This website uses cookies to ensure you get the best experience on our website. Learn more

O Primeiro Exoplaneta Descoberto Pela TESS - Space Today TV Ep.1468

x

O Primeiro Exoplaneta Descoberto Pela TESS - Space Today TV Ep.1468

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, fiz um vídeo aqui no canal mostrando a primeira imagem científica da missão TESS.

E disse no vídeo que quando a TESS descobrisse seu primeiro exoplaneta eu faria um vídeo para vocês.

Então qual não foi a surpresa que ontem a noite, futucando o Arxiv.org, me deparo com um artigo onde está relatada a primeira descoberta de um exoplaneta feita pela missão TESS da NASA.

O artigo está na descrição do vídeo, e mesmo que você não leia, guarde, pois tenho certeza que esse será daqui a alguns anos um artigo histórico, para a astronomia e principalmente na área de exoplanetas.

Vamos então aos detalhes da descoberta.

O exoplaneta foi descoberto ao redor da estrela Pi Mensae, na constelação da Montanha da Mesa.

Essa é uma estrela do tipo do Sol, e relativamente brilhante com magnitude 5.7.

A estrela tem 1.1 vezes a massa do Sol e 1.1 vezes o raio do Sol e ela já tinha um exoplaneta que havia sido detectado ao seu redor, um exoplaneta com 10 vezes a massa de Júpiter e um período orbital de 5.7 anos.

Dessa vez, a TESS descobriu um planeta bem mais próximo da estrela e bem menor.

O planeta é classificado como sendo um mini-Netuno ou uma Super-Terra, ele tem 2.14 vezes o raio da Terra e 4.82 vezes a massa da Terra.

Considerando a razão massa/raio, esse exoplaneta descoberto chamado de Pi Mensae c pode ser o que chamamos de um mundo aquático.

O planeta deve ser constituído na sua maioria por elementos leves como água, metano, hidrogênio e hélio.

Pelo fato da estrela estar próxima, cerca de 60 anos-luz de distância da Terra, e ser brilhante, isso é uma grande vantagem para a realização de estudos de espectroscopia para entender a atmosfera e outras características do exoplaneta.

Esse exoplaneta também pode ser um belo candidato para ser imaginado diretamente no futuro próximo com a inauguração dos grandes telescópios.

Então está aí, o primeiro exoplaneta descoberto com os dados da missão TESS da NASA.

Fonte:

Mais Um Exoplaneta Para A Conta da TESS - Space Today TV Ep.1605

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

Mais um para a conta da TESS.

Isso aí, os astrônomos usando dados da TESS descobriram mais um exoplaneta.

O nome dele é HD 2685b, e está localizado a cerca de 646 anos-luz de distância da Terra.

O exoplaneta é classificado como sendo um Júpiter quente, ele é 1.44 vezes maior que Júpiter, e 1.2 vezes mais massivo.

Ele orbita a sua estrela a cada 4.13 dias, a uma distância equivalente a 0.06 UA.

A estrela tem 1.3 bilhão de anos de vida e é quente, com temperatura de 6530 graus Celsius.

A temperatura no exoplaneta é de cerca de 1800 graus Celsius, ou seja, não é amigável para a vida.

Os autores do artigo onde a descoberta foi divulgada comentaram que esse é um exemplo típico de uma Júpiter quente inflado numa órbita circular.

Essa descoberta também representa a descoberta de um Júpiter quente que transita a sua estrela, descoberto em uma das estrelas mais brilhantes conhecidas.

Essa descoberta mostra bem os tipos de exoplanetas que a TESS poderá detectar nos seus dois anos de missão.

Além disso, esse é um belo exemplo para ser investigado posteriormente tanto por telescópios espaciais como por telescópios em Terra, para a caracterização da sua atmosfera.

Não só exoplanetas que possam abrigar a vida são importantes, exoplanetas na órbita de estrelas brilhantes também são muito importantes para uma futura melhor caracterização e para o entendimento da atmosfera, como já falei, entendendo a atmosfera, podemos saber muita coisa sobre a origem de um determinado planeta.

então, pegue o seu caderninho e já anote aí, mais um exoplaneta para a conta da TESS, que venham muitos outros.

#TESS #Exoplanetas

fonte:



Artigo:

x

Astrônomos Descobrem o Planeta Natal do Spock - Space Today TV Ep.1469

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

Os astrônomos descobriram mais um exoplaneta, e isso já está virando rotina.

Mas antes que você feche o vídeo e comece a me detonar nos comentários, peço um pouco da sua atenção e prometo que esse exoplaneta tem coisas muito especiais.

Existe um projeto que caça exoplanetas que é chamado de Dharma Planet Survey, esse projeto opera um telescópio de 50 polegadas, localizado no topo do Monte Lemmon no Arizona.

