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Novo Estudo Sobre a Habitabilidade de Proxima b - Space Today TV Ep.1458

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Novo Estudo Sobre a Habitabilidade de Proxima b - Space Today TV Ep.1458

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Em 2016, depois de anos de busca e pesquisa, o mundo da astronomia, conseguiu identificar um planeta na órbita da estrela mais próxima do Sol.

A estrela Proxima Centauri é uma estrela do tipo anã vermelha, pequena e fria que fica localizada a cerca de 4.2 anos-luz de distância da Terra.

Desde que exoplanetas começaram a ser descobertos, os astrônomos pensavam em descobrir um na órbita de Proxima Centauri, pois esse seria o exoplaneta mais próximo da Terra.

E em 2016 foi descoberto o exoplaneta chamado de Proxima b, que tem cerca de 1.3 vezes a massa da Terra, completa uma órbita ao redor de sua estrela a cada 11 dias e fica na zona habitável da estrela.

A partir de então teve início uma grande discussão sobre a habitabilidade de Proxima b.

Um dos temas que mais tomou conta do noticiário astronômico nos últimos anos.

Será que ele tem água na sua superfície, será que a radiação de Proxima Centauri cozinha o planeta, e varre a sua atmosfera, será que ele tem atmosfera, todas essas perguntas foram feitas, e simulações, após simulações foram rodadas tentando achar uma resposta.

Agora uma nova série de simulações foi rodada para tentar desvendar alguns segredos de Proxima b.

Os pesquisadores utilizaram modelos mais complexos que os das simulações anteriores, modelos que são usados para estudar a mudança climática na Terra.

Os pesquisadores simularam 18 cenários separados buscando por efeitos de continentes gigantes, atmosfera fina, composiçòes atmosféricas diferentes, e até mesmo a presença de sais num oceano global.

Proxima b é gravitacionalmete travado com a sua estrela e isso poderia de certo modo prejudicar a habitabilidade do exoplaneta.

Porém, esses modelos simulados mostraram que a dinâmica da atmosfera e dos oceanos no planeta poderia sustentar uma quantidade de água líquida na superfície.

Essas regiões com água líquida persistentes poderiam variar de tamanho e quanto maior essa fração melhor a chance de ter vida.

E de acordo com os pesquisadores, a melhor mensagem desse novo conjunto de simulações é que existe sim uma grande chance de que Proxima b seja habitável.

obviamente que deveremos esperar os telescópios extremamente grandes de próxima geração, que serão capazes de fazer um estudo detalhado de Proxima b e assim até quem sabe detectar a propagação diferenciada de calor do exoplaneta, o que poderá comprovar ou negar essas novas simulações.

para quem queria novidades de Proxima b, está aí.

fonte:



Artigo:

O Modelo Climático E A Habitabilidade de Proxima b - Space Today TV Ep.709

Desde que foi descoberto em Agosto de 2016, uma das maiores questões com relação ao exoplaneta Proxima b é se ele poderia ser habitável ou não, se poderia abrigar a vida ou não.

Muitos pesquisadores logo de cara o chamaram de Terra 2.0, e uma nova pesquisa diz que eles podem não estar tão errados assim.

Esse apelido de Terra 2.0 veio pelo fato de Proxima b ter um tamanho similar com a Terra, e de possivelmente possuir uma atmosfera.

Além disso encontra-se na chamada Zona Habitável da sua estrela uma região, um planeta pode manter a água no estado líquido em sua superfície.

Com os dados obtidos até o momento sobre Proxima b, pesquisadores da Universidade Exeter no Reino Unido, usaram um modelo climático, conhecido como Modelo Unificado do Met Office para estudar a possibilidade de Proxima b ter uma atmosfera e um clima amigável para a vida.

Se Proxima b é um planeta parecido com a Terra, então o modelo climático usado na Terra deve se ajustar bem ao exoplaneta.

Com os parâmetros definidos os pesquisadores rodaram uma série de simulações testando diferentes cenários atmosféricos, climáticos e orbitais.

Os pesquisadores consideraram uma atmosfera semelhante com a da Terra, e também consideraram uma atmosfera mais simples composta de nitrogênio com pequenos traços de dióxido de carbono.

Os pesquisadores levaram em consideração também o fato da estrela que hospeda Proxima b, emitir a maior parte de sua radiação no infravermelho.

Assim, usando o Modelo Unificado, eles concluíram que na situação em que o planeta é gravitacionalmente travado com a estrela, algumas regiões do planeta poderiam sim ter água no estado líquido.

E além disso ter circulação atmosférica, ou seja, o planeta apresentaria um regime climático interessante para abrigar a vida.

Além disso, os pesquisadores também investigaram a possibilidade do planeta ter uma órbita parecida com Mercúrio, ou seja, girar 3 vezes ao redor do seu eixo, enquanto dá duas voltas ao redor do Sol, ou no caso da estrela.

Nessa nova configuração, o Proxima b também manteria a água líquida na sua superfície em mais regiões até e teria um clima muito mais propício para a vida.

