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Novidades Sobre a Foto do Buraco Negro - Space Today TV Ep.1277

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Novidades Sobre a Foto do Buraco Negro - Space Today TV Ep.1277

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Cadê a foto do buraco negro?

Se você é um dos que me faz essa pergunta, assista a esse vídeo.

Para quem não está por dentro de toda a história, em Abril de 2017, uma combinação de telescópios espalhados por todo mundo observou o buraco negro no centro da nossa galáxia, o chamado Sagittarius A*.

Esse grande projeto recebe o nome de Telescópio do Horizonte de Eventos e tem como objetivo de alguma forma gerar a imagem do horizonte de eventos do buraco negro supermassivo da nossa galáxia.

Porém isso algo que não é muito fácil de ser feito, os modelos e os algoritmos levam em conta efeitos relativísticos e isso complica muito o processamento de dados.

Em 2013, o APEX que fica no Chile, realizou uma observação do Sagittarius A*, na verdade não foi ele sozinho, ele e mais alguns telescópios espalhados pelo mundo, mas como o APEX está localizado no hemisfério sul a sua particpação foi decisiva.

Com o APEX a resolução de observação foi de 3 raios de Schwarzchild, o que é impressionante.

Com os dados do APEX, os pesquisadores começaram um processo de ajuste de modelo e ficaram bem felizes pelo fato de que a estrutura em anel do buraco negro se ajusta bem aos dados, embora ainda exista alguma ambiguidade e outros modelos como a compisção de bright spots também pode ser considerado.

Essas observações feitas com o APEX serão integradas às demais observações feitas em Abril de 2017 com os demais telescópios, e assim os pesquisadores esperam estar caminhando para fazer a tão sonhada imagem do buraco negro.

Tudo isso é ótimo.

A notícia que não é tão boa é que no texto publicado na Newsweek afirma que os pesquisadores esperam ter a imagem do buraco negro no final desse ano de 2018, então, só nos resta esperar.

Fontes:





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CALMA!!! AINDA NÃO É A FOTO DO BURACO NEGRO | SPACE TODAY TV EP.1679

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Talvez, uma das coisas mais esperadas dos últimos anos seja a tão famosa e tão falada, foto do buraco negro, a ideia dos astrônomos basicamente foi integrar grandes rádio telescópios do mundo, criar um telescópio vitualmente do tamanho da Terra e apontar para o centro da nossa galáxia.

Lá reside o nosso buraco negro supermassivo com uma massa equivalente a 4 milhões de vezes a massa do Sol e que é chamado de Sagittarius A*.

Os dados para fazer essa imagem foram adquiridos em Abril de 2017, mas o processo até chegar na imagem não é fácil.

A região onde se encontra o buraco negro não é uma região tranquila, e muito menos limpa, é uma região completamente tomada por muita poeira e gás, por muitas estrelas, e todo o tipo de interferência que pode e prejudica na tentativa de imagear o buraco negro.

Essa semana saiu uma imagem que fez muita gente pensar que já era a foto do buraco negro. Bem de certa forma até é, embora não seja a foto esperada.

como eu disse a região onde está o buraco negro é muito conturbada, e os pesquisadores precisam ter certeza que irão conseguir remover com sucesso todo esse ruído causado por tudo que existe ali.

Para fazer isso, eles fizeram imagens do buraco negro, usando as antenas do ALMA e uma frequência muito específica, a chamada 86Ghz, só para lembrar essa frequência é usada a cerca de 20 anos para imagear aquela região.

com os dados nessa frequência, os pesquisadores puderam identificar tudo que faz a luz, digamos, espalhar nas vizinhanças do buraco negro.

Usando técnicas de filtragem avançada, eles conseguiram limpar totalmente o dado e apresentaram o que seria então a imagem da fonte que emite energia do buraco negro.

Mas como assim?

Bem, o buraco negro em si, na gente sabe não emite energia, porém o disco de acreção a sua volta emite, os jatos relatívisticos, essa na verdade é uma grande dúvida com relação ao Sagittarius A* se ele tem ou não esses jatos.

Essas imagens em ondas de rádio mostram que ele tem e que esses jatos estão apontados na nossa direção, o que não tem perigo algum.

Mas o mais importante foi que os dados adquiridos em 86 Ghz pelo ALMA e 12 outros rádio telescópios, mostraram que os dados adquiridos em 2017 em outra frequência a de 230 GHz, não serão prejudicados, já que agora, eles conseguem restringir o modelo.

A foto está próxima, o trabalho dos pesquisadores continua intenso e tudo isso que está sendo feito é para que a foto mostre o nosso buraco negro realmente como ele é, sem borrões, sem ruídos e sem nada, o nosso buraco negro, nu e cru.

#FotoDoBuracoNegro #EHT #SagittariusA*

fonte:



Artigo:

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A FOTO DO BURACO NEGRO É SÓ O COMEÇO!!! | SPACE TODAY TV EP.1780

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Em Abril de 2017, enquanto os astrônomos usavam o EHT para observar o buraco negro na galáxia M87, outros instrumentos também fizeram observações.

Um deles foi o Observatório Espacial de Raios-X Chandra da NASA.

A ideia é fazer uma análise multiespectral, ou seja, ter uma visão muito mais completa e abrangente do objeto que está sendo estudado.

O EHT observou o buraco negro em comprimentos de onda de rádio e o Chandra em raios-X.

O Chandra, também tem uma visão muito mais ampla que o EHT onde é possível observar o comprimento completo do jato de matéria que é expelido pelo buraco negro.

Esse jato se estende por cerca de 1000 anos-luz desde o centro da galáxia.

A astronomia atualmente tem essa vantagem, de ao estudar um objeto observá-lo com a maior quantidade de instrumentos e instrumentos que operam nos mais diferentes comprimentos de onda.

Isso fornece um estudo multiespectral muito importante para que possamos realmente entender o que acontece com o objeto.

Embora hoje tenhamos em mãos a imagem de um buraco negro existem muitas questões que precisam ser estudadas e respondidas.

E só esse estudo multiespectral pode fazer isso.

Ao combinar os dados obtidos pelo EHT com o Chandra, e o NuSTAR (outro observatório espacial de raios-X da NASA usado para observar o buraco negro da M87), os pesquisadores poderão entender.

Como o buraco negro acelera algumas partículas a energias tão altas.

Como os buracos negros produzem esses jatos, que já são estudados a muitos anos.

Como é a física no ambiente extremo de um buraco negro.

A foto, foi só o início, tem muita coisa muito interessante por vir ainda.

#FotoDoBuracoNegro #M87 #EHT

Fonte:

4 COISAS QUE IREMOS APRENDER COM A FOTO DO BURACO NEGRO | SPACE TODAY TV EP.1773

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Está chegando a hora, e a ansiedade só aumenta.

