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Detectado Um Dos sinais Mais Misteriosos do Universo - Space Today TV Ep.1398

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Detectado Um Dos sinais Mais Misteriosos do Universo - Space Today TV Ep.1398

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À medida que a tecnologia evolui mais nós avançamos na astronomia, ou nem sempre é assim.

Alguns mistérios só são aprofundados e respondê-los é ainda mais complicado.

Eu já fiz vários vídeos aqui no canal falando sobre as FRBs, as Fast Radio Bursts, são explosões nas ondas de rádio como o próprio nome diz.

O grande problema é, o que elas são, que fenômeno gera as FRBs, de onde vem esse sinal.

Já se tentou todo o tipo de explicação para esses sinais, que foram detectados pela primeira vez em 2007, e até agora, poucos deles foram registrados pelos instrumentos na Terra.

Estrelas de quarks e civilizações alienígenas talvez sejam as explicações mais extremas que já tentaram dar para esse fenômeno.

Sempre que um novo instrumento é inaugurado, principalmente se esse instrumento é um radiotelescópio, se tem a esperança que ele possa detectar as FRBs e que possamos descobrir o que elas são.

Mas, como eu falei no começo, as vezes o mistério só fica mais fundo.

O Canadá inaugurou recentemente um novo tipo de radiotelescópio, chamado de CHIME, cujo objetivo é estudar o universo primordial, descobrir as concentrações de hidrogênio e entender como as primeiras estrelas se formaram.

Mas já que ele estava ali vasculhando o céu, adivinha o que ele detectou. Isso mesmo, uma FRB e não foi qualquer uma não.

O CHIME detectou uma FRB por 20 longos segundos, se isso já não fosse espetacular o suficiente, essa FRB foi detectada na frequência abaixo de 700 MHz.

Isso nunca tinha acontecido, as FRBs, detectadas até agora tinham sempre uma frequência muito maior, e essa tem uma frequência de 400 MHz.

O que é, de onde vem, como vivem, como se reproduzem? Ninguém sabe.

A única coisa é que é mais um dado para as FRBs, porém um dado que difere muito dos outros, seria outro fenômeno, seriam outras civilizações, brincadeira.

Esse é um dos grandes mistérios da astronomia, mas como os neutrinos de alta energia, as ondas gravitacionais, os raios cósmicos, esperamos que um dia ainda possamos dizer o que são as FRBs.

E se você ficou até aqui depois do vídeo, coloca aí nos comentários #FRBMALDITA

Fonte:

11 Fatos Impressionantes Sobre A Via Láctea - Space Today TV Ep.1560

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Nessa pequena apresentação, vou mostrar para vocês 11 fatos incríveis sobre a nossa galáxia, a Via Láctea, passando pelo nome, pela dificuldade de cálculo de sua massa e da quantidade das estrelas, até pesquisas recentes sobre compostos carbônicos e sobre o nosso buraco negro supermassivo central. Divirtam-se!!! E por favor gostaria do feedback sobre o formato.

#MeetESO
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O Que São Esses Sinais de Rádio Descobertos Pelos Astrônomos? - Space Today TV Ep.1664

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Adentramos o ano de 2019 e um dos maiores mistérios da astronomia moderna continua sem resposta, as FRBs, porém, as coisas podem melhorar de forma significativa.

Como vocês sabem as Fast Radio Bursts, as explosões rápidas em ondas de rádio estão entre os fenômenos mais misteriosos do universo.

Inúmeras hipóteses já foram levantadas para explicar essas explosões, magnetars, fusões de estrelas de nêutrons, fenômenos em buracos negros, em galáxias ativas e até mesmo, sinais de comunicação de civilizações alienígenas.

Tirando essa última, todas as outras hipóteses conseguem explicar uma parte, e falham em outras partes e assim as FRbs continuam sendo um grande mistério.

Mas, a astronomia se desenvolve, a tecnologia também e assim alguns mistérios acabam sendo desvendados, não que seja o caso das FRBs ainda, mas podemos estar no caminho para isso.

No final do ano de 2017 no Canadá, foi inaugurado um rádio telescópio revolucionário, chamado de CHIME - canadian hydrogen intensity mapping experiment.

Esse rádio telescópio foi construído para estudar o universo nas ondas de rádio em um intervalo de 400 a 800 MHz, e esperava-se desde o início que ele pudesse ajudar no entendimento das FRBs.

