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Detectado Um Dos sinais Mais Misteriosos do Universo - Space Today TV Ep.1398

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Detectado Um Dos sinais Mais Misteriosos do Universo - Space Today TV Ep.1398

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À medida que a tecnologia evolui mais nós avançamos na astronomia, ou nem sempre é assim.

Alguns mistérios só são aprofundados e respondê-los é ainda mais complicado.

Eu já fiz vários vídeos aqui no canal falando sobre as FRBs, as Fast Radio Bursts, são explosões nas ondas de rádio como o próprio nome diz.

O grande problema é, o que elas são, que fenômeno gera as FRBs, de onde vem esse sinal.

Já se tentou todo o tipo de explicação para esses sinais, que foram detectados pela primeira vez em 2007, e até agora, poucos deles foram registrados pelos instrumentos na Terra.

Estrelas de quarks e civilizações alienígenas talvez sejam as explicações mais extremas que já tentaram dar para esse fenômeno.

Sempre que um novo instrumento é inaugurado, principalmente se esse instrumento é um radiotelescópio, se tem a esperança que ele possa detectar as FRBs e que possamos descobrir o que elas são.

Mas, como eu falei no começo, as vezes o mistério só fica mais fundo.

O Canadá inaugurou recentemente um novo tipo de radiotelescópio, chamado de CHIME, cujo objetivo é estudar o universo primordial, descobrir as concentrações de hidrogênio e entender como as primeiras estrelas se formaram.

Mas já que ele estava ali vasculhando o céu, adivinha o que ele detectou. Isso mesmo, uma FRB e não foi qualquer uma não.

O CHIME detectou uma FRB por 20 longos segundos, se isso já não fosse espetacular o suficiente, essa FRB foi detectada na frequência abaixo de 700 MHz.

Isso nunca tinha acontecido, as FRBs, detectadas até agora tinham sempre uma frequência muito maior, e essa tem uma frequência de 400 MHz.

O que é, de onde vem, como vivem, como se reproduzem? Ninguém sabe.

A única coisa é que é mais um dado para as FRBs, porém um dado que difere muito dos outros, seria outro fenômeno, seriam outras civilizações, brincadeira.

Esse é um dos grandes mistérios da astronomia, mas como os neutrinos de alta energia, as ondas gravitacionais, os raios cósmicos, esperamos que um dia ainda possamos dizer o que são as FRBs.

E se você ficou até aqui depois do vídeo, coloca aí nos comentários #FRBMALDITA

Fonte:

Descoberto Misterioso Planeta Solitário - Space Today TV Ep.1397

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Existem determinados objetos no universo, que são como se fossem planetas, mas eles não estão acompanhados de nenhuma estrela, eles são chamados em inglês de rogue planets, e podemos traduzir como planetas órfãos, ou planetas errantes, embora planeta já signifique errante.

Além disso, outro objeto intrigante no universo são as anãs marrons, que não são nem planetas nem estrelas, na verdade os astrônomos acreditam que as anãs marrons sejam o elo entre os planetas e as estrelas.

Os astrônomos estabeleceram uma massa de 13 vezes a massa de Júpiter para que um objeto deixe de ser um planeta e passe a ser uma anã marrom.

Mas nem tudo na astronomia é assim tão fácil e como eu falo sempre, quando você acha que está tudo resolvido o universo vem e te aplica uma bela de uma rasteira.

Isso aconteceu novamente, usando o VLA, o Very Large Array os astrônomos descobriram um objeto que tem massa planetária, mas que não orbita estrela alguma.

Esse objeto tem 12.7 vezes a massa de Júpiter e fica localizado a 20 anos-luz de distância da Terra, depois de algumas campanhas de observação descobriram que ele é relativamente novo com 200 milhões de anos e tem uma temperatura superficial de 825 graus Celsius.

Esse objeto só foi descoberto pelo VLA graças ao fato dele ter auroras, sim, auroras, como os planetas no sistema solar.

A grande questão é como um objeto solto, que vaga sem ter uma estrela tem aurora, já que para isso é preciso campo magnético e partículas energizadas de uma estrela?

Esse objeto tem um campo magnético 200 vezes mais intenso que o de Júpiter, mas ele não tem uma estrela próxima, fica aí mais um mistério para ser resolvido.

Os astrônomos também estão em dúvida em como classificar o objeto, anã marrom, ou um planeta órfão gigantesco, para acabar com isso, resolveram chamar de objeto de massa planetária.

MAs o importante disso é que o VLA foi capaz de detectar o campo magnético e a aurora desse objeto, com isso os pesquisadores poderão entender qual o mecanismo que gera essas auroras.

Além disso, eles disseram que o VLA pode ser uma nova ferramenta para caçar exoplanetas, pois exoplanetas grandes podem ter também auroras que teriam suas assinaturas detectadas pelo VLA.

E agora eu fico aqui pensando com meus botões, será que o próprio planeta 9 não poderia ser detectado dessa maneira, pela assinatura nas ondas de rádio? Fica aí a dica para os astrônomos !!!

Fonte:



Vídeo do Poligonautas:

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O Que São Esses Sinais de Rádio Descobertos Pelos Astrônomos? - Space Today TV Ep.1664

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Adentramos o ano de 2019 e um dos maiores mistérios da astronomia moderna continua sem resposta, as FRBs, porém, as coisas podem melhorar de forma significativa.

Como vocês sabem as Fast Radio Bursts, as explosões rápidas em ondas de rádio estão entre os fenômenos mais misteriosos do universo.

Inúmeras hipóteses já foram levantadas para explicar essas explosões, magnetars, fusões de estrelas de nêutrons, fenômenos em buracos negros, em galáxias ativas e até mesmo, sinais de comunicação de civilizações alienígenas.