E foi usando esse telescópio que os astrônomos resolveram apontar para a estrela HD 26965 e ao fazer a análise de velocidade radial, os astrônomos descobriram um exoplaneta que é uma super-Terra.

A estrela está localizada a 16 anos-luz de distância da Terra, é um pouco mais fria e um pouco menos massiva que o Sol e possui um ciclo de 10.6 anos, bem parecido com o ciclo solar de 11 anos.

Isso faz dessa estrela um local interessante para se ter um planeta com vida ou habitável.

Essa estrela pode ser vista a olho nu no céu.

O planeta, tem cerca de duas vezes o tamanho da Terra e tem uma órbita de 42 dias ao redor da estrela na sua zona habitável.

Essa descoberta é importante pois marca a super-Terra descoberta mais próxima da Terra.

Agora a curiosidade.

Essa estrela tem um outro nome, ela é chamada de 40 Eridani.

Quem aqui for trekker já vai matar a curiosidade.

Para quem não sabe, essa estrela a 40 Eridani é a estrela que abriga o planeta Vulcan, o planeta natal do Sr. Spock da série Jornada nas Estrelas.

Outra coisa interessante, é que a missão da nave Enterprise, onde trabalhava o Spock tinha como missão procurar novos mundos, um objetivo do Dharma Planet Survey.

Agora, qualquer um pode olhar para o céu, observar a estrela 40 Eridani e mandar um alô para o planeta Vulcan quem sabe o Spock não tá por lá.

Lógico que o mais importante nessa descoberta foi mostrar como um telescópio dedicado para essa função de descobrir exoplanetas, pode ajudar a descobrir super-Terras e planetas parecidos com a Terra ao redor de estrelas próximas.

Assim, com um projeto assim em Terra e com projetos espaciais como a TESS, continuamos na nossa missão trekker de descobrir muitos novos mundos.

Fonte:



Artigo:



Vídeo do Marcelo do Hoje no Mundo Militar:

Mais Um Exoplaneta Descoberto Pela Missão TESS da NASA

x

Qual a Máxima Gravidade Que Nós Poderíamos Aguentar? - Space Today TV Ep.1473

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

Colonizar um outro mundo, talvez um sonho para muitos dos seres humanos.

Quando se fala nisso, pensamos talvez diretamente em Marte, e sabemos que não seria lá tão complicado, principalmente se estivermos falando da questão da gravidade.

Em Marte a gravidade é cerca de 40% da gravidade na Terra, ou seja, não seria lá tão complicado viver no Planeta Vermelho.

Mas vamos imaginar que já dominamos a viagem interestelar, e queremos pousar a nossa nave imaginária em um mundo distante.

Qual seria a máxima gravidade que o corpo humano, de um ser humano comum poderia aguentar?

Com essa questão na mente, dois pesquisadores resolveram calcular essa gravidade máxima.

Para fazer esse cálculo os autores primeiro calcularam a força compressiva do osso humano.

Com base nisso, eles estimaram que o esqueleto humano poderia suportar uma força gravitacional 90 vezes a gravidade da Terra.

Mas isso se você ficasse parado.

Andando ou correndo o stress nos ossos aumenta, e esse valor teria que ser dividido por 10.

Isso quer dizer que seria possível correr em um planeta com um campo gravitacional cerca de 10 vezes o da Terra, antes que os ossos começassem a quebrar.

Porém, outros fatores precisam ser levados em consideração.

E com os cálculos feitos por ele, o homem mais forte do mundo poderia dar alguns passos em um mundo com uma gravidade, 4.6 vezes maior que a da Terra.

Para as pessoas comuns, um exoplaneta com uma gravidade entre 3 e 4 vezes a gravidade da Terra, seria algo mais realístico para se sobreviver, mesmo assim com um treinamento intensivo e rigoroso.

Para podermos calcular a gravidade nos planetas é preciso principalmente saber sua densidade, e isso basicamente só chegando no planeta.

Porém é possível ter uma boa ideia, ao se saber a massa e o raio de um exoplaneta.

Dos 3605 exoplanetas descobertos, 594 possuem a informação de massa e raio, e desses 422 teriam um campo gravitacional igual ou menor que 3.5 vezes o da Terra.

Agora se você for o homem mais forte da Terra, pode colocar aí mais uns 35 exoplanetas onde você pode caminhar, pelo menos um pouco.

Vídeo da Ned sobre Vulcano:



Fonte:



Artigo:

NASA revela primeira Imagem do Telescópio TESS

Espera-se que a TESS iguale ou exceda o número total de deslocamentos de Kepler, disseram membros da equipe da missão. E como a TESS se concentrará nas estrelas da vizinhança do sol, os astrônomos poderão estudar em profundidade alguns desses novos mundos usando outros instrumentos.