Essa pesquisa joga mais lenha na fogueira da discussão, Proxima b, é habitável, é amigável para a vida?

Eu quero saber a opinião de vocês, deixem tudo aí nos comentários.

Fonte:



Artigo:



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O Projeto do Hubble Para Observar As Primeiras Galáxias do Universo - Space Today TV Ep.1459

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Uma das principais contribuições do Telescópio Espacial Hubble, desde que ele foi lançado é no entendimento sobre a evolução do universo e a estrutura em grande escala.

Para que ele possa contribuir dessa maneira ele precisa observar objetos, principalmente as galáxias mais distantes que se conhece.

Essas galáxias primordiais é que ajudarão a contar a história de evolução do nosso universo.

Porém, o equipamento possui uma limitação e essa sua limitação restringe muito os estudos que podem ser feitos.

Uma maneira de naturalmente aumentar o poder de observação é através do efeito de lente gravitacional.

E isso o Hubble faz muito bem estudando e observando os aglomerados de galáxias.

Além de serem as maiores estruturas do universo, esses aglomerados agem como lentes aproximando e ampliando as galáxias mais distantes do universo e permitindo assim que elas sejam estudadas.

Nesse processo de estudar os aglomerados de galáxias existem alguns projetos muito interessantes, um deles é o chamado Frontiers Fields, onde aglomerados de galáxias foram estudados com o objetivo de identificar galáxias distantes que sofrem o efeito de lente gravitacional.

Agora o Hubble iniciou um novo projeto chamado de BUFFALO, sigla que quer dizer, Beyond Ultra-deep Frontiers Fields And Legacy Observations, algo como, Além do Campo Profundo do Frontiers e das Observações Mais Antigas, ou seja, um sucessor do Frontiers Fields.

E para isso, o Hubble já começou bem, fazendo essas imagens do Abell 370 um gigantesco aglomerado de galáxias.

O Objetivo do BUFFALO é observar as galáxias mais massivas e luminosas nos primeiros 800 milhões de vida do universo e deixar tudo preparado para que na sequência o James Webb venha e melhore essas observações e consiga ir um pouco além.

Além disso, ao estudar os aglomerados de galáxias, se ganha um bom entendimento sobre o comportamento da matéria escura, já que você consegue estudar o efeito da massa na luz dos objetos que você está observando, e com esses campos estendidos é possível gerar mapas mais precisos da distribuição tridimensional da matéria escura.

É o Hubble mais uma vez mostrando toda a lenha que ainda tem para queimar antes que o James Webb seja lançado lá em 2021.

Fonte:



Página do projeto BUFFALO:

Como Podemos Viajar Até Proxima b? - Space Today TV Ep.1492

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Desde a descoberta de Proxima b, o exoplaneta mais próximo da Terra, uma das grandes questões levantadas, é se um dia poderemos viajar até lá e se sim, como seria essa viagem. O projeto Breakthrough Starshotpretende resolver esse problema lançando pequenas naves até esse exoplaneta, usando para isso velas de luz (light sails) naves que atingiriam cerca de 20% da velocidade da luz e levariam 20 anos para chegar até o exoplaneta.

Fonte:

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Órbita da Proxima Centauri Determinada Após 100 Anos - Space Today TV Ep.562

Proxima Centauri, como todos sabem, é a estrela mais próxima da Terra, e que abriga um dos mais falados exoplanetas de todos os tempos, o Proxima b.

Obviamente que o interesse por essa estrela tem aumentado vertiginosamente desde o anúncio da descoberta do exoplaneta.

Porém, essa estrela é estudada a muito tempo, e intriga os astrônomos, basicamente dese a sua descoberta que aconteceu a 100 anos atrás.

Devido a sua fraca luminosidade é muito complicado medir com precisão sua órbita.

A órbita da estrela é medida através da velocidade radial com a qual ela se aproxima e se afasta da Terra.

Graças ao instrumento HARPS do ESO, os astrônomos conseguiram agora, 100 anos depois da sua descoberta, determinar a órbita precisa da Proxima Centauri, e também a órbita de outras estrelas importantes do sistema, como a Alpha Centauri.

A Alpha Centauri é na verdade uma estrela dupla, formada pela Alpha Centauri A e B, e que orbitam uma bem próxima da outra.

O que os resultados do HARPS mostraram é que na verdade a Proxima Centauri orbita o sistema binário de Alpha Cenaturi, porém a uma distância muito grande.

Isso tem uma implicação importante, de acordo com os astrônomos isso indica que essas três estrelas se formaram na mesma nebulosa de gás e poeira. Isso também faz com que elas tenham a mesma idade, cerca de 6 bilhões de anos, nos dando também uma ideia da idade do Proxima b.

Os astrônomos levantaram a hipótese também de que o exoplaneta possa ter se formado numa região mais distante da estrela e com o passar das eras, ele foi se aproximando da estrela parando na sua zona habitável.

O que isso significa?

Significa que se ele se formou numa região mais distante, ele com certeza foi um mundo congelado, e à medida que foi se aproximando da estrela esse gelo foi derretendo, como ele está na zona habitável quer dizer que a temperatura não é suficiente nem para congelar essa água e nem para evaporar, e isso implicaria que a superfície do Proxima b, pode sim ser repleta de água.

