This website uses cookies to ensure you get the best experience on our website. Learn more

Detectado Um Dos sinais Mais Misteriosos do Universo - Space Today TV Ep.1398

x

Detectado Um Dos sinais Mais Misteriosos do Universo - Space Today TV Ep.1398

-----------------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-----------------------------------------------------------------------------

À medida que a tecnologia evolui mais nós avançamos na astronomia, ou nem sempre é assim.

Alguns mistérios só são aprofundados e respondê-los é ainda mais complicado.

Eu já fiz vários vídeos aqui no canal falando sobre as FRBs, as Fast Radio Bursts, são explosões nas ondas de rádio como o próprio nome diz.

O grande problema é, o que elas são, que fenômeno gera as FRBs, de onde vem esse sinal.

Já se tentou todo o tipo de explicação para esses sinais, que foram detectados pela primeira vez em 2007, e até agora, poucos deles foram registrados pelos instrumentos na Terra.

Estrelas de quarks e civilizações alienígenas talvez sejam as explicações mais extremas que já tentaram dar para esse fenômeno.

Sempre que um novo instrumento é inaugurado, principalmente se esse instrumento é um radiotelescópio, se tem a esperança que ele possa detectar as FRBs e que possamos descobrir o que elas são.

Mas, como eu falei no começo, as vezes o mistério só fica mais fundo.

O Canadá inaugurou recentemente um novo tipo de radiotelescópio, chamado de CHIME, cujo objetivo é estudar o universo primordial, descobrir as concentrações de hidrogênio e entender como as primeiras estrelas se formaram.

Mas já que ele estava ali vasculhando o céu, adivinha o que ele detectou. Isso mesmo, uma FRB e não foi qualquer uma não.

O CHIME detectou uma FRB por 20 longos segundos, se isso já não fosse espetacular o suficiente, essa FRB foi detectada na frequência abaixo de 700 MHz.

Isso nunca tinha acontecido, as FRBs, detectadas até agora tinham sempre uma frequência muito maior, e essa tem uma frequência de 400 MHz.

O que é, de onde vem, como vivem, como se reproduzem? Ninguém sabe.

A única coisa é que é mais um dado para as FRBs, porém um dado que difere muito dos outros, seria outro fenômeno, seriam outras civilizações, brincadeira.

Esse é um dos grandes mistérios da astronomia, mas como os neutrinos de alta energia, as ondas gravitacionais, os raios cósmicos, esperamos que um dia ainda possamos dizer o que são as FRBs.

E se você ficou até aqui depois do vídeo, coloca aí nos comentários #FRBMALDITA

Fonte:

O Que São Esses Sinais de Rádio Descobertos Pelos Astrônomos? - Space Today TV Ep.1664

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



----------------------------------------------------------------------------

Adentramos o ano de 2019 e um dos maiores mistérios da astronomia moderna continua sem resposta, as FRBs, porém, as coisas podem melhorar de forma significativa.

Como vocês sabem as Fast Radio Bursts, as explosões rápidas em ondas de rádio estão entre os fenômenos mais misteriosos do universo.

Inúmeras hipóteses já foram levantadas para explicar essas explosões, magnetars, fusões de estrelas de nêutrons, fenômenos em buracos negros, em galáxias ativas e até mesmo, sinais de comunicação de civilizações alienígenas.

Tirando essa última, todas as outras hipóteses conseguem explicar uma parte, e falham em outras partes e assim as FRbs continuam sendo um grande mistério.

Mas, a astronomia se desenvolve, a tecnologia também e assim alguns mistérios acabam sendo desvendados, não que seja o caso das FRBs ainda, mas podemos estar no caminho para isso.

No final do ano de 2017 no Canadá, foi inaugurado um rádio telescópio revolucionário, chamado de CHIME - canadian hydrogen intensity mapping experiment.

Esse rádio telescópio foi construído para estudar o universo nas ondas de rádio em um intervalo de 400 a 800 MHz, e esperava-se desde o início que ele pudesse ajudar no entendimento das FRBs.

Então em 2018 num período de 3 semanas, o CHIME conseguiu registrar 13 FRBs.

A maior parte das 13 FRBs detectadas pelo CHIME apresentaram um fenômeno de espalhamento que revela informações sobre o ambiente ao redor da fonte.

E a quantidade desse espalhamento, fez com que os pesquisadores pudessem concluir que as fontes das FRBs são poderosos objetos astrofísicos.

Os pesquisadores disseram que poderiam ser remanescentes de supernovas ou algums fenômeno que acontece nas proximidades de um buraco negro.

Além disso, o CHIME conseguiu algo praticamente inédito, detectar uma FRB repetida, algo que só aconteceu uma vez até hoje, nas cerca de 60 FRBs detectadas até agora.

Essa repetição na FRB também é muito importante e pode ajudar muito os astrônomos a identificarem a origem desses sinais de ondas de rádio.

Os astrônomos falaram que embora ainda não tenham conseguido resolver esse mistério, conseguiram colocar mais peças no quebra-cabeça e pode ser que já tenham um caminho para encontrar a solução.

Uma opinião minha, eu ainda acho que a resposta para as FRBs está na astrofísica multimensageira, é preciso saber, como integrar essas diferentes informações para que se possa chegar num resultado, mas para mim a resposta está aí.

#FRBMALDITA #FRBREPETIDA

Fonte:

x

Sinais de Universos Anteriores na Radiação Cósmica de Fundo - Space Today TV Ep.1412

-----------------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-----------------------------------------------------------------------------

Ao analisar o mapa da radiação cósmica de fundo um grupo de pesquisadores, liderado por Roger Penrose, criou uma explicação para os padrões de redemoinhos observados no mapa. Para eles, esses redemoinhos são resquícios de buracos negros de eras anteriores do universo. Para isso ele bolou uma teoria chamada de Teoria Cosmológica Cíclica Conformal, onde o universo é infinitamente cíclico, e esses buracos negros evaporariam através da radiação de Hawking, mas as marcas seriam visíveis no universo seguinte. Ele chamou esses pontos de Pontos de Hawking e o artigo que ele escreveu, ele dedicou também ao grande Stephen Hawking.

