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Detectado Um Dos sinais Mais Misteriosos do Universo - Space Today TV Ep.1398

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Detectado Um Dos sinais Mais Misteriosos do Universo - Space Today TV Ep.1398

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À medida que a tecnologia evolui mais nós avançamos na astronomia, ou nem sempre é assim.

Alguns mistérios só são aprofundados e respondê-los é ainda mais complicado.

Eu já fiz vários vídeos aqui no canal falando sobre as FRBs, as Fast Radio Bursts, são explosões nas ondas de rádio como o próprio nome diz.

O grande problema é, o que elas são, que fenômeno gera as FRBs, de onde vem esse sinal.

Já se tentou todo o tipo de explicação para esses sinais, que foram detectados pela primeira vez em 2007, e até agora, poucos deles foram registrados pelos instrumentos na Terra.

Estrelas de quarks e civilizações alienígenas talvez sejam as explicações mais extremas que já tentaram dar para esse fenômeno.

Sempre que um novo instrumento é inaugurado, principalmente se esse instrumento é um radiotelescópio, se tem a esperança que ele possa detectar as FRBs e que possamos descobrir o que elas são.

Mas, como eu falei no começo, as vezes o mistério só fica mais fundo.

O Canadá inaugurou recentemente um novo tipo de radiotelescópio, chamado de CHIME, cujo objetivo é estudar o universo primordial, descobrir as concentrações de hidrogênio e entender como as primeiras estrelas se formaram.

Mas já que ele estava ali vasculhando o céu, adivinha o que ele detectou. Isso mesmo, uma FRB e não foi qualquer uma não.

O CHIME detectou uma FRB por 20 longos segundos, se isso já não fosse espetacular o suficiente, essa FRB foi detectada na frequência abaixo de 700 MHz.

Isso nunca tinha acontecido, as FRBs, detectadas até agora tinham sempre uma frequência muito maior, e essa tem uma frequência de 400 MHz.

O que é, de onde vem, como vivem, como se reproduzem? Ninguém sabe.

A única coisa é que é mais um dado para as FRBs, porém um dado que difere muito dos outros, seria outro fenômeno, seriam outras civilizações, brincadeira.

Esse é um dos grandes mistérios da astronomia, mas como os neutrinos de alta energia, as ondas gravitacionais, os raios cósmicos, esperamos que um dia ainda possamos dizer o que são as FRBs.

E se você ficou até aqui depois do vídeo, coloca aí nos comentários #FRBMALDITA

Fonte:

O Que São Esses Sinais de Rádio Descobertos Pelos Astrônomos? - Space Today TV Ep.1664

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Adentramos o ano de 2019 e um dos maiores mistérios da astronomia moderna continua sem resposta, as FRBs, porém, as coisas podem melhorar de forma significativa.

Como vocês sabem as Fast Radio Bursts, as explosões rápidas em ondas de rádio estão entre os fenômenos mais misteriosos do universo.

Inúmeras hipóteses já foram levantadas para explicar essas explosões, magnetars, fusões de estrelas de nêutrons, fenômenos em buracos negros, em galáxias ativas e até mesmo, sinais de comunicação de civilizações alienígenas.

Tirando essa última, todas as outras hipóteses conseguem explicar uma parte, e falham em outras partes e assim as FRbs continuam sendo um grande mistério.

Mas, a astronomia se desenvolve, a tecnologia também e assim alguns mistérios acabam sendo desvendados, não que seja o caso das FRBs ainda, mas podemos estar no caminho para isso.

No final do ano de 2017 no Canadá, foi inaugurado um rádio telescópio revolucionário, chamado de CHIME - canadian hydrogen intensity mapping experiment.

Esse rádio telescópio foi construído para estudar o universo nas ondas de rádio em um intervalo de 400 a 800 MHz, e esperava-se desde o início que ele pudesse ajudar no entendimento das FRBs.

Então em 2018 num período de 3 semanas, o CHIME conseguiu registrar 13 FRBs.

A maior parte das 13 FRBs detectadas pelo CHIME apresentaram um fenômeno de espalhamento que revela informações sobre o ambiente ao redor da fonte.

E a quantidade desse espalhamento, fez com que os pesquisadores pudessem concluir que as fontes das FRBs são poderosos objetos astrofísicos.

Os pesquisadores disseram que poderiam ser remanescentes de supernovas ou algums fenômeno que acontece nas proximidades de um buraco negro.

Além disso, o CHIME conseguiu algo praticamente inédito, detectar uma FRB repetida, algo que só aconteceu uma vez até hoje, nas cerca de 60 FRBs detectadas até agora.

Essa repetição na FRB também é muito importante e pode ajudar muito os astrônomos a identificarem a origem desses sinais de ondas de rádio.

Os astrônomos falaram que embora ainda não tenham conseguido resolver esse mistério, conseguiram colocar mais peças no quebra-cabeça e pode ser que já tenham um caminho para encontrar a solução.

Uma opinião minha, eu ainda acho que a resposta para as FRBs está na astrofísica multimensageira, é preciso saber, como integrar essas diferentes informações para que se possa chegar num resultado, mas para mim a resposta está aí.

#FRBMALDITA #FRBREPETIDA

Fonte:

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Inteligência Artificial Tenta Ajudar a Desvendar Os Mistérios das FRBs - Space Today TV Ep.1455

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Fast Radio Bursts, um dos maiores mistérios desse nosso universo.

As teorias para explicar esse fenômeno vão desde estrelas de nêutrons altamente magnetizadas, passando por efeitos que acontecem nos buracos negros, até assinaturas de civilizações alienígenas avançadas que estão tentando se comunicar com a gente.

Até hoje, poucas FRBs, como são chamadas, e por isso ainda são um grande mistério.

Uma maneira de tentar solucionar o mistério é descobrindo mais FRBs, assim você terá uma população interessante para testar modelos e teorias sobre essas explosões.

Porém descobrir uma FRB também não é uma tarefa muito fácil. As FRBs são explosões muito rápidas, duram muito pouco e por isso perder essas explosões na imensidão do universo é muito fácil.

Eu já mostrei aqui em alguns vídeos, que o projeto Breakthrough Listen, olha eles aí novamente, instalou na antena de Green Bank nos EUA, um equipamento que tem o objetivo principal de tentar captar o sinal de uma civilização alienígena desenvolvida.

Mas que está sendo usado, e muito bem para detectar FRBs.

Além de usar o equipamento para detectar as FRBs, a Breakthrough Listen está também fornecendo os algoritmos para processar os dados.

E todo esse processamento está sendo feito com base em algoritmos de Inteligência Artificial e Machine Learning.