E, onde tem água, tem vida, pelo menos da forma como conhecemos, o que faz com que qualquer um possa literalmente viajar na possibilidade de haver algum tipo de vida em Proxima b.

Os trabalhos continuam e muito provavelmente em 2017, muitas novidades serão publicadas sobre o Proxima b, e eu as trarei todas aqui no canal para vocês.

Fontes:



Artigo:



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15 Descobertas Espetaculares Nos 15 Anos do Spitzer - Space Today TV Ep.1427

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No dia 25 de Agosto de 2003 a NASA lançava um dos seus grandes observatórios espaciais.

O Telescópio Espacial Spitzer que é um dos chamados quatro grandes observatórios da NASA.

O Spitzer tinha um planejamento inicial para trabalhar por 2 anos e meio, e agora acabou de fazer 15 anos no espaço.

A especialidade do Spitzer é observar no infravermelho, e nesse vídeo aqui um pequeno resumo de 15 grandes descobertas feitas pelo Spitzer.

Fonte:

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SALEIRO ESTELAR | SPACE TODAY TV EP.1719

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Uma das coisas mais importantes na astronomia é estudar a composição química de estrelas, de discos protoplanetários, nebulosas, buracos negros, supernovas, ou seja, de qualquer objeto.

É com base nesse estudo químico que surge a famosa frase do Carl Sagan, que somos feitos de poeira das estrelas, pois na verdade, os elementos químicos que constituem o nosso corpo são forjados no interior das estrelas.

Atualmente, para detectar as moléculas químicas no espaço e estudar suas composições, os astrônomos usam os radiotelescópios.

Na frequência das ondas de rádio, com comprimento de onda milimétrico e submilimétrico, é possível detectar no espectro, linhas de emissão de elementos químicos com grande clareza.

E essas linhas dependem basicamente da temperatura dos ambientes que se está estudando.

Um ambiente interessante de se estudar dessa maneira, são aqueles onde novas estrelas estão se formando, pois assim é possível entender cada vez mais e melhor esse processo.

Assim, um grupo de astrônomos apontou as antenas do ALMA o conjunto de radiotelescópios do ESO no chile para a Nuvem Molecular de Orion, um dos maiores e mais próximos berçários estelares da Terra.

Lá existe a Orion Source I, uma gigantesca estrela em formação, estrela essa que tem ainda seu disco de poeira ao seu redor, indicando que o sistema é realmente novo.

Apontando as antenas do ALMA para essa fonte, os astrônomos conseguiram registrar 60 diferentes assinaturas espectrais das moléculas ali existentes.

E analisando essas moléculas os astrônomos descobriram que se tratava de Cloreto de Sódio e Cloreto de Potássio, ou seja, sais, lembrando que o Cloreto de Sódio é o nosso querido sal de cozinha.

Esses sais foram localizados no disco circunstelar, e deve ser proveniente de regiões mais internas, é como se a estrela estivesse jogando pitadas de sal no seu disco.

Muito provavelmente os grãos sólidos de sais foram vaporizados por ondas de choque enquanto a estrela e o seu disco foram abruptamente acelerados pela colisão ou aproximação com outra estrela.

A assinatura dos sais está localizada entre 30 e 60 UA astronômicas da estrela e a estimativa é que existam ali 1 sextilhão, 1 seguido de 21 zeros, de quilos de sal, o que é o equivalente a massa dos oceanos da Terra.

Esse tipo de estudo é muito importante, pois os pesquisadores podem estudar a fundo as linhas espectrais para descobrir as temperaturas onde tudo isso aconteceu, e traçar como é o ambiente onde a estrela está se formando, além disso, mostra a presença de sais, que são constituídos de metais, como sódio e potássio, ou seja, é possível usar esse estudo para medir a quantidade de metal nas regiões da estrela, e caracterizá-la por completo.

Os pesquisadores, pretendem observar outras regiões parecidas com essa para tentar encontrar as mesmas moléculas.

Se encontrarem, os astrônomos vão conseguir concluir que entender a assinatura química dessas estrelas é fundamental para estudar os discos protoplanetários.

Será que existem outros saleiros estelares espalhados pelo universo? Deixem aí nos comentários.

#SaleiroEstelar

Fontes:



Gelo na Lua: A Primeira Evidência Direta e Definitiva - Space Today TV Ep.1418

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Agora pode comemorar, ao reavaliar dados da missão Chandrayaan-1, pesquisadores descobriram o que é agora a primeira evidência direta e definitiva da presença de gelo de água na Lua.

Fonte:



Artigo:

Inteligência Artificial Tenta Ajudar a Desvendar Os Mistérios das FRBs - Space Today TV Ep.1455

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Fast Radio Bursts, um dos maiores mistérios desse nosso universo.

As teorias para explicar esse fenômeno vão desde estrelas de nêutrons altamente magnetizadas, passando por efeitos que acontecem nos buracos negros, até assinaturas de civilizações alienígenas avançadas que estão tentando se comunicar com a gente.