Vamos falar mais um pouco sobre a foto do buraco negro.

Já falei em um vídeo aqui, 6 pontos interessantes que podemos esperar com a tão famosa foto do buraco negro, e hoje reuni mais 4 coisas que poderemos aprender com essa imagem.

Não só com a imagem, mas sim, com todos os dados que foram adquiridos.

1-) Como é um buraco negro?

Essa realmente é uma questão complicada, como observar algo que não emite luz, não é mesmo, mas dessa vez, através da sombra do seu horizonte de eventos teremos uma boa ideia, finalmente, de como é um buraco negro.

O que temos hoje, são simplesmente posições com base, principalmente em emissões de raios-X e em movimentos de massas ao redor de pontos invisíveis, onde calculamos a massa, e concluímos que ali deve ter um buraco negro.

Mas dessa vez é diferente, poderemos ter uma noção muito boa de como ele realmente é. Simulações feitas durante esses 2 anos, já anteciparam um pouco como ele deve parecer, mas vale lembrar que as simulações foram feitas com base em modelos teóricos, agora teremos a imagem para comprovar ou não toda a teoria.

Os pesquisadores já esperam algo um pouco assimétrico devido aos desvios que a luz irá sofrer de modo que um lado pode parecer mais brilhante que outros, mas tudo isso será respondido na quarta-feira, dia 10 de Abril de 2019.

2-) O Maior Teste da Teoria Geral da Relatividade de Einstein

Desde que foi criada a Teoria Geral da Relatividade de Einstein, vem sendo testada nos mais diferentes ambientes.

Na Terra, em satélites, perto do Sol, em galáxias distantes, e até então tem se saído bem.

Mas agora chegou a hora de testar a teoria no ambiente mais extremo.

As simulações que foram feitas, baseadas na Teoria Geral da Relatividade, mostram como a imagem deve ser, mas e se ela for diferente.

Alguns já sabem o que pode acontecer, um trabalho rodou 12 mil simulações usando teorias alternativas para mostrar como seria a imagem do buraco negro, ou seja, ou ele se parece com o que a Teoria da Relatividade previu, ou com algumas das teorias alternativas e aí, seria um grande baque para muitos físicos.

Vale lembrar que o ESO já estudou essa região, e descobriu que uma nuvem de gás perto do SGR A* respeitava perfeitamente a Teoria Geral da Relatividade.

Mas a prova definitiva, só teremos no dia 10 de Abril.

3-) Existem pulsares ao redor do SGR A*?

Outra maneira de testar a Teoria Geral da Relatividade ao redor do buraco negro é estudar como a luz das estrelas se comportam.

Mas isso não é muito fácil, por isso os pesquisadores procuram ali ao redor um tipo especial de estrela, um pulsar.

Um pulsar é uma estrela de nêutrons em alta rotação que emite pulsos muito precisos que sofreriam desvios e esses desvios poderiam ser estudados, comprovando ou não o que a teoria prevê.

Até hoje, os pesquisadores não conseguiram encontrar nenhum pulsar ao redor do SGR A*.

Mas o EHT observou em detalhe a região, e existe a esperança que exista ali escondido algum pulsar, então existe uma parte dos cientistas que está interessada nessa busca por pulsares nos dados do EHT para novamente colocar à prova a Teoria Geral da Relatividade.

4-) Como são gerados os jatos relativísticos dos buracos negros?

Isso mesmo, alguns buracos negros supermassivos geram jatos relativísticos.

Os jatos na verdade são gerados pela matéria que está super aquecida e acelerada no disco de acreção que circunda o buraco negro.

Um buraco negro que se encontra num processo voraz de alimentação, parte da matéria não cai em sua direção, fica nesse disco de acreção, e devido ao super aquecimento, são gerados jatos relativísticos, jatos que as vezes atravessam toda a galáxia.

O nosso buraco negro, o SGR A* é um buraco negro calmo, não está nesse processo de alimentação então não tem esse jato, mas o da M87 tem.

Esse buraco negro tem o equivalente entre 3.5 e 7.22 bilhões de vezes a massa do Sol, é um monstro se comparado aos 4 milhões de vezes a massa do Sol do SGR A*.

Por esse motivo, estudar o buraco negro da M87 é tão importante, esse estudo poderá responder questões, sobre, como esses jatos relativísticos são gerados.

Quando vamos ter essa resposta?

Dia 10!!!

Aguardem, falta muito pouco e depois vamos voltar aqui com algumas dessas respostas e com certeza com muitas outras questões!!!

#FotoDoBuracoNegro

Fonte:

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6 QUESTÕES QUE A FOTO DO BURACO NEGRO PODE AJUDAR A RESPONDER | SPACE TODAY TV EP.1772

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Todo mundo já está sabendo que dia 10 de Abril de 2019 deve sair a tão falada, esperada e famosa foto do buraco negro.

Bem, como vocês sabem, a foto não é do buraco negro em si, mas sim algo como sendo a sombra do horizonte de eventos na matéria atrás do buraco negro.

A teoria por trás disso é muito complexo, não é atoa que os institutos de pesquisa levaram exatamente 2 anos desde a aquisição dos dados até apresentarem o resultado final.

PAra poder fazer isso, os pesquisadores envolvidos no chamado EHT - Event horizon Telescope usaram de forma integrada os maiores rádio telescópios na Terra, criando um instrumento que virtualmente tem o diâmetro do nosso planeta.

Só assim para poder imagear com alguma resolução o buraco negro central da Via Láctea.

Os pesquisadores também imaginaram outro buraco negro o da galáxia M87, mas só dia 10 saberemos o que eles vão mostrar.

O que é importante vocês entenderem que o que vamos ver não é simplesmente uma imagem e pronto.

Existem grandes questões sobre os buracos negros que essa “imagem” poderá ajudar a responder.

Separei 6 grandes questões aqui para que possamos nos preparar para a imagem do dia 10 de Abril.

Esse dia já entrou para a história.

1-) A Teoria Geral da Relatividade Acertou o Tamanho do Buraco Negro

De acordo com a Teoria Geral da Relatividade de Albert Einstein, com base na medida da massa do buraco negro no centro da Via Láctea, o seu horizonte de eventos deve ter 11 micro arcos de segundo de diâmetro, mas não devemos receber emissão nenhuma de um diâmetro de 37 micro arcos de segundo já que dentro dessa distância a matéria já iria se espiralar em direção à singularidade. O EHT tem uma resolução de 15 micro arcos de segundo, ou seja, ele é capaz de ver o horizonte de eventos e além disso, de medir o seu tamanho e confirmar ou não a teoria. Isso quer dizer que esse é mais um teste para a Teoria Geral da Relatividade.

