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Novo Estudo Sobre a Habitabilidade de Proxima b - Space Today TV Ep.1458

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Novo Estudo Sobre a Habitabilidade de Proxima b - Space Today TV Ep.1458

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Em 2016, depois de anos de busca e pesquisa, o mundo da astronomia, conseguiu identificar um planeta na órbita da estrela mais próxima do Sol.

A estrela Proxima Centauri é uma estrela do tipo anã vermelha, pequena e fria que fica localizada a cerca de 4.2 anos-luz de distância da Terra.

Desde que exoplanetas começaram a ser descobertos, os astrônomos pensavam em descobrir um na órbita de Proxima Centauri, pois esse seria o exoplaneta mais próximo da Terra.

E em 2016 foi descoberto o exoplaneta chamado de Proxima b, que tem cerca de 1.3 vezes a massa da Terra, completa uma órbita ao redor de sua estrela a cada 11 dias e fica na zona habitável da estrela.

A partir de então teve início uma grande discussão sobre a habitabilidade de Proxima b.

Um dos temas que mais tomou conta do noticiário astronômico nos últimos anos.

Será que ele tem água na sua superfície, será que a radiação de Proxima Centauri cozinha o planeta, e varre a sua atmosfera, será que ele tem atmosfera, todas essas perguntas foram feitas, e simulações, após simulações foram rodadas tentando achar uma resposta.

Agora uma nova série de simulações foi rodada para tentar desvendar alguns segredos de Proxima b.

Os pesquisadores utilizaram modelos mais complexos que os das simulações anteriores, modelos que são usados para estudar a mudança climática na Terra.

Os pesquisadores simularam 18 cenários separados buscando por efeitos de continentes gigantes, atmosfera fina, composiçòes atmosféricas diferentes, e até mesmo a presença de sais num oceano global.

Proxima b é gravitacionalmete travado com a sua estrela e isso poderia de certo modo prejudicar a habitabilidade do exoplaneta.

Porém, esses modelos simulados mostraram que a dinâmica da atmosfera e dos oceanos no planeta poderia sustentar uma quantidade de água líquida na superfície.

Essas regiões com água líquida persistentes poderiam variar de tamanho e quanto maior essa fração melhor a chance de ter vida.

E de acordo com os pesquisadores, a melhor mensagem desse novo conjunto de simulações é que existe sim uma grande chance de que Proxima b seja habitável.

obviamente que deveremos esperar os telescópios extremamente grandes de próxima geração, que serão capazes de fazer um estudo detalhado de Proxima b e assim até quem sabe detectar a propagação diferenciada de calor do exoplaneta, o que poderá comprovar ou negar essas novas simulações.

para quem queria novidades de Proxima b, está aí.

fonte:



Artigo:

Bilionário Japonês Voará Ao Redor da Lua em 2023 A Bordo do BFR da SpaceX - Space Today TV Ep.1467

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Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, depois de todo o suspense criado desde a última sexta-feira, Elon Musk, fez a tão esperada palestra da SpaceX para anunciar o nome da pessoa que irá voar até a Lua e voltar a bordo de seus foguete, o BFR.

Mas antes vamos a alguns pontos.

A apresentação começou com o Elon Musk falando sempre sobre a necessidade do ser humano ter uma alternativa e de tornar a raça humana multiplanetária, algo que ele já havia falado na IAC tanto de 2016 como na de 2017.

Após a breve introdução ele apresentou então o seu foguete, o BFR, Big Falcon Rocket.

É a terceira versão desde 2016, quando ele foi apresentado pela primeira vez, depois foi redesenhado em 2017 e agora atualizado para 2018.

Ele mostrou como o foguete irá entrar na atmosfera marciana, e mostrou algumas diferenças com os outros foguetes.

Esse BFR, versão 2018, tem 118 metros de altura total, consegue colocar mais de 100 toneladas de carga na órbita baixa da Terra, a parte útil do foguete tem 55 metros de comprimento, com um volume pressurizado de mais de 1000 metros cúbicos, e o foguete será movido por 7 motores Raptor, diferente dos 6 da versão anterior.

Além disso, o foguete apresentou mudanças nas chamadas grid fins, com a presença de grid fins na parte da frente também e na parte de trás.

O foguete está sendo construído no porto de Los Angeles, e ele mostrou além do desenho do projeto, algumas imagens de partes já prontas.

Ele então usou aquele velho gancho, como financiar esse foguete? E aí veio o grande anúncio da noite.

Surgiu do nada, um japonês, com seus 42 anos de idade, falando um inglês não lá muito bom e que se apresentou como sendo Yusaku Maezawa, um bilionário japonês do ramo da moda, colecionador de arte contemporânea.

Ele disse ser um apaixonado pelo Lua, desde criança, e que ele havia comprado não só uma passagem, mas todas as passagens disponíveis para o voo do BFR para a Lua, um total entre 6 a 8 passagens.