Então em 2018 num período de 3 semanas, o CHIME conseguiu registrar 13 FRBs.

A maior parte das 13 FRBs detectadas pelo CHIME apresentaram um fenômeno de espalhamento que revela informações sobre o ambiente ao redor da fonte.

E a quantidade desse espalhamento, fez com que os pesquisadores pudessem concluir que as fontes das FRBs são poderosos objetos astrofísicos.

Os pesquisadores disseram que poderiam ser remanescentes de supernovas ou algums fenômeno que acontece nas proximidades de um buraco negro.

Além disso, o CHIME conseguiu algo praticamente inédito, detectar uma FRB repetida, algo que só aconteceu uma vez até hoje, nas cerca de 60 FRBs detectadas até agora.

Essa repetição na FRB também é muito importante e pode ajudar muito os astrônomos a identificarem a origem desses sinais de ondas de rádio.

Os astrônomos falaram que embora ainda não tenham conseguido resolver esse mistério, conseguiram colocar mais peças no quebra-cabeça e pode ser que já tenham um caminho para encontrar a solução.

Uma opinião minha, eu ainda acho que a resposta para as FRBs está na astrofísica multimensageira, é preciso saber, como integrar essas diferentes informações para que se possa chegar num resultado, mas para mim a resposta está aí.

#FRBMALDITA #FRBREPETIDA

Fonte:

A Estrela Devoradora de Planetas - Space Today TV Ep.1399

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Existem estrelas no universo que são muito misteriosas.

Quem é que não se lembra da Estrela de Tabby, aliás, nota mental, faz tempo que não se fala nela, vou procurar algo sobre ela depois.

Mas não é só ela que tem comportamento estranho, existe uma estrela chamada RW Aur A, que vem intrigando os astrônomos desde 1937, isso mesmo, desde a década de 30.

A estrela sempre apresentou uma diminuição de brilho, depois voltava a brilhar intensamente, e os astrônomos sempre pensando o que seria.

Essa estrela é jovem, possui poucos milhões de anos de vida e ainda deve estar circundada pelo que chamamos de disco protoplanetário, ou seja, o local, onde os planetas se formam, ela também tem uma companheira de mesma massa.

Os astrônomos usando simulações computacionais viram que esse comportamento da estrela poderia ser causado pela queda de planetas no seu interior, mas nunca conseguiram comprovar isso.

Os astrônomos resolveram então apontar o Observatório de Raios-X Chandra para a estrela e detectar a emissão de Raios-X dela.

E pela emissão na linha do ferro descobriram que ela pode ter devorado planetas e isso explicaria o fato dela apagar.

#DEVORADORADEPLANETAS

Fonte:

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Sinais de Universos Anteriores na Radiação Cósmica de Fundo - Space Today TV Ep.1412

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Ao analisar o mapa da radiação cósmica de fundo um grupo de pesquisadores, liderado por Roger Penrose, criou uma explicação para os padrões de redemoinhos observados no mapa. Para eles, esses redemoinhos são resquícios de buracos negros de eras anteriores do universo. Para isso ele bolou uma teoria chamada de Teoria Cosmológica Cíclica Conformal, onde o universo é infinitamente cíclico, e esses buracos negros evaporariam através da radiação de Hawking, mas as marcas seriam visíveis no universo seguinte. Ele chamou esses pontos de Pontos de Hawking e o artigo que ele escreveu, ele dedicou também ao grande Stephen Hawking.

Fonte:



Artigo:

50 BILHÕES DE PLANETAS SOLITÁRIOS NA VIA LÁCTEA | SPACE TODAY TV EP.1740

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Astrônomos usam simulações computacionais e dados do aglomerado estelar do Trapézio e descobrem que devem existir cerca de 50 bilhões de planetas vagando livremente pela nossa galáxia, longe de qualquer estrela.

#PlanetasSolitarios #RoguePlanets

Fontes:



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A IMAGEM MAIS PROFUNDA JÁ FEITA DO UNIVERSO | SPACE TODAY TV EP.1692

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O Telescópio Espacial Hubble já fez muita coisa especial.
Entre elas está a imagem mais profunda do universo, a chamada Hubble Ultra Deep Field, ou HUDF.

Essa imagem foi feita com a WFC3 do Hubble que ficou por 230 horas entre os anos de 2003 e 2004 observando uma região do céu.

Ao final da observação, os astrônomos integraram todas as imagens e obtiveram então a HUDF.

