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Novo Estudo Sobre a Habitabilidade de Proxima b - Space Today TV Ep.1458

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Novo Estudo Sobre a Habitabilidade de Proxima b - Space Today TV Ep.1458

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Em 2016, depois de anos de busca e pesquisa, o mundo da astronomia, conseguiu identificar um planeta na órbita da estrela mais próxima do Sol.

A estrela Proxima Centauri é uma estrela do tipo anã vermelha, pequena e fria que fica localizada a cerca de 4.2 anos-luz de distância da Terra.

Desde que exoplanetas começaram a ser descobertos, os astrônomos pensavam em descobrir um na órbita de Proxima Centauri, pois esse seria o exoplaneta mais próximo da Terra.

E em 2016 foi descoberto o exoplaneta chamado de Proxima b, que tem cerca de 1.3 vezes a massa da Terra, completa uma órbita ao redor de sua estrela a cada 11 dias e fica na zona habitável da estrela.

A partir de então teve início uma grande discussão sobre a habitabilidade de Proxima b.

Um dos temas que mais tomou conta do noticiário astronômico nos últimos anos.

Será que ele tem água na sua superfície, será que a radiação de Proxima Centauri cozinha o planeta, e varre a sua atmosfera, será que ele tem atmosfera, todas essas perguntas foram feitas, e simulações, após simulações foram rodadas tentando achar uma resposta.

Agora uma nova série de simulações foi rodada para tentar desvendar alguns segredos de Proxima b.

Os pesquisadores utilizaram modelos mais complexos que os das simulações anteriores, modelos que são usados para estudar a mudança climática na Terra.

Os pesquisadores simularam 18 cenários separados buscando por efeitos de continentes gigantes, atmosfera fina, composiçòes atmosféricas diferentes, e até mesmo a presença de sais num oceano global.

Proxima b é gravitacionalmete travado com a sua estrela e isso poderia de certo modo prejudicar a habitabilidade do exoplaneta.

Porém, esses modelos simulados mostraram que a dinâmica da atmosfera e dos oceanos no planeta poderia sustentar uma quantidade de água líquida na superfície.

Essas regiões com água líquida persistentes poderiam variar de tamanho e quanto maior essa fração melhor a chance de ter vida.

E de acordo com os pesquisadores, a melhor mensagem desse novo conjunto de simulações é que existe sim uma grande chance de que Proxima b seja habitável.

obviamente que deveremos esperar os telescópios extremamente grandes de próxima geração, que serão capazes de fazer um estudo detalhado de Proxima b e assim até quem sabe detectar a propagação diferenciada de calor do exoplaneta, o que poderá comprovar ou negar essas novas simulações.

para quem queria novidades de Proxima b, está aí.

fonte:



Artigo:

O Plano de Voo Para Proxima b - Space Today TV Ep.598

Desde o dia do anúncio da descoberta do Proxima b, começaram as especulações sobre quando e como poderíamos um dia viajar até esse que é o exoplaneta até agora mais próximo da Terra.

As especulações aumentaram quando o projeto Breaktrough Starshot propôs lançar as pequenas naves movidas a vela que seriam impulsionadas por lasers poderosos colocados nas montanhas mais altas da Terra.

Com um planeta próximo e com essas possíveis naves, pronto, temos os ingredientes perfeitos para começarmos a falar sobre a nossa primeira viagem interestelar.

De acordo com o projeto Breaktrough Starshot, as naves poderiam viajar a 20% da velocidade da luz e isso faria com que elas alcançassem o sistema de Alpha Centauri em 20 anos.

O problema é como reduzir a velocidade da nave para que ela pudesse visitar o Proxima b.

Já se sabe que viajando a essa velocidade essa redução de velocidade seria impossível.

Com esse desafio na cabeça, dois cientistas começaram então a trabalhar em simulações de como poderia ser a nave e o plano de voo dela até Proxima b.

Os cientistas imaginaram uma sonda com 100 gramas no total e com uma vela do tamanho equivalente a 14 campos de futebol.

A sonda teria que viajar para a Alpha Centauri A a uma velocidade equivalente a 4.6% da velocidade da luz, qualquer coisa a mais, ela passaria direto.

Ao entrar no sistema, a sonda começaria a fazer manobras, que são corriqueiras no nosso Sistema Solar, manobras que usam os planetas, manobras de entrada de órbita, tudo seria aplicado nesse caso.