O japonês disse que não pretende ir sozinho, mas sim levar entre 6 e 8 convidados para dar uma volta com ele pela Lua, mas não é qualquer convidado, ele está interessado em artistas, diretores de filme, fotógrafos, estilistas, essas pessoas ajudariam ele a registrar toda a viagem para a nosso satélites.

A data planejada para esse voo acontecer, é em algum momento em 2023, mas o próprio Elon disse em tom irônico/brincalhão, que essa data não é definitiva.

Serão precisos muitos testes, para que o BFR possa voar tranquilamente com uma tripulação.

A viagem de ida até a Lua e a volta vai durar 6 dias.

O elon Musk disse que são necessários 5 bilhões de dólares para fazer o BFR, e que o financiamento do japonês é fundamental para eles finalizarem o projeto.

Musk disse ainda que o plano de voar o humano até Marte em 2024 no BFR ainda está de pé, mas tudo vai depender de como as coisas caminharão agora.

Mezawa criou um projeto para tudo isso chamado de Dear Moon, o site está na descrição do vídeo, e existe um easter Pegg nesse site, quero ver quem descobre, quem descobrir vai na minha última postagem no Instagram e escreve o que é.

Fontes:











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Observatório Australiano Descobre 20 Novas FRBs - Space Today TV Ep.1510

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As FRBs, ou Fast Radio Bursts ocorrem em todo o céu e duram apenas milissegundos.

Os cientistas ainda não sabem o que causa uma FRB, mas sabem que deve ser algo muito energético.

Só para se ter uma ideia, a energia liberada numa FRB é equivalente a energia liberada pelo Sol em 80 anos.

A primeira FRB foi descoberta em 2007 e de lá para cá poucas foram descobertas.

34 FRBs, e isso, é um dos fatores que dificulta e muito o entendimento desse fenômeno extremo do nosso universo.

Para que você possa entender relativamente bem um fenômeno, é preciso ter uma amostragem muito boa, onde você possa testar de forma robusta os seus modelos e assim gerar todo um pensamento sobre ele.

Mas como uma FRB dura milissegundos, vocês já devem imaginar que é um fenômeno extremamente complicado de ser registrado.

Por isso o desenvolvimento de novos equipamentos é fundamental para isso, um desses equipamentos, se chama ASKAP, sigla para Australia Square Kilometre Array Pathfinder.

As antenas do ASKAP têm um campo de visão de 30 graus quadrados, o equivalente a 100 vezes mais largo que a Lua Cheia, e ao usar as antenas apontando para pontos diferentes do céu os astrônomos conseguem uma cobertura de 240 graus quadrados, o que é equivalente a 1000 vezes a área da Lua Cheia.

E assim, com essa nova ferramenta disponível os astrônomos descobriram 20 novas FRBs, praticamente dobrando o número de FRBs conhecidas até então.

Entre as FRBs recém-descobertas estão a mais brilhante e a mais próxima já detectada.

Além disso, os astrônomos conseguiram apontar que as FRBs acontecem fora da nossa galáxia, na verdade a bilhões de anos-luz de distância da Terra.

Os astrônomos ainda não conseguem apontar o local exato onde acontecem essas FRBs, esse na verdade é o próximo desafio para os astrônomos.

Agora voc6e pode estar perguntando, por que estudar essas FRBs, qual a importância disso?

A primeira coisa é que essas explosões ocorrendo distante do nosso planeta, podem ajudar os astrônomos a entenderem o que acontece no chamado universo primordial, o que é algo complicado de ser estudado, mas as FRBs poderiam trazer essa informação até nós, entendendo isso, poderíamos compreender melhor como o universo nasceu e como evoluiu até os dias de hoje, algo onde ainda se tem muitas incertezas.

Outra coisa, é que as FRBs, acontecendo longe da Terra, e sendo explosões muito energéticas, ao atravessar o universo, atravessar nuvens de poeira e gás, atravessar a matéria que constitui o nosso universo elas podem nos dar informaçõess valiosas sobre, por exemplo, a matéria escura, um dos maiores mistérios atualmente do nosso universo. Ouso a dizer que o segredo sobre o que é a matéria escura está guardado nas FRBs.

Por isso, quanto mais explosões forem detectadas melhor para podermos entender tudo isso que elas nos podem informar.

A próxima etapa para os astrônomos é a inauguração do monstruoso SKA - Square Kilometre Array, uma rede de radio telescópios espalhados pelo mundo, do qual o ASKAP faz parte.

O SKA poderá descobrir mais FRBs e muito provavelmente os astrônomos poderão com ele apontar o local exato no universo onde elas acontecem.

Guardem isso, muitos segredos do universo serão revelados quando entendermos as FRBs.

