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E o EM-Drive? Novidades Sobre o Motor Impossível - Space Today TV Ep.1268

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E o EM-Drive? Novidades Sobre o Motor Impossível - Space Today TV Ep.1268

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E o EM Drive?

Vamos lá, porque temos novidades, e não são lá muito boas para quem torce para ele.

Todo mundo lembra ou sabe o que é o EM Drive?

Bem, nos últimos anos, um grupo de pesquisadores da NASA trabalharam no Laboratório de Propulsão Avançada de Eagleworks, com o objetivo de desenvolver um novo sistema de propulsão para ser colocado nas naves espaciais.

Um desses sistemas é o chamado EM Drive.

Ele foi desenvolvido originalmente pelo cientista britânico Roger Shawyer no início dos anos 2000 e a proposta era gerar empuxo fazendo com que microondas fossem rebatidas dentro de uma câmara cônica.

Pelo fato do motor não precisar de nenhum tipo de combustível, ele poderia fazer as viagens espaciais serem extremamente baratas e mais eficientes.

E tudo ganhou um ar mais espetacular, quando a equipe de trabalho da NASA escreveu um artigo onde um pequeno deslocamento havia sido detectado numa bancada de teste usando o EM-Drive.

Daí em diante a coisa explodiu e o EM-Drive virou a vedete do momento na exploração espacial.

O grande problema do EM-Drive, ele não deveria funcionar, pois ele não expulsa nada pela sua tubeira, ou seja, não respeita a terceira Lei de Newton que diz ue para cada ação existe uma reação igual mas em sentido oposto, isso não acontece com o EM-Drive e daí que vem toda a pol6emica.

O que aconteceu agora foi que um grupo de pesquisadores alemães, resolveu tirar a limpo o que os pesquisadores da NASA haviam feito.

eles construíram seu próprio EM-Drive, igual ao da NASA e o testaram nas mesmas condições.

E concluíram que o deslocamento observado pelos pesquisadores da NASA na verdade não foi gerado pelo EM-Drive.

Esse empuxo gerado veio de uma interaçào eletromagnética, algo entre os cabos de força do EM-Drive e o campo magnético da Terra.

A equipe foi liderada pelo pesquisador Martin Tajmar que apresentou os resultados na Conferência de Propulsão Espacial 2018, que aconteceu em Sevilha na Espanha.

Essa não é a última palavra sobre o EM-Drive, muitos outros grupos espalhados pelo mundo estão fazendo experimentos.

Mas é melhor diminuir bem as expectativas sobre termos um motor sem combustível que vai nos levar para as estrelas.

Fonte:



Artigo:





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O Polêmico Motor EM-Drive - Space Today TV Ep.494

Acredito eu, que desde que a exploração espacial teve seu início, todos os envolvidos na construção de foguetes e sondas, tentam de qualquer forma construir motores mais eficientes, mais potentes e que possam cumprir as gigantescas distâncias do espaço no menor tempo possível.

Entre tudo que já se falou sobre motores, talvez, o mais controverso de todos, e o que gere mais discussão e até mesmo dúvida, com certeza é o chamado EM-Drive.

A prerrogativa é perfeita, um sistema capaz de gerar propulsão, sem combustível, e uma potência excelente, capaz de impulsionar uma nave para Marte em apenas 70 dias.

O grande problema, ele viola uma das leis fundamentais da física, a Terceira Lei de Newton, que diz, que para uma ação, uma reação é gerada, com a mesma intensidade só que em direção oposta, ou seja, um sistema para produzir uma propulsão deveria empurrar algo para longe.

De maneira bem simples, o EM-Drive funciona da seguinte maneira, você tem uma cavidade de metal em forma de cone e dentro dela você começa a rebater fótons de microondas, o movimento desses fótons dentro da cavidade faz com que o EM-Drive gere potência e empurre o motor na direção oposta.

Recentemente, um artigo, escrito por engenheiros da NASA vazou, e nesse artigo, os autores mostram que o motor, embora impossível, funcionou.

Nos testes realizados, o motor gerou uma potência de 1.2 milinewtons por kilowatt, algo insignificante, mas que já gerou um frenesi completo na comunidade aeroespacial. Será que o motor vai funcionar numa escala de impulsionar um foguete para o espaço? Será que mesmo sendo impossível e violando a física ele vai dar certo?

Todas essas são perguntas que ainda serão respondidas à medida que mais testes sejam feitos.