A essa velocidade e com essas manobras a sonda demoraria um pouco menos de 100 anos para chegar até o sistema estelar, ela então passaria pelas estrelas Alpha Centauri A e B e depois por Proxima Centauri.

No total, contando todas as manobras a serem realizadas, a sonda demoraria 140 anos para chegar no Proxima b.

Além de mudar todo o plano de voo até Proxima b, os pesquisadores propuseram alterar o impulso da vela, ao invés de usar lasers, usar o próprio Sol para impulsionar a sonda, com ele poderia atingir a velocidade necessária.

Embora tudo isso está sendo discutido na teoria, o equipamento da vela já começou a ser desenvolvido.

A vela poderia ser feito de grafeno.

Muitas missões da humanidade começaram com inúmeros obstáculos que aos poucos foram sendo ultrapassados, tudo isso para fazer com que meus netos ou bisnetos possam apreciar o homem chegando num exoplaneta.

Fonte:



Artigo:



SciCast Sobre Buracos Negros:



Oposição de Vesta:





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O Modelo Climático E A Habitabilidade de Proxima b - Space Today TV Ep.709

Desde que foi descoberto em Agosto de 2016, uma das maiores questões com relação ao exoplaneta Proxima b é se ele poderia ser habitável ou não, se poderia abrigar a vida ou não.

Muitos pesquisadores logo de cara o chamaram de Terra 2.0, e uma nova pesquisa diz que eles podem não estar tão errados assim.

Esse apelido de Terra 2.0 veio pelo fato de Proxima b ter um tamanho similar com a Terra, e de possivelmente possuir uma atmosfera.

Além disso encontra-se na chamada Zona Habitável da sua estrela uma região, um planeta pode manter a água no estado líquido em sua superfície.

Com os dados obtidos até o momento sobre Proxima b, pesquisadores da Universidade Exeter no Reino Unido, usaram um modelo climático, conhecido como Modelo Unificado do Met Office para estudar a possibilidade de Proxima b ter uma atmosfera e um clima amigável para a vida.

Se Proxima b é um planeta parecido com a Terra, então o modelo climático usado na Terra deve se ajustar bem ao exoplaneta.

Com os parâmetros definidos os pesquisadores rodaram uma série de simulações testando diferentes cenários atmosféricos, climáticos e orbitais.

Os pesquisadores consideraram uma atmosfera semelhante com a da Terra, e também consideraram uma atmosfera mais simples composta de nitrogênio com pequenos traços de dióxido de carbono.

Os pesquisadores levaram em consideração também o fato da estrela que hospeda Proxima b, emitir a maior parte de sua radiação no infravermelho.

Assim, usando o Modelo Unificado, eles concluíram que na situação em que o planeta é gravitacionalmente travado com a estrela, algumas regiões do planeta poderiam sim ter água no estado líquido.

E além disso ter circulação atmosférica, ou seja, o planeta apresentaria um regime climático interessante para abrigar a vida.

Além disso, os pesquisadores também investigaram a possibilidade do planeta ter uma órbita parecida com Mercúrio, ou seja, girar 3 vezes ao redor do seu eixo, enquanto dá duas voltas ao redor do Sol, ou no caso da estrela.

Nessa nova configuração, o Proxima b também manteria a água líquida na sua superfície em mais regiões até e teria um clima muito mais propício para a vida.

Essa pesquisa joga mais lenha na fogueira da discussão, Proxima b, é habitável, é amigável para a vida?

Eu quero saber a opinião de vocês, deixem tudo aí nos comentários.

Fonte:



Artigo:



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Como Podemos Viajar Até Proxima b? - Space Today TV Ep.1492

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Desde a descoberta de Proxima b, o exoplaneta mais próximo da Terra, uma das grandes questões levantadas, é se um dia poderemos viajar até lá e se sim, como seria essa viagem. O projeto Breakthrough Starshotpretende resolver esse problema lançando pequenas naves até esse exoplaneta, usando para isso velas de luz (light sails) naves que atingiriam cerca de 20% da velocidade da luz e levariam 20 anos para chegar até o exoplaneta.

Fonte:

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PROXIMA C - SERÁ QUE EXISTE OUTRO PLANETA EM PROXIMA CENTAURI? | SPACE TODAY TV EP.1790

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Faz tempo que não falamos de Proxima Centauri, não é mesmo?