Durante 5 horas de operação em 26 de Agosto de 2017, o sistema de Green Bank conseguiu adquirir 400 terabytes de dados.

Usando algoritmos tradicionais nesses dados, 21 FRBs foram detectadas.

Ao aplicar os novos algoritmos de IA da Breakthrough Listen, foi possível identificar 72 FRBs, algumas localizadas a cerca de 3 bilhões de anos -luz de distância da Terra.

Além disso, uma FRB em especial chama a atenção, a FRB 121102, essa FRB apresenta múltiplas explosões.

E com os novos algoritmos o número de explosões repetidas dessa FRB desde 2002 chegou a 300.

Para quem quer saber o algoritmo da Breakthrough Listen é uma rede neural convolucional.

O mais importante é que com esse grande número de sinais descobertos, os astrônomos têm agora em mãos uma população que começa a ficar significante para se pensar em modelos para as FRBs e quem sabe resolver esse grande mistério do universo atualmente.

Fonte:





ARtigo:



Descoberto Misterioso Planeta Solitário - Space Today TV Ep.1397

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Existem determinados objetos no universo, que são como se fossem planetas, mas eles não estão acompanhados de nenhuma estrela, eles são chamados em inglês de rogue planets, e podemos traduzir como planetas órfãos, ou planetas errantes, embora planeta já signifique errante.

Além disso, outro objeto intrigante no universo são as anãs marrons, que não são nem planetas nem estrelas, na verdade os astrônomos acreditam que as anãs marrons sejam o elo entre os planetas e as estrelas.

Os astrônomos estabeleceram uma massa de 13 vezes a massa de Júpiter para que um objeto deixe de ser um planeta e passe a ser uma anã marrom.

Mas nem tudo na astronomia é assim tão fácil e como eu falo sempre, quando você acha que está tudo resolvido o universo vem e te aplica uma bela de uma rasteira.

Isso aconteceu novamente, usando o VLA, o Very Large Array os astrônomos descobriram um objeto que tem massa planetária, mas que não orbita estrela alguma.

Esse objeto tem 12.7 vezes a massa de Júpiter e fica localizado a 20 anos-luz de distância da Terra, depois de algumas campanhas de observação descobriram que ele é relativamente novo com 200 milhões de anos e tem uma temperatura superficial de 825 graus Celsius.

Esse objeto só foi descoberto pelo VLA graças ao fato dele ter auroras, sim, auroras, como os planetas no sistema solar.

A grande questão é como um objeto solto, que vaga sem ter uma estrela tem aurora, já que para isso é preciso campo magnético e partículas energizadas de uma estrela?

Esse objeto tem um campo magnético 200 vezes mais intenso que o de Júpiter, mas ele não tem uma estrela próxima, fica aí mais um mistério para ser resolvido.

Os astrônomos também estão em dúvida em como classificar o objeto, anã marrom, ou um planeta órfão gigantesco, para acabar com isso, resolveram chamar de objeto de massa planetária.

MAs o importante disso é que o VLA foi capaz de detectar o campo magnético e a aurora desse objeto, com isso os pesquisadores poderão entender qual o mecanismo que gera essas auroras.

Além disso, eles disseram que o VLA pode ser uma nova ferramenta para caçar exoplanetas, pois exoplanetas grandes podem ter também auroras que teriam suas assinaturas detectadas pelo VLA.

E agora eu fico aqui pensando com meus botões, será que o próprio planeta 9 não poderia ser detectado dessa maneira, pela assinatura nas ondas de rádio? Fica aí a dica para os astrônomos !!!

Fonte:



Vídeo do Poligonautas:

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Astrônomos Detectam Origem da FRB 121102 - Space Today TV Ep.565

Eu já falei para vocês que uma área que tem ganhado muito interesse ultimamente é a da astrofísica de alta energia.

Essa é uma área que lida com eventos extremos que ocorrem no universo, o que é muito importante, pois além de ajudar a entender cada vez mais os fenômenos existentes no universo, esses eventos podem ser usados para resolver outros mistérios.

Um desses eventos extremos é conhecido como Fast Radio Burst, como o próprio nome já diz, é uma rápida explosão no comprimento de onda de rádio. Quando eu falo rápido é algo extremamente rápido, o pulso dura poucos milissegundos.

Devido à velocidade que o evento ocorre uma das tarefas mais difíceis é identificar de onde ele se origina, e portanto saber o que causa essas explosões.

Mas as vezes a natureza e o universo parecem ajudar os astrônomos. Em 2 de Novembro de 2012 os astrônomos detectaram um eventos desses, uma FRB que ficou conhecida como FRB 121102, porém, esse evento tinha uma repetição, não foi uma explosão única, mas gerou pulsos que se repetiam e puderam ser detectados na Terra.

O rádio telescópio de Arecibo, foi o primeiro instrumento a detectar esse evento.

Depois de Arecibo, o evento foi detectado pelas antenas do VLA no Novo México, essas antenas detectaram 9 explosões de rádio do mesmo evento.

Assim, os astrônomos conseguiram identificar a posição no céu com uma precisão 10 vezes maior do que tinham feito anteriormente.

Com isso, essa posição foi passada para o telescópio Gemini Norte, um dos maiores do mundo com 8 metros de diâmetro, e quando ele foi apontado para a posição descobriu uma galáxia de onde as explosões se originaram.

Usando as medidas de espectro dessa galáxia, os astrônomos determinaram que ela se encontra a cerca de 3 bilhões de anos-luz de distância da Terra. Isso responde a uma antiga pergunta, já que até então não se tinha certeza de que esses eventos eram originados de fora da nossa galáxia, porém surgem outras questões.

A galáxia de onde o sinal partiu é muito pequena, considerada uma galáxia anã. Como isso seria possível?

Os astrônomos começaram então a trabalhar nas hipóteses.

Essas galáxias possuem um gás muito mais primitivo do que o existente em galáxias como a Via Láctea, isso levaria à formação de uma maior quantidade de estrelas massivas e a origem da FRB pode ser o resultado do colapso de uma dessas estrelas massivas.

Outra hipótese é que a FRB pode ter se originado nas vizinhanças de um buraco negro que está se alimentando do gás ao redor, ou seja, seria um núcleo galáctico ativo.

Só existe uma maneira de descobrir qual hipótese é a correta, continuar estudando a FRB, usando telescópios ópticos de onda de rádio, de raios gamma de raios-X. Por exemplo, se for detectada uma periodicidade no sinal, ele pode se originar de uma estrela em rotação.