Mas fora o EM-Drive, que outros sistemas de propulsão são eficientes para as viagens espaciais.

Um deles que já foi provado e que é usado na sonda Dawn é o motor iônico, embora seja muito lento, é o devagar e sempre, a sonda Dawn com ele já orbitou Vesta, Ceres e estão pensando num terceiro alvo, mas isso em anos de missão.

Para ir da Terra a um asteroide a viagem levaria 4 anos.

Do outro lado temos a propulsão a laser, aquela proposta pelo Hawking e Milner no Breakthrough Starshot.

O problema aqui é o tamanho das naves. Esse tipo de propulsão funcionaria bem em naves muito pequenas, do tamanho de um livro, e até menores, as chamadas nanonaves.

É a tecnologia pensada atualmente para levar essas pequenas naves até a estrela mais próxima do nosso Sistema Solar.

Como eu disse no começo, a luta por um motor eficiente, potente e que consiga impulsionar uma nave com tripulantes ainda continua.

O EM-Drive continuará sendo testado e podem ficar tranquilos que muito mais polêmica vem por aí.

Fontes:






Artigo:



Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Gisele Guedes, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

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EM-Drive Chinês - Space Today TV Ep.873

E o EM Drive? Essa é talvez uma das perguntas mais feitas nas lives, em comentários e algo que atiça a curiosidade de todos.

Acho que todos lembram da história do EM Drive quando um pesquisador financiado pela NASA publicou um artigo dizendo que havia conseguido em laboratório fazer um teste prático com esse tipo de propulsão e publicou seus resultados.

Os resultados foram muito debatidos, talvez até contestados e a história morreu.

O que é basicamente o EM Drive?

O EM Drive é conhecido também como o motor de cavidade de frequência ressonante, basicamente o EM Drive consegue gerar uma propulsão, um empuxo, sem a necessidade de um propelente.

É uma propulsão eletromagnética produzida pelo rebatimento de microondas dentro de uma cavidade, algo parecido com você colocar uma pessoa dentro de uma caixa e o fato dela empurrar a caixa por dentro fazer ela se mover.

Além disso, o momento total gerado pelo EM Drive supostamente aumenta à medida que ele se move.

E isso teria implicações na exploração espacial sem limites, primeiro, sem propelente você conseguiria baratear muito o custo de viagens espaciais e pelo fato do momento aumentar a viagem seria mais rápida, poderíamos ir para Marte em questão de semanas.

Mas tem um problema, a física do EM Drive vai contra a terceira lei do movimento de Newton, que diz que para toda ação existe uma reação igual mas em sentido oposto, o que é impossível de acontecer no espaço sem o uso de um propelente.

A ação e reação é um resultado direto da chamada conservação do momento, violar essa lei básica da conservação do momento invalidaria o motor.

e com isso está instaurada a confusão sobre o EM Drive. Funciona, não funciona, é invenção, o que é?

Depois do anúncio do pesquisador financiado pela NASA, vivemos um hiato no EM Drive, que voltou agora.

Recentemente pesquisadores chineses anunciaram que conseguiram fazer o EM Drive funcionar.

Eles trabalham nisso desde 2010 e de acordo com eles, foi possível usar o EM Drive para produzir cerca de 1.2 milinewtons por kilowatt de propulsão no vácuo.

Embora isso não é nem perto da escala necessária, com certeza é um marco tecnológico importante.

O ponto é, não existe nenhuma afirmação oficial do governo chinês sobre isso e os pesquisadores não divulgaram nenhum detalhe sobre o experimento e os resultados.

O ponto mais importante para mim é, independente dele funcionar ou não, o fato de estarem pesquisando e tentando é de suma importância. O mundo precisa disso, de mentes curiosas que vão lá, pesquisam, tentam, erram, acertam e é assim que se consegue o desenvolvimento tanto tecnológico como científico.

Digamos assim, não importa se você chegou ao seu destino, o que importa é que você aproveitou a jornada.

