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O Segundo Voo De Teste da SpaceShip 2 - Space Today TV Ep1283

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O Segundo Voo De Teste da SpaceShip 2 - Space Today TV Ep1283

No dia 29 de Maio de 2018, aconteceu o segundo voo de teste da Spaceship 2 da empresa Virgin Galactic. O teste foi bem sucedido e tudo segue conforme o programado para a empresa que tem como objetivo o turismo espacial.

Lançamento do Foguete Vega e Teste da Spacechip 2 - Space Today TV News Ep.029

Na segunda-feira, dia 5 de Dezembro de 2016, às 11:51 da manhã, hora de Brasília, partiu, da desde a Guiana Francesa, um foguete Vega da Arianespace, levando a bordo um satélite espião turco.

O satélite se chama Gokturk 1 e irá passar no mínimo sete anos fazendo imagens de alta resolução para os militares turcos e para as agências de segurança.

O satélite foi colocado em órbita, 57 minutos após o lançamento, e as autoridades envolvidas consideraram o lançamento, um sucesso.

O satélite Gokturk 1 fará imagens do planeta Terra inteiro a cada 3 dias.

O foguete Vega, completou oito lançamentos com sucesso em oito tentativas, desde o primeiro lançamento em Fevereiro de 2012.

O próximo voo do Vega está programado para 6 de Março de 2017 quando lançará o satélite de imageamento Sentinel 2B.

A Arianespace tem 3 lançamentos antes desse.

Em 20 de Dezembro, um Ariane 5 decola levando satélites de TV do Brasil e do Japão.

Em 27 de Janeiro um foguete Soyuz decola levando satélites europeus de comunicação, e esse será o primeiro lançamento de um satélite geoestacionário feito por um foguete Soyuz desde a Guiana Francesa.

E em meados de Fevereiro de 2017, um foguete Ariane 5, decola com os satélites Intelsat 32e/sky Brasil 1 e o Telkon 3S, satélite de comunicação que irá cobrir o Brasil e a Indonésia.

No sábado, dia 3 de Dezembro de 2016, a empresa Virgin Galactic realizou com sucesso, o primeiro voo livre da sua nova nave, aeronave, espaçonave, chamada Spaceship 2.

O voo aconteceu sobre o deserto de Mojave, às 12:50, hora de Brasília, o avião White Knight 2 decolou levando a Spaceship 2, às 13:40, a nave se separou do avião e fez um voo de 10 minutos, até pousar novamente no Mojave Air and Space Port.

Esse voo livre, chamado de glide flight, dá início a uma nova série de testes da Spaceship 2. Testes esses relacionados principalmente com a performance aerodinâmica da nave.

Esse voo era para ter sido realizado primeiramente em 1 de Novembro, mas devido a condições desfavoráveis no deserto ele foi adiado, foi feita uma nova tentativa em 3 de Novembro, mas também o teste não foi realizado.

No dia 30 de novembro o conjunto decolou novamente, mas dessa vez a Spaceship 2 não se soltou do avião. Até que no dia 3 de Dezembro tudo correu bem e a nave pôde se soltar a planar até a base de lançamento.

Estão programados 10 voos como esse, mas a empresa disse que podem ser realizados entre 8 e 15 voos de testes para a Spaceship 2.

Em 2014, a nave Spaceship 1 se desintegrou num teste, pois o sistema de freio aerodinâmico aparentemente foi aberto antes do tempo previsto.

A Virgin Galactic irá levar o ser humano para um turismo espacial. As pessoas que compraram o ticket poderão experimentar alguns minutos de microgravidade, além de ver a Terra do espaço e contemplar a beleza da curvatura do nosso planeta.

Lembrando que temos brasileiros para embarcar nesse voo, um deles é o Marco Palhares que fez um hangout com a gente no canal e explicou todos os detalhes dessa missão.

Fonte:





Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Ricardo Sampaio Salla, , Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, Volnei dos Santos, Tiago Moretto, Otávio Pereira de Almeida, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Dian Rodrigues, Lourenço Portella, Oliver Alan, Rodrigo Frange, Francelio fabio de Freitas, Lizandro Menezes, Roberto Nobrega, Nicolas Françoso, Rosivetto Pimentel, Thiago Nunes

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O Voo de Teste do New Shepard da Blue Origin - Space Today TV Ep.1230

No domingo, dia 29 de Abril de 2018, às 14:06, hora de Brasília, o foguete New shepard, desenvolvido pela empresa privada Blue origin do multimilionário Jeff Bezos, dono da Amazon, foi lançado da sua plataforma de lançamento no Oeste do Texas, junto com uma cápsula instrumental e retornou para a Terra.