Essa imagem é sensacional por si só, porém um grupo de pesquisadores, resolveu deixá-la ainda mais espetacular.

Para isso, eles desenvolveram um novo método de processamento de imagens e uma nova maneira de combinar as imagens também.
E com isso, eles conseguiram ir ainda mais fundo na já profunda HUDF.

A imagem resultante é essa que vou mostrar agora para vocês.
A imagem parece estranha, mas isso é porque ela combina a luz de estrelas e galáxias de pontos diferentes do universo e foi dada essa coloração para mostrar as diferentes luzes que estavam presentes nos dados do hubble, mas que até então não tinha como recuperar.

O que você observar em cinza escuro é a luz que foi encotnrada ao redor das galáxias, enquanto que o cinza claro representa a luz mais apagada de fundo, que está sendo emitida no caso por cerca de 100 bilhões de estrelas.

Com essa imagem, os astrônomos produziram então o que é a imagem mais profunda já feita do universo até hoje, ela contém muito mais informação para os astrônomos e podem ajudar na descoberta de obejtos e em quebras de recorde, algo que o Hubble é especialista.

Um trabalho realmente espetacular, usando dados de arquivo do Hubble e aprofundando a nossa visão do universo.
Onde estamos aí?

#Hubble #ImagemMaisProfunda

fontes:








A OBSERVAÇÃO DIRETA DE COMO OS PLANETAS SE FORMAM | SPACE TODAY TV EP.1848

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Astrônomos usando o Hubble, o VLT e o ALMA observaram de forma direta a formação de dois exoplanetas ao redor da estrela PDS 70. Essa é a primeira vez que esse tipo de observação é feita. Além disso, eles observaram um disco circumplanetário que indica a formação de satélites. Com tudo isso, o que era apenas teoria sobre a formação planetária, agora pode ser constado através de observações diretas.

#FormacaoDePlanetas #Hubble

Fontes:





Um Novo Acelerador de Partículas Para Resolver Os Mistérios do Universo - Space Today TV Ep.1676

LIVE DO ECLIPSE:



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Os físicos querem ir além, querem resolver os grandes mistérios do universo que estão guardados nas partículas elementares da natureza. Para isso, o LHC não serve mais, é preciso ter mais potência, ser maior, então estão pensando em construir o chamado FCC - Future Circular Collider, que irá tentar resolver mistérios como a matéria escura, a interação do bóson de Higgs, antimatéria, entre outros.

#FCC #EclipseNoSpaceToday

Fonte:



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Mais Um Passo Na Busca Pela Vida No Universo - Space Today TV Ep.1395

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Exoplanetas foram identificados onde é possível encontrar a mesma química necessária para o desenvolvimento da vida, e o fator principal para isso é a radiação ultravioleta da sua estrela.

Texto completo no blog:

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INÉDITO! REGISTRADO O PRIMEIRO TERREMOTO EM MARTE!!! | SPACE TODAY TV EP.1797

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Um dos principais objetivos da missão InSight da NASA em Marte é estudar os chamados Mars Quake, ou sismos marcianos, ou qualquer outro nome que você queira dar, tipo martemoto.

A InSight usa para isso um instrumento francês conhecido como SEIS que é um sismômetro e que tem um escudo protetor.

Esse escudo protege o sismômetro contra o vento, vibrações do painal solar do módulo InSight entre outros ruídos.

Eu já trouxe um vídeo aqui no canal onde mostrei que o SEIS havia identificado microssismos em Marte e que isso é muito importante para podermos entender certas características da subsuperfície marciana.

Pelo menos a parte mais rasa.

Porém, até a data, não havia sido detectado o primeiro sismo em Marte.

Isso mudou, nessa terça-feira, dia 23 de Abril de 2019, quando a NASA junto com o CNES publicou um release onde diz que no dia 6 de Abril de 2019, no seu 128th dia de missão em Marte, o SEIS detectou um sismo em Marte.

O sinal era bem diferente daquele gerado pelos ventos e similar aos sinais detectados pelos astronautas na Lua na missão Apollo onde eles conseguiram detectar milhares de sismos.

Os pesquisadores falaram que até agora o que eles tinham detectado era apenas ruído, mas com a confirmação do primeiro sinal está inaugurada uma nova ciência - A Sismologia Marciana.