O nosso querido exoplaneta Proxima b, ainda é foco de muitos estudos, principalmente àqueles ligados com a habitabilidade.

Proxima Centauri, para quem não sabe é a estrela mais próxima de nós depois do Sol, localizada a 4.2 anos-luz de distância da Terra.

É uma estrela do tipo anã vermelha, o que impacta muito os estudos sobre habitabilidade, e foi observada pela primeira vez por Robert Innes em 1915.

Em 2016, astrônomos do ESO anunciaram a descoberta do Proxima b, que é então o exoplaneta mais próximo da Terra.

Só para lembrar também, o Proxima b não foi detectado pela técnica do trânsito, mas sim através da técnica da velocidade radial, pequenas variações causadas no movimento da estrela devido à presença do planeta.

Mas e aí, será que existem outros planetas na órbita de Proxima Centauri?

Essa semana durante apresentações que aconteceram no Breakthrough Initiatives, um grupo de astrônomos anunciou que encontraram evidências para a presença de um segundo exoplaneta ao redor de Proxima Centauri.

Os astrônomos receberam dados do HARPS cobrindo 17 anos de observação da estrela, e nesses dados puderam encontrar variações parecidas com as que foram usadas na descoberta do Proxima b.

De acordo com cálculos preliminares, esse novo exoplaneta teria uma massa equivalente a 6 vezes a massa da Terra e estaria a uma distância de 1.5 UA da estrela.

Esse novo exoplaneta levaria 5 anos para completar uma órbita ao redor da estrela, e devido ao fato de estar muito longe da estrela, as temperaturas seriam congelantes, na casa dos -234 graus Celsius.

Os pesquisadores mostraram a dificuldade de se encontrar um exoplaneta e disseram que embora estejam confiantes, estão cautelosos.

Existem muitas fontes de erros e incertezas.

Eles disseram que dados da missão Gaia poderão ser usados para confirmar ou não a existência desse novo exoplaneta.

Os astrônomos já submeteram um artigo para publicação, mas aguardam a revisão.

Então, vamos fazer nosso papel, especular, e apostar, o que acham, temos ou não um novo planeta orbitando a estrela mais próxima de nós?

#ProximaC #ProximaCentauri #Exoplaneta

Fonte:

Órbita da Proxima Centauri Determinada Após 100 Anos - Space Today TV Ep.562

Proxima Centauri, como todos sabem, é a estrela mais próxima da Terra, e que abriga um dos mais falados exoplanetas de todos os tempos, o Proxima b.

Obviamente que o interesse por essa estrela tem aumentado vertiginosamente desde o anúncio da descoberta do exoplaneta.

Porém, essa estrela é estudada a muito tempo, e intriga os astrônomos, basicamente dese a sua descoberta que aconteceu a 100 anos atrás.

Devido a sua fraca luminosidade é muito complicado medir com precisão sua órbita.

A órbita da estrela é medida através da velocidade radial com a qual ela se aproxima e se afasta da Terra.

Graças ao instrumento HARPS do ESO, os astrônomos conseguiram agora, 100 anos depois da sua descoberta, determinar a órbita precisa da Proxima Centauri, e também a órbita de outras estrelas importantes do sistema, como a Alpha Centauri.

A Alpha Centauri é na verdade uma estrela dupla, formada pela Alpha Centauri A e B, e que orbitam uma bem próxima da outra.

O que os resultados do HARPS mostraram é que na verdade a Proxima Centauri orbita o sistema binário de Alpha Cenaturi, porém a uma distância muito grande.

Isso tem uma implicação importante, de acordo com os astrônomos isso indica que essas três estrelas se formaram na mesma nebulosa de gás e poeira. Isso também faz com que elas tenham a mesma idade, cerca de 6 bilhões de anos, nos dando também uma ideia da idade do Proxima b.

Os astrônomos levantaram a hipótese também de que o exoplaneta possa ter se formado numa região mais distante da estrela e com o passar das eras, ele foi se aproximando da estrela parando na sua zona habitável.

O que isso significa?

Significa que se ele se formou numa região mais distante, ele com certeza foi um mundo congelado, e à medida que foi se aproximando da estrela esse gelo foi derretendo, como ele está na zona habitável quer dizer que a temperatura não é suficiente nem para congelar essa água e nem para evaporar, e isso implicaria que a superfície do Proxima b, pode sim ser repleta de água.