Para quem queria novidades sobre o EM Drive está aí!!! Espero que tenho gostado.

fontes:







Link Para a Loja:



Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





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EMdrive - "o motor impossível da NASA" - primeiro teste falho

PROJETO: Testando protótipo do EMdrive, O MOTOR IMPOSSÍVEL DA NASA.
ALUNO: Johnatan Candaten
PROFESSOR: Alexandre Mesquita
UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL
ANO: 2018
O EMdrive é um alegado motor eletromagnético, que opera como uma câmara ressonante com duas bases de áreas diferentes, nas quais fótons de microondas interagem. A diferença no valor das áreas faria com que surgisse dessa interação um impulso na direção da base maior para a base menor. Mas cientistas alegam que se funcionasse o sistema violaria a Terceira Lei de Newton. Na prática há resultados de testes que indicam que ele funciona e outros não. Resolvemos entrar nessa. Como Johnatan Candaten.
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Um Novo Acelerador de Partículas Para Resolver Os Mistérios do Universo - Space Today TV Ep.1676

LIVE DO ECLIPSE:



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Os físicos querem ir além, querem resolver os grandes mistérios do universo que estão guardados nas partículas elementares da natureza. Para isso, o LHC não serve mais, é preciso ter mais potência, ser maior, então estão pensando em construir o chamado FCC - Future Circular Collider, que irá tentar resolver mistérios como a matéria escura, a interação do bóson de Higgs, antimatéria, entre outros.

#FCC #EclipseNoSpaceToday

Fonte:



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InSight Estica Seu Braço E Escuta O Vento Marciano - Space Today TV Ep.1612

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Depois do pouso e das primeiras imagens que causaram o maior frisson aqui no planeta Terra, a sonda Insight parece pronta para começar a trabalhar.

Como parte desses preparativos iniciais, o seu braço robótico de quase 2 metros de comprimento já foi totalmente esticado sem problema algum e está pronto para começar a distribuir os equipamentos científicos.

A InSight mandou novas imagens para a Terra.

As imagens na sua maior parte foram feitas pela câmera localizada no que podemos dizer seria o cotovelo do braço robótico, ou seja, na articulação dele, essa câmera tem o nome de Instrument Deploy Camera.

Ela já começou a fazer as imagens do terreno na frente da InSight, imagens essas que serão usadas pela equipe aqui na Terra, para determinar onde serão colocados os instrumentos científicos.

A outra câmera que também fez imagens, é a mesma que foi usada para fazer as primeiras imagens quando o módulo chegou em Marte.

Essa câmera fica instalada embaixo do deck de instrumentos da InSight, é chamada de Instrument Context Camera.

Essa câmera ainda parece suja com a poeira marciana e ela continuará fazendo imagens do local na frente da InSight, agora e depois quando os instrumentos estiverem instalados.

Essa fase da missão é crítica dizem os engenheiros da missão, que é a fase antes e a fase de colocação dos instrumentos.

Essa etapa vai levar de 2 a 3 meses até que os instrumentos sejam todos instalados e calibrados para poder operar da melhor forma possível em Marte.

Embora eles tenham sido testados a exaustão na Terra, estar operando em outro planeta é outra coisa, é aquele papo de treino é treino e jogo é jogo, agora é a hora do jogo e nada pode dar errado.

Os engenheiros falaram que as operações podem até atrasar, mas é preciso garantir que tudo vai funcionar sem problemas, esse começo de missão é complicado, pois todos precisam aprender como lidar com a sonda que está no solo de Marte.

Mas não foram só imagens que a InSight mandou recentemente para nós aqui na Terra.

A sonda também foi capaz de ouvir os ventos marcianos.

Isso mesmo.

Dois de seus instrumentos ouviram o uivo do vento marciano. O primeiro foi o próprio sismômetro, que será usado para ouvir o interior de Marte, mas ele conseguiu ouvir.

Na verdade o que o sismômetro ouviu foi o vento batendo nos painéis solares da InSight, o instrumento é tão sensível que conseguiu registrar esse som que é audível ao ouvido humano.

O outro instrumento, foi o sensor de pressão do ar da InSigth, que também ouviu o vento em Marte.

O vento estava soprando a uma velocidade entre 16 e 24 km/h e cruzando a Elysium Planitia, o local onde a InSight está estacionada.

Para ouvir o som original do sismômetro precisa de um equipamento bom, pois ele é muito grave, ele foi alterado para ficar mais fácil de ouvir e o som do instrumento de pressão de ar recebeu um ganho para também ficar mais fácil de ouvir.

Mas vamos aguardar e vamos acompanhando!!!

#InSight #Marte #VentoEmMarte

Fonte:

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Buracos Negros Em Rotação Podem Ser Portais Para Viagens no Espaço - Space Today TV Ep.1677



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Os buracos negros são os objetos mais intrigantes do universo sem dúvida alguma.

