITA DO UNIVERSO | SPACE TODAY TV EP.1692

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O Telescópio Espacial Hubble já fez muita coisa especial.
Entre elas está a imagem mais profunda do universo, a chamada Hubble Ultra Deep Field, ou HUDF.

Essa imagem foi feita com a WFC3 do Hubble que ficou por 230 horas entre os anos de 2003 e 2004 observando uma região do céu.

Ao final da observação, os astrônomos integraram todas as imagens e obtiveram então a HUDF.

Essa imagem é sensacional por si só, porém um grupo de pesquisadores, resolveu deixá-la ainda mais espetacular.

Para isso, eles desenvolveram um novo método de processamento de imagens e uma nova maneira de combinar as imagens também.
E com isso, eles conseguiram ir ainda mais fundo na já profunda HUDF.

A imagem resultante é essa que vou mostrar agora para vocês.
A imagem parece estranha, mas isso é porque ela combina a luz de estrelas e galáxias de pontos diferentes do universo e foi dada essa coloração para mostrar as diferentes luzes que estavam presentes nos dados do hubble, mas que até então não tinha como recuperar.

O que você observar em cinza escuro é a luz que foi encotnrada ao redor das galáxias, enquanto que o cinza claro representa a luz mais apagada de fundo, que está sendo emitida no caso por cerca de 100 bilhões de estrelas.

Com essa imagem, os astrônomos produziram então o que é a imagem mais profunda já feita do universo até hoje, ela contém muito mais informação para os astrônomos e podem ajudar na descoberta de obejtos e em quebras de recorde, algo que o Hubble é especialista.

Um trabalho realmente espetacular, usando dados de arquivo do Hubble e aprofundando a nossa visão do universo.
Onde estamos aí?

#Hubble #ImagemMaisProfunda

fontes:








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Relatividade Geral Passa Em Teste No Centro da Galáxia - Space Today TV Ep.1386

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Que semana para a astronomia, ontem o anúncio do reservatório de água subterrânea em Marte, hoje o ESO e amanhã dia 27 o eclipse total da Lua.

Hoje, dia 26 de Julho de 2018, pela manhã, o ESO fez uma conferência de imprensa para mostrar resultados impressionantes obtidos pelo VLT.

O ESO vinha anunciando essa conferência e muitos chegaram até a pensar que seria a tão famosa já, foto do buraco negro, não foi dessa vez, mas o anúncio está relacionado com o buraco negro supermassivo da Via Láctea.

Todo mundo sabe, e se não sabe ainda vai saber agora, que no centro da Via Láctea, a cerca de 26 mil anos-luz de distância da Terra, existe um buraco negro supermassivo com uma massa equivalente a 4 milhões de vezes a massa do Sol.

Esse buraco negro se chama Sagittarius A*.

Pelo fato de estar no centro da Via Láctea, uma região repleta de nuvens espessas de gás e poeira é complicado estudar os efeitos que causa ao seu redor, embora seja algo mais do que importante.

Uma maneira de estudar essa região é por meio de instrumentos que registrem a radiação no comprimento de onda do infravermelho.

E foi isso que o ESO fez, usou o VLT e uma série de instrumentos que registram no infravermelho como o GRAVITY, o SINFONI e o NACO para realizar observações detalhadas dessa região da galáxia.

Essas observações vem sendo feitas a cerca de 26 anos, e o objetivo é estudar o comportamento das estrelas chamadas S2.

Essas estrelas passam bem perto do Sagittarius A* e são um verdadeiro laboratório para entender como se comporta o nosso buraco negro supermassivo.

No ponto mais próximo da buraco negro, a estrela passa a 20 bilhões de quilômetros do buraco negro a uma velocidade equivalente a 3% da velocidade da luz.

Essa região da nossa galáxia muito extrema, também é o laboratório ideal para testar teorias importantes, incluindo a Teoria Geral da Relatividade de Einstein, ou seja, nessa região é possível testar efeitos previstos por Einstein de maneira experimental.

E foi isso que foi feito.

Ao estudar as estrelas S2, os pesquisadores compararam os efeitos observados com as previsões feitas pela Gravidade Newtoniana, e pela Teoria Geral da Relatividade.

Quando a estrela passa perto do buraco negro ela sofre um efeito chamado de desvio para o vermelho gravitacional, e a variação no comprimento de onda da luz da S2 está precisamente de acordo com os desvios previstos pela relatividade geral de Einstein.