E, onde tem água, tem vida, pelo menos da forma como conhecemos, o que faz com que qualquer um possa literalmente viajar na possibilidade de haver algum tipo de vida em Proxima b.

Os trabalhos continuam e muito provavelmente em 2017, muitas novidades serão publicadas sobre o Proxima b, e eu as trarei todas aqui no canal para vocês.

Fontes:



Artigo:



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NASA’s Study on Proxima-B Reveals It’s Secrets | Science Of Space

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Tags :-
#scienceofspace #proximab #proxima

Astrônomos Descobrem Uma Super-Terra na Órbita da Estrela de Barnard - Space Today TV Ep.1590

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Depois de 20 anos de busca, os astrônomos finalmente encontraram um exoplanetas do tipo super-Terra, na órbita da Estrela de Barnard, localizada a aproximadamente 6 anos-luz de distância da Terra. Essa descoberta foi feita pelo mesmo projeto que descobriu o Proxima b, o Pale Red Dots. O exoplaneta tem 3.2 vezes a massa da Terra, e orbita a sua estrela próximo do que é conhecido como linha de neve, ou seja, ponto onde os voláteis se congelam na superfície do exoplaneta, o tornando hostil para a vida, da mesma forma que o Proxima b, esse exoplaneta foi descoberto com a técnica de velocidade radial e não pela técnica do trânsito. Essa descoberta só foi possível graças à perseverança dos astrônomos, que integraram mais de 20 anos de dados para realizá-la. O Barnard b é o segundo exoplaneta mais próximo da Terra.

#EstreladeBarnardb #Exoplanetas

Fonte:



Artigo:

Conheça a Gateway: A Futura Estação Lunar - Space Today TV Ep.1480

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A empresa Airbus ganhou a preferência para apresentar um projeto de alguns módulos da The Gateway, a estação orbital lunar. A empresa apresentará o conceito durante a IAC 2018, no dia 3 de Outubro. Aqui um passeio pelo que deve ser a nossa próxima estação, a estação lunar que será o portal para o espaço profundo!!!

INÉDITO! REGISTRADO O PRIMEIRO TERREMOTO EM MARTE!!! | SPACE TODAY TV EP.1797

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Um dos principais objetivos da missão InSight da NASA em Marte é estudar os chamados Mars Quake, ou sismos marcianos, ou qualquer outro nome que você queira dar, tipo martemoto.

A InSight usa para isso um instrumento francês conhecido como SEIS que é um sismômetro e que tem um escudo protetor.

Esse escudo protege o sismômetro contra o vento, vibrações do painal solar do módulo InSight entre outros ruídos.

Eu já trouxe um vídeo aqui no canal onde mostrei que o SEIS havia identificado microssismos em Marte e que isso é muito importante para podermos entender certas características da subsuperfície marciana.

Pelo menos a parte mais rasa.

Porém, até a data, não havia sido detectado o primeiro sismo em Marte.

Isso mudou, nessa terça-feira, dia 23 de Abril de 2019, quando a NASA junto com o CNES publicou um release onde diz que no dia 6 de Abril de 2019, no seu 128th dia de missão em Marte, o SEIS detectou um sismo em Marte.

O sinal era bem diferente daquele gerado pelos ventos e similar aos sinais detectados pelos astronautas na Lua na missão Apollo onde eles conseguiram detectar milhares de sismos.

Os pesquisadores falaram que até agora o que eles tinham detectado era apenas ruído, mas com a confirmação do primeiro sinal está inaugurada uma nova ciência - A Sismologia Marciana.

Três outros isnais detectados em 14 de Março, 10 de Abril e 11 de Abril também podem ter origem sísmica, estão ainda sendo analisados para que sejam comprovados.

Esses sinais são mais fracos do que o evento de 6 de Abril de 2019, mas devem ser sismos também.

Marte não tem placas tectônicas, então os sismiso são gerados por acomodações de falhas, fraturas, deslizamentos de terra, e impactos de asteroides com a superfície do planeta.

Os dados ainda precisam ser modelados, analisados com cuidado, mas é um marco na exploração marciana e do sistema solar.

Marte, passa a ser o segundo planeta que pode ser monitorado sismicamente.