O foguete é movido a hidrogênio só tem um estágio e tem esse nome em homenagem ao astronauta Alan Shepard.

O foguete subiu até a estratosfera e seus motores foram cortados 2 minutos e 16 segundos após o lançamento.

20 segundos depois, uma cápsula sem tripulação foi lançada da ponta do foguete e chegou até os 107 km de altura, ou seja logo no começo do espaço.

Depois de cumprir a missão tanto o foguete como a cápsula retornaram para a Terra, o foguete pousou suavemente no local de pouso a cerca de 3 km de distância do local de decolagem.

O pouso do foguete aconteceu cerca de 7 minutos após o lançamento.

A cápsula pousou suavemente também usando seus retrofoguetes, cerca de 10 minutos depois do lançamento.

Tanto a cápsula como o foguete sào reutilizados, eles voaram no outro teste da empresa que aconteceu em Dezembro de 2017.

como no voo de Dezembro , dentro da cápsula estava um manequim, chamado de Manequim skywalker.

A blue Origin tem o objetivo principal de fazer voos de turismo espacial, ela espera fazer os primeiros voos de teste com tripulação no final de 2018.

E começar o turismo espacial comercial em 2019.

A cápsula da Blue Origin, subiu levando alguns instrumentos de medidas, da NASA e de outras instituiçòes. incluindo experimentos biológicos de universidades da Alemanha.

O próximo passo da blue Origin é com o New Glenn, uma classe de foguetes orbitais que a empresa pretende começar a testar em 2020.

Por enquanto ficamos com o teste do New shepard e com a volta incrível do seu foguete.

Fonte:





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Os Astronautas da Nova Era Espacial - Space Today TV Ep.1396

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Hoje pode ser considerado um dia histórico para a astronáutica.

Para entendermos a história vamos voltar um pouco no tempo.

Em 2011, quando o Ônibus Espacial Atlantis pousou, era encerrada uma era nas viagens espaciais, o programa de ônibus espaciais foi aposentado.

E desde então, nenhum astronauta decolou do EUA, em nave americana rumo ao espaço.

O EUA usa a Soyuz para mandar astronautas para a ISS.

A NASA então criou o Commercial Crew Program assinando contratos com a Boeing e com a SpaceX para construir cápsulas para então levar astronautas para o espaço.

A SpaceX está desenvolvendo a Crew Dragon, também conhecida como Dragon V2 e a Boeing está desenvolvendo a CST-100 Starliner.

As cápsulas estão com problemas de datas, estão sendo adiadas, mas independente disso, os astronautas foram anunciados nessa sexta-feira, dia 3 de Agosto de 2018.

Foram anunciados 9 astronautas, eles participarão das missões de teste das cápsulas e também das primeiras missões operacionais de cada uma das cápsulas.

A CST-100 Starliner da Boeing será lançada para a ISS a bordo do foguete Atlas V da ULA direto do Complexo 41 de Cabo Canaveral.

E a Crew Dragon da SpaceX será lançada a bordo do foguete Falcon 9 da SpaceX direto do Pad 39A também de Cabo Canaveral.

Os astronautas do voo de teste da CST-100 da Boeing que deve acontecer em meados de 2019, são:

Eric Boe, veterano das missões dos ônibus espacial STS-126 e STS-133.

Christopher Ferguson, veterano das missões dos ônibus espaciais, STS-115, STS-126 e da última, a STS-135.

Nicole Aunapu Man, fará seu primeiro voo ao espaço.

Os astronautas da missão de teste da Crew Dragon, que deve acontecer em Abril de 2019, são:

Robert Behnken, veterano das missões dos ônibus espaciais STS-123 e STS-130.

Douglas Hurley, veterano das missões dos ônibus espaciais STS-127 e da última a STS-135.

Os astronautas do primeiro voo operacional da CST-100 Starliner, que deve ocorrer em algum momento em 2020 são:

Josh Cassada, será seu primeiro voo no espaço.

Sunita Williams, veterana, já passou 322 dias no espaço na ISS, já comandou a ISS e participou de 7 caminhadas espaciais.

E os astronautas do primeiro voo operacional da Crew Dragon, que também deve acontecer em algum momento em 2020, são:

Victor Glover, será seu primeiro voo no espaço.