Uma coisa importante sobre os buracos negros, além da classificação que sempre falamos aqui, com relação a sua massa, massa estelar, supermassivo, etc..

Os buracos negros possuem ainda, outras classificações, alguns possuem carga e outros não e alguns possuem rotação e outros não.

E o que isso muda?

O fato de um buraco negro ter ou não rotação muda muita coisa que acontece no seu interior, na chamada singularidade.

Embora não temos acesso a ela, como é dito sempre no filme interestelar, os físicos teóricos fazem desses lugares seu playground, eles se divertem nesses pontos onde a física é levada ao extremo.

E por conta disso não é atoa que os buracos negros são talvez os objetos mais retratados em filmes e séries de ficção científica quando a temática envolve viagem pelo espaço, portais, teletranspoirte e outros tipos de passagens pelo universo.

Mas será que seria possível isso, um buraco negro ser um portal para uma viagem espacial?

Um grupo de físicos teóricos de diferentes universidades, resolveu trabalhar com isso, se debruçaram sobre as equações e modelos relativísticos, entenderam os buracos negros e construíram simulações onde o objetivo é estudar quais os efeitos físicos que uma suposta espaçonave sofre ao entrar num buraco negro supermassivo, em rotação, como o Sagittarius A*.

O que esses pesquisadores descobriram foi espetacular.

sob determinadas condições, uma nave entrando num buraco negro supermassivo em rotação, sofreria efeitos muito pequenos, permitindo que ela conseguisse passar pela singularidade.

Isso aumenta consideravelmente a aplicabilidade de seu utilizar grandes buracos negros em rotação como portais para viagens no hiperespaço.

os pesquisadores descobriram que os efeitos da singularidade no contexto de um buraco negro em rotação resultaria num rápido aumento de ciclos de esticar e encolher a espaçonave.

Mas em buracos negros muito grandes, como o Sagittarius A* e o próprio Gagantua do interestelar esse efeitos seria muito pequeno de modo que nem a nave, nem os passageiros sentiriam.

Infelizmente, esse trabalho irá se manter no campo da física teórica, por quase toda a eternidade, já que não temos condições, tão cedo de testar essas simulações de forma real, nem mesmo na proximidade de um buraco negro.

Mas que a ideia é tentadora e espetacular isso é!!!

Fonte:



Artigo:

Novidades Sobre a Foto do Buraco Negro - Space Today TV Ep.1277

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Cadê a foto do buraco negro?

Se você é um dos que me faz essa pergunta, assista a esse vídeo.

Para quem não está por dentro de toda a história, em Abril de 2017, uma combinação de telescópios espalhados por todo mundo observou o buraco negro no centro da nossa galáxia, o chamado Sagittarius A*.

Esse grande projeto recebe o nome de Telescópio do Horizonte de Eventos e tem como objetivo de alguma forma gerar a imagem do horizonte de eventos do buraco negro supermassivo da nossa galáxia.

Porém isso algo que não é muito fácil de ser feito, os modelos e os algoritmos levam em conta efeitos relativísticos e isso complica muito o processamento de dados.

Em 2013, o APEX que fica no Chile, realizou uma observação do Sagittarius A*, na verdade não foi ele sozinho, ele e mais alguns telescópios espalhados pelo mundo, mas como o APEX está localizado no hemisfério sul a sua particpação foi decisiva.

Com o APEX a resolução de observação foi de 3 raios de Schwarzchild, o que é impressionante.

Com os dados do APEX, os pesquisadores começaram um processo de ajuste de modelo e ficaram bem felizes pelo fato de que a estrutura em anel do buraco negro se ajusta bem aos dados, embora ainda exista alguma ambiguidade e outros modelos como a compisção de bright spots também pode ser considerado.

Essas observações feitas com o APEX serão integradas às demais observações feitas em Abril de 2017 com os demais telescópios, e assim os pesquisadores esperam estar caminhando para fazer a tão sonhada imagem do buraco negro.

Tudo isso é ótimo.

A notícia que não é tão boa é que no texto publicado na Newsweek afirma que os pesquisadores esperam ter a imagem do buraco negro no final desse ano de 2018, então, só nos resta esperar.

Fontes:





Artigo:





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O Motor Emdrive

Conheça o Lugar Mais Frio do Universo - Space Today TV Ep.1393

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Em Maio de 2018, chegou na ISS, um equipamento chamado de CAL - Cold Atom Laboratory.