E o mais importante disso é que com esses sismos, poderemos aprender e muito sobre o interior do planeta vermelho e entender quais os segredos ele ainda nos reserva.

#Marte #InSight

Fonte:



O registro e o som do sismo:

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Proxima Centauri b Update - Finally, Some Good News!

You can buy Universe Sandbox 2 game here:

Hello and welcome to What Da Math!
In this video, we will talk about a recent Proxima b analysis and some good news finally.

The paper is here:
The basic simulation from NASA is here:

One of the images used is from Kyoto University
Eyeball Earth: Credited to Haruka Inagaki and Prof. Yamashiki of Kyoto University/SGH Moriyama High School
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Proxima b - Telescópio Australiano

Um planeta rochoso descoberto na zona habitável da estrela mais próxima do nosso Sistema Solar, a Proxima Centauri, pode estar coberto de oceanos. O planeta orbita dentro de uma zona temperada da sua estrela Proxima Centauri, localizada a apenas 4,2 anos-luz da Terra.

Blog:
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Ondas Gravitacionais E As Dimensões Extras do Universo - Space Today TV Ep.1460

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E a GW170817 não para de ser estudada e revelar coisas importantes sobre o universo.

Chegou agora nesse mundo e não tem ideia do que é a GW170817, vamos a um resumão.

Essa é a onda gravitacional detectada em Agosto de 2017 pelo LIGO e VIRGO proveniente da fusão de duas estrelas de nêutrons, essa onda gravitacional teve o que chamamos de contrapartida no espectro eletromagnético, ou seja, os astrônomos usando seus telescópios tradicionais conseguiram estudar a fonte que a gerou em todos os comprimentos de onda.

Por esse motivo ela é a onda gravitacional mais importante detectada até agora, pois pode ser estudada de diversas maneiras, e os astrônomos não cansam de estudar-la.

Desde que foram detectadas pela primeira vez, existe a esperança de que as ondas gravitacionais podem ajudar a responder alguns dos grande mistérios do universo, como por exemplo, a matéria escura, a energia escura, o comportamento do universo em sua grande escala e até mesmo verificar ou contradizer teorias importantes como a da relatividade.

Existem várias teorias alternativas a teoria da relatividade, principalmente para tentar explicar a matéria e a energia escura.

Uma dessas teorias, sugere que, a grandes distâncias, a gravidade, poderia “vazar” em dimensões extras do universo, e assim quando fosse detectada ela estaria mais fraca e com inconsistências.

E a onda gravitacional, GW170817, foi uma oportunidade para testar essa teoria.

As ondas são detectadas com modelos que são feitos de acordo com o objeto que as gera, nesse caso, os pesquisadores tinham uma boa ideia da geração, pois essa onda gerou sua contrapartida eletromagnética.

Se durante a trajetória tivesse ocorrido o tal vazamento da gravidade para dimensões extras o sinal recebido pelo LIGO seria mais fraco do que ele realmente foi detectado.

Como isso não aconteceu, de acordo com esse experimento e de acordo com a metodologia utilizada, os pesquisadores disseram que o universo continua com suas 4 dimensões, as 3 espaciais e a dimensão temporal, pelo menos na escala de centenas de milhões de anos-luz.

Mas isso é apenas o começo, muitos segredos devem estar guardados nessa onda gravitacional e os pesquisadores não se cansarão de continuar, pesquisando e propondo novas teorias, o melhor é que agora se tem um dado real detectado para comprovar as teorias propostas.

Fonte:



Artigo:

Hubble Descobre Algo Inédito Ao Redor De Uma Estrela de Nêutrons - Space Today TV Ep.1465

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Uma estrela de nêutrons é o que resta após uma explosão de supernova, são um dos objetos mais compactos do universo, e objetos interessantes de serem estudados, pois podem dar origem a fenômenos que ainda não entendemos muito bem.

Quando uma estrela de nêutrons se torna altamente magnetizada, e gira rapidamente, ela se torna o que chamamos de um pulsar, e os pulsares são objetos também muito importantes de serem estudados e entendidos.

Porém, até agora as estrelas de nêutrons só eram estudadas nas altas energias como nas emissões de raios-gama e raios-X.

Mas, nós temos o Hubble e quem tem o Hubble não precisa de mais nada.

O Hubble, com a sua visão em infravermelho conseguiu pela primeira vez registrar uma extensa área ao redor da estrela de nêutrons com aproximdamente 200 UA com uma emissão em infravermelho.

