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Novidades Sobre a Foto do Buraco Negro - Space Today TV Ep.1277

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Novidades Sobre a Foto do Buraco Negro - Space Today TV Ep.1277

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Cadê a foto do buraco negro?

Se você é um dos que me faz essa pergunta, assista a esse vídeo.

Para quem não está por dentro de toda a história, em Abril de 2017, uma combinação de telescópios espalhados por todo mundo observou o buraco negro no centro da nossa galáxia, o chamado Sagittarius A*.

Esse grande projeto recebe o nome de Telescópio do Horizonte de Eventos e tem como objetivo de alguma forma gerar a imagem do horizonte de eventos do buraco negro supermassivo da nossa galáxia.

Porém isso algo que não é muito fácil de ser feito, os modelos e os algoritmos levam em conta efeitos relativísticos e isso complica muito o processamento de dados.

Em 2013, o APEX que fica no Chile, realizou uma observação do Sagittarius A*, na verdade não foi ele sozinho, ele e mais alguns telescópios espalhados pelo mundo, mas como o APEX está localizado no hemisfério sul a sua particpação foi decisiva.

Com o APEX a resolução de observação foi de 3 raios de Schwarzchild, o que é impressionante.

Com os dados do APEX, os pesquisadores começaram um processo de ajuste de modelo e ficaram bem felizes pelo fato de que a estrutura em anel do buraco negro se ajusta bem aos dados, embora ainda exista alguma ambiguidade e outros modelos como a compisção de bright spots também pode ser considerado.

Essas observações feitas com o APEX serão integradas às demais observações feitas em Abril de 2017 com os demais telescópios, e assim os pesquisadores esperam estar caminhando para fazer a tão sonhada imagem do buraco negro.

Tudo isso é ótimo.

A notícia que não é tão boa é que no texto publicado na Newsweek afirma que os pesquisadores esperam ter a imagem do buraco negro no final desse ano de 2018, então, só nos resta esperar.

Fontes:





Artigo:





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A FOTO DO BURACO NEGRO É SÓ O COMEÇO!!! | SPACE TODAY TV EP.1780

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Em Abril de 2017, enquanto os astrônomos usavam o EHT para observar o buraco negro na galáxia M87, outros instrumentos também fizeram observações.

Um deles foi o Observatório Espacial de Raios-X Chandra da NASA.

A ideia é fazer uma análise multiespectral, ou seja, ter uma visão muito mais completa e abrangente do objeto que está sendo estudado.

O EHT observou o buraco negro em comprimentos de onda de rádio e o Chandra em raios-X.

O Chandra, também tem uma visão muito mais ampla que o EHT onde é possível observar o comprimento completo do jato de matéria que é expelido pelo buraco negro.

Esse jato se estende por cerca de 1000 anos-luz desde o centro da galáxia.

A astronomia atualmente tem essa vantagem, de ao estudar um objeto observá-lo com a maior quantidade de instrumentos e instrumentos que operam nos mais diferentes comprimentos de onda.

Isso fornece um estudo multiespectral muito importante para que possamos realmente entender o que acontece com o objeto.

Embora hoje tenhamos em mãos a imagem de um buraco negro existem muitas questões que precisam ser estudadas e respondidas.

E só esse estudo multiespectral pode fazer isso.

Ao combinar os dados obtidos pelo EHT com o Chandra, e o NuSTAR (outro observatório espacial de raios-X da NASA usado para observar o buraco negro da M87), os pesquisadores poderão entender.

Como o buraco negro acelera algumas partículas a energias tão altas.

Como os buracos negros produzem esses jatos, que já são estudados a muitos anos.

Como é a física no ambiente extremo de um buraco negro.

A foto, foi só o início, tem muita coisa muito interessante por vir ainda.

#FotoDoBuracoNegro #M87 #EHT

Fonte:

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Os Misteriosos Buracos Negros de Massa Intermediária - Space Today TV Ep.1274

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Com relação ao tamanho vocês já sabem, mas sempre é bom lembrar que os buracos negros podem ter massa estelar, podem ter massa intermediária e podem ser supermassivos.

Os buracos negros de massa estelar já foram detectados por meio das ondas gravitacionais, além de outros tipos de estudos, os buracos negros supermassivos são conhecidos por habitarem a maior parte das galáxias do universo.

Agora os buracos negros de massa intermediária, esses são os mais misteriosos.

Esse tipo de buraco negro tem uma massa entre 100 e 1 milhão de vezes a massa do Sol e eles podem ser um estágio evolutivo intermediário entre os buracos negros de massa estelar e os supermassivos.

O problema que detectar esses buracos negros de massa intermediária é um grande desafio para os astrônomos, até o momento eles só possuem alguns poucos candidatos.

Nada melhor então do que você ter uma base de dados respeitada para buscar por esse tipo de buraco negro.

Um grupo de pesquisadores resolveu analisar cerca de 1 milhão de galáxias pertencentes ao projeto Sloan Digital sky survey atrás desses buracos negros de massa intermediária.

Para isso eles procuraram por núcleos galácticos ativos, que não se encaixavam nas definições que são usadas para buracos negros supermassivos.

Com isso eles detectaram 305 candidatos a buracos negros de massa intermediária.

De posse desses 305 candidatos eles foram vasculhar nos dados de observatórios como o chandra atrás de alguma pista.

Dos 305, os pesquisadores chegaram a 10 núcleos ativos de galáxias que podem ser buracos negros de massa intermediária, variando entre 36000 e 316000 vezes a massa do Sol.

Esses seriam os buracos negros menos massivas encontrados no centro de galáxias até hoje.

Os pesquisadores encontraram uma relação interessante, que quanto maior o buraco negro, maior é o bulbo central de estrelas de uma galáxia, e eles podem agora usar esse tipo de relação na busca de outros buracos negros de massa intermediária.

O que se mantém misterioso ainda é a origem desses buracos negros.

Uma hipótese é que eles surjam de buracos negros de massa estelar que rapidamente devora gás ao seu redor, se transformando num buraco negro intermediário, que por sua vez se funde com outros e forma buracos negros supermassivos.

Outra possibilidade é que os buracos negros de massa intermediária poderia ser originar a partir da colisão de estrelas em aglomerados estelares globulares, onde a densidade de estrelas é elevada.

E uma outra ideia é que eles poderiam até se formar pelo colapso de grandes nuvens de gás e poeira no universo primordial.

Os pesquisadores estão atualmente usando o Telescópio Magellan no Chile para investiar outros 13 possíveis candidatos e os novos telescópios poderão ajudar nessa busca também.

O que é importante notar é que a resposta para a origem dos buracos negros só vai surgir quando os pesquisadores tiverem uma grande quantidade desses buracos negros registrados e assim seus modelos poderão ser refinados.