2-) Qual o alinhamento do disco de acreção do buraco negro?

O disco de acreção é uma região onde a matéria fica circulando o buraco negro, de forma super aquecida e super acelerada, nós nunca vimos um, e muitas dúvidas existem sobre ele. Será que existe um jato de material sendo expelido, ou será que temos uma emissão de uma região ao redor, qual a orientação do disco de acreção, de lado, de frente para nós, ou formando algum outro ângulo? Vamos descobrir em breve.

3-) O horizonte de eventos é circular como previsto, ou ele tem uma forma diferente?

Embora os buracos negros devam ter algum tipo de rotação, a teoria prevê que o seu horizonte de eventos seja circular, representando bem uma esfera. Mas outras formas são possíveis. O objeto pode ser abaulado perto do equador, pode ser mais falado. Mas a teoria geral da relatividade prevê que seja circular, dia 10 saberemos.

4-) Por que o buraco negro gera uma flare?

Quando um buraco negro está num estado mais tranquilo, sem gerar flares, assinaturas específicas aparecem no seu horizonte de eventos, mas quando ele gera flares existem outras feições ao seu redor. Como aparece essa emissão? Ela é turbulenta ou não? Ela tem pontos mais quentes como previsto pela teoria? Além dessas flares, poderemos aprender sobre o campo magnético do buraco negro.

5-) Usar raios-X para medir a massa do buraco negro realmente funciona?

Atualmente existem duas maneiras de se calcular a massa de um buraco negro, ou através do efeito gravitacional que ele gera nas estrelas e nuvens de gás e poeira ao seu redor, ou através das emissões de raios-X dos gases à sua volta. E esses valores dão resultados diferentes. Por exemplo, o SGR A* tem uma massaje 4 milhões de vezes a massa do Sol quando medida usando a sua força gravitacional e de 2.5-2.7 milhões de vezes a massa do Sol usando os raios-X. Espera-se que sejam apresentados resultados também do buraco negro da M87 e com isso poderemos ver o que acontece. Caso essa diferença realmente exista, uma parte da astrofísica terá que ser repensada.

6-) O buraco negro se movimenta como previsto?

A teoria sobre buracos negros supermassivos diz que eles se movimentam com o passar do tempo, e essa posição aparente muda de forma significativa. Tudo bem, leva anos para isso acontecer e provavelmente não é com um foto que veremos isso, mas a imagem feita pelo EHT poderá mostrar sinais que esse movimento exista, isso é o equivalente cósmico ao Movimento Browniano.

#FotoDoBuracoNegro

Fonte:

Cadê a Foto do Buraco Negro? - Space Today TV Ep.1062

E aí, cadê a foto do buraco negro?

Talvez uma das perguntas mais feitas desde o final de 2017 é essa, cadê a foto do buraco negro que foi tão prometida.

Só para lembrar, no mês de Abril de 2017, várias antenas da Terra, formaram um telescópio que tinha virtualmente o diâmetro do nosso planeta, usando a técnica de intereferometria elas ficaram alguns dias apontadas para o centro da Via Láctea, adquirindo dados do Sagittarius A* o buraco central supermassivo no centro da Via Láctea.

Depois de adquiridos os dados foram para a parte de processamento, passaram por laboratórios no MIT e também no Max Planck Institute na Alemanha, onde será gerada a imagem final.

O processo de aquisição não foi fácil e muito menos o processo de processamento dos dados.

Sào muitos dados para serem processados e usando complexos algoritmos computacionais, que usam como base as equações da relatividade para que no final possamos ter a imagem do horizonte de eventos do buraco negro Sagittarius A*.

O que aconteceu é que entre todos os participantes da campanha de observação, um dos observatórios teve problemas, é o Observatório do Polo Sul.

Os dados desse observatório foram recebidos no MIT e no Max Planck, no dia 13 de Dezembro e em nota, os integrante do programa EHT que é o Telescópio do Horizonte de Eventos disse que depois da entrega, eles precisariam de 3 semanas para processar os dados e integrar com os demais dados.

3 semanas desde o dia 13 de Dezembro foi em 3 de Janeiro.

Levando em consideração que eles precisam de mais algum tempo para a análise final dos dados, dentro de algumas semanas poderemos ter a tão esperada foto do buraco negro, aguardem que logo estará aqui.

Deixo uma pergunta para vocês, o que vocês acham que sai primeiro o lançamento do Falcon Heavy, que está sem data, mas está falado para o final de Janeiro, ou a foto do buraco negro, que deve demorar algumas semanas para ficar pronta? #TeamFalconHeavy #TeamBuracoNegro, deixem nos comentários.

O importante é que esse começo de ano promete!!!

Fontes:





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SciCast Sobre Astronomia Amadora:



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Chegou a Hora!!! Vamos Observar Um Buraco Negro - Space Today TV Ep.614

Fotografar um buraco negro, é possível? Óbvio que fotografar o interior de um buraco negro, ou o que acontece além do horizonte de eventos, é algo impossível, pois a partir do horizonte de eventos, nada consegue escapar, nem mesmo a luz.

Agora, fotografar o horizonte de eventos é sim algo possível, porém para realizar esse feito seria necessário um telescópio gigantesco, para se ter uma ideia, para fotografar o horizonte de eventos do buraco negro no centro da Via Láctea, seria necessário um telescópio que tivesse, virtualmente o diâmetro do planeta Terra.

E será que isso é possível? Não só é possível, como está pronto para operar.

A iniciativa se chama Event Horizon Telescope, ou Telescópio do horizonte de Eventos.

O objetivo é integrar os grandes radiotelescópios do mundo, e a através de uma técnica chamada de interferometria e assim conseguir observar o horizonte de eventos do buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea.

Para quem não sabe, o buraco negro central da Via Láctea, se chama Sagitarius A*, está localizado a cerca de 26 mil anos-luz de distância da Terra, e obviamente nunca foi observado.

O que se tem são indícios de sua existência devido a observação das estrelas ao redor se movimentando de forma muito rápida, o que sugere um objeto extremamente denso no centro.

O seu horizonte de eventos tem cerca de 20 milhões de km, parece muito, mas na distância que ele está não é nada, é só mesmo, um telescópio do tamanho da Terra é capaz de observar.

O EHT usa uma técnica chamada de VLBI (Very Long baseline array interferometry).

Na verdade a técnica consiste em combinar o poder das maiores antenas de rádio telecópios do mundo todos olhando para um mesmo alvo ao mesmo tempo.

Com a recente adição do ALMA ao EHT sua sensibilidade foi extremamente melhorada.

além dos instrumentos, o local onde ficarão armazenados os dados já está pronto esperando a quantidade enorme de informação. A capacidade de armazenamento é equivalente a de 10000 laptops tradicionais.