A Teoria da Relatividade, como eu sempre falo, é colocada à prova de tempos em tempos, ela já passou em testes próximo da Terra, já passou em testes no sistema solar, já passou em testes em galáxias distantes, e agora acaba de passar em mais um teste, talvez o mais rigoroso, feito em um dos ambientes mais extremos encontrados na nossa galáxia.

E não para por aí, no momento em que a estrela está mais perto do Sagittarius A* os astrônomos registraram esse efeito de desvio para o vermelho gravitacional, mas agora quando a estrela estiver mais longe, outro efeito relativístico poderá ser estudado, a chamada Precessão de Schwarzchild.

Einstein, sem instrumento algum, fez previsões, teorias e cálculos notáveis, que precisaram de mais de um século de desenvolvimento tecnológico e da utilização do que se tem de mais moderno hoje na astronomia para provar tudo que ele previu, e ele está indo bem, a todos os testes em que é submetido, a sua teoria, tão massacrada por alguns passa e passa com louvor.

Por isso você ja sabe: #EINSTEINESTAVACERTOMAISUMAVEZ

Fonte:



Artigo:

Por Que O Universo E Tão Frio? - Space Today Responde Ep.022

Será que o universo é mesmo frio? Como o calor é propagado no universo? Quais as implicações disso para as sondas e para as roupas dos astronautas? Nesse vídeo vou tentar responder todas essas perguntas sobre as variações de temperatura no universo.

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Detectado Um Dos sinais Mais Misteriosos do Universo - Space Today TV Ep.1398

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À medida que a tecnologia evolui mais nós avançamos na astronomia, ou nem sempre é assim.

Alguns mistérios só são aprofundados e respondê-los é ainda mais complicado.

Eu já fiz vários vídeos aqui no canal falando sobre as FRBs, as Fast Radio Bursts, são explosões nas ondas de rádio como o próprio nome diz.

O grande problema é, o que elas são, que fenômeno gera as FRBs, de onde vem esse sinal.

Já se tentou todo o tipo de explicação para esses sinais, que foram detectados pela primeira vez em 2007, e até agora, poucos deles foram registrados pelos instrumentos na Terra.

Estrelas de quarks e civilizações alienígenas talvez sejam as explicações mais extremas que já tentaram dar para esse fenômeno.

Sempre que um novo instrumento é inaugurado, principalmente se esse instrumento é um radiotelescópio, se tem a esperança que ele possa detectar as FRBs e que possamos descobrir o que elas são.

Mas, como eu falei no começo, as vezes o mistério só fica mais fundo.

O Canadá inaugurou recentemente um novo tipo de radiotelescópio, chamado de CHIME, cujo objetivo é estudar o universo primordial, descobrir as concentrações de hidrogênio e entender como as primeiras estrelas se formaram.

Mas já que ele estava ali vasculhando o céu, adivinha o que ele detectou. Isso mesmo, uma FRB e não foi qualquer uma não.

O CHIME detectou uma FRB por 20 longos segundos, se isso já não fosse espetacular o suficiente, essa FRB foi detectada na frequência abaixo de 700 MHz.

Isso nunca tinha acontecido, as FRBs, detectadas até agora tinham sempre uma frequência muito maior, e essa tem uma frequência de 400 MHz.

O que é, de onde vem, como vivem, como se reproduzem? Ninguém sabe.

A única coisa é que é mais um dado para as FRBs, porém um dado que difere muito dos outros, seria outro fenômeno, seriam outras civilizações, brincadeira.

Esse é um dos grandes mistérios da astronomia, mas como os neutrinos de alta energia, as ondas gravitacionais, os raios cósmicos, esperamos que um dia ainda possamos dizer o que são as FRBs.

E se você ficou até aqui depois do vídeo, coloca aí nos comentários #FRBMALDITA

Fonte:

Terraformar Marte É Impossível Com a Tecnologia Atual - Space Today TV Ep.1390

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Um dos temas mais comentados atualmente, principalmente quando se fala na colonização de Marte é a terraformação do Planeta Vermelho.

Terraformar Marte, quer dizer, a grosso modo, transformar o planeta que hoje é inóspito para viver num lugar mais amigável para a vida, com uma atmosfera mais espessa, água líquida na superfície, poder plantar, produzir algo e criar uma colônia autosustentável.

Terraformar Marte, obviamente é algo muito mais complexo que isso e vem sendo estudado de forma exaustiva por muitos pesquisadores ao redor do mundo.