Fonte:



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FOTO DO BURACO NEGRO: UMA BREVE HISTÓRIA DOS BURACOS NEGROS | SPACE TODAY TV EP.1777

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Só mais um dia, é amanhã, chegou o momento tão esperado de vermos a foto do buraco negro.

Na verdade, amanhã, uma hora dessas, a foto já vai ser passado, e novas perguntas, Nosa indagações irão surgir sobre esse que é com certeza um dos objetos mais intrigantes do universo.

O próprio Stephen Hawking disse certa vez, se algum roterista de Hollywood fosse fazer um filme, jamais ele iria considerar algo tão fantástico quanto um buraco negro, o objeto mais misterioso do universo e que surge naturalmente.

Hoje para terminarmos essa série de vídeos antes da foto do buraco negro, resolvi contar para vocês, uma breve história desses objetos, quando que surgiram essas ideias sobre um objeto tão impressionante assim.

Só para lembrar essa é uma breve história dos buracos negros, qualquer gap aqui precisará ser reconstruído com informações adicionais.

Depois deixem aí, o que essa frase que eu falei tem a ver com a foto do buraco negro.

Podemos dizer que a caçada pelos buracos negros começou lá no século 18.

O conceito de um corpo de onde a luz não pudesse escapar e que se tornasse invisível para o resto do universo foi considerado primeiro pelos filósofos naturais do século 18, John Michell e Pierre-Simon Laplace.

Eles usaram as leis da gravitação de Newton para calcular a velocidade de escape da partícula da luz de um corpo, prevendo a existência de estrelas que fossem tão densas que a velocidade de escape seria maior que a velocidade da luz.

Surgiu então o termo “estrela negra”.

Em 1801 foi descoberto que a luz se comportava como uma onda, e então não ficou claro como o campo gravitacional de Newton afetaria uma onda.

Foram precisos 115 anos, até que em 1915 Albert Einstein propôs na sua Teoria Geral da Relatividade como seria o comportamento da onda da luz sob a influência de um campo gravitacional.

E um ano depois, em 1916, Karl Schwarzchild, previu a existência de uma circunferência crítica de um corpo, além da qual a luz não pudesse cruzar.

Estava estabelecido o Raio de Schwarzschild, que foi dito como sendo uma barreira impenetrável.

Em 1933, George Lemaître com a famosa ilustração de Alice e Bob mostrou que esse lance de ser impenetrável era somente uma ilusão que um observador distante teria.

Tudo isso até então era pura teoria, para alguns absurdas e ficou assim até a Segunda Guerra Mundial.

No dia 1 de Setembro de 1939, quando a Alemanha Nazista invadiu a Polônia dando início ao conflito que mudou o mundo, o primeiro trabalho acadêmico sobre buracos negros era publicado.

O artigo chamado On Continued Gravitacional Contraction de Robert Oppenheimer e Hartland Snyder.

Esse artigo foi um ponto crucial na história dos buracos negros.

O mundo entrou então na Segunda Guerra Mundial, quando ela terminou a Universidade de Princeton nos EUA surgiu como um verdadeiro seleiro de uma nova geração de relativistas.

E foi ali que um físico nuclear chamado John Weeler finalmente criou o nome buraco negro, que perdura até hoje.

Com o fim da guerra, a radioastronomia avançou muito, e com as ondas de rádio foi possível detectar as primeiras fontes das quais se suspeitava ser buracos negros.

Na década de 70, em 1974, outra figura importante na história dos buracos negros, Stephen Hawking surge com a ideia que eles podem desaparecer, ou melhor, evaporar, e propôs a chamada Radiação de Hawking.

Com avanço da tecnologia, vieram observatórios espacial em raios-X que mostraram que boa parte das grandes galáxias possuem buracos negros supermassivos centrais em seus núcleos.

E em 2015, o último grande passo para o entendimento dos buracos negros, o consórcio do LIGO detectou a primeira onda gravitacional, provando que buracos negros de massa estelar existem.

O próximo grande momento na história dos buracos negros já tem data e hora marcados: Dia 10 de Abril de 2019, às 10 da manhã hora de Brasília.
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6 QUESTÕES QUE A FOTO DO BURACO NEGRO PODE AJUDAR A RESPONDER | SPACE TODAY TV EP.1772

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Todo mundo já está sabendo que dia 10 de Abril de 2019 deve sair a tão falada, esperada e famosa foto do buraco negro.

Bem, como vocês sabem, a foto não é do buraco negro em si, mas sim algo como sendo a sombra do horizonte de eventos na matéria atrás do buraco negro.

A teoria por trás disso é muito complexo, não é atoa que os institutos de pesquisa levaram exatamente 2 anos desde a aquisição dos dados até apresentarem o resultado final.

PAra poder fazer isso, os pesquisadores envolvidos no chamado EHT - Event horizon Telescope usaram de forma integrada os maiores rádio telescópios na Terra, criando um instrumento que virtualmente tem o diâmetro do nosso planeta.

Só assim para poder imagear com alguma resolução o buraco negro central da Via Láctea.

Os pesquisadores também imaginaram outro buraco negro o da galáxia M87, mas só dia 10 saberemos o que eles vão mostrar.

O que é importante vocês entenderem que o que vamos ver não é simplesmente uma imagem e pronto.

Existem grandes questões sobre os buracos negros que essa “imagem” poderá ajudar a responder.

Separei 6 grandes questões aqui para que possamos nos preparar para a imagem do dia 10 de Abril.

Esse dia já entrou para a história.

1-) A Teoria Geral da Relatividade Acertou o Tamanho do Buraco Negro

De acordo com a Teoria Geral da Relatividade de Albert Einstein, com base na medida da massa do buraco negro no centro da Via Láctea, o seu horizonte de eventos deve ter 11 micro arcos de segundo de diâmetro, mas não devemos receber emissão nenhuma de um diâmetro de 37 micro arcos de segundo já que dentro dessa distância a matéria já iria se espiralar em direção à singularidade. O EHT tem uma resolução de 15 micro arcos de segundo, ou seja, ele é capaz de ver o horizonte de eventos e além disso, de medir o seu tamanho e confirmar ou não a teoria. Isso quer dizer que esse é mais um teste para a Teoria Geral da Relatividade.

2-) Qual o alinhamento do disco de acreção do buraco negro?

O disco de acreção é uma região onde a matéria fica circulando o buraco negro, de forma super aquecida e super acelerada, nós nunca vimos um, e muitas dúvidas existem sobre ele. Será que existe um jato de material sendo expelido, ou será que temos uma emissão de uma região ao redor, qual a orientação do disco de acreção, de lado, de frente para nós, ou formando algum outro ângulo? Vamos descobrir em breve.

3-) O horizonte de eventos é circular como previsto, ou ele tem uma forma diferente?