Fonte:



Artigo:

Buracos Negros Que Apagam o Passado - Space Today TV Ep.1127

Hoje, meus amigos, nós vamos viajar nesse vídeo, portanto, se acomode na poltrona e aperte os cintos.

O tema é muito complexo, mas é muito intrigante, e pode fazer a gente pensar em coisas malucas.

antes de tudo isso, para começar é preciso falar um pouco de buracos negros.

Falar um pouco, como assim?

Bem, o que é um buraco negro, como ele é formado todo mundo já sabe, e até mesmo como é classificado de acordo com o seu tamanho.

Porém, os buracos negros são espécimes cósmicos tão intrigantes que eles recebem outras classificações, classificações essas de acordo com o fato de possuir ou não carga elétrica, de estar ou não em rotação e assim por diante.

Sinceramente não vou entrar nesse mérito aqui nesse vídeo, pois esse tema é ensinado em turmas avançadas de astrofísica.

Mas o importante é saber isso, que existem tipos de buracos negros com cargas elétricas com e sem rotação e que eles normalmente recebem o nomme dos cientistas que deduziram as equações para mostrar a sua existência.

Um desses buracos negros, recebe o singelo nome de Buraco Negro de Reissner-Nordström-de Sitter e é um buraco negro que possui carga elétrica mas não está em rotação.

Tirando todas as implicações teóricas, o importante de saber desse buraco negro é que além de um horizonte de evento ele possui também um outro limite chamado de horizonte de Cauchy.

Outro conceito importante que precisamos aqui para continuar falando sobre isso é o de determinismo.

O determinismo é a ideia de que o passado dita o futuro, se você tem todas as informações sobre um objeto e a força que age nele você consegue prever o que acontecerá com esse objeto.

Por exemplo, arremesse uma bola e você pode calcular onde ela vai cair.

Até aqui tudo tranquilo, então vamos começar a decolar.

Um grupo de pesquisadores usou o tipo de buraco negro que eu falei aqui e o conceito de determinismo e descobriu que no horizonte de cauchy o determinismo acaba.

Obvviamente que nem preciso dizer que se você tentar cruzar o horizonte de cauchy você morrerá, certo?

Para esse grupo de pesquisadores é certo em termos, eles calcularam que a expansão acelerada do universo poderia ser uma contrapartida para os efeitos que você sofreria ali dentro, fazendo então uma viagem ser possível através do horizonte de cauchy sem que você morra.

MAs eles disseram que você não pode ficar ali de bobeira, tem que passar direto.

E o que acontece é algo muito estranho, o determinismo acaba e você não pode mais prever o que vai acontecer, ou seja, o passado não é mais único para determinar o futuro.

qualquer ação que você tomar ela terá inifinitos efeitos, em partes porque o espaço-tempo pode ser deformado de formas inesperadas.

Lembra o exemplo da bola, agora, se você jogar uma bola, voc6e não sabe o que vai acontecer, ela pode voar por todos os lados, pode cair, ou pode até atingir seu rosto.

Você poderia até escapar do buraco negro e cair num universo paralelo, se conseguisse se livrar da singularidade central do buraco negro.

Isso porque, na singularidade as leis da física param de funcionar ,além do horizonte de cauchy o determinismo para de funcionar, ou seja, o espaço ali pode ser preenchido com coisas estranhas.

Só tem um problema com tudo isso, o buraco negro que eles usaram para fazer as contas, muito provavelmente não existe, um buraco negro sem rotação e com carga elétrica, mas os pesquisadores disseram que isso pode funcionar de uma certa maneira em buracos negros em rotação que já foram detectados.

Concluindo, você poderia cair num buraco negro, poderia sobreviver, as coisas seriam estranhas, mas o seu passado seria apagado, e isso daria a chance de você ter um número infinito de futuros.

Que comecem os jogos!!!!

Vídeo do Poligonautas!!!



Fontes:





Artigo:




Padrim do Space Today Para a Volta das Lives!!!



Seja meu Patrão:



=====================================================

Seja um apoiador do Space Today:



=====================================================

Seja meu Patrão:




=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================
x

NOVO MISTÉRIO DA LUA: ELA É MAIS FRIA DO QUE SE PENSAVA | SPACE TODAY TV EP.1693

--------------------------------------------------------------------
**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!
-------------------------------------------------------------------------------
Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!




Para comprar o ingresso na Campus Party Com Desconto:
use:


#SPACETODAYNACPBR12


A Chang'e-4 acordou, depois de passar pela noite lunar, a sonda chinesa que está no lado oculto da Lua, foi religada.

E ela já acordou causando.

Bem, primeiro ela ter acordado já foi um fato maravilhoso, pois ela podia muito bem não acordar mais.

Quando os astronautas da missão Apollo estiveram na Lua eles fizeram várias medidas, entre elas a da temperatura da Lua e chegaram a um valor mínimo para a temperatura de -170 graus Celsius.

Mas isso era no lado visível da Lua.

No lado oculto a missão Chang'e-4 mostrou que o nosso satélite é bem mais frio e mediu uma temperatura de -190 graus Celsius.
E a pergunta que não quer calar é, como isso é possível?

Pelo fato da Lua não ter atmosfera acreditava-se que ela tinha um clima só em todo o satélite, porém o que deve governar isso é a composição do solo lunar.

De acordo com os pesquisadores chineses, existe algo no solo lunar onde a chang'e-4 pousou que está retendo menos calor, do que no local onde a Apollo pousou, mas os pesquisadores não sabem ainda o que é.

Por isso a missão irá continuar para tentar explorar esses detahes intrigantes do nosso satélite.

Atualmente, o rover, o Yutu 2 está a cerca de 18 metros de distância do módulo de pouso, o local onde a chang'e-4 pousou é repleto de pequenas crateras o que torna toda a locomoção algo bem mais desafiador.

A missão continua e irá estudar o solo lunar e a paisagem na Lua, e agora com um novo objetivo, descobrir porque a Lua é mais fria do que se pensava.

#Lua #Chang'e-4

fontes:





NASA DESCOBRE NOVA CRATERA SOB A GROENLÂNDIA | SPACE TODAY TV EP.1707

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-------------------------------------------------------------------------------

Em Novembro de 2018, geólogos da NASA descobriram abaixo do gelo da Groenlândia, uma cratera formado pelo impacto de um asteroide com a Terra.