Três outros isnais detectados em 14 de Março, 10 de Abril e 11 de Abril também podem ter origem sísmica, estão ainda sendo analisados para que sejam comprovados.

Esses sinais são mais fracos do que o evento de 6 de Abril de 2019, mas devem ser sismos também.

Marte não tem placas tectônicas, então os sismiso são gerados por acomodações de falhas, fraturas, deslizamentos de terra, e impactos de asteroides com a superfície do planeta.

Os dados ainda precisam ser modelados, analisados com cuidado, mas é um marco na exploração marciana e do sistema solar.

Marte, passa a ser o segundo planeta que pode ser monitorado sismicamente.

E o mais importante disso é que com esses sismos, poderemos aprender e muito sobre o interior do planeta vermelho e entender quais os segredos ele ainda nos reserva.

#Marte #InSight

Fonte:



O registro e o som do sismo:

Quão Raros São Os Planetas Que Vagam Solitários Pelo Universo? - Space Today TV Ep.1440

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Vocês lembram dos planetas órfãos? Alguns os chamam de planetas errantes, são os planetas que são encontrados no universo longe de suas estrelas.

O nome oficial deles em inglês é Free Floating Planets, ou FFT, ou seja, algo como planetas que flutuam livre por aí.

A questão é, será que esse tipo de exoplaneta é frequente, e nós que não temos tecnologia para detectá-los, ou será que eles são raros e nós não os detectamos pois são poucos que estão vagando por aí?

Para tentar responder essa pergunta, foi apresentado na última reunião da União Astronômica Internacional um trabalho onde o pesquisador fez toda uma simulação sobre a formação de planetas e a existência desses planetas solitários.

Uma coisa importante é que esses planetas para que eles possam existir, eles precisam ser ejetados de seus sistemas planetários, essa é a premissa para isso, e foi a premissa usada pelo pesquisador, ou seja, tem que encontrar um sistema que tem a capacidade de ejetar planetas.

O pesquisador apresentou suas simulações, que nada mais são do que 500 simulações da formação de planetas e acompanhando esses sistemas por cerca de 10 milhões de anos.

Antes de responder a pergunta um resultado interessante, os planetas gigantes gasosos, normalmente se formam primeiro nos sistemas, nos primeiros 10 milhões de anos, depois nos próximos 100 milhões de anos temos a formação dos planetas rochosos.

E o resultado da pesquisa foi que apenas 2% desses sistemas têm a capacidade e acabam ejetando planetas para o meio interestelar, ou seja, os FFTs são muito raros.

Além disso, o estudo dele mostrou que a maioria desses planetas seriam do tipo Super-Terra, ou Super-Marte.

Mesmo raros podemos encontrá-los, e uma segunda apresentação foi feita mostrando que seria possível encontrar esses exoplanetas livres por aí, através da técnica da microlente gravitacional.

Os pesquisadores nesse caso usaram os dados da campanha 9 da missão K2 e conseguiram encontrar alguns candidatos a FFTs.

Isso suporta a ideia de que esses planetas são raros exemplares.

Por isso temos que estudar muito bem o que conhecemos pois eles podem trazer informações importantes sobre o sistema de onde vieram.

Fonte:

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Hubble Descobre Algo Inédito Ao Redor De Uma Estrela de Nêutrons - Space Today TV Ep.1465

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Uma estrela de nêutrons é o que resta após uma explosão de supernova, são um dos objetos mais compactos do universo, e objetos interessantes de serem estudados, pois podem dar origem a fenômenos que ainda não entendemos muito bem.

Quando uma estrela de nêutrons se torna altamente magnetizada, e gira rapidamente, ela se torna o que chamamos de um pulsar, e os pulsares são objetos também muito importantes de serem estudados e entendidos.

Porém, até agora as estrelas de nêutrons só eram estudadas nas altas energias como nas emissões de raios-gama e raios-X.

Mas, nós temos o Hubble e quem tem o Hubble não precisa de mais nada.

O Hubble, com a sua visão em infravermelho conseguiu pela primeira vez registrar uma extensa área ao redor da estrela de nêutrons com aproximdamente 200 UA com uma emissão em infravermelho.

Como foi a primeira vez que tal feição foi observada ao redor de um pulsar, os astrônomos não sabem ao certo o que é, mas eles têm duas explicações.