O CAL é um equipamento que será dedicado a estudar as leis fundamentais da natureza usando para isso gases quânticos ultrafrios na microgravidade.

Calma, isso não é nenhuma seita nova e nem estou querendo que você compre nenhum tipo de cura milagrosa.

Os átomos ultrafrios são partículas quânticas precisamente controladas, que fornecem uma plataforma ideal para o estudo de fenômenos quânticos e com potenciais aplicações em tecnologias quânticas.

O CAL é o primeiro equipamento desse tipo no espaço, o que é um sonho para os pesquisadores.

Na Terra esses equipamentos possuem o tamanho de uma sala, e o CAL tem o tamanho de uma pequena geladeira.

O primeiro laboratório desse tipo em Terra surgiu em 1995.

O objetivo desse equipamento é produzir nuvens de átomos ultrafrios, conhecidos como Condensados de Bose-Einstein, ou BEC em inglês.

Os BECs são criados em armadilhas de átomos, ou em contâiners sem fricção ou usando lasers.

Em Terra, quando essas armadilhas são desligadas, a gravidade puxa esses átomos, e os cientistas só têm uma fração de segundo para estuda-los.

Na microgravidade não, lá os cientistas podem observar BECs individuais por 5 a 10 segundos e ainda têm a capacidade de repetir as medias por 6 horas durante um dia.

Além disso, na microgravidade as temperaturas podem ser extremamente baixas.

E foi isso que aconteceu recentemente, o CAL foi utilizado pela primeira vez, produzindo BECs de átomos de rubídio com uma temperatura de 100 nanoKelvin, ou seja, um décimo de milionésimo acima do zero absoluto que são -273 graus Celsius.

O que acontece é que nessa temperatura ultrajaria, os átomos no BEC começam a se comportar diferente de qualquer coisa observada na Terra.

De fato, os BECs são caracterizados como sendo o quinto estado da matéria, diferente do gás, líquido, sólido e plasma.

Em um BEC, os átomos agem mais como onda do que como partículas, essa natureza ondulatória dos átomos normalmente só é observada em escalas microscópicas.

Porém, os átomos ultrafriosassumem o seu estado de energia mais baixo , todos eles juntos são como um super átomo, ou uma nuvem de átomos e isso faz com que essa característica possa ser estudada em escala macroscópica.

Além de átomos de rubídio o CAL usará também dois diferentes isótopos de átomos de potássio.

Esse ponto dentro do CAL se tornou o lugar mais frio do espaço e a menor temperatura atingida pelo homem, e os pesquisadores acreditam que em breve conseguiram baixar mais ainda a temperatura e dentro da ISS nós teremos o ponto mais frio do universo.

Só por comparação o lugar mais frio do universo é a Nebulosa do Bumerangue que tem uma temperatura de -272 graus Celsius, ou seja, 1 grau acima do zero absoluto. O CAL já bateu fácil esse recorde.

E para que tudo isso?

Para se estudar a matéria no seu estado mais fundamental, além disso, como eu já falei para vocês, acredita-se que nessas condições seria possível até descobrir o Planeta 9 pelas perturbações que seriam detectadas.

Fontes:






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EmDrive - O motor impossível

EmDrive é um motor que parece burlar as leis da física, tanto que foi chamado de motor impossível, porém testes posteriores mostraram que ele pode ser uma realidade.

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Chineses surpreendem com teste do EM Drive! O motor espacial q rompe leis da física | Ed.Extra 030

Extra News 030 - Nesta edição:
- Chineses surpreendem a comunidade científica, ao revelar testes com o EmDrive no espaço, O EmDrive é um motor que quebra as leis da física e pode ser o futuro para viagens espaciais.


Fontes:
EmDrive chines


EmDrive americano




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Gravidade Coletiva E Não O Planeta 9 Agita O Sistema Solar Externo - Space Today TV Ep.1292

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Ficamos um tempo sem falar do Planeta 9, mas nas últimas semanas já falei duas vezes e hoje voltamos.

O tão famoso Planeta 9, existe, não existe, poderemos observá-lo e aí?

Bem, para quem não sabe da história, foi proposto com análise no alinhamento e na aglomeração de órbitas de objetos distantes do Sistema Solar, os chamados TNOs, objetos transetunianos e os KBOs, Objetos do Cinturão de Kuiper, que só a presença de um planeta com massa 10 vezes a massa da Terra poderia explicar essa situação.

A partir de então começaram vários trabalhos de todos os jeitos, simulações de todas as maneiras possíveis, já se chegoua cogitar que era um exoplaneta roubado, que formou perto e depois foi chutado para longe e por aí vai.

O grande problema, para confirmar, somente com a observação e essa ainda não veio e só deve vir com os telescópios de próxima geração, como mostrei aqui com o LSST.

enquanto isso não acontece, as simulações continuam e novas ideias podem surgir.

E já surgiu na verdade.

Nessa semana, entre 3 e 7 de Junho de 2018 está acontecendo o 232º congresso da sociedade astron6omica americana em Denver no colorado, e um trabalho apresentado foi sobre uma nova ideia para esse agrupamento de órbitas.

A ideia dos pesquisadores é que não existe Planeta 9.

Esses pesquisadores rodaram simulações e concluíram que a acumulação de pequenos encontros no decorrer das eras pode fazer com que os objetos assumam essas órbitas estranhas e elas se acumulem de um lado do sol, por exemplo.

A explicação é bem interessante, para esses pesquisadores, as órbitas desses objetos afastados são como ponteiros de um relógio, alguns objetos como os asteroides se movem como o ponteiro dos minutos de forma rápida, outros objetos maiores se movem como o ponteiro das horas, mais devagar, eventualmente esses ponteiros, ou melhor essas órbitas se encontram, então o que se pode estar vendo é esse agrupamento.

As órbitas dos corpos menores, quando encontra com as dos maiores pode gerar colisões interações e isso muda a órbita, até a forma, de oval para circular.

Sedna por exemplo, está solto dessa aglomeração, mas isso pode ter acontecido num encontro passado dessas órbitas e entào sedna foi chutado.

Outra coisa, essa nova explicação ajudaria a explicar a extinção dos dinossauros.

Esses encontros acontecem de forma ciclíca, e nesses encontros cometas poderiam ter sua órbita perturbada e serem mandados em direção ao sistema solar interno, um deles poderia bater na Terra a qualquer momento e extinguir a vida aqui.

Óbivo que tudo está no plano das simulações e especulações, mas a ciência vive disso, estudar, analisar, reanalisar, reformular as hipóteses, testar novamente e assim vai até um dia fecharmos o que acontece no nosso sistema solar.

E você o que acha, existe planeta 9 ou não?

fontes:









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Os Estudos Da Coroa Solar e do Vento Solar Ao Longo do Tempo - Space Today TV Ep.1558

Um passeio ao longo do tempo mostrando como foi se desenvolvendo a ideia sobre o vento solar e sobre o problema do aquecimento da coroa solar, problemas que esperamos, a Parker Solar Probe possa começar a resolver em breve. Espero que gostem do formato.

#MeetESO

O MOTOR EM-DRIVE

Considerado por muitos cientistas como impossível, o Motor Em-Drive se tornou possível, mesmo aparentemente contrariando as leis da física.
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EM DRIVE - A HISTÓRIA | Parte1

Em-Drive, o polêmico motor impossível. Quer conhecer sua história? Neste vídeo eu lhe conto a história do motor chamado de impossível. Tudo começa desde 2001 com os trabalhos publicados de Roger Shawyer.
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Fontes:
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Atenção! Os links não couberam aqui na descrição, portanto coloquei TODAS AS FONTES NO SITE:
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Obs: GALERA MIL DESCULPAS, NÃO SEI QUAL CAGADA EU FIZ NA EDIÇÃO QUE DETONOU O AUDIO TODO A PARTIR DA METADE DO VÍDEO. Podem dar dislike a vontade. I'm sorry. 😥

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SÓ TEM GENTE GRANDE NO REINO DE PLUTÃO | SPACE TODAY TV EP.1729

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A aproximadamente 4.6 bilhões de anos atrás o Sistema Solar se formou a partir do colapso gravitacional de uma gigantesca nuvem molecular, formada por gás e poeira.

Pelo menos é que os modelos planetários mais aceitos dizem.

Uma maneira de entender se foi assim mesmo, ou de entender bem, como o nosso Sistema Solar se formou é estudando os restos dessa formação.

E o que restou da formação do Sistema Solar fica hoje num local específico chamado de Cinturão de Kuiper.

Ali estão os objetos mais primitivos do nosso sistema planetário, objetos esses que podem ajudar a contar a história de como o nosso sistema se formou.

Em Julho de 2015, a sonda New Horizons passou pelo sistema Plutão/Caronte, onde fez imagens espetaculares de alta resolução e coletou dados muito importantes.

Imagens e dados que continuam sendo estudados.

A história depois disso, todos já conhecem, a sonda continuou sua trajetória, e no primeiro dia de 2019, passou pelo objeto conhecido como Ultima Thule.

Uma maneira de estudar a história dos objetos no Sistema Solar é através do estudo de suas crateras, elas podem contar muito sobre a evolução dos objetos e até mesmo sobre a evolução do próprio sistema.

Quando passou por Plutão e Caronte, a sonda New horizons registrou os mais diversos tipos feições nesses objetos.

Plutão, por ser um mundo ativo até recentemente na história geológica, teve muito de suas crateras apagadas por processos erosivos.

Já Caronte não, Caronte preservou muito de suas crateras.


E os pesquisadores resolveram analisar as crateras de Caronte.

Ao fazer isso, eles notaram que existem poucas crateras que foram formadas por objetos pequenos, até 1.6 km de diâmetro.

Caronte, possui poucas crateras com diâmetro menor que 13 km.

Isso mostra que o Cinturão de Kuiper é formado por objetos relativamente, por exemplo, se comparado com o Cinturão Principal de Asteroides.

Isso indica que a sua formação e a sua evolução foram diferentes do que aconteceu com o cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, mudando nossa visão sobre o Cinturão de Kuiper.

Pode ser que no cinturão de asteroides aconteceram mais colisões que no Cinturão de Kuiper, e assim, os grandes objetos foram quebrados em pequenos objetos, o que não aconteceu nos confins do Sistema Solar.

Os pesquisadores continuarão analisando os dados para tentar contar da melhor forma possível a história da formação e evolução do Sistema Solar.

#Plutao #Caronte #CinturaoDeKuiper

fontes:




O Voo de Teste do New Shepard da Blue Origin - Space Today TV Ep.1230

No domingo, dia 29 de Abril de 2018, às 14:06, hora de Brasília, o foguete New shepard, desenvolvido pela empresa privada Blue origin do multimilionário Jeff Bezos, dono da Amazon, foi lançado da sua plataforma de lançamento no Oeste do Texas, junto com uma cápsula instrumental e retornou para a Terra.

O foguete é movido a hidrogênio só tem um estágio e tem esse nome em homenagem ao astronauta Alan Shepard.

O foguete subiu até a estratosfera e seus motores foram cortados 2 minutos e 16 segundos após o lançamento.

20 segundos depois, uma cápsula sem tripulação foi lançada da ponta do foguete e chegou até os 107 km de altura, ou seja logo no começo do espaço.

Depois de cumprir a missão tanto o foguete como a cápsula retornaram para a Terra, o foguete pousou suavemente no local de pouso a cerca de 3 km de distância do local de decolagem.

O pouso do foguete aconteceu cerca de 7 minutos após o lançamento.

A cápsula pousou suavemente também usando seus retrofoguetes, cerca de 10 minutos depois do lançamento.

Tanto a cápsula como o foguete sào reutilizados, eles voaram no outro teste da empresa que aconteceu em Dezembro de 2017.

como no voo de Dezembro , dentro da cápsula estava um manequim, chamado de Manequim skywalker.

A blue Origin tem o objetivo principal de fazer voos de turismo espacial, ela espera fazer os primeiros voos de teste com tripulação no final de 2018.

E começar o turismo espacial comercial em 2019.

A cápsula da Blue Origin, subiu levando alguns instrumentos de medidas, da NASA e de outras instituiçòes. incluindo experimentos biológicos de universidades da Alemanha.

O próximo passo da blue Origin é com o New Glenn, uma classe de foguetes orbitais que a empresa pretende começar a testar em 2020.

Por enquanto ficamos com o teste do New shepard e com a volta incrível do seu foguete.