Fonte:



Artigo:

Como Podemos Viajar Até Proxima b? - Space Today TV Ep.1492

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Desde a descoberta de Proxima b, o exoplaneta mais próximo da Terra, uma das grandes questões levantadas, é se um dia poderemos viajar até lá e se sim, como seria essa viagem. O projeto Breakthrough Starshotpretende resolver esse problema lançando pequenas naves até esse exoplaneta, usando para isso velas de luz (light sails) naves que atingiriam cerca de 20% da velocidade da luz e levariam 20 anos para chegar até o exoplaneta.

Fonte:

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Órbita da Proxima Centauri Determinada Após 100 Anos - Space Today TV Ep.562

Proxima Centauri, como todos sabem, é a estrela mais próxima da Terra, e que abriga um dos mais falados exoplanetas de todos os tempos, o Proxima b.

Obviamente que o interesse por essa estrela tem aumentado vertiginosamente desde o anúncio da descoberta do exoplaneta.

Porém, essa estrela é estudada a muito tempo, e intriga os astrônomos, basicamente dese a sua descoberta que aconteceu a 100 anos atrás.

Devido a sua fraca luminosidade é muito complicado medir com precisão sua órbita.

A órbita da estrela é medida através da velocidade radial com a qual ela se aproxima e se afasta da Terra.

Graças ao instrumento HARPS do ESO, os astrônomos conseguiram agora, 100 anos depois da sua descoberta, determinar a órbita precisa da Proxima Centauri, e também a órbita de outras estrelas importantes do sistema, como a Alpha Centauri.

A Alpha Centauri é na verdade uma estrela dupla, formada pela Alpha Centauri A e B, e que orbitam uma bem próxima da outra.

O que os resultados do HARPS mostraram é que na verdade a Proxima Centauri orbita o sistema binário de Alpha Cenaturi, porém a uma distância muito grande.

Isso tem uma implicação importante, de acordo com os astrônomos isso indica que essas três estrelas se formaram na mesma nebulosa de gás e poeira. Isso também faz com que elas tenham a mesma idade, cerca de 6 bilhões de anos, nos dando também uma ideia da idade do Proxima b.

Os astrônomos levantaram a hipótese também de que o exoplaneta possa ter se formado numa região mais distante da estrela e com o passar das eras, ele foi se aproximando da estrela parando na sua zona habitável.

O que isso significa?

Significa que se ele se formou numa região mais distante, ele com certeza foi um mundo congelado, e à medida que foi se aproximando da estrela esse gelo foi derretendo, como ele está na zona habitável quer dizer que a temperatura não é suficiente nem para congelar essa água e nem para evaporar, e isso implicaria que a superfície do Proxima b, pode sim ser repleta de água.

E, onde tem água, tem vida, pelo menos da forma como conhecemos, o que faz com que qualquer um possa literalmente viajar na possibilidade de haver algum tipo de vida em Proxima b.

Os trabalhos continuam e muito provavelmente em 2017, muitas novidades serão publicadas sobre o Proxima b, e eu as trarei todas aqui no canal para vocês.

Fontes:



Artigo:



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Exoplaneta Que Já Foi Chamado de Terra 2.0 Pode Nem Existir - Space Today TV Ep.1190

Em 2015, um grupo de astrônomos usando os dados do telescópio espacial Kepler descobriu um exoplaneta chamado de Kepler-452b.

Logo esse exoplaneta chamou muito a atenção de todos, ele estaria localizado a cerca de 1400 anos-luz de distância da Terra, tinha 1.6 vezes o tamanho da Terra e orbitaria uma estrela parecida com o Sol, estrela essa que tinha 1.5 bilhão de anos de vida.

Devido a todas essas características muitos na época chamaram esse exoplaneta de o primo da terra.

Parecia que estávamos no caminho para encontrar a tão falada e esperada Terra 2.0.

Mas, e na astronomia sempre temos um mas para atrapalhar tudo, um estudo recente feito nos dados do Kepler mostrou que talvez o Kepler-452b não seja um exoplaneta e junto com ele muitos outros exoplanetas podem estar se transformando em ruído.

Os pesquisadores basicamente se debruçaram sobre os dados do Kepler, entenderam melhor os dados, redefiniram alguns tresholds, limites, e chegaram à seguinte conclusão.

A validação estatística é insuficiente para confirmar o Kepler-452b como planeta usando o nível de 99%, existe uma chance entre 16% e 92% que ele seja sim um planeta, dependendo do grau de confiabilidade que você queira impor aos dados.

Isso não só se aplica ao Kepler-452b, se aplica a qualquer exoplaneta que foi descoberto, que seja de tamanho parecido com a Terra e que tenha uma órbita maior que 200 dias.

Nos catálogos oficiais, o Kepler-452b ainda não foi reclassificcado, ou retirado da lista de exoplanetas, pois ainda aguardam novas refutações ou validações.