A primeira é que seria um disco de material ao redor da estrela de nêutrons, formado por material pertencente à estrela progenitora da supernova. A interação desse disco com o pulsar poderia reduzir a sua velocidade de rotação, aquecer e emitir a radiação infravermelha detectada pelo Hubble. Se for isso, será uma mudança completa no entendimento sobre a evolução de estrelas de nêutrons.

A segunda explicação é que essa região seja o que os astrônomos chamam de nebulosa de vento de pulsar. Esse tipo de fenômeno é produzido pelas partículas que são aceleradas no campo elétrico produzido pela estrela em rotação. À medida que a estrela viaja pelo espaço, a alta velocidade ela cria uma onda de choque entre o meio interestelar e a nebulosa de vento, essa onda de choque emite radiação síncrotron , criando o sinal infravermelho. Normalmente uma nebulosa de vento de pulsar não é observada no infravermelho, e se essa for a explicação, será algo inédito e espetacular de ser estudado.

Como saber o que é?

Vocês já devem saber a resposta, o Telescópio Espacial James Webb, que terá uma visão super precisa no infravermelho, poderá ajudar a resolver mais esse mistério do universo.

Então só nos resta esperar até 2021 para que ele seja lançado sem problemas e nos traga belos resultados.

Fonte:



Artigo:

Vaca Sagrada: Misteriosa Explosão É Observada no Universo - Space Today TV Ep.1669

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Muitas vezes o universo nos surpreende, apresentando fenômenos que não conhecemos, e as vezes nos apresentando fenômenos que serão necessários para que possamos entender outros que já conhecemos.

Alguns fenômenos extremos do universo como explosões de supernovas, GRBs, e outros são conhecidos pelos astrônomos.
E quando você se depara com um fenômeno extremo desses, mas que é diferente de tudo que você já viu antes, o que você faz? Primeiro tenta entender, e pode descobrir que você testemunhou algo raro no universo.

Foi isso que aconteceu em 2018, com um grupo de astrônomos.
Eles observaram um flash na galáxia CGCG 137-068, localizada a cerca de 200 milhões de anos-luz de distância da Terra.

Esse flash era diferente de tudo que eles já haviam observado, era 10 vezes mais brilhante que uma supernova normal e depois de alguns meses começou a se apagar.

O flash foi chamado de AT2018cow.

Mas o que foi esse evento observado pelos astrônomos? E aí é que está a parte legal desse trabalho.

Na verdade os astrônomos não sabem, mas existem duas boas explicações para isso, as duas foram feitas por grupos independentes e publicadas.

A primeira delas é que o que gerou esse flash foi um evento de ruptura de maré, nesse caso uma anã branca, passou perto de um buraco negro com massa entre 100 mil e 1 milhão de vezes a massa do Sol e foi totalmente estraçalhada, criando uma nuvem de detritos ao redor do buraco negro que ao girar rapidamente se tornou aquecida emitindo a radiação observada.

O problema dessa hipótese é que como vocês estão observando na imagem, a explosão aconteceu não no centro da galáxia, mas na sua periferia e ter um buraco negro dessas dimensões nessa posição é algo bem raro. Mas os dados estão de acordo com os modelos para um evento desses.

A segunda hipótese é tão sensacional quanto a primeira. Outro grupo de pesquisadores, mostra que esse flash pode ser na verdade, uma explosão de supernova dando origem ou a um buraco negro, ou a uma estrela de nêutrons ultra densa.

Os pesquisadores argumentam que todas as características estudadas do evento em diferentes comprimentos de onda levam a considerar a formação de um objeto compacto no universo.
Essa hipótese é muito interessante, pois se ela se confirmar seria os astrônomos conseguiram algo praticamente inédito, testemunhar a formação de um objeto compacto no universo, um buraco negro ou uma estrela de nêutrons.

E isso abriria certamente um novo capítulo no estudo sobre a evolução estelar e sobre as explosões de alta energia detectadas no universo.

O ponto a favor dessa pesquisa é que eles usaram mais comprimentos de onda para caracterizar a explosão o que pode fornecer resultados mais robustos.

De qualquer forma, os pesquisadores concordam numa coisa, a explicação para a chamada “Vaca Sagrada”, não será das mais simples.

#HolyCow #VacaSagrada

Fontes:





O Sinal das Primeiras Estrelas do Universo - Space Today TV Ep.1132

Quais são as primeiras estrelas do universo? Como elas se formaram? Como elas afetaram o resto do universo? Essas são questões que intrigam os astrônomos e astrofísicos, principalmente os que trabalham com a origem e evolução do universo.

