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Lasers Russos Contra Lixo Espacial - Space Today TV Ep.1315

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Lasers Russos Contra Lixo Espacial - Space Today TV Ep.1315

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Todo mundo sabe que um dos grandes problemas atuais quando se fala em corrida espacial é o lixo espacial.

A órbita da Terra, está bem congestionada de toda a espécie de objetos, estima-se que cerca de 500 mil pedaços de coisas feitas pelo homem estejam vagando aí pelo espaço.

Existem pedaços de todos os tamanhos, desde pequenos parafusos, até coisas bem maiores, mas o problema é a velocidade.

Esse lixo espacial está orbitando a Terra, a 28 mil km/h, e se chocar, mesmo que seja com um parafuso a essa velocidade não é algo muito bom não, e o estrago pode ser grande.

Alguns estudos estimam que se continuar nesse ritmo e nada for feito, em 1 século não teremos mais como lançar nada para o espaço, pois literalmente não teremos mais espaço para colocar nada.

Existem algumas iniciativas de diferentes países tentando lidar com esse problema do lixo espacial, iniciativas japonesas, e europeias, que consistem de naves espaciais, que podem capturar, podem destruir ou podem arrastar esses objetos para uma reeentrada controlada, mas existem também ideias mais radicais.

Além de radicais essas ideias soam bem futuristas.

O que surgiu mais resentemente foi submetido pelo Precision Instrument System, um tipo de departamento dentro da ROSCOSMOS que mandou para a Academia Russa de Ciências, uma ideia de transformar um telescópio óptico de 3 metros de diâmetro num verdadeiro canhão laser.

A ideia deles é que o telescópio faça o trabalho de rastrear e depois de atirar um laser no lixo espacial, literalmente vaporizando esse lixo.

É bom lembrar que a ROSCOSMOS tem instalado junto ao Observatório do Pico dos Dias em brasapólis um telescópio dedicado a rastrear o lixo espacial, esse telescópio no Brasil trabalha em conjunto com um telescópio semelhante na Rússia.

Essa ideia de laser não é nova não.

O Japão já propôs usar laser para acabar com o lixo espacial, mas o laser no espaço, sendo emitido por satélites, esse laser iria vaporizar a superfície do detrito, ele ia ganhar massa, descer, aumentar o arrasto na atmosfera, reduzir a velocidade e então queimar.

E a China também já propôs usar canhões de laser no espaço para acabar com o lixo espacial.

Será que a órbita da Terra, daqui a pouco vai lembrar de vez cenas de filmes como Star Wars, com lasers sendo atirados para todo lado?

E aí, o que acharam? Vocês têm alguma sugestão?

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Space Today TV Ep.189 - Telescópio Russo no Brasil Para Monitorar o Lixo Espacial

Um telescópio russo será instalado no Observatório Pico dos Dias, em Brazópolis (MG), para detectar e monitorar detritos espaciais. A instalação faz parte de um acordo que será assinado na próxima quinta-feira (7) entre o Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA/MCTI) e a corporação estatual russa Roscosmos. O objetivo é produzir uma base de dados com a localização e as órbitas de objetos que podem apresentar perigo de colisão com satélites artificiais ativos ou até, no caso de objetos maiores, risco de danos à superfície da Terra após a entrada na atmosfera.

De acordo com o diretor do LNA, Bruno Castilho, o novo telescópio deve entrar em operação no fim de novembro, gerando um mapa de detritos. Além do risco de colisão com algum satélite ou foguete que estiver em operação, esses detritos também podem cair. Tendo um mapa, o tamanho e a posição desses detritos, você também pode fazer uma previsão e uma melhor estratégia para reentrada desses detritos na atmosfera, explicou.

Castilho acrescentou que as imagens geradas pelo telescópio russo serão transmitidas para a Roscosmos pela internet, e a base de dados ficará à disposição dos pesquisadores brasileiros. Os custos do projeto serão pagos pela corporação russa, e o LNA vai contribuir com a disponibilização do espaço físico, a infraestrutura do Observatório do Pico dos Dias e apoio logístico.

Com 1.864 metros de altitude, o Observatório do Pico dos Dias já possui quatro telescópios para pesquisa astronômica.

Segundo Bruno Castilho, o Brasil já tem cooperação com a Rússia na área espacial. Um acordo para exploração pacífica do espaço é o guarda-chuva do termo que será assinado para construção e instalação do novo telescópio. A cerimônia será realizada na sede da LNA, em Itajubá (MG), com a presença de representantes da Roscosmos e da Agência Espacial Brasileira (AEB).