Existiria a chance agora em 18 de Abril do Hubble tentar observar o trânsito do exoplaneta, mas não se tem tempo suficiente para formular uma proposta e modificar a agenda de observação do Hubble, assim, essa validação terá que esperar até 8 Maio de 2019, a data do próximo trânsito.

Por isso, os métodos de análise de dados precisam sempre evoluir, para tentar acabar com essas ambiguidades e assim se ter um grau de certeza elevado da existências e ocorrência de certos fen6omenos.

Fonte:





Artigo:



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Astrônomos Descobrem Uma Super-Terra na Órbita da Estrela de Barnard - Space Today TV Ep.1590

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Depois de 20 anos de busca, os astrônomos finalmente encontraram um exoplanetas do tipo super-Terra, na órbita da Estrela de Barnard, localizada a aproximadamente 6 anos-luz de distância da Terra. Essa descoberta foi feita pelo mesmo projeto que descobriu o Proxima b, o Pale Red Dots. O exoplaneta tem 3.2 vezes a massa da Terra, e orbita a sua estrela próximo do que é conhecido como linha de neve, ou seja, ponto onde os voláteis se congelam na superfície do exoplaneta, o tornando hostil para a vida, da mesma forma que o Proxima b, esse exoplaneta foi descoberto com a técnica de velocidade radial e não pela técnica do trânsito. Essa descoberta só foi possível graças à perseverança dos astrônomos, que integraram mais de 20 anos de dados para realizá-la. O Barnard b é o segundo exoplaneta mais próximo da Terra.

#EstreladeBarnardb #Exoplanetas

Fonte:



Artigo:

O Nascimento de Um Pulsar A Partir De Uma Supernova - Space Today TV Ep.1457

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Os astrônomos acreditam ter visto algo inédito, a formação de um pulsar a partir da explosão de uma supernova ultraluminosa. Os astrônomos sabem que isso acontece, mas essa é a primeira vez que conseguem evidências que isso aconteceu. Eles conseguiram então testemunhar o nascimento de um pulsar algo que é extremamente raro. Porém, os detalhes desse processo só serão revelados com os telescópios extremamente grandes da próxima geração.

Fonte:



Artigo:

Hubble Em Modo de Segurança Por Defeito em Giroscópio - Space Today TV Ep.1506

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No domingo dia 7 de Outubro de 2018, o mundo da astronomia foi tomado por uma sensação estranha.

Os membros da missão do Telescópio Espacial Hubble escreveram, que o telescópio tinha sido colocado em modo de segurança depois que um de seus giroscópios apresentou um defeito.

O Hubble possui 6 giroscópios que foram atualizados, trocados na última missão de serviço feita para o telescópio em 2009.

Ele precisa de 3 trabalhando bem, para que ele possa ser apontado para os alvos e funcionar de forma otimizada.

Só que dos 6, três já não funcionavam, e com a falha o número de giroscópios funcionando caiu para 2.

O ponto é que quando o Hubble tem só 2 giroscópios funcionando, o protocolo é que um deve ser desligado e colocado como backup e assim o telescópio deve funcionar com somente 1 giroscópio.

Ele foi colocado em modo de segurança para que a equipe em Terra tente recuperar o terceiro giroscópio.

Mesmo com 1 giroscópio funcionando, embora muitos estudos de detalhe não possam ser feitos, o Hubble pode sim continuar trabalhando.

Uma das pesquisadoras que faz parte do grupo do Hubble, disse que eles já sabiam que isso poderia acontecer, pois o giroscópio já tinha durado 6 meses mais do que o esperado.

Embora seja triste, lógico, essa situação, é bom lembrar que o Hubble é um telescópio espacial bem antigo, está funcionando desde 1990 quando foi lançado, e já devia ter sido substituído pelo James Webb, que tem seu lançamento estimado para março de 2021.

Mesmo com essa idade, eu trago aqui sempre para vocês, a quantidade de descobertas que ele continua fazendo e isso que é o mais importante.

Atualmente, na verdade, as coisas não estão muito boas para os robôs da NASA que exploram o universo.

O Opportunity ainda não respondeu, depois da tempestade de areia em Marte, o Curiosity foi colocado em modo de segurança por uma falha na sua memória principal, a sonda Dawn está prestes a encerrar sua missão, e a missão Kepler também está hibernando, e agora para completar a lista, o Hubble.

Quanto aos rovers marcianos, eles já cumpriram muito mais que a sua missão, e em 2020 teremos a Mars2020.

Quanto ao Kepler, a TESS já está funcionando bem, descobrindo exoplanetas, não teremos nenhum problema quanto a isso.

A Dawn, chegou a hora de encerrar a missão mesmo, pois acabou o combustível.

E o Hubble, teremos o James Webb.

São máquinas e em algum momento elas precisam ser substituídas, e serão por outras melhores, atualizadas e com maior capacidade.