Além de tudo isso, obviamente o algoritmo que irá fazer a análise dos dados já está bem desenvolvido.

E para ter uma certeza no sucesso do experimento, simulações já foram rodadas levando em consideração as equações de Einstein.

E o efeito que os astrônomos esperam observar é a sombra do buraco negro na matéria subjacente e quando essa sombra acontecer, o horizonte de eventos se tornará proeminente.

Agora a pergunta que não quer parar? Quando teremos essa imagem?

Os astrônomos pretendem fazer a campanha de observação entre 5 e 14 de Abril de 2017, mas devido à complexidade das análises, provavelmente a primeira imagem só fique pronta em 2018, ah, e só para lembrar não tem nada da NASA nisso.

Além obviamente de fazer a imagem do horizonte de eventos, que será algo extraordinário, esse experimento poderá provar mais uma vez a teoria da relatividade de Albert Einstein. Muitos efeitos só provados teoricamente poderão ser testados nessa observação.

E não existe melhor lugar para testar a teoria da relatividade do que o ambiente extremo nas vizinhanças de um buraco negro.

Será que esse ano conseguiremos esse fato extraordinário? vamos aguardar e estarei aqui anunciando para vocês as novidades.

Fonte:



SciCast Sobre Buracos Negros:



Oposição de Vesta:





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Como Será A Foto do Buraco Negro? - A Sombra de Einstein - Space Today TV Ep.1522

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Vamos falar de buracos negros.

Os buracos negros ocorrem quando uma estrela de grande massa chega ao fim da sua vida, depois de uma explosão de supernova, se o caroço que sobrar for massivo o suficiente ele se colapsa num ponto incrivelmente denso, chamado de singularidade.

Quando o gás, estrelas e qualquer outra matéria passa perto o suficiente desse ponto, ou seja, dentro do chamado horizonte de evento, essa matéria cai então no buraco negro.

Quanto mais matéria o buraco negro engole, mais massivo ele fica e o horizonte de eventos se expande.

Os buracos negros aparecem com diferentes massas, os supermassivos no centro das galáxias, os de massa intermediária ainda um mistério, e os de massa estelar, esses podem ser mais comuns.

Estima-se que só na Via Láctea existam 100 milhões de buracos negros de massa estelar.

No centro da nossa galáxia a uma distância de 26 mil anos-luz da Terra, existe um buraco negro supermassivo, o chamado Sagittarius A*.

Esse nosso buraco negro tem uma massa equivalente a 4 milhões de vezes a massa do Sol.

Os astrônomos só conseguiram entender por completo os buracos negros o dia que conseguirem observar esses objetos.

Mas como observar um buraco negro?

Há cerca de 4 anos, teve início um projeto audacioso, o chamado Telescópio do Horizonte de Eventos, que tem como objetivo fazer a tão falada e tão famosa imagem do buraco negro.

Mas não é bem assim.

Quando a matéria está caindo no buraco negro ela ica superaquecida e emite luz, quando essa luz passa pelo horizonte de eventos ela é desviada pela força gravitacional do buraco negro.

Essa luz desviada, como se tivesse uma lente acaba delimitando uma região escura, que os astrônomos chamam de sombra do buraco negro.

O tamanho dessa sombra estima-se seja cerca de 2 vezes e meia o tamanho do horizonte de eventos.

Para que o Telescópio do Horizonte de Eventos funcione, só existem dois buracos negros que ele é capaz de fazer imagens.

O nosso, o Sagittarius A* e o buraco negro no centro da galáxia M87, esse com 7 bilhões de vezes a massa do Sol.

Para o SGR A* a sombra tem um tamanho de 30 milhões de km, e para o buraco negro da M87 essa sombra é milhares de vezes maior.

Os astrônomos então querem estudar a sombra do buraco negro para obter informações do próprio buraco negro, e essa imagem será conclusiva para a existência dos buracos negros.

Além da singularidade e do horizonte de eventos, outra característica importante dos buracos negros são os jatos que ele emite.

NA verdade, o jato é emitido por uma região ao redor do buraco negro, à medida que a matéria cai no buraco negro ela se torna superaquecida e parte da matéria é expelida na forma de jatos relativísticos.

O Sgr A* não deve apresentar esses jatos, pois ele é um buraco negro calmo, engole uma estrela a cada 10 mil anos.

Mas os jatos também são importantes para entender os buracos negros.

Se os jatos existirem o EHT será capaz de detectá-los.

Isso porque o EHT na verdade é um telescópio que virtualmente tem o diâmetro do planeta Terra e é formado por 7 rádio telescópios espalhados pelo mundo.

durante uma semana em 2017 essa rede de telescópios adquiriu os dados necessários para fazer a tão falada imagem.

Mas essa imagem ainda não ficou pronta.

Os astrônomos têm simulações de como ela deve ser no final, que é essa que estou mostrando para vocês.

A complicação está no fato de que para gerar essa imagem é preciso construir códigos computacionais que levam em consideração as equações da teoria da relatividade de Einstein.

As equações geram previsões interessante,.

A sombra do Sgr A* deve ser praticamente circular, caso ela não seja, algo pode estar errado com a teoria da relatividade.

Ajustar todos os dados adquiridos, construir os códigos computacionais que levam em consideração as equações da relatividade, testar tudo isso, rodar esses códigos, processar os dados e no final obter a imagem, é uma tarefa um tanto complicada e por isso essa demorana geração da imagem da sombra do buraco negro.

Mas com as simulações feitas até agora, temos uma boa ideia de como essa imagem será.

Vamos aguardar e acredito que em breve a imagem estará prontinha para podermos apreciar.

Fonte:

Os Misteriosos Buracos Negros de Massa Intermediária - Space Today TV Ep.1274

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Com relação ao tamanho vocês já sabem, mas sempre é bom lembrar que os buracos negros podem ter massa estelar, podem ter massa intermediária e podem ser supermassivos.

Os buracos negros de massa estelar já foram detectados por meio das ondas gravitacionais, além de outros tipos de estudos, os buracos negros supermassivos são conhecidos por habitarem a maior parte das galáxias do universo.

Agora os buracos negros de massa intermediária, esses são os mais misteriosos.

Esse tipo de buraco negro tem uma massa entre 100 e 1 milhão de vezes a massa do Sol e eles podem ser um estágio evolutivo intermediário entre os buracos negros de massa estelar e os supermassivos.

O problema que detectar esses buracos negros de massa intermediária é um grande desafio para os astrônomos, até o momento eles só possuem alguns poucos candidatos.

Nada melhor então do que você ter uma base de dados respeitada para buscar por esse tipo de buraco negro.