A cratera escondida tinha cerca de 30 km de diâmetro e fica abaixo da Geleira Hiawatha.

Depois dessa descoberta, sempre ficou a pergunta, se existiriam outras crateras escondidas abaixo do gelo.

Para tentar encontrar outras crateras, os pesquisadores começaram a olhar com mais carinho para os dados obtidos por uma série de satélites da NASA, os satélites Aqua e Terra.

Além disso, os pesquisadores utilizaram dados da missão IceBridge da NASA, que consegue medir a topografia abaixo do gelo.

Integrando essas medidas eles conseguiram separar interessantes feições para uma análise mais detalhada.

E com isso, eles descobriram uma possível segunda cratera de impacto abaixo do gelo da Groenlândia.

Essa cratera tem 35 km de diâmetro o que já faria dela a vigésima segunda maior cratera de impacto do nosso planeta.

Ela teria se formado por um impacto que aconteceu a mais de 79 mil anos atrás.

E ela teria uma profundidade, desde o topo do seu anel, até o seu assoalho de cerca de 800 metros.

Embora as crateras estejam próximas existe um grande debate sobre o fato delas terem sido formadas pelo mesmo evento, algo que é comum, por exemplo, na Lua e na Terra, temos 2 pares de crateras desse tipo.

Os pesquisadores ainda estão analisando o nível de erosão das crateras, a idade do gelo e outras características para definir se esse é um evento único de formação de cratera, ou as crateras se formaram aos pares.

Pode ser ainda que outras crateras escondidas no gelo tanto da Groenlândia como da Antártica ainda sejam descobertas.

Isso é interessante, pois elas podem ajudar a contar um pouco da história dos impactos de bólidos com o nosso planeta.

#NovaCratera #Groenlândia

Fonte:



x

Colapsos de Estrelas Estranhas Podem Gerar As FRBs - Space Today TV Ep.1260

Visite a loja do canal, a Space Today Store:



E as FRBs, as Fast Radio Bursts, como andam?

Continuam misteriosas, mas os astrônomos não param de pensar, estudar o que poderia causar essas explosões, talvez as mais misteriosas do universo.

Para lembrar, a primeira foi detectada em 2007 e de lá para cá outras poucas somente foram detectadas.

Já se pensou até que poderiam ser algum tipo de comunicação de uma civilização, já que algumas são vistas de forma repetida.

Agora um grupo de pesquisadores chineses, publicou um estudo onde propõem uma nova ideia para o que sejam as FRBs.

Os eventos que já foram relacionados com as FRBs, incluem, pulsares altamente magnetizados, transferência de massa num sistema binário de estrela e anã branca, sismos estelares em pulsares, colisão entre estrelas de nêutrons e cometas ou asteroides, colisão entre estrelas de nêutrons e anã brancas, evaporação de buracos negros primordiais.

Mas todos eles falharam.

Nesse novo estudo, os pesquisadores sugerem que as FRBs sejam geradas pelo colapso de matéria em um tipo especial de estrelas de nêutrons, conhecidas como estrelas estranhas.

Essas estrelas estranhas seriam uma aglomeração de material que recebe um nome mais estranha ainda Strange Quark Matter ou SQM. Se isso realmente existir, o modelo mostra que estrelas de nêutrons podem se transformar nessas SQM.

O modelo para FRB é assim, essas estrelas estranhas com o passar do tempo vão construindo uma camada de matéria na sua superfície.

Essas camada vai se tornando cada vez mais pesada, eventualmente essa crosta colapsa, fazendo com que a estrela estranha se torne uma poderosa fonte de pares de elétrons e posítrons.

Esses pares são lançados juntos com uma grande quantidade de energia magnética num curto espaço te tempo.

A uma certa distância da estrela, uma emissão coerente nas bandas de rádio seriam produzidas, dando nascimetno ao evento de FRB.

Isso explicaria as repetições nas FRBs, pois a crosta poderia ser reconstruída e ser colapsada novamente, ou, pequenas partes da crosta poderiam colapsar em intervalos de tempo levando a essa repetição dos fenômenos.

Nem preciso falar que mais estudos precisam ser feitos para explicar esse fenômeno, um desses estudos estaria associado com o fato dessas FRBs não gerarem radiação em outros comprimentos de onda, será que não geram mesmo, será que são fracas, precisamos de equipamentos mais sensíveis

A verdade é que a busca pela explicação das FRBs continua e elas podem ser classificadas como o fenôemeno cósmico mais estranho do universo.

Fonte:



Artigo:





Seja meu Patrão:






=====================================================

Seja um apoiador do Space Today:





=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:








=====================================================


Seja meu Patrão:





=====================================================


Apoio e apresentação:





A nova casa do SciCast


=====================================================


Science Vlogs Brasil:












=====================================================


Meus contatos:


BLOG:


FACEBOOK:


TWITTER:


YOUTUBE:


Obrigado pela audiência e boa diversão!!!


=====================================================

VIVEMOS EM UM DISCO TORCIDO | SPACE TODAY TV EP.1703

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!




Para comprar o ingresso na Campus Party Com Desconto:

use:

#SPACETODAYNACPBR12



Eu sempre falo que uma das coisas mais complicadas na astronomia é sabermos a verdadeira forma da nossa galáxia.

Isso é complicado pelo fato de morarmos dentro dela e não termos uma visão distante para saber exatamente como ela é.

Mas existem maneiras de termos uma boa ideia de como é a nossa galáxia.

Uma dessas maneiras é o que a missão Gaia está fazendo, por exemplo, medindo a posição precisa de bilhões de estrelas e com isso tentando reconstruir a forma da nossa galáxia.

Mas além da Gaia existem outras iniciativas pelo mundo que também tentam estudar e resolver esse grande problema, qual é a forma e a estrutura da Via Láctea.

Em um desses projetos, um grupo de cientistas chineses, resolveu olhar para estrelas localizadas no disco externo da Via Láctea, mediram suas posições com precisão e construíram uma visualização 3D do disco.

Para isso, eles usaram um tipo de estrela conhecido como variáveis Cefeidas, cuja posição devido ao brilho intrínseco pode ser medida com grande precisão, uma precisão de 3 a 5 por cento.