Mas lógico que fica aquele aperto no coração, por isso #saveHST

Fonte:

Astrônomos Identificam 4 Possíveis Estrelas Como Lar do 1I/Oumuamua - Space Today TV Ep.1481

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Em Outubro de 2017, os astrônomos detectaram o nosso primeiro visitante interestelar, o já famoso, 1I/Oumuamua.

Infelizmente, os astrônomos só conseguiram detecta o objeto quando ele já estava deixando o nosso Sistema Solar, mas mesmo assim, uma infinidade de estudos pôde ser feita sobre o nosso visitante.

Uma grande questão que sempre foi levantada sobre o objeto foi, de qual estrela esse objeto se originou para ser enviado até o nosso Sistema Solar?

Para deixar essa estimativa mais complexa, trabalhos já publicados sobre o Oumuamua, mostraram que ele sofreu uma aceleração ao passar próximo do Sol, isso porque ele agiu como um cometa, expelindo material e assim acelerando o objeto.

Essa variação ajuda a complicar a estimativa da origem do Oumuamua.

Mas não é impossível tentar saber de onde veio o objeto, com essa variação medida e usando os dados precisos da missão Gaia e do SIMBAD, catálogos onde é possível encontrar a posição, a velocidade radial, o movimento no céu e a paralaxe, astrônomos conseguiram identificar 4 possíveis locais de origem do Oumuamua.

Dos catálogos iniciais, os astrônomos tinham 1.5 bilhão de estrelas para trabalhar, depois, considerando um cenário onde o Oumuamua e todas as estrela se movimentavam em linha reta e com velocidade constante, esse número caiu para 4500 estrelas, e por fim traçaram o movimento das estrelas.

Além disso, para a estrela ser uma candidata, ela teria que ter duas propriedades fundamentais, uma, ao traçar a órbita do Oumuamua chegaríamos perto da estrela e a outra, a velocidade relativa do Oumuamua e da sua estrela teria que ser baixa.

Com tudo isso, os astrônomos chegaram a 4 candidatas.

Todas as 4 são estrelas anãs.

Uma delas é a HIP3757, a velocidade é muito alta, o que é um ponto contra ela, mas o objeto chegou perto dela, cerca de 1.96 anos-luz de distância a cerca de 1 milhão de anos atrás.

A outra é a HD 292249, é uma estrela mais parecida com o Sol, uma velocidade relativa menor, o objeto passa um pouco mais distante dela, e isso há 3.8 milhões de anos atrás.

As outras duas candidatas possuem valores intermediários, tanto para a distância como para a velocidade relativa.

Uma coisa importante, a estimativa é que o Oumuamua tenha sido ejetado no momento da formação dos planetas, por um planeta gigante nesse sistema de onde ele veio.

Então o primeiro passo é descobrir se essas estrelas possuem planetas, caso possuam a chance de serem candidatas aumenta muito.

Os astrônomos irão trabalhar nisso e também, lá por 2021, eles esperam usar um banco de dados com mais estrelas, que será lançado pela Gaia para refinar o estudo e as estimativas.

Fonte:



Artigo:

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Modelando As Geleiras de Mercúrio - Space Today TV Ep.1648

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Como todos sabem, em crateras permanentemente nas sombras, de Mercúrio é possível encontrar gelo de água aprisionado. Pesquisadores agora conseguiram modelar essas geleiras de Mercúrio, o que é muito importante para entender as geleiras da Lua que têm uma importância grande para todos nós.

#Mercúrio #GeleirasDeMercúrio

Fontes:



Inédito: A Primeira Imagem de Marte Feita Por Um CubeSat (MarCO) - Space Today TV Ep.1537

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Todo mundo aqui lembra da missão InSight da NASA? Aquela missão que foi lançada há 6 meses atrás e chega em Marte em 26 de Novembro, para estudar pela primeira vez o interior do Planeta Vermelho, lembraram?

Então, vocês lembram também que essa missão leva dois pequenos cubesats, os chamados MARCO-A e MARCO-B?

Esses pequenos satélites são uma prova de tecnologia, estão sendo mandados para serem testados como satélites de relay de dados, para auxiliar na hora do pouso entre outras coisas.

Esses satélites já entraram para história, primeiro, estão no espaço profundo, segundo, foram os primeiros a realizar uma manobra de correção de órbita no espaço profundo, mas nada disso se compara ao que eles fizeram agora.

A imagem está aí.

Essa imagem, é a primeira imagem na história da exploração espacial, feita do planeta Marte a partir de um CubeSat.

A imagem foi feita no dia 3 de Outubro de 2018.

OS CubeSats já percorreram 399 milhões de quilômetros e para serem colocados no local certo no momento do pouso da InSight eles ainda precisam viajar 85 milhões de quilômetros.

A imagem de Marte, mostra o planeta a uma distância de 12.8 milhões de quilômetros.