Embora os buracos negros devam ter algum tipo de rotação, a teoria prevê que o seu horizonte de eventos seja circular, representando bem uma esfera. Mas outras formas são possíveis. O objeto pode ser abaulado perto do equador, pode ser mais falado. Mas a teoria geral da relatividade prevê que seja circular, dia 10 saberemos.

4-) Por que o buraco negro gera uma flare?

Quando um buraco negro está num estado mais tranquilo, sem gerar flares, assinaturas específicas aparecem no seu horizonte de eventos, mas quando ele gera flares existem outras feições ao seu redor. Como aparece essa emissão? Ela é turbulenta ou não? Ela tem pontos mais quentes como previsto pela teoria? Além dessas flares, poderemos aprender sobre o campo magnético do buraco negro.

5-) Usar raios-X para medir a massa do buraco negro realmente funciona?

Atualmente existem duas maneiras de se calcular a massa de um buraco negro, ou através do efeito gravitacional que ele gera nas estrelas e nuvens de gás e poeira ao seu redor, ou através das emissões de raios-X dos gases à sua volta. E esses valores dão resultados diferentes. Por exemplo, o SGR A* tem uma massaje 4 milhões de vezes a massa do Sol quando medida usando a sua força gravitacional e de 2.5-2.7 milhões de vezes a massa do Sol usando os raios-X. Espera-se que sejam apresentados resultados também do buraco negro da M87 e com isso poderemos ver o que acontece. Caso essa diferença realmente exista, uma parte da astrofísica terá que ser repensada.

6-) O buraco negro se movimenta como previsto?

A teoria sobre buracos negros supermassivos diz que eles se movimentam com o passar do tempo, e essa posição aparente muda de forma significativa. Tudo bem, leva anos para isso acontecer e provavelmente não é com um foto que veremos isso, mas a imagem feita pelo EHT poderá mostrar sinais que esse movimento exista, isso é o equivalente cósmico ao Movimento Browniano.

#FotoDoBuracoNegro

Fonte:

ALMA Observa Em Detalhe O Disco de Acreção de Um Buraco Negro - Space Today TV Ep.1111

Enquanto a foto do buraco negro não vem, nos resta contentarmos com outras imagens talvez tão espetaculares.

O ALMA novamente nos surpreendeu e fez uma imagem espetacular, que vai ajudar muito no entendimento da relação entre os buracos negros supermassivos e suas galáxias.

Como todos já sabem, quase todas as galáxias, possuem no seu centro um buraco negro supermassivo.

Quanto maior a galáxia, maior o buraco negro no seu centro, essa relação pode se tornar extremamente complicada quando falamos de galáxias gigantescas no universo.

Só existe uma maneira de entender essa relação, estudar ao máximo os buracos negros supermassivos no centro das galáxias.

Mas como estudar algo que não emite radiação, como identificar suas propriedades e como traçar essa relação com as galáxias?

Por isso os astrônomos preferem estudar os chamados núcleos ativos de galáxias.

Os AGNs, são buracos negros supermassivos que são rodeados por um núcleo de acreção que o alimenta, ou seja, a matéria vai caindo em direção ao buraco negro.

Mas como não é toda matéria que cai, parte dela é super aquecida e super acelerada de modo que começa a emitir radiação, principalmente em raios-X, ondas de rádio, entre outras.

Ou seja, ao estudar esse disco ao redor do buraco negro é possível conhecer mais sobre o objeto que não conseguimos ver.

E foi isso que o ALMA acabou de fazer, as antenas do Chile foram apontadas para a galáxia M77 que possui um buraco negro supermassivo central e um disco de acreção a sua volta.

E pela primeira vez de maneira tão clara, um instrumento conseguiu mostrar esse disco de acreção.

Para interpretar as várias feições observacionais dos AGNs, os astrônomos assumem uma estrutura em forma de torus de gás empoeirado ao redor do buraco negro supermassivo, esse é chamado de Modelo Unificado de AGN.

E o que o ALMA descobriu?

O ALMA mostrou que a orientação rotacional do torus está de acordo com as observações anteriores realizadas, ou seja, com uma elongação leste-oeste.

Alémm disso, os dados do ALMA mostraram que a distribuição de gás ao redor do buraco negro supermassivo é muito mais complicada que o modelo unificado sugeria.

O torus possui uma assimetria e a rotação não segue somente a gravidade do buraco negro, mas também possui um componente aleatório.

Isso mostra que o AGN teve uma história violenta, incluindo a fusão com pequenas galáxias.

Por isso estudar a rotação do disco de acreção é de suma importância, para entender a relação entre o buraco negro supermassivo e a sua galáxia hospedeira.

Os pesquisadores estudaram a M77 pelo fato do buraco negro da nossa galáxia não ter uma grande acreção ao seu redor, ou seja, ele não é considerado um AGN, e a M77 é o AGN mais próximo de nós que permite um estudo detalhado.

Continuamos esperando a foto do buraco negro, mas por enquanto seguimos estudando esse intrigante objeto da melhor forma que podemos.

Fonte:



Artigo:



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Cadê a Foto do Buraco Negro? - Space Today TV Ep.1062

E aí, cadê a foto do buraco negro?

Talvez uma das perguntas mais feitas desde o final de 2017 é essa, cadê a foto do buraco negro que foi tão prometida.

Só para lembrar, no mês de Abril de 2017, várias antenas da Terra, formaram um telescópio que tinha virtualmente o diâmetro do nosso planeta, usando a técnica de intereferometria elas ficaram alguns dias apontadas para o centro da Via Láctea, adquirindo dados do Sagittarius A* o buraco central supermassivo no centro da Via Láctea.

Depois de adquiridos os dados foram para a parte de processamento, passaram por laboratórios no MIT e também no Max Planck Institute na Alemanha, onde será gerada a imagem final.

O processo de aquisição não foi fácil e muito menos o processo de processamento dos dados.

Sào muitos dados para serem processados e usando complexos algoritmos computacionais, que usam como base as equações da relatividade para que no final possamos ter a imagem do horizonte de eventos do buraco negro Sagittarius A*.

O que aconteceu é que entre todos os participantes da campanha de observação, um dos observatórios teve problemas, é o Observatório do Polo Sul.

Os dados desse observatório foram recebidos no MIT e no Max Planck, no dia 13 de Dezembro e em nota, os integrante do programa EHT que é o Telescópio do Horizonte de Eventos disse que depois da entrega, eles precisariam de 3 semanas para processar os dados e integrar com os demais dados.

3 semanas desde o dia 13 de Dezembro foi em 3 de Janeiro.

Levando em consideração que eles precisam de mais algum tempo para a análise final dos dados, dentro de algumas semanas poderemos ter a tão esperada foto do buraco negro, aguardem que logo estará aqui.