Tirando essa última, todas as outras hipóteses conseguem explicar uma parte, e falham em outras partes e assim as FRbs continuam sendo um grande mistério.

Mas, a astronomia se desenvolve, a tecnologia também e assim alguns mistérios acabam sendo desvendados, não que seja o caso das FRBs ainda, mas podemos estar no caminho para isso.

No final do ano de 2017 no Canadá, foi inaugurado um rádio telescópio revolucionário, chamado de CHIME - canadian hydrogen intensity mapping experiment.

Esse rádio telescópio foi construído para estudar o universo nas ondas de rádio em um intervalo de 400 a 800 MHz, e esperava-se desde o início que ele pudesse ajudar no entendimento das FRBs.

Então em 2018 num período de 3 semanas, o CHIME conseguiu registrar 13 FRBs.

A maior parte das 13 FRBs detectadas pelo CHIME apresentaram um fenômeno de espalhamento que revela informações sobre o ambiente ao redor da fonte.

E a quantidade desse espalhamento, fez com que os pesquisadores pudessem concluir que as fontes das FRBs são poderosos objetos astrofísicos.

Os pesquisadores disseram que poderiam ser remanescentes de supernovas ou algums fenômeno que acontece nas proximidades de um buraco negro.

Além disso, o CHIME conseguiu algo praticamente inédito, detectar uma FRB repetida, algo que só aconteceu uma vez até hoje, nas cerca de 60 FRBs detectadas até agora.

Essa repetição na FRB também é muito importante e pode ajudar muito os astrônomos a identificarem a origem desses sinais de ondas de rádio.

Os astrônomos falaram que embora ainda não tenham conseguido resolver esse mistério, conseguiram colocar mais peças no quebra-cabeça e pode ser que já tenham um caminho para encontrar a solução.

Uma opinião minha, eu ainda acho que a resposta para as FRBs está na astrofísica multimensageira, é preciso saber, como integrar essas diferentes informações para que se possa chegar num resultado, mas para mim a resposta está aí.

#FRBMALDITA #FRBREPETIDA

Fonte:

Cientistas Provavelmente Descobriram O Mistério Dos Sinais Espaciais

Existem alienígenas? Nos primeiros dias de janeiro, um novo telescópio revolucionário no Canadá detectou 13 novos sinais vindos do espaço sideral em direção à Terra! Isso significa que não estamos sozinhos neste Universo? Vamos descobrir!

O aspecto mais chocante dessa descoberta é que uma dessas 13 rajadas de rádio é um sinal repetitivo altamente incomum. Ela vem de uma fonte localizada a aproximadamente 1,5 bilhão de anos-luz de distância. Os especialistas continuam debatendo sobre a origem desse sinal. Mas já existem várias teorias que lançam alguma luz sobre os misteriosos flashes ...

Outros vídeos que você possa gostar:

7 Previsões para o Futuro da Terra nos Próximos 200 Anos, por Stephen Hawking


Cientistas Finalmente Descobriram a Verdade Sobre a Ilha de Páscoa


As 13 Teorias Mais Assustadoras Sobre A Humanidade


MINUTAGENS:

O que são rajadas rápidas de rádio 1:02

Quantos desses flashes acontecem todos os dias 1:40

O incrível Telescópio CHIME 2:20

13 novas rajadas rápidas de rádio 3:57

Que enigma está ligado a um dos novos sinais 4:43

Teorias sobre o que provoca rajadas de rádio 5:43

Fusão de duas estrelas 5:52

Um buraco negro 6:38

Uma estrela de nêutrons giratória 7:28

Blitzar 8:03

Civilização alienígena 8:27

#espaçosideral #alienígenas #universo



Música de Epidemic Sound



RESUMO:

Esses sinais são alguns dos fenômenos mais estranhos do Universo. São pulsos de ondas de rádio que vêm de longe, de fora da Via Láctea, que é a nossa galáxia. Cada rajada tem apenas um milissegundo.

- Em agosto de 2017, a construção do telescópio CHIME foi concluída. Este nome significa algo como Experimento Canadense de Mapeamento da Intensidade de Hidrogênio, em português. Esse equipamento revolucionário está situado no Observatório Astrofísico de Rádio Dominion, na Colúmbia Britânica, no Canadá.

- O telescópio possui ampla cobertura de frequência (de 400 a 800 MHz) e um grande campo de visão (mais de 200 graus quadrados). Isso faz do CHIME o único telescópio para a detecção de rajadas rápidas de rádio.

- Esses 13 sinais podem ter aparecido em algumas regiões turbulentas de suas galáxias. Por exemplo, em algum lugar próximo a um buraco negro ou a alguns resquícios de supernova de alta densidade.

- No momento, a equipe de pesquisa não pode fazer nada além de observar a região do céu de onde vieram os sinais com a ajuda do CHIME e de outros radiotelescópios. Eles precisam descobrir se rajadas de rádio únicas e repetidas estão vindo de diferentes objetos ou não.

- Uma das possibilidades pode ser duas estrelas de nêutrons colidindo. O Dr. Shriharsh Tendulkar, um astrônomo da McGill University em Montreal, Canadá, tem certeza de que essa é a explicação mais plausível.

- Alguns especialistas acreditam que rajadas rápidas de rádio ocorrem quando uma estrela de nêutrons cai em um buraco negro. Outros têm certeza de que isso acontece quando um buraco negro é atingido pela matéria escura.

- Há também um grupo de cientistas que acha que a fonte de rajadas de rádio rápidas pode ser uma estrela de nêutrons girando.

- Um blitzar é uma estrela de nêutrons girando que não suporta mais seu próprio peso e depois de ruir, forma um novo buraco negro.