Michael Hopkins, astronauta veterano que já passou 166 dias no espaço a bordo da ISS e realizou 2 caminhadas espaciais.

Antes desses voos tripulados, acontecerão os voos de teste sem tripulação das duas cápsulas.

A Crew Dragon devem realizar seu voo em Novembro de 2018 e a CST-100 Starliner em 2019, já que teve um problema essa semana e teve que adiar.

Essas datas, não são fixas e podem ser alteradas de acordo com o fato das empresas passarem ou não nas certificações da NASA, mas os astronautas, os eleitos dessa nova era espacial já estão aí selecionados.
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Teste de voo do Unity da Virgin Galactic

O vídeo que a Virgin Galactic lançou na quarta-feira (30 de maio), oferece o melhor vislumbre do que os passageiros experimentarão quando pagarem US $ 250.000,00 por uma viagem ao espaço da SpaceShipTwo. Você pode ver claramente o foguete do foguete da espaçonave enquanto Unity voa para o céu. O avião espacial então sobe para cima (com os pilotos experimentando um período de ausência de peso no interior) e, em seguida, dispara propulsores de controle de reação em seu nariz para abaixar a frente para a viagem de volta à Terra. [ Veja mais fotos do segundo voo de teste da Unity ]
fonte:

Rover Curiosity Volta A Perfurar Solo Marciano - Space Today TV Ep.1269

Visite a loja do canal, a Space Today Store:



Semana passada eu trouxe um vídeo aqui no canal mostrando para vocês que o Curiosity que teve problemas com a sua furadeira, iria testar uma nova técnica de furar as rochas marcianas.

E no dia 20 de Maio de 2018, essa nova técnica foi testada e eles conseguiram um resultado considerado satisfatório.

A furadeira do Curiosity funcionou pela última vez em Dezembro de 2016 e desde então o rover estava sem perfurar as rochas marcianas.

Só lembrando que essa atividade de perfuração é uma das principais realizadas pelo Curiosity, pois é assim que ele recolhe a rocha pulverizada e leva para seu laboratório geoquímico interno para analisar as propriedades daquela determinada rocha.

Quando deu o problema, os engenheiros do JPL tentaram fazer uma perfuração por pressão, como nós fazemos em casa com a furadeira, pressionando ela contra a parede enquanto perfuramos, mas essa técnica não produziu a rocha pulverizada necessária para ser analisada.

Eles então estudaram uma outra maneira, uma perfuração percussiva, ou seja, à medida que a furadeira perfurava a rocha ia batendo junto para ajudar no processo.

Essa técnica tem o nome oficial de Feed Extended Drilling.

O alvo escolhido para ser perfurado recebe o nome de Duluth é uma rocha que apresenta veios mineralizados, ou seja algo de suma importância para ser analisado pelo curiosity.

O furo teve 50 milímetros de profundidade, e gerou material pulverizado desejado pelos engenheiros.

Como o furo é diferente do anterior, e aqui uma correção, eu falei que o Curiosity furava 30 centímetros, tava maluco, os furos tinham 6 a 7 centímetros, mas como esses furos novos são bem menores, uma nova técnica de coleta de material também será testada.

O trabalho não acabou para os engenheiros do JPL.

O primeiro passo foi dado, aparentemente a perfuração percussiva funciona bem, agora vem o segundo passo de levar a rocha para dentro do Curiosity.

Vamos aguardar e assim que tivermos notícias trago aqui para vocês.

fonte:





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China Quer Colocar Uma Nova Lua No Céu da Terra - Space Today TV Ep.1528

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Certamente essa semana você ouviu a história da segunda Lua, uma Lua artificial que querem colocar no céu.

eu nem ia fazer vídeo sobre isso, mas recebi tanta mensagem sobre o tema que resolvi fazer.

vamos aos fatos.

As autoridades de uma cidade chinesa, Chengdu, recentemente anunciaram os planos de construir uma Lua artificial para ser lançada e colocada sobre a capital da província de Sichuam na China em 2020.

A ideia é que essa Lua artificial complemente a luz da Lua natural e seja oito vezes mais brilhante do que o nosso satélite natural.

A luz dessa Lua artificial traria uma economia de dinheiro para a cidade pois iria substituir a iluminação pública e seria capaz de iluminar uma área de 80 km de diâmetro. A economia calculada é de 2.8 bilhões de dólares.

Não se sabe a altura da órbita, nem o tamanho exato e nem o brilho verdadeiro dessa Lua artificial, tudo isso influencia na visibilidade, que poderia ser até maior do que esses 80 km, poderia ser vista em outras cidades chinesas.