Como foi a primeira vez que tal feição foi observada ao redor de um pulsar, os astrônomos não sabem ao certo o que é, mas eles têm duas explicações.

A primeira é que seria um disco de material ao redor da estrela de nêutrons, formado por material pertencente à estrela progenitora da supernova. A interação desse disco com o pulsar poderia reduzir a sua velocidade de rotação, aquecer e emitir a radiação infravermelha detectada pelo Hubble. Se for isso, será uma mudança completa no entendimento sobre a evolução de estrelas de nêutrons.

A segunda explicação é que essa região seja o que os astrônomos chamam de nebulosa de vento de pulsar. Esse tipo de fenômeno é produzido pelas partículas que são aceleradas no campo elétrico produzido pela estrela em rotação. À medida que a estrela viaja pelo espaço, a alta velocidade ela cria uma onda de choque entre o meio interestelar e a nebulosa de vento, essa onda de choque emite radiação síncrotron , criando o sinal infravermelho. Normalmente uma nebulosa de vento de pulsar não é observada no infravermelho, e se essa for a explicação, será algo inédito e espetacular de ser estudado.

Como saber o que é?

Vocês já devem saber a resposta, o Telescópio Espacial James Webb, que terá uma visão super precisa no infravermelho, poderá ajudar a resolver mais esse mistério do universo.

Então só nos resta esperar até 2021 para que ele seja lançado sem problemas e nos traga belos resultados.

Fonte:



Artigo:

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Proxima b orbits its parent star, Proxima Centauri, in the habitable zone. The system lies only 4 light-years from us in the constellation Centaurus.

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Dan Bodan - Fortress Europe
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FBI Fecha E Evacua Observatório Solar de Forma Misteriosa - Space Today TV Ep.1463

No dia 6 de Setembro de 2018, o FBI fechou o Sunspot Solar Observatory, no Novo México. Perguntado por centenas de meios de comunicação, o FBI e nenhuma autoridade disse o motivo do fechamento, apenas disse que era por conta de uma questão de segurança. Como nenhuma explicação foi dada, isso deu margem a todos os tipos de especulações e conspirações que você pode imaginar: nave alienígena, asteroide assassino, explosão solar assassina, teste de arma secreta, vazamento de Mercúrio, terrorismo, espionagem e por aí vai. O que é realmente? Ninguém sabe, só o dia que o FBI resolver falar, enquanto isso a especulação é livre. Nesse vídeo está liberado qualquer tipo de comentário, podem viajar a vontade.

Fontes:







Nuvens de Kordylewski: Confirmados Os Novos "Satélites" Naturais da Terra - Space Today TV Ep.1547

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Será que a Terra ganhou duas novas Luas?

Em 1961, um astrônomo polonês, observou nuvens de poeira localizadas no ponto de equilíbrio entre a Terra e a Lua, conhecido como Ponto de Lagrange, L5.

Desde então vários relatos foram feitos dessas nuvens, mas devido ao fato de serem muito apagadas e estarem localizadas a cerca de 400 mil km da Terra, a existência dessas nuvens nunca foi confirmada.

Mas agora isso pode ter mudado.

Antes é preciso saber que entre a Terra e a Lua nós temos pontos de equilíbrios gravitacionais, chamados de Pontos de Lagrange, entre eles está o L4 e o L5.

Embora esses pontos não sejam totalmente estáveis pois são influenciados pela atração gravitacional do Sol, são pontos onde se tem um equilíbrio entre a Terra e a Lua.

As nuvens de 1961 foram chamadas de Nuvens de Kordylewski, em homenagem ao astrônomo polonês que as descobriu.

Agora, uma equipe de astrônomos da Hungria, resolveram modelar essas nuvens, para descobrir como eles se formaram e como poderiam ser detectadas.

Os pesquisadores estavam interessados na aparência dessas nuvens usando filtros polarizadores, que transmitem luz numa determinada direção de oscilação.

Com o modelo pronto, eles usaram um telescópio privado com câmeras CCD poderosas e obtiveram imagens que mostram a luz polarizada refletida pela poeira.

Eles conseguiram observar padrões que se ajustam com as previsões feitas e com as observações feitas lá em 1961.