Essa descoberta é muito importante, pois os astrônomos agora podem discutir com mais propriedade os outros sinais de FRBs detectadas até o momento, se elas são geradas pelo mesmo fenômeno físico ou por um novo tipo de evento no universo.

Fonte:



Vídeo Poligonautas sobre Netuno:



Vídeo Hoje no Mundo Militar sobre o Programa Espacial Brasileiro:



Vídeo Hoje No Mundo Militar sobre a se foi ou não sabotagem:



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Será Que Existe Vida no Exoplaneta da Estrela de Barnard? - Space Today TV Ep.1670

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Em Novembro de 2018, os astrônomos apresentaram a descoberta de um exoplaneta ao redor da Estrela de Barnard.

Essa estrela está localizada a apenas 6 anos-luz de distância da Terra, o que faz com que esse exoplaneta seja o segundo exoplaneta mais próximo de nós, só perdendo para o Proxima b.

O Barnard b foi descoberto depois de um esforço de mais de 20 anos, usando dados adquiridos recentemente e antigas medidas feitas da estrela, para poder confirmar a sua presença.

Muitas incertezas ainda existem sobre o tamanho do Barnard b.

O que os astrônomos sabem é que ele tem no mínimo 3.2 vezes a massa da Terra, sendo assim ele pode ser um exopplaneta do tipo rochoso, classificado como uma superterra, ou ele pode ser bem maior, tendo entre 7 e 8 vezes a massa da Terra, o que faz com que ele seja um mini-Netuno, e isso tem uma grande importância.

E embora esteja localizado à mesma distância da sua estrela do que Mercúrio está do Sol, devido às características da estrela, o planeta está provavelmente congelado, com uma temperatura na superfície de aproximadamente -170 graus Celsius. Já que ele orbita a estrela, próximo da chamada linha de neve da Estrela de Barnard.

quando se descobre um exoplaneta, talvez a primeira pergunta que se faça é se ele é habitável.

E quando esse exoplaneta é assim perto da Terra, a pergunta se torna ainda mais marcante.

No caso do Barnard b, isso é ainda mais complicado.

Bem, vamos começar com a mal notícia, se ele for um exoplaneta do tipo mini-Netuno, pode esquecer, fim de papo, não vai ter vida.

Mas se ele for um exoplaneta do tipo rochoso?

Aí a conversa muda de figura. Embora ele seja muito frio na sua superfície, esse exoplaneta, caso seja uma super-Terra, ele pode ter um oceano no seu interior, como acontece com os satélites, europa e encélado, por exemplo.

No caso de ser uma super-Terra, Barnard b poderia ter uma fonte de calor interna, geotérmica, graças a presença de um núcleo de ferro líquido, isso faria com que partes do seu oceanos interno ficassem aquecida a uma temperatura onde a vida pudesse existir.

Nós temos um caso desse na Terra, o chamado Lago vostok na antártica, que não congela pelo fato de ter um calor interno gerado pelo vulcanismo que mantém a água líquida mesmo o lado estando abaixo do continente congelado do nosso planeta.

Ou seja, Barnad b teria zonas habitáveis no seu oceano interno.

Para definir tudo isso, os astrônomos contam com a inauguração de toda uma frota de novos telescópios, o ELT, o GMT, o TMT e o LSST em Terra e o James Webb no espaço.

Com esses novos telescópios será possível primeiro definir com precisão a massa do Barnad b e uma vez feito isso, se ele for uma super-Terra, será possível usar os telescópios para estudar algum tipo de bioassinatura que saia da zona habita'vel e chegue até a sua crosta congelada.

Até lá ficará a dúvida, será que o segundo exoplaneta mais próximo da Terra, tem ou não tem vida? O que vocês acham? deixem nos comentários.

#Estrelade Barnard #VidanaEstreladeBarnard #Barnardb

Fonte:












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Observatório Australiano Descobre 20 Novas FRBs - Space Today TV Ep.1510

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As FRBs, ou Fast Radio Bursts ocorrem em todo o céu e duram apenas milissegundos.

Os cientistas ainda não sabem o que causa uma FRB, mas sabem que deve ser algo muito energético.

Só para se ter uma ideia, a energia liberada numa FRB é equivalente a energia liberada pelo Sol em 80 anos.

A primeira FRB foi descoberta em 2007 e de lá para cá poucas foram descobertas.

34 FRBs, e isso, é um dos fatores que dificulta e muito o entendimento desse fenômeno extremo do nosso universo.

Para que você possa entender relativamente bem um fenômeno, é preciso ter uma amostragem muito boa, onde você possa testar de forma robusta os seus modelos e assim gerar todo um pensamento sobre ele.

Mas como uma FRB dura milissegundos, vocês já devem imaginar que é um fenômeno extremamente complicado de ser registrado.

Por isso o desenvolvimento de novos equipamentos é fundamental para isso, um desses equipamentos, se chama ASKAP, sigla para Australia Square Kilometre Array Pathfinder.

As antenas do ASKAP têm um campo de visão de 30 graus quadrados, o equivalente a 100 vezes mais largo que a Lua Cheia, e ao usar as antenas apontando para pontos diferentes do céu os astrônomos conseguem uma cobertura de 240 graus quadrados, o que é equivalente a 1000 vezes a área da Lua Cheia.

E assim, com essa nova ferramenta disponível os astrônomos descobriram 20 novas FRBs, praticamente dobrando o número de FRBs conhecidas até então.

Entre as FRBs recém-descobertas estão a mais brilhante e a mais próxima já detectada.

Além disso, os astrônomos conseguiram apontar que as FRBs acontecem fora da nossa galáxia, na verdade a bilhões de anos-luz de distância da Terra.

Os astrônomos ainda não conseguem apontar o local exato onde acontecem essas FRBs, esse na verdade é o próximo desafio para os astrônomos.

Agora voc6e pode estar perguntando, por que estudar essas FRBs, qual a importância disso?

A primeira coisa é que essas explosões ocorrendo distante do nosso planeta, podem ajudar os astrônomos a entenderem o que acontece no chamado universo primordial, o que é algo complicado de ser estudado, mas as FRBs poderiam trazer essa informação até nós, entendendo isso, poderíamos compreender melhor como o universo nasceu e como evoluiu até os dias de hoje, algo onde ainda se tem muitas incertezas.

Outra coisa, é que as FRBs, acontecendo longe da Terra, e sendo explosões muito energéticas, ao atravessar o universo, atravessar nuvens de poeira e gás, atravessar a matéria que constitui o nosso universo elas podem nos dar informaçõess valiosas sobre, por exemplo, a matéria escura, um dos maiores mistérios atualmente do nosso universo. Ouso a dizer que o segredo sobre o que é a matéria escura está guardado nas FRBs.