Pode-se dizer que a primeira etapa nesse processo de terraformação seria transformar a atmosfera de Marte, deixar ela mais espessa, e isso seria feito aumentando a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, isso esquentaria o planeta e deixaria a atmosfera bem mais espessa que a fina atmosfera que existe hoje.

Basicamente Marte, tem H20 e CO2 que poderia de alguma forma ser usado para a dar início ao processo de terraformação de Marte.

Será que seria possível então usar o H2O e o CO2 de Marte para esquentar o planeta, e espessar a sua atmosfera?

Em um artigo publicado na revista Nature Astronomy pesquisadores falaram que usando as tecnologias disponíveis hoje, terraformar Marte é algo impossível de se fazer.

O H2O e o CO2 que existe em Marte está armazenado nas calotas polares e nas rochas.

Usando dados de sondas como a MAVEN, os pesquisadores calcularam a quantidade de H20 e CO2 em Marte e concluíram que a quantidade é insuficiente para que possa ser usado para espessar a atmosfera e esquentar o planeta.

A quantidade acessível de CO2 em Marte seria capaz de aumentar menos de 10 graus Celsius, e de acordo com os pesquisadores, isso não faria a menor diferença em Marte, para deixar o planeta amigável para vida.

Além disso, se existir mais CO2 em Marte, ele deve estar em locais de difícil acesso e isso inviabilizaria a sua retirada e o processo de lançamento dele na atmosfera.

Nós sabemos que existe uma grande quantidade de CO2 nas calotas polares, e o Elon Musk, no passado chegou a sugerir bombardear as calotas polares com bombas nucleares para liberar o CO2 e o próprio solo de Marte com explosivos para aumentar a quantidade de poeira na atmosfera e assim aquecer o planeta.

Porém essa e várias outras ideias ficam só na proposta teórica, pois na prática é totalmente impossível e inviável de ser feita com a tecnologia existente hoje.

Apesar de tudo isso, óbvio que Marte, por estar relativamente próximo, e sabermos bem como chegar lá, é o melhor candidato que temos hoje para transformar e deixar parecido com o nosso planeta, mas isso ainda deve demorar muito tempo.

Um dos pesquisadores diz que, nós, hoje somos especialistas em aquecer um planeta, estamos fazendo isso com a Terra, derramando CO2 na sua atmosfera como se não houvesse amanhã e se tivesse CO2 suficiente em Marte para fazermos esse processo, em 100 anos seria possível aquecer o planeta Vermelho, com a tecnologia disponível.

Portanto, hoje, pode-se afirmar que é impossível terraformar o planeta Marte.

fontes:







Artigo:

Medindo a Idade do Universo Com Ondas Gravitacionais - Space Today TV Ep.1060

A medida da constante de Hubble é que nos mostra quanto tempor percorreu da expansão inicial do universo, ou seja, do Big Bang até os dias de hoje.

A constante de Hubble é calculada da seguinte maneira:

Vh = H0.d

Onde Vh é a velocidade com a qual uma determinada fonte se movimenta e d é a distância até essa fonte.

Existem duas maneiras tradicionais de se calcular a constante de Hubble e portanto calcular a idade do universo.

Uma dessas maneiras é através da análise da radiação cósmica de fundo, onde através do mapeamento da distribuição da radiação fraca proveniente de 400 mil anos depois do Big Bang é possível calcular a velocidade, e a distância.

E a outra maneira é usar galáxias, e principalmente supernovas nessas galáxias, com isso é possível medir a distância com precisão até as galáxias e também a velocidade com a qual elas se movem no universo.

Embora as duas técnicas sejam usadas e tenham uma precisão boa, elas usam digamos, momentos diferentes do universo, a CMB lida com o universo primordial, e as galáxias com o universo local.

O resultado ao medir a idade do universo com essas duas técnicas apresenta uma grande diferença, e de acordo com muitos astrônomos essa diferença é causada por algo que ainda não entendemos, talvez a energia escura, ou outros fatores.

Um dos grandes problemas em calcular a idade do universo é a medida precisa da distância.

Distância na astronomia é um dos parâmetros mais importantes.

Os astrônomos estão sempre a procura de marcadores precisos para medir essa distância.

E agora, parece que eles têm mais um.

A onda gravitacional de 17 de Agosto de 2017, aquela famosa que teve sua contrapartida óptica é um marcador perfeito para isso.

Como o evento pôde ser estudado em múltiplos comprimentos de onda isso levou a uma excelente estimativa da galáxia que abrigou o evento.

A NGC 4993, está localizada a 140 milhões de anos-luz de distância da Terra.