Até hoje, poucas FRBs, como são chamadas, e por isso ainda são um grande mistério.

Uma maneira de tentar solucionar o mistério é descobrindo mais FRBs, assim você terá uma população interessante para testar modelos e teorias sobre essas explosões.

Porém descobrir uma FRB também não é uma tarefa muito fácil. As FRBs são explosões muito rápidas, duram muito pouco e por isso perder essas explosões na imensidão do universo é muito fácil.

Eu já mostrei aqui em alguns vídeos, que o projeto Breakthrough Listen, olha eles aí novamente, instalou na antena de Green Bank nos EUA, um equipamento que tem o objetivo principal de tentar captar o sinal de uma civilização alienígena desenvolvida.

Mas que está sendo usado, e muito bem para detectar FRBs.

Além de usar o equipamento para detectar as FRBs, a Breakthrough Listen está também fornecendo os algoritmos para processar os dados.

E todo esse processamento está sendo feito com base em algoritmos de Inteligência Artificial e Machine Learning.

Durante 5 horas de operação em 26 de Agosto de 2017, o sistema de Green Bank conseguiu adquirir 400 terabytes de dados.

Usando algoritmos tradicionais nesses dados, 21 FRBs foram detectadas.

Ao aplicar os novos algoritmos de IA da Breakthrough Listen, foi possível identificar 72 FRBs, algumas localizadas a cerca de 3 bilhões de anos -luz de distância da Terra.

Além disso, uma FRB em especial chama a atenção, a FRB 121102, essa FRB apresenta múltiplas explosões.

E com os novos algoritmos o número de explosões repetidas dessa FRB desde 2002 chegou a 300.

Para quem quer saber o algoritmo da Breakthrough Listen é uma rede neural convolucional.

O mais importante é que com esse grande número de sinais descobertos, os astrônomos têm agora em mãos uma população que começa a ficar significante para se pensar em modelos para as FRBs e quem sabe resolver esse grande mistério do universo atualmente.

Fonte:





ARtigo:



O Nascimento de Um Pulsar A Partir De Uma Supernova - Space Today TV Ep.1457

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Os astrônomos acreditam ter visto algo inédito, a formação de um pulsar a partir da explosão de uma supernova ultraluminosa. Os astrônomos sabem que isso acontece, mas essa é a primeira vez que conseguem evidências que isso aconteceu. Eles conseguiram então testemunhar o nascimento de um pulsar algo que é extremamente raro. Porém, os detalhes desse processo só serão revelados com os telescópios extremamente grandes da próxima geração.

Fonte:



Artigo:

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Resolvido o Mistério Dos Redemoinhos Lunares - Space Today TV Ep.1449

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Para quem não sabe, a superfície da Lua, possui algumas feições intrigantes, entre elas estão os chamados redemoinhos lunares.

Esses redemoinhos são marcas brilhantes que serpenteiam a superfície do nosso satélite natural.

O mais famoso deles é conhecido como Reiner Gama, e tem cerca de 64 km de extensão.

Ao estudar a Lua os astrônomos notaram que na mesma posição desses redemoinhos, eles encontram também campos magnéticos poderosos e localizados.

O mistério é, o que gerou esses intensos campos magnéticos e por consequência os redemoinhos no solo lunar?

Vocês já sabem, nessa altura do campeonato que quando queremos estudar algo que não temos acesso, apelamos para as simulações computacionais.

E foi isso que um grupo de pesquisadores fez, desenvolveu modelos matemáticos, buscando por feições geológicas que pudessem ser responsáveis por intensos campos magnéticos.

E eles descobriram que essa estrutura geológica seria consistente com os tubos de lava, estruturas que são formadas pelo fluxo de lava durante erupções vulcânicas.

O que acontece na Lua é que as rochas lunares se tornam altamente magnetizadas a temperaturas de 600 graus Celsius, algo que não acontece na Terra, pois a Lua é um ambiente livre de oxigênio.

Mas para acontecer isso é necessário um campo magnético.

Pois bem, estudos anteriores mostraram que a Lua teve um campo magnético que durou entre 1 bilhão e 2.5 bilhões de ano, ou seja, na mesma época em que os tubos de lava foram formados, esse campo magnético p6ode então magnetizar o ferro enquantonto esfriava.

Ou seja, os tubos de lava formados pelo vulcanismo lunar e o antigo campo magnético da Lua podem ser a explicação para a formação dos redemoinhos na superfície do nosso satélite.

Os pesquisadores agora, obviamente desejam que uma missão vá até esses redemoinhos, para que eles possam ser estudados de perto, e assim definitivamente colocar fim a mais um mistério no nosso sistema solar.

Fonte:

Simulação Mostra Como Seria A Fusão De Buracos Negros Supermassivos - Space Today TV Ep.1500

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O que acontece quando dois buracos negros se fundem, colidem e formam um buraco negro resultante?

Nós já sabemos que quando esses buracos negros têm massa estelar, ou seja, dezenas de vezes a massa do Sol, a fusão dos buracos negros gera ondas gravitacionais, e essas ondas gravitacionais podem e são detectadas na Terra com os experimentos LIGO e VIRGO.