Por exemplo, o Telescópio Espacial James Webb de US $ 8,8 bilhões da NASA, que deve ser lançado em 2020, deve ser capaz de sondar as atmosferas de pelo menos alguns planetas TESS, procurando por vapor de água, oxigênio, metano e outros gases que possam ser sinais de um ambiente habitável (ou possivelmente até habitado).

O custo da missão TESS é de US $ 200 milhões, mas os serviços de lançamento acrescentaram outros US $ 87 milhões ao total, disseram autoridades da NASA. A TESS decolou em 18 de abril a bordo de um foguete SpaceX Falcon 9 da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, na Flórida.

Originalmente publicado no Space.com .

Quer saber mais sobre o universo? inscreva-se no canal e ative o sininho de notificações para não perder nenhum vídeo:



Ficou com duvidas sobre esse vídeo? deixe um comentario, iremos responder a todos o mais breve possivel.

muito obrigado!

Nossa página no Facebook:



Blog de Notícias Universo Conectado:

x

Bilionário Japonês Voará Ao Redor da Lua em 2023 A Bordo do BFR da SpaceX - Space Today TV Ep.1467

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, depois de todo o suspense criado desde a última sexta-feira, Elon Musk, fez a tão esperada palestra da SpaceX para anunciar o nome da pessoa que irá voar até a Lua e voltar a bordo de seus foguete, o BFR.

Mas antes vamos a alguns pontos.

A apresentação começou com o Elon Musk falando sempre sobre a necessidade do ser humano ter uma alternativa e de tornar a raça humana multiplanetária, algo que ele já havia falado na IAC tanto de 2016 como na de 2017.

Após a breve introdução ele apresentou então o seu foguete, o BFR, Big Falcon Rocket.

É a terceira versão desde 2016, quando ele foi apresentado pela primeira vez, depois foi redesenhado em 2017 e agora atualizado para 2018.

Ele mostrou como o foguete irá entrar na atmosfera marciana, e mostrou algumas diferenças com os outros foguetes.

Esse BFR, versão 2018, tem 118 metros de altura total, consegue colocar mais de 100 toneladas de carga na órbita baixa da Terra, a parte útil do foguete tem 55 metros de comprimento, com um volume pressurizado de mais de 1000 metros cúbicos, e o foguete será movido por 7 motores Raptor, diferente dos 6 da versão anterior.

Além disso, o foguete apresentou mudanças nas chamadas grid fins, com a presença de grid fins na parte da frente também e na parte de trás.

O foguete está sendo construído no porto de Los Angeles, e ele mostrou além do desenho do projeto, algumas imagens de partes já prontas.

Ele então usou aquele velho gancho, como financiar esse foguete? E aí veio o grande anúncio da noite.

Surgiu do nada, um japonês, com seus 42 anos de idade, falando um inglês não lá muito bom e que se apresentou como sendo Yusaku Maezawa, um bilionário japonês do ramo da moda, colecionador de arte contemporânea.

Ele disse ser um apaixonado pelo Lua, desde criança, e que ele havia comprado não só uma passagem, mas todas as passagens disponíveis para o voo do BFR para a Lua, um total entre 6 a 8 passagens.

O japonês disse que não pretende ir sozinho, mas sim levar entre 6 e 8 convidados para dar uma volta com ele pela Lua, mas não é qualquer convidado, ele está interessado em artistas, diretores de filme, fotógrafos, estilistas, essas pessoas ajudariam ele a registrar toda a viagem para a nosso satélites.

A data planejada para esse voo acontecer, é em algum momento em 2023, mas o próprio Elon disse em tom irônico/brincalhão, que essa data não é definitiva.

Serão precisos muitos testes, para que o BFR possa voar tranquilamente com uma tripulação.

A viagem de ida até a Lua e a volta vai durar 6 dias.

O elon Musk disse que são necessários 5 bilhões de dólares para fazer o BFR, e que o financiamento do japonês é fundamental para eles finalizarem o projeto.

Musk disse ainda que o plano de voar o humano até Marte em 2024 no BFR ainda está de pé, mas tudo vai depender de como as coisas caminharão agora.

Mezawa criou um projeto para tudo isso chamado de Dear Moon, o site está na descrição do vídeo, e existe um easter Pegg nesse site, quero ver quem descobre, quem descobrir vai na minha última postagem no Instagram e escreve o que é.

Fontes:











Astrônoma Brasileira Faz Estudo Inédito Com Gêmea da Via Láctea - Space Today TV Ep.1487

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

Eu falo sempre para vocês que é muito complicado estudarmos a nossa galáxia, pelo simples fato de morarmos dentro dela.

Para alguns estudos, lógico que isso é uma vantagem, mas para estudar a galáxia de maneira geral, entender sua estrutura, evolução e outras propriedades estar dentro dela prejudica e muito esses estudos.