A velocidade da galáxia é fácil de medir por meio de suas linhas espectrais.

Com as duas variáveis bem definidas, os pesquisadores conseguiram calcular a constante de Hubble e com isso, eles conseguiram calcular o tempo desde a expansão inicial.

Com essas medidas das ondas gravitacionais, a idade do universo está entre 11.9 e 15.7 bilhões de anos.

Vocês estão vendo um gráfico que mostra a constante de Hubble calculada com o Planck (baseada na CMB), calculada com o SHoES (baseada nas supernovas das galáxias) e a linha azul que é calculada com a onda gravitacional.

Pode-se ver que o valor de pico da linha azul está entre as medidas feitas com a CMB e com as supernovas.

Será que esse terceiro método, usando as ondas gravitacionais, veio para resolver o problema da discrepância entre as medidas da idade do universo, ou veio para criar um novo valor e agora os astrônomos terão que quebrar a cabeça em busca dessa solução?

Os astrônomos esperam detectar mais sinais parecidos com esse das ondas gravitacionais, para que possam ter uma estatística razoável para chegar a esse tipo de conclusão.

Esse estudo mostra outra importante aplicação das ondas gravitacionais, no cálculo da idade do universo.

Fonte:



Artigo:



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Os Blazars Mais Extremos do Universo - Space Today TV Ep.593

Todo mundo já sabe que a maior parte das galáxias possuem no seu interior um buraco negro supermassivo.

Esse buraco negro costuma ter de milhões a bilhões de vezes a massa do nosso Sol.

Em muitas dessas galáxias, esses buracos estão, digamos se alimentando, ou seja, consumindo matéria ao redor, quando isso acontece, isto é, quando se encontra um núcleo de uma galáxia, com um buraco negro que está se alimentando ferozmente, é dado o nome de Núcleo Galáctico Ativo.

Uma das características principais é que à medida que a matéria cai em direção ao buraco negro central, ela é super aquecida, e parte dessa matéria é expelida na forma de jatos que brilham em todo o espectro eletromagnético, mas de forma característica nos raios-gamma.

Esse Núcleo Galáctico Ativo, ou AGN, como vocês encontrarão na literatura pode ser classificado como sendo um quasar, um galáxia Seyfert ou blazar.

Essa variação na classificação está ligada principalmente às diferentes orientações em que os jatos são observados.

A NASA possui um satélite especializado em registrar fenômenos de altas energias no universo, chamado de Fermi.

E a grande vantagem de estudar os blazars é que eles podem ajudar a responder a uma pergunta crucial na astrofísica, como se deu a evolução de galáxias e de buracos negros supermassivos no universo primordial?

Para isso os astrônomos precisam vasculhar nos dados, por objetos distantes e energéticos, o que não é uma tarefa fácil.

Uma equipe de astrônomos então recentemente desenvolveu uma metodologia de buscar na extensa base de dados do Fermi, uma base de dados que conta com 1.4 milhões de quasares, objetos parecidos com os blazares, aqueles mais distantes e mais energéticos, reduzindo a amostra para 1100 objetos.

Na rodada final de busca os astrônomos descobriram então 5 novos blazares localizados quando o universo tinha entre 1.9 e 1.4 bilhão de anos.

Dois desses 5 blazares são buracos negros com um bilhão de vezes a massa do Sol, ou mais.

Todos eles possuem luminosos discos de acreção que emitem mais de 2 trilhões de vezes a energia do Sol.

Os astrônomos precisam agora continuar estudando esses objetos e tentar descobrir outros para que tenham uma estatística significativa e tentem responder como num universo primordial pudemos ter galáxias abrigando buracos negros tão grandes assim.

Mais uma vez só nos resta esperar e acompanhar de perto a pesquisa sobre esses objetos extremos do universo.

Fonte:



SciCast Sobre Buracos Negros:



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NASA Vs. SpaceX: Só Desenhando...Presta Atenção Mamãe!!! - Space Today TV Ep.1117

Um vídeo para tentar explicar de forma definitiva, o papel da NASA, da SpaceX de outras empresas e outras agências no chamado Space Business.

O Delta IV Heavy não é da NASA!!! E não se pode comparar uma empresa com uma agência, eu desenhei para ver se o pessoal entende de forma definitiva.

Vídeo do MamãeFalei:



Vídeo do Café e Ciência:



Orçamento da NASA para 2019:



Projeto COTS da NASA com empresas como a SpaceX:



Contrato da NASA com a SpaceX:



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Ondas Gravitacionais E As Dimensões Extras do Universo - Space Today TV Ep.1460

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E a GW170817 não para de ser estudada e revelar coisas importantes sobre o universo.