E no caso dos buracos negros supermassivos?

Os buracos negros supermassivos possuem massa de milhões ou até bilhões de vezes a massa do Sol e localizam-se no centro da maior parte das grandes galáxias.

Quando as galáxias se fundem, colidem, o que é algo normal no universo, seus buracos negros centrais também se fundem.

Porém, nós não temos equipamentos sensíveis o suficiente para detectar o resultado dessa fusão.

O LIGO e o VIRGO estão na Terra, e o nosso planeta tem muitos ruídos que impedem a detecção de possíveis ondas gravitacionais.

Para isso serão necessários detectores no espaço como o LISA.

Mas até lá, os astrônomos querem entender o que acontece com a fusão de buracos negros supermassivos.

E como vocês já devem saber, só tem uma maneira de saber isso, por meio de simulações computacionais.

As simulações não são fáceis, tanto que só agora os astrônomos conseguiram fazer simulações que podem ser usadas para entender a fusão de buracos negros supermassivos.

Para criar esses modelos é necessário ferramentas computacionais sofisticadas que incluem efeitos físicos produzidos pelos dois buracos negros supermassivos.

As simulações mostram que num momento pré-fusão, a luz emitida pode ser dominada pela luz ultravioleta com alguma energia emitida em raios-X, similar ao que é observado em buracos negros em processo de alimentação.

Três regiões de emissão de luz a partir do gás aparecem quando os buracos negros se fundem, todas elas conectadas por fluxos de gás quente.

Essas regiões são um grande anel circulando todo o sistema chamado de disco circumbinário e dois discos menores ao redor de cada buraco negro chamados de minidiscos.

Tudo isso emite predominantemente luz UV. Depois através de uma interação da luz UV com cada coroa do buraco negro produz raios-X.

Com base nas simulações os pesquisadores esperam raios-X emitidos de forma mais brilhante na fase próxima a fusão do que os raios-X emitidos por um único buraco negro.

A maneira como ambos os buracos negros defletem a luz cria um complexo efeito de lente, outras feições estranhas também aparecem como um jogo complexo de sombras.

Para rodar a simulação foram necessários 9600 núcleos rodando por 46 dias.

Essa foi só uma primeira simulação, os pesquisadores pretendem refinar o código e estimar várias outras propriedades do processo de fusão entre os buracos negros supermassivos.

Com essas simulações, os pesquisadores poderão então construir os detectores e também posteriormente poder confirmar ou não a detecção de ondas gravitacionais e outros tipos de radiação geradas nesse processo de fusão dos objetos mais compactos e mais intrigantes do universo.

Fonte:



Artigo:

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Astrônomos Descobrem Uma Super-Terra na Órbita da Estrela de Barnard - Space Today TV Ep.1590

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Depois de 20 anos de busca, os astrônomos finalmente encontraram um exoplanetas do tipo super-Terra, na órbita da Estrela de Barnard, localizada a aproximadamente 6 anos-luz de distância da Terra. Essa descoberta foi feita pelo mesmo projeto que descobriu o Proxima b, o Pale Red Dots. O exoplaneta tem 3.2 vezes a massa da Terra, e orbita a sua estrela próximo do que é conhecido como linha de neve, ou seja, ponto onde os voláteis se congelam na superfície do exoplaneta, o tornando hostil para a vida, da mesma forma que o Proxima b, esse exoplaneta foi descoberto com a técnica de velocidade radial e não pela técnica do trânsito. Essa descoberta só foi possível graças à perseverança dos astrônomos, que integraram mais de 20 anos de dados para realizá-la. O Barnard b é o segundo exoplaneta mais próximo da Terra.

#EstreladeBarnardb #Exoplanetas

Fonte:



Artigo:

Observatório Australiano Descobre 20 Novas FRBs - Space Today TV Ep.1510

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As FRBs, ou Fast Radio Bursts ocorrem em todo o céu e duram apenas milissegundos.

Os cientistas ainda não sabem o que causa uma FRB, mas sabem que deve ser algo muito energético.

Só para se ter uma ideia, a energia liberada numa FRB é equivalente a energia liberada pelo Sol em 80 anos.

A primeira FRB foi descoberta em 2007 e de lá para cá poucas foram descobertas.

34 FRBs, e isso, é um dos fatores que dificulta e muito o entendimento desse fenômeno extremo do nosso universo.

Para que você possa entender relativamente bem um fenômeno, é preciso ter uma amostragem muito boa, onde você possa testar de forma robusta os seus modelos e assim gerar todo um pensamento sobre ele.

Mas como uma FRB dura milissegundos, vocês já devem imaginar que é um fenômeno extremamente complicado de ser registrado.

Por isso o desenvolvimento de novos equipamentos é fundamental para isso, um desses equipamentos, se chama ASKAP, sigla para Australia Square Kilometre Array Pathfinder.

As antenas do ASKAP têm um campo de visão de 30 graus quadrados, o equivalente a 100 vezes mais largo que a Lua Cheia, e ao usar as antenas apontando para pontos diferentes do céu os astrônomos conseguem uma cobertura de 240 graus quadrados, o que é equivalente a 1000 vezes a área da Lua Cheia.

E assim, com essa nova ferramenta disponível os astrônomos descobriram 20 novas FRBs, praticamente dobrando o número de FRBs conhecidas até então.

Entre as FRBs recém-descobertas estão a mais brilhante e a mais próxima já detectada.

Além disso, os astrônomos conseguiram apontar que as FRBs acontecem fora da nossa galáxia, na verdade a bilhões de anos-luz de distância da Terra.

Os astrônomos ainda não conseguem apontar o local exato onde acontecem essas FRBs, esse na verdade é o próximo desafio para os astrônomos.

Agora voc6e pode estar perguntando, por que estudar essas FRBs, qual a importância disso?

A primeira coisa é que essas explosões ocorrendo distante do nosso planeta, podem ajudar os astrônomos a entenderem o que acontece no chamado universo primordial, o que é algo complicado de ser estudado, mas as FRBs poderiam trazer essa informação até nós, entendendo isso, poderíamos compreender melhor como o universo nasceu e como evoluiu até os dias de hoje, algo onde ainda se tem muitas incertezas.

Outra coisa, é que as FRBs, acontecendo longe da Terra, e sendo explosões muito energéticas, ao atravessar o universo, atravessar nuvens de poeira e gás, atravessar a matéria que constitui o nosso universo elas podem nos dar informaçõess valiosas sobre, por exemplo, a matéria escura, um dos maiores mistérios atualmente do nosso universo. Ouso a dizer que o segredo sobre o que é a matéria escura está guardado nas FRBs.

Por isso, quanto mais explosões forem detectadas melhor para podermos entender tudo isso que elas nos podem informar.

A próxima etapa para os astrônomos é a inauguração do monstruoso SKA - Square Kilometre Array, uma rede de radio telescópios espalhados pelo mundo, do qual o ASKAP faz parte.

O SKA poderá descobrir mais FRBs e muito provavelmente os astrônomos poderão com ele apontar o local exato no universo onde elas acontecem.

Guardem isso, muitos segredos do universo serão revelados quando entendermos as FRBs.

Fonte:



Artigo:

ALMA e MUSE Do ESO Detectam Um Chafariz Cósmico - Space Today TV Ep.1564

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Alguns buracos negros supermassivos no centro de grandes galáxias expelem jatos de gás quente.

Esses jatos são observados nos núcleos ativos de galáxias, e os astrônomos têm um interesse muito grande em entender como todo o processo funciona.

E para entender isso, os astrônomos usam todas as suas armas.

Dessa vez, eles apontaram as antenas do ALMA e o VLT do ESO para um aglomerado de galáxias conhecido como Abell 2597, localizado a cerca de 1 bilhão de anos-luz de distância da Terra.

A galáxia no centro desse aglomerado ejeta os famosos jatos de material, e com o ALMA e o VLT, os astrônomos conseguiram registrar o processo como um todo.

O ALMA foi capaz de registrar o gás frio que estava caindo em direção do buraco engro, e o MUSE instalado no VLT registrou o gás quente sendo ejetado pelo buraco negro na forma de jatos.

Com isso, os astrônomos conseguiram entender o processo como um todo.

O gás frio cai em direção ao buraco negro, criando uma ignição e fazendo com que ele lance jatos em alta velocidade de plasma incandescente no vazio. Esses jatos não conseguem escapar da atração gravitacional da galáxia, então o plasma esfria, sua velocidade diminui e ele então cai de volta no buraco negro, iniciando o ciclo novamente.

De acordo com os astrônomos esse processo tem um papel fundamental na origem e na evolução das galáxias, já que sabemos que são os buracos negros supermassivos centrais que controlam a vida das galáxias.

E agora com a integração do ALMA e do VLT eles puderam observar todo o processo em um único sistema, o que é inédito e trará grandes ideias sobre a vida dos blocos fundamentais do universo.

#MeetESO

Fonte:



Artigo:

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Ondas Gravitacionais E As Dimensões Extras do Universo - Space Today TV Ep.1460

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E a GW170817 não para de ser estudada e revelar coisas importantes sobre o universo.

Chegou agora nesse mundo e não tem ideia do que é a GW170817, vamos a um resumão.

Essa é a onda gravitacional detectada em Agosto de 2017 pelo LIGO e VIRGO proveniente da fusão de duas estrelas de nêutrons, essa onda gravitacional teve o que chamamos de contrapartida no espectro eletromagnético, ou seja, os astrônomos usando seus telescópios tradicionais conseguiram estudar a fonte que a gerou em todos os comprimentos de onda.

Por esse motivo ela é a onda gravitacional mais importante detectada até agora, pois pode ser estudada de diversas maneiras, e os astrônomos não cansam de estudar-la.

Desde que foram detectadas pela primeira vez, existe a esperança de que as ondas gravitacionais podem ajudar a responder alguns dos grande mistérios do universo, como por exemplo, a matéria escura, a energia escura, o comportamento do universo em sua grande escala e até mesmo verificar ou contradizer teorias importantes como a da relatividade.