Por isso, quanto mais explosões forem detectadas melhor para podermos entender tudo isso que elas nos podem informar.

A próxima etapa para os astrônomos é a inauguração do monstruoso SKA - Square Kilometre Array, uma rede de radio telescópios espalhados pelo mundo, do qual o ASKAP faz parte.

O SKA poderá descobrir mais FRBs e muito provavelmente os astrônomos poderão com ele apontar o local exato no universo onde elas acontecem.

Guardem isso, muitos segredos do universo serão revelados quando entendermos as FRBs.

Fonte:



Artigo:

Sinais de Universos Anteriores na Radiação Cósmica de Fundo - Space Today TV Ep.1412

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Ao analisar o mapa da radiação cósmica de fundo um grupo de pesquisadores, liderado por Roger Penrose, criou uma explicação para os padrões de redemoinhos observados no mapa. Para eles, esses redemoinhos são resquícios de buracos negros de eras anteriores do universo. Para isso ele bolou uma teoria chamada de Teoria Cosmológica Cíclica Conformal, onde o universo é infinitamente cíclico, e esses buracos negros evaporariam através da radiação de Hawking, mas as marcas seriam visíveis no universo seguinte. Ele chamou esses pontos de Pontos de Hawking e o artigo que ele escreveu, ele dedicou também ao grande Stephen Hawking.

Fonte:



Artigo:

Por Que Não Colocamos Um Telescópio na Lua? - Space Today TV Ep.1542

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Você já pensou, por que ainda não colocamos um telescópio na Lua? Se um telescópio no espaço é bom por vários motivos, por que a Lua não seria? Quais os problemas de se colocar um telescópio no nosso satélite natural? Será que alguma área da astronomia poderia se beneficiar com um instrumento na Lua? A resposta para todas essas perguntas, e algumas outras, você encontra nesse vídeo!!!

Fonte:

Inédito!!! Semente de Algodão Brota No Lado Oculto da Lua - Space Today TV Ep.1671

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Sementes de algodão que estão em uma mini biosfera a bordo da sonda chinesa Chang’e-4, no lado oculto da Lua começaram a germinar, mostram as imagens recém-lançadas do experimento.
A Chang’e-4 fez seu histórico pouso no dia 3 de Janeiro de 2019, depois de passar 3 semanas na órbita lunar, e logo que pousou o módulo começou a testar a sua carga científica, fazendo imagens e mandando o seu rover para explorar a área onde pousou.

Também, a bordo do módulo, está uma mini biosfera com 3kg, que possui experimentos que tiveram início horas depois do pouso na Lua. A imagem principal desse post, foi feita no dia 7 de Janeiro de 2019 e mostra a germinação de sementes de algodão. Abaixo, está uma imagem do mesmo experimento em Terra, para ser usado como comparação com o que está acontecendo na Lua.

A imprensa chinesa disse que a mini biosfera possui seis espécies, algodão, batata, colza, arabidopsis (da família da couve e mostarda), levedura, e também mosca da fruta. A imprensa reportou que não foi observado sinal de crescimento em nenhuma outra espécie até o momento, só no algodão.

Anteriormente haviam relatos de que tinham sido enviados também, casulos do bicho da seda, mas de acordo com os relatórios mais atuais, a equipe pretendia ter enviado os casulos de bicho da seda, mas na hora preferiu enviar as moscas de fruta.
A seleção das espécies aconteceu de acordo com requerimentos estritos devido ao tamanho limitado do equipamento e também devido às extremas condições encontradas na Lua. As espécies de animal e plantas selecionados precisavam suportar um grande agito, principalmente na hora do lançamento e manobras e também altas temperaturas e radiação.

Xie Gengxin, desenvolvedor chefe do experimento biológico da Chang’e-4 disse na CCTV que, “Existem animais, plantas e microorganismos nesse experimento, criando um micro ecossistema em um ambiente fechado. Nós guiamos a luz do Sol para dentro do experimento, que é muito mais forte do que aqui na Terra. E nós iremos estudar a fotossíntese sob condições intensas de luminosidade e comparar com o experimento em Terra”.

Xie ainda disse que o experimento está acontecendo em um ambiente de baixa gravidade de alta radiação.

“Embora seja um experimento biológico ele nos dará o fundamento e o suporte para o nosso próximo passo, que é construir uma base na Lua para viver”.

Outro experimento no módulo de pouso, o Lunar Lander Neutrons and Dosimetry, ou LND, que foi desenvolvido na Alemanha, também forneceu dados relevantes para a futura exploração humana na Lua.

O experimento da mini biosfera foi desenvolvido por uma equipe de cientistas da Universidade de Chongqing no sudoeste da China em colaboração com pesquisadores de 26 institutos de pesquisa e universidades, de acordo com Liu Hanlong, vice chanceler da Universidade de Chongqing.

O experimento está seno monitorado 24 horas por dia, com os dados sendo analisados e resumidos em preparação para futuros experimentos.

A China continuará a exploração da Lua com a Chang’e-5, a missão que irá retornar amostras para a Terra, no final de 2019 e depois ainda enviará missões para o polo sul da Lua, as missões Chang’e-6, 7 e 8 no começo da década de 2020.

#AlgodaoNaLua #LadoOcultoDaLua #Change4

Fonte:

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Hubble Descobre Algo Inédito Ao Redor De Uma Estrela de Nêutrons - Space Today TV Ep.1465

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Uma estrela de nêutrons é o que resta após uma explosão de supernova, são um dos objetos mais compactos do universo, e objetos interessantes de serem estudados, pois podem dar origem a fenômenos que ainda não entendemos muito bem.

Quando uma estrela de nêutrons se torna altamente magnetizada, e gira rapidamente, ela se torna o que chamamos de um pulsar, e os pulsares são objetos também muito importantes de serem estudados e entendidos.

Porém, até agora as estrelas de nêutrons só eram estudadas nas altas energias como nas emissões de raios-gama e raios-X.

Mas, nós temos o Hubble e quem tem o Hubble não precisa de mais nada.

O Hubble, com a sua visão em infravermelho conseguiu pela primeira vez registrar uma extensa área ao redor da estrela de nêutrons com aproximdamente 200 UA com uma emissão em infravermelho.

Como foi a primeira vez que tal feição foi observada ao redor de um pulsar, os astrônomos não sabem ao certo o que é, mas eles têm duas explicações.