O interessante então é encontrar uma galáxia parecida com a nossa, para podermos fazer um estudo de análogos, melhor ainda se encontrássemos uma galáxia que pudesse ser classificada como gêmea da Via Láctea.

E esse tipo de galáxia para a sorte dos astrônomos existe, e uma astrônoma brasileira, a Patrícia da Silva, do IAG da USP pode ser considerada uma especialista nesse tipo de estudo.

Existe uma galáxia no universo chamada de NGC 6744, ela é considerada uma gêmea da Via Láctea, pois possui o mesmo tipo morfológico da Via Láctea, ou seja, espiral com uma barra central e relações similares entre o núcleo e os braços.

Outra vantagem importante dessa galáxia é que ela é relativamente próxima à Via Láctea, 25 milhões de anos-luz de distância, o que faz dela um excelente laboratório para entendermos a evolução da nossa própria galáxia.

E foi isso que a Patrícia fez, junto com o João Steiner seu orientador.

Eles usaram o gigantesco telescópio Gemini Sul para analisar de forma detalhada a galáxia, obtiveram dados sobre a emissão de gases, a cinemática do gás e a composição e a cinemática estelar.

Com esses dados eles puderam traçar a história evolutiva da galáxia.

Essa galáxia tem um fato curioso, ela é classificada como uma AGN, ou seja, aquelas galáxias que possuem um buraco negro supermassivo muito ativo em seu núcleo, mas é muito fraco, e poucas informações existiam sobre o núcleo da galáxia.

Com o estudo, a Patrícia mostrou que a galáxia passou por dois grandes eventos de formação de estrelas, um há 10 bilhões de anos, na formação da galáxia e outro a 1 bilhão de anos atrás, muito provavelmente disparado por um evento de fusão.

Esse estudo mostrou que a galáxia não possuía estrelas jovens e que sim, tinha um núcleo ativo de baixa luminosidade.

Mas a Via Láctea não é uma AGN, o nosso buraco negro é calmo, como essas coisas então se relacionam?

Muito bem, hoje, a Via Láctea não é um AGN, mas no passado pode ter sido, e estudar essa gêmea da Via Láctea traz muitas informações sobre como a nossa galáxia pode ter evoluído.

Essa não é a primeira gêmea da Via Láctea estudada pela Patrícia, ela já estudou outra no seu mestrado.

A sua pesquisa foi publicada no periódico The Astrophysical Journal.

Mais uma vez a astronomia brasileira em destaque, com um trabalho de suma importância.

Deixo aqui os parabéns para a Patrícia, para o João o seu orientador e para todos os astrônomos do IAG, um lugar muito especial, onde me formei e de onde guardo lindas lembranças.

Viva a astronomia brasileira!!!

Fonte:

Puesto en orbita la sonda TESS que nos revelara los secretos de la vida en otros planetas

La NASA ha lanzado con éxito a las 22:51 (UTC) de este miércoles la sonda TESS, propulsada por un cohete Falcon 9 de Space X que despegó de Cabo Cañaveral, Florida (EE.UU.). El objetivo del satélite es buscar planetas similares a la Tierra más allá de los límites de nuestro sistema solar.

4 Anos da Sonda MAVEN Em Marte - Space Today TV Ep.1476

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

No dia 18 de Novembro de 2013 foi lançada rumo a Marte, a missão MAVEN da NASA.

No dia 21 de Setembro de 2014, ela chegou no seu destino e entrou na órbita de Marte. A MAVEN foi uma sonda que sofreu com o shutdown de 2014, e nenhum alarde foi feito na sua chegada em Marte, pois a NASA estava trabalhando de forma restrita.

Isso quer dizer que dia 21 de Setembro de 2018, ontem, comemoramos 4 anos que a sonda MAVEN está na órbita de Marte, trabalhando de maneira excelente e resolvendo grandes mistérios do planeta vermelho.

Em Novembro de 2015, ela cumpriu a sua missão primária e desde então vem trabalhando na sua missão estendida de forma magnífica.

Nesses 4 anos, a MAVEN ajudou a responder muitas perguntas e fez grandes realizações, entre elas:

Adquiriu os dados que mostraram que a perda da atmosfera de Marte para o espaço foi a principal causa da mudança climática no planeta.

Determinou que a perda de íons da atmosfera superior para o espaço durante uma tempestade solar pode ser amplificada por um fator de 10 ou mais, possivelmente fazendo com que essas tempestades tenham sido as principais responsáveis para a perda da atmosfera.

Descobriu dois novos tipos de auroras em Marte, aurora difusa e aurora de próton, nenhum desses tipos estão conectado com campo magnético local ou global ou até mesmo por jatos magnéticos como na Terra.