Outra informação que não se tem é se esse projeto tem o aval oficial para ser colocado em prática.

A ideia original da Lua artificial foi proposta por um artista francês. a ideia original desse artista era pegar uma série de espelhos colocar eles na órbita da Terra e fazer com que eles iluminassem as ruas de Paris por todo ano. Para mim uma loucura, pois a iluminação de Paris é muito linda como ela tá, não precisa de intervenção artística nenhuma.

Só para lembrar que essa não é a primeira vez que se tem a ideia de colocar algo em órbita para ajudar a iluminar cidades.

A Rússia tentou fazer isso duas vezes na década de 1990, com espelhos espaciais que seriam lançados para produzir uma iluminação equivalente de 3 Luas, mas nenhum dos projetos foi para frente.

O projeto russo se chamava Znamya.

Todos esses projetos, inclusive o atual trazem sempre implicações importantes e uma grande discussão.

primeiro um objeto desse pode interferir nas observações astronômicas e contribuir para a poluição luminosa.

Além disso, existem espécies de animais na Terra que se guiam pela Lua, pelo seu brilho e pelo seu ciclo.

A reprodução de certas espécies também é regida pela Lua, ou seja, um projeto desse dependendo das dimensões poderia causar um distúrbio bem grande em várias coisas.

Em sua defesa os responsáveis pelo experimento disseram que a luz seria como a luz do entardecer e isso não geraria problema algum.

Como eu falei, não se tem a informação sobre o tamanho e o brilho que esse objeto geraria, eles comentaram que seria um satélite colocado numa órbita geoestacionária, mas essa informação também não é segura.

Dados sobre esses experimentos já são confusos em países mais abertos, na China então é bem mais complicado de se obter.

Eu, pessoalmente não gosto da ideia, existem maneiras muito mais baratas e eficientes de se gerar uma iluminação pública de qualidade, sem afetar tanto assim o meio ambiente, e sem poluir mais ainda a órbita da Terra.

Mas quero ouvir vocês, o que vocês acham da Lua artificial chinesa?

coloque aí a #segundalua

Link para a live de lançamento da BepiColombo:



fonte:













Space Today TV Ep.139 - A Nova Nave da Virgin Galactic - VSS Unity

O dia 31 de Outubro de 2014 foi um dia trágico para o turismo espacial. Sobre o Deserto do Mojave a nave Spaceship Two da empresa Virgin, sofre um acidente terrível, onde o co-piloto morre, e o piloto fica gravemente ferido.

As investigações mostraram que o co-piloto acionou o revolucionário sistema chamado de Feathering que seria usado na reentrada da nave antes do que era previsto e a nave se despedaçou no ar.

15 meses depois desse trágico acidente, no dia 19 de Fevereiro de 2016 a empresa Virgin apresentou num belo evento sua nova nave, a Virgin SpaceShip Unity, ou VSS Unity ao público.

O evento foi marcado pelo fato da neta de Richard Branson o dono da Virgin, batizar a nave quebrando uma mamadeira na carenagem da spaceshiptwo unity. O evento contou também com a cantora Sarh Brightmam.

A nave não está pronta para voar e nem para ser testada, mas mostra que a perseverança, a busca por um ideal e logicamente o dinheiro pode fazer com que uma empresa dada como fracassada se recupere num intervalo de tempo relativamente curto.

Atualmente um ticket para voar nas naves da Virgin custam 250 mil dólares, e a empresa já tem uma lista com 552 turistas inscritos.

Links:









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UM RIO DE ESTRELAS PRÓXIMO DO SOL | SPACE TODAY TV EP.1713

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Os aglomerados de estrelas são uma das principais características da nossa galáxia, a Via Láctea.

Esses aglomerados aparecem com uma grande diversidade de tamanho e idades.

Em nuvens moleculares, encontramos muitos aglomerados de estrelas bem novos, no disco galáctico encontramos alguns aglomerados de meia idade, e no halo galáctico encontramos raros aglomerados de estrelas bem mais velhas.

Desde que nascem os aglomerados estão sujeitos às forças da galáxia, que acabem dispersando-os.

Depois do surgimento boa parte dos aglomerados dispersam rapidamente, pois eles não possuem mais uma força interna, suficiente para suportar as forças da galáxia.

Quando esses aglomerados se dispersam eles forma verdadeiros rios de estrelas na galáxia.

E essas são estruturas importantes da nossa ilha no universo.