Aparece também na imagem vários pedaços do satélite, e a imagem foi feita com a câmera de grande angular.

Essa imagem foi feita pelo MarCO-B que é carinhosamente chamado de Wall-E e a imagem tem um objetivo, testar os parâmetros de exposição.

Várias imagens foram feitas, com diferentes parâmetros, até que em uma delas estava lá o pequeno ponto vermelho, o planeta Marte registrado pela primeira vez por um CubeSat.

Esses Cubesats ainda vão trazer muitas novidades para todos nós, por enquanto eles estão sobrevivendo bem à viagem.

Vamos aguardar mais notícias, e dia 26 de Novembro estaremos aqui esperando a InSight pousar em Marte.

Fonte:

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Simulação Mostra Como Seria A Fusão De Buracos Negros Supermassivos - Space Today TV Ep.1500

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O que acontece quando dois buracos negros se fundem, colidem e formam um buraco negro resultante?

Nós já sabemos que quando esses buracos negros têm massa estelar, ou seja, dezenas de vezes a massa do Sol, a fusão dos buracos negros gera ondas gravitacionais, e essas ondas gravitacionais podem e são detectadas na Terra com os experimentos LIGO e VIRGO.

E no caso dos buracos negros supermassivos?

Os buracos negros supermassivos possuem massa de milhões ou até bilhões de vezes a massa do Sol e localizam-se no centro da maior parte das grandes galáxias.

Quando as galáxias se fundem, colidem, o que é algo normal no universo, seus buracos negros centrais também se fundem.

Porém, nós não temos equipamentos sensíveis o suficiente para detectar o resultado dessa fusão.

O LIGO e o VIRGO estão na Terra, e o nosso planeta tem muitos ruídos que impedem a detecção de possíveis ondas gravitacionais.

Para isso serão necessários detectores no espaço como o LISA.

Mas até lá, os astrônomos querem entender o que acontece com a fusão de buracos negros supermassivos.

E como vocês já devem saber, só tem uma maneira de saber isso, por meio de simulações computacionais.

As simulações não são fáceis, tanto que só agora os astrônomos conseguiram fazer simulações que podem ser usadas para entender a fusão de buracos negros supermassivos.

Para criar esses modelos é necessário ferramentas computacionais sofisticadas que incluem efeitos físicos produzidos pelos dois buracos negros supermassivos.

As simulações mostram que num momento pré-fusão, a luz emitida pode ser dominada pela luz ultravioleta com alguma energia emitida em raios-X, similar ao que é observado em buracos negros em processo de alimentação.

Três regiões de emissão de luz a partir do gás aparecem quando os buracos negros se fundem, todas elas conectadas por fluxos de gás quente.

Essas regiões são um grande anel circulando todo o sistema chamado de disco circumbinário e dois discos menores ao redor de cada buraco negro chamados de minidiscos.

Tudo isso emite predominantemente luz UV. Depois através de uma interação da luz UV com cada coroa do buraco negro produz raios-X.

Com base nas simulações os pesquisadores esperam raios-X emitidos de forma mais brilhante na fase próxima a fusão do que os raios-X emitidos por um único buraco negro.

A maneira como ambos os buracos negros defletem a luz cria um complexo efeito de lente, outras feições estranhas também aparecem como um jogo complexo de sombras.

Para rodar a simulação foram necessários 9600 núcleos rodando por 46 dias.

Essa foi só uma primeira simulação, os pesquisadores pretendem refinar o código e estimar várias outras propriedades do processo de fusão entre os buracos negros supermassivos.

Com essas simulações, os pesquisadores poderão então construir os detectores e também posteriormente poder confirmar ou não a detecção de ondas gravitacionais e outros tipos de radiação geradas nesse processo de fusão dos objetos mais compactos e mais intrigantes do universo.

Fonte:



Artigo:

O Espectro Mais Completo da Atmosfera de Um Exoplaneta - Space Today TV Ep.1131

Alguns importantes instrumentos espaciais, como o Hubble e o Spitzer, na área de exoplanetas possuem um papel fundamental.

Não, eles não são usados na descoberta dos exoplanetas, mas são sim usados na avaliação posterior, e principalmente na análise da atmosfera dos exoplanetas.

Para isso, estar fora da influência da Terra é crucial, pois são muitas correções a menos que precisarão ser feitas, além disso, diferente do Kepler que só registra a curva de luz das estrelas, o Hubble e o Spitzer possuem instrumentos dedicados ao estudo da atmosfera dos planetas.

E, a cada dia que passa, os astrônomos estão sabendo cada vez mais como trabalhar com o Hubble nessa atividade.

Um exemplo acaba de ser publicado, o Hubble e o Spitzer foram usados para analisar o exoplaneta conhecido como WASP-39b.

O WASP-39b está localizado a aproximadamente 700 anos-luz de distância da Terra, orbita uma estrela parecida com o Sol, e é classificado como um Saturno-Quente, ou seja, tem massa e tamanho parecido com Saturno.