Os pesquisadores usaram 1339 Cefeidas na nossa galáxia para poder chegar na visualização tridimensional desejada.

E a surpresa dos pesquisadores a fazerem esse mapa detalhado das regiões externas da Via Láctea, é que ela tem uma forma de S, ou seja, a Via Láctea é uma galáxia torcida. Na verdade já se considerava ela um disco torcido, mas agora mostraram que ela é mais torcida do que se pensava até então.

O que pode ter causado essa torção da Via Láctea?

Os pesquisadores concluem que a força rotacional do disco interno da Via Láctea é tão maior que fez com que a parte externa se torcesse.

Esse tipo de estrutura é observada em muitas outras galáxias do mesmo tipo da Via Láctea, ou seja, não seria uma surpresa que a Via Láctea seguisse esse padrão.

Os astrônomos esperam agora integrar informações da missão Gaia nesse estudo, ou em outros de forma complementar para conseguirem mais detalhes sobre a forma da nossa galáxia.

#ViaLactea #Galaxia

Fonte:



Quão Raros São Os Planetas Que Vagam Solitários Pelo Universo? - Space Today TV Ep.1440

-----------------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-----------------------------------------------------------------------------

Vocês lembram dos planetas órfãos? Alguns os chamam de planetas errantes, são os planetas que são encontrados no universo longe de suas estrelas.

O nome oficial deles em inglês é Free Floating Planets, ou FFT, ou seja, algo como planetas que flutuam livre por aí.

A questão é, será que esse tipo de exoplaneta é frequente, e nós que não temos tecnologia para detectá-los, ou será que eles são raros e nós não os detectamos pois são poucos que estão vagando por aí?

Para tentar responder essa pergunta, foi apresentado na última reunião da União Astronômica Internacional um trabalho onde o pesquisador fez toda uma simulação sobre a formação de planetas e a existência desses planetas solitários.

Uma coisa importante é que esses planetas para que eles possam existir, eles precisam ser ejetados de seus sistemas planetários, essa é a premissa para isso, e foi a premissa usada pelo pesquisador, ou seja, tem que encontrar um sistema que tem a capacidade de ejetar planetas.

O pesquisador apresentou suas simulações, que nada mais são do que 500 simulações da formação de planetas e acompanhando esses sistemas por cerca de 10 milhões de anos.

Antes de responder a pergunta um resultado interessante, os planetas gigantes gasosos, normalmente se formam primeiro nos sistemas, nos primeiros 10 milhões de anos, depois nos próximos 100 milhões de anos temos a formação dos planetas rochosos.

E o resultado da pesquisa foi que apenas 2% desses sistemas têm a capacidade e acabam ejetando planetas para o meio interestelar, ou seja, os FFTs são muito raros.

Além disso, o estudo dele mostrou que a maioria desses planetas seriam do tipo Super-Terra, ou Super-Marte.

Mesmo raros podemos encontrá-los, e uma segunda apresentação foi feita mostrando que seria possível encontrar esses exoplanetas livres por aí, através da técnica da microlente gravitacional.

Os pesquisadores nesse caso usaram os dados da campanha 9 da missão K2 e conseguiram encontrar alguns candidatos a FFTs.

Isso suporta a ideia de que esses planetas são raros exemplares.

Por isso temos que estudar muito bem o que conhecemos pois eles podem trazer informações importantes sobre o sistema de onde vieram.

Fonte:

A IMAGEM MAIS PROFUNDA JÁ FEITA DO UNIVERSO | SPACE TODAY TV EP.1692

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



Para comprar o ingresso na Campus Party Com Desconto:
use:

#SPACETODAYNACPBR12



O Telescópio Espacial Hubble já fez muita coisa especial.
Entre elas está a imagem mais profunda do universo, a chamada Hubble Ultra Deep Field, ou HUDF.

Essa imagem foi feita com a WFC3 do Hubble que ficou por 230 horas entre os anos de 2003 e 2004 observando uma região do céu.

Ao final da observação, os astrônomos integraram todas as imagens e obtiveram então a HUDF.

Essa imagem é sensacional por si só, porém um grupo de pesquisadores, resolveu deixá-la ainda mais espetacular.

Para isso, eles desenvolveram um novo método de processamento de imagens e uma nova maneira de combinar as imagens também.
E com isso, eles conseguiram ir ainda mais fundo na já profunda HUDF.

A imagem resultante é essa que vou mostrar agora para vocês.
A imagem parece estranha, mas isso é porque ela combina a luz de estrelas e galáxias de pontos diferentes do universo e foi dada essa coloração para mostrar as diferentes luzes que estavam presentes nos dados do hubble, mas que até então não tinha como recuperar.

O que você observar em cinza escuro é a luz que foi encotnrada ao redor das galáxias, enquanto que o cinza claro representa a luz mais apagada de fundo, que está sendo emitida no caso por cerca de 100 bilhões de estrelas.

Com essa imagem, os astrônomos produziram então o que é a imagem mais profunda já feita do universo até hoje, ela contém muito mais informação para os astrônomos e podem ajudar na descoberta de obejtos e em quebras de recorde, algo que o Hubble é especialista.

Um trabalho realmente espetacular, usando dados de arquivo do Hubble e aprofundando a nossa visão do universo.
Onde estamos aí?

#Hubble #ImagemMaisProfunda

fontes:








x

Será Que Existe Vida no Exoplaneta da Estrela de Barnard? - Space Today TV Ep.1670

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

Em Novembro de 2018, os astrônomos apresentaram a descoberta de um exoplaneta ao redor da Estrela de Barnard.

Essa estrela está localizada a apenas 6 anos-luz de distância da Terra, o que faz com que esse exoplaneta seja o segundo exoplaneta mais próximo de nós, só perdendo para o Proxima b.

O Barnard b foi descoberto depois de um esforço de mais de 20 anos, usando dados adquiridos recentemente e antigas medidas feitas da estrela, para poder confirmar a sua presença.

Muitas incertezas ainda existem sobre o tamanho do Barnard b.