Falou em estrutura da galáxia, falou em estrelas, a gente já lembra logo da missão Gaia.

E um grupo de pesquisadores, usando a precisão incrível da missão Gaia conseguiu medir o movimento tridimensional das estrelas no espaço, e descobriram um grupo de estrelas próximas se movendo juntas, grupo esse que ainda não havia sido descoberto.

Ao estudar esse grupo com detalhe, os pesquisadores descobriram que as estrelas faziam parte de algo que tinha sido no passado um aglomerado de estrelas e que havia sido desmantelado pela força gravitacional da galáxia.

Os pesquisadores determinaram que esse verdadeiro rio de estrelas é formado por cerca de 4000 estrelas e todas com a mesma idade aproximada de 1 bilhão de anos. com essa idade esse grupo de estrelas já completou uma órbita ao redor da Via Láctea e por isso já desenvolveu a estrutura de fluxo de estrelas.

Essa descoberta é comparada pelos astrônomos como encontrar uma agulha num palheiro, e é de suma importância pois através das forças gravitacionais associadas é possível estimar com maior precisão a massa da nossa galáxia.

Além disso, esse rio de estrelas serve para entender melhor a estrutura da via láctea, e devido a proximidade, serve como um belo laboratório para se procurar por exoplanetas, lembrando que o Sol, e consequentemente a Terra, nasceram num desses aglomerados.

Os pesquisadores continuarão investigando a estrutura da Via Láctea com a missão Gaia e quem sabe descobrindo novos rios de estrelas.

#RioDeEstrelas #Gaia

fonte:



A Parede de Hidrogênio do Sistema Solar - Space Today TV Ep.1416

Sonda New Horizons pode ter detectado a parede de hidrogênio que teoricamente existe no final do Sistema Solar. As medidas da New Horizons se ajustaram muito bem às medidas feitas previamente pelas sondas Voyager 1 e Voyager 2.

Fonte:

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New Horizons Observa o Ultima Thule e Acerta o Seu Curso - Space Today TV Ep.1503

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O último vídeo foi sobre a sonda Voyager 2 que está longe de casa, e nesse vídeo aqui vou falar de outra sonda que também está bem longe de casa, a New Horizons.

Para quem não sabe em 2015, a New Horizons passou por Plutão, fazendo o belo estudo que até nos surpreende, e depois disso, ela começou a sua jornada até o meio do Cinturão de Kuiper.

No dia 1 de Janeiro de 2019, ela irá visitar o objeto conhecido como Ultima Thule.

E para que esse encontro aconteça da melhor forma possível e corretamente, no dia 3 de Outubro de 2018, ela realizou uma manobra que a colocou definitivamente em curso de encontro com o objeto.

A sonda atualmente está a 6.35 bilhões de quilômetros da Terra, e o Ultima Thule fica a cerca de 6.6 bilhões de quilômetros da Terra.

Quando for visitado esse será o objeto mais distante já visitado por uma sonda.

Fonte:

Os 60 Anos do Sputnik-1 - Space Today TV Ep.889

4 de Outubro, um dia histórico para quem gosta de qualquer coisa relacionada com o espaço, e na verdade deveria ser um dia comemorado por todos, pois toda a tecnologia que temos hoje no bolso teve sua origem no dia 4 de Outubro de 1957.

Hoje, 4 de Outubro de 2017 é comemorado os 60 anos do lançamento do Sputnik-1, o primeiro satélite artificial da Terra, e o artefato que deu início à chamada era espacial.

Se você usou seu GPS hoje para ir para qualquer lugar, pare por alguns segundos e agradeça aos pioneiros da exploração espacial.

O início da era espacial tinha sido algo planejado tanto pelo EUA como pela antiga União Soviética no decorrer da década de1950. A URSS queria fazer um lançamento em 1956 e o EUA em 1955.

Entre 1 de Julho de 1957 e 31 de Dezembro de 1958 aconteceu o chamado Ano Geofísico Internacional e ambos os países queriam fazer seus lançamentos durante esse ano.

Uma coisa curiosa é que o chamado IGY marcou o início das cooperações entre EUA, URSS e outros países.

A ideia da União Soviética era lançar um satélite bem mais sofisticado para fazer alguma ciência do espaço, mas devido à pressão, acabou lançando algo bem mais simples.

Então, no dia 4 de Outubro de 1957 às 22:28 hora de Moscou, direto do Cosmódromo de Baikonur no Cazaquistão, o foguete russo R7 com seus 4 boosters laterais subia ao céu para lançar o Sputnik-1, o primeiro satélite artificial do planeta Terra.