- A existência dos repetidores faz algumas pessoas acreditarem que elas são o produto de uma civilização alienígena. Aqueles que apoiam essa ideias consideram os sinais como a prova de atividade extraterrestre.

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Para mais vídeos e artigos, acesse:
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A Estrela Devoradora de Planetas - Space Today TV Ep.1399

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Existem estrelas no universo que são muito misteriosas.

Quem é que não se lembra da Estrela de Tabby, aliás, nota mental, faz tempo que não se fala nela, vou procurar algo sobre ela depois.

Mas não é só ela que tem comportamento estranho, existe uma estrela chamada RW Aur A, que vem intrigando os astrônomos desde 1937, isso mesmo, desde a década de 30.

A estrela sempre apresentou uma diminuição de brilho, depois voltava a brilhar intensamente, e os astrônomos sempre pensando o que seria.

Essa estrela é jovem, possui poucos milhões de anos de vida e ainda deve estar circundada pelo que chamamos de disco protoplanetário, ou seja, o local, onde os planetas se formam, ela também tem uma companheira de mesma massa.

Os astrônomos usando simulações computacionais viram que esse comportamento da estrela poderia ser causado pela queda de planetas no seu interior, mas nunca conseguiram comprovar isso.

Os astrônomos resolveram então apontar o Observatório de Raios-X Chandra para a estrela e detectar a emissão de Raios-X dela.

E pela emissão na linha do ferro descobriram que ela pode ter devorado planetas e isso explicaria o fato dela apagar.

#DEVORADORADEPLANETAS

Fonte:

Gigantesco Aglomerado de Galáxias Descoberto no Universo Primordial - Space Today TV Ep.1219

Os aglomerados de galáxias são as maiores estruturas que temos no universo, eles podem ser formados por dezenas, centenas e até milhares de galáxias.

Mas como esses aglomerados se formaram, como essas galáxias se juntaram para formar estruturas tão grandes?

Para responder a essa pergunta os astrônomos precisam estudar com os equipamentos mais sofisticados existentes hoje na astronomia, e fazer uma pesquisa no universo muito profundo atrás de pistas.

E usando o ALMA e o APEX ambos instrumentos do ESO, duas equipes internacionais de cientistas descobriram algo surpreendente.

Observando o universo profundo, a 90% da distância do universo observável, os astrônomos descobriram o que pode ser considerado um proto aglomerado de galáxias.

As galáxias que formam esse proto aglomerado formam estrela de maneira explosiva e por isso essa região pode ser considerada a região mais ativa no universo jovem.

Só para termos uma ideia, a Via Láctea forma uma estrela por ano, nesse proto aglomerado nascem milhares de estrelas por ano.

A luz desse aglomerado de galáxias em formação tinha sua origem apenas 1.5 bilhão de anos após o Big Bang.

Os astrônomos em observações anteriores com outros telescópios já desconfiavam dessa região, mas foi só com o poder de resolução do ALMA que eles puderam confirmar que as manchas de luz observadas anteriormente eram na verdade estruturas formadas por 14 e 10 galáxias individuais de grande massa, cada uma denetro de um raio comparável à distância da Via Láctea até as Nuvens de Magalhães.

Observações adicionais feitas com o APEX mostram que o número de galáxias na verdade pode ser 3 vezes maior, para isso observações estão sendo feitas com o MUSE acoplado ao VLT e já estão revelando mais galáxias individuais.

O que surpreendeu os astrônomos foi o fato de que os modelos teóricos preveem que proto aglomerados assim tão massivos levariam muito tempo para se desenvolver.

com essas observações os modelos foram atualizados e os astrônomos perceberam que podem agora observar a formação de aglomerados antes de 1.5 bilhão de anos após o big bang.

O mistério é, como um aglomerado desses se formou em tão pouco tempo, já que ele não teve bilhões e bilhões de anos para ser construído como pensavam os astrônomos.

Essa descoberta permite que os astrônomos possam entender como que as galáxias massivas se juntaram para formar enormes aglomerados de galáxias.

E entender isso é fundamental para entender a evolução do universo, visto que os aglomerados de galáxias são as principais e maiores estruturas do nosso cosmos.

Fonte:



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Astrônomos Detectam Origem da FRB 121102 - Space Today TV Ep.565

Eu já falei para vocês que uma área que tem ganhado muito interesse ultimamente é a da astrofísica de alta energia.

Essa é uma área que lida com eventos extremos que ocorrem no universo, o que é muito importante, pois além de ajudar a entender cada vez mais os fenômenos existentes no universo, esses eventos podem ser usados para resolver outros mistérios.

Um desses eventos extremos é conhecido como Fast Radio Burst, como o próprio nome já diz, é uma rápida explosão no comprimento de onda de rádio. Quando eu falo rápido é algo extremamente rápido, o pulso dura poucos milissegundos.

Devido à velocidade que o evento ocorre uma das tarefas mais difíceis é identificar de onde ele se origina, e portanto saber o que causa essas explosões.

Mas as vezes a natureza e o universo parecem ajudar os astrônomos. Em 2 de Novembro de 2012 os astrônomos detectaram um eventos desses, uma FRB que ficou conhecida como FRB 121102, porém, esse evento tinha uma repetição, não foi uma explosão única, mas gerou pulsos que se repetiam e puderam ser detectados na Terra.

O rádio telescópio de Arecibo, foi o primeiro instrumento a detectar esse evento.

Depois de Arecibo, o evento foi detectado pelas antenas do VLA no Novo México, essas antenas detectaram 9 explosões de rádio do mesmo evento.

Assim, os astrônomos conseguiram identificar a posição no céu com uma precisão 10 vezes maior do que tinham feito anteriormente.