O que os astrônomos sabem é que ele tem no mínimo 3.2 vezes a massa da Terra, sendo assim ele pode ser um exopplaneta do tipo rochoso, classificado como uma superterra, ou ele pode ser bem maior, tendo entre 7 e 8 vezes a massa da Terra, o que faz com que ele seja um mini-Netuno, e isso tem uma grande importância.

E embora esteja localizado à mesma distância da sua estrela do que Mercúrio está do Sol, devido às características da estrela, o planeta está provavelmente congelado, com uma temperatura na superfície de aproximadamente -170 graus Celsius. Já que ele orbita a estrela, próximo da chamada linha de neve da Estrela de Barnard.

quando se descobre um exoplaneta, talvez a primeira pergunta que se faça é se ele é habitável.

E quando esse exoplaneta é assim perto da Terra, a pergunta se torna ainda mais marcante.

No caso do Barnard b, isso é ainda mais complicado.

Bem, vamos começar com a mal notícia, se ele for um exoplaneta do tipo mini-Netuno, pode esquecer, fim de papo, não vai ter vida.

Mas se ele for um exoplaneta do tipo rochoso?

Aí a conversa muda de figura. Embora ele seja muito frio na sua superfície, esse exoplaneta, caso seja uma super-Terra, ele pode ter um oceano no seu interior, como acontece com os satélites, europa e encélado, por exemplo.

No caso de ser uma super-Terra, Barnard b poderia ter uma fonte de calor interna, geotérmica, graças a presença de um núcleo de ferro líquido, isso faria com que partes do seu oceanos interno ficassem aquecida a uma temperatura onde a vida pudesse existir.

Nós temos um caso desse na Terra, o chamado Lago vostok na antártica, que não congela pelo fato de ter um calor interno gerado pelo vulcanismo que mantém a água líquida mesmo o lado estando abaixo do continente congelado do nosso planeta.

Ou seja, Barnad b teria zonas habitáveis no seu oceano interno.

Para definir tudo isso, os astrônomos contam com a inauguração de toda uma frota de novos telescópios, o ELT, o GMT, o TMT e o LSST em Terra e o James Webb no espaço.

Com esses novos telescópios será possível primeiro definir com precisão a massa do Barnad b e uma vez feito isso, se ele for uma super-Terra, será possível usar os telescópios para estudar algum tipo de bioassinatura que saia da zona habita'vel e chegue até a sua crosta congelada.

Até lá ficará a dúvida, será que o segundo exoplaneta mais próximo da Terra, tem ou não tem vida? O que vocês acham? deixem nos comentários.

#Estrelade Barnard #VidanaEstreladeBarnard #Barnardb

Fonte:












Será Que Alguém Está Nos Observando no Universo? - Space Today TV Ep.850

A técnica de trânsito é talvez a mais famosa das técnicas usadas para se encontrar exoplanetas no universo.

Usando somente essa técnica mais de 3000 exoplanetas já foram descobertos a sua maioria através do uso dos dados adquiridos pela missão Kepler, que é especialista no uso do trânsito para a detecção de exoplanetas.

A técnica é simples, você observa uma estrela e quando o planeta passar na frente da estrela, a curva de luz dessa estrela sofrerá uma queda. Analisando a queda de brilho da luz da estrela é então possível calcular a massa, o tamanho, o período orbital e outras propriedades do exoplaneta.

Nós aplicamos essa técnica observando as estrelas em determinados locais do universo, mas e se el alguma outra estrela, houvesse uma civilização e ela estivesse usando a mesma técnica para observar o Sol, será que ela conseguiria por meio do trânsito registrar os planetas do nosso sistema e a Terra?

Foi isso que um grupo de pesquisadores fez, pensou como seria a técnica do trânsito ao inverso.

Algumas conclusões interessantes do trabalho feito por esses pesquisadores.

Eles mostraram que os planetas terrestres são mais fáceis de serem identificados do que os gigantes gasosos. embora eles sejam maiores, estão muito longe da estrela, e o fator principal para a identificação é a proximidade com a estrela.

Dos milhares de exoplanetas conhecidos os pesquisadores identificaram 68 onde os observadores poderiam ver um ou mais planetas do sistema solar transitando o Sol.

Nove desses 68 estariam idealmente posicionados para ao observar o trânsito da Terra.

Os pesquisadores estimaram, que devam existir aproximadamente 10 exoplanetas ainda não descobertos que estariam localizados numa posição favorável para detectar a Terra, e que seriam capazes de sustentar a vida como a conhecemos.

Até agora como sabemos, nenhum exoplaneta habitável foi descoberto e nenhum exoplaneta com vida também foi descoberto, só falta isso.

Mas diga aí nos comentários, vocês acham que o planeta Terra está sendo observado por alguém? Existe alguém em algum lugar que está vendo a Terra passar na frente do Sol? Deixe aí nos comentários pois a opinião de vocês é a coisa mais importante aqui.

Fonte:



Artigo:



Link Para a Loja:



Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Seja um apoiador do Space Today:



=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================
x

O Sinal das Primeiras Estrelas do Universo - Space Today TV Ep.1132

Quais são as primeiras estrelas do universo? Como elas se formaram? Como elas afetaram o resto do universo? Essas são questões que intrigam os astrônomos e astrofísicos, principalmente os que trabalham com a origem e evolução do universo.

O problema para responder a essas perguntas, é que você precisa olhar muito longe no universo, num momento próximo do início de tudo.

E quanto mais longe vamos no universo para olhar e tentar entender o que estamos vendo, nós estamos levando ao limite tudo que temos hoje, não só a tecnologia, como também as técnicas de análise dos dados, por isso é tão difícil trabalhar com essa área da astronomia.

O universo no início era um lugar escuro, até cerca de 400 mil anos depois do seu início, não haviam estrelas nem galáxias.

Então, depois desse tempo, por um período que durou entre 50 e 100 milhões de anos, a gravidade começou a fazer o seu papel, criando regiões mais densas no universo, regiões essas que então colapsaram e formaram as primeiras estrelas.

Isso quer dizer que é preciso olhara para essa época para entender e responder as perguntas que eu coloquei no começo.

Embora seja difícil, nada é impossível, nessa vida.

E agora, os astrônomos acabaram de publicar o resultado de 12 anos de estudos feitos usando antenas australianas.

Os astrônomos usaram o rádio espectrômetro australiano para detectar as assinaturas das primeiras estrelas no universo.