Quando o planeta cruza a estrela, e parte da luz da estrela atravessa a atmosfera do planeta, a radiação da estrela interage com os elementos químicos na atmosfera e esse processo gera marcas, linhas de absorção e emissão no espectro que é registrado pelo Hubble, Spitzer e outros instrumentos.

O WASP-39b leva 4 dias para completar sua órbita, ele está gravitacionalmente travado com a estrela, ou seja, sempre mostrando o mesmo lado para ela.

A temperatura pode chegar na casa dos 750 Graus Celsius, e devido aos fortes ventos atmosféricos, esse calor é transportado para o lado escuro do planeta que fica tão quente quanto o lado claro.

É através do estudo da atmosfera dos exoplanetas que os astrônomos conseguem além, lógico de dissecar a composição do planeta, entender a sua história, onde se formou, como foi sua migração e todas as outras características importantes de um exoplaneta.

Nesse caso os astrônomos descobriram uma grande quantidade de água na atmosfera do exoplaneta.

E além disso, esse estudo marcou a aquisição do espectro mais completo da atmosfera de um exoplaneta já feito pelos cientistas usando o Hubble e o Spitzer.

Agora os astrônomos aguardam ansiosamente o James Webb, pois eles estão com a metodologia, e as técnicas bem afiadas, com um instrumento como o James Webb, dissecar a atmosfera de exoplanetas será uma atividade rotineira no futuro próximo.

Fonte:













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Qual a Origem da Água Na Terra? - Space Today TV Ep.1456

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Um novo trabalho mostra que a água na Terra pode ter vindo de pequenos grãos que se aglutinaram no início da formação planetária. Esses resultados estão de acordo com a hipótese de que a Terra já nasceu molhada, que é diferente da hipótese da água ter sido enviada para a Terra por meio de asteroides e cometas.

Fonte:



Artigo:

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Marte Pode Ter Oxigênio Suficiente Para Suportar A Vida - Space Today TV Ep.1535

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Nós já sabemos que a superfície marciana não é nada amigável para que o ser humano possa viver ali.

Isso porque, basicamente, para podermos viver bem, precisamos de oxigênio na atmosfera, na nossa atmosfera temos 21% de oxigênio, na atmosfera marciana essa quantidade é de 0.145%.

O oxigênio em Marte é produzido quando a radiação do Sol interage com o CO2 na atmosfera.

Além disso, já sabemos que a atmosfera marciana é muito rarefeita, e que as temperaturas em muitos locais são proibitivas para o ser humano, passando dos 100 graus negativo.

Nessas condições, a água líquida não existe em Marte, na superfície, quando ela chega na superfície, ou ela congela ou evapora diretamente.

Porém, nós já sabemos que na subsuperfície, Marte tem água líquida, uma água salgada, uma salmoura

Isso é muito importante, pois essa água pode se manter estável e líquida perto da superfície e em determinadas situações até mesmo na superfície por algum tempo.

Um artigo publicado recentemente na revista Nature Geoscience mostra simulações computacionais mostrando que sim, isso seria possível.

Mas o artigo vai mais além, os autores além de mostrar que a água salgada pode se manter líquida e estável, resolveram calcular a quantidade de oxigênio dissolvido que ela poderia absorver da atmosfera.

E os resultados são impressionantes, os autores mostraram que atualmente, Marte, poderia suportar ambientes líquidos com oxigênio suficiente dissolvido, para permitir a presença de micróbios aeróbicos no planeta.

A concentração de oxigênio seria especialmente alta em salmouras encontradas nas regiões polares, onde a temperatura é mais fria.

Dois pontos a saber sobre esse estudo, primeiro ele foi todo feito com modelagem computacional, embora seja robusto e o segundo ponto, é que essas salmouras são um palpite, ninguém ainda confirmou a presença, embora existam fortes evidências.

A continuação do trabalho parece então lógica.

Primeiro, fazer testes com organismos vivos aqui na Terra mesmo, para ver se eles conseguiriam sobreviver em ambientes semelhantes ao encontrado em Marte com uma salmoura.

E o segundo ponto, descobrir onde estão essas salmouras em Marte, se é que elas realmente existem, uma ferramenta capaz de determinar a salinidade da água e até mesmo encontrar essa água em subsuperfície já está sendo desenvolvida.

Talvez os próximos rover possam ajudar nessa busca já que irão até perfurar o solo marciano, vamos aguardar, mas existe uma boa esperança nessa água salgada marciana.

Fonte:

À quoi ressemble Proxima b

Proxima b, une exoplanète qui a soulevé beaucoup de questions et notamment une, à quoi elle ressemble, c'est que nous allons voir dans la vidéo !