Com isso, essa posição foi passada para o telescópio Gemini Norte, um dos maiores do mundo com 8 metros de diâmetro, e quando ele foi apontado para a posição descobriu uma galáxia de onde as explosões se originaram.

Usando as medidas de espectro dessa galáxia, os astrônomos determinaram que ela se encontra a cerca de 3 bilhões de anos-luz de distância da Terra. Isso responde a uma antiga pergunta, já que até então não se tinha certeza de que esses eventos eram originados de fora da nossa galáxia, porém surgem outras questões.

A galáxia de onde o sinal partiu é muito pequena, considerada uma galáxia anã. Como isso seria possível?

Os astrônomos começaram então a trabalhar nas hipóteses.

Essas galáxias possuem um gás muito mais primitivo do que o existente em galáxias como a Via Láctea, isso levaria à formação de uma maior quantidade de estrelas massivas e a origem da FRB pode ser o resultado do colapso de uma dessas estrelas massivas.

Outra hipótese é que a FRB pode ter se originado nas vizinhanças de um buraco negro que está se alimentando do gás ao redor, ou seja, seria um núcleo galáctico ativo.

Só existe uma maneira de descobrir qual hipótese é a correta, continuar estudando a FRB, usando telescópios ópticos de onda de rádio, de raios gamma de raios-X. Por exemplo, se for detectada uma periodicidade no sinal, ele pode se originar de uma estrela em rotação.

Essa descoberta é muito importante, pois os astrônomos agora podem discutir com mais propriedade os outros sinais de FRBs detectadas até o momento, se elas são geradas pelo mesmo fenômeno físico ou por um novo tipo de evento no universo.

Fonte:



Vídeo Poligonautas sobre Netuno:



Vídeo Hoje no Mundo Militar sobre o Programa Espacial Brasileiro:



Vídeo Hoje No Mundo Militar sobre a se foi ou não sabotagem:



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Conheça o Goblin: O Novo Membro do Sistema Solar - Space Today TV Ep.1496

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A caçada pelo Planeta 9 continua frenética.

Desde que foi anunciada a possibilidade de existir um novo planeta no Sistema Solar, os astrônomos têm voltado os seus olhos para os confins do Sistema Solar atrás de pistas.

Por enquanto nada do Planeta 9, mas em compensação a quantidade de novos objetos que têm sido descobertos não é brincadeira.

E agora mais um objeto distante do Sistema Solar foi anunciado.

O objeto recém-descoberto é chamado de 2015 TG387, ou The Goblin, como estão chamando os seus descobridores.

Ele foi descoberto a uma distância de cerca de 80 UA do Sol, isso o coloca a 2 vezes e meia mais distante do Sol que Plutão.

Esse objeto tem uma órbita muito alongada e o seu periélio acontece a 65 UA, isso faz dele o objeto com o terceiro periélio mais distante do Sol.

Já no ponto mais distante de sua órbita, ele pode chegar a 2300 UA, o que significa que ele nunca chega perto dos planetas gigantes do nosso Sistema Solar.

Esse objeto pelas suas características orbitais é chamado de Objeto da Parte Interna da Nuvem de Oort.

O objeto foi descoberto com observações feitas com o telescópio Subaru de 8.2 metros que fica no Havaí.

Foram necessários 3 anos de observação para confirmar a presença do objeto. E de acordo com as estimativas ele tem cerca de 300 km de diâmetro. E ele pode ser classificado como sendo um planeta anão.

De acordo com os pesquisadores que são os mesmos que já descobriram muitos outros objetos da mesma natureza, existem nessa região milhares de objetos mas que nós nunca iremos conseguir observar.

Embora distantes, apagados, esses objetos são importantes para podermos entender o que acontece nos confins do Sistema Solar.

E quanto mais desses objetos forem descobertos mais próximo estaremos da descoberta definitiva do Planeta 9.

Quanto mais objetos forem descobertos os modelos, e as simulações usadas para prever a presença do Planeta 9 ficam mais robustas, embora elas não afirmem que o Planeta 9 exista o alinhamento desses objetos nos dá pistas importantes sobre a sua existência.

Fonte:





Artigo:

Parem de Procurar Pelos ETs - Estamos Sozinhos no Universo - Space Today TV Ep.1320

****Pesquisa do Space Today:



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De alguma forma, querendo ou não, o tema de existir, ou somente de procurar por outra forma de vida pelo universo, é algo extremamente intrigante e que passa pela cabeça de todos.

Existe uma certa lógica por trás de tudo isso, com um universo tão grande, beirando o infinito, com trilhões de galáxias e tudo mais, com certeza existe alguma vida inteligente por aí em algum canto desse universo.

Ah, antes que eu me esqueça, nesse vídeo aqui, vida quer dizer, vida inteligente, avançada, assim como a nossa ou mais ainda.

Para se tentar sair do simples achismo, duas coisas importante aconteceram com a busca de vida no universo.

Uma delas foi nos anos 1950 quando o físico Enrico Fermi criou o que chamamos de paradoxo de Fermi, cuja a ideia é a seguinte, dado o tamanho do universo, a idade do universo, a quantidade de estrelas, alguma civilização avançada que exista no universo, já deveria ter entrado em contato com a humanidade, no entanto sabemos que isso ainda não aconteceu, então, veio a pergunta que marca o paradoxo, Onde estão todas as civilizações inteligente?

Para dar um caráter analítico para o Paradoxo de Fermi em 1961, o astrônomo Frank Drake formulou a famosa Equação de Drake, onde se tenta estimar o número de civilizaçòes inteligentes que existem no universo.

Na equação, a letra N, o que se procura, seria o número de vicilizações dentro da Via Láctea capazes de emitir um sinal eletromagnético detectável, e esse número é determinado por uma série de outros fatores .