Os pesquisadores conseguiram eliminar a possibilidade de ser ruídos, ou artefatos do instrumento, indicando que a presença das nuvens podia então ser confirmada.

Os pontos L4 e L5 devido a estabilidade são vistos como pontos onde se pode colocar sondas espaciais, estações, além de ter propostas de se armazenar poluentes nesses pontos.

A confirmação das nuvens é um grande marco na astronomia, já que essas nuvens são praticamente esquecidas pela astronomia normalmente, e é impressionante, termos a confirmação de nuvens de poeira sendo satélites do nosso planeta.

OS pesquisadores já planejam missões para os pontos L4 e L5 para entender o quão estáveis esses pontos são, e lógico para tentar detectar de forma mais direta essas nuvens, as novas luas do nosso planeta.

#MeetESO

Fonte:



Artigos:



SISMOLOGIA ESTELAR REVELA OS SEGREDOS DAS SUPERGIGANTES AZUIS | SPACE TODAY TV EP.1813

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As estrelas no universo aparecem de diferentes formas, tamanhos e cores.

Algumas estrelas são parecidas com o Sol e vivem calmamente por bilhões de anos.

Outras, estrelas mais massivas, que nascem com 10 vezes a massa do Sol, vivem rapidamente e de forma ativa, explodindo e expelindo para o espaço todo o seu material, no que conhecemos como supernovas.

Entre essas estão as estrelas conhecidas como supergigantes azuis.

Elas são conhecidas como as estrelas rock and roll do universo, vivem pouco, mas intensamente.

Isso faz com que sejam muito difíceis de serem estudadas.

Para falar a verdade, até pouco tempo, quando não se tinham telescópios espaciais elas nem eram tão bem conhecidas assim.

Agora com telescópios espaciais é possível entender o que se passa dentro dessas estrelas, que são as verdadeiras fábricas de metal do universo, já que, antes de explodirem elas produzem a maior parte dos elementos além do hélio que conhecemos.

Para entender o que acontece dentro das estrelas, os astrônomos usam a asterosismologia, é o estudo das ondas dentro das estrelas, algo semelhante à sismologia que usa ondas sísmicas para estudar o interior da Terra.

E usando essa técnica que agora com os telescópios espaciais está no seu estado do arte, os astrônomos conseguiram detectar as ondas dentro das estrelas supergigantes azuis.

Os astrônomos detectaram dois tipos de ondas que funcionam nas estrelas.

Uma delas são geradas no interior das estrelas e se quebram na superfície da estrela, como ondas num oceano que quebram na praia.

E as outras são como ondas sísmicas na Terra, que refletem e ficam reverberando dentro da estrela.

com esse segundo tipo de onda, os astrônomos podem entender sobre a movimentação e a rotaçcão das estrelas, e as propriedades físicas e químicas do que está no interior da estrela incluindo o seu núcleo.

A descoberta dessas ondas nas supergigantes azuis é um momento marcante.

Os pesquisadores falaram, essas ondas sempre estiveram lá, mas como são rock stars, só agora temos acesso à sala de concerto, graças aos telescópios espaciais.

Com esse tipo de estudo é possível entender de forma inédita as progenitoras de supernovas, estudar o interior das estrelas e desenvovler e muito a asterosismologia.

#SupergigantesAzuis #Estrelas

Fontes:





Os Preparativos da NASA Para Explorar a Lua e Marte - Space Today TV Ep.1441

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A NASA está preparando todo um sistema para explorar no futuro a Lua e a Terra, esse sistema compreende uma cápsula, chamada Orion e um veículo lançador, chamado de Space Launch System, ou SLS. Todo o sistema está sendo construído e testado em vários locais do mundo. Nesse vídeo, um resumo do que já está pronto, do que está sendo testado e o estado atual dos preparativos da NASA para as grandes explorações espaciais das próximas décadas.

As Principais Missões Que Já Estudaram o Sol - Space Today TV Ep.1404

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O Sol sempre despertou a curiosidade dos astrônomos, é a nossa estrela, a estrela responsável por sustentar a vida na Terra, e uma estrela cheia de mistérios. Desde sempre os astrônomos pensaram em mandar sondas para o espaço para estudar o Sol, e sim, já fizeram isso várias vezes. Nesse vídeo, preparei uma pequena lista daquelas que são consideradas as principais missões espaciais que já estudaram e ainda estudam o Sol.

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