Existem várias teorias alternativas a teoria da relatividade, principalmente para tentar explicar a matéria e a energia escura.

Uma dessas teorias, sugere que, a grandes distâncias, a gravidade, poderia “vazar” em dimensões extras do universo, e assim quando fosse detectada ela estaria mais fraca e com inconsistências.

E a onda gravitacional, GW170817, foi uma oportunidade para testar essa teoria.

As ondas são detectadas com modelos que são feitos de acordo com o objeto que as gera, nesse caso, os pesquisadores tinham uma boa ideia da geração, pois essa onda gerou sua contrapartida eletromagnética.

Se durante a trajetória tivesse ocorrido o tal vazamento da gravidade para dimensões extras o sinal recebido pelo LIGO seria mais fraco do que ele realmente foi detectado.

Como isso não aconteceu, de acordo com esse experimento e de acordo com a metodologia utilizada, os pesquisadores disseram que o universo continua com suas 4 dimensões, as 3 espaciais e a dimensão temporal, pelo menos na escala de centenas de milhões de anos-luz.

Mas isso é apenas o começo, muitos segredos devem estar guardados nessa onda gravitacional e os pesquisadores não se cansarão de continuar, pesquisando e propondo novas teorias, o melhor é que agora se tem um dado real detectado para comprovar as teorias propostas.

Fonte:



Artigo:

Poderíamos Nos Comunicar Com Extraterrestres Usando Lasers Potentes? - Space Today TV Ep.1568

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Será que existe alguma civilização extraterrestre na nossa galáxia?

Bem, se existir um artigo recém-publicado no renomado The Astrophysical Journal por pesquisadores do MIT diz que nós poderíamos nos comunicar com eles.

A ideia é produzir um laser de alta potência entre 1 e 2 megawatt e atirar no espaço usando um telescópio entre 30 e 45 metros de diâmetro.

Essa combinação geraria um feixe de radiação infravermelha que poderia ser percebido por uma civilização sem a interferência do Sol.

O alcance desse feixe seria de cerca de 20 mil anos-luz , ou seja, chegaria bem perto do centro da galáxia.

De acordo com o artigo, caso a comunicação tivesse sucesso, seria possível transferir dados numa taxa de centenas de bits por segundo, e os dados levariam poucos anos para chegar ao seu destino.

O artigo mostra um desenho conceitual simples, envolvendo um grande laser infravermelho e um telescópio para focar e aumentar a intensidade.

Assim seria possível produzir um sinal infravermelho 10 vezes mais intenso que a variação infravermelha natural do Sol, ou seja, seríamos perceptíveis.

Usando um telescópio de 30 metros e um laser de 2 megawatt, seria possível produzir um sinal forte o bastante para ser facilmente detectado por possíveis astrônomos em Proxima b.

Já usando um telescópio de 45 metros e um laser de 1 megawatt seria possível produzir um sinal que poderia ser detectado no sistema TRAPPIST.

Ambos os cenários precisariam de um laser e de telescópios que ainda precisariam ser desenvolvidos, mas a próxima geração de grandes telescópios poderia suprir essa necessidade.

Outra ideia que o artigo comenta é o fato de se construir essa estrutura no lado escuro da Lua, o que seria mais seguro, principalmente considerando a potência do laser.

Pensando no problema inverso, o artigo indica que seria pouco provável que nós aqui na Terra conseguíssemos registrar com nossos telescópios um sinal desses, ou seja, no planeta de destino seria necessário ter um grande instrumento para detectar esse sinal laser e saber que ele é enviado por uma civilização inteligente.

Mas tudo isso tem um spinoff interessante, podemos desenvolver essa tecnologia para ser aplicada em técnicas de imageamento infravermelho, para podermos, por exemplo, estudar a atmosfera de exoplanetas atrás de vida.

Ainda teremos que esperar um pouco para podermos reproduzir a clássica cena do filme ET, quando a nossa criatura preferida de um outro mundo telefona para sua casa.

E aí será que poderíamos atirar esse laser no oumuamua? hahaha

#MeetESO

Fonte:

Conheça a Gateway: A Futura Estação Lunar - Space Today TV Ep.1480

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A empresa Airbus ganhou a preferência para apresentar um projeto de alguns módulos da The Gateway, a estação orbital lunar. A empresa apresentará o conceito durante a IAC 2018, no dia 3 de Outubro. Aqui um passeio pelo que deve ser a nossa próxima estação, a estação lunar que será o portal para o espaço profundo!!!

Astrônomos Identificam 4 Possíveis Estrelas Como Lar do 1I/Oumuamua - Space Today TV Ep.1481

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Em Outubro de 2017, os astrônomos detectaram o nosso primeiro visitante interestelar, o já famoso, 1I/Oumuamua.

Infelizmente, os astrônomos só conseguiram detecta o objeto quando ele já estava deixando o nosso Sistema Solar, mas mesmo assim, uma infinidade de estudos pôde ser feita sobre o nosso visitante.