Chegou agora nesse mundo e não tem ideia do que é a GW170817, vamos a um resumão.

Essa é a onda gravitacional detectada em Agosto de 2017 pelo LIGO e VIRGO proveniente da fusão de duas estrelas de nêutrons, essa onda gravitacional teve o que chamamos de contrapartida no espectro eletromagnético, ou seja, os astrônomos usando seus telescópios tradicionais conseguiram estudar a fonte que a gerou em todos os comprimentos de onda.

Por esse motivo ela é a onda gravitacional mais importante detectada até agora, pois pode ser estudada de diversas maneiras, e os astrônomos não cansam de estudar-la.

Desde que foram detectadas pela primeira vez, existe a esperança de que as ondas gravitacionais podem ajudar a responder alguns dos grande mistérios do universo, como por exemplo, a matéria escura, a energia escura, o comportamento do universo em sua grande escala e até mesmo verificar ou contradizer teorias importantes como a da relatividade.

Existem várias teorias alternativas a teoria da relatividade, principalmente para tentar explicar a matéria e a energia escura.

Uma dessas teorias, sugere que, a grandes distâncias, a gravidade, poderia “vazar” em dimensões extras do universo, e assim quando fosse detectada ela estaria mais fraca e com inconsistências.

E a onda gravitacional, GW170817, foi uma oportunidade para testar essa teoria.

As ondas são detectadas com modelos que são feitos de acordo com o objeto que as gera, nesse caso, os pesquisadores tinham uma boa ideia da geração, pois essa onda gerou sua contrapartida eletromagnética.

Se durante a trajetória tivesse ocorrido o tal vazamento da gravidade para dimensões extras o sinal recebido pelo LIGO seria mais fraco do que ele realmente foi detectado.

Como isso não aconteceu, de acordo com esse experimento e de acordo com a metodologia utilizada, os pesquisadores disseram que o universo continua com suas 4 dimensões, as 3 espaciais e a dimensão temporal, pelo menos na escala de centenas de milhões de anos-luz.

Mas isso é apenas o começo, muitos segredos devem estar guardados nessa onda gravitacional e os pesquisadores não se cansarão de continuar, pesquisando e propondo novas teorias, o melhor é que agora se tem um dado real detectado para comprovar as teorias propostas.

Fonte:



Artigo:

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Prazer, Ultima Thule!!! - Space Today TV Ep.1651

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Para quem não pôde acompanhar a live, segue aí um resumo do que foi apresentado, da imagem, das análises feitas, exclusivamente para vocês!!!

#UltimaThule #UltimaFlyby #NewHorizons

Fonte:

Revelados Detalhes Incríveis da Supernova 1987A - Space Today TV Ep.798

As supernovas representam o final violento da vida de estrelas massivas.

Porém, ao mesmo tempo, as supernovas disparam o nascimento de novos elementos e a formação de moléculas que irão preencher o universo, e servirão para a formação de novas estrelas, além de ter um grande impacto na evolução da galáxia que a abriga.

As estrelas que possuem aproximadamente 10 vezes a massa do Sol, terminam suas vidas de forma espetacular. quando essas estrelas esgotam o combustível, não se tem mais calor e energia para lutar contra a gravidade, as camadas externas da estrela que antes eram energizadas pela fusão, caem no núcleo estelar com tremenda força, o rebote desse colapso dispara uma explosão que se espalha pelo espaço, isso basicamente que é uma supernova.

No universo observável as supernovas são bem comuns, mas como elas aparecem em média uma vez a cada 50 anos numa galáxia como a Via Láctea, os astrônomos têm raras oportunidades de estudar uma supernova desde a sua primeira detonação, até ela esfriar e formar novas moléculas.

As supernovas têm também um efeito nas galáxias onde estão localizadas, elas impactam diretamente a formação de estrelas, e consequentemente, muitas galáxias possuem a forma que observamos hoje por conta das supernovas que ocorreram em sua extensão, embora representem menos de 10% das estrelas numa galáxia, são elas que dominam a sua evolução.

Em Fevereiro de 1987, os astrônomos tiveram uma dessas raras chances, explodiu na Grande Nuvem de Magalhães, uma das galáxias satélites da Via Láctea, localizada a cerca de 163 mil anos-luz de distância uma bela supernova, chamada de SN 1987A.

A proximidade fez com que essa se torna-se uma das mais bem conhecidas e estudadas supernovas que se tem conhecimento. São 30 anos de observação e nesses 30 anos, muito se aprendeu sobre esse evento cataclísmico do universo.

Recentemente, os astrônomos resolveram usar as antenas do ALMA para estudar a SN 1987A, e os resultados são impressionantes e muito importantes.

A primeira coisa impressionante que os astrônomos conseguiram fazer com os dados do ALMA foi gerar uma imagem tridimensional de alta resolução que mostra a localização e a distribuição das moléculas formadas durante e a explosão.

Os astrônomos detectaram então na explosão da SN 1987A a formação de moléculas de monóxido de silício, e de monóxido de carbono.

Além disso, os astrônomos conseguiram detectar moléculas nunca antes identificadas em remanescentes de supernovas como o monóxido de enxofre e de HCO+.

Embora as observações do ALMA sejam espetaculares, outras questões precisam ser respondidas:

Qual exatamente a abundância de cada molécula?

Existem outras moléculas que não foram identificadas?

A estrutura tridimensional da SN 1987A continuará mudando com o passar do tempo?

Para responder isso, os astrônomos pretendem usar observações do ALMA em outros comprimentos de onda e também para responder uma importante questão, que tipo de objeto, um pulsar ou uma estrela de nêutrons reside no coração da SN 1987A? Façam suas apostas.

Fonte:



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CURIOSITY REVELA SEGREDOS DE MONTANHA MARCIANA | SPACE TODAY TV EP.1689

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Aqui na Terra, quando nós queremos conhecer como é a subsuperfície usamos técnicas geofísicas, que podem nos dar informações importantes, sobre como é o interior do nosso planeta.

Uma dessas técnicas é a gravimetria.

Basicamente, você mede a gravidade em diferentes pontos, sim, a gravidade varia de ponto a ponto, dependendo da massa, da densdiade que está na subsuperfície, e depois de fazer o que chamamos de um perfil gravimétrico, você pode entender propriedades como a porosidade, a densidade, a massa do que está em subsuperfície.

Esse método é muito bom para encontrar rochas que possam ter água, além de identificar diferentes tipos de minerais.

Será que em outro planeta é possível fazer o mesmo tipo de análise.

Só não é possível como foi feito.

O rover Curiosity que está explorando Marte desde 2012, fez o primeiro perfil gravimétrico em um outro planeta.

Para isso ele usou uma série de acelerômetros que ele possui, para medir a variação na gravidade de Marte, principalmente na montanha no meio da cratera Gale, o Monte sharp.

Com mais de 700 medidas arquivadas de acelerômetro os pesquisadores puderam então concluir que:

As camadas inferiores do Monte Sharp são surpreendentemente porosas, indicando que o peso de material acima não era muito grande.

Na conta dos pesquisadores, eles encontraram que o Monte charp foi compactado por menos de 1.6 km de material, se comparado com os 5 km de material que preenche a cratera Gale.

Isso adiciona uma peça a mais no quebracabeça que é tentar desvendar como o Monte sharp se formou. Mas levanta muitas outras questões, que o rover deve tentar resolver com mais dados.

#Marte #Curiosity

Fonte:



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Sem Big Bang, Sem Universo - Space Today TV Ep.750

Um dos principais objetivos da cosmologia, um dos ramos da astronomia é entender o início do universo.

Os dados mais recentes, obtidos pelo satélite Planck da ESA, mostram que a cerca de 13.8 bilhões de anos atrás, o universo consistia de uma sopa densa e quente de partículas.

A partir daí ele começou a expandir, e isso é o principal ponto da teoria do Big Bang.

Mas a teoria falha em descrever os estágios muito iniciais do nosso universo, já que as condições eram muito extremas.

Assim, de acordo com a teoria da relatividade de Albert Einstein, a curvatura do espaço-tempo, a energia e a densidade eram infinitas nesse ponto inicial.

Para tentar explicar esse ponto onde a teoria do Big Bang falha, durante muitos anos, outras propostas foram aparecendo para explicar o início do nosso universo.

As propostas de tunelamento e de um universo sem fronteira, propostas por físicos importantes, inclusive por Stpehen Hawking, começaram a ganhar um certo prestígio.

De acordo com essas propostas, a curvatura do espaço-tempo seria grande, mas finita no seu estágio inicial, e a geometria seria suave, sem fronteiras.

Porém as consequências dessa hipóteses nunca foram claramente especificadas.

Agora, um grupo de pesquisadores usando os métodos matemáticos mais bem definidos, conseguiram manipular essas teorias de maneira precisa pela primeira vez e calcular suas implicações.

O resultado é que essas alternativas não poderiam ser verdadeiras.

Os pesquisadores descobriram que de acordo com o princípio da incerteza de Heisenberg, tanto universos suaves, como universos irregulares poderiam surgir do nada, na verdade eles descobriram que quanto mais irregular o universo, mais provável das coisas funcionarem como conhecemos, o que viola uma premissa básica dessas teorias alternativas.

Assim, as hipóteses de universo sem fronteira e tunelado não implicaria num universo grande como o conhecemos, mas sim em universos menores que colapsariam imediatamente.

Desse modo, podemos resumir que sem o Big Bang, não teríamos o universo!!! Óbvio que os pesquisadores não vão parar por aí e irão testar os modelos em situações ainda mais extremas.

Fonte:



Artigo:



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Buracos Negros Em Rotação Podem Ser Portais Para Viagens no Espaço - Space Today TV Ep.1677



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Os buracos negros são os objetos mais intrigantes do universo sem dúvida alguma.

Uma coisa importante sobre os buracos negros, além da classificação que sempre falamos aqui, com relação a sua massa, massa estelar, supermassivo, etc..

Os buracos negros possuem ainda, outras classificações, alguns possuem carga e outros não e alguns possuem rotação e outros não.

E o que isso muda?

O fato de um buraco negro ter ou não rotação muda muita coisa que acontece no seu interior, na chamada singularidade.

Embora não temos acesso a ela, como é dito sempre no filme interestelar, os físicos teóricos fazem desses lugares seu playground, eles se divertem nesses pontos onde a física é levada ao extremo.

E por conta disso não é atoa que os buracos negros são talvez os objetos mais retratados em filmes e séries de ficção científica quando a temática envolve viagem pelo espaço, portais, teletranspoirte e outros tipos de passagens pelo universo.

Mas será que seria possível isso, um buraco negro ser um portal para uma viagem espacial?

Um grupo de físicos teóricos de diferentes universidades, resolveu trabalhar com isso, se debruçaram sobre as equações e modelos relativísticos, entenderam os buracos negros e construíram simulações onde o objetivo é estudar quais os efeitos físicos que uma suposta espaçonave sofre ao entrar num buraco negro supermassivo, em rotação, como o Sagittarius A*.

O que esses pesquisadores descobriram foi espetacular.

sob determinadas condições, uma nave entrando num buraco negro supermassivo em rotação, sofreria efeitos muito pequenos, permitindo que ela conseguisse passar pela singularidade.

Isso aumenta consideravelmente a aplicabilidade de seu utilizar grandes buracos negros em rotação como portais para viagens no hiperespaço.

os pesquisadores descobriram que os efeitos da singularidade no contexto de um buraco negro em rotação resultaria num rápido aumento de ciclos de esticar e encolher a espaçonave.

Mas em buracos negros muito grandes, como o Sagittarius A* e o próprio Gagantua do interestelar esse efeitos seria muito pequeno de modo que nem a nave, nem os passageiros sentiriam.

Infelizmente, esse trabalho irá se manter no campo da física teórica, por quase toda a eternidade, já que não temos condições, tão cedo de testar essas simulações de forma real, nem mesmo na proximidade de um buraco negro.

Mas que a ideia é tentadora e espetacular isso é!!!

Fonte:



Artigo:

10 Fatos Sobre o Telescópio Espacial James Webb - Space Today TV Ep.488

Fato 1:

O telescópio tem esse nome em homenagem a James Webb que foi o segundo administrador na história da NASA além de ter sido líder de muitos projetos espaciais da NASA.

Fato 2:

O James Webb tem uma altura equivalente a um prédio de 3 andares, e é do tamanho de uma quadra de tênis, com essas dimensões ele será o maior telescópio já lançado no espaço.

Fato 3:

O James Webb será 100 vezes mais poderoso que o Hubble. Embora não sejam iguais, pois o James Webb irá operar basicamente no infravermelho, ele irá complementar o trabalho do Hubble até 2021 e depois será seu sucessor.

Fato 4:

Ele é tão grande que para ser lançado ao espaço e caber na coifa do foguete que o lançará que tem somente 5.5 metros de largura, precisará ser dobrado.

Fato 5:

Os espelhos do James Webb são cobertos por uma fina camada de ouro que tem cerca de 1000 átomos de espessura, tudo isso para otimizar a refletividade no infravermelho.

Fato 6:

O James Webb será lançado da Guiana Francesa, em Outubro de 2018 a bordo de um foguete Ariane da Agência Espacial Europeia. A Guiana é um lugar bom para lançar foguetes, pois está perto do equador e isso dará ao foguete um empurrão extra.

Fato 7:

O James Webb ficará numa órbita a 1.5 milhão de quilômetros da Terra, no chamado ponto de lagrange L2, onde o telescópio irá operar a uma temperatura de -234 graus Celsius.

Fato 8:

O James Webb irá observar o universo no infravermelho, com detalhes sem precedentes na história da astronomia, irá observar as primeiras galáxias do universo, estudará exoplanetas e tentará responder a questões importantes para a astronomia sobre a matéria e energia escura.

Fato 9:

O seu escudo de calor composto por 5 camadas tem um fator de proteção solar de 1 milhão.

Fato 10:

O James Webb é uma parceria internacional, da NASA, ESA e da Agência Espacial Canadense. Mas cientistas do mundo inteiro poderão usar a sua incrível tecnologia para desvendar os mistérios do universo.

Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Gisele Guedes, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

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Não!!! Júpiter Não Explodiu!!! - Space Today TV Ep.1486

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Júpiter não explodiu, esqueçam o que estão vendo por aí, nesse vídeo vou provar que ele não explodiu, que está bem bonitinho no lugar dele!!!

Por favor, parem de assistir essas bobagens!!! Espalhem coisas boa por aí!!!

Site da câmera:



Astrobin:

Qual o Futuro da ISS E Da Exploração Espacial Depois do Acidente da Soyuz? - Space Today TV Ep.1516

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A falha no foguete Soyuz MS-10 do último dia 11 de Outubro de 2018 pode ter consequências graves para a permanência humana no espaço.

Desde o ano 2000, a Estação Espacial Internacional, a ISS, é continuamente ocupada.

Lá se vão 18 anos que o ser humano está direto no espaço.

Mas tudo isso pode estar ameaçado.

A primeira decisão, após o acidente do dia 11 de Outubro é que todos os lançamentos da Soyuz estão suspensos até que a NASA e a ROSCOSMOS entendam exatamente o que aconteceu e como evitar que aconteça no futuro.

Como atualmente a nave Soyuz é a única que leva astronautas para a ISS, isso quer dizer que agora ninguém pode mais ir para a ISS.

E olha a situação, o acidente, veio logo depois da detecção do furo na Soyuz que está lá na ISS, e essa Soyuz danificada é atualmente a única maneira dos 3 astronautas que lá estão de voltarem para a Terra.

A notícia boa é que o buraco foi reparado e ele aconteceu numa parte da nave que não é importante para a reentrada.

A Soyuz que está na ISS termina a sua vida útil oficial no espaço no começo de Janeiro de 2019.

Depois disso a ROSCOSMOS terá que enviar uma Soyuz vazia para trazer a tripulação de volta.

A decisão é, trazer os 3 astronautas de volta para a Terra e deixar a ISS vazia, ou, deixar os astronautas lá até que uma Soyuz ou outra nave esteja pronta para ir até a ISS resgatar os astronautas.

Existe a possibilidade que a Soyuz fique sem voar por um bom tempo.

E aí?

No caso da NASA, desde 2011 não tem mais como ir para a ISS resgatar os astronautas.

Ela deposita suas fichas nas próximas cápsulas, a Dragon V2 da SpaceX ou a Starliner da Boeing, o problema é que essas cápsulas só estarão aptas a voar depois da metade de 2019.

Agora vocês vão dar risada, a única nave fora a Soyuz, hoje, pronta para levar astronautas para o espaço é a Shenzhou da China.

O problema é que atualmente os EUA e a China estão numa verdadeira batalha comercial, e a utilização da Shenzhou só seria possível através de uma grande articulação geopolítica e uma habilidade técnica sem precedentes.

Para piorar a situação, a China está excluída da ISS faz tempo.

Isso mostra como a situação é complexa.

O ponto é, se os astronautas que estão na ISS voltarem para a Terra, a ISS ficará vazia, sabe-se lá por quanto tempo, e isso pode colocar a própria vida útil da ISS em risco, pois ela precisa de manutenção e precisa estar sempre ocupada.

Resumindo, o acidente do dia 11 de Outubro, pode fazer a humanidade regredir na exploração espacial por décadas.

Vamos torcer para que tudo se resolva da melhor e mais rápida maneira possível.

Fonte:

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