O problema para responder a essas perguntas, é que você precisa olhar muito longe no universo, num momento próximo do início de tudo.

E quanto mais longe vamos no universo para olhar e tentar entender o que estamos vendo, nós estamos levando ao limite tudo que temos hoje, não só a tecnologia, como também as técnicas de análise dos dados, por isso é tão difícil trabalhar com essa área da astronomia.

O universo no início era um lugar escuro, até cerca de 400 mil anos depois do seu início, não haviam estrelas nem galáxias.

Então, depois desse tempo, por um período que durou entre 50 e 100 milhões de anos, a gravidade começou a fazer o seu papel, criando regiões mais densas no universo, regiões essas que então colapsaram e formaram as primeiras estrelas.

Isso quer dizer que é preciso olhara para essa época para entender e responder as perguntas que eu coloquei no começo.

Embora seja difícil, nada é impossível, nessa vida.

E agora, os astrônomos acabaram de publicar o resultado de 12 anos de estudos feitos usando antenas australianas.

Os astrônomos usaram o rádio espectrômetro australiano para detectar as assinaturas das primeiras estrelas no universo.

Na verdade, o sinal detectado veio do gás hidrogênio primordial que preenchia o jovem universo e existia entre as estrelas e as galáxias.

Os resultados do experimento confirmaram as expectativas teóricas gerais, sobre quando as estrelas se formaram e as suas propriedades mais básicas.

Os astrônomos conseguiram chegar a 180 milhões de anos depois do Big Bang.

Isso marcou o primeiro sinal real que foi detectado de estrelas primordiais literalmente se formando.

O estudo também revelou que o gás no universo provavelmente era mais frio do que se esperava. Isso pode ser muito importante, pois pode ser um sinal de que a matéria normal esteja interagindo com a matéria escura, perdendo matéria ordinária para a matéria escura e esfriando mais.

Os astrônomos precisam confirmar tudo isso, para isso pretendem colocar outros rádio telescópios no mundo para ouvir esse sinal, já que ele foi descoberto e com isso poder traçar as conclusões definitivas sobre as primeiras estrelas do universo e quem sabe tudo isso não ajuda a responder as perguntas sobre a matéria escura.

Será que o segredo da matéria escura está aí, no início do universo?

Vamos aguardar.

Fontes:





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Poderíamos Nos Comunicar Com Extraterrestres Usando Lasers Potentes? - Space Today TV Ep.1568

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Será que existe alguma civilização extraterrestre na nossa galáxia?

Bem, se existir um artigo recém-publicado no renomado The Astrophysical Journal por pesquisadores do MIT diz que nós poderíamos nos comunicar com eles.

A ideia é produzir um laser de alta potência entre 1 e 2 megawatt e atirar no espaço usando um telescópio entre 30 e 45 metros de diâmetro.

Essa combinação geraria um feixe de radiação infravermelha que poderia ser percebido por uma civilização sem a interferência do Sol.

O alcance desse feixe seria de cerca de 20 mil anos-luz , ou seja, chegaria bem perto do centro da galáxia.

De acordo com o artigo, caso a comunicação tivesse sucesso, seria possível transferir dados numa taxa de centenas de bits por segundo, e os dados levariam poucos anos para chegar ao seu destino.

O artigo mostra um desenho conceitual simples, envolvendo um grande laser infravermelho e um telescópio para focar e aumentar a intensidade.

Assim seria possível produzir um sinal infravermelho 10 vezes mais intenso que a variação infravermelha natural do Sol, ou seja, seríamos perceptíveis.

Usando um telescópio de 30 metros e um laser de 2 megawatt, seria possível produzir um sinal forte o bastante para ser facilmente detectado por possíveis astrônomos em Proxima b.

Já usando um telescópio de 45 metros e um laser de 1 megawatt seria possível produzir um sinal que poderia ser detectado no sistema TRAPPIST.

Ambos os cenários precisariam de um laser e de telescópios que ainda precisariam ser desenvolvidos, mas a próxima geração de grandes telescópios poderia suprir essa necessidade.

Outra ideia que o artigo comenta é o fato de se construir essa estrutura no lado escuro da Lua, o que seria mais seguro, principalmente considerando a potência do laser.

Pensando no problema inverso, o artigo indica que seria pouco provável que nós aqui na Terra conseguíssemos registrar com nossos telescópios um sinal desses, ou seja, no planeta de destino seria necessário ter um grande instrumento para detectar esse sinal laser e saber que ele é enviado por uma civilização inteligente.