A primeira é que seria um disco de material ao redor da estrela de nêutrons, formado por material pertencente à estrela progenitora da supernova. A interação desse disco com o pulsar poderia reduzir a sua velocidade de rotação, aquecer e emitir a radiação infravermelha detectada pelo Hubble. Se for isso, será uma mudança completa no entendimento sobre a evolução de estrelas de nêutrons.

A segunda explicação é que essa região seja o que os astrônomos chamam de nebulosa de vento de pulsar. Esse tipo de fenômeno é produzido pelas partículas que são aceleradas no campo elétrico produzido pela estrela em rotação. À medida que a estrela viaja pelo espaço, a alta velocidade ela cria uma onda de choque entre o meio interestelar e a nebulosa de vento, essa onda de choque emite radiação síncrotron , criando o sinal infravermelho. Normalmente uma nebulosa de vento de pulsar não é observada no infravermelho, e se essa for a explicação, será algo inédito e espetacular de ser estudado.

Como saber o que é?

Vocês já devem saber a resposta, o Telescópio Espacial James Webb, que terá uma visão super precisa no infravermelho, poderá ajudar a resolver mais esse mistério do universo.

Então só nos resta esperar até 2021 para que ele seja lançado sem problemas e nos traga belos resultados.

Fonte:



Artigo:

Um Novo Acelerador de Partículas Para Resolver Os Mistérios do Universo - Space Today TV Ep.1676

LIVE DO ECLIPSE:



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Os físicos querem ir além, querem resolver os grandes mistérios do universo que estão guardados nas partículas elementares da natureza. Para isso, o LHC não serve mais, é preciso ter mais potência, ser maior, então estão pensando em construir o chamado FCC - Future Circular Collider, que irá tentar resolver mistérios como a matéria escura, a interação do bóson de Higgs, antimatéria, entre outros.

#FCC #EclipseNoSpaceToday

Fonte:



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O Sinal das Primeiras Estrelas do Universo - Space Today TV Ep.1132

Quais são as primeiras estrelas do universo? Como elas se formaram? Como elas afetaram o resto do universo? Essas são questões que intrigam os astrônomos e astrofísicos, principalmente os que trabalham com a origem e evolução do universo.

O problema para responder a essas perguntas, é que você precisa olhar muito longe no universo, num momento próximo do início de tudo.

E quanto mais longe vamos no universo para olhar e tentar entender o que estamos vendo, nós estamos levando ao limite tudo que temos hoje, não só a tecnologia, como também as técnicas de análise dos dados, por isso é tão difícil trabalhar com essa área da astronomia.

O universo no início era um lugar escuro, até cerca de 400 mil anos depois do seu início, não haviam estrelas nem galáxias.

Então, depois desse tempo, por um período que durou entre 50 e 100 milhões de anos, a gravidade começou a fazer o seu papel, criando regiões mais densas no universo, regiões essas que então colapsaram e formaram as primeiras estrelas.

Isso quer dizer que é preciso olhara para essa época para entender e responder as perguntas que eu coloquei no começo.

Embora seja difícil, nada é impossível, nessa vida.

E agora, os astrônomos acabaram de publicar o resultado de 12 anos de estudos feitos usando antenas australianas.

Os astrônomos usaram o rádio espectrômetro australiano para detectar as assinaturas das primeiras estrelas no universo.

Na verdade, o sinal detectado veio do gás hidrogênio primordial que preenchia o jovem universo e existia entre as estrelas e as galáxias.

Os resultados do experimento confirmaram as expectativas teóricas gerais, sobre quando as estrelas se formaram e as suas propriedades mais básicas.

Os astrônomos conseguiram chegar a 180 milhões de anos depois do Big Bang.

Isso marcou o primeiro sinal real que foi detectado de estrelas primordiais literalmente se formando.

O estudo também revelou que o gás no universo provavelmente era mais frio do que se esperava. Isso pode ser muito importante, pois pode ser um sinal de que a matéria normal esteja interagindo com a matéria escura, perdendo matéria ordinária para a matéria escura e esfriando mais.

Os astrônomos precisam confirmar tudo isso, para isso pretendem colocar outros rádio telescópios no mundo para ouvir esse sinal, já que ele foi descoberto e com isso poder traçar as conclusões definitivas sobre as primeiras estrelas do universo e quem sabe tudo isso não ajuda a responder as perguntas sobre a matéria escura.

Será que o segredo da matéria escura está aí, no início do universo?

Vamos aguardar.

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Poderíamos Nos Comunicar Com Extraterrestres Usando Lasers Potentes? - Space Today TV Ep.1568

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Será que existe alguma civilização extraterrestre na nossa galáxia?

Bem, se existir um artigo recém-publicado no renomado The Astrophysical Journal por pesquisadores do MIT diz que nós poderíamos nos comunicar com eles.

A ideia é produzir um laser de alta potência entre 1 e 2 megawatt e atirar no espaço usando um telescópio entre 30 e 45 metros de diâmetro.

Essa combinação geraria um feixe de radiação infravermelha que poderia ser percebido por uma civilização sem a interferência do Sol.

O alcance desse feixe seria de cerca de 20 mil anos-luz , ou seja, chegaria bem perto do centro da galáxia.

De acordo com o artigo, caso a comunicação tivesse sucesso, seria possível transferir dados numa taxa de centenas de bits por segundo, e os dados levariam poucos anos para chegar ao seu destino.

O artigo mostra um desenho conceitual simples, envolvendo um grande laser infravermelho e um telescópio para focar e aumentar a intensidade.

Assim seria possível produzir um sinal infravermelho 10 vezes mais intenso que a variação infravermelha natural do Sol, ou seja, seríamos perceptíveis.

Usando um telescópio de 30 metros e um laser de 2 megawatt, seria possível produzir um sinal forte o bastante para ser facilmente detectado por possíveis astrônomos em Proxima b.

Já usando um telescópio de 45 metros e um laser de 1 megawatt seria possível produzir um sinal que poderia ser detectado no sistema TRAPPIST.

Ambos os cenários precisariam de um laser e de telescópios que ainda precisariam ser desenvolvidos, mas a próxima geração de grandes telescópios poderia suprir essa necessidade.

Outra ideia que o artigo comenta é o fato de se construir essa estrutura no lado escuro da Lua, o que seria mais seguro, principalmente considerando a potência do laser.

Pensando no problema inverso, o artigo indica que seria pouco provável que nós aqui na Terra conseguíssemos registrar com nossos telescópios um sinal desses, ou seja, no planeta de destino seria necessário ter um grande instrumento para detectar esse sinal laser e saber que ele é enviado por uma civilização inteligente.

Mas tudo isso tem um spinoff interessante, podemos desenvolver essa tecnologia para ser aplicada em técnicas de imageamento infravermelho, para podermos, por exemplo, estudar a atmosfera de exoplanetas atrás de vida.

Ainda teremos que esperar um pouco para podermos reproduzir a clássica cena do filme ET, quando a nossa criatura preferida de um outro mundo telefona para sua casa.

E aí será que poderíamos atirar esse laser no oumuamua? hahaha

#MeetESO

Fonte:

Vaca Sagrada: Misteriosa Explosão É Observada no Universo - Space Today TV Ep.1669

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Muitas vezes o universo nos surpreende, apresentando fenômenos que não conhecemos, e as vezes nos apresentando fenômenos que serão necessários para que possamos entender outros que já conhecemos.

Alguns fenômenos extremos do universo como explosões de supernovas, GRBs, e outros são conhecidos pelos astrônomos.
E quando você se depara com um fenômeno extremo desses, mas que é diferente de tudo que você já viu antes, o que você faz? Primeiro tenta entender, e pode descobrir que você testemunhou algo raro no universo.

Foi isso que aconteceu em 2018, com um grupo de astrônomos.
Eles observaram um flash na galáxia CGCG 137-068, localizada a cerca de 200 milhões de anos-luz de distância da Terra.

Esse flash era diferente de tudo que eles já haviam observado, era 10 vezes mais brilhante que uma supernova normal e depois de alguns meses começou a se apagar.

O flash foi chamado de AT2018cow.

Mas o que foi esse evento observado pelos astrônomos? E aí é que está a parte legal desse trabalho.

Na verdade os astrônomos não sabem, mas existem duas boas explicações para isso, as duas foram feitas por grupos independentes e publicadas.

A primeira delas é que o que gerou esse flash foi um evento de ruptura de maré, nesse caso uma anã branca, passou perto de um buraco negro com massa entre 100 mil e 1 milhão de vezes a massa do Sol e foi totalmente estraçalhada, criando uma nuvem de detritos ao redor do buraco negro que ao girar rapidamente se tornou aquecida emitindo a radiação observada.

O problema dessa hipótese é que como vocês estão observando na imagem, a explosão aconteceu não no centro da galáxia, mas na sua periferia e ter um buraco negro dessas dimensões nessa posição é algo bem raro. Mas os dados estão de acordo com os modelos para um evento desses.

A segunda hipótese é tão sensacional quanto a primeira. Outro grupo de pesquisadores, mostra que esse flash pode ser na verdade, uma explosão de supernova dando origem ou a um buraco negro, ou a uma estrela de nêutrons ultra densa.

Os pesquisadores argumentam que todas as características estudadas do evento em diferentes comprimentos de onda levam a considerar a formação de um objeto compacto no universo.
Essa hipótese é muito interessante, pois se ela se confirmar seria os astrônomos conseguiram algo praticamente inédito, testemunhar a formação de um objeto compacto no universo, um buraco negro ou uma estrela de nêutrons.

E isso abriria certamente um novo capítulo no estudo sobre a evolução estelar e sobre as explosões de alta energia detectadas no universo.

O ponto a favor dessa pesquisa é que eles usaram mais comprimentos de onda para caracterizar a explosão o que pode fornecer resultados mais robustos.

De qualquer forma, os pesquisadores concordam numa coisa, a explicação para a chamada “Vaca Sagrada”, não será das mais simples.

#HolyCow #VacaSagrada

Fontes:





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A MISTERIOSA PLUMA DE MAGMA EMBAIXO DAS ILHAS GALÁPAGOS | SPACE TODAY TV EP.1696

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Ontem falei aqui no canal, sobre a movimentação anômala do polo norte magnético do nosso planeta que forçou uma atualização antecipada do chamado modelo magnético global.

Hoje vou trazer outro exemplo que mostra como o nosso planeta é vivo realmente.

Existe um fenômeno que os geofísicos chamam de pluma de manto, são bolhas gigantescas de magma que ficam muito próximas da crosta terrestre, mais perto do que o normal. Essas plumas explicariam porque, por exemplo, regiões como o Havaí que estão distnate de bordas de placas seriam vulcanicamente ativas.

Tem uma outra coisa que precisamos falar sobre o planeta. É sobre a sua temperatura. Da perspectiva geológica, a temperatura do planeta Terra, como planeta tem se mantido aproximadamente constante e isso precisa ser explicado, pois mesmo o calor interno do planeta sendo irradiado, ele não tem esfriado.

A Terra poderia manter a sua temperatura se parte do calor original criado no momento em que o planeta surgiu fosse mantido pela presença de minerais radioativos aprisionados no manto inferior da Terra.

Mas os modelos mostram que com o passar do tempo, o manto vai perdendo o seu calor.

E as plumas de manto podem ser uma explicação alternativa para isso.

O manto inferior poderia muito bem resistir, transferindo calor para o corpo do planeta, e só levando calor para superfície na forma de plumas, como essa. o resultado seria como um truque, onde o calor interno do planeta seria liberado de forma geoteérmica para manter a crosta aquecida, mas não para incendiá-la.

Para examinar a pluma, ver se ela existe mesmo e ver se ela esteve ali faz tempo, um grupo de cientistas usou uma frota de sismógrafos robôs flutuantes.

Eles foram colocados acima da pluma para através dos terremotos da Terra, fazer um verdadeiro raios-X do nosso planeta.

Com a análise dos dados os pesquisadores puderam reconstruir a pluma de manto abaixo das ilhas galápagos, a 1900 km abaixo da superfície.

com isso conseguiram o primeiro resulado importante usando sismógrafos robôs, e desenvolveram um novo método para investigar o interior do nosso planeta.

#PlumaDeMagma #Terra

fontes:



Ondas Gravitacionais Para Resolver o Problema da Expansão do Universo - Space Today TV Ep.1374

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No vídeo de ontem eu mostrei para vocês todo o problema que existe na medição da constante de Hubble.

Os astrônomos usam duas metodologias para medir a constante de Hubble, uma com os dados do universo primordial, com base na radiação microondas cósmica de fundo e outra com base no universo local com base nas supernovas.

A metodologia baseada no universo local ganhou um grande aliado que foram os dados da missão Gaia, com isso, os astrônomos mediram com precisão a distância até 50 variáveis Cefeidas e isso pode ser usado como uma régua muito mais precisa para medir a distância até as supernovas.

Porém, a discrepância continua e aumenta.

E isso é um problema muito grande, pois sem esse valor da constante de Hubble, não conseguimos calcular a idade do universo, e muito menos a sua evolução.

Para quem não se lembra o valor da constante de Hubble informa a taxa de expansão do universo.

Mas pode ser que exista uma solução para essa importante questão cosmológica.

Um grupo de pesquisadores sugere que a solução está nas ondas gravitacionais, mas não em qualquer uma, nas ondas gravitacionais geradas pela fusão de um buraco negro com uma estrela de nêutrons.

O problema disso, é que uma fusão desse tipo ainda não foi detectada.

O grande trunfo em medir a constante de Hubble é definir com a maior precisão possível a distância até um determinado fenômeno, quanto mais precisa essa definição, melhor é a sua régua e ela pode ser usada de forma melhor nos cálculos da constante de Hubble.

E é aí que entram as ondas gravitacionais.

Os pesquisadores dizem que as ondas gravitacionais fornecem a medida mais precisa de distância do que qualquer outra técnica.

Mas não pode ser nem a da fusão de dois buracos negros e nem a da fusão de duas estrelas de nêutrons, pois nesse caso, pode-se ter uma dúvida sobre a medida de distância se foi no centro da fusão ou na borda.

E o que menos queremos nesse caso é dúvida.

No caso da fusão de buracos negros com estrelas de nêutrons, teríamos a medida mais precisa da distância do evento e isso poderia então ser usado no cálculo da constante de Hubble.

O LIGO está parado atualmente, pois ele está sendo atualizado, e voltará a adquirir dados no início de 2019.

OS pesquisadores acreditam que com as implementações feitas no LIGO, seja possível que ele registre as ondas gravitacionais da fusão de um buraco negro com uma estrela de nêutrons, pode ser que consiga registrar até mais que uma dessas fusões.

E assim, talvez, quem sabe, o problema da definição da constante de Hubble estaria resolvido.

Será que essa é a solução?

Fonte:



Artigo:

UMA SOLUÇÃO PARA O MISTÉRIO DA EXPANSÃO DO UNIVERSO | SPACE TODAY TV EP.1685

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Se você pegar livros modernos, revistas modernas de astronomia, talvez eles digam que o maior mistério da astronomia atualmente é com relação a expansão e evolução do universo.

Nós temos um modelo para lidar com isso que é o chamado modelo Lambda da matéria escura fria.

Que até lida relativamente com o que acontece no universo para distâncias não muito grandes, e nesse modelo que é considerada aquela divisão, onde somente 4% da matéria do universo é matéria ordinária.

Esse modelo está bem ancorado em dados da radiação cósmica de fundo que diz respeito ao universo muito antigo e em supernovas que diz respeito ao universo mais recente, mais local, como é chamado.

Porém, existe um certo intervalo de tempo no universo que não está contemplado por nenhum dos dados e esse gap, causa enormes problemas para entendermo o que acontece com o nosso universo.

As galáxias só são boas para entender o universo até 8 bilhões de anos no passado e os dados da radiação de fundo, para o primeiro milhão de anos do universo.

Um grupo de pesquisadores, pensou então, os quasars, os núcleos ativos de determinadas, poderiam cobrir esse gap.

Para isso teríamos que encontrar muitos quasars.

os pesquisadores vasculharam dados do XMM-Newton da ESA, do chandra e do swift da NASA e do SDSS em Terra, e conseguiram coletar 7000 quasars.

Depois de eliminar dados que não seriam usados por uma série de problemas, os pesquisadores chegaram a uma base de dados final com 1600 quasars.

Os pesquisadores então combinaram esses dados com todos que eles já tinham e encontraram o seguinte.

Para os momentos mais recentes do universo, os dados anteriores juntamente com o dos quasars se complementam muito bem.

Já para o universo primordial existe uma discrepância entre os dados dos quasars e o modelo cosmológico.

A explicação seria a energia escura, que tem uma densidade e que essa densidade poderia aumentar ao longo do tempo.

Além de ajudar a preencher esse gap, os quasars também podem ajudar a resolver o problema da cosntante de Hubble, que quando medida por métodos diferentes apresenta resultados distintos, o que não era para acontecer.

os pesquisadores irão esperar uma próxima missão da ESA, chamada de Euclid que irá explorar a natureza da energia escura e ver se a sua densidade pode mesmo mudar com o passar do tempo, o que validaria essa descoberta e resolveríamos em definitivo o grande mistério da expansão do universo.

#ExpansãoDoUniverso #Quasar

fonte:

VÊNUS NÃO É O PLANETA MAIS PRÓXIMO DA TERRA!É MERCÚRIO | SPACE TODAY TV EP.1747

Link para comprar o Kit da NASA:



Qual o planeta mais próximo da Terra?

Com toda a certeza você deve ter respondido Vênus.

Qualquer um, em qualquer tabela que você olhar, vai chegar a conclusão de que Vênus é o planeta mais próximo da Terra.

Mas todos podem estar errados, e na verdade, Mercúrio é o planeta mais próximo da Terra.

Vamos tentar entender tudo isso.

A primeira coisa, Vênus é o planeta que chega mais perto da Terra, durante a órbita de ambos ao redor do Sol, quando estão na sua maior aproximação a distância entre os dois é de 0.28 UA, essa continua sendo a menor distância entre a Terra e um planeta do Sistema Solar.

Agora, na média, no decorrer das órbitas, o planeta Mercúrio é o mais próximo da Terra.

O método usado até então para calcular essa órbita média fazia a seguinte conta, subtraia o raio médio de uma órbita mais interna, do raio médio de uma órbita mais externa.

Embora essa conta seja intuitiva, essa distância média entre cada ponto de duas elipses concêntricas, seria a diferença em seus raios, e na realidade, essa diferença deterina somente a distância média dos pontos mais próximos das elipses.

É possível melhorar um pouco essa conta, calculando a distância média do ponto mais próximo entre as duas órbitas e do ponto mais distante entre elas, e assim a distância média entre a Terra e Vênus seria de 1UA.

Mas o cálculo correto é um pouco mais complicado.

A maneira mais precisa de se capturar a distância média entre planetas é usando o método conhecido como Point-Circle Method, ou PCM.

O PCM trata as órbitas de dois objetos como sendo circular, concêntrica e coplanar.

Para o Sistema Solar, essa é uma boa premissa. Os oito planetas têm uma inclinação média de 2.6 graus, mais ou menos, 2.2 graus com relação a eclíptica e a excentricidade média das órbitas é de 0.06 mais ou menos 0.06.

Um objeto numa órbita circular mantém uma velocidade constante.

Os pesquisadores consideraram a posição do planeta num dado tempo , como sendo uma distribuição probabilística unifrome ao redor do círculo definido pelo raio orbital médio, como mostra a figura A.