Deixo uma pergunta para vocês, o que vocês acham que sai primeiro o lançamento do Falcon Heavy, que está sem data, mas está falado para o final de Janeiro, ou a foto do buraco negro, que deve demorar algumas semanas para ficar pronta? #TeamFalconHeavy #TeamBuracoNegro, deixem nos comentários.

O importante é que esse começo de ano promete!!!

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O Que Acontece Com Uma Estrela Devorada Por Um Buraco Negro? - Space Today TV Ep.1280

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No centro de quase toda grande galáxia existe um buraco negro supermassivo, acho que vocês já se cansaram de ouvir eu falar isso, mas é sempre bom repetir.

Esses buracos negros possuem massa entre milhões e bilhões de vezes a massa do Sol, embora a gente fale muito deles, mostre inúmeros trabalhos, eles não são fáceis de serem registrados e nem identificados, a não ser em casos específicos como os núcleos ativos de galáxias.

O que acontece nos AGNs, ou seja, que estão em constante processo de alimentação e com isso gera um grande disco de acreção que emite radiação, acontece em menor escala nos outros buracos negros.

São eventos raros de alimentação, que acontecem em média 1 vez a cada 10 mil ano, onde uma estrela pode ser engolida por um buraco negro.

Esse fenômeno é chamado de Evento de Ruptura de Maré, e nesse processo de alimentação existe a liberação de uma grande quantidade de radiação em diferentes comprimentos de onda.

Com essa radiação captada é possível entender o funcionamento dos buracos negros e por isso esses eventos são tão importantes de serem identificados.

Mas vamos pensar juntos, existem muitas galáxias no universo, e que estão orientadas de forma aleatória, podem estar de lado, com algum tipo de ângulo com relação à nossa linha de visada, ou seja, os eventos já são raros, e a chance de perdermos é muito grande e por isso que os buracos negros continuam sendo tão misteriosos.

Agora podem me matar, eu sei, que vão me detonar, mas só tem um jeito para estudar os chamados TDE tidal disruption event, que é por meio de simulações.

E é isso que um grupo de pesquisadores fez, apresentou o mais completo conjunto de simulações de TDEs, usando um poder computacional incrível.

A diferença do modelo atual para os passados, é que esse é um modelo unificado, onde eles conseguiram integrar efeitos da relatividade geral, de campos magnéticos, radiação e gás além de poder simular dos mais diferentes ângulos possívies as rupturas de maré.

O que se tem agora é o melhor laboratório, se é que podemos chamar assim, para testar os modelos e as teorias sobre os buracos negros.

Os pesquisadores poderão estudar, centenas, milhares de TDEs e assim entender cada vez mais e melhor sobre o comportamento dos buracos negros.

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A Primeira Foto de Um Buraco Negro - A Aquisição dos Dados - Space Today TV Ep.677

A semana de 3 a 7 de Abril de 2017, já pode ser considerada histórica para a astronomia.

Durante essa semana um esforço usando as maiores antenas, os maiores radio-telescópios do mundo, foi feito mirando um objeto intrigante, o buraco negro supermassivo Sagittarius A* localizado no centro da Via Láctea.

Esse esforço é conhecido como EHT, ou Telescópio do Horizonte de Eventos, e tem como objetivo fazer pela primeira vez na história a imagem do horizonte de eventos de um buraco negro.

Durante 5 dias as antenas dos telescópios do Polo Sul, da Europa e das Américas foram apontadas para ele.

Anos de observações apontam que o Sagittarius A* é muito provavelmente um buraco negro no centro da nossa galáxia, a Via Láctea. As evidências são muitas, uma forte fonte emissora de raios-X, estrelas que se movimentam a altas velocidades ao redor de um centro comum, entre outras.

Essa região não é fácil de ser observada, pois é envolta numa grande nuvem de poeira e gás, e por isso que os astrônomos optaram por usar as gigantescas antenas do planeta Terra para realizar esse projeto.

As observações começaram no dia 4 de Abril de 2017 e duraram cinco noites, porém a imagem, os resultados terão que esperar um bom tempo ainda.

Os dados foram adquiridos usando a técnica de interferometria e enviados para centros de processamento de dados no MIT e na Alemanha. Os dados obtidos com o Telescópio do Polo Sul só serão integrados no mês de Outubro e só assim, com todos os dados integrados é que as observações poderão ser combinadas para criar a tão esperada imagem.

Quando todo esse processo for finalizado, os astrônomos pretendem obter a imagem do horizonte de eventos do buraco negro central da Via Láctea.

Vale lembrar que essa é somente uma primeira tentativa e que nos anos seguintes, os astrônomos já têm planos de incluir rádio observatórios da África e do Pacífico, além de instrumentos no espaço para melhorar cada vez a imagem.

O importante é que de acordo com os pesquisadores envolvidos no projeto tudo correu como planejado por eles, os dados foram adquiridos com sucesso e agora resta processar todas as informações obtidas, através de uma metodologia complexa e inovadora para então gerar a tão sonhada e cobiçada imagem do horizonte de eventos de um buraco negro.

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Como Será A Foto do Buraco Negro? - A Sombra de Einstein - Space Today TV Ep.1522

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Vamos falar de buracos negros.

Os buracos negros ocorrem quando uma estrela de grande massa chega ao fim da sua vida, depois de uma explosão de supernova, se o caroço que sobrar for massivo o suficiente ele se colapsa num ponto incrivelmente denso, chamado de singularidade.

Quando o gás, estrelas e qualquer outra matéria passa perto o suficiente desse ponto, ou seja, dentro do chamado horizonte de evento, essa matéria cai então no buraco negro.

Quanto mais matéria o buraco negro engole, mais massivo ele fica e o horizonte de eventos se expande.

Os buracos negros aparecem com diferentes massas, os supermassivos no centro das galáxias, os de massa intermediária ainda um mistério, e os de massa estelar, esses podem ser mais comuns.

Estima-se que só na Via Láctea existam 100 milhões de buracos negros de massa estelar.

No centro da nossa galáxia a uma distância de 26 mil anos-luz da Terra, existe um buraco negro supermassivo, o chamado Sagittarius A*.

Esse nosso buraco negro tem uma massa equivalente a 4 milhões de vezes a massa do Sol.

Os astrônomos só conseguiram entender por completo os buracos negros o dia que conseguirem observar esses objetos.

Mas como observar um buraco negro?

Há cerca de 4 anos, teve início um projeto audacioso, o chamado Telescópio do Horizonte de Eventos, que tem como objetivo fazer a tão falada e tão famosa imagem do buraco negro.

Mas não é bem assim.

Quando a matéria está caindo no buraco negro ela ica superaquecida e emite luz, quando essa luz passa pelo horizonte de eventos ela é desviada pela força gravitacional do buraco negro.

Essa luz desviada, como se tivesse uma lente acaba delimitando uma região escura, que os astrônomos chamam de sombra do buraco negro.

O tamanho dessa sombra estima-se seja cerca de 2 vezes e meia o tamanho do horizonte de eventos.

Para que o Telescópio do Horizonte de Eventos funcione, só existem dois buracos negros que ele é capaz de fazer imagens.

O nosso, o Sagittarius A* e o buraco negro no centro da galáxia M87, esse com 7 bilhões de vezes a massa do Sol.

Para o SGR A* a sombra tem um tamanho de 30 milhões de km, e para o buraco negro da M87 essa sombra é milhares de vezes maior.

Os astrônomos então querem estudar a sombra do buraco negro para obter informações do próprio buraco negro, e essa imagem será conclusiva para a existência dos buracos negros.

Além da singularidade e do horizonte de eventos, outra característica importante dos buracos negros são os jatos que ele emite.

NA verdade, o jato é emitido por uma região ao redor do buraco negro, à medida que a matéria cai no buraco negro ela se torna superaquecida e parte da matéria é expelida na forma de jatos relativísticos.

O Sgr A* não deve apresentar esses jatos, pois ele é um buraco negro calmo, engole uma estrela a cada 10 mil anos.

Mas os jatos também são importantes para entender os buracos negros.

Se os jatos existirem o EHT será capaz de detectá-los.

Isso porque o EHT na verdade é um telescópio que virtualmente tem o diâmetro do planeta Terra e é formado por 7 rádio telescópios espalhados pelo mundo.

durante uma semana em 2017 essa rede de telescópios adquiriu os dados necessários para fazer a tão falada imagem.

Mas essa imagem ainda não ficou pronta.

Os astrônomos têm simulações de como ela deve ser no final, que é essa que estou mostrando para vocês.

A complicação está no fato de que para gerar essa imagem é preciso construir códigos computacionais que levam em consideração as equações da teoria da relatividade de Einstein.

As equações geram previsões interessante,.

A sombra do Sgr A* deve ser praticamente circular, caso ela não seja, algo pode estar errado com a teoria da relatividade.

Ajustar todos os dados adquiridos, construir os códigos computacionais que levam em consideração as equações da relatividade, testar tudo isso, rodar esses códigos, processar os dados e no final obter a imagem, é uma tarefa um tanto complicada e por isso essa demorana geração da imagem da sombra do buraco negro.

Mas com as simulações feitas até agora, temos uma boa ideia de como essa imagem será.

Vamos aguardar e acredito que em breve a imagem estará prontinha para podermos apreciar.

Fonte:

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ESO Confirma Buraco Negro Supermassivo da Via Láctea - Space Today TV Ep.1553

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Calma, ainda não é a foto do Sagittarius A*, mas temos mais novidades sobre o nosso buraco negro supermassivo de estimação.

Uma primeira coisa que é muito importante a gente explicar, é que, embora nós falamos direto sobre esse buraco negro, ele ainda não é algo confirmado.

Existem fortes evidências da sua existência, uma delas são as estrelas que são super aceleradas nas suas vizinhanças, esse é um forte indicativo da presença desse buraco negro supermassivo.

Uma dessas estrelas é a chamada S2, uma estrela que é monitorada pelos astrônomos a muito tempo.

Essa estrela, por exemplo, já apresentou um comportamento previsto pela Teoria da Relatividade para objetos próximos de um buraco negro supermassivo.

Ou seja, mais uma evidência.

E agora, o ESO acaba de divulgar uma pesquisa que confirma a existência do buraco negro supermassivo central na Via Láctea.

Os astrônomos usaram dois instrumentos acoplados ao VLT do ESO no Chile, o SINFONI e o GRAVITY e apontaram os telescópios para o centro da Via Láctea para estudar o que acontece por ali, na verdade para estudar a estrela S2.

E quando estavam estudando essa estrela eles conseguiram registrar 3 claròes brilhantes emitidos perto da região do buraco negro.

Então os astrônomos foram para os modelos, eles modelaram o que estavam observando, e os 3 clar
ões se ajustavam perfeitamente com as previsões teóricas para pontos quentes orbitando as proximidades de um buraco negro supermassivo com massa de 4 milhòes de vezes a massa do Sol.

Esses clarões na verdade é a radiação emitida por elétrons altamente energéticos situados muito perto do buraco negro.

Os clarões se originam das interações magnéticas que ocorrem no gás quente que orbita as proximidades do Sagittarius A*.

Mas o que é esse muito perto?

Um buraco negro supermassivo possui algumas regiões importantes, a singularidade, que seria o buraco negro em si, o horizonte de eventos, ponto além do qual não tem mais volta, o disco de acreção, onde parte da matéria que não cai no buraco negro fica acelerada a velocidades relativísticas e existe ainda uma órbita interna estável, foi nessa órbita que os clarões foram observados.

os clarões indicam que o material nessa região está a uma velocidade equivalente a 30% da velocidade da luz, o que é realmente impressionante.

Essa descoberta é um resultado retumbante de que o Sagittarius A* é um buraco negro supermassivo.

Era algo desejado pelos astrônomos a muito tempo.

Agora, só falta a foto!!!

#MeetESO

fonte:



Artigo:

Swift Registra Morte De Estrela Em Buraco Negro - Space Today TV Ep.648

Mais um vídeo de buraco negro? Por que não?

Muito bem, atualmente não tem jeito, talvez as duas áreas que mais evoluíram nos últimos anos dentro da astronomia foram a de exoplanetas e a de buracos negros.

Muita coisa, que há pouco tempo atrás era só teoria agora é observada e até com um certo grau de detalhe.

Entre esses fenômenos está o chamado evento de ruptura de maré, ou TDE, que só com o desenvolvimento tecnológico é que foi possível desenvolver sondas capazes de observar os efeitos desse tipo de evento.

Uma dessas sondas é a Swift da NASA, um dos observatórios especializados em observar o universo no raio-X, uma das frequências de mais alta energia que existe.

Na busca de tentar sempre entender melhor os buracos negros, uma equipe de pesquisadores usou observações feitas pelo Swift do evento chamado ASASSN-14li.

Esse evento ocorreu a aproximadamente 290 milhões de anos-luz de distância da Terra, quando uma estrela parecida com o Sol passou perto de um buraco negro supermassivo no interior de uma galáxia e sofreu então a ruptura de maré, ou seja, começou a se desintegrar em direção ao buraco negro, enquanto que parte da sua matéria começou a ser expelida a altas velocidades.

O buraco negro responsável por estraçalhar a estrela tem uma massa equivalente a 3 milhões de vezes a massa do Sol, assim o seu horizonte de eventos tem cerca de 13 vezes o raio do Sol, e o seu disco de acreção se forma a uma distância equivalente a duas vezes a distância da Terra ao Sol.

Esse evento de ruptura foi descoberto em 22 de Novembro de 2014 com telescópios robóticos do Havaí e do Chile, a partir da descoberta o alerta foi enviado para o Swift e outros observatórios espaciais para começarem a estudar o fenômeno.

O que os astrônomos registram são as emissões causadas pelos detritos estelares, que ao invés de cair no buraco negro entram em órbita e depois acabam se colidindo, essas colisões geram ondas de choques que deixam suas marcas no espectro de raio-X e ultravioleta proveniente da região.

Os astrônomos precisam entender por completo esses eventos, e por isso quanto mais eventos são observados, a estatística é aumentada e o entendimento também melhorado.

E vamos caminhando, a cada dia uma notícia nova sobre os objetos mais intrigantes do universo.

Fonte:



Artigo:



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A Melhor Evidência Para Um Buraco Negro de Massa Intermediária - Space Today TV Ep.1319

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Os buracos negros podem existir no universo com diversas massas, buracos negros de massa estelar, buracos negros de massa intermediária, buracos negros supermassivos, e os buracos negros primoridais.

De todos esses, os buracos negros de massa intermediária são os mais difíceis de serem detectados, na verdade, até agora não se tem uma detecção definitiva desse tipo de buraco negro.

Isso acontece porque esses buracos negros são muito quietos, não engolem tanta matéria e estão provavelmente escondidos dentro de aglomerados globulares.

Porém, os astrônomos não param de procurar por eles.

Recentemente um grupo de astrônomos conseguiu detectar algo realmente impressionante, ao observar um aglomerado globular, numa região bem fora do seu centro, eles observaram uma flare de radiação em múltiplos comprimentos de onda.

O decaimento do brilho dessa emissão e outras propriedades se ajustavam perfeitamente com o que acontece com uma estrela quando está sendo consumida por um buraco negro, uma TDE, ou Evento de Ruptura de Maré, como já expliquei aqui em outros vídeos.

Os astrônomos usaram dados do Chandra, do XMM-Newton e do Swift, observatórios espaciais dedicados à captação das emissòes de raios-X e com a distribuição da emissão registrada eles puderam calcular o tamanho do buraco negro.

E com isso eles estimaram a massa do buraco negro em dezenas de milhares de vezes a massa do Sol, classificando-o como um buraco negro de massa intermediária.

O problema é que outros eventos, relacionados a estrela de nêutrons também se ajustam com os dados obtidos, com erros maiores, para confirmar que o objeto seja um buraco negro de massa intermediária eles precisam continuar estudando o objeto.

Mas até o momento essa pode ser considerada a melhor evidência para a detecção de um buraco negro de massa intermediária.

Além disso, é um evento de muita sorte também, pois um TDE num buraco negro supermassivo é algo difícil de ser detectado, num buraco negro é mais difícil ainda, mas os pesquisadores conseguiram esse registro.

Fonte:



Artigo:





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O que São Blazars? - Space Today TV Ep.1380

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Semana passada foi anunciada pela primeira vez a fonte de um neutrino de alta energia.

E essa descoberta trouxe conceitos novos e objetos novos para o grande público que talvez poucas pessoas tivessem ouvido falar.

Um desses objetos são os blazars.

Vou tentar explicar o que são esses objetos.

No centro da maior parte das galáxias existe um buraco negro supermassivo, esse buraco negro supermassivo pode estar relativamente inativo, como o da Via Láctea.

Isso quer dizer que ele se alimenta poucas vezes em intervalos de milhares de anos.

Porém, existem em algumas galáxias buracos negros supermassivo muito ativos, ou seja, que estão se alimentando constantemente, isso devido ao suprimento de material da galáxia ser muito grande e servir como alimento para ele.

Esses buracos negros muito ativos são chamados de núcleos ativos de galáxias, ou AGNs.

Nos AGNs, parte do material não cai na direção do buraco negro, mas sim fica circulando ao seu redor, formando o que se chama de um disco de acreção.

Esse material gira a alta velocidade e isso faz com que ele fique superaquecido, com esse aquecimento ele começa a emitir radiação em diferentes comprimentos de onda, ondas de rádio, raios-gamma, raios-X.

Essa radiação emitida, devido ao campo magnético é transformado em jatos de partículas relativísticas, isso quer dizer que essas partículas energéticas são ejetadas na velocidade próxima a da velocidade da luz.

A maneira como nós observadores, observamos esses jatos acaba dando a classificação para os AGNs.

Se ao observamos um AGN e vemos o seu jato de partículas de lado, o AGN é chamado de quasar.

Se ao observarmos um AGN vemos o seu jato com uma determinada angulação, esse AGN pode ser uma galáxia do tipo Seyfert ou uma radiogaláxia, dependendo de determinadas emissões espectrais.

Agora se observamos um AGN e vemos o seu jato de frente, estamos diante de um blazar.

Esse nome blazar veio dos primeiro objetos observados com essa características, chamados de Objetos BL Lacertae e pela semelhança com um quasar.

O disco de acreção de um AGN é um verdadeiro acelerador de partículas natural e nesse acelerador são gerados os raios cósmicos de alta energia e os neutrinos de alta energia que foram detectados pelo IceCube.

No próximo vídeo vou tentar explicar o que são os raios cósmicos, para que possamos tentar entender melhor o que foi essa descoberta.

BLACKHOLES@HOME - DETECTE ONDAS GRAVITACIONAIS EM CASA | SPACE TODAY TV EP.1782

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Um projeto muito interessante pretende usar o computador pessoal de pessoas espalhadas pelo mundo inteiro para ajudar no processamento dos dados obtidos pelo LIGO e VIRGO e assim auxiliar na detecção de ondas gravitacionais!!! Faça parte desse projeto!!!

#BlackHoles@Home #OndasGravitacionais

Fonte:





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Chegou a Hora!!! Vamos Observar Um Buraco Negro - Space Today TV Ep.614

Fotografar um buraco negro, é possível? Óbvio que fotografar o interior de um buraco negro, ou o que acontece além do horizonte de eventos, é algo impossível, pois a partir do horizonte de eventos, nada consegue escapar, nem mesmo a luz.

Agora, fotografar o horizonte de eventos é sim algo possível, porém para realizar esse feito seria necessário um telescópio gigantesco, para se ter uma ideia, para fotografar o horizonte de eventos do buraco negro no centro da Via Láctea, seria necessário um telescópio que tivesse, virtualmente o diâmetro do planeta Terra.

E será que isso é possível? Não só é possível, como está pronto para operar.

A iniciativa se chama Event Horizon Telescope, ou Telescópio do horizonte de Eventos.

O objetivo é integrar os grandes radiotelescópios do mundo, e a através de uma técnica chamada de interferometria e assim conseguir observar o horizonte de eventos do buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea.

Para quem não sabe, o buraco negro central da Via Láctea, se chama Sagitarius A*, está localizado a cerca de 26 mil anos-luz de distância da Terra, e obviamente nunca foi observado.

O que se tem são indícios de sua existência devido a observação das estrelas ao redor se movimentando de forma muito rápida, o que sugere um objeto extremamente denso no centro.

O seu horizonte de eventos tem cerca de 20 milhões de km, parece muito, mas na distância que ele está não é nada, é só mesmo, um telescópio do tamanho da Terra é capaz de observar.

O EHT usa uma técnica chamada de VLBI (Very Long baseline array interferometry).

Na verdade a técnica consiste em combinar o poder das maiores antenas de rádio telecópios do mundo todos olhando para um mesmo alvo ao mesmo tempo.

Com a recente adição do ALMA ao EHT sua sensibilidade foi extremamente melhorada.

além dos instrumentos, o local onde ficarão armazenados os dados já está pronto esperando a quantidade enorme de informação. A capacidade de armazenamento é equivalente a de 10000 laptops tradicionais.

Além de tudo isso, obviamente o algoritmo que irá fazer a análise dos dados já está bem desenvolvido.

E para ter uma certeza no sucesso do experimento, simulações já foram rodadas levando em consideração as equações de Einstein.

E o efeito que os astrônomos esperam observar é a sombra do buraco negro na matéria subjacente e quando essa sombra acontecer, o horizonte de eventos se tornará proeminente.

Agora a pergunta que não quer parar? Quando teremos essa imagem?

Os astrônomos pretendem fazer a campanha de observação entre 5 e 14 de Abril de 2017, mas devido à complexidade das análises, provavelmente a primeira imagem só fique pronta em 2018, ah, e só para lembrar não tem nada da NASA nisso.

Além obviamente de fazer a imagem do horizonte de eventos, que será algo extraordinário, esse experimento poderá provar mais uma vez a teoria da relatividade de Albert Einstein. Muitos efeitos só provados teoricamente poderão ser testados nessa observação.

E não existe melhor lugar para testar a teoria da relatividade do que o ambiente extremo nas vizinhanças de um buraco negro.

Será que esse ano conseguiremos esse fato extraordinário? vamos aguardar e estarei aqui anunciando para vocês as novidades.

Fonte:



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4 COISAS QUE IREMOS APRENDER COM A FOTO DO BURACO NEGRO | SPACE TODAY TV EP.1773

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Está chegando a hora, e a ansiedade só aumenta.

Vamos falar mais um pouco sobre a foto do buraco negro.

Já falei em um vídeo aqui, 6 pontos interessantes que podemos esperar com a tão famosa foto do buraco negro, e hoje reuni mais 4 coisas que poderemos aprender com essa imagem.

Não só com a imagem, mas sim, com todos os dados que foram adquiridos.

1-) Como é um buraco negro?

Essa realmente é uma questão complicada, como observar algo que não emite luz, não é mesmo, mas dessa vez, através da sombra do seu horizonte de eventos teremos uma boa ideia, finalmente, de como é um buraco negro.

O que temos hoje, são simplesmente posições com base, principalmente em emissões de raios-X e em movimentos de massas ao redor de pontos invisíveis, onde calculamos a massa, e concluímos que ali deve ter um buraco negro.

Mas dessa vez é diferente, poderemos ter uma noção muito boa de como ele realmente é. Simulações feitas durante esses 2 anos, já anteciparam um pouco como ele deve parecer, mas vale lembrar que as simulações foram feitas com base em modelos teóricos, agora teremos a imagem para comprovar ou não toda a teoria.

Os pesquisadores já esperam algo um pouco assimétrico devido aos desvios que a luz irá sofrer de modo que um lado pode parecer mais brilhante que outros, mas tudo isso será respondido na quarta-feira, dia 10 de Abril de 2019.

2-) O Maior Teste da Teoria Geral da Relatividade de Einstein

Desde que foi criada a Teoria Geral da Relatividade de Einstein, vem sendo testada nos mais diferentes ambientes.

Na Terra, em satélites, perto do Sol, em galáxias distantes, e até então tem se saído bem.

Mas agora chegou a hora de testar a teoria no ambiente mais extremo.

As simulações que foram feitas, baseadas na Teoria Geral da Relatividade, mostram como a imagem deve ser, mas e se ela for diferente.

Alguns já sabem o que pode acontecer, um trabalho rodou 12 mil simulações usando teorias alternativas para mostrar como seria a imagem do buraco negro, ou seja, ou ele se parece com o que a Teoria da Relatividade previu, ou com algumas das teorias alternativas e aí, seria um grande baque para muitos físicos.

Vale lembrar que o ESO já estudou essa região, e descobriu que uma nuvem de gás perto do SGR A* respeitava perfeitamente a Teoria Geral da Relatividade.

Mas a prova definitiva, só teremos no dia 10 de Abril.

3-) Existem pulsares ao redor do SGR A*?

Outra maneira de testar a Teoria Geral da Relatividade ao redor do buraco negro é estudar como a luz das estrelas se comportam.

Mas isso não é muito fácil, por isso os pesquisadores procuram ali ao redor um tipo especial de estrela, um pulsar.

Um pulsar é uma estrela de nêutrons em alta rotação que emite pulsos muito precisos que sofreriam desvios e esses desvios poderiam ser estudados, comprovando ou não o que a teoria prevê.

Até hoje, os pesquisadores não conseguiram encontrar nenhum pulsar ao redor do SGR A*.

Mas o EHT observou em detalhe a região, e existe a esperança que exista ali escondido algum pulsar, então existe uma parte dos cientistas que está interessada nessa busca por pulsares nos dados do EHT para novamente colocar à prova a Teoria Geral da Relatividade.

4-) Como são gerados os jatos relativísticos dos buracos negros?

Isso mesmo, alguns buracos negros supermassivos geram jatos relativísticos.

Os jatos na verdade são gerados pela matéria que está super aquecida e acelerada no disco de acreção que circunda o buraco negro.

Um buraco negro que se encontra num processo voraz de alimentação, parte da matéria não cai em sua direção, fica nesse disco de acreção, e devido ao super aquecimento, são gerados jatos relativísticos, jatos que as vezes atravessam toda a galáxia.

O nosso buraco negro, o SGR A* é um buraco negro calmo, não está nesse processo de alimentação então não tem esse jato, mas o da M87 tem.

Esse buraco negro tem o equivalente entre 3.5 e 7.22 bilhões de vezes a massa do Sol, é um monstro se comparado aos 4 milhões de vezes a massa do Sol do SGR A*.

Por esse motivo, estudar o buraco negro da M87 é tão importante, esse estudo poderá responder questões, sobre, como esses jatos relativísticos são gerados.

Quando vamos ter essa resposta?

Dia 10!!!

Aguardem, falta muito pouco e depois vamos voltar aqui com algumas dessas respostas e com certeza com muitas outras questões!!!

#FotoDoBuracoNegro

Fonte:

O Buraco Negro Mais Faminto do Universo - Space Today TV Ep.1262

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Uma das coisas mais falada na semana foi o tal buraco negro monstruoso que está engolindo muito matéria, na verdade o equivalente a uma estrela a cada dois dias.

Vamos tentar explicar tudo isso aqui nesse vídeo. Porque tem muito mais coisa por trás disso, e os novos dados da missão Gaia foram cruciais para essa descoberta.

O buraco negro na verdade é o que os astrônomos classificam como sendo um quasar ultra luminoso

O nome dele é: SMSS J215728.21-360215.1

Se ele é um quasar, quer dizer que ele é o núcleo ativo de uma galáxia, é um buraco negros supermassivo que está em processo voraz de alimentação, ou seja, engolindo uma grande quantidade de matéria.

Nesse processo de alimentação, parte da matéria não cai em sua direção e é emitida na forma de jatos, e no caso dos quasares os jatos estão bem de frente para nós, por isso vemos ele brilando muito intensamente.

A massa desse buraco negro já é algo espetacular, ele tem o equivalente a 20 bilhões de vezes a massa do Sol.

Embora tudo isso o transforme num monstro, ele não é facilmente identificado, principalmente pelo fato dos jatos estarem na nossa direção, ele se parece muito com uma estrela brilhante da nossa própria galáxia.

Para descobrir esse monstro escondido, os pesquisadores usaram de forma decisiva os dados da missão Gaia, pois assim conseguiram tirar as estrelas da nossa galáxia que estavam atrapalhando a identificação dele.

E assim ele apareceu.

Esse buraco negro está localizado a 12.5 bilhões de anos-luz de distância da Terra.

Através dos cáclulos realizados, os astrônomos descobriram que esse quasar está consumindo matéria numa taxa equivalente a uma estrela a cada dois dias.

Isso faz dele o buraco negro de mais rápido crescimento já detectado no universo.

A descoberta de um buraco negro desse a uma dist6ancia tão grande assim levanta uma questào importante, como ter um buraco negro assim grande tào perto do início do universo. E aquela velha pergunta volta a tona, o que veio primeiro o buraco negro ou a galáxia?

fonte:





Artigo:





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A Radiogaláxia Mais Distante Já Observada - Space Today TV Ep.1313

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Existe um objeto no universo chamado de rádio galáxia.

Esse objeto faz parte da classe dos AGNs, ou núcleos ativos de galáxias, aqueles objetos que possuem no seu centro um buraco negro supermassivo que está em constante e feroz processo de alimentação, que gera ao ser redor um disco de material superaquecido, superacelerado que acaba emitindo radiação.

Nesse caso a maior parte da radiação é emitida nos comprimentos de onda de rádio.

São objetos extremamente brilhantes e distantes e por isso são muito bons para os astrônomos poderem estudar a evolução do universo, como as coisas se sucederam lá no começo de tudo.

Na verdade, quanto mais distante for o objeto, mais interessante é dele ser observado, pois mais informação poderá trazer sobre a evolução do universo logo depois da sua formação.

Obviamente que objetos muito distantes não são fáceis de serem encontrados e quando isso acontece os astrônomos comemoram muito como um recorde que foi batido.

E um desses momentos acaba de acontecer.

Os astrônomos acabam de detectar a rádio galáxia mais distante já descoberta.

Ela foi descoberta com um Z=5.72 e se chama TGSSS1530.

Esse Z é o que os astrônomos chamam de desvio para o vermelho, que está relacionado com a distância, quando maior o Z mais distante está o objeto.

Um Z de 6 para que vocês tenham uma ideia é algo que aconteceu na época da reionização, um estágio inicial da evolução do universo.

Ou seja, uma galáxia com um Z perto de 6 nos dá muita informação sobre essa época do universo, uma época importante que devemos entender.

Essa rádio galáxia tem aproximadamente um di6ametro de 11400 anos-luz, um valor típico para as rádio galáxias de alto desvio para o vermelho como essas são chamadas.

Os astrônomos esperam agora os novos instrumentos, de ondas de rádio como o LOFAR Two-metre Sky survey para poderem descobrir rádio galáxias com Z maior que 6.

Por enquanto essa é a rádio galáxia mais distante já observada.

E assim os astrônomos vão, cercando de todos os lados para entender o início do universo e a sua evolução.

Fonte:



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Astrônomos Observam Buraco Negro Devorando Estrela - Space Today TV Ep.1310

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Hoje vamos falar de buracos negros e de um belo trabalho publicado na revista science dessa semana, cujo artigo encontra-se na descrição do vídeo para ser baixado e devorado.

A maior parte das grandes galáxias possuem no seu centro buracos negros supermassivos.

Em casos especiais como nos quasars, nas radiogaláxias, por exemplo, os buracos negros estão em constante processo de alimentação, como nem toda matéria cai no buraco negro, parte da matéria se acumula em um disco ao redor dele, é superaquecida e gira a altas velocidades produzindo jatos relativísticos.

Já em buracos negros que não se encontram nesse constante processo de alimentação, quando o buraco negro consome matéria, por exemplo, engole uma estrela, esse evento é chamado de TDE, ou evento de ruptura de maré em inglês.

Na teoria, quando um evento desse acontece o material sugado da estrela forma um disco de rotação ao redor do buraco negro e acaba emitindo radiação em raios-X e luz visível lançando jatos dos polos do disco em velocidade próxima a da luz.

Muito poucos desses eventos foram até hoje detectados e por isso, os astrônomos até agora não haviam conseguido ver isso acontecendo.

Mas agora tudo mudou.

Um grupo de 36 cientistas de 29 instituições espalhadas pelo mundo, usando uma grande quantidade dos mais diferentes tipos de telescópios que você possa imaginar, observaram um par de galáxias em fusão chamado Arp 299, que está localizado a 150 milhões de anos-luz de distância da Terra, e no seu centro abriga um buraco negro com 20 milhões de vezes a massa do Sol.

Desde 2005, os astrônomos vem rastreando uma série de eventos que acontecem nesse buraco negro, que está mastigando uma estrela com o dobro da massa do Sol.

Os astrônomos começaram vendo uma brilhante explosão de emissão em infravermelho vinda desse núcleo, depois detectaram emissões nas ondas de rádio, e com o passar dos anos eles observaram essas emissões se expandindo.

Essa expansão nas emissões nada mais é que o famoso jato de material teorizado por quem estuda a ruptura de maré e agora pela primeira vez esse jato é estudado em detalhe e observado com precisão.

Isso mostra que só a integração de vários pesquisadores, instrumentos e os anos de paciência dos astrônomos podem levar a grandes descobertas.

Fonte:



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