O Sputnik 1 era um satélite simples, na forma de uma esfera com um diâmetro de 580 mm e 83.6 kg.

Seu corpo principal era formado por dois hemisférios com dois milimetros de espessura e conectados com 36 fios.

O hemisfério superior carregava duas antenas, uma com 2.4 metros e outra com 3.9 metros, um mecanismos especial foi desenvolvido para esticar as antenas num 6angulo de 35 graus do corpo principal depois que o satélite se separasse do foguete.

O hemisfério superior era coberto por um escudo térmico com 1 milímetro de espessura, na parte interna, o satélite carregava um transmissor de rádio.

A superfície de ambos os hemisférios era polida para permitir uma melhro reflexão da luz do Sol e assim poder ser rastreado visualmente

O foguete que lançou o Sputnik 1 era um R7, com 29.167 metros de comprimento, pesando 267.13 toneladas no lançamento, movido a Kerosene T1 e Oxigênio Líquido, com um empuxo de 396.9 toneladas e consistia de dois estágios.

O primeiro estágio tinha os quatro boosters laterais conhecidos como Bloco B, V, G e D.

E o segundo estágio, conhecido como estágio central ou Bloco A.

O Sputnik-1 foi colocado numa órbita elíptica, com a sua maior aproximação da Terra a 228 km de altura e a maior distância a 947 km de altura.

O satélite completava uma volta ao redor da Terra a cada 96 minutos.

Sua missão foi breve, ele tinha sido originalmente planejado para operar por 2 semanas, mas as baterias excederam a expectativa e o satélite operou por 22 dias, mandando seu famoso beep para a Terra.

O satélite continuou em sileêncio orbitando a Terra por mais alguns meses, até que em 4 de Janeiro de 1958, ele queimou na atmosfera da Terra.

Terminava ali a missão do Sputnik-1 e começava a história humana no espaço.

A partir daí tudo é história...

Parabéns Sputnik-1

E a hashtag de hoje é #ParabensSputnik

Fontes:











Vídeo do Salvador Nogueira Sobre a Marcha Pela Ciência:



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Asteroide de Chicxulub Pode Ter Aquecido a Terra Por 100 Mil Anos - Space Today TV Ep.1273

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Há 66 milhões de anos atrás um asteroide atingiu o planeta Terra na região que hoje é conhecida como Chicxulub no México.

Esse choque causou mudanças radicais no nosso planeta, e essas mudanças culminaram, por exemplo, com a extinção dos dinossauros.

Até o momento os pesquisadores acreditavam que com o impacto uma nuvem gigantesca de fumaça e partículas ocupou a atmosfera, bloqueou a luz do Sol e esfriou a superfície do planeta por um longo período de tempo.

Mas será que foi isso mesmo que aconteceu?

Um pequeno grupo de pesquisadores, diz ter achado evidências que o que aconteceu não foi bem isso.

Eles encontraram fósseis de peixe na Tunísia e analisaram as razões de oxigênio para chegar a outra conclusão.

Os pesquisadores conseguiram na região construir uma linha do tempo de como a temperatura mudou no nosso planeta, antes e depois do impacto.

Eles conseguiram verificar como a temperatura da água onde o peixe vivia mudou antes do impacto e centenas de milhares de anos depois do impacto.

Os pesquisadores concluíram que a temperatura do mar subiu aproximadamente 5 graus Celsius e assim ficou por aproximadamente 100 mil anos.

Os pesquisadores sugerem que o impacto do asteroide lançou na atmosfera da Terra uma grande quantidade de dióxido de carbono, pois a área onde ele colidiu era rica em carbonatos.

O choque deu início também a uma grande queima em florestas que também lançou mais dióxido de carbono na atmosfera.

Esse novo modelo nos diz então que a Terra esquentou muito depois do impacto.

O que os pesquisadores precisam saber é se esse foi um aquecimento localizado, ou global, para isso precisam encontrar mais fósseis em outros lugares do mundo que comprovem o modelo proposto.

E voc6e o que acha, a Terra esfriou ou esquentou depois do choque do asteroide que extinguiu os dinossauros da Terra?