Mas tudo isso tem um spinoff interessante, podemos desenvolver essa tecnologia para ser aplicada em técnicas de imageamento infravermelho, para podermos, por exemplo, estudar a atmosfera de exoplanetas atrás de vida.

Ainda teremos que esperar um pouco para podermos reproduzir a clássica cena do filme ET, quando a nossa criatura preferida de um outro mundo telefona para sua casa.

E aí será que poderíamos atirar esse laser no oumuamua? hahaha

#MeetESO

Fonte:

UMA SOLUÇÃO PARA O MISTÉRIO DA EXPANSÃO DO UNIVERSO | SPACE TODAY TV EP.1685

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Se você pegar livros modernos, revistas modernas de astronomia, talvez eles digam que o maior mistério da astronomia atualmente é com relação a expansão e evolução do universo.

Nós temos um modelo para lidar com isso que é o chamado modelo Lambda da matéria escura fria.

Que até lida relativamente com o que acontece no universo para distâncias não muito grandes, e nesse modelo que é considerada aquela divisão, onde somente 4% da matéria do universo é matéria ordinária.

Esse modelo está bem ancorado em dados da radiação cósmica de fundo que diz respeito ao universo muito antigo e em supernovas que diz respeito ao universo mais recente, mais local, como é chamado.

Porém, existe um certo intervalo de tempo no universo que não está contemplado por nenhum dos dados e esse gap, causa enormes problemas para entendermo o que acontece com o nosso universo.

As galáxias só são boas para entender o universo até 8 bilhões de anos no passado e os dados da radiação de fundo, para o primeiro milhão de anos do universo.

Um grupo de pesquisadores, pensou então, os quasars, os núcleos ativos de determinadas, poderiam cobrir esse gap.

Para isso teríamos que encontrar muitos quasars.

os pesquisadores vasculharam dados do XMM-Newton da ESA, do chandra e do swift da NASA e do SDSS em Terra, e conseguiram coletar 7000 quasars.

Depois de eliminar dados que não seriam usados por uma série de problemas, os pesquisadores chegaram a uma base de dados final com 1600 quasars.

Os pesquisadores então combinaram esses dados com todos que eles já tinham e encontraram o seguinte.

Para os momentos mais recentes do universo, os dados anteriores juntamente com o dos quasars se complementam muito bem.

Já para o universo primordial existe uma discrepância entre os dados dos quasars e o modelo cosmológico.

A explicação seria a energia escura, que tem uma densidade e que essa densidade poderia aumentar ao longo do tempo.

Além de ajudar a preencher esse gap, os quasars também podem ajudar a resolver o problema da cosntante de Hubble, que quando medida por métodos diferentes apresenta resultados distintos, o que não era para acontecer.

os pesquisadores irão esperar uma próxima missão da ESA, chamada de Euclid que irá explorar a natureza da energia escura e ver se a sua densidade pode mesmo mudar com o passar do tempo, o que validaria essa descoberta e resolveríamos em definitivo o grande mistério da expansão do universo.

#ExpansãoDoUniverso #Quasar

fonte:

ONDAS GRAVITACIONAIS PODEM RESOLVER O DILEMA DA CONSTANTE DE HUBBLE | SPACE TODAY TV EP.1710

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Qual é mesmo o maior mistério da cosmologia moderna?

Acertou quem pensou na constante de Hubble!!!

Já sabem de tudo né, ou seja, medidas feitas com metodologias diferentes, dão resultados muito diferentes, o que afeta drasticamente o nosso pensamento sobre como o universo está evoluindo e se expandido.

E muitos aqui devem saber também da minha ideia sobre usar ondas gravitacionais e neutrinos para resolver esse problema.

Óbvio que eu não seria a primeira pessoa a pensar nisso, alguns físicos têm pensado a mesma coisa e eles acham que realmente a solução para a constante de Hubble esteja aí.

Na verdade, eles querem usar ondas gravitacionais para isso.

Tudo bem, não é qualquer onda gravitacional, tem que ser as produzidas pela fusão de estrelas de nêutrons.

A ideia é integrar a medida de onda gravitacional com a medida da luz emitida, determinar a velocidade de colisão do sistema, e a partir daí extrair a constante de Hubble.