Um grupo de pesquisadores resolveu analisar cerca de 1 milhão de galáxias pertencentes ao projeto Sloan Digital sky survey atrás desses buracos negros de massa intermediária.

Para isso eles procuraram por núcleos galácticos ativos, que não se encaixavam nas definições que são usadas para buracos negros supermassivos.

Com isso eles detectaram 305 candidatos a buracos negros de massa intermediária.

De posse desses 305 candidatos eles foram vasculhar nos dados de observatórios como o chandra atrás de alguma pista.

Dos 305, os pesquisadores chegaram a 10 núcleos ativos de galáxias que podem ser buracos negros de massa intermediária, variando entre 36000 e 316000 vezes a massa do Sol.

Esses seriam os buracos negros menos massivas encontrados no centro de galáxias até hoje.

Os pesquisadores encontraram uma relação interessante, que quanto maior o buraco negro, maior é o bulbo central de estrelas de uma galáxia, e eles podem agora usar esse tipo de relação na busca de outros buracos negros de massa intermediária.

O que se mantém misterioso ainda é a origem desses buracos negros.

Uma hipótese é que eles surjam de buracos negros de massa estelar que rapidamente devora gás ao seu redor, se transformando num buraco negro intermediário, que por sua vez se funde com outros e forma buracos negros supermassivos.

Outra possibilidade é que os buracos negros de massa intermediária poderia ser originar a partir da colisão de estrelas em aglomerados estelares globulares, onde a densidade de estrelas é elevada.

E uma outra ideia é que eles poderiam até se formar pelo colapso de grandes nuvens de gás e poeira no universo primordial.

Os pesquisadores estão atualmente usando o Telescópio Magellan no Chile para investiar outros 13 possíveis candidatos e os novos telescópios poderão ajudar nessa busca também.

O que é importante notar é que a resposta para a origem dos buracos negros só vai surgir quando os pesquisadores tiverem uma grande quantidade desses buracos negros registrados e assim seus modelos poderão ser refinados.

Fonte:



Artigo:





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A Primeira Foto de Um Buraco Negro - A Aquisição dos Dados - Space Today TV Ep.677

A semana de 3 a 7 de Abril de 2017, já pode ser considerada histórica para a astronomia.

Durante essa semana um esforço usando as maiores antenas, os maiores radio-telescópios do mundo, foi feito mirando um objeto intrigante, o buraco negro supermassivo Sagittarius A* localizado no centro da Via Láctea.

Esse esforço é conhecido como EHT, ou Telescópio do Horizonte de Eventos, e tem como objetivo fazer pela primeira vez na história a imagem do horizonte de eventos de um buraco negro.

Durante 5 dias as antenas dos telescópios do Polo Sul, da Europa e das Américas foram apontadas para ele.

Anos de observações apontam que o Sagittarius A* é muito provavelmente um buraco negro no centro da nossa galáxia, a Via Láctea. As evidências são muitas, uma forte fonte emissora de raios-X, estrelas que se movimentam a altas velocidades ao redor de um centro comum, entre outras.

Essa região não é fácil de ser observada, pois é envolta numa grande nuvem de poeira e gás, e por isso que os astrônomos optaram por usar as gigantescas antenas do planeta Terra para realizar esse projeto.

As observações começaram no dia 4 de Abril de 2017 e duraram cinco noites, porém a imagem, os resultados terão que esperar um bom tempo ainda.

Os dados foram adquiridos usando a técnica de interferometria e enviados para centros de processamento de dados no MIT e na Alemanha. Os dados obtidos com o Telescópio do Polo Sul só serão integrados no mês de Outubro e só assim, com todos os dados integrados é que as observações poderão ser combinadas para criar a tão esperada imagem.

Quando todo esse processo for finalizado, os astrônomos pretendem obter a imagem do horizonte de eventos do buraco negro central da Via Láctea.

Vale lembrar que essa é somente uma primeira tentativa e que nos anos seguintes, os astrônomos já têm planos de incluir rádio observatórios da África e do Pacífico, além de instrumentos no espaço para melhorar cada vez a imagem.

O importante é que de acordo com os pesquisadores envolvidos no projeto tudo correu como planejado por eles, os dados foram adquiridos com sucesso e agora resta processar todas as informações obtidas, através de uma metodologia complexa e inovadora para então gerar a tão sonhada e cobiçada imagem do horizonte de eventos de um buraco negro.

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FOTO DO BURACO NEGRO: UMA BREVE HISTÓRIA DOS BURACOS NEGROS | SPACE TODAY TV EP.1777

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Só mais um dia, é amanhã, chegou o momento tão esperado de vermos a foto do buraco negro.

Na verdade, amanhã, uma hora dessas, a foto já vai ser passado, e novas perguntas, Nosa indagações irão surgir sobre esse que é com certeza um dos objetos mais intrigantes do universo.

O próprio Stephen Hawking disse certa vez, se algum roterista de Hollywood fosse fazer um filme, jamais ele iria considerar algo tão fantástico quanto um buraco negro, o objeto mais misterioso do universo e que surge naturalmente.

Hoje para terminarmos essa série de vídeos antes da foto do buraco negro, resolvi contar para vocês, uma breve história desses objetos, quando que surgiram essas ideias sobre um objeto tão impressionante assim.

Só para lembrar essa é uma breve história dos buracos negros, qualquer gap aqui precisará ser reconstruído com informações adicionais.

Depois deixem aí, o que essa frase que eu falei tem a ver com a foto do buraco negro.

Podemos dizer que a caçada pelos buracos negros começou lá no século 18.

O conceito de um corpo de onde a luz não pudesse escapar e que se tornasse invisível para o resto do universo foi considerado primeiro pelos filósofos naturais do século 18, John Michell e Pierre-Simon Laplace.

Eles usaram as leis da gravitação de Newton para calcular a velocidade de escape da partícula da luz de um corpo, prevendo a existência de estrelas que fossem tão densas que a velocidade de escape seria maior que a velocidade da luz.

Surgiu então o termo “estrela negra”.

Em 1801 foi descoberto que a luz se comportava como uma onda, e então não ficou claro como o campo gravitacional de Newton afetaria uma onda.

Foram precisos 115 anos, até que em 1915 Albert Einstein propôs na sua Teoria Geral da Relatividade como seria o comportamento da onda da luz sob a influência de um campo gravitacional.

E um ano depois, em 1916, Karl Schwarzchild, previu a existência de uma circunferência crítica de um corpo, além da qual a luz não pudesse cruzar.

Estava estabelecido o Raio de Schwarzschild, que foi dito como sendo uma barreira impenetrável.

Em 1933, George Lemaître com a famosa ilustração de Alice e Bob mostrou que esse lance de ser impenetrável era somente uma ilusão que um observador distante teria.