Fonte:



Artigo:





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Paraquedas da Marte 2020 É Aprovado Para a Missão - Space Today TV Ep.1548

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No dia 7 de Setembro de 2018, a NASA fez o último teste com o paraquedas que irá na missão Marte 2020, o próximo rover que irá pousar em Marte. O paraquedas se comportou da maneira desejada e foi aprovado para a missão. A missão será lançada para Marte em 2020 e chegará no Planeta Vermelho em Fevereiro de 2021. Veja no vídeo como foi o teste e os detalhes, desse trabalho impressionante que valeu o recorde de abertura mais rápida de um paraquedas supersonico para a NASA.

#MeetESO

Fonte:

A Vida Seria Possível No Multiverso? - Space Today TV Ep.1261

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Acho que todo mundo aqui já ouviu falar no multiverso, aquela multiplicidade de universos que podem existir por aí.

Mas vocês sabem de onde veio essa ideia.

As teorias atuais de evolução do universo preveem níveis muito maiores de energia escura, a misteriosa força que está acelerando a expansão do universo, do que é realmente observado.

Uma maneira de explicar essa discrepância é através da teoria de múltiplos universos.

Ou seja, uma tapeçaria infinita de bolsões de universos isolados aleatoriamente distribuídos, inflando e expandindo em diferentes taxas com base em diferentes níveis de energia escura e até mesmo através de diferentes constantes físicas.

Alguns pesquisadores falam que o nosso universo teve uma pitada de sorte, por ter pouca energia escura, e isso é que fez a vida poder existir aqui.

Mas será que se tivesse mais energia escura, ou menos, não teríamos vida, estrelas nada disso...

A pergunta que os pesquisadores se fizeram foi, quanta energia escura deve existir para que a vida seja algo impossível?

Só tem um jeito de saber, simulações computacionais.

E uma das mais poderosas foi rodada recentemente, chamada de EAGLE.

E as simulações mostraram que mesmo com muito mais energia escura, ou com muito pouco energia escura, o efeito disso na formação de estrelas e planetas seria mínimo.

Ou seja, se são necessários outros universos para equilibrar o conteúdo de energia escura, podem ter universos com mais e menos energia escura e de acordo com essas simulações, a vida poderia existir nesses outros universos.

Essas simulações trazem problemas também.

como explicar em um universo com muita energia escura a formação de estrelas.

existem muitos outros problemas pois tanto a energia escura não é bem entendida, como a teoria do multiverso também não é e isso traz consequências importantes para outras áreas da astrofísica, cosmologia.

Os pesquisadores, acham que na verdade, o que poderia explicar tudo isso seria uma nova lei da física, eles mesmo se surpreenderam com os resultados das simulaçòes e estào atrás de uma explicaçào melhor.

Fonte:



Artigo:








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Análise Detalhada da Missão BepiColombo - Space Today TV Ep.1527

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Nesse vídeo, vamos dar uma olhada no maravilhoso Launch Kit da missão para Mercúrio BepiColombo. Um belo trabalho feito pela ESA e JAXA.

Para baixar o launch kit:



Link da live:

Alienígenas Presos Na Gravidade de Super-Terras - Space Today TV Ep.1239

Visite a loja do canal, a Space Today Store:



Onde estão todos os alienígenas?

Se o universo tem tantas galáxias, estrelas, não é possível que estejamos só, se não estamos só, onde eles foram parar?

Essa é uma pergunta feita constantemente, é a base do Paradoxo de Fermi, da Equação de Drake e de todos que de alguma forma acreditam, estudam ou querem saber sobre os outros seres que habitam o universo.

Recentemente, apareceu uma possível resposta para essa pergunta.

Os alienígenas, estão presos em seus próprios planetas e não podem sair de lá.

Mas como assim presos?

Bem, desde que os astrônomos começaram a descobrir os exoplanetas, podemos dizer que essas questões sobre vida em outros planetas tornaram-se mais discutidas.

Muitos planetas já foram descobertos, alguns perto da zona habitável, outros dentro, porém a grande maioria dos planetas descobertos é maior que a Terra.

São as chamadas super-Terras, além de já terem descobertos uma grande quantidade de júpiter quentes. Mas vamos ficar só com as super-Terras, pois viver num gigante gasoso não deve lá ser algo muito bom.

Com essas informações, um grupo de pesquisadores, resolveu então calcular como seria usar um foguete para sair desses planetas e viajar pelo universo até nos visitar.

Os pesquisadores mostraram que numa super-Terra, para se ter um foguete como o Saturno V da missão Apollo, ele teria uma massa de 440 mil toneladas, ou seja, algo impraticável.

Além disso eles calcularam que para um exoplaneta do tipo super-Terra, que seja 70% maior que a Terra e 10 vezes mais massivo, como é o caso do Kepler-20b, a velocidade de escape é 2.4 vezes maior que a velocidade de escape no nosso planeta.

Só seria viável para uma civilização morando numa super-Terra, se livrar da gravidade de seu planeta com algum tipo alternativo de propulsão, algo do tipo nuclear, ou coisa do gênero.

O pesquisador disse ainda que civilizações em super-Terras, provavelmente usariam sinais de rádio ou algo do tipo para se comunicar, ao invés de mandar uma nave para outro mundo na galáxia.

Eu já sei que vão me chamar de pessimista, principalmente agora, que vou dizer que podemos eliminar as super-Terras da lista de planetas de onde saem os alienígenas.

Não estou dizendo que eles não existam nesses planetas, mas eles estão ali aprisionados, presos pela própria gravidade.

Mas será que ele poderiam usar algum outro tipo de propulsão? O que vocês acham, deixem aí nos comentários se vocês acreditam que existam alienígenas em super-Terras e qual o tipo de propulsão que eles poderiam usar, e vão lá na minha última foto do Instagram e escrevam #AlienSuperTerra.

Fonte:



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Magnetar e Pulsar: Os Dois Lados de De Uma Mesma Estrela - Space Today TV Ep.1282

Com certeza você já ouviu a expressão, as duas faces de uma mesma moeda, mas será que isso se aplica a objetos astronômicos, e no caso às estrelas.

Se aplica sim, mas em um caso muito especial, no caso, nas estrelas de nêutrons.

A estrela de nêutrons como estamos vendo nos últimos vídeos, se forma, quando uma estrela de grande massa chega ao final da sua vida, o que resta então, é a estrela de nêutrons, já vimos também que estrelas de nêutrons altamente magnetizadas podem girar rapidamente, e emitir feixes de ondas de rádio em pulsos bem precisos, chamamos esse caso especial de um pulsar de rádio.

E se as estrelas de nêutrons tiverem um campo magnético mais forte ainda, elas são chamadas de magnetars, as estrelas com campos magnéticos mais intensos do universo, que chega a ser trilhões de vezes mais forte que o campo magnético do Sol.

Durante muitas décadas, os astrônomos pensaram que os pulsares e as magnetars fossem duas populações distintas de estrelas de nêutrons.

Porém, observações recentes trazem fortes evidências de que elas podem ser estágios evolutivos de uma mesma estrela. Ou seja, ela pode começar como uma estrela de nêutrons, evoluir para um pulsar e depois para uma magnetar.

Assim, os pulsares e as magnetrs seriam os dois lados distintos de uma mesma estrela.

Se bem que essa ordem não está bem definida ainda, existem observações que mostram que com o tempo as magnetars param de emitir raios-gamma, se transformando em pulsares, e outros dizem que os pulsares aos poucos começam a se magnetizar criando rupturas que emitem raios-gamma e se transformam em magnetars.

O problema disso vocês já devem imaginar qual é, tanto os pulsares, como as magnetars são objetos extremamente difíceis de serem observados.

Primeiro, as magnetars vivem muito pouco tempo, poucos anos, em segundo lugar, os pulsares são muito antigos e em terceiro lugar, eles não acontecem a todo momento, principalmente na nossa vizinhança, isso complica muito o estudo desses objetos e a definição de como acontece a evolução de uma estrela de nêutrons.

Mesmo sendo complicado, os astrônomos já conseguiram algumas observações importantes, principalmente usando uma frota de telescópios espaciais, como o Fermi, o NuSTAR, o Swift, o XMM-Newton e o RXTE.

Os astrônomos conseguiram observar ondas sísmicas atravessando uma magnetar, conseguiram também observar uma chamada nebulosa de vento emitida por uma magnetar, além de observar uma magnetar considerada a estrela de nêutrons de rotação mais baixa já detectada.

Muito provavelmente com o tempo, os astrônomos conseguiram descobrir qual é a linha evolutiva correta, mas no momento o que importa é saber que essas estrelas têm muito a nos ensinar sobre a forma mais densa de matéria no universo, e sobre os campos magnéticos mais fortes existentes.

121 Exoplanetas Gigantes Que Podem Ter Exoluas Habitáveis - Space Today TV Ep.1286

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Desde queo telescópio espacial Kepler da NASA foi lançado em 2009, milhares de exoplanetas já foram descobertos.

Um dos objetivos do Kepler sempre foi encontrar exoplanetas, localizados na chