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O Primeiro Exoplaneta Descoberto Pela TESS - Space Today TV Ep.1468

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O Primeiro Exoplaneta Descoberto Pela TESS - Space Today TV Ep.1468

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Ontem, dia 17 de Setembro de 2018, fiz um vídeo aqui no canal mostrando a primeira imagem científica da missão TESS.

E disse no vídeo que quando a TESS descobrisse seu primeiro exoplaneta eu faria um vídeo para vocês.

Então qual não foi a surpresa que ontem a noite, futucando o Arxiv.org, me deparo com um artigo onde está relatada a primeira descoberta de um exoplaneta feita pela missão TESS da NASA.

O artigo está na descrição do vídeo, e mesmo que você não leia, guarde, pois tenho certeza que esse será daqui a alguns anos um artigo histórico, para a astronomia e principalmente na área de exoplanetas.

Vamos então aos detalhes da descoberta.

O exoplaneta foi descoberto ao redor da estrela Pi Mensae, na constelação da Montanha da Mesa.

Essa é uma estrela do tipo do Sol, e relativamente brilhante com magnitude 5.7.

A estrela tem 1.1 vezes a massa do Sol e 1.1 vezes o raio do Sol e ela já tinha um exoplaneta que havia sido detectado ao seu redor, um exoplaneta com 10 vezes a massa de Júpiter e um período orbital de 5.7 anos.

Dessa vez, a TESS descobriu um planeta bem mais próximo da estrela e bem menor.

O planeta é classificado como sendo um mini-Netuno ou uma Super-Terra, ele tem 2.14 vezes o raio da Terra e 4.82 vezes a massa da Terra.

Considerando a razão massa/raio, esse exoplaneta descoberto chamado de Pi Mensae c pode ser o que chamamos de um mundo aquático.

O planeta deve ser constituído na sua maioria por elementos leves como água, metano, hidrogênio e hélio.

Pelo fato da estrela estar próxima, cerca de 60 anos-luz de distância da Terra, e ser brilhante, isso é uma grande vantagem para a realização de estudos de espectroscopia para entender a atmosfera e outras características do exoplaneta.

Esse exoplaneta também pode ser um belo candidato para ser imaginado diretamente no futuro próximo com a inauguração dos grandes telescópios.

Então está aí, o primeiro exoplaneta descoberto com os dados da missão TESS da NASA.

Fonte:

Mais Um Exoplaneta Descoberto Pela Missão TESS da NASA - Space Today TV Ep.1478

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E as descobertas com os dados da TESS continuam.

Três dias depois do anúncio do primeiro explaneta descoberto com os dados da TESS, pelo menos candidato, outro grupo de pesquisadores anunciou uma segunda descoberta.

O novo planeta descoberto pela TESS orbita a estrela chamada de LHS 3844, uma estrela pequena e apagada do tipo anã vermelha.

Essa estrela está localizada a apenas 49 anos-luz de distância da Terra, isso faz com que ele seja um dos exoplanetas mais próximos da Terra já descobertos.

Nesse mundo que tem 1.32 vezes o tamanho da Terra, o ano dura apenas 11 horas, isso faz com que o planeta esteja muito perto da estrela enfrentando a forte radiação emitida pela atividade estelar.

A temperatura na superfície do planeta está na casa dos 531 graus Celsius.

Os cientistas estão curiosos para saber se o planeta tem ou não uma atmosfera. E essa curiosidade não é pela habitabilidade, mas sim pelo fato de que se esse mundo possuir uma atmosfera, ele pode ter se formado mais distante da estrela e migrado para próximo dela.

A vantagem é que devido a proximidade da estrela, os astrônomos poderão estudar de forma detalhada tanto a estrela como o planeta.

Com observações feitas por observatórios em Terra, os astrônomos poderão confirmar se esse candidato é ou não um planeta.

A TESS já virou seus olhos para a próxima parte do céu que ela irá explorar, no final de Agosto.

Os astrônomos esperam que aproximadamente 10 mil exoplanetas sejam descobertos pela TESS, óbvio que não vou trazer todos os 10 mil aqui em vídeo para vocês, mas os principais sim.

Lembrando sempre que o objetivo da TESS é descobrir exoplanetas entre 30 e 300 anos-luz de distância da Terra e aparentemente está indo bem, o primeiro exoplaneta está a 60 anos-luz e esse segundo a 49 anos-luz de distância da Terra.

E aí, quantos exoplanetas a TESS irá descobrir?

Fonte:



Artigo:

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Mais Um Exoplaneta Para A Conta da TESS - Space Today TV Ep.1605

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Mais um para a conta da TESS.

Isso aí, os astrônomos usando dados da TESS descobriram mais um exoplaneta.

O nome dele é HD 2685b, e está localizado a cerca de 646 anos-luz de distância da Terra.

O exoplaneta é classificado como sendo um Júpiter quente, ele é 1.44 vezes maior que Júpiter, e 1.2 vezes mais massivo.

Ele orbita a sua estrela a cada 4.13 dias, a uma distância equivalente a 0.06 UA.

A estrela tem 1.3 bilhão de anos de vida e é quente, com temperatura de 6530 graus Celsius.

A temperatura no exoplaneta é de cerca de 1800 graus Celsius, ou seja, não é amigável para a vida.

Os autores do artigo onde a descoberta foi divulgada comentaram que esse é um exemplo típico de uma Júpiter quente inflado numa órbita circular.

Essa descoberta também representa a descoberta de um Júpiter quente que transita a sua estrela, descoberto em uma das estrelas mais brilhantes conhecidas.

Essa descoberta mostra bem os tipos de exoplanetas que a TESS poderá detectar nos seus dois anos de missão.

Além disso, esse é um belo exemplo para ser investigado posteriormente tanto por telescópios espaciais como por telescópios em Terra, para a caracterização da sua atmosfera.

Não só exoplanetas que possam abrigar a vida são importantes, exoplanetas na órbita de estrelas brilhantes também são muito importantes para uma futura melhor caracterização e para o entendimento da atmosfera, como já falei, entendendo a atmosfera, podemos saber muita coisa sobre a origem de um determinado planeta.

então, pegue o seu caderninho e já anote aí, mais um exoplaneta para a conta da TESS, que venham muitos outros.

#TESS #Exoplanetas

fonte:



Artigo:

A Primeira Imagem Científica da Missão TESS da NASA - Space Today TV Ep.1466

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Para quem queria notícias da TESS, hoje estamos muito bem.

A missão TESS da NASA, Transiting Exoplanet Survey Satellite, iniciou de vez a sua campanha científica na busca por novos mundos.

Entre os dados obtidos pela TESS, além, logicamente da curva de luz das estrelas estão imagens que poderão ser usadas de diferentes maneiras.

E junto com os primeiros dados já enviados para a Terra, a TESS mandou também as primeiras imagens.

Essas imagens são feitas com suas 4 câmeras, câmeras que foram desenhadas e construídas pelo Laboratório Lincoln do MIT.

Para quem não lembra, a TESS irá ter 2 anos na sua missão para monitorar 26 setores do céu, onde irá ficar 27 dias em cada setor.

No primeiro ano da missão serão monitorados 13 setores pertencentes ao hemisfério sul, e a cada 13.7 dias ela envia os dados para a Terra.

A TESS irá buscar por exoplanetas localizados em estrelas entre 30 e 300 anos-luz de distância da Terra.

A imagem feita pela TESS foi realizada no dia 7 de Agosto de 2018, durante um período de 30 minutos.

Na imagem é possível ver as constelações de Capricórnio, Retículo, Pintor, Montanha da Mesa, Hydra, Tucano, Peixe Austral, Microscópio o algomerado globular 47 Tucanae, as galáxias vizinhas, Pequena e Grande Nuvem de Magalhães.

E duas estrelas, a Beta Gruis e a R Doradus chegam a saturar o sensor das câmeras.

A imagem mostra cada parte do céu registrada por cada sensor da TESS.

Os dados adquiridos pela TESS serão analisados depois pelo James Webb e também por telescópios em Terra, onde poderá ser feita uma espectroscopia para estudar a possível atmosfera desses planetas.

Além disso a missão TESS também começou o programa onde a comunidade científica no mundo todo pode usar o satélite para conduzir observações e estudos.

É apenas o começo, muita coisa vem por aí, e sempre que tiver uma novidade sobre a TESS, trago para vocês.

Fonte:

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Tudo que Você Precisa Saber Sobre a TESS - Space Today TV Ep.1194

Vamos então mais uma vez falar da TESS. O Transiting Exoplanet Survey Satellite da NASA será lançado segunda-feira, dia 16 de Abril de 2018, direto de Cabo Canaveral na Flórida a bordo do Foguete Falcon 9 da SpaceX.

Todo mundo está falando da TESS, mas resolvi fazer esse vídeo para contar um pouco da história da missão para vocês, para que vocês sintam como uma missão nasce muito tempo antes do dia de seu lançamento.

A TESS nasceu originalmente de um satélite menor desenhado e construído pelo MIT e lançado no espaço pela NASA em 9 de Outubro de 2000.

O satélite chamava HETE-2, ou High Energy Transient Explorer 2.

Ele orbitou a Terra por 7 anos e a sua missão era detectar e localizar explosões de raios-gamma.

O George Ricker que era o principal pesquisador do HETE-2 no MIT integrou no satélite um conjunto de câmeras ópticas e de raios-X para que pudessem detectar esses fenômenos transientes que são as explosões de raios-gamma.

Em 2004, Ricker e a equipe do HETE-2 começaram a imaginar se as câmeras poderiam detectar outros objetos no céu e um deles estava começando a chamar a atenção da comunidade astronômica que eram os exoplanetas, nessa época somente 200 haviam sido descobertos.

Com isso em mente, em 2006, Ricker e a equipe do MIT prop6os para a NASA como uma missão dentro do programa Discovery, um satélite de baixo custo chamado HETE-S.

Mais tarde eles resolveram propor um financiamento privado de cerca de 20 milhões de dólares para o satélite, e como perceberam que o interesse pelos exoplanetas só aumentava, eles decidiram em 2008 propor para a NASA um satélite com um custo de 120 milhões de dólares, e que nessa época já havia mudado de nome para TESS.

Nesse momento o TESS tinha 6 câmeras CCD e a proposta é que ele ficasse numa órbita baixa da Terra, mas eles logo perceberam que essa órbita não seria boa para as câmeras sensíveis do TESS, pois a interação com o campo magnético da Terra poderia gerar ruídos que dificultariam a detecção de exoplanetas.

A NASA então recusou a primeira proposta e a equipe voltou ao trabalho.

Em 2010, a equipe submeteu novamente a proposta, dessa vez como uma missão da classe Explorer da NASA, e em 2013, a agência espacial aprovou a missão TESS.

Se contarmos desde o HETE-2 foram 18 anos até chegarmos nesse momento de lançamento do TESS, e 5 desde a aprovação da missão pela NASA.

Além de reduzir para 4 câmeras e não mais 6, a órbita também mudou drasticamente.

A equipe percebeu que o melhor seria colocar o TESS numa órbita em ressonância com a Lua, uma órbita nunca tentada antes.

A órbita final do TESS será uma órbita altamente elíptica onde o TESS poderá ficar orbitando por décadas, essa órbita será duas vezes mais distante do que a distância da Terra até a Lua, e o TESS e o nosso satélite natural estarão numa verdadeira dança cósmica.

Além da órbita diferenciada, logicamente as câmeras CCD que o TESS levará serão também fundamentais para a execução do trabalho.

As câmeras poderão detectar a luz num grande intervalo de comprimentos de onda, até o infravermelho próximo.

As câmeras estão montadas no topo do satélite e estão protegidas por um escudo em forma de cone, essa proteção é contra, principalmente outras formas de radiaçào eletromagnética.

Cada câmeras tem um campo de visão de 24 por 24 graus do céu, grande o suficiente para englobar a constelação de Orion.

O TESS começará a sua busca pelo céu do hemisfério sul, que foi dividido em 13 faixas e cada uma será analisada por 27 dias, depois ao final do primeiro ano da missão, o TESS passará a fazer a mesma coisa no hemisfério norte.

As c6ameras então farão imagens das estrelas, uma lista de 200 mil estrelas próximas e brilhantes foi preparada para ser pesquisada pelo TESS.

O TESS começará as observações 60 dias depois de ser lançado. Esses 60 dias servirão para testar os equipamentos, levar o satélite até a órbita e deixar tudo pronto para a caçada é como se você estivesse arrumando as tralhas para pescar.

Uma vez que o TESS comece a adquirir seus dados, a equipe acredita e espera que eles conseguirão medir a massa de 50 planetas com raio menor do que 4 vezes o da Terra, dimensões essas que poderiam sinalizar alguma habitabilidade.

Os dados depois de calibrados pela equipe do TESS serão disponibilizados para o público para que ele possa caçar seus próprios exoplanetas.

Agora só nos resta esperar.

Segunda-feira, dia 16 de Abril de 2018, o lançamento está previsto para as 19:32 hora de Brasília então a live no canal começa antes, lá pelas 18:45 para podermos falar sobre o satélite, sobre o foguete e acompanharmos esse lançamento, um dos mais aguardados do ano e dos últimos 18 anos por toda a equipe do MIT.

Fonte:

A História da Descoberta do Primeiro Exoplaneta - Space Today TV Ep.1288

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Talvez você já tenha ouvido a história do primeiro exoplaneta que foi descoberto.

Lá nos idos de 1995, um exoplaneta foi descoberto ao redor da estrela 51 Pegasi e foi chamado de 51 Pegasib.

Só tem um problema nessa história, esse não foi o primeiro exoplaneta descoberto.

Talvez tenha sido o primeiro descoberto ao redor de uma estrela parecida com o Sol, mas no compto geral, ele deve ter sido, o terceiro, ou quarto.

Antes disso, entre 1992 e 1994, os astrônomos estudando um pulsar, chamado hoje de Lich, descobriram um sistema planetário ao seu redor.

Isso mesmo, o primeiro de todos os exoplanetas descobertos foi descoberto ao redor de um pulsar.

Lembrando, um pulsar é uma estrela de nêutrons altamente magnetizada em rotação que emite feixes de radiação em ondas de rádio na direção da Terra.

Eles são os restos de uma estrela massiva que já morreu.

Os pulsares são considerados os relógios mais precisos do universo, pois os pulsos de radiação que eles emitem são detectados em intervalos precisos sem variar em milhões e milhões de anos.

E foi assim que o exoplaneta foi descoberto, os astrônomos notaram uma variação inesperada nos pulsos emitidos pelo pulsar, o sinal atrasava um pouco para chegar e isso não podia acontecer com o pulsar.

foi quando ao modelar os dados ele chegaram a conclusão que deveria existir ao redor desse pulsar um conjunto de exoplanetas, na verdade 3 foram descobertos.

Eles foram chamados de Poltergeist, Phobetor e Draugr, 2 deles com a massa poucas vezes maior que massa da Terra, e um deles com a massa semelhante à massa da nossa Lua, e é considerado o menor exoplaneta já detectado.

Eles orbitam o pulsar numa distância duas vezes mais perto do que a Terra está do Sol.

Agora a questão é como explicar a existência desses exoplanetas, pois um pulsar é uma estrela morta, se os planetas existiam na estrela eles deveriam ter morrido também, ou seja, eles não deveriam existir.

Existe uma explicação, normalmente esses pulsares, ou estrelasde nêutrons aparecem em pares, com uma companheira.

A hipótese é que essa estrela companheira possuía os exoplanetas, e depois de desaparecer pelo fato do pulsar sugar sua matéria, foi criado um disco de detritos so redor do pulsar e esses exoplanetas se formaram ali, ou seja, a formação seria posterior à morte da estrela que resultou no pulsar.

Os astrônomos dizem, se os planetas nascem num disco ao redor de estrelas, por que não em estrelas que estào morrendo?

e olha que interessante, os planetas se formaram de uma estrela morta e hoje orbitam outra estrela morta, é no mínimo curioso.

Outra coisa, em estrelas comuns a maior parte delas possuem planetas, já no caso dos pulsares, só observamos planetas em 1% deles.

Essa é a história curiosa do primeiro exoplaneta detectado pelos astônomos, e foi ao redor de um pulsar!!!



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Puesto en orbita la sonda TESS que nos revelara los secretos de la vida en otros planetas

La NASA ha lanzado con éxito a las 22:51 (UTC) de este miércoles la sonda TESS, propulsada por un cohete Falcon 9 de Space X que despegó de Cabo Cañaveral, Florida (EE.UU.). El objetivo del satélite es buscar planetas similares a la Tierra más allá de los límites de nuestro sistema solar.

Exoplaneta descoberto, O sistema Trappist-1

Apenas algumas informações complementares. A estrela Trappist-1 é da classe espectral M8. Ela é 12 vezes menor que o sol, e apenas um pouco maior que o planeta Júpiter. O telescópio espacial Spitzer, da Nasa, revelou o primeiro sistema de sete planetas do tamanho da terra em torno de uma única estrela. Três dos planetas estão localizados na zona habitável da estrela, região onde é mais provável um planeta rochoso poder ter água líquida. ► Inscreva-se em nosso Canal


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Mais Um Exoplaneta Descoberto Pela Missão TESS da NASA

Astrônomos Descobrem o Planeta Natal do Spock - Space Today TV Ep.1469

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Os astrônomos descobriram mais um exoplaneta, e isso já está virando rotina.

Mas antes que você feche o vídeo e comece a me detonar nos comentários, peço um pouco da sua atenção e prometo que esse exoplaneta tem coisas muito especiais.

Existe um projeto que caça exoplanetas que é chamado de Dharma Planet Survey, esse projeto opera um telescópio de 50 polegadas, localizado no topo do Monte Lemmon no Arizona.

E foi usando esse telescópio que os astrônomos resolveram apontar para a estrela HD 26965 e ao fazer a análise de velocidade radial, os astrônomos descobriram um exoplaneta que é uma super-Terra.

A estrela está localizada a 16 anos-luz de distância da Terra, é um pouco mais fria e um pouco menos massiva que o Sol e possui um ciclo de 10.6 anos, bem parecido com o ciclo solar de 11 anos.

Isso faz dessa estrela um local interessante para se ter um planeta com vida ou habitável.

Essa estrela pode ser vista a olho nu no céu.

O planeta, tem cerca de duas vezes o tamanho da Terra e tem uma órbita de 42 dias ao redor da estrela na sua zona habitável.

Essa descoberta é importante pois marca a super-Terra descoberta mais próxima da Terra.

Agora a curiosidade.

Essa estrela tem um outro nome, ela é chamada de 40 Eridani.

Quem aqui for trekker já vai matar a curiosidade.

Para quem não sabe, essa estrela a 40 Eridani é a estrela que abriga o planeta Vulcan, o planeta natal do Sr. Spock da série Jornada nas Estrelas.

Outra coisa interessante, é que a missão da nave Enterprise, onde trabalhava o Spock tinha como missão procurar novos mundos, um objetivo do Dharma Planet Survey.

Agora, qualquer um pode olhar para o céu, observar a estrela 40 Eridani e mandar um alô para o planeta Vulcan quem sabe o Spock não tá por lá.

Lógico que o mais importante nessa descoberta foi mostrar como um telescópio dedicado para essa função de descobrir exoplanetas, pode ajudar a descobrir super-Terras e planetas parecidos com a Terra ao redor de estrelas próximas.

Assim, com um projeto assim em Terra e com projetos espaciais como a TESS, continuamos na nossa missão trekker de descobrir muitos novos mundos.

Fonte:



Artigo:



Vídeo do Marcelo do Hoje no Mundo Militar:

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TESS - A Nova Missão Para Caçar Exoplanetas - Space Today TV Ep.1101

E Março de 2018, um foguete Falcon 9 lançará a missão TESS - Transiting Exoplanet Survey Satellite, a nova missão que irá caçar exoplanetas.

A sonda TESS irá pesquisar 200 mil estrelas e irá buscar por exoplanetas que sejam ou do tamanho da Terra, ou Super-Terras. A área de cobertura em que a TESS irá atuar será 400 vezes maior que a do Kepler.

Espera-se que as 4 câmeras da TESS encontrem 1500 exoplanetas. A sonda foi montada na empresa Orbital Atk. e a parte científica foi feita no MIT.

Agora ela passou pela fase de integração e teste e está pronta para embarcar par a sua missão!!!

Fonte:



Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





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TESS de la NASA inicia búsqueda de una NUEVA TIERRA: 1ª imagen científica del observatorio espacial

#ciencia #NASA #exoplaneta ExoPlanetas.com El nuevo observatorio espacial de la NASA especializado en la busqueda de exoplanetas, se llama TESS siglas en ingles de satélite de búsqueda de exoplanetas en tránsito (Transiting Exoplanet Survey Satellite), y comienza a proporcionar valiosos datos que ayudarán a los científicos a descubrir y estudiar nuevos mundos más allá del Sistema Solar. Parte de los primeros datos que ha tomado incluye una imagen extremadamente detallada del cielo sur tomada con las cuatro cámaras de campo amplio de la nave espacial. Esta imagen científica de primera luz captura una gran cantidad de estrellas y otros objetos, incluidos algunos sistemas estelares que ya se sabe que tienen exoplanetas.

- Fuente: Nota de prensa de la NASA
Créditos de las imágenes: NASA/MIT/TESS - NASA's Goddard Space Flight Center
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NASA revela primeira Imagem do Telescópio TESS

Espera-se que a TESS iguale ou exceda o número total de deslocamentos de Kepler, disseram membros da equipe da missão. E como a TESS se concentrará nas estrelas da vizinhança do sol, os astrônomos poderão estudar em profundidade alguns desses novos mundos usando outros instrumentos.

Por exemplo, o Telescópio Espacial James Webb de US $ 8,8 bilhões da NASA, que deve ser lançado em 2020, deve ser capaz de sondar as atmosferas de pelo menos alguns planetas TESS, procurando por vapor de água, oxigênio, metano e outros gases que possam ser sinais de um ambiente habitável (ou possivelmente até habitado).

O custo da missão TESS é de US $ 200 milhões, mas os serviços de lançamento acrescentaram outros US $ 87 milhões ao total, disseram autoridades da NASA. A TESS decolou em 18 de abril a bordo de um foguete SpaceX Falcon 9 da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, na Flórida.

Originalmente publicado no Space.com .

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Ficou com duvidas sobre esse vídeo? deixe um comentario, iremos responder a todos o mais breve possivel.

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Notícias da TESS - Space Today TV Ep.1364

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Para você que está apreensivo, curioso, ou preocupado com a TESS, hoje a NASA divulgou uma nota explicando o estado atual da sonda. Fiquem tranquilos, está tudo bem e as primeiras observações científicas devem acontecer no final de Julho de 2018.

Fonte:

YENİ GEZEGEN "Pİ MENSAE "

NASA nın yeni uydu aracı TESS yeni bir gezegen buldu Pi Mensae adlı bu gezegen i daha yakından incelemek için video yu izleyebilirsiniz.

Uzay meraklılarının severek izleyeceğini düşünüp hazırladığım videoyu sizlere sunuyorum.

İnstagram :

Bu tür videoların gelmesini istiyorsanız beğenip abone olmayı unutmayın. Teşekkürler

İrdele Kanalı
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Novo Estudo Sobre a Habitabilidade de Proxima b - Space Today TV Ep.1458

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Em 2016, depois de anos de busca e pesquisa, o mundo da astronomia, conseguiu identificar um planeta na órbita da estrela mais próxima do Sol.

A estrela Proxima Centauri é uma estrela do tipo anã vermelha, pequena e fria que fica localizada a cerca de 4.2 anos-luz de distância da Terra.

Desde que exoplanetas começaram a ser descobertos, os astrônomos pensavam em descobrir um na órbita de Proxima Centauri, pois esse seria o exoplaneta mais próximo da Terra.

E em 2016 foi descoberto o exoplaneta chamado de Proxima b, que tem cerca de 1.3 vezes a massa da Terra, completa uma órbita ao redor de sua estrela a cada 11 dias e fica na zona habitável da estrela.

A partir de então teve início uma grande discussão sobre a habitabilidade de Proxima b.

Um dos temas que mais tomou conta do noticiário astronômico nos últimos anos.

Será que ele tem água na sua superfície, será que a radiação de Proxima Centauri cozinha o planeta, e varre a sua atmosfera, será que ele tem atmosfera, todas essas perguntas foram feitas, e simulações, após simulações foram rodadas tentando achar uma resposta.

Agora uma nova série de simulações foi rodada para tentar desvendar alguns segredos de Proxima b.

Os pesquisadores utilizaram modelos mais complexos que os das simulações anteriores, modelos que são usados para estudar a mudança climática na Terra.

Os pesquisadores simularam 18 cenários separados buscando por efeitos de continentes gigantes, atmosfera fina, composiçòes atmosféricas diferentes, e até mesmo a presença de sais num oceano global.

Proxima b é gravitacionalmete travado com a sua estrela e isso poderia de certo modo prejudicar a habitabilidade do exoplaneta.

Porém, esses modelos simulados mostraram que a dinâmica da atmosfera e dos oceanos no planeta poderia sustentar uma quantidade de água líquida na superfície.

Essas regiões com água líquida persistentes poderiam variar de tamanho e quanto maior essa fração melhor a chance de ter vida.

E de acordo com os pesquisadores, a melhor mensagem desse novo conjunto de simulações é que existe sim uma grande chance de que Proxima b seja habitável.

obviamente que deveremos esperar os telescópios extremamente grandes de próxima geração, que serão capazes de fazer um estudo detalhado de Proxima b e assim até quem sabe detectar a propagação diferenciada de calor do exoplaneta, o que poderá comprovar ou negar essas novas simulações.

para quem queria novidades de Proxima b, está aí.

fonte:



Artigo:

Gigantescas Lâminas de Gelo Podem Dificultar Um Possível Pouso Em Europa - Space Today TV Ep.1509

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Será que algum dia vamos pousar em Europa?

Se a resposta for sim, os engenheiros responsáveis pelo módulo de pouso terão que ter um cuidado especial com o terreno em Europa, ele é muito acidentado e pode trazer problemas para um pouso.

Europa, o satélite de Júpiter, onde acredita-se exista um oceano líquido abaixo da crosta congelada que recobre o satélite é tido como um dos locais no Sistema Solar onde a vida pode proliferar.

Já existem missões designadas para Europa, a chamada Europa Clipper é uma delas.

Porém essa missão não irá pousar no satélite, irá ficar em órbita. E

E a NASA já pensou em um módulo de pouso para Europa, um módulo que seja capaz de perfurar o gelo da crosta e explorar a subsuperfície do satélite.

Mas para pousar em outro mundo é preciso saber, os riscos e os problemas que podem acontecer num pouso.

Em um estudo publicado no renomado periódico Nature Geoscience um grupo de pesquisadores relata a descoberta de evidências para a existência em Europa de lâminas de gelo com cerca de 15 metros de altura.

Essas lâminas poderiam ser semelhantes, ao que encontramos na Terra e chamamos de penitentes.

Os penitentes ocorrem principalmente nos Andes, quando o Sol atinge o gelo parte do gelo e da neve sublima, se transformando diretamente em vapor de água, e esse processo deixa para trás formações laminares de gelo chamadas de penitentes.