A equação é criticada por muitos adorada por tantos outros, mas se você pensar de um certo modo ela é uma tentaiva de organizar a nossa ignorância sobre a existência de vida no universo.

Muitos já tentaram resolver a equação, dando número exatos para cada parâmetros, ou dando estimativas para cada um dos parâmetros.

Algumas soluções indicam que possa sim haver outras civilizações no universo, enquanto outros pesquisadores afirmam que estamos sozinhos.

Dessa vez três físicos resolveram juntar o paradoxo de Fermi, a equação de Drake, modelagens estatísticas, incertezas e com tudo isso tentaram chegar a um valor para N.

A abordagem adotada por eles foi totalmente nova, eles usaram o que chamamos de distribuição de probabilidade para cada um dos parâmetros da equação.

A distribuição de probabilidades reflete muito bem o nosso atual entendimento científico.

O que eles descobriram é que o grau de incerteza seria muito elevado, com muitas ordens de grandeza.

Com isso, quando eles atualizam os valores na luz da observação de Fermi, eles descobrem uma grande probabilidade de nós estamos sozinhos não só na nossa galáxia mas também no universo observável.

A resposta para o Fermi, de acordo com esses físicos, Onde estão todos eles?

Provavelmente extremamente longe de nós e bem possivelmente além do horizonte cosmológico, e jamais serão alcançados.

Essa é uma tentativa de tentar resolver a equação do ponto de vista estatístico, não quer dizer que está totalmente certo, é isso e pronto.

Na verdade, qualquer um pode pegar a equação e tentar resolver ela de alguma maneira cientifciamente embasada, de modo que possa obter outra resposta.

antes de criticar, me chamar de pessimista, me xingar e tudo mais, leia o artigo, combinado.

Fonte:



Artigo:





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A ORIGEM DE TODO OURO DO UNIVERSO | SPACE TODAY TV EP.1816

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Como surgiu todo o ouro do universo e os elementos pesados como prata e platina? Essa é uma questão que intriga os astrônomos. A fusão de estrelas de nêutrons sempre foi pensada como sendo o processo para a geração desses elementos pesados. Porém, esse processo leva muito tempo e não explica as grandes quantidades de elementos pesados até mesmo no universo primordial. Uma explicação alternativa são as collapsars, estrelas massivas que colapsam diretamente em buracos negros, com suas camadas externas sendo expelidas através de uma rara explosão de supernova. Através do processo-r nesse ambiente extremo os elementos pesados são gerados.

#Ouro #Collapsar

Fonte:

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VÊNUS NÃO É O PLANETA MAIS PRÓXIMO DA TERRA!É MERCÚRIO | SPACE TODAY TV EP.1747

Link para comprar o Kit da NASA:



Qual o planeta mais próximo da Terra?

Com toda a certeza você deve ter respondido Vênus.

Qualquer um, em qualquer tabela que você olhar, vai chegar a conclusão de que Vênus é o planeta mais próximo da Terra.

Mas todos podem estar errados, e na verdade, Mercúrio é o planeta mais próximo da Terra.

Vamos tentar entender tudo isso.

A primeira coisa, Vênus é o planeta que chega mais perto da Terra, durante a órbita de ambos ao redor do Sol, quando estão na sua maior aproximação a distância entre os dois é de 0.28 UA, essa continua sendo a menor distância entre a Terra e um planeta do Sistema Solar.

Agora, na média, no decorrer das órbitas, o planeta Mercúrio é o mais próximo da Terra.

O método usado até então para calcular essa órbita média fazia a seguinte conta, subtraia o raio médio de uma órbita mais interna, do raio médio de uma órbita mais externa.

Embora essa conta seja intuitiva, essa distância média entre cada ponto de duas elipses concêntricas, seria a diferença em seus raios, e na realidade, essa diferença deterina somente a distância média dos pontos mais próximos das elipses.

É possível melhorar um pouco essa conta, calculando a distância média do ponto mais próximo entre as duas órbitas e do ponto mais distante entre elas, e assim a distância média entre a Terra e Vênus seria de 1UA.

Mas o cálculo correto é um pouco mais complicado.

A maneira mais precisa de se capturar a distância média entre planetas é usando o método conhecido como Point-Circle Method, ou PCM.

O PCM trata as órbitas de dois objetos como sendo circular, concêntrica e coplanar.

Para o Sistema Solar, essa é uma boa premissa. Os oito planetas têm uma inclinação média de 2.6 graus, mais ou menos, 2.2 graus com relação a eclíptica e a excentricidade média das órbitas é de 0.06 mais ou menos 0.06.

Um objeto numa órbita circular mantém uma velocidade constante.

Os pesquisadores consideraram a posição do planeta num dado tempo , como sendo uma distribuição probabilística unifrome ao redor do círculo definido pelo raio orbital médio, como mostra a figura A.

A distância média entre dois planetas pode ser descrita como sendo a distância média de cada ponto no círculo c2, definida por r2, até cada ponto no círuclo c1, definido por r1.

Devido a simetria rotacional, a distância média d de um ponto particular em c2 até cada ponto em c1 é a mesma para qualquer ponto escolhido em c2.

A distância média d é também equivalente à distância média de um único ponto em c2 até cada ponto em c1, como mostra a figura b

Assim, a distância média d, pode ser determinada, integrando a distância ponto-a-ponto ao redor de c1, e a equação acima define o método PCM.

nessa equação, E(x) é uma integral elíptica de segunda ordem.

E assim, fazendo as contas para Mercúrio e Vênus, temos o seguinte.

A distância média entre a Terra e Vênus é de 1.14 UA e entre a Terra e Mercúrio é de 1.04 UA.

A partir do PCM, foi possível notar que a distância entre dois corpos em órbita é mínima, quando a órbita interna está no mínimo.