Detectou uma ionosfera em Marte, a primeira detectada além da Terra.

Demonstrou que a maior parte do CO2 no planeta foi perdido para o espaço e que não existe CO2 suficiente em Marte para terraformar o planeta e esquentá-lo.

E para comemorar 4 anos de operação em Marte, a MAVEN fez uma selfie.

Essa selfie foi feita com o instrumento conhecido como Imaging Ultraviolet Spectrograph, ou IUVS, que fica na ponta do braço de 1.2 metros de comprimento, um verdadeiro pau de selfie da sonda.

A selfie foi feita com 21 imagens que foram então somadas para resultar na imagem final.

Em 2019, a MAVEN irá iniciar uma manobra para colocar a sonda na atmosfera superior de Marte.

Isso fará com que a MAVEN possa ser usada como uma sonda de retransmissão de dados hoje ela faz isso mas uma vez por semana somente e com um dos rovers por vez.

A InSight que chega em Marte em Novembro poderá usar essa melhoria em no próximo ano.

Enquanto isso ela continua trabalhando de forma saudável e ajudando cada vez mais os pesquisadores a entenderem cada vez mais a atmosfera marciana e a relação dessa atmosfera com as mudanças climáticas do planeta.

Vida longa e próspera para a MAVEN.

Fonte:

x

FBI Fecha E Evacua Observatório Solar de Forma Misteriosa - Space Today TV Ep.1463

No dia 6 de Setembro de 2018, o FBI fechou o Sunspot Solar Observatory, no Novo México. Perguntado por centenas de meios de comunicação, o FBI e nenhuma autoridade disse o motivo do fechamento, apenas disse que era por conta de uma questão de segurança. Como nenhuma explicação foi dada, isso deu margem a todos os tipos de especulações e conspirações que você pode imaginar: nave alienígena, asteroide assassino, explosão solar assassina, teste de arma secreta, vazamento de Mercúrio, terrorismo, espionagem e por aí vai. O que é realmente? Ninguém sabe, só o dia que o FBI resolver falar, enquanto isso a especulação é livre. Nesse vídeo está liberado qualquer tipo de comentário, podem viajar a vontade.

Fontes:







TESS Telescope Discovered Its First Exoplanet - Pi Mensae c

You can buy Universe Sandbox 2 game here:

Hello and welcome to What Da Math!
In this video, we will talk about new discovery from TESS telescope that you can read about here:


Support this channel on Patreon to help me make this a full time job:


Space Engine is available for free here:
Enjoy and please subscribe.

Twitter:
Facebook:
Twitch:

Bitcoins to spare? Donate them here to help this channel grow!
1GFiTKxWyEjAjZv4vsNtWTUmL53HgXBuvu

The hardware used to record these videos:
CPU:
Video Card:
Motherboard:
RAM:
PSU:
Case:
Microphone:
Mixer:
Recording and Editing:
x

TESS ENVIA PRIMEIRA FOTO E CIENTISTAS DA NASA FICAM EUFÓRICOS

TESS ENVIA PRIMEIRA FOTO E CIENTISTAS DA NASA FICAM EUFÓRICOS.

As Imagens Históricas do Rovers da Missão Hayabusa2 no Asteroide Ryugu - Space Today TV Ep.1477

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

O Japão fez história na exploração espacial.

Para quem não sabe, a JAXA, a agência espacial japonesa desde junho/julho estava com uma sonda, a Hayabusa2 na órbita de um asteroide, o Ryugu, que está a aproximadamente 320 milhões de quilômetros da Terra.

Essa missão, é muito complexa, a sonda irá recolher amostras do asteroide, e enviar essas amostras de volta para Terra.

Para recolher uma das amostras a sonda irá criar uma cratera no asteroide para poder pegar material abaixo da superfície.

Se tudo isso já não fosse complexo o suficiente, a sonda ainda tem como objetivo pousar rovers e landers na superfície do Ryugu.

E uma dessas operações acabou de ocorrer e aparentemente tudo deu certo.

Na madrugada do dia 21 de Setembro de 2018, os pequenos rovers, conhecidos como MINERVA-II1 se soltaram da nave mão Hayabusa2 e começaram a sua descida até o asteroide.

Os rovers são pequenos, eles têm 17 centímetros de diâmetro, 7 centímetros de altura e pesam, 1.1 quilogramas.

Além disso, o desafio é pousar esses pequenos robôs em um objeto que tem uma gravidade 80 mil vezes menor que a gravidade da Terra.

Durante a aproximação a Hayabusa2 fez uma das imagens mais espetaculares até agora, ela registrou a sua própria sombra na superfície do asteroide.

Depois de um silêncio de quase dois dias, os rovers finalmente se comunicaram e mandaram imagens do seu pouso.