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RemoveDEBRIS: Testada A Rede Para Recolher Lixo Espacial - Space Today TV Ep.1471

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Um dos grandes problemas com todo o crescimento tecnológico que estamos experimentando é o lixo espacial.

A quantidade de satélites, peças, satélites inativos, e detritos que existem na órbita da Terra, já passou de um limite aceitável e as grandes nações que dependem de toda a tecnologia espacial, e nós também, vamos precisar abrir caminho no espaço para colocar novos satélites.

Desde muito tempo já se discute como eliminar, ou pelo menos reduzir a quantidade de lixo espacial na órbita da Terra.

Mas até agora nada de concreto havia sido feito. Uma tentativa japonesa no final de 2017 acabou não dando certo e o experimento queimou na atmosfera junto com a nave onde estava.

Mas esse ano a coisa mudou de figura, eu já trouxe um vídeo aqui no canal falando do experimento conhecido como RemoveDEBRIS.

O RemoveDEBRIS é uma prova de tecnologia que está sendo testada para tentar cuidar do problema do lixo espacial.

O experimento irá testar diferentes métodos para a remoção do lixo espacial.

Um deles é usar um arpão para pegar os satélites, outro é instalar no detrito espacial uma vela que aumentará o arrasto e assim o lixo queimará na atmosfera e a outra tecnologia é jogar uma rede no detrito espacial e com o aumento do arrasto o detrito também queimará na atmosfera.

Em Abril de 2018, o o experimento chegou na ISS a bordo do Falcon 9 da SpaceX e em Junho o pequeno satélite foi lançado da estação e está em órbita desde então.

No último domingo, dia 16 de Setembro, chegou a hora de testar a primeira tecnologia.

O satélite, jogou pequenos cubesats no espaço, esses cubesats inflaram um acessório para poderem ficar maiores do tamanho de um detrito espacial grande, e o satélite então jogou sua rede para capturar o lixo espacial.

A captura foi filmada, e aparentemente funcionou bem.

A ideia é que com a rede, o arrasto aumente, o detrito perca altitude e então queime na atmosfera da Terra, isso deve acontecer em 1 ou 2 meses.

Como eu disse isso é apenas uma prova de tecnologia, caso funcione o equipamento final será equipado com algum tipo de tecnologia para fazer com que o detrito queime na atmosfera mais rapidamente.

Nos meses seguintes, o REmoveDEBRIS ainda irá testar a vela que ele lançará e instalará em um cubesat também para testar e depois o arpão.

Com tudo isso funcionando, teremos então a esperança de um dia podermos limpar a atmosfera da Terra, de coisas inúteis e deixar ali só o que funciona, isso representa uma segurança também, já que esses detritos podem colidir com satélites e até mesmo com estações espaciais.

Vamos aguardar, e assim que os outros experimentos forem testados eu trago aqui para vocês.

Fontes:





Sem Big Bang, Sem Universo - Space Today TV Ep.750

Um dos principais objetivos da cosmologia, um dos ramos da astronomia é entender o início do universo.

Os dados mais recentes, obtidos pelo satélite Planck da ESA, mostram que a cerca de 13.8 bilhões de anos atrás, o universo consistia de uma sopa densa e quente de partículas.

A partir daí ele começou a expandir, e isso é o principal ponto da teoria do Big Bang.

Mas a teoria falha em descrever os estágios muito iniciais do nosso universo, já que as condições eram muito extremas.

Assim, de acordo com a teoria da relatividade de Albert Einstein, a curvatura do espaço-tempo, a energia e a densidade eram infinitas nesse ponto inicial.

Para tentar explicar esse ponto onde a teoria do Big Bang falha, durante muitos anos, outras propostas foram aparecendo para explicar o início do nosso universo.

As propostas de tunelamento e de um universo sem fronteira, propostas por físicos importantes, inclusive por Stpehen Hawking, começaram a ganhar um certo prestígio.

De acordo com essas propostas, a curvatura do espaço-tempo seria grande, mas finita no seu estágio inicial, e a geometria seria suave, sem fronteiras.

Porém as consequências dessa hipóteses nunca foram claramente especificadas.

Agora, um grupo de pesquisadores usando os métodos matemáticos mais bem definidos, conseguiram manipular essas teorias de maneira precisa pela primeira vez e calcular suas implicações.

O resultado é que essas alternativas não poderiam ser verdadeiras.

Os pesquisadores descobriram que de acordo com o princípio da incerteza de Heisenberg, tanto universos suaves, como universos irregulares poderiam surgir do nada, na verdade eles descobriram que quanto mais irregular o universo, mais provável das coisas funcionarem como conhecemos, o que viola uma premissa básica dessas teorias alternativas.

Assim, as hipóteses de universo sem fronteira e tunelado não implicaria num universo grande como o conhecemos, mas sim em universos menores que colapsariam imediatamente.

Desse modo, podemos resumir que sem o Big Bang, não teríamos o universo!!! Óbvio que os pesquisadores não vão parar por aí e irão testar os modelos em situações ainda mais extremas.

Fonte:



Artigo:



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Conheça o RemoveDEBRIS - O Lixeiro Espacial - Space Today TV Ep.1325

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No dia 20 de Junho de 2018, foi lançado desde a ISS, a primeira grande iniciativa de se começar a pensar no problema do lixo espacial. O projeto se chama RemoveDEBRIS, e irá testar diferentes tecnologias, que poderão ser usadas no futuro para limpar a órbita da Terra.

Fontes:





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Sonda Dawn Começa fase Final de sua Missão Voando Perto de Ceres - Space Today TV Ep.1321

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A sonda Dawn caminha para o final da sua missão de 11 anos pelo Sistema Solar, e nesse final ela será levada para uma órbita bem próxima do planeta anão Ceres.

A sonda Dawn, acaba de entrar numa órbita elíptica ao redor de Ceres, com o ponto mais próximo do objeto a 35 km e o ponto mais distante a 4000 km.

Isso fará com que a sonda fique 10 vezes mais próxima de Ceres do que já ficou em qualquer momento da sua missão.

A sonda está com pouca hidrazina para fazer manobras complexas então depois da extensão da missão aprovada pela NASA essa foi a a saída dos engenheiros para deixar a sonda o mais próximo de Ceres.

Ceres é um planeta anão, é o maior objeto do Cinturão Principal de Asteroides do Sistema Solar, tem 950 km de diâmetro e sozinho é responsável por 1/4 de toda a massa do cinturão de asteroides.

Ele orbita o Sol a cada 4.6 anos, numa órbita altamente elíptica.

A Dawn, para quem não lembra foi lançada em 2007 a bordo de um foguete Delta 2 com cerca de 45 kg de hidrazina.

Ela orbitou Vesta e depois partiu para Ceres, onde está desde Março de 2015.

De acordo com os engenheiros do JPL o a missão da sonda Dawn deve acabar entre Agosto e Outubro de 2018, sendo que mais provavelmente ela se encerre em Setembro desse ano.



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NASA Vs. SpaceX: Só Desenhando...Presta Atenção Mamãe!!! - Space Today TV Ep.1117

Um vídeo para tentar explicar de forma definitiva, o papel da NASA, da SpaceX de outras empresas e outras agências no chamado Space Business.

O Delta IV Heavy não é da NASA!!! E não se pode comparar uma empresa com uma agência, eu desenhei para ver se o pessoal entende de forma definitiva.

Vídeo do MamãeFalei:



Vídeo do Café e Ciência:



Orçamento da NASA para 2019:



Projeto COTS da NASA com empresas como a SpaceX:



Contrato da NASA com a SpaceX:



Link Para o Vídeo da Loja:



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Parem de Procurar Pelos ETs - Estamos Sozinhos no Universo - Space Today TV Ep.1320

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De alguma forma, querendo ou não, o tema de existir, ou somente de procurar por outra forma de vida pelo universo, é algo extremamente intrigante e que passa pela cabeça de todos.

Existe uma certa lógica por trás de tudo isso, com um universo tão grande, beirando o infinito, com trilhões de galáxias e tudo mais, com certeza existe alguma vida inteligente por aí em algum canto desse universo.

Ah, antes que eu me esqueça, nesse vídeo aqui, vida quer dizer, vida inteligente, avançada, assim como a nossa ou mais ainda.

Para se tentar sair do simples achismo, duas coisas importante aconteceram com a busca de vida no universo.

Uma delas foi nos anos 1950 quando o físico Enrico Fermi criou o que chamamos de paradoxo de Fermi, cuja a ideia é a seguinte, dado o tamanho do universo, a idade do universo, a quantidade de estrelas, alguma civilização avançada que exista no universo, já deveria ter entrado em contato com a humanidade, no entanto sabemos que isso ainda não aconteceu, então, veio a pergunta que marca o paradoxo, Onde estão todas as civilizações inteligente?

Para dar um caráter analítico para o Paradoxo de Fermi em 1961, o astrônomo Frank Drake formulou a famosa Equação de Drake, onde se tenta estimar o número de civilizaçòes inteligentes que existem no universo.

Na equação, a letra N, o que se procura, seria o número de vicilizações dentro da Via Láctea capazes de emitir um sinal eletromagnético detectável, e esse número é determinado por uma série de outros fatores .

A equação é criticada por muitos adorada por tantos outros, mas se você pensar de um certo modo ela é uma tentaiva de organizar a nossa ignorância sobre a existência de vida no universo.

Muitos já tentaram resolver a equação, dando número exatos para cada parâmetros, ou dando estimativas para cada um dos parâmetros.

Algumas soluções indicam que possa sim haver outras civilizações no universo, enquanto outros pesquisadores afirmam que estamos sozinhos.

Dessa vez três físicos resolveram juntar o paradoxo de Fermi, a equação de Drake, modelagens estatísticas, incertezas e com tudo isso tentaram chegar a um valor para N.

A abordagem adotada por eles foi totalmente nova, eles usaram o que chamamos de distribuição de probabilidade para cada um dos parâmetros da equação.

A distribuição de probabilidades reflete muito bem o nosso atual entendimento científico.

O que eles descobriram é que o grau de incerteza seria muito elevado, com muitas ordens de grandeza.

Com isso, quando eles atualizam os valores na luz da observação de Fermi, eles descobrem uma grande probabilidade de nós estamos sozinhos não só na nossa galáxia mas também no universo observável.

A resposta para o Fermi, de acordo com esses físicos, Onde estão todos eles?

Provavelmente extremamente longe de nós e bem possivelmente além do horizonte cosmológico, e jamais serão alcançados.

Essa é uma tentativa de tentar resolver a equação do ponto de vista estatístico, não quer dizer que está totalmente certo, é isso e pronto.

Na verdade, qualquer um pode pegar a equação e tentar resolver ela de alguma maneira cientifciamente embasada, de modo que possa obter outra resposta.

antes de criticar, me chamar de pessimista, me xingar e tudo mais, leia o artigo, combinado.

Fonte:



Artigo:





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Conheça a Missão HERA da Agência Espacial Europeia - Space Today TV Ep.1343

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Para começar nossa celebração do Asteroid Day, um vídeo detalhando a missão HERA da ESA, que em 2026 irá chegar no asteroide binário Dydimos. Entenda o que ela irá fazer por lá, os objetivos da missão e a sua importância!!! Feliz Asteroid Day!!!

Vulcões Explosivos Criaram Feição Geológica Impressionante Em Marte - Space Today TV Ep.1330

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Desde que as sondas Mariner passaram por Marte e orbitaram o planeta na década de 1960, uma formação, sempre chamou a atenção dos cientistas planetários.

Essa formação recebeu o nome de Medusae Fossae, ela tem 1/5 do tamanho dos EUA e é cerca de 100 vezes mais massiva do que o maior depósito vulcânico explosivo da Terra, o que faz dela o maior depósito vulcânico explosivo do Sistema Solar.

Porém, desde sempre, a composição dessa gigantesca feição marciana sempre foi um mistério para os cientistas.

Mas agora esse mistério pode ter chegado ao fim.

Um grupo de cientistas, utilizou dados de várias sondas na órbita de Marte para medir a densidade das rochas que constituem a Medusae Fossae, pela primeira vez.

Eles usaram dados de radar e de gravidade e mostraram que, por exemplo, a Medusae Fossae não possui gelo, pois a densidade encontrada foi de 2/3 da densidade do resto da crosta marciana.

De acordo com os pesquisadores, a Medusae Fossae foi depositada durante erupções vulcânicas explosivas que aconteceram a mais de 3 bilhões de anos atrás em Marte.

As erupções que criaram o depósito podem ter jogado na atmosfera marciana gases que alteraram o clima do planeta, além de ter ejetado água suficiente para cobrir Marte com um oceano global com uma espessura de 9 cm.

A história é muito interessante, gases do efeito estufa exalados durante as erupçòes que criaram a Medusae Fossae podem ter aquecido a superfície de Marte o suficiente para água permanecer líquida na superfície, o que é um bom sinal.

Prorém, gases vulcânicos tóxicos como sulfeto de hidrogênio e dióxido de enxofre podem ter alterado a química da atmosfera e da superfície do planeta e tudo isso pode ter alterado a habitabilidade de Marte.

Isso sugere que o interior de Marte é muito mais complexo do que a gente possa imaginar. Nós sabemos que Marte tem água e dióxido de carbono na sua crosta, mas o interior do planeta deve ter ainda uma grande quantidade de gases voláteis.

O mais incrível sobre a Medusae Fossae é que se fosse distribuir tudo que foi depositado ali globalmente, cobriria o planeta Marte inteiro com uma espessura de 9.7 m, realmente é espetacular esse depósito.

A missão InSight deve ajudar a responder mais muitas questões sobre a complexidade do interior marciano, vamos aguardar.

Fonte:



Artigo:





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Curiosity Completamente Recuperado - Space Today TV Ep.1295

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O rover Curiosity está completamente recuperado em Marte, além de perfurar o solo marciano ele também consegue agora colocar as amostras no seu laboratório para que elas sejam analisadas. Uma grande vitória da equipe de engenharia do JPL que conseguiu arrumar o rover, mesmo ele lá em Marte.

Fonte:





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Tempestade Em Marte Se Intensifica E Atinge Todo o Planeta - Space Today TV Ep.1323

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Vamos falar da tempestade em Marte.

Oficialmente, a tempestade acaba de ser declarada como global, ou seja, está circulando todo o planeta.

Isso é péssimo para o rover Opportunity que depende da energia solar para poder se locomover, gerar energia, entre outras coisas.

enquanto isso, na cratera Gale, o rover Curiosity que não depende da energia solar, pois usa uma pilha nuclear está fazendo imagens do avanço da tempestade.

A quantidade de poeira aumentou consideravelmente nos últimos dias, e o tau ou seja, a névoa atmosférica que bloqueia a luz solar está agora a cima de 8.0 dentro da cratera Gale, o maior valor já registrado pelo Curiosity.

Em cima do rover Opportunity o tau está em 11 muito espesso de modo que nenhuma medida foi mais possível de ser realizada com o rover.

Essa é a primeira vez que uma tempestade global atinge Marte desde 2007, o que significa que é a primeira vez que o rover Curiosity terá a possibilidade de estudar detalhadamente a poeira dessa tempestade.

embora o curiosity não pare de trabalhar por conta desse tipo de situação, o aumento da tempestade, pode trazer alguns riscos para a missão, principalmente para as câmeras do rover.

Essas tempestades são relativamente comuns em Marte, principalmente no hemisfério sul e durante a primavera e o verão, quando o planeta está mais perto do sol, à medida que a atmosfera esquenta, os ventos gerados por maiores contrastes da temperatrua na superfície em diferentes locais mobilizam partículas de poeira de vários tamanhos.

O dióxido de carbono que estava congelado e agora evapora deixa a atmosfera mais espessa e aumenta a pressão atmosfera, isso aumenta o processo ajudando a suspender as partículas de poeira no ar, as nuvens de poeira podem cehgefar a 60 km de alguraura.

As atualizaçòes sobre o rover Opportunity é que ele ainda não fez contato.

Os engenheiros do JPL fizeram uma análise da situação e disseram que as baterias e os componentes eletronicos do opportunity ainda podem estar quentes o suficiente para poder funcionar.

Prorém não se espera ouvir nada do opportunity até que os céus limpem acima do rover, e eles não vão parar de tentar ouvir o rover.

A tempestade não mostrou sinal de se dissipar ainda, e os engenheiros não sabem quanto tempo ela ainda deve durar.

Fonte:





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Ahuna Mons - O Criovulcão de Ceres - Space Today TV Ep.417

Você pensava que o único mistério de Ceres, eram os pontos brilhantes no interior da Cratera Occator? Se enganou, existe outro grande mistério, a sua montanha isolada conhecida como Ahuna Mons.

Os pesquisadores que trabalham com os dados da sonda Dawn da NASA chegaram à conclusão que o Ahuna Mons se formou como um vulcão de lama salgada.

Diferente dos vulcões de rocha derretida, os de lama salgada, ou criovulcões, lançam para os ares, uma água salgada, congelante, muitas vezes misturada com lama.

Esse é um tipo de vulcanismo bem incomum, e além disso, ele se torna especial, pois foi encontrado num planeta anão, algo que muitos cientistas nunca imaginaram encontrar, e além disso, mostra características de que esteve ativo recentemente.

Outro fato que impressiona, normalmente o vulcanismo é identificado em planetas rochosos como a Terra, Marte e Vênus, já Ceres é feito basicamente de sais, geo de água, e lama, ingredientes exóticos e inesperados para gerarem um vulcanismo.

Uma vantagem de se ter um vulcão num objeto como Ceres, é que é possível de certa forma ver o que acontece dentro do planeta anão, além disso, os pesquisadores lembram que em Plutão deve existir o mesmo processo.

A equipe de pesquisadores usou imagens da sonda Dawn e modelos digitais de terreno em 3D para estudar o Ahuna Mons.

Com isso foi possível comparar com processos de formação de montanhas e vulcões na Terra e em Marte e depois desse estudo chegaram à conclusão de que o Ahuna Mons se assemelha muito a domos vulcânicos.

Os pesquisadores definiram que muito possivelmente ele se formou nos últimos 100 milhões de anos, o que em termos geológicos é algo recente e isso pode ser explicado por várias características encontradas no Ahuna Mons, como a superfície brilhante, ausência de crateras, detritos de rochas na base, entre outras.

Não existe nada parecido com o Ahuna Mons no Sistema Solar, é o primeiro vulcão que foi produzido por uma mistura de água salgada e lama, isso faz pensar que Ceres é um objeto de transição.

Não é um mundo totalmente rochoso, como os planetas internos e nem congelado como Plutão.

Os pesquisadores querem aprender mais sobre o Ahuna Mons, para isso farão outras campanhas de observação usando espectrômetros e imagens para identificar os minerais que constituem o criovulcão e integrarão com as imagens.

E assim caminhamos a cada dia, aprendendo um pouco mais sobre o nosso Sistema Solar, a nossa vizinhança cósmica.

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O Passado Empoeirado Do Sistema Solar - Space Today TV Ep.1305

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Há 4.6 bilhões de anos atrás o sistema solar era formado, a partir de campos de poeira interestelar que orbitavam o Sol e foram se agregando até formar os planetas e todos os objetos que conhecemos.

O problema de contar a história do Sistema Solar, é que essa poeira pré-solar não existe mais por aqui, encontrar essa poeira para saber como tudo aconteceu é uma tarefa muito complicada.

Mas é nessa poeira que está registrada a verdadeira história do nosso Sistema Solar.

Essa poeira pré-solar está presente, por exemplo nos cometas que a distribui pelo sistema.

Analisando a coma dos cometas, os astrônomos conseguiram examinar essa poeira e viram que ela possui algo que eles chamaram de GEMS, um acrônimo para vidro com metal e sufetos, parte dessa poeira tem também componentes anômalos indicando que ela pode ter preservado amostras do meio interestelar.

Agora usando dados de sondas e observações feitas em Terra, os astrônomos conseguiram fazer a descrição mais detalhada até o momento da poeira pré-solar.

A ideia é que as GEMS se formaram dentro do meio interestelar através do espalhamento, erosão e outros efeitos sofridos pelos grãos, graças a onda de choque de uma supernova, e que experimentou períodos subsequentes de agregação.

Esse processo foi cíclico, com mais poeira sendo agregada, parcialmente destruída e reformada.

A irradiação dentro do meio interestelar forneceu energia suficiente para a incorporação de pequenas quantidades de átomos de metal.

Depois do colapso da nuvem molecular pré-solar, essa primeira geração de GEMS com metal impregnado se agregou com grãos cristalinos que provavelmente foram transportados da parte quente da nebulosa solar, criando assim uma segunda geração de agregados.

Esses então foram incorporados em pequenos corpos cometários.

A segunda geração provavelmente ocorreu nas regiões mais externas da nuvem em colapso ou no jovem disco protoplanetário, subsequente à condensação de silicatos em altas temperaturas.

Por fim ocorreu a agregação de moléculas org6anicas complexas que precisaram de um ambiente de alta radiação antes de se incorporar em corpos maiores, isso pode ter sido resultado da difusão vertical de poeira acima do plano do Sistema Solar.

Os pesquisadores disseram que isso é uma primeira tentativa de mostrar o que aconteceu bem no início do Sistema Solar, e que óbvio precisam de mais informações para que possam traçar uma imagem completa de como tudo aconteceu.

Mas esse já é um grande passo para entender e restringir como o Sistema Solar realmente se formou.

Fonte:



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Donald Trump Assina A Criação da Space Force - Space Today TV Ep.1318

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Durante a abertura do conselho espacial, o presidente norte-americano Donald Trump assinou a criação da Space Force, um sexto braço militar dos EUA exclusivamente voltado para as questões do espaço, para a defesa espacial e para manter os EUA líder no espaço.

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Jupiter e Saturno Ao Vivo - Teste - Space Today Live

O Legado da Missão Dawn - Space Today TV Ep.1448

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Em Setembro de 2007 era lançada de Cabo Canaveral a bordo de um foguete Delta II, a sonda Dawn da NASA.

Seu principal objetivo, explorar os maiores objetos do Cinturão Principal de Asteroides do Sistema Solar e tentar ajudar a contar a história da formação do nosso sistema planetário.

De 2011 até 2012, a sonda Dawn explorou o asteroide Vesta.

Em Vesta, a Dawn mapeou suas crateras, mostrou que existiam muitas crateras grandes no hemisfério norte do planeta sugerindo que no cinturão de asteroides haviam objetos maiores que os astrônomos pensavam antes.

Ela também revelou em detalhe uma montanha que tem o dobro da altura do Monte Everest e Cânions que rivalizam em tamanho com o Grand cânion na Terra.

A sonda Dawn confirmou que Vesta é a fonte de uma família muito comum de meteoritos.

Depois disso, a sonda partiu para outro grande objeto no cinturão de asteroides, o planeta Anão Ceres.

No dia 6 de Março de 2015 ela chegou em Ceres e começou a investigar detalhadamente esse objeto.

Em Ceres, a Dawn descobriu a química de um antigo oceano.

Investigou os pontos brilhantes e descobriu que eles eram na verdade formados por sais, principalmente carbonato de sódio.

A sonda Dawn, descobriu que algumas regiões de Ceres eram geologicamente ativas até recentemente.

E descobriu também na superfície do planeta anão, moléculas orgânicas.

A sonda Dawn é a única que orbitou objetos no Cinturão Principal de Asteroides do Sistema Solar, e a única a entrar em órbita de dois objetos.

Ela conseguiu isso graças a sua propulsão iônica.

A missão da sonda Dawn está acabando, entre Setembro e Outubro de 2018, a hidrazina, o seu combustível estará esgotado e ela será incapaz de se comunicar com a Terra.

Pelo fato de Ceres ter interesse na busca por algum tipo de vida no Sistema Solar, a sonda Dawn ficará em órbita de Ceres, sem se chocar com o planeta anão.

Na verdade será como se Ceres tivesse ganho um satélite, um satélite artificial feito pelo homem.

Mais uma das grandes missões da NASA chega ao fim, mas o seu legado sobre o que sabemos a respeito da origem e da evolução do nosso Sistema Solar é um feito grandioso.

Valeu Dawn!!!

#Dawn

Fonte:

Viver Em Alpha Centauri Não É Tão Perigoso - Space Today TV Ep.1303

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Um dos grandes dramas quando se encontra um planeta que pode ser habitável, ou quando se encontra um planeta parecido com a Terra, é como ele se comporta mediante a radiação emitida pela sua estrela.

Principalmente, os raios-X emitdidos pela estrela que podem acabar com a atmosfera de um exoplaneta e por fim com a vida nele.

E quando falamos de exoplanetas, estrelas que podem ter planetas parecidos com a Terra, nada melhor do que pensarmos no sistema estelar mais próximo da Terra.

Estamos falando do sistema estelar de Alpha Centauri.

Alpha Centauri é um sistema estelar triplo, formado pelas estrelas A e B que é um par de estrela binária e pela C, que também é conhecida como Proxima Centauri.

A Alpha Cen A, é uma estrela muito parecida com o Sol, incluindo a idade, a B é um pouco menor e um pouco mais apagada que o Sol, mas muito parecida também, e a C é uma anã vermelha muito ativa.

E como elas se comportam com relação à emissão de raios-X?

Para isso o Chandra o Observatório de Raios-X da NASA monitorou o sistema por mais de uma década fazendo imagens a cada 6 meses e conseguiu assim mapear a emissão de raios-X e entender qual seria a consequência disso para a vida.

E os resultados mostraram que.

Aplha Cen A, tem uma condição melhor até mesmo que o Sol com relação ao bombardeamento de raios-X que faria em um exoplaneta ali presente, seria o melhor lugar para se procurar um planeta parecido com a Terra na zona habitável, pois a estrela fornece excelentes condições.

Alpha Cen B, também é bem tranquilo, um pouco pior que a A , com algumas flares de raios-X.

Já Proxima Cen nós sabemos que não é um lugar muito bom, ela frequentemente emite perigosas flares de raios-X e é muito hostil para a vida, planetas na zona habitável de Proxima Cen, como é o caso de Proxima b recebem em média 500 vezes mais raios-X que a Terra recebe do Sol, e em ocasiões de grandes flares, chegam a receber 50 mil vezes mais.

concluindo, o sistema Alpha centauri é um sistema bom para se procurar por planetas na zona habitável, desde que esse planeta esteja orbitando ou Alpha A ou B.

fonte:



Artigo:





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O Lixeiro Espacial da ESA - Space Today TV Ep.759

Desde o dia que o primeiro satélite entrou na órbita da Terra, teve início um drama, o problema do lixo espacial.

Óbvio que a cada dia que passa, cada lançamento que observamos, adiciona mais lixo na nossa órbita e esse é um problema que vem tirando o sono de muita gente.

Talvez, uma das agências mais engajadas em tentar resolver esse problema é a agência espacial europeia, a ESA.

Existem atualmente várias iniciativas para se construir um lixeiro espacial, o Japão já começou a testar uma técnica, e a própria ESA já fez um congresso sobre essa problemática.

Agora, um pesquisador está propondo uma técnica diferenciada para se limpar a órbita da Terra.

A técnica proposta por ele é baseada em aplicar forças magnéticas para atrair ou repelir um determinado satélite que se pretenda tirar da órbita. Ou jogando ele de forma segura e programada na Terra, ou simplesmente desviando sua órbita para um local seguro.

A vantagem é que essa técnica usaria algo que todos os satélite possuem, uma barra de torque magnético.

Seria construído um satélite lixeiro, que teria um poderoso campo magnético que seria alcançado com cabos supercondutores resfriados a temperaturas criogênicas.

A ideia é na verdade parte da tese de doutorado do pesquisador, que está trabalhando nos sistemas de guiagem, navegação e controle.

Se isso vai dar certo ou não é outra história, mas o importante nesse momento é ter as ideias para tentar de alguma forma, aos poucos, limpar a órbita da Terra.

E você o que acha dessa técnica, e qual técnica gostaria de propor para um lixeiro espacial? Deixe aí nos comentários.

Fonte:



Vídeo do canal Homem do Espaço Sobre Lixo Espacial:



Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





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40 Anos Da Descoberta de Caronte - Space Today TV Ep.1326

Live do lançamento do Electron:



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Dia 22 de Junho de 2018, ház exatos 40 anos, um objeto interessante do nosso Sistema Solar foi descoberto.

Estamos falando de Caronte, o maior satélite natural de Plutão.

No dia 22 de Junho de 1978, o astr6onomo Jmaes Christy do Observatório Naval dos EUA estava fazendo uma série de observações de Plutão, quando ele viu nas imagens feitas um pequeno calombo.

Ao observar outras imagens ele viu que essa saliência persistia nas imagens, mas ficava mudando de lado com relação a Plutão.

Ele conseguiu calcular o período de rotação dessa saliência, ela levava 6.39 dias para dar uma volta em Plutão.

No momento ele tinha duas opções, ou Plutão tinha uma montanha gigantesca em sua superfície, ou ele tinha acabado de descobrir um satélite natural de Plutão, algo que desde a descoberta do planeta em 1930 por Clyde tombaugh nunca havia sido cogitado.

Christy vasculhou outras imagens feitas pelo Observatório Naval e notou a saliência em várias imagens, ele conseguiu medir o 6angulo em que ela aparecia, Robert Harrington fez cálculos do que seria a órbita caso a saliência fosse um satélite natural.

E na noite de 2 de Julho de 1978 usando o telescópio de 61 polegadas do Observatório Naval eles registraram a saliência onde os cálculos haviam previstos.

Eles tinham encontrado um satélite natural de Plutão, e 5 dias depois da confirmação fizeram o anúncio público.

Caronte, tem o tamanho do estado norte-americano do Texas, é o maior satélite do Sistema Solar, em tamanho relativo com o seu planeta, além disso, Plutão e Caronte, formam o único sistema binário do Sistema Solar, cuja formação aconteceu através de um violento choque.

Em 14 de Julho de 2015, a sonda New horizons passou a cerca de 29 mil quil6ometros de distância de Caronte e fez imagens sensacionais do satélite, revelando feições espetaculares.

Caronte possui um cinturão de fraturas e cânions que se espalha por cerca de 1600 km, quatro vezes maior que o Grand Canyon, e duas vezes mais profundo em determinados locais.

Esse imenso cinturão tect6onico de Caronte, indica que ele possuía um oceano em subsuperfície e à medida que o oceano foi congelando, o gelo se expandiu, fraturando a superfície do satélite natural.

Outra feição interessante de Caronte é a região polar avermelhada.

O gás metano escapa de Plutão e é aprisionado pela gravidade de Caronte, após ser aprisionado, o gás congela na superfície polar do satélite.

Um processamento químico causado pela luz ultravioleta do Sol, transforma o metano em hidrocarbonetos mais pesados e eventualmente em um material org6anico avermelhado chamado de tolina.

Desde a descoberta há 40 anos, Caronte vem nos surpreendendo muito, parabéns a esse pequeno mundo do nosso sistema solar.

fonte:





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