Na verdade, o sinal detectado veio do gás hidrogênio primordial que preenchia o jovem universo e existia entre as estrelas e as galáxias.

Os resultados do experimento confirmaram as expectativas teóricas gerais, sobre quando as estrelas se formaram e as suas propriedades mais básicas.

Os astrônomos conseguiram chegar a 180 milhões de anos depois do Big Bang.

Isso marcou o primeiro sinal real que foi detectado de estrelas primordiais literalmente se formando.

O estudo também revelou que o gás no universo provavelmente era mais frio do que se esperava. Isso pode ser muito importante, pois pode ser um sinal de que a matéria normal esteja interagindo com a matéria escura, perdendo matéria ordinária para a matéria escura e esfriando mais.

Os astrônomos precisam confirmar tudo isso, para isso pretendem colocar outros rádio telescópios no mundo para ouvir esse sinal, já que ele foi descoberto e com isso poder traçar as conclusões definitivas sobre as primeiras estrelas do universo e quem sabe tudo isso não ajuda a responder as perguntas sobre a matéria escura.

Será que o segredo da matéria escura está aí, no início do universo?

Vamos aguardar.

Fontes:





Artigos:





Padrim do Space Today Para a Volta das Lives!!!



Seja meu Patrão:



=====================================================

Seja um apoiador do Space Today:



=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:





=====================================================

Seja meu Patrão:



=====================================================

Apoio e apresentação:



A nova casa do SciCast

=====================================================

Science Vlogs Brasil:







=====================================================

Meus contatos:

BLOG:

FACEBOOK:

TWITTER:

YOUTUBE:

Obrigado pela audiência e boa diversão!!!

=====================================================

GRANDES DESCOBERTAS DO OPPORTUNITY | SPACE TODAY TV EP.1708

A missão do rover Opportunity foi dada como completa, mas o seu legado será para sempre. Nesse vídeo alguns dos pontos mais importantes da missão de quase 15 anos em solo marciano.

#Opportuniy #ThankYouOpportunity

Alienígenas Presos Na Gravidade de Super-Terras - Space Today TV Ep.1239

Visite a loja do canal, a Space Today Store:



Onde estão todos os alienígenas?

Se o universo tem tantas galáxias, estrelas, não é possível que estejamos só, se não estamos só, onde eles foram parar?

Essa é uma pergunta feita constantemente, é a base do Paradoxo de Fermi, da Equação de Drake e de todos que de alguma forma acreditam, estudam ou querem saber sobre os outros seres que habitam o universo.

Recentemente, apareceu uma possível resposta para essa pergunta.

Os alienígenas, estão presos em seus próprios planetas e não podem sair de lá.

Mas como assim presos?

Bem, desde que os astrônomos começaram a descobrir os exoplanetas, podemos dizer que essas questões sobre vida em outros planetas tornaram-se mais discutidas.

Muitos planetas já foram descobertos, alguns perto da zona habitável, outros dentro, porém a grande maioria dos planetas descobertos é maior que a Terra.

São as chamadas super-Terras, além de já terem descobertos uma grande quantidade de júpiter quentes. Mas vamos ficar só com as super-Terras, pois viver num gigante gasoso não deve lá ser algo muito bom.

Com essas informações, um grupo de pesquisadores, resolveu então calcular como seria usar um foguete para sair desses planetas e viajar pelo universo até nos visitar.

Os pesquisadores mostraram que numa super-Terra, para se ter um foguete como o Saturno V da missão Apollo, ele teria uma massa de 440 mil toneladas, ou seja, algo impraticável.

Além disso eles calcularam que para um exoplaneta do tipo super-Terra, que seja 70% maior que a Terra e 10 vezes mais massivo, como é o caso do Kepler-20b, a velocidade de escape é 2.4 vezes maior que a velocidade de escape no nosso planeta.

Só seria viável para uma civilização morando numa super-Terra, se livrar da gravidade de seu planeta com algum tipo alternativo de propulsão, algo do tipo nuclear, ou coisa do gênero.

O pesquisador disse ainda que civilizações em super-Terras, provavelmente usariam sinais de rádio ou algo do tipo para se comunicar, ao invés de mandar uma nave para outro mundo na galáxia.

Eu já sei que vão me chamar de pessimista, principalmente agora, que vou dizer que podemos eliminar as super-Terras da lista de planetas de onde saem os alienígenas.

Não estou dizendo que eles não existam nesses planetas, mas eles estão ali aprisionados, presos pela própria gravidade.

Mas será que ele poderiam usar algum outro tipo de propulsão? O que vocês acham, deixem aí nos comentários se vocês acreditam que existam alienígenas em super-Terras e qual o tipo de propulsão que eles poderiam usar, e vão lá na minha última foto do Instagram e escrevam #AlienSuperTerra.

Fonte:



Artigo:





Seja meu Patrão:






=====================================================

Seja um apoiador do Space Today:





=====================================================

Conheça a Agência Marcos Pontes e torne o seu sonho de conhecer o ESO em realidade:








=====================================================


Seja meu Patrão:





=====================================================


Apoio e apresentação:





A nova casa do SciCast


=====================================================


Science Vlogs Brasil:












=====================================================


Meus contatos:


BLOG:


FACEBOOK:


TWITTER:


YOUTUBE:


Obrigado pela audiência e boa diversão!!!


=====================================================
x

Vaca Sagrada: Misteriosa Explosão É Observada no Universo - Space Today TV Ep.1669

--------------------------------------------------------------------
**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!
-------------------------------------------------------------------------------
Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!


-----------------------------------------------------------------------------
Muitas vezes o universo nos surpreende, apresentando fenômenos que não conhecemos, e as vezes nos apresentando fenômenos que serão necessários para que possamos entender outros que já conhecemos.

Alguns fenômenos extremos do universo como explosões de supernovas, GRBs, e outros são conhecidos pelos astrônomos.
E quando você se depara com um fenômeno extremo desses, mas que é diferente de tudo que você já viu antes, o que você faz? Primeiro tenta entender, e pode descobrir que você testemunhou algo raro no universo.

Foi isso que aconteceu em 2018, com um grupo de astrônomos.
Eles observaram um flash na galáxia CGCG 137-068, localizada a cerca de 200 milhões de anos-luz de distância da Terra.