Isso criou um corolário, chamado de Corolário Whirly-Dirly, em homenagem a um episódio do rick and Morty.

Para dois corpos com órbitas aproximadamente coplanares, concêntricas e circulares, a distância média entre eles diminui à medida que o raio da órbita mais interna diminui.

Mercúrio tem um raio orbital médio de 0.39 UA, Vênus de 0.72, então Mercúrio está mais perto da Terra em média.

Na verdade isso funciona para todos os outros planetas do sistema solar, e Mercúrio é o mais próximo de Netuno, isso só não funciona para Plutão, por exemplo, que tem uma inclinação de 17 graus e uma excentricidade de 0.25 ou seja, escapa das premissas propostas pelo corolário.

Para validar tudo isso, os pesquisadores fizeram uma simulação em Python, usando uma biblioteca, chamada de PyEphem.

o resultado da simulação vocês estão vendo aí, prestem atenção nos gráficos na parte de baixo, onde vocês têm uma barra verde e azul, a verde fica oscilando, pois ela mostra a variação da distância entre os planetas.

E a azul é a média da distância.

tem também uma linha ligando os planetas, para podermos ver bem a distância entre eles.

O ponto é que como Mercúrio está mais próximo do Sol e orbita mais rápido a nossa estrela, ele fica mais tempo, mais perto da Terra, do que Vênus, que tem uma órbita mais lenta, embora, repetindo, o planeta que chega mais perto da Terra ainda é Vênus, mas na média é Mercúrio o planeta mais próximo de nós.

E no que isso pode alterar alguma coisa.

Pode ajudar a aplicar o método PCM para corpos em órbitas e melhorar o planejamento de satélites de relay de dados.

E aí, o que acharam disso?

Fonte:

Um Novo Acelerador de Partículas Para Resolver Os Mistérios do Universo - Space Today TV Ep.1676

LIVE DO ECLIPSE:



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Os físicos querem ir além, querem resolver os grandes mistérios do universo que estão guardados nas partículas elementares da natureza. Para isso, o LHC não serve mais, é preciso ter mais potência, ser maior, então estão pensando em construir o chamado FCC - Future Circular Collider, que irá tentar resolver mistérios como a matéria escura, a interação do bóson de Higgs, antimatéria, entre outros.

#FCC #EclipseNoSpaceToday

Fonte:



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Astrônomos Descobrem Um Fóssil do Big Bang - Space Today TV Ep.1643

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Um dos grandes objetivos dos astrônomos é tentar observar o universo o mais distante possível para tentar de alguma forma entender o que aconteceu no Big Bang.

Mas como eu sempre falo, observar o universo distante não é algo fácil.

Porém existem no universo objetos que podem abrir uma verdadeira janela para tentar entender o universo primordial.

Esses objetos literalmente, podem iluminar resquícios do início do universo.

Esses objetos são os quasars.

Os quasars são os núcleos ativos de galáxias, ou seja, galáxias que no seu centro possuem um buraco negro supermassivo que está num processo intenso de alimentação. Com isso ocorre a emissão de grandes jatos de matéria.

Os quasars são ditos por muitos como um dos objetos mais luminosos do universo e também um dos mais distantes.

Existem quasars que de devido a alinhamentos conseguem iluminar nuvens de gás distantes do universo, que não poderiam ser observadas de outras maneiras.

E foi isso que aconteceu recentemente, um grupo de astrônomos resolveu observar o quasar PSS1723+2243, com um poderoso espectrógrafo montado nos Observatório Keck.

Mas a luz proveniente desse quasar ela passa por uma nuvem de gás, e com o espectrógrafo é possível identificar os elementos presentes na nuvem.

Os astrônomos descobriram que essa nuvem é composta primariamente somente por hidrogênio e tem uma proporção de 1/10000 de elementos pesados.

Isso indica que essa nuvem de gás é na verdade uma relíquia, um resquício do Big Bang, formada pelo hidrogênio primordial que foi espalhado na criação do universo.

Até então só outras duas relíquias do Big Bang, como são conhecidas, haviam sido descobertas.

Mas essas duas relíquias previamente descobertas, foram descobertas meio ao acaso, sem uma pesquisa sistemática.

O que é diferente nessa terceira nuvem, que foi descoberta de forma sistemática.

Isso é importante, pois os astrônomos agora têm uma metodologia bem definida para buscar por outras dessas nuvens no universo.

E assim como é feito na Terra, é através do estudo desses verdadeiros fósseis cósmicos que iremos ter o entendimento de como o universo se formou e como ele evoluiu desde os seus primórdios.

#BigBang #Quasar #FossilBigBang

Fonte:



Artigo:

Como Podemos Viajar Até Proxima b? - Space Today TV Ep.1492

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Desde a descoberta de Proxima b, o exoplaneta mais próximo da Terra, uma das grandes questões levantadas, é se um dia poderemos viajar até lá e se sim, como seria essa viagem. O projeto Breakthrough Starshotpretende resolver esse problema lançando pequenas naves até esse exoplaneta, usando para isso velas de luz (light sails) naves que atingiriam cerca de 20% da velocidade da luz e levariam 20 anos para chegar até o exoplaneta.

Fonte:

Alienígenas Presos Na Gravidade de Super-Terras - Space Today TV Ep.1239

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Onde estão todos os alienígenas?

Se o universo tem tantas galáxias, estrelas, não é possível que estejamos só, se não estamos só, onde eles foram parar?

Essa é uma pergunta feita constantemente, é a base do Paradoxo de Fermi, da Equação de Drake e de todos que de alguma forma acreditam, estudam ou querem saber sobre os outros seres que habitam o universo.

Recentemente, apareceu uma possível resposta para essa pergunta.

Os alienígenas, estão presos em seus próprios planetas e não podem sair de lá.

Mas como assim presos?

Bem, desde que os astrônomos começaram a descobrir os exoplanetas, podemos dizer que essas questões sobre vida em outros planetas tornaram-se mais discutidas.

Muitos planetas já foram descobertos, alguns perto da zona habitável, outros dentro, porém a grande maioria dos planetas descobertos é maior que a Terra.

São as chamadas super-Terras, além de já terem descobertos uma grande quantidade de júpiter quentes. Mas vamos ficar só com as super-Terras, pois viver num gigante gasoso não deve lá ser algo muito bom.

Com essas informações, um grupo de pesquisadores, resolveu então calcular como seria usar um foguete para sair desses planetas e viajar pelo universo até nos visitar.

Os pesquisadores mostraram que numa super-Terra, para se ter um foguete como o Saturno V da missão Apollo, ele teria uma massa de 440 mil toneladas, ou seja, algo impraticável.

Além disso eles calcularam que para um exoplaneta do tipo super-Terra, que seja 70% maior que a Terra e 10 vezes mais massivo, como é o caso do Kepler-20b, a velocidade de escape é 2.4 vezes maior que a velocidade de escape no nosso planeta.

Só seria viável para uma civilização morando numa super-Terra, se livrar da gravidade de seu planeta com algum tipo alternativo de propulsão, algo do tipo nuclear, ou coisa do gênero.

O pesquisador disse ainda que civilizações em super-Terras, provavelmente usariam sinais de rádio ou algo do tipo para se comunicar, ao invés de mandar uma nave para outro mundo na galáxia.

Eu já sei que vão me chamar de pessimista, principalmente agora, que vou dizer que podemos eliminar as super-Terras da lista de planetas de onde saem os alienígenas.

Não estou dizendo que eles não existam nesses planetas, mas eles estão ali aprisionados, presos pela própria gravidade.

Mas será que ele poderiam usar algum outro tipo de propulsão? O que vocês acham, deixem aí nos comentários se vocês acreditam que existam alienígenas em super-Terras e qual o tipo de propulsão que eles poderiam usar, e vão lá na minha última foto do Instagram e escrevam #AlienSuperTerra.

Fonte:



Artigo:





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Colapsos de Estrelas Estranhas Podem Gerar As FRBs - Space Today TV Ep.1260

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E as FRBs, as Fast Radio Bursts, como andam?

Continuam misteriosas, mas os astrônomos não param de pensar, estudar o que poderia causar essas explosões, talvez as mais misteriosas do universo.

Para lembrar, a primeira foi detectada em 2007 e de lá para cá outras poucas somente foram detectadas.

Já se pensou até que poderiam ser algum tipo de comunicação de uma civilização, já que algumas são vistas de forma repetida.

Agora um grupo de pesquisadores chineses, publicou um estudo onde propõem uma nova ideia para o que sejam as FRBs.

Os eventos que já foram relacionados com as FRBs, incluem, pulsares altamente magnetizados, transferência de massa num sistema binário de estrela e anã branca, sismos estelares em pulsares, colisão entre estrelas de nêutrons e cometas ou asteroides, colisão entre estrelas de nêutrons e anã brancas, evaporação de buracos negros primordiais.

Mas todos eles falharam.

Nesse novo estudo, os pesquisadores sugerem que as FRBs sejam geradas pelo colapso de matéria em um tipo especial de estrelas de nêutrons, conhecidas como estrelas estranhas.

Essas estrelas estranhas seriam uma aglomeração de material que recebe um nome mais estranha ainda Strange Quark Matter ou SQM. Se isso realmente existir, o modelo mostra que estrelas de nêutrons podem se transformar nessas SQM.

O modelo para FRB é assim, essas estrelas estranhas com o passar do tempo vão construindo uma camada de matéria na sua superfície.

Essas camada vai se tornando cada vez mais pesada, eventualmente essa crosta colapsa, fazendo com que a estrela estranha se torne uma poderosa fonte de pares de elétrons e posítrons.

Esses pares são lançados juntos com uma grande quantidade de energia magnética num curto espaço te tempo.

A uma certa distância da estrela, uma emissão coerente nas bandas de rádio seriam produzidas, dando nascimetno ao evento de FRB.

Isso explicaria as repetições nas FRBs, pois a crosta poderia ser reconstruída e ser colapsada novamente, ou, pequenas partes da crosta poderiam colapsar em intervalos de tempo levando a essa repetição dos fenômenos.

Nem preciso falar que mais estudos precisam ser feitos para explicar esse fenômeno, um desses estudos estaria associado com o fato dessas FRBs não gerarem radiação em outros comprimentos de onda, será que não geram mesmo, será que são fracas, precisamos de equipamentos mais sensíveis

A verdade é que a busca pela explicação das FRBs continua e elas podem ser classificadas como o fenôemeno cósmico mais estranho do universo.

Fonte:



Artigo:





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Procurando Civilizações Extraterrestres Em 1 Milhão de Estrelas - Space Today TV Ep.1508

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E a busca por vida no universo não para!!!

Na maior clima do filme Contato, o projeto Breakthrough Listen, uma iniciativa de 100 milhões de dólares encabeçada pelo bilionário da internet, o russo Yuri Milner, acaba de fechar um acordo que será um passo gigante na busca por vida.

O Breakthrough Listen, atualmente usa as antenas de Green Bank e de Parkes para pesquisar sinais de rádios coerentes no universo.

A rotina dos observatórios não é alterada, a iniciativa instala o seu equipamento na antena para receber os dados de milhares de estrelas na busca de um alô de outro mundo.

Agora, eles fecharam acordo com outro gigantesco observatório, ou melhor dizendo rádio observatório.

O MEERKat, um conjunto de 64 antenas com 13.5 metros de diâmetro cada uma, que está instalado na África do Sul e que começou a funcionar recentemente, já recebeu o instrumento que será utilizado para ouvir, nada mais, nada menos que 1 milhão de estrelas.

Para quem não se lembra no filme Contato, o projeto SETI usa as antenas de um rádio observatório para realizar essa mesma busca.

O Breakthrough Listen pode ser considerado uma extensão do projeto SETI e a utilização das 64 antenas do MeerKat representa uma grande atualização do projeto que tem o objetivo claro de procurar por vida no universo.

A parte boa é que os dados obtidos pelo Listen são disponibilizados, ou seja, qualquer pessoa pode pegar os dados desenvolver o seu algoritmo e vasculhar por sinais coerentes.

E aí, será que dessa vez vamos fazer contato com alguma civilização? Façam suas apostas!!!

Fonte:



5 Razões Para Esquecer Marte e Focar na Lua - Space Today TV Ep.1417

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O site The Conversation fez uma lista interessante, e lista sempre dá problema, então vamos lá, ele listaram 5 razões porque devemos atualmente focar na Lua e esquecer Marte por enquanto. Quero saber se vocês concordam ou não com a lista, se acham que devemos focar em Marte ainda, e se faltou algum ponto na lista a ser discutido. Usem as hashtags, #VamosParaLua ou #VamosParaMarte

Fonte:

A IMAGEM MAIS PROFUNDA JÁ FEITA DO UNIVERSO | SPACE TODAY TV EP.1692

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O Telescópio Espacial Hubble já fez muita coisa especial.
Entre elas está a imagem mais profunda do universo, a chamada Hubble Ultra Deep Field, ou HUDF.

Essa imagem foi feita com a WFC3 do Hubble que ficou por 230 horas entre os anos de 2003 e 2004 observando uma região do céu.

Ao final da observação, os astrônomos integraram todas as imagens e obtiveram então a HUDF.

Essa imagem é sensacional por si só, porém um grupo de pesquisadores, resolveu deixá-la ainda mais espetacular.

Para isso, eles desenvolveram um novo método de processamento de imagens e uma nova maneira de combinar as imagens também.
E com isso, eles conseguiram ir ainda mais fundo na já profunda HUDF.

A imagem resultante é essa que vou mostrar agora para vocês.
A imagem parece estranha, mas isso é porque ela combina a luz de estrelas e galáxias de pontos diferentes do universo e foi dada essa coloração para mostrar as diferentes luzes que estavam presentes nos dados do hubble, mas que até então não tinha como recuperar.

O que você observar em cinza escuro é a luz que foi encotnrada ao redor das galáxias, enquanto que o cinza claro representa a luz mais apagada de fundo, que está sendo emitida no caso por cerca de 100 bilhões de estrelas.

Com essa imagem, os astrônomos produziram então o que é a imagem mais profunda já feita do universo até hoje, ela contém muito mais informação para os astrônomos e podem ajudar na descoberta de obejtos e em quebras de recorde, algo que o Hubble é especialista.

Um trabalho realmente espetacular, usando dados de arquivo do Hubble e aprofundando a nossa visão do universo.
Onde estamos aí?

#Hubble #ImagemMaisProfunda

fontes:








Inteligência Artificial Tenta Ajudar a Desvendar Os Mistérios das FRBs - Space Today TV Ep.1455

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Fast Radio Bursts, um dos maiores mistérios desse nosso universo.

As teorias para explicar esse fenômeno vão desde estrelas de nêutrons altamente magnetizadas, passando por efeitos que acontecem nos buracos negros, até assinaturas de civilizações alienígenas avançadas que estão tentando se comunicar com a gente.

Até hoje, poucas FRBs, como são chamadas, e por isso ainda são um grande mistério.

Uma maneira de tentar solucionar o mistério é descobrindo mais FRBs, assim você terá uma população interessante para testar modelos e teorias sobre essas explosões.

Porém descobrir uma FRB também não é uma tarefa muito fácil. As FRBs são explosões muito rápidas, duram muito pouco e por isso perder essas explosões na imensidão do universo é muito fácil.

Eu já mostrei aqui em alguns vídeos, que o projeto Breakthrough Listen, olha eles aí novamente, instalou na antena de Green Bank nos EUA, um equipamento que tem o objetivo principal de tentar captar o sinal de uma civilização alienígena desenvolvida.

Mas que está sendo usado, e muito bem para detectar FRBs.

Além de usar o equipamento para detectar as FRBs, a Breakthrough Listen está também fornecendo os algoritmos para processar os dados.

E todo esse processamento está sendo feito com base em algoritmos de Inteligência Artificial e Machine Learning.

Durante 5 horas de operação em 26 de Agosto de 2017, o sistema de Green Bank conseguiu adquirir 400 terabytes de dados.

Usando algoritmos tradicionais nesses dados, 21 FRBs foram detectadas.

Ao aplicar os novos algoritmos de IA da Breakthrough Listen, foi possível identificar 72 FRBs, algumas localizadas a cerca de 3 bilhões de anos -luz de distância da Terra.

Além disso, uma FRB em especial chama a atenção, a FRB 121102, essa FRB apresenta múltiplas explosões.

E com os novos algoritmos o número de explosões repetidas dessa FRB desde 2002 chegou a 300.

Para quem quer saber o algoritmo da Breakthrough Listen é uma rede neural convolucional.

O mais importante é que com esse grande número de sinais descobertos, os astrônomos têm agora em mãos uma população que começa a ficar significante para se pensar em modelos para as FRBs e quem sabe resolver esse grande mistério do universo atualmente.

Fonte:





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