As imagens são espetaculares, estou mostrando elas aí agora para vocês.

A primeira imagem recebida foi feita pelo Rover-1A, logo depois de ter separado da Hayabusa2, e mostra a sonda mãe na parte superior da imagem, e a superfície do asteroide na parte inferior da imagem. A imagem aparece sem nitidez pois foi feita com o rover girando para pode atingir a superfície do asteroide.

A segunda imagem foi feita pelo Rover-1B, logo depois da separação da Hayabusa2, e mostra a superfície do asteroide na parte inferior direita da imagem. O brilho na parte superior é devido ao brilho do Sol. Na superfície do asteroide é possível ver os boulders, ou pedaços de rochas que pontuam toda a superfície do Ryugu.

A terceira imagem foi feita pelo Rover-1A já na superfície do Ryugu, ela mostra claramente a superfície do asteroide, com seus pedaços de rochas que a caracterizam e o brilho que é devido ao Sol. A imagem parece estar em movimento e isso se deve ao fato dela ter sido feita quando o rover acabou pulando devido a um desses pedaços de rochas na superfície do asteroide.

A JAXA disse que pelo menos um dos rovers mantém contato.

Essas imagens são muito inéditas, representam o primeiro pouso de um rover na superfície de um asteroide.

É a primeira vez que movimento autônomo e imagens são feitas da superfície de um asteroide.

Além disso é a primeira vez que um objeto construído pelo homem explora em movimento a superfície de um asteroide.

A missão continua e assim que tivermos mais novidades trago para vocês.

Fonte:

RemoveDEBRIS: Testada A Rede Para Recolher Lixo Espacial - Space Today TV Ep.1471

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

Um dos grandes problemas com todo o crescimento tecnológico que estamos experimentando é o lixo espacial.

A quantidade de satélites, peças, satélites inativos, e detritos que existem na órbita da Terra, já passou de um limite aceitável e as grandes nações que dependem de toda a tecnologia espacial, e nós também, vamos precisar abrir caminho no espaço para colocar novos satélites.

Desde muito tempo já se discute como eliminar, ou pelo menos reduzir a quantidade de lixo espacial na órbita da Terra.

Mas até agora nada de concreto havia sido feito. Uma tentativa japonesa no final de 2017 acabou não dando certo e o experimento queimou na atmosfera junto com a nave onde estava.

Mas esse ano a coisa mudou de figura, eu já trouxe um vídeo aqui no canal falando do experimento conhecido como RemoveDEBRIS.

O RemoveDEBRIS é uma prova de tecnologia que está sendo testada para tentar cuidar do problema do lixo espacial.

O experimento irá testar diferentes métodos para a remoção do lixo espacial.

Um deles é usar um arpão para pegar os satélites, outro é instalar no detrito espacial uma vela que aumentará o arrasto e assim o lixo queimará na atmosfera e a outra tecnologia é jogar uma rede no detrito espacial e com o aumento do arrasto o detrito também queimará na atmosfera.

Em Abril de 2018, o o experimento chegou na ISS a bordo do Falcon 9 da SpaceX e em Junho o pequeno satélite foi lançado da estação e está em órbita desde então.

No último domingo, dia 16 de Setembro, chegou a hora de testar a primeira tecnologia.

O satélite, jogou pequenos cubesats no espaço, esses cubesats inflaram um acessório para poderem ficar maiores do tamanho de um detrito espacial grande, e o satélite então jogou sua rede para capturar o lixo espacial.

A captura foi filmada, e aparentemente funcionou bem.

A ideia é que com a rede, o arrasto aumente, o detrito perca altitude e então queime na atmosfera da Terra, isso deve acontecer em 1 ou 2 meses.

Como eu disse isso é apenas uma prova de tecnologia, caso funcione o equipamento final será equipado com algum tipo de tecnologia para fazer com que o detrito queime na atmosfera mais rapidamente.

Nos meses seguintes, o REmoveDEBRIS ainda irá testar a vela que ele lançará e instalará em um cubesat também para testar e depois o arpão.

Com tudo isso funcionando, teremos então a esperança de um dia podermos limpar a atmosfera da Terra, de coisas inúteis e deixar ali só o que funciona, isso representa uma segurança também, já que esses detritos podem colidir com satélites e até mesmo com estações espaciais.

Vamos aguardar, e assim que os outros experimentos forem testados eu trago aqui para vocês.

Fontes:





x

Ondas Gravitacionais E As Dimensões Extras do Universo - Space Today TV Ep.1460

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

E a GW170817 não para de ser estudada e revelar coisas importantes sobre o universo.

Chegou agora nesse mundo e não tem ideia do que é a GW170817, vamos a um resumão.

Essa é a onda gravitacional detectada em Agosto de 2017 pelo LIGO e VIRGO proveniente da fusão de duas estrelas de nêutrons, essa onda gravitacional teve o que chamamos de contrapartida no espectro eletromagnético, ou seja, os astrônomos usando seus telescópios tradicionais conseguiram estudar a fonte que a gerou em todos os comprimentos de onda.

Por esse motivo ela é a onda gravitacional mais importante detectada até agora, pois pode ser estudada de diversas maneiras, e os astrônomos não cansam de estudar-la.

Desde que foram detectadas pela primeira vez, existe a esperança de que as ondas gravitacionais podem ajudar a responder alguns dos grande mistérios do universo, como por exemplo, a matéria escura, a energia escura, o comportamento do universo em sua grande escala e até mesmo verificar ou contradizer teorias importantes como a da relatividade.

Existem várias teorias alternativas a teoria da relatividade, principalmente para tentar explicar a matéria e a energia escura.

Uma dessas teorias, sugere que, a grandes distâncias, a gravidade, poderia “vazar” em dimensões extras do universo, e assim quando fosse detectada ela estaria mais fraca e com inconsistências.

E a onda gravitacional, GW170817, foi uma oportunidade para testar essa teoria.

As ondas são detectadas com modelos que são feitos de acordo com o objeto que as gera, nesse caso, os pesquisadores tinham uma boa ideia da geração, pois essa onda gerou sua contrapartida eletromagnética.

Se durante a trajetória tivesse ocorrido o tal vazamento da gravidade para dimensões extras o sinal recebido pelo LIGO seria mais fraco do que ele realmente foi detectado.

Como isso não aconteceu, de acordo com esse experimento e de acordo com a metodologia utilizada, os pesquisadores disseram que o universo continua com suas 4 dimensões, as 3 espaciais e a dimensão temporal, pelo menos na escala de centenas de milhões de anos-luz.

Mas isso é apenas o começo, muitos segredos devem estar guardados nessa onda gravitacional e os pesquisadores não se cansarão de continuar, pesquisando e propondo novas teorias, o melhor é que agora se tem um dado real detectado para comprovar as teorias propostas.

Fonte:



Artigo:

Exoplaneta descoberto, O sistema Trappist-1

Apenas algumas informações complementares. A estrela Trappist-1 é da classe espectral M8. Ela é 12 vezes menor que o sol, e apenas um pouco maior que o planeta Júpiter. O telescópio espacial Spitzer, da Nasa, revelou o primeiro sistema de sete planetas do tamanho da terra em torno de uma única estrela. Três dos planetas estão localizados na zona habitável da estrela, região onde é mais provável um planeta rochoso poder ter água líquida. ► Inscreva-se em nosso Canal


OBRIGADO PELA SUA PARTICIPAÇÃO

TESS o Telescópio Caçador de Planetas ( veja o video/See Video ) Falcon 9/SpaceX

Produduzido por BRAGGA 777 cam
Hobby Astronomia 18/Abril/2018
TESS o Telescópio Caçador de Planetas ( veja o video/See Video ) Falcon 9/SpaceX

Conheça A Pasta Nuclear - O Material Mais Forte do Universo - Space Today TV Ep.1470

--------------------------------------------------------------------

**** CONHEÇA A LOJA OFICIAL DO SPACE TODAY!



Camisetas, e muitos produtos para vocês. Visite!

-------------------------------------------------------------------------------

Para fazer parte do seleto grupo dos apoiadores!!!



-----------------------------------------------------------------------------

Quando eu trago vídeos aqui sobre as estrelas de nêutrons, eu sempre falo que é muito importante conhecermos bem esses objetos, pois eles guardam segredos.

Para quem ainda não sabe, uma estrela de nêutrons é o caroço estelar remanescente depois que uma estrela mais massiva que o Sol explode como uma supernova.

As estrelas de nêutrons estão entre os objetos mais densos e compactos do universo.

Nesse ambiente extremo a matéria pode assumir formas e estados nunca antes visto e nem imaginados, mas a análise pode ajudar a porque não tentar reproduzir algo na Terra.

Os astrônomos há muito tempo já imaginam que a superfície das estrelas de nêutrons pode ser muito resistente, porém, acredita-se que em camadas mais internas, a matéria possa estar num estado onde ela se torne o material mais forte, mais resistente do universo.

Para esse material, os astrônomos deram o nome de pasta nuclear.

Mas o quão forte e resistente é essa pasta?

Para saber isso, foram rodadas simulações. E os resultados das simulações mostraram que de fato o material é mais forte que o material da superfície da estrela.

Na realidade, esse material é 10 bilhões de vezes mais forte do que o aço, fazendo com que ele seja considerado até agora o material mais forte do universo.

Só isso já seria um resultado incrível das simulações.