Tudo isso até então era pura teoria, para alguns absurdas e ficou assim até a Segunda Guerra Mundial.

No dia 1 de Setembro de 1939, quando a Alemanha Nazista invadiu a Polônia dando início ao conflito que mudou o mundo, o primeiro trabalho acadêmico sobre buracos negros era publicado.

O artigo chamado On Continued Gravitacional Contraction de Robert Oppenheimer e Hartland Snyder.

Esse artigo foi um ponto crucial na história dos buracos negros.

O mundo entrou então na Segunda Guerra Mundial, quando ela terminou a Universidade de Princeton nos EUA surgiu como um verdadeiro seleiro de uma nova geração de relativistas.

E foi ali que um físico nuclear chamado John Weeler finalmente criou o nome buraco negro, que perdura até hoje.

Com o fim da guerra, a radioastronomia avançou muito, e com as ondas de rádio foi possível detectar as primeiras fontes das quais se suspeitava ser buracos negros.

Na década de 70, em 1974, outra figura importante na história dos buracos negros, Stephen Hawking surge com a ideia que eles podem desaparecer, ou melhor, evaporar, e propôs a chamada Radiação de Hawking.

Com avanço da tecnologia, vieram observatórios espacial em raios-X que mostraram que boa parte das grandes galáxias possuem buracos negros supermassivos centrais em seus núcleos.

E em 2015, o último grande passo para o entendimento dos buracos negros, o consórcio do LIGO detectou a primeira onda gravitacional, provando que buracos negros de massa estelar existem.

O próximo grande momento na história dos buracos negros já tem data e hora marcados: Dia 10 de Abril de 2019, às 10 da manhã hora de Brasília.

BLACKHOLES@HOME - DETECTE ONDAS GRAVITACIONAIS EM CASA | SPACE TODAY TV EP.1782

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Um projeto muito interessante pretende usar o computador pessoal de pessoas espalhadas pelo mundo inteiro para ajudar no processamento dos dados obtidos pelo LIGO e VIRGO e assim auxiliar na detecção de ondas gravitacionais!!! Faça parte desse projeto!!!

#BlackHoles@Home #OndasGravitacionais

Fonte:





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Hubble Descobre Quando Foi a Última Refeição do Buraco Negro da Via Láctea - Space Today TV Ep.635

A nossa galáxia possui um buraco negro supermassivo no seu centro que tem aproximadamente 4 milhões de vezes a massa do Sol.

Esse buraco negro foi inferido de diversas maneiras já, ou por meio do movimento veloz das estrelas ao seu redor, ou por meio do raio-X intenso emitido na região onde está localizado, ou também por meio das chamadas Bolhas de Fermi, estruturas gigantescas descobertas em 2010 pelo telescópio espacial Fermi da NASA e que pairam sobre o disco da nossa galáxia.

Essas bolhas são formadas pelo fluxo de parte da matéria que está caindo no buraco negro, mas que é aquecida a enormes temperaturas e consegue escapar, criando essas estruturas que se estendem acima do plano da galáxia.

Se essas bolhas são formadas quando o buraco negro se alimenta, digamos assim, se pudermos estudar essas bolhas em detalhe saberemos, por exemplo quando foi a sua última refeição.

E foi isso que os astrônomos fizeram recentemente usando o Telescópio Espacial Hubble e o seu instrumento COS (Cosmic Origins Spectrograph).

Os astrônomos analisaram a luz de 47 quasares distantes que passou pelas Bolhas de Fermi e com isso conseguiram medir a velocidade com a qual elas se expandem, a sua composição e qual a temperatura no interior das bolhas.

A temperatura do gás no interior das bolhas é de 18000 graus Fahrenheit, silício e carbono são os elementos mais abundantes e o gás está sendo acelerado a 2 milhões de milhas por hora dentro da bolha.

Além disso, os astrônomos calcularam a massa da bolha, cerca de 2 milhões de vezes a massa do Sol, e também mediram com precisão a extensão da bolha, cerca de 23 mil anos-luz acima da galáxia.

Esses resultados melhoram os resultados obtidos pelo Hubble em 2015 quando somente um quasar foi usado para determinar os parâmetros da Bolha de Fermi.

Com tudo isso, os astrônomos puderam retroceder no tempo e descobrir que o buraco negro da Via Láctea, fez a sua última grande refeição a 6 milhões de anos atrás. E esse resultado é de suma importância para entender a evolução do nosso buraco negro, além lógico de poder utilizar toda metodologia aqui desenvolvida em pesquisas de outros buracos negros.

Fonte:



Artigo:



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O Que Acontece Com Uma Estrela Devorada Por Um Buraco Negro? - Space Today TV Ep.1280

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No centro de quase toda grande galáxia existe um buraco negro supermassivo, acho que vocês já se cansaram de ouvir eu falar isso, mas é sempre bom repetir.

Esses buracos negros possuem massa entre milhões e bilhões de vezes a massa do Sol, embora a gente fale muito deles, mostre inúmeros trabalhos, eles não são fáceis de serem registrados e nem identificados, a não ser em casos específicos como os núcleos ativos de galáxias.

O que acontece nos AGNs, ou seja, que estão em constante processo de alimentação e com isso gera um grande disco de acreção que emite radiação, acontece em menor escala nos outros buracos negros.

São eventos raros de alimentação, que acontecem em média 1 vez a cada 10 mil ano, onde uma estrela pode ser engolida por um buraco negro.

Esse fenômeno é chamado de Evento de Ruptura de Maré, e nesse processo de alimentação existe a liberação de uma grande quantidade de radiação em diferentes comprimentos de onda.

Com essa radiação captada é possível entender o funcionamento dos buracos negros e por isso esses eventos são tão importantes de serem identificados.

Mas vamos pensar juntos, existem muitas galáxias no universo, e que estão orientadas de forma aleatória, podem estar de lado, com algum tipo de ângulo com relação à nossa linha de visada, ou seja, os eventos já são raros, e a chance de perdermos é muito grande e por isso que os buracos negros continuam sendo tão misteriosos.

Agora podem me matar, eu sei, que vão me detonar, mas só tem um jeito para estudar os chamados TDE tidal disruption event, que é por meio de simulações.

E é isso que um grupo de pesquisadores fez, apresentou o mais completo conjunto de simulações de TDEs, usando um poder computacional incrível.

A diferença do modelo atual para os passados, é que esse é um modelo unificado, onde eles conseguiram integrar efeitos da relatividade geral, de campos magnéticos, radiação e gás além de poder simular dos mais diferentes ângulos possívies as rupturas de maré.

O que se tem agora é o melhor laboratório, se é que podemos chamar assim, para testar os modelos e as teorias sobre os buracos negros.