Esse flash era diferente de tudo que eles já haviam observado, era 10 vezes mais brilhante que uma supernova normal e depois de alguns meses começou a se apagar.

O flash foi chamado de AT2018cow.

Mas o que foi esse evento observado pelos astrônomos? E aí é que está a parte legal desse trabalho.

Na verdade os astrônomos não sabem, mas existem duas boas explicações para isso, as duas foram feitas por grupos independentes e publicadas.

A primeira delas é que o que gerou esse flash foi um evento de ruptura de maré, nesse caso uma anã branca, passou perto de um buraco negro com massa entre 100 mil e 1 milhão de vezes a massa do Sol e foi totalmente estraçalhada, criando uma nuvem de detritos ao redor do buraco negro que ao girar rapidamente se tornou aquecida emitindo a radiação observada.

O problema dessa hipótese é que como vocês estão observando na imagem, a explosão aconteceu não no centro da galáxia, mas na sua periferia e ter um buraco negro dessas dimensões nessa posição é algo bem raro. Mas os dados estão de acordo com os modelos para um evento desses.

A segunda hipótese é tão sensacional quanto a primeira. Outro grupo de pesquisadores, mostra que esse flash pode ser na verdade, uma explosão de supernova dando origem ou a um buraco negro, ou a uma estrela de nêutrons ultra densa.

Os pesquisadores argumentam que todas as características estudadas do evento em diferentes comprimentos de onda levam a considerar a formação de um objeto compacto no universo.
Essa hipótese é muito interessante, pois se ela se confirmar seria os astrônomos conseguiram algo praticamente inédito, testemunhar a formação de um objeto compacto no universo, um buraco negro ou uma estrela de nêutrons.

E isso abriria certamente um novo capítulo no estudo sobre a evolução estelar e sobre as explosões de alta energia detectadas no universo.

O ponto a favor dessa pesquisa é que eles usaram mais comprimentos de onda para caracterizar a explosão o que pode fornecer resultados mais robustos.

De qualquer forma, os pesquisadores concordam numa coisa, a explicação para a chamada “Vaca Sagrada”, não será das mais simples.

#HolyCow #VacaSagrada

Fontes:





Descoberto Misterioso Planeta Solitário - Space Today TV Ep.1397

-----------------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-----------------------------------------------------------------------------

Existem determinados objetos no universo, que são como se fossem planetas, mas eles não estão acompanhados de nenhuma estrela, eles são chamados em inglês de rogue planets, e podemos traduzir como planetas órfãos, ou planetas errantes, embora planeta já signifique errante.

Além disso, outro objeto intrigante no universo são as anãs marrons, que não são nem planetas nem estrelas, na verdade os astrônomos acreditam que as anãs marrons sejam o elo entre os planetas e as estrelas.

Os astrônomos estabeleceram uma massa de 13 vezes a massa de Júpiter para que um objeto deixe de ser um planeta e passe a ser uma anã marrom.

Mas nem tudo na astronomia é assim tão fácil e como eu falo sempre, quando você acha que está tudo resolvido o universo vem e te aplica uma bela de uma rasteira.

Isso aconteceu novamente, usando o VLA, o Very Large Array os astrônomos descobriram um objeto que tem massa planetária, mas que não orbita estrela alguma.

Esse objeto tem 12.7 vezes a massa de Júpiter e fica localizado a 20 anos-luz de distância da Terra, depois de algumas campanhas de observação descobriram que ele é relativamente novo com 200 milhões de anos e tem uma temperatura superficial de 825 graus Celsius.

Esse objeto só foi descoberto pelo VLA graças ao fato dele ter auroras, sim, auroras, como os planetas no sistema solar.

A grande questão é como um objeto solto, que vaga sem ter uma estrela tem aurora, já que para isso é preciso campo magnético e partículas energizadas de uma estrela?

Esse objeto tem um campo magnético 200 vezes mais intenso que o de Júpiter, mas ele não tem uma estrela próxima, fica aí mais um mistério para ser resolvido.

Os astrônomos também estão em dúvida em como classificar o objeto, anã marrom, ou um planeta órfão gigantesco, para acabar com isso, resolveram chamar de objeto de massa planetária.

MAs o importante disso é que o VLA foi capaz de detectar o campo magnético e a aurora desse objeto, com isso os pesquisadores poderão entender qual o mecanismo que gera essas auroras.

Além disso, eles disseram que o VLA pode ser uma nova ferramenta para caçar exoplanetas, pois exoplanetas grandes podem ter também auroras que teriam suas assinaturas detectadas pelo VLA.

E agora eu fico aqui pensando com meus botões, será que o próprio planeta 9 não poderia ser detectado dessa maneira, pela assinatura nas ondas de rádio? Fica aí a dica para os astrônomos !!!

Fonte:



Vídeo do Poligonautas:

Conheça o Lugar Mais Frio do Universo - Space Today TV Ep.1393

-----------------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-----------------------------------------------------------------------------

Em Maio de 2018, chegou na ISS, um equipamento chamado de CAL - Cold Atom Laboratory.

O CAL é um equipamento que será dedicado a estudar as leis fundamentais da natureza usando para isso gases quânticos ultrafrios na microgravidade.

Calma, isso não é nenhuma seita nova e nem estou querendo que você compre nenhum tipo de cura milagrosa.

Os átomos ultrafrios são partículas quânticas precisamente controladas, que fornecem uma plataforma ideal para o estudo de fenômenos quânticos e com potenciais aplicações em tecnologias quânticas.

O CAL é o primeiro equipamento desse tipo no espaço, o que é um sonho para os pesquisadores.

Na Terra esses equipamentos possuem o tamanho de uma sala, e o CAL tem o tamanho de uma pequena geladeira.

O primeiro laboratório desse tipo em Terra surgiu em 1995.

O objetivo desse equipamento é produzir nuvens de átomos ultrafrios, conhecidos como Condensados de Bose-Einstein, ou BEC em inglês.

Os BECs são criados em armadilhas de átomos, ou em contâiners sem fricção ou usando lasers.

Em Terra, quando essas armadilhas são desligadas, a gravidade puxa esses átomos, e os cientistas só têm uma fração de segundo para estuda-los.