Mas os resultados não pararam por aí, as simulações também mostraram que devido a formação irregular da pasta nuclear, as estrelas de nêutrons podem estar gerando ondas gravitacionais.

Ou seja, toda essa interação seria extrema o suficiente para causar ondulações no tecido do espaço tempo.

E aqui na Terra com detectores muito sensíveis seria possível detectar essas ondas gravitacionais e assim aprender mais ainda sobre as estrelas de nêutrons.

Por isso temos que dar atenção às estrelas de nêutrons e na verdade a todo tipo de objeto no universo, pois sempre temos muito que aprender.

Fonte:



Artigo:

TESS ने खोजा अपना पहला Exoplanet ||NASA's Planet Hunter Tess Found Its 1st Exoplanet(Universe Hindi)

TESS मिशन ने खोजा अपना पहला Exoplanet || NASA's New Planet Hunter Tess Found Its 1st Exoplanet

**NASA's New Planet Hunter Just Found Its 1st Alien World — an Evaporating 'Super-Earth'
NASA's newest planet-hunting mission has reported detecting its first alien world — a super-Earth that is likely evaporating under the heat from its star, a new study finds.The Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS) launched to Earth orbit on April 18 atop a SpaceX Falcon 9 rocket. The space telescope is analyzing several hundred thousand of the brightest stars in the sun's neighborhood, looking for tiny dips in brightness caused by the passage (or transit) of orbiting planets as small as Earth across the faces of those stars. The scientists have used TESS data to discover a new planet around the star Pi Mensae, also known as HD 39091, which is located about 59.5 light-years from Earth in the constellation Mensa, the table. Pi Mensae is a yellow dwarf star like the sun and the second-brightest among stars known to have transiting exoplanets.Previous research had already spotted a gas giant around Pi Mensae that's about 10 times more massive than Jupiter. This exoplanet, named Pi Mensae b, has a highly oval-shaped eccentric orbit that carries it up to 3 astronomical units (AU) nfrom its star. Now, scientists have detected a new world around Pi Mensae — one about 2.14 times Earth's diameter and 4.82 times Earth's mass. This super-Earth, h dubbed Pi Mensae c, orbits about 0.07 AU from its star, or more than 50 times closer than Mercury does the sun. Pi Mensae c is a super-Earth, a class of planets slightly larger and more massive than our own world.

**Has NASA just found alien life? New planet hunter TESS just found first alien world
NASA’s team behind the Transitioning Exoplanet Survey Satellite (TESS) said it was excited about the discovery, nearly 60 light years from Earth.The mission’s first candidate planet, a so-called super-Earth, was found orbiting the bright star Pi Mensae in the constellation Mensa.But any hopes of reaching the planet are null – the alien world sits more than 350,000,000,000,000 miles (563,270,400,000,000 km) from our home world.Dubbed Pi Men C, the planet is believed to be about 2.14 times the Earth’s radius and 4.82 times its mass.The planet also appears to be 50 times closer to its star, than the first planet in our system, Mercury, does to our Sun.NASA said it only takes the planet 6.3 days to complete a trip around the star.But what does all of this mean for the probability of extraterrestrial life existing on this planet?

tess,nasa new exoplanet hunter telescope,nasa new planet hunter,tess mission in hindi,tess mission explained,tess mission update,nasa tess mission,NASA’s new exoplanet-hunter has spotted its first alien worlds


**NASA’s new exoplanet-hunter has spotted its first alien worlds
An exoplanet about twice the size of Earth has been found orbiting a star called Pi Mensae about 60 light years away. It’s the first world discovered by NASA’s Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS) – a spacecraft that began surveying the galaxy just two months ago.“This is one of the first objects we looked at,” says Chelsea Huang, a TESS scientist at the Massachusetts Institute of Technology. “We were immediately saying ‘hey this is too good to be true!’”The alien world, Pi Mensae c, takes 6.27 days to complete an orbit around its parent star, Pi Mensae. That star is so bright, it’s visible to the naked-eye from a dark-sky site in the southern hemisphere. It was previously found to have a planet the mass of ten Jupiters circling it.TESS works by watching thousands of nearby stars in the Milky Way, looking for signs of planets transiting them – miniscule dips in the stars’ brightness can give away the presence of an orbiting planet momentarily passing in front of them. Such a blip in the light from Pi Mensae was identified in the first month of observations beamed home by TESS, says Huang.


Primary Channel


Music

(At Rest)

Visuals



Article Credits





Copyright Disclaimer Under Section 107 of the Copyright Act 1976, allowance is made for fair use for purposes such as criticism, comment, news reporting, teaching, scholarship, and research. Fair use is a use permitted by copyright statute that might otherwise be infringing. Non-profit, educational or personal use tips the balance in favor of fair use.

Shares

x

Check Also

x

Menu