Os pesquisadores poderão estudar, centenas, milhares de TDEs e assim entender cada vez mais e melhor sobre o comportamento dos buracos negros.

Fontes:





Artigo:





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PRÓXIMO SALTO: FOTOGRAFAR BURACOS NEGROS DO ESPAÇO | SPACE TODAY TV EP.1814

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Mal saiu a foto do buraco negro, e os astrônomos já estão pensando em como melhorar a imagem.

Na verdade, isso foi algo que muitos perguntaram durante a apresentação da imagem, se a imagem poderia ser melhor, como fazer para melhorar?

Só para lembrar, a imagem foi feita com o EHT, que é o Telescópio do Horizonte de Eventos e que virtualmente tem o tamanho da Terra.

Isso quer dizer que, chegamos no nosso limite do planeta.

Mas e agora, o que vamos fazer, tem como melhorar essa imagem?

Pior que tem e já estão pensando em como fazer isso.

A ideia é colocar de 2 a 3 satélites no espaço, na órbita da Terra e criar o EHI - O Imageador do Horizonte de Eventos.

Com esses satélites no espaço será possível observar em frequências mais altas, as distâncias no espaço podem ser maiores, ou seja, o nosso espelho será maior e poderemos fazer imagens com uma resolução 5 vezes maior que o EHT.

Com os satélites na órbita da Terra é possível fazer imagens quase perfeitas e se pequenos desvios da relatividade ocorrerem serão captados.

Esse EHI seria capaz de observar 4 outros buracos negros além do Sagittarius A* e da M87.

Seriam eles, o da M104 (Galáxia do Sombrero),, M81, M84, Centaurus A.

Existem certos desafios técnicos, mas um estudo com simulações do que seria observado já foi feito, mostrando a aplicabilidade da técnica.

Os pesquisadores, pensaram também em um sistema híbrido onde os satélites no espaço iriam interagir com telescópios na Terra e assim a sua rede seria bem maior.

Com isso seria possível criar imagens do movimento do buraco negro, onde novos e integrantes detalhes poderiam ser observados.

Como eu venho falando a imagem foi só o começo, agora é que a brincadeira começa para valer!!!

#BuracoNegro #EHI

Fontes:




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Simulação Mostra Como Seria A Fusão De Buracos Negros Supermassivos - Space Today TV Ep.1500

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O que acontece quando dois buracos negros se fundem, colidem e formam um buraco negro resultante?

Nós já sabemos que quando esses buracos negros têm massa estelar, ou seja, dezenas de vezes a massa do Sol, a fusão dos buracos negros gera ondas gravitacionais, e essas ondas gravitacionais podem e são detectadas na Terra com os experimentos LIGO e VIRGO.

E no caso dos buracos negros supermassivos?

Os buracos negros supermassivos possuem massa de milhões ou até bilhões de vezes a massa do Sol e localizam-se no centro da maior parte das grandes galáxias.

Quando as galáxias se fundem, colidem, o que é algo normal no universo, seus buracos negros centrais também se fundem.

Porém, nós não temos equipamentos sensíveis o suficiente para detectar o resultado dessa fusão.

O LIGO e o VIRGO estão na Terra, e o nosso planeta tem muitos ruídos que impedem a detecção de possíveis ondas gravitacionais.

Para isso serão necessários detectores no espaço como o LISA.

Mas até lá, os astrônomos querem entender o que acontece com a fusão de buracos negros supermassivos.

E como vocês já devem saber, só tem uma maneira de saber isso, por meio de simulações computacionais.

As simulações não são fáceis, tanto que só agora os astrônomos conseguiram fazer simulações que podem ser usadas para entender a fusão de buracos negros supermassivos.

Para criar esses modelos é necessário ferramentas computacionais sofisticadas que incluem efeitos físicos produzidos pelos dois buracos negros supermassivos.

As simulações mostram que num momento pré-fusão, a luz emitida pode ser dominada pela luz ultravioleta com alguma energia emitida em raios-X, similar ao que é observado em buracos negros em processo de alimentação.

Três regiões de emissão de luz a partir do gás aparecem quando os buracos negros se fundem, todas elas conectadas por fluxos de gás quente.

Essas regiões são um grande anel circulando todo o sistema chamado de disco circumbinário e dois discos menores ao redor de cada buraco negro chamados de minidiscos.

Tudo isso emite predominantemente luz UV. Depois através de uma interação da luz UV com cada coroa do buraco negro produz raios-X.

Com base nas simulações os pesquisadores esperam raios-X emitidos de forma mais brilhante na fase próxima a fusão do que os raios-X emitidos por um único buraco negro.

A maneira como ambos os buracos negros defletem a luz cria um complexo efeito de lente, outras feições estranhas também aparecem como um jogo complexo de sombras.

Para rodar a simulação foram necessários 9600 núcleos rodando por 46 dias.

Essa foi só uma primeira simulação, os pesquisadores pretendem refinar o código e estimar várias outras propriedades do processo de fusão entre os buracos negros supermassivos.

Com essas simulações, os pesquisadores poderão então construir os detectores e também posteriormente poder confirmar ou não a detecção de ondas gravitacionais e outros tipos de radiação geradas nesse processo de fusão dos objetos mais compactos e mais intrigantes do universo.

Fonte:



Artigo:

ESO Confirma Buraco Negro Supermassivo da Via Láctea - Space Today TV Ep.1553

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Calma, ainda não é a foto do Sagittarius A*, mas temos mais novidades sobre o nosso buraco negro supermassivo de estimação.

Uma primeira coisa que é muito importante a gente explicar, é que, embora nós falamos direto sobre esse buraco negro, ele ainda não é algo confirmado.

Existem fortes evidências da sua existência, uma delas são as estrelas que são super aceleradas nas suas vizinhanças, esse é um forte indicativo da presença desse buraco negro supermassivo.

Uma dessas estrelas é a chamada S2, uma estrela que é monitorada pelos astrônomos a muito tempo.

Essa estrela, por exemplo, já apresentou um comportamento previsto pela Teoria da Relatividade para objetos próximos de um buraco negro supermassivo.

Ou seja, mais uma evidência.

E agora, o ESO acaba de divulgar uma pesquisa que confirma a existência do buraco negro supermassivo central na Via Láctea.

Os astrônomos usaram dois instrumentos acoplados ao VLT do ESO no Chile, o SINFONI e o GRAVITY e apontaram os telescópios para o centro da Via Láctea para estudar o que acontece por ali, na verdade para estudar a estrela S2.

E quando estavam estudando essa estrela eles conseguiram registrar 3 claròes brilhantes emitidos perto da região do buraco negro.

Então os astrônomos foram para os modelos, eles modelaram o que estavam observando, e os 3 clar
ões se ajustavam perfeitamente com as previsões teóricas para pontos quentes orbitando as proximidades de um buraco negro supermassivo com massa de 4 milhòes de vezes a massa do Sol.

Esses clarões na verdade é a radiação emitida por elétrons altamente energéticos situados muito perto do buraco negro.

Os clarões se originam das interações magnéticas que ocorrem no gás quente que orbita as proximidades do Sagittarius A*.

Mas o que é esse muito perto?

Um buraco negro supermassivo possui algumas regiões importantes, a singularidade, que seria o buraco negro em si, o horizonte de eventos, ponto além do qual não tem mais volta, o disco de acreção, onde parte da matéria que não cai no buraco negro fica acelerada a velocidades relativísticas e existe ainda uma órbita interna estável, foi nessa órbita que os clarões foram observados.

os clarões indicam que o material nessa região está a uma velocidade equivalente a 30% da velocidade da luz, o que é realmente impressionante.

Essa descoberta é um resultado retumbante de que o Sagittarius A* é um buraco negro supermassivo.

Era algo desejado pelos astrônomos a muito tempo.

Agora, só falta a foto!!!

#MeetESO

fonte:



Artigo:

FOTO REAL DE UM BURACO NEGRO

A primeira foto real de um buraco negro, um corpo celeste dos mais colossais e bizarros conhecido até hoje.

Abaixo segue um link de um outro vídeo sobre o mesmo tema, do canal GUERREIRO, parceiro do canal ATECH-INFO.

Efeitos Relativísticos Em Estrelas Que Orbitam o Sgr A* - Space Today TV Ep.814

Uma nova análise de dados obtidos com o Very Large Telescope do ESO e outros telescópios sugere que as órbitas das estrelas em torno do buraco negro supermassivo situado no centro da Via Láctea mostram os efeitos sutis previstos pela teoria da relatividade geral de Einstein. A órbita da estrela S2 parece desviar-se ligeiramente do percurso calculado pela física clássica. Este resultado é um prelúdio a medições muito mais precisas e testes de relatividade que serão executados pelo instrumento GRAVITY quando a estrela S2 passar muito perto do buraco negro em 2018.

No centro da Via Láctea, a 26 000 anos-luz de distância da Terra, situa-se o buraco negro supermassivo mais próximo de nós, com uma massa de 4 milhões de vezes a massa do Sol. Este “monstro” encontra-se rodeado por um pequeno grupo de estrelas que orbitam a alta velocidade no forte campo gravitacional do buraco negro. Trata-se do ambiente perfeito para testar a física gravitacional e, em particular, a teoria da relatividade geral de Einstein.

Uma equipe de astrônomos alemães e checos aplicou novas técnicas de análise a observações já existentes das estrelas que orbitam o buraco negro, obtidas com o Very Large Telescope do ESO (VLT) no Chile e outros telescópios durante os últimos 20 anos [1]. A equipe comparou as medições das órbitas das estrelas com previsões feitas, tanto com a teoria da gravidade clássica de Newton como com a teoria da relatividade geral de Einstein.

Os pesquisadores encontraram indicações de um pequeno desvio no movimento de uma das estrelas, chamada S2, consistente com as previsões da relatividade geral [2]. O desvio devido a efeitos relativísticos é de apenas alguns porcento na forma da órbita e de cerca de 1/6 de grau na orientação da órbita [3]. Se confirmada, esta terá sido a primeira vez que se conseguiu fazer uma medição da intensidade dos efeitos da relatividade geral em estrelas que orbitam um buraco negro supermassivo.

Marzieh Parsa, estudante de doutoramento da Universidade de Colônia, na Alemanha, e autora principal do artigo científico que descreve estes resultados, está muito satisfeita: ”O Centro Galáctico é de fato o melhor laboratório para estudar o movimento de estrelas num ambiente relativístico. Estou espantada como conseguimos aplicar tão bem os métodos que desenvolvemos com estrelas simuladas a dados de elevada precisão das estrelas mais interiores de alta velocidade, que se situam perto do buraco negro supermassivo.”

“Durante a nossa análise compreendemos que para determinar os efeitos relativísticos para S2, é necessário conhecer a sua órbita completa com uma precisão muito elevada”, disse Andreas Eckart, líder da equipe da Universidade de Colônia.

Para além de informação mais precisa sobre a órbita de S2, a nova análise também fornece a massa do buraco negro e a sua distância à Terra com um elevado grau de precisão [5].

O co-autor Vladimir Karas da Academia de Ciências de Praga, na República Checa, está entusiasmado com o que o futuro trará: “Este trabalho abre caminho para mais teorias e experiências nesta área da ciência.”

Fonte:



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O Buraco Negro Mais Faminto do Universo - Space Today TV Ep.1262

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Uma das coisas mais falada na semana foi o tal buraco negro monstruoso que está engolindo muito matéria, na verdade o equivalente a uma estrela a cada dois dias.

Vamos tentar explicar tudo isso aqui nesse vídeo. Porque tem muito mais coisa por trás disso, e os novos dados da missão Gaia foram cruciais para essa descoberta.

O buraco negro na verdade é o que os astrônomos classificam como sendo um quasar ultra luminoso

O nome dele é: SMSS J215728.21-360215.1

Se ele é um quasar, quer dizer que ele é o núcleo ativo de uma galáxia, é um buraco negros supermassivo que está em processo voraz de alimentação, ou seja, engolindo uma grande quantidade de matéria.

Nesse processo de alimentação, parte da matéria não cai em sua direção e é emitida na forma de jatos, e no caso dos quasares os jatos estão bem de frente para nós, por isso vemos ele brilando muito intensamente.

A massa desse buraco negro já é algo espetacular, ele tem o equivalente a 20 bilhões de vezes a massa do Sol.

Embora tudo isso o transforme num monstro, ele não é facilmente identificado, principalmente pelo fato dos jatos estarem na nossa direção, ele se parece muito com uma estrela brilhante da nossa própria galáxia.

Para descobrir esse monstro escondido, os pesquisadores usaram de forma decisiva os dados da missão Gaia, pois assim conseguiram tirar as estrelas da nossa galáxia que estavam atrapalhando a identificação dele.

E assim ele apareceu.

Esse buraco negro está localizado a 12.5 bilhões de anos-luz de distância da Terra.

Através dos cáclulos realizados, os astrônomos descobriram que esse quasar está consumindo matéria numa taxa equivalente a uma estrela a cada dois dias.

Isso faz dele o buraco negro de mais rápido crescimento já detectado no universo.

A descoberta de um buraco negro desse a uma dist6ancia tão grande assim levanta uma questào importante, como ter um buraco negro assim grande tào perto do início do universo. E aquela velha pergunta volta a tona, o que veio primeiro o buraco negro ou a galáxia?

fonte:





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