Provavelmente é um processo semelhante que ocorre em Europa e o mesmo processo pode também ocorrer em Plutão e nos demais mundos congelados do Sistema Solar.

O espaçamento dessas lâminas de gelo seria de cerca de 6 metros, isso faz com que o terreno em Europa seja muito acidentado, dificultando e muito o pouso de uma futura sonda ou rover.

Esse estudo é muito importante para que no futuro possamos planejar bem como iremos pousar em Europa.

Fonte:

TESS ENVIA PRIMEIRA FOTO E CIENTISTAS DA NASA FICAM EUFÓRICOS

TESS ENVIA PRIMEIRA FOTO E CIENTISTAS DA NASA FICAM EUFÓRICOS.

Qual a Máxima Gravidade Que Nós Poderíamos Aguentar? - Space Today TV Ep.1473

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Colonizar um outro mundo, talvez um sonho para muitos dos seres humanos.

Quando se fala nisso, pensamos talvez diretamente em Marte, e sabemos que não seria lá tão complicado, principalmente se estivermos falando da questão da gravidade.

Em Marte a gravidade é cerca de 40% da gravidade na Terra, ou seja, não seria lá tão complicado viver no Planeta Vermelho.

Mas vamos imaginar que já dominamos a viagem interestelar, e queremos pousar a nossa nave imaginária em um mundo distante.

Qual seria a máxima gravidade que o corpo humano, de um ser humano comum poderia aguentar?

Com essa questão na mente, dois pesquisadores resolveram calcular essa gravidade máxima.

Para fazer esse cálculo os autores primeiro calcularam a força compressiva do osso humano.

Com base nisso, eles estimaram que o esqueleto humano poderia suportar uma força gravitacional 90 vezes a gravidade da Terra.

Mas isso se você ficasse parado.

Andando ou correndo o stress nos ossos aumenta, e esse valor teria que ser dividido por 10.

Isso quer dizer que seria possível correr em um planeta com um campo gravitacional cerca de 10 vezes o da Terra, antes que os ossos começassem a quebrar.

Porém, outros fatores precisam ser levados em consideração.

E com os cálculos feitos por ele, o homem mais forte do mundo poderia dar alguns passos em um mundo com uma gravidade, 4.6 vezes maior que a da Terra.

Para as pessoas comuns, um exoplaneta com uma gravidade entre 3 e 4 vezes a gravidade da Terra, seria algo mais realístico para se sobreviver, mesmo assim com um treinamento intensivo e rigoroso.

Para podermos calcular a gravidade nos planetas é preciso principalmente saber sua densidade, e isso basicamente só chegando no planeta.

Porém é possível ter uma boa ideia, ao se saber a massa e o raio de um exoplaneta.

Dos 3605 exoplanetas descobertos, 594 possuem a informação de massa e raio, e desses 422 teriam um campo gravitacional igual ou menor que 3.5 vezes o da Terra.

Agora se você for o homem mais forte da Terra, pode colocar aí mais uns 35 exoplanetas onde você pode caminhar, pelo menos um pouco.

Vídeo da Ned sobre Vulcano:



Fonte:



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FBI Fecha E Evacua Observatório Solar de Forma Misteriosa - Space Today TV Ep.1463

No dia 6 de Setembro de 2018, o FBI fechou o Sunspot Solar Observatory, no Novo México. Perguntado por centenas de meios de comunicação, o FBI e nenhuma autoridade disse o motivo do fechamento, apenas disse que era por conta de uma questão de segurança. Como nenhuma explicação foi dada, isso deu margem a todos os tipos de especulações e conspirações que você pode imaginar: nave alienígena, asteroide assassino, explosão solar assassina, teste de arma secreta, vazamento de Mercúrio, terrorismo, espionagem e por aí vai. O que é realmente? Ninguém sabe, só o dia que o FBI resolver falar, enquanto isso a especulação é livre. Nesse vídeo está liberado qualquer tipo de comentário, podem viajar a vontade.

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