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Les musiques:




Les vidéos:



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Resolvido o Mistério Dos Redemoinhos Lunares - Space Today TV Ep.1449

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Para quem não sabe, a superfície da Lua, possui algumas feições intrigantes, entre elas estão os chamados redemoinhos lunares.

Esses redemoinhos são marcas brilhantes que serpenteiam a superfície do nosso satélite natural.

O mais famoso deles é conhecido como Reiner Gama, e tem cerca de 64 km de extensão.

Ao estudar a Lua os astrônomos notaram que na mesma posição desses redemoinhos, eles encontram também campos magnéticos poderosos e localizados.

O mistério é, o que gerou esses intensos campos magnéticos e por consequência os redemoinhos no solo lunar?

Vocês já sabem, nessa altura do campeonato que quando queremos estudar algo que não temos acesso, apelamos para as simulações computacionais.

E foi isso que um grupo de pesquisadores fez, desenvolveu modelos matemáticos, buscando por feições geológicas que pudessem ser responsáveis por intensos campos magnéticos.

E eles descobriram que essa estrutura geológica seria consistente com os tubos de lava, estruturas que são formadas pelo fluxo de lava durante erupções vulcânicas.

O que acontece na Lua é que as rochas lunares se tornam altamente magnetizadas a temperaturas de 600 graus Celsius, algo que não acontece na Terra, pois a Lua é um ambiente livre de oxigênio.

Mas para acontecer isso é necessário um campo magnético.

Pois bem, estudos anteriores mostraram que a Lua teve um campo magnético que durou entre 1 bilhão e 2.5 bilhões de ano, ou seja, na mesma época em que os tubos de lava foram formados, esse campo magnético p6ode então magnetizar o ferro enquantonto esfriava.

Ou seja, os tubos de lava formados pelo vulcanismo lunar e o antigo campo magnético da Lua podem ser a explicação para a formação dos redemoinhos na superfície do nosso satélite.

Os pesquisadores agora, obviamente desejam que uma missão vá até esses redemoinhos, para que eles possam ser estudados de perto, e assim definitivamente colocar fim a mais um mistério no nosso sistema solar.

Fonte:

Proxima Centauri b Update - Finally, Some Good News!

You can buy Universe Sandbox 2 game here:

Hello and welcome to What Da Math!
In this video, we will talk about a recent Proxima b analysis and some good news finally.

The paper is here:
The basic simulation from NASA is here:

One of the images used is from Kyoto University
Eyeball Earth: Credited to Haruka Inagaki and Prof. Yamashiki of Kyoto University/SGH Moriyama High School
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O Projeto do Hubble Para Observar As Primeiras Galáxias do Universo - Space Today TV Ep.1459

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Uma das principais contribuições do Telescópio Espacial Hubble, desde que ele foi lançado é no entendimento sobre a evolução do universo e a estrutura em grande escala.

Para que ele possa contribuir dessa maneira ele precisa observar objetos, principalmente as galáxias mais distantes que se conhece.

Essas galáxias primordiais é que ajudarão a contar a história de evolução do nosso universo.

Porém, o equipamento possui uma limitação e essa sua limitação restringe muito os estudos que podem ser feitos.

Uma maneira de naturalmente aumentar o poder de observação é através do efeito de lente gravitacional.

E isso o Hubble faz muito bem estudando e observando os aglomerados de galáxias.

Além de serem as maiores estruturas do universo, esses aglomerados agem como lentes aproximando e ampliando as galáxias mais distantes do universo e permitindo assim que elas sejam estudadas.

Nesse processo de estudar os aglomerados de galáxias existem alguns projetos muito interessantes, um deles é o chamado Frontiers Fields, onde aglomerados de galáxias foram estudados com o objetivo de identificar galáxias distantes que sofrem o efeito de lente gravitacional.

Agora o Hubble iniciou um novo projeto chamado de BUFFALO, sigla que quer dizer, Beyond Ultra-deep Frontiers Fields And Legacy Observations, algo como, Além do Campo Profundo do Frontiers e das Observações Mais Antigas, ou seja, um sucessor do Frontiers Fields.

E para isso, o Hubble já começou bem, fazendo essas imagens do Abell 370 um gigantesco aglomerado de galáxias.

O Objetivo do BUFFALO é observar as galáxias mais massivas e luminosas nos primeiros 800 milhões de vida do universo e deixar tudo preparado para que na sequência o James Webb venha e melhore essas observações e consiga ir um pouco além.

Além disso, ao estudar os aglomerados de galáxias, se ganha um bom entendimento sobre o comportamento da matéria escura, já que você consegue estudar o efeito da massa na luz dos objetos que você está observando, e com esses campos estendidos é possível gerar mapas mais precisos da distribuição tridimensional da matéria escura.

É o Hubble mais uma vez mostrando toda a lenha que ainda tem para queimar antes que o James Webb seja lançado lá em 2021.

Fonte:



Página do projeto BUFFALO:

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