Fonte:





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EM DRIVE O MOTOR DO FUTURO - Física 25

A pouco tempo, um dos engenheiros que trabalha no controverso propulsor EM Drive falou sobre o atual estado do projeto, no que foi a primeira atualização direta que temos EM MESES, já que A NASA tem mantido um certo sigilo sobre o desenvolvimento de seus projetos, bom na teoria, esse motor quebra uma das leis da física, mas será que isso e verdade?
EM DRIVE O MOTOR DO FUTURO - Física 25
Espero que vocês tenham gostado do video, se gostarem deixem um like e um comentario, se nao, blz tambem :) vlw, flw, que coisa brega kkkk

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Music by:
Epidemic Sound
Youtube (Ferramentas de Criação)

EmDrive O motor impossível

O engenheiro aeroespacial britânico Roger Shawyer ficou conhecido em 2014 quando anunciou o EmDrive, um motor que teoricamente não pode funcionar, já que é não-newtoniano (não segue a lei da ação e reação), funciona sem combustível e tem propulsão sem gerar emissões de qualquer tipo.

Para funcionar, este motor utiliza um feixe de micro-ondas em uma cavidade de metal em formato de cone ressonante que geraria pressão de radiação nas paredes em quantidades diferentes, e isso faria com que a parede – e com ela todo o motor – fosse empurrada para frente.

A NASA testou este motor e os resultados do estudo realizado em 2015 vazaram, revelando que o sistema realmente funciona. Ele gera propulsão no vácuo. O que mais intriga os pesquisadores é que teoricamente, no papel, este motor não deveria funcionar, mas quando colocado em prática, ele funciona. Melhor ainda, ele demonstrou uma propulsão mais poderosa do que havia sido pensado anteriormente, de 1,2 milinewtons por quilowatt no vácuo. O sistema de propulsão a laser da NASA, por exemplo, gera apenas 6,67 micronewtons por quilowatt.

O trabalho aconteceu no Johnson Space Centre, em Houston, Texas, usando um pendulo de baixa propulsão. Os testes foram feitos com 40, 60 e 80 watts. “O teste incluiu um impulso nulo para identificar qualquer fonte de impulso mundana, mas nenhuma foi identificada”, diz o documento.

Os pesquisadores, porém, sabem que outros estudos devem ser feitos para eliminar a possibilidade de que a expansão térmica possa estar influenciando os resultados. Eles também deixaram bem claro no relatório que não houve tentativa de tornar o motor mais poderoso, e sim ver se ele funcionava. Outros trabalhos devem tentar melhorar a eficiência do sistema no futuro.

Por enquanto, os resultados ainda não foram publicados em uma revista científica e não passaram por revisão da comunidade científica. Rumores entre cientistas dizem que a publicação deve acontecer nos próximos meses, na Journal of Propulsion and Power.

O motor deve ser testado no espaço em breve, já que um exemplar foi enviado ao espaço no último mês de setembro. Se funcionar, este sistema tem o potencial de remover grandes barreiras da exploração espacial, permitindo a viagem a Marte em apenas 70 dias, por exemplo. [Science Alert] . fontes hype science
British aerospace engineer Roger Shawyer became known in 2014 when he announced EmDrive, an engine that theoretically can not work because it is non-Newtonian (it does not follow the law of action and reaction), runs without fuel and has propulsion without generating emissions any type.

To operate, this motor uses a microwave beam in a resonant cone shaped metal cavity that would generate radiation pressure on the walls in different amounts, and this would cause the wall - and with it the whole motor - to be pushed forward.

NASA tested this engine and the results of the study conducted in 2015 leaked, revealing that the system actually works. It generates vacuum propulsion. What most intrigues researchers is that theoretically, on paper, this engine should not work, but when put into practice, it works. Better yet, it demonstrated a more powerful propulsion than previously thought, of 1.2 millonewtons per kilowatt in vacuum. NASA's laser propulsion system, for example, generates only 6.67 micronewtons per kilowatt.

The work took place at the Johnson Space Center in Houston, Texas, using a low-propulsion pendulum. The tests were done at 40, 60 and 80 watts. The test included a null impetus to identify any source of mundane momentum, but none was identified, the document said.

Researchers, however, know that further studies must be done to eliminate the possibility that thermal expansion may be influencing the results. They also made it very clear in the report that there was no attempt to make the engine more powerful, but to see if it worked. Other work should try to improve system efficiency in the future.

For the time being, the results have not yet been published in a scientific journal and have not been reviewed by the scientific community. Rumors among scientists say the publication should happen in the coming months, in the Journal of Propulsion and Power.

The engine should be tested in space soon, as a copy was sent to space last September. If it works, this system has the potential to remove large barriers to space exploration, allowing travel to Mars in just 70 days, for example.

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