A distância média entre dois planetas pode ser descrita como sendo a distância média de cada ponto no círculo c2, definida por r2, até cada ponto no círuclo c1, definido por r1.

Devido a simetria rotacional, a distância média d de um ponto particular em c2 até cada ponto em c1 é a mesma para qualquer ponto escolhido em c2.

A distância média d é também equivalente à distância média de um único ponto em c2 até cada ponto em c1, como mostra a figura b

Assim, a distância média d, pode ser determinada, integrando a distância ponto-a-ponto ao redor de c1, e a equação acima define o método PCM.

nessa equação, E(x) é uma integral elíptica de segunda ordem.

E assim, fazendo as contas para Mercúrio e Vênus, temos o seguinte.

A distância média entre a Terra e Vênus é de 1.14 UA e entre a Terra e Mercúrio é de 1.04 UA.

A partir do PCM, foi possível notar que a distância entre dois corpos em órbita é mínima, quando a órbita interna está no mínimo.

Isso criou um corolário, chamado de Corolário Whirly-Dirly, em homenagem a um episódio do rick and Morty.

Para dois corpos com órbitas aproximadamente coplanares, concêntricas e circulares, a distância média entre eles diminui à medida que o raio da órbita mais interna diminui.

Mercúrio tem um raio orbital médio de 0.39 UA, Vênus de 0.72, então Mercúrio está mais perto da Terra em média.

Na verdade isso funciona para todos os outros planetas do sistema solar, e Mercúrio é o mais próximo de Netuno, isso só não funciona para Plutão, por exemplo, que tem uma inclinação de 17 graus e uma excentricidade de 0.25 ou seja, escapa das premissas propostas pelo corolário.

Para validar tudo isso, os pesquisadores fizeram uma simulação em Python, usando uma biblioteca, chamada de PyEphem.

o resultado da simulação vocês estão vendo aí, prestem atenção nos gráficos na parte de baixo, onde vocês têm uma barra verde e azul, a verde fica oscilando, pois ela mostra a variação da distância entre os planetas.

E a azul é a média da distância.

tem também uma linha ligando os planetas, para podermos ver bem a distância entre eles.

O ponto é que como Mercúrio está mais próximo do Sol e orbita mais rápido a nossa estrela, ele fica mais tempo, mais perto da Terra, do que Vênus, que tem uma órbita mais lenta, embora, repetindo, o planeta que chega mais perto da Terra ainda é Vênus, mas na média é Mercúrio o planeta mais próximo de nós.

E no que isso pode alterar alguma coisa.

Pode ajudar a aplicar o método PCM para corpos em órbitas e melhorar o planejamento de satélites de relay de dados.

E aí, o que acharam disso?

Fonte:

Buracos Negros Que Apagam o Passado - Space Today TV Ep.1127

Hoje, meus amigos, nós vamos viajar nesse vídeo, portanto, se acomode na poltrona e aperte os cintos.

O tema é muito complexo, mas é muito intrigante, e pode fazer a gente pensar em coisas malucas.

antes de tudo isso, para começar é preciso falar um pouco de buracos negros.

Falar um pouco, como assim?

Bem, o que é um buraco negro, como ele é formado todo mundo já sabe, e até mesmo como é classificado de acordo com o seu tamanho.

Porém, os buracos negros são espécimes cósmicos tão intrigantes que eles recebem outras classificações, classificações essas de acordo com o fato de possuir ou não carga elétrica, de estar ou não em rotação e assim por diante.

Sinceramente não vou entrar nesse mérito aqui nesse vídeo, pois esse tema é ensinado em turmas avançadas de astrofísica.

Mas o importante é saber isso, que existem tipos de buracos negros com cargas elétricas com e sem rotação e que eles normalmente recebem o nomme dos cientistas que deduziram as equações para mostrar a sua existência.

Um desses buracos negros, recebe o singelo nome de Buraco Negro de Reissner-Nordström-de Sitter e é um buraco negro que possui carga elétrica mas não está em rotação.

Tirando todas as implicações teóricas, o importante de saber desse buraco negro é que além de um horizonte de evento ele possui também um outro limite chamado de horizonte de Cauchy.

Outro conceito importante que precisamos aqui para continuar falando sobre isso é o de determinismo.

O determinismo é a ideia de que o passado dita o futuro, se você tem todas as informações sobre um objeto e a força que age nele você consegue prever o que acontecerá com esse objeto.

Por exemplo, arremesse uma bola e você pode calcular onde ela vai cair.

Até aqui tudo tranquilo, então vamos começar a decolar.

Um grupo de pesquisadores usou o tipo de buraco negro que eu falei aqui e o conceito de determinismo e descobriu que no horizonte de cauchy o determinismo acaba.

Obvviamente que nem preciso dizer que se você tentar cruzar o horizonte de cauchy você morrerá, certo?

Para esse grupo de pesquisadores é certo em termos, eles calcularam que a expansão acelerada do universo poderia ser uma contrapartida para os efeitos que você sofreria ali dentro, fazendo então uma viagem ser possível através do horizonte de cauchy sem que você morra.

MAs eles disseram que você não pode ficar ali de bobeira, tem que passar direto.

E o que acontece é algo muito estranho, o determinismo acaba e você não pode mais prever o que vai acontecer, ou seja, o passado não é mais único para determinar o futuro.

qualquer ação que você tomar ela terá inifinitos efeitos, em partes porque o espaço-tempo pode ser deformado de formas inesperadas.

Lembra o exemplo da bola, agora, se você jogar uma bola, voc6e não sabe o que vai acontecer, ela pode voar por todos os lados, pode cair, ou pode até atingir seu rosto.

Você poderia até escapar do buraco negro e cair num universo paralelo, se conseguisse se livrar da singularidade central do buraco negro.

Isso porque, na singularidade as leis da física param de funcionar ,além do horizonte de cauchy o determinismo para de funcionar, ou seja, o espaço ali pode ser preenchido com coisas estranhas.

Só tem um problema com tudo isso, o buraco negro que eles usaram para fazer as contas, muito provavelmente não existe, um buraco negro sem rotação e com carga elétrica, mas os pesquisadores disseram que isso pode funcionar de uma certa maneira em buracos negros em rotação que já foram detectados.

Concluindo, você poderia cair num buraco negro, poderia sobreviver, as coisas seriam estranhas, mas o seu passado seria apagado, e isso daria a chance de você ter um número infinito de futuros.

Que comecem os jogos!!!!

Vídeo do Poligonautas!!!



Fontes:





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