As medidas da onda gravitacional emitida poderia ser uma medida da transição de fase, no caso da transição de fase acontecer mais depois da fusão, isso poderia gerar um número gradativametne maior de quarks no objeto fundido, com as equações de einstein foi pos'sivel mostrar pela primeira que uma sutil mudança na estrutura produzirá uma desvio no sinal da onda gravitacional.

com esse desvio é possível calcular a velocidad e a constante de Hubble.

Tendo a onda gravitacional com a sua assinatura bem detectada e tendo a contrapartida eletromangética para isso, temos tudo que se precisa para estimar a constante de Hubble.

só tem um problema em tudo isso, até hoje só detectamos uma fusão de estrela de nêutrons, espera-se que na próxima década tenhamos uns 50 sistemas que possam se fundir, monitorando isso, poderemos ter um espaço amostral maior para realizar tudo.

Só falta integrar os neutrinos aí para termos essas medidas.

Vamos epserar que isso irá aocntecer em bbreve.

como eu sempre disse, tá aí, o segredo não só para isso mas para as grandes questões do universo está na astrofísica multimensageira.

#OndasGravitacionais #ConstanteDeHubble

Fontes:





Alienígenas Presos Na Gravidade de Super-Terras - Space Today TV Ep.1239

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Onde estão todos os alienígenas?

Se o universo tem tantas galáxias, estrelas, não é possível que estejamos só, se não estamos só, onde eles foram parar?

Essa é uma pergunta feita constantemente, é a base do Paradoxo de Fermi, da Equação de Drake e de todos que de alguma forma acreditam, estudam ou querem saber sobre os outros seres que habitam o universo.

Recentemente, apareceu uma possível resposta para essa pergunta.

Os alienígenas, estão presos em seus próprios planetas e não podem sair de lá.

Mas como assim presos?

Bem, desde que os astrônomos começaram a descobrir os exoplanetas, podemos dizer que essas questões sobre vida em outros planetas tornaram-se mais discutidas.

Muitos planetas já foram descobertos, alguns perto da zona habitável, outros dentro, porém a grande maioria dos planetas descobertos é maior que a Terra.

São as chamadas super-Terras, além de já terem descobertos uma grande quantidade de júpiter quentes. Mas vamos ficar só com as super-Terras, pois viver num gigante gasoso não deve lá ser algo muito bom.

Com essas informações, um grupo de pesquisadores, resolveu então calcular como seria usar um foguete para sair desses planetas e viajar pelo universo até nos visitar.

Os pesquisadores mostraram que numa super-Terra, para se ter um foguete como o Saturno V da missão Apollo, ele teria uma massa de 440 mil toneladas, ou seja, algo impraticável.

Além disso eles calcularam que para um exoplaneta do tipo super-Terra, que seja 70% maior que a Terra e 10 vezes mais massivo, como é o caso do Kepler-20b, a velocidade de escape é 2.4 vezes maior que a velocidade de escape no nosso planeta.

Só seria viável para uma civilização morando numa super-Terra, se livrar da gravidade de seu planeta com algum tipo alternativo de propulsão, algo do tipo nuclear, ou coisa do gênero.

O pesquisador disse ainda que civilizações em super-Terras, provavelmente usariam sinais de rádio ou algo do tipo para se comunicar, ao invés de mandar uma nave para outro mundo na galáxia.

Eu já sei que vão me chamar de pessimista, principalmente agora, que vou dizer que podemos eliminar as super-Terras da lista de planetas de onde saem os alienígenas.

Não estou dizendo que eles não existam nesses planetas, mas eles estão ali aprisionados, presos pela própria gravidade.

Mas será que ele poderiam usar algum outro tipo de propulsão? O que vocês acham, deixem aí nos comentários se vocês acreditam que existam alienígenas em super-Terras e qual o tipo de propulsão que eles poderiam usar, e vão lá na minha última foto do Instagram e escrevam #AlienSuperTerra.

Fonte:



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Por Que Não Colocamos Um Telescópio na Lua? - Space Today TV Ep.1542

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Você já pensou, por que ainda não colocamos um telescópio na Lua? Se um telescópio no espaço é bom por vários motivos, por que a Lua não seria? Quais os problemas de se colocar um telescópio no nosso satélite natural? Será que alguma área da astronomia poderia se beneficiar com um instrumento na Lua? A resposta para todas essas perguntas, e algumas outras, você encontra nesse vídeo!!!

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