Na microgravidade não, lá os cientistas podem observar BECs individuais por 5 a 10 segundos e ainda têm a capacidade de repetir as medias por 6 horas durante um dia.

Além disso, na microgravidade as temperaturas podem ser extremamente baixas.

E foi isso que aconteceu recentemente, o CAL foi utilizado pela primeira vez, produzindo BECs de átomos de rubídio com uma temperatura de 100 nanoKelvin, ou seja, um décimo de milionésimo acima do zero absoluto que são -273 graus Celsius.

O que acontece é que nessa temperatura ultrajaria, os átomos no BEC começam a se comportar diferente de qualquer coisa observada na Terra.

De fato, os BECs são caracterizados como sendo o quinto estado da matéria, diferente do gás, líquido, sólido e plasma.

Em um BEC, os átomos agem mais como onda do que como partículas, essa natureza ondulatória dos átomos normalmente só é observada em escalas microscópicas.

Porém, os átomos ultrafriosassumem o seu estado de energia mais baixo , todos eles juntos são como um super átomo, ou uma nuvem de átomos e isso faz com que essa característica possa ser estudada em escala macroscópica.

Além de átomos de rubídio o CAL usará também dois diferentes isótopos de átomos de potássio.

Esse ponto dentro do CAL se tornou o lugar mais frio do espaço e a menor temperatura atingida pelo homem, e os pesquisadores acreditam que em breve conseguiram baixar mais ainda a temperatura e dentro da ISS nós teremos o ponto mais frio do universo.

Só por comparação o lugar mais frio do universo é a Nebulosa do Bumerangue que tem uma temperatura de -272 graus Celsius, ou seja, 1 grau acima do zero absoluto. O CAL já bateu fácil esse recorde.

E para que tudo isso?

Para se estudar a matéria no seu estado mais fundamental, além disso, como eu já falei para vocês, acredita-se que nessas condições seria possível até descobrir o Planeta 9 pelas perturbações que seriam detectadas.

Fontes:






Inteligência Artificial Tenta Ajudar a Desvendar Os Mistérios das FRBs - Space Today TV Ep.1455

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

Fast Radio Bursts, um dos maiores mistérios desse nosso universo.

As teorias para explicar esse fenômeno vão desde estrelas de nêutrons altamente magnetizadas, passando por efeitos que acontecem nos buracos negros, até assinaturas de civilizações alienígenas avançadas que estão tentando se comunicar com a gente.

Até hoje, poucas FRBs, como são chamadas, e por isso ainda são um grande mistério.

Uma maneira de tentar solucionar o mistério é descobrindo mais FRBs, assim você terá uma população interessante para testar modelos e teorias sobre essas explosões.

Porém descobrir uma FRB também não é uma tarefa muito fácil. As FRBs são explosões muito rápidas, duram muito pouco e por isso perder essas explosões na imensidão do universo é muito fácil.

Eu já mostrei aqui em alguns vídeos, que o projeto Breakthrough Listen, olha eles aí novamente, instalou na antena de Green Bank nos EUA, um equipamento que tem o objetivo principal de tentar captar o sinal de uma civilização alienígena desenvolvida.

Mas que está sendo usado, e muito bem para detectar FRBs.

Além de usar o equipamento para detectar as FRBs, a Breakthrough Listen está também fornecendo os algoritmos para processar os dados.

E todo esse processamento está sendo feito com base em algoritmos de Inteligência Artificial e Machine Learning.

Durante 5 horas de operação em 26 de Agosto de 2017, o sistema de Green Bank conseguiu adquirir 400 terabytes de dados.

Usando algoritmos tradicionais nesses dados, 21 FRBs foram detectadas.

Ao aplicar os novos algoritmos de IA da Breakthrough Listen, foi possível identificar 72 FRBs, algumas localizadas a cerca de 3 bilhões de anos -luz de distância da Terra.

Além disso, uma FRB em especial chama a atenção, a FRB 121102, essa FRB apresenta múltiplas explosões.

E com os novos algoritmos o número de explosões repetidas dessa FRB desde 2002 chegou a 300.

Para quem quer saber o algoritmo da Breakthrough Listen é uma rede neural convolucional.

O mais importante é que com esse grande número de sinais descobertos, os astrônomos têm agora em mãos uma população que começa a ficar significante para se pensar em modelos para as FRBs e quem sabe resolver esse grande mistério do universo atualmente.

Fonte:





ARtigo:



Procurando Civilizações Extraterrestres Em 1 Milhão de Estrelas - Space Today TV Ep.1508

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------


E a busca por vida no universo não para!!!

Na maior clima do filme Contato, o projeto Breakthrough Listen, uma iniciativa de 100 milhões de dólares encabeçada pelo bilionário da internet, o russo Yuri Milner, acaba de fechar um acordo que será um passo gigante na busca por vida.

O Breakthrough Listen, atualmente usa as antenas de Green Bank e de Parkes para pesquisar sinais de rádios coerentes no universo.

A rotina dos observatórios não é alterada, a iniciativa instala o seu equipamento na antena para receber os dados de milhares de estrelas na busca de um alô de outro mundo.

Agora, eles fecharam acordo com outro gigantesco observatório, ou melhor dizendo rádio observatório.

O MEERKat, um conjunto de 64 antenas com 13.5 metros de diâmetro cada uma, que está instalado na África do Sul e que começou a funcionar recentemente, já recebeu o instrumento que será utilizado para ouvir, nada mais, nada menos que 1 milhão de estrelas.

Para quem não se lembra no filme Contato, o projeto SETI usa as antenas de um rádio observatório para realizar essa mesma busca.

O Breakthrough Listen pode ser considerado uma extensão do projeto SETI e a utilização das 64 antenas do MeerKat representa uma grande atualização do projeto que tem o objetivo claro de procurar por vida no universo.

A parte boa é que os dados obtidos pelo Listen são disponibilizados, ou seja, qualquer pessoa pode pegar os dados desenvolver o seu algoritmo e vasculhar por sinais coerentes.

E aí, será que dessa vez vamos fazer contato com alguma civilização? Façam suas apostas!!!

Fonte:



Shares

x

Check Also

x

Menu