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Conheça o Lugar Mais Frio do Universo - Space Today TV Ep.1393

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Conheça o Lugar Mais Frio do Universo - Space Today TV Ep.1393

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Em Maio de 2018, chegou na ISS, um equipamento chamado de CAL - Cold Atom Laboratory.

O CAL é um equipamento que será dedicado a estudar as leis fundamentais da natureza usando para isso gases quânticos ultrafrios na microgravidade.

Calma, isso não é nenhuma seita nova e nem estou querendo que você compre nenhum tipo de cura milagrosa.

Os átomos ultrafrios são partículas quânticas precisamente controladas, que fornecem uma plataforma ideal para o estudo de fenômenos quânticos e com potenciais aplicações em tecnologias quânticas.

O CAL é o primeiro equipamento desse tipo no espaço, o que é um sonho para os pesquisadores.

Na Terra esses equipamentos possuem o tamanho de uma sala, e o CAL tem o tamanho de uma pequena geladeira.

O primeiro laboratório desse tipo em Terra surgiu em 1995.

O objetivo desse equipamento é produzir nuvens de átomos ultrafrios, conhecidos como Condensados de Bose-Einstein, ou BEC em inglês.

Os BECs são criados em armadilhas de átomos, ou em contâiners sem fricção ou usando lasers.

Em Terra, quando essas armadilhas são desligadas, a gravidade puxa esses átomos, e os cientistas só têm uma fração de segundo para estuda-los.

Na microgravidade não, lá os cientistas podem observar BECs individuais por 5 a 10 segundos e ainda têm a capacidade de repetir as medias por 6 horas durante um dia.

Além disso, na microgravidade as temperaturas podem ser extremamente baixas.

E foi isso que aconteceu recentemente, o CAL foi utilizado pela primeira vez, produzindo BECs de átomos de rubídio com uma temperatura de 100 nanoKelvin, ou seja, um décimo de milionésimo acima do zero absoluto que são -273 graus Celsius.

O que acontece é que nessa temperatura ultrajaria, os átomos no BEC começam a se comportar diferente de qualquer coisa observada na Terra.

De fato, os BECs são caracterizados como sendo o quinto estado da matéria, diferente do gás, líquido, sólido e plasma.

Em um BEC, os átomos agem mais como onda do que como partículas, essa natureza ondulatória dos átomos normalmente só é observada em escalas microscópicas.

Porém, os átomos ultrafriosassumem o seu estado de energia mais baixo , todos eles juntos são como um super átomo, ou uma nuvem de átomos e isso faz com que essa característica possa ser estudada em escala macroscópica.

Além de átomos de rubídio o CAL usará também dois diferentes isótopos de átomos de potássio.

Esse ponto dentro do CAL se tornou o lugar mais frio do espaço e a menor temperatura atingida pelo homem, e os pesquisadores acreditam que em breve conseguiram baixar mais ainda a temperatura e dentro da ISS nós teremos o ponto mais frio do universo.

Só por comparação o lugar mais frio do universo é a Nebulosa do Bumerangue que tem uma temperatura de -272 graus Celsius, ou seja, 1 grau acima do zero absoluto. O CAL já bateu fácil esse recorde.

E para que tudo isso?

Para se estudar a matéria no seu estado mais fundamental, além disso, como eu já falei para vocês, acredita-se que nessas condições seria possível até descobrir o Planeta 9 pelas perturbações que seriam detectadas.

Fontes:






O Lugar Mais Frio do Universo

Onde fica o lugar mais frio do Universo? A resposta é surpreendente e incrível.

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Qual o Lugar Mais Quente do Universo? - Space Today Responde Ep.007

Você já se perguntou, qual seria o local mais quente do universo? Qual temperatura é atingida nesse ponto? E o que faz esse lugar ter uma temperatura tão alta? Nesse vídeo você vai aprender tudo isso, onde fica, como é, e por que um determinado lugar no universo tem temperatura na ordem de centenas de milhões de graus Celsius.

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Nêmesis Existiu!!! - Space Today TV Ep.748

Será que aquela teoria de Nêmesis, a companheira do Sol, é verdadeira?

Aparentemente sim, ou melhor, aparentemente foi.

Uma nova pesquisa feita por astrônomos está concluindo que a maior parte das estrelas parecidas com o Sol são estrelas binárias, e que o próprio Sol, teve uma estrela companheira.

Se olharmos a nossa volta, a estrela mais próxima do nosso Sistema Solar é uma estrela múltipla e assim podemos observar muitas estrelas espalhadas pela nossa galáxia.

Os astrônomos sempre procuraram por Nemesis, pois supostamente essa estrela companheira do Sol, foi a responsável por perturbar a órbita do asteroide que colidiu com a Terra e que extinguiu os dinossauros, mas eles nunca encontraram.

Como saber se o Sol teve uma companheira?

Para isso os astrônomos observaram com cuidado uma nuvem molecular chamada de Perseus, com as observações eles construíram modelos estatísticos.

E os únicos modelos estatísticos que se ajustaram aos dados observados foram aqueles onde todas as estrelas inicialmente se formaram como sistemas binários.

As estrelas binárias aparecem separadas por 500 UA. No caso do Sol, de acordo com os estudos realizados, a companheira estaria separada de uma distância equivalente a 17 vezes a distância do Sol até Netuno.

A estrela companheira do Sol, escapou e se perdeu na Via Láctea, e nunca mais foi vista novamente.

O fato das estrelas nascerem como binárias é algo especulado a centenas de anos pelos astrônomos, mas até agora nenhum estudo sistemático tinha sido feito sobre o tema.

Além do mais foi necessário esperar a tecnologia se desenvolver para se poder observar com detalhe o centro de nuvens moleculares e regiões com estrelas jovens como essa nuvem em Perseus.

A nuvem molecular de Perseus, está a cerca de 600 anos-luz de distância da Terra, e tem aproximadamente 50 anos-luz de comprimento.

Os astrônomos usaram as antenas do Very Large Array para pesquisar as estrelas jovens com menos de 4 milhões de anos de vida. Além desse grupo foram estudados outros dois grupos de estrelas, com menos de 500 mil anos de vida e entre 500 mil e 1 milhão de anos.

Com todo esse trabalho foi possível fazer um senso detalhado das estrelas e construir assim modelos computacionais mais precisos.

Os astrônomos então chegaram num processo para a formação das estrelas binárias.

À medida que a estrutura em forma ovo que dá origem às estrelas começa a contrair, a parte mais densa se concentra no meio, e isso forma duas concentrações de densidade ao longo do eixo médio.

Esses centros de densidade maiorem algum momento colapsam por conta da gravidade e formam as estrelas.

Para comprovar essa nova teoria os astrônomos irão testar seus modelos em dados de arquivos de mais de 20 anos e também usar o ALMA e outras antenas no mundo para melhorar as observações, aprimorar os modelos e as teorias.

Fonte:



Artigo:



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Detectado Um Dos sinais Mais Misteriosos do Universo - Space Today TV Ep.1398

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À medida que a tecnologia evolui mais nós avançamos na astronomia, ou nem sempre é assim.

Alguns mistérios só são aprofundados e respondê-los é ainda mais complicado.

Eu já fiz vários vídeos aqui no canal falando sobre as FRBs, as Fast Radio Bursts, são explosões nas ondas de rádio como o próprio nome diz.

O grande problema é, o que elas são, que fenômeno gera as FRBs, de onde vem esse sinal.

Já se tentou todo o tipo de explicação para esses sinais, que foram detectados pela primeira vez em 2007, e até agora, poucos deles foram registrados pelos instrumentos na Terra.

Estrelas de quarks e civilizações alienígenas talvez sejam as explicações mais extremas que já tentaram dar para esse fenômeno.

Sempre que um novo instrumento é inaugurado, principalmente se esse instrumento é um radiotelescópio, se tem a esperança que ele possa detectar as FRBs e que possamos descobrir o que elas são.

Mas, como eu falei no começo, as vezes o mistério só fica mais fundo.

O Canadá inaugurou recentemente um novo tipo de radiotelescópio, chamado de CHIME, cujo objetivo é estudar o universo primordial, descobrir as concentrações de hidrogênio e entender como as primeiras estrelas se formaram.

Mas já que ele estava ali vasculhando o céu, adivinha o que ele detectou. Isso mesmo, uma FRB e não foi qualquer uma não.

O CHIME detectou uma FRB por 20 longos segundos, se isso já não fosse espetacular o suficiente, essa FRB foi detectada na frequência abaixo de 700 MHz.

Isso nunca tinha acontecido, as FRBs, detectadas até agora tinham sempre uma frequência muito maior, e essa tem uma frequência de 400 MHz.

O que é, de onde vem, como vivem, como se reproduzem? Ninguém sabe.

A única coisa é que é mais um dado para as FRBs, porém um dado que difere muito dos outros, seria outro fenômeno, seriam outras civilizações, brincadeira.

Esse é um dos grandes mistérios da astronomia, mas como os neutrinos de alta energia, as ondas gravitacionais, os raios cósmicos, esperamos que um dia ainda possamos dizer o que são as FRBs.

E se você ficou até aqui depois do vídeo, coloca aí nos comentários #FRBMALDITA

Fonte:

Os 7 Exoplanetas Mais Extremos do Universo - Space Today TV Ep.743

Faz tempo que não faço uma lista aqui no canal, então resolvi pegar essa aqui e trazer para vocês, sobre os planetas e exoplanetas mais extremos já descobertos até hoje.

Semana passada foi anunciado o exoplaneta mais quente, e isso despertou uma série de perguntas do mesmo tipo.

A lista é composta de sete exoplanetas.

1 - O Exoplaneta Mais Quente

Esse foi anunciado na semana passada, ele chega a ter temperaturas próximas de estrelas.

Seu nome é Kelt-9b, ele é um tipo Júpiter quente, orbita uma estrela que é 2.5 vezes mais massiva que o Sol e que tem uma temperatura superficial de 10000 graus Celsius.

Ele completa uma órbita ao redor da estrela a cada 1.5 dias, ou seja, está bem mais perto da estrela do que Mercúrio está do Sol, e tem temperaturas que chegam aos 4300 graus Celsius, só para comparação a temperatura na superfície do Sol é de 5500 graus Celsius.

2 - O Exoplaneta Mais Frio

Esse exoplaneta tem 5.5 vezes a massa da Terra, e tem um daqueles nomes impronunciáveis, OGLE-2005-BLG-390Lb.

Ele nem está tão distante da sua estrela, sua órbita é o equivalente a algum lugar entre as órbitas de Marte e Júpiter com relação ao Sol, mas a sua estrela é uma anã vermelha.

Com isso, sua temperatura é de apenas 50 graus acima do 0 absoluto, ou seja, -223 graus Celsius.

Obviamente com essa temperatura ele não sustentaria a vida, pois não teria uma atmosfera, já que os gases iriam congelar e precipitar como neve.

3 - O Maior Exoplaneta

Esse é um planeta estranho.

Seu nome é naquela linha, DENIS-P J082303.1-491201 b.

Ele tem 28.5 vezes a massa de Júpiter, e muitos desconfiam que ele nem seja um planeta, mas sim uma anã marrom.

Anã marrom, é aquela classe de objetos que não é uma estrela pois o processo de fusão não se iniciou e não é um planeta, ou é, ou é algo entre os dois, ainda é um mistério.

Para tornar esse exoplaneta ainda mais misterioso, é confirmado que ele orbita uma anã marrom.

4 - O Menor Exoplaneta

O Kepler-37b é considerado o menor exoplaneta já encontrado.

Ele é um mundo rochoso, ele é menor que Mercúrio e só um pouco maior que a nossa Lua, medindo um terço do tamanho da Terra.

Ele não tem atmosfera e não pode suportar a vida, mesmo porque está muito perto da sua estrela, mais perto do que Mercúrio está do Sol.

5 - O Exoplaneta Mais Velho

O mais velho exoplaneta já detectado é o chamado PSR B1620-16b, ele tem 12.7 bilhões de anos de vida.

Só para se ter uma comparação, o nosso universo tem 13.8 bilhões de anos.

Esse exoplaneta tem 2.5 vezes a massa de Júpiter e orbita duas estrelas, uma estrela de nêutrons e uma anã branca.

Quanto a vida, ele provavelmente não possui elementos pesados como carbono e oxigênio, elementos esses essenciais para a vida.

6 - O Exoplaneta Mais Novo

O exoplaneta mais novo já descoberto é o sistema planetário V830 Tauri, com somente 2 milhões de anos de vida.

A estrela tem a mesma massa que o Sol, mas o dobro do raio.

O planeta tem 3/4 da massa de Júpiter, é um gigante gasoso e provavelmente ainda está em fase de crescimento.

Ele deve estar adquirindo cada vez mais massa com frequentes colisões com outros corpos planetários, o que faz desse lugar também um lugar nada agradável para a vida.

7 - O Planeta Com o Pior Clima

Como é complicado estudar o clima dos exoplanetas, para fechar a lista e para manter o número 7, que é um número cabalístico, foi inserido aqui um planeta e não um exoplaneta.

E o planeta que ganhou o status do pior clima foi Vênus.

A sua atmosfera gira mais rápido do que a rotação do planeta, os ventos atingem os 360 km/h, ciclones são mantidos nos polos.

A atmosfera é cerca de 100 vezes mais espessa que a da Terra e ele vive num efeito estufa constante.

A atmosfera é constituída 95% de dióxido de carbono, e a temperatura na sua superfície chega à casa dos 462 graus Celsius, mais quente que em Mercúrio.

Espero que tenham gostado dessa pequena lista.

Se tiverem sugestões de outras listas e eu encontrar com certa facilidade trago aqui para vocês.

Fonte:



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Um Novo Acelerador de Partículas Para Resolver Os Mistérios do Universo - Space Today TV Ep.1676

LIVE DO ECLIPSE:



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Os físicos querem ir além, querem resolver os grandes mistérios do universo que estão guardados nas partículas elementares da natureza. Para isso, o LHC não serve mais, é preciso ter mais potência, ser maior, então estão pensando em construir o chamado FCC - Future Circular Collider, que irá tentar resolver mistérios como a matéria escura, a interação do bóson de Higgs, antimatéria, entre outros.

#FCC #EclipseNoSpaceToday

Fonte:



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Por Que O Universo E Tão Frio? - Space Today Responde Ep.022

Será que o universo é mesmo frio? Como o calor é propagado no universo? Quais as implicações disso para as sondas e para as roupas dos astronautas? Nesse vídeo vou tentar responder todas essas perguntas sobre as variações de temperatura no universo.

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A IMAGEM MAIS PROFUNDA JÁ FEITA DO UNIVERSO | SPACE TODAY TV EP.1692

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O Telescópio Espacial Hubble já fez muita coisa especial.
Entre elas está a imagem mais profunda do universo, a chamada Hubble Ultra Deep Field, ou HUDF.

Essa imagem foi feita com a WFC3 do Hubble que ficou por 230 horas entre os anos de 2003 e 2004 observando uma região do céu.

Ao final da observação, os astrônomos integraram todas as imagens e obtiveram então a HUDF.

Essa imagem é sensacional por si só, porém um grupo de pesquisadores, resolveu deixá-la ainda mais espetacular.

Para isso, eles desenvolveram um novo método de processamento de imagens e uma nova maneira de combinar as imagens também.
E com isso, eles conseguiram ir ainda mais fundo na já profunda HUDF.

A imagem resultante é essa que vou mostrar agora para vocês.
A imagem parece estranha, mas isso é porque ela combina a luz de estrelas e galáxias de pontos diferentes do universo e foi dada essa coloração para mostrar as diferentes luzes que estavam presentes nos dados do hubble, mas que até então não tinha como recuperar.

O que você observar em cinza escuro é a luz que foi encotnrada ao redor das galáxias, enquanto que o cinza claro representa a luz mais apagada de fundo, que está sendo emitida no caso por cerca de 100 bilhões de estrelas.

Com essa imagem, os astrônomos produziram então o que é a imagem mais profunda já feita do universo até hoje, ela contém muito mais informação para os astrônomos e podem ajudar na descoberta de obejtos e em quebras de recorde, algo que o Hubble é especialista.

Um trabalho realmente espetacular, usando dados de arquivo do Hubble e aprofundando a nossa visão do universo.
Onde estamos aí?

#Hubble #ImagemMaisProfunda

fontes:








Sinais de Universos Anteriores na Radiação Cósmica de Fundo - Space Today TV Ep.1412

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Ao analisar o mapa da radiação cósmica de fundo um grupo de pesquisadores, liderado por Roger Penrose, criou uma explicação para os padrões de redemoinhos observados no mapa. Para eles, esses redemoinhos são resquícios de buracos negros de eras anteriores do universo. Para isso ele bolou uma teoria chamada de Teoria Cosmológica Cíclica Conformal, onde o universo é infinitamente cíclico, e esses buracos negros evaporariam através da radiação de Hawking, mas as marcas seriam visíveis no universo seguinte. Ele chamou esses pontos de Pontos de Hawking e o artigo que ele escreveu, ele dedicou também ao grande Stephen Hawking.

Fonte:



Artigo:

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Parem de Procurar Pelos ETs - Estamos Sozinhos no Universo - Space Today TV Ep.1320

****Pesquisa do Space Today:



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AJUDE O FUTURO DA ASTRONOMIA NO BRASIL!!!

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**** TWITTER DO PROFESSOR JORGE MELENDEZ DA USP - SIGA AGORA!!!



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De alguma forma, querendo ou não, o tema de existir, ou somente de procurar por outra forma de vida pelo universo, é algo extremamente intrigante e que passa pela cabeça de todos.

Existe uma certa lógica por trás de tudo isso, com um universo tão grande, beirando o infinito, com trilhões de galáxias e tudo mais, com certeza existe alguma vida inteligente por aí em algum canto desse universo.

Ah, antes que eu me esqueça, nesse vídeo aqui, vida quer dizer, vida inteligente, avançada, assim como a nossa ou mais ainda.

Para se tentar sair do simples achismo, duas coisas importante aconteceram com a busca de vida no universo.

Uma delas foi nos anos 1950 quando o físico Enrico Fermi criou o que chamamos de paradoxo de Fermi, cuja a ideia é a seguinte, dado o tamanho do universo, a idade do universo, a quantidade de estrelas, alguma civilização avançada que exista no universo, já deveria ter entrado em contato com a humanidade, no entanto sabemos que isso ainda não aconteceu, então, veio a pergunta que marca o paradoxo, Onde estão todas as civilizações inteligente?

Para dar um caráter analítico para o Paradoxo de Fermi em 1961, o astrônomo Frank Drake formulou a famosa Equação de Drake, onde se tenta estimar o número de civilizaçòes inteligentes que existem no universo.

Na equação, a letra N, o que se procura, seria o número de vicilizações dentro da Via Láctea capazes de emitir um sinal eletromagnético detectável, e esse número é determinado por uma série de outros fatores .

A equação é criticada por muitos adorada por tantos outros, mas se você pensar de um certo modo ela é uma tentaiva de organizar a nossa ignorância sobre a existência de vida no universo.

Muitos já tentaram resolver a equação, dando número exatos para cada parâmetros, ou dando estimativas para cada um dos parâmetros.

Algumas soluções indicam que possa sim haver outras civilizações no universo, enquanto outros pesquisadores afirmam que estamos sozinhos.

Dessa vez três físicos resolveram juntar o paradoxo de Fermi, a equação de Drake, modelagens estatísticas, incertezas e com tudo isso tentaram chegar a um valor para N.

A abordagem adotada por eles foi totalmente nova, eles usaram o que chamamos de distribuição de probabilidade para cada um dos parâmetros da equação.

A distribuição de probabilidades reflete muito bem o nosso atual entendimento científico.

O que eles descobriram é que o grau de incerteza seria muito elevado, com muitas ordens de grandeza.

Com isso, quando eles atualizam os valores na luz da observação de Fermi, eles descobrem uma grande probabilidade de nós estamos sozinhos não só na nossa galáxia mas também no universo observável.

A resposta para o Fermi, de acordo com esses físicos, Onde estão todos eles?

Provavelmente extremamente longe de nós e bem possivelmente além do horizonte cosmológico, e jamais serão alcançados.

Essa é uma tentativa de tentar resolver a equação do ponto de vista estatístico, não quer dizer que está totalmente certo, é isso e pronto.

Na verdade, qualquer um pode pegar a equação e tentar resolver ela de alguma maneira cientifciamente embasada, de modo que possa obter outra resposta.

antes de criticar, me chamar de pessimista, me xingar e tudo mais, leia o artigo, combinado.

Fonte:



Artigo:





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Quatro Cenários Para o Fim do Universo - Space Today TV Ep.279

Os astrofísicos e cosmologistas, são munidos de muitas teorias e de um conhecimento físico e matemática espetacular. Tudo isso somado dá a eles a oportunidade de brincar com o universo e imaginar, não só como ele nasceu e evolui, mas também como ele irá acabar, se é que vai acabar.

Essa é uma das perguntas fundamentais da natureza, digamos assim, para onde estamos indo e como tudo isso vai acabar.

Uma série de cientistas se reuniram então e pensaram em 4 possíveis cenários para o fim do universo.

1 - A Grande Ruptura (The Big Rip)

Todos vocês devem saber que o nosso universo está se expandindo de maneira acelerada, muito provavelmente graças à presença da energia escura.

Essa teoria para o fim do universo é bem catastrófica, aliás qual não é, ela diz que o universo continuaria a se expandir indefinidamente, com isso, as galáxias, as estrelas, os planetas, você, eu, e até mesmo as partículas subatômicas, não poderiam mais se manter unidos e começariam a se romper, a rasgar.

A boa notícia, é que a Terra duraria até quase o ato final, explodindo, cerca de 30 minutos antes de tudo se acabar.

Referências:





2 - O Grande Congelamento (The Big Freeze)

Esse cenário tem tudo a ver com o efeito da energia escura na expansão do universo. Lembrem-se o Hubble já mostrou que o universo se expande mais rápido do que se pensava antes.

Nessa teoria, o universo continuaria a expandir, numa velocidade cada vez maior.

Com isso, o calor existente no espaço entre os agloemrados, as galáxias, estrelas, planetas, começaria a ser dispersado. O universo começaria a esfriar até atingir o zero absoluto.

As estrelas não teriam mais matéria prima para se formar, as galáxias se tornariam verdadeiras sepulturas cósmicas, repletas de estrelas mortas.

Muitos astrônomos e físicos acreditam que esse seja o mais provável dos cenários.

Referências:









3 - O Grande Colapso (The Big Crunch)

Esse é um modelo de fim do universo que é uma consequência direta do Big Bang.

Nesse caso, o universo não se expandiria para sempre, depois de um determinado tempo, talvez, trilhões de anos, o universo começaria um processo de colapso, encolhimento sobre ele mesmo.

Alguns cientistas acreditam que esse evento já aconteceu, e que o universo na verdade não tem fim nem começo, é algo ciclíco e que nós estamos vivendo num desses ciclos.

Os cientistas dizem que o universo é como um ser vivo respirando, quando expira é o Big Bnag, quando inspira é o Big Crunch.

Para essa teoria, o universo seria fechado, e não aberto como as teorias anteriores.

Referências:



4 - A Grande Sucção (The Big Slurp)

Essa teoria é bem recente e ganhou força depois da confirmação da existência do Bóson de Higgs.

Se o Bóson de Higgs, tem uma certa massa, isso poderia indicar então que o nosso universo pode ser inerentemente instável, talvez existindo num estado metaestável.

Se esse for o caso, o nosso universo poderia experimentar um evento catastrófico quando uma bolha de outro universo alternativo aparecesse, o universo seria completamente aniquilado, ou sugado.

Toda a matéria, inclusive nós deixaríamos de existir. Se isso ainda não catastrófico o suficiente, tem uma notícia pior, esse evento de metaestabilidade de vácuo, pode acontecer a qualquer momento e em qualquer lugar no nosso universo e sem avisar.

Referências:









Fonte:



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O Que São Raios Cósmicos? - Space Today TV Ep.1381

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Continuando na explicação de conceitos que foram expostos na última semana com a descoberta da origem dos neutrinos de alta energia, o próximo conceito importante é sabermos o que são os raios cósmicos.

Os raios cósmicos são partículas subatômicas carregadas que constantemente chovem na Terra e veem de todas as direções.

Na verdade eles não são raios, são partículas, e veem numa grande variedade de energia, os raios cósmicos de baixa energia são abundantes, mas nas altas energias eles são bem mais raros.

Pode-se dizer que o campo da física dos raios cósmicos nasceu em 1912 com o físico Victor Hess.

Ele fez experimentos perigosos colocando na alta atmosfera balões com instrumentos específicos, medindo que a taxa de ionização aumentava com altitude.

A 17 mil pés de altura, a ionização era 4 vezes maior que no nível do mar, e com isso ele mostrou que as partículas vinham de fora da Terra.

Com esse experimento Hess descobriu a radiação cósmica. Mas o problema e uma questão que surgiu daí foi, de onde esses raios cósmicos vinham, qual a origem deles.

Na década de 1930, os raios cósmicos se tornaram uma janela importante para as partículas menores que os átomos, quando os raios cósmicos chegam na Terra, eles podem colidir com os núcleos dos átomos na atmosfera criando assim uma “chuva” de bilhões de partículas secundárias.

Os raios cósmicos foram até 1950 a única maneira de se estudar partículas menores que os átomos.

A ciência se desenvolveu e conseguiu detectar uma grande variedade de partículas secundárias geradas a partir dos raios cósmicos, partículas como posítrons, múons, píons e muitas outras, tudo isso começou na década de 1930.

Depois com os aceleradores de partículas essas partículas começaram a ser produzidas e detectadas.

Os raios cósmicos são muito importantes para se entender a física de partículas e os neutrinos também, e conhecer a sua origem responde a uma questão que remonta o início de toda a história lá em 1912.

Ondas Gravitacionais E As Dimensões Extras do Universo - Space Today TV Ep.1460

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E a GW170817 não para de ser estudada e revelar coisas importantes sobre o universo.

Chegou agora nesse mundo e não tem ideia do que é a GW170817, vamos a um resumão.

Essa é a onda gravitacional detectada em Agosto de 2017 pelo LIGO e VIRGO proveniente da fusão de duas estrelas de nêutrons, essa onda gravitacional teve o que chamamos de contrapartida no espectro eletromagnético, ou seja, os astrônomos usando seus telescópios tradicionais conseguiram estudar a fonte que a gerou em todos os comprimentos de onda.

Por esse motivo ela é a onda gravitacional mais importante detectada até agora, pois pode ser estudada de diversas maneiras, e os astrônomos não cansam de estudar-la.

Desde que foram detectadas pela primeira vez, existe a esperança de que as ondas gravitacionais podem ajudar a responder alguns dos grande mistérios do universo, como por exemplo, a matéria escura, a energia escura, o comportamento do universo em sua grande escala e até mesmo verificar ou contradizer teorias importantes como a da relatividade.

Existem várias teorias alternativas a teoria da relatividade, principalmente para tentar explicar a matéria e a energia escura.

Uma dessas teorias, sugere que, a grandes distâncias, a gravidade, poderia “vazar” em dimensões extras do universo, e assim quando fosse detectada ela estaria mais fraca e com inconsistências.

E a onda gravitacional, GW170817, foi uma oportunidade para testar essa teoria.

As ondas são detectadas com modelos que são feitos de acordo com o objeto que as gera, nesse caso, os pesquisadores tinham uma boa ideia da geração, pois essa onda gerou sua contrapartida eletromagnética.

Se durante a trajetória tivesse ocorrido o tal vazamento da gravidade para dimensões extras o sinal recebido pelo LIGO seria mais fraco do que ele realmente foi detectado.

Como isso não aconteceu, de acordo com esse experimento e de acordo com a metodologia utilizada, os pesquisadores disseram que o universo continua com suas 4 dimensões, as 3 espaciais e a dimensão temporal, pelo menos na escala de centenas de milhões de anos-luz.

Mas isso é apenas o começo, muitos segredos devem estar guardados nessa onda gravitacional e os pesquisadores não se cansarão de continuar, pesquisando e propondo novas teorias, o melhor é que agora se tem um dado real detectado para comprovar as teorias propostas.

Fonte:



Artigo:

Eta Carinae E O Mistério Das Estrelas Que Não Querem Morrer - Space Today TV Ep.1394

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As estrelas muito passivas terminam suas vidas em expulsões de supernovas, e posteriormente o que resta dessa explosão pode se transformar numa estrela de nêutrons ou em um buraco negro dependendo da massa.

Porém, existem estrelas massivas que se negam a morrer, os astrônomos registram explosões nelas, mas aparentemente essas explosões não são suficientemente energéticas para destruir a estrela e elas continuam ali.

Entre essas estrelas, existe uma muito famosa, a Eta Carinae.

A cerca de 170 anos atrás os astrônomos testemunharam uma grande explosão nela, uma explosão que liberou energia quase que equivalente a de uma supernova, mas a estrela depois disso continuava lá.

Como eu falo sempre foi preciso o tempo passar, a tecnologia evoluir para que agora os astrônomos pudessem cogitar uma resposta para o fato da Eta Carinae não ter morrido.

Com os equipamentos modernos, os astrônomos conseguiram estudar os ecos de luz, remanescentes das explosões que a Eta Carinae sofreu e conseguiram calcular a velocidade da onda de choque desses ecos de luz.

Eles detectaram velocidades extremamente altas e com essas observações puderam então traçar a história do que pode estar acontecendo com a Eta Carinae e com outras estrelas que insistem em não morrer.

A primeira tentativa de explicar o que aconteceu com Eta Carinae foi através da fusão de duas estrelas.

Mas esse modelo falhou e não se ajustou a todos os dados.

Então montaram um modelo mais complexo com a interação de 3 estrelas, ou seja, o sistema de Eta Carinae hoje que tem duas estrelas pode ter começado com 3.

No cenário proposto, você tem duas estrelas orbitando uma muito próxima da outra e uma terceira estrela mais distante.

Quando a estrela mais massiva das duas mais próximas chega no fim da sua vida ela começa a expandir e o seu material começa a “cair”na estrela menor.

AS camadas externas dela se foram e só restou exposto o seu núcleo quente de hélio.

Com isso todo o equilíbrio do sistema é afetado, o núcleo de hélio exposto migra para a parte mais externa do sistema e troca de posição com a estrela mais externa.

A estrela mais externa que estava lá quietinha, mergulha para dentro do sistema, interage com a estrela massiva que roubou material da sua companheira no início do processo e cria um disco de material ao redor da estrela gigante.

A estrela que era a mais externa do sistema triplo então se funde com a estrela mais massiva e nesse processo ocorre um evento explosivo que forma lobos bipolares de material ejetado da estrela.

O núcleo exposto de hélio que ainda é uma estrela, entra numa órbita alongada ao redor da nova estrela do sistema, e no caso de Eta Carinae, a cada 5 anos e meio ela passa no envelope de gás ao redor da estrela maior e isso gera ondas de choque que são registradas aqui na Terra em raios-X.

É um cenário bem complexo, mas é esse o cenário que explica todos os dados registrados do sistema de Eta Carinae e isso que mantém a estrela viva.

Esse estudo é fundamental para o entendimento da evolução e da morte das estrelas missivas.

Fonte:



Artigos:



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O que São Blazars? - Space Today TV Ep.1380

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Semana passada foi anunciada pela primeira vez a fonte de um neutrino de alta energia.

E essa descoberta trouxe conceitos novos e objetos novos para o grande público que talvez poucas pessoas tivessem ouvido falar.

Um desses objetos são os blazars.

Vou tentar explicar o que são esses objetos.

No centro da maior parte das galáxias existe um buraco negro supermassivo, esse buraco negro supermassivo pode estar relativamente inativo, como o da Via Láctea.

Isso quer dizer que ele se alimenta poucas vezes em intervalos de milhares de anos.

Porém, existem em algumas galáxias buracos negros supermassivo muito ativos, ou seja, que estão se alimentando constantemente, isso devido ao suprimento de material da galáxia ser muito grande e servir como alimento para ele.

Esses buracos negros muito ativos são chamados de núcleos ativos de galáxias, ou AGNs.

Nos AGNs, parte do material não cai na direção do buraco negro, mas sim fica circulando ao seu redor, formando o que se chama de um disco de acreção.

Esse material gira a alta velocidade e isso faz com que ele fique superaquecido, com esse aquecimento ele começa a emitir radiação em diferentes comprimentos de onda, ondas de rádio, raios-gamma, raios-X.

Essa radiação emitida, devido ao campo magnético é transformado em jatos de partículas relativísticas, isso quer dizer que essas partículas energéticas são ejetadas na velocidade próxima a da velocidade da luz.

A maneira como nós observadores, observamos esses jatos acaba dando a classificação para os AGNs.

Se ao observamos um AGN e vemos o seu jato de partículas de lado, o AGN é chamado de quasar.

Se ao observarmos um AGN vemos o seu jato com uma determinada angulação, esse AGN pode ser uma galáxia do tipo Seyfert ou uma radiogaláxia, dependendo de determinadas emissões espectrais.

Agora se observamos um AGN e vemos o seu jato de frente, estamos diante de um blazar.

Esse nome blazar veio dos primeiro objetos observados com essa características, chamados de Objetos BL Lacertae e pela semelhança com um quasar.

O disco de acreção de um AGN é um verdadeiro acelerador de partículas natural e nesse acelerador são gerados os raios cósmicos de alta energia e os neutrinos de alta energia que foram detectados pelo IceCube.

No próximo vídeo vou tentar explicar o que são os raios cósmicos, para que possamos tentar entender melhor o que foi essa descoberta.

Descoberto Misterioso Planeta Solitário - Space Today TV Ep.1397

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Existem determinados objetos no universo, que são como se fossem planetas, mas eles não estão acompanhados de nenhuma estrela, eles são chamados em inglês de rogue planets, e podemos traduzir como planetas órfãos, ou planetas errantes, embora planeta já signifique errante.

Além disso, outro objeto intrigante no universo são as anãs marrons, que não são nem planetas nem estrelas, na verdade os astrônomos acreditam que as anãs marrons sejam o elo entre os planetas e as estrelas.

Os astrônomos estabeleceram uma massa de 13 vezes a massa de Júpiter para que um objeto deixe de ser um planeta e passe a ser uma anã marrom.

Mas nem tudo na astronomia é assim tão fácil e como eu falo sempre, quando você acha que está tudo resolvido o universo vem e te aplica uma bela de uma rasteira.

Isso aconteceu novamente, usando o VLA, o Very Large Array os astrônomos descobriram um objeto que tem massa planetária, mas que não orbita estrela alguma.

Esse objeto tem 12.7 vezes a massa de Júpiter e fica localizado a 20 anos-luz de distância da Terra, depois de algumas campanhas de observação descobriram que ele é relativamente novo com 200 milhões de anos e tem uma temperatura superficial de 825 graus Celsius.

Esse objeto só foi descoberto pelo VLA graças ao fato dele ter auroras, sim, auroras, como os planetas no sistema solar.

A grande questão é como um objeto solto, que vaga sem ter uma estrela tem aurora, já que para isso é preciso campo magnético e partículas energizadas de uma estrela?

Esse objeto tem um campo magnético 200 vezes mais intenso que o de Júpiter, mas ele não tem uma estrela próxima, fica aí mais um mistério para ser resolvido.

Os astrônomos também estão em dúvida em como classificar o objeto, anã marrom, ou um planeta órfão gigantesco, para acabar com isso, resolveram chamar de objeto de massa planetária.

MAs o importante disso é que o VLA foi capaz de detectar o campo magnético e a aurora desse objeto, com isso os pesquisadores poderão entender qual o mecanismo que gera essas auroras.

Além disso, eles disseram que o VLA pode ser uma nova ferramenta para caçar exoplanetas, pois exoplanetas grandes podem ter também auroras que teriam suas assinaturas detectadas pelo VLA.

E agora eu fico aqui pensando com meus botões, será que o próprio planeta 9 não poderia ser detectado dessa maneira, pela assinatura nas ondas de rádio? Fica aí a dica para os astrônomos !!!

Fonte:



Vídeo do Poligonautas:

Não!!! Júpiter Não Explodiu!!! - Space Today TV Ep.1486

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Júpiter não explodiu, esqueçam o que estão vendo por aí, nesse vídeo vou provar que ele não explodiu, que está bem bonitinho no lugar dele!!!

Por favor, parem de assistir essas bobagens!!! Espalhem coisas boa por aí!!!

Site da câmera:



Astrobin:

Medindo a Idade do Universo Com Ondas Gravitacionais - Space Today TV Ep.1060

A medida da constante de Hubble é que nos mostra quanto tempor percorreu da expansão inicial do universo, ou seja, do Big Bang até os dias de hoje.

A constante de Hubble é calculada da seguinte maneira:

Vh = H0.d

Onde Vh é a velocidade com a qual uma determinada fonte se movimenta e d é a distância até essa fonte.

Existem duas maneiras tradicionais de se calcular a constante de Hubble e portanto calcular a idade do universo.

Uma dessas maneiras é através da análise da radiação cósmica de fundo, onde através do mapeamento da distribuição da radiação fraca proveniente de 400 mil anos depois do Big Bang é possível calcular a velocidade, e a distância.

E a outra maneira é usar galáxias, e principalmente supernovas nessas galáxias, com isso é possível medir a distância com precisão até as galáxias e também a velocidade com a qual elas se movem no universo.

Embora as duas técnicas sejam usadas e tenham uma precisão boa, elas usam digamos, momentos diferentes do universo, a CMB lida com o universo primordial, e as galáxias com o universo local.

O resultado ao medir a idade do universo com essas duas técnicas apresenta uma grande diferença, e de acordo com muitos astrônomos essa diferença é causada por algo que ainda não entendemos, talvez a energia escura, ou outros fatores.

Um dos grandes problemas em calcular a idade do universo é a medida precisa da distância.

Distância na astronomia é um dos parâmetros mais importantes.

Os astrônomos estão sempre a procura de marcadores precisos para medir essa distância.

E agora, parece que eles têm mais um.

A onda gravitacional de 17 de Agosto de 2017, aquela famosa que teve sua contrapartida óptica é um marcador perfeito para isso.

Como o evento pôde ser estudado em múltiplos comprimentos de onda isso levou a uma excelente estimativa da galáxia que abrigou o evento.

A NGC 4993, está localizada a 140 milhões de anos-luz de distância da Terra.

A velocidade da galáxia é fácil de medir por meio de suas linhas espectrais.

Com as duas variáveis bem definidas, os pesquisadores conseguiram calcular a constante de Hubble e com isso, eles conseguiram calcular o tempo desde a expansão inicial.

Com essas medidas das ondas gravitacionais, a idade do universo está entre 11.9 e 15.7 bilhões de anos.

Vocês estão vendo um gráfico que mostra a constante de Hubble calculada com o Planck (baseada na CMB), calculada com o SHoES (baseada nas supernovas das galáxias) e a linha azul que é calculada com a onda gravitacional.

Pode-se ver que o valor de pico da linha azul está entre as medidas feitas com a CMB e com as supernovas.

Será que esse terceiro método, usando as ondas gravitacionais, veio para resolver o problema da discrepância entre as medidas da idade do universo, ou veio para criar um novo valor e agora os astrônomos terão que quebrar a cabeça em busca dessa solução?

Os astrônomos esperam detectar mais sinais parecidos com esse das ondas gravitacionais, para que possam ter uma estatística razoável para chegar a esse tipo de conclusão.

Esse estudo mostra outra importante aplicação das ondas gravitacionais, no cálculo da idade do universo.

Fonte:



Artigo:



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Será Que Alguém Está Nos Observando no Universo? - Space Today TV Ep.850

A técnica de trânsito é talvez a mais famosa das técnicas usadas para se encontrar exoplanetas no universo.

Usando somente essa técnica mais de 3000 exoplanetas já foram descobertos a sua maioria através do uso dos dados adquiridos pela missão Kepler, que é especialista no uso do trânsito para a detecção de exoplanetas.

A técnica é simples, você observa uma estrela e quando o planeta passar na frente da estrela, a curva de luz dessa estrela sofrerá uma queda. Analisando a queda de brilho da luz da estrela é então possível calcular a massa, o tamanho, o período orbital e outras propriedades do exoplaneta.

Nós aplicamos essa técnica observando as estrelas em determinados locais do universo, mas e se el alguma outra estrela, houvesse uma civilização e ela estivesse usando a mesma técnica para observar o Sol, será que ela conseguiria por meio do trânsito registrar os planetas do nosso sistema e a Terra?

Foi isso que um grupo de pesquisadores fez, pensou como seria a técnica do trânsito ao inverso.

Algumas conclusões interessantes do trabalho feito por esses pesquisadores.

Eles mostraram que os planetas terrestres são mais fáceis de serem identificados do que os gigantes gasosos. embora eles sejam maiores, estão muito longe da estrela, e o fator principal para a identificação é a proximidade com a estrela.

Dos milhares de exoplanetas conhecidos os pesquisadores identificaram 68 onde os observadores poderiam ver um ou mais planetas do sistema solar transitando o Sol.

Nove desses 68 estariam idealmente posicionados para ao observar o trânsito da Terra.

Os pesquisadores estimaram, que devam existir aproximadamente 10 exoplanetas ainda não descobertos que estariam localizados numa posição favorável para detectar a Terra, e que seriam capazes de sustentar a vida como a conhecemos.

Até agora como sabemos, nenhum exoplaneta habitável foi descoberto e nenhum exoplaneta com vida também foi descoberto, só falta isso.

Mas diga aí nos comentários, vocês acham que o planeta Terra está sendo observado por alguém? Existe alguém em algum lugar que está vendo a Terra passar na frente do Sol? Deixe aí nos comentários pois a opinião de vocês é a coisa mais importante aqui.

Fonte:



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