Uma grande questão que sempre foi levantada sobre o objeto foi, de qual estrela esse objeto se originou para ser enviado até o nosso Sistema Solar?

Para deixar essa estimativa mais complexa, trabalhos já publicados sobre o Oumuamua, mostraram que ele sofreu uma aceleração ao passar próximo do Sol, isso porque ele agiu como um cometa, expelindo material e assim acelerando o objeto.

Essa variação ajuda a complicar a estimativa da origem do Oumuamua.

Mas não é impossível tentar saber de onde veio o objeto, com essa variação medida e usando os dados precisos da missão Gaia e do SIMBAD, catálogos onde é possível encontrar a posição, a velocidade radial, o movimento no céu e a paralaxe, astrônomos conseguiram identificar 4 possíveis locais de origem do Oumuamua.

Dos catálogos iniciais, os astrônomos tinham 1.5 bilhão de estrelas para trabalhar, depois, considerando um cenário onde o Oumuamua e todas as estrela se movimentavam em linha reta e com velocidade constante, esse número caiu para 4500 estrelas, e por fim traçaram o movimento das estrelas.

Além disso, para a estrela ser uma candidata, ela teria que ter duas propriedades fundamentais, uma, ao traçar a órbita do Oumuamua chegaríamos perto da estrela e a outra, a velocidade relativa do Oumuamua e da sua estrela teria que ser baixa.

Com tudo isso, os astrônomos chegaram a 4 candidatas.

Todas as 4 são estrelas anãs.

Uma delas é a HIP3757, a velocidade é muito alta, o que é um ponto contra ela, mas o objeto chegou perto dela, cerca de 1.96 anos-luz de distância a cerca de 1 milhão de anos atrás.

A outra é a HD 292249, é uma estrela mais parecida com o Sol, uma velocidade relativa menor, o objeto passa um pouco mais distante dela, e isso há 3.8 milhões de anos atrás.

As outras duas candidatas possuem valores intermediários, tanto para a distância como para a velocidade relativa.

Uma coisa importante, a estimativa é que o Oumuamua tenha sido ejetado no momento da formação dos planetas, por um planeta gigante nesse sistema de onde ele veio.

Então o primeiro passo é descobrir se essas estrelas possuem planetas, caso possuam a chance de serem candidatas aumenta muito.

Os astrônomos irão trabalhar nisso e também, lá por 2021, eles esperam usar um banco de dados com mais estrelas, que será lançado pela Gaia para refinar o estudo e as estimativas.

Fonte:



Artigo:

As Últimas Novidades da Estrela de Tabby (KIC 8462852) - Space Today TV Ep.378

Quem aí se lembra da Estrela de Tabby? A KIC 8462852?

Muito bem, depois de um tempo sem notícias temos novidades sobre a estrela de estranho comportamento.

Para fazer uma rápida revisão.

Em 2015, através de um projeto de ciência cidadã, chamado Planet Hunters, foi descoberta uma estrela com um comportamento muito peculiar.

A estrela tinha seu brilho reduzido por cerca de 20%, o que era muito mais do que os tradicionais 1 a 2 por cento do brilho das estrelas que eram reduzidos devido à presença de um exoplaneta.

O que seria? Um exoplaneta gigante, uma explosão, uma companheira da estrela, cometas, família de cometas, detritos de cometas, ou uma estrutura alienígena construída ao redor da estrela para obter energia? Ainda não sabemos.

Mas na busca para encontrar uma solução, já foram feitas pesquisas usando o SETI, modelos computacionais e uma última pesquisa na base de imagens do céu. Mas todas as pesquisas não retornaram nenhum resultado conclusivo.

O grupo de astrônomos que descobriu esse comportamento estranho da estrela, conseguiu uma campanha de sucesso no Kickstarter e com isso conseguirão horas nos maiores telescópios do mundo para poder investigar a estrela pelo máximo de tempo possível.

Agora, uma nova pesquisa foi lançada sobre a estrela de Tabby.

Eles descobriram que nos primeiros 1100 dias de operação do Kepler, a estrela diminuiu seu brilho numa taxa constante de 0.341 por cento a cada ano, o equivalente a 0.37 em magnitude por século.

Nos 200 dias seguintes o brilho da estrela caiu para 2%.

No final de 4 anos o brilho da estrela caiu 3%, o que é algo gigantesco, e algo que não foi observado em outras 500 estrelas na vizinhança também pesquisadas pelo Kepler.

E então, o que seria? Os pesquisadores ainda não sabem, mas estão começando a pensar que ao invés de um fenômeno, pode estar acontecendo a combinação de dois ou mais fenômenos na estrela.

O que eles irão fazer agora é revisitar outras chapas fotográficas antigas de outros observatórios.

E com a campanha de financiamento coletivo aprovada, os pesquisadores utilizarão o Las Cumbres Observatory Global Telescope Network, para observar a estrela por um ano inteiro, e se as quedas de brilho forem identificadas, outros observatórios poderão ser incorporados na pesquisa.

Fontes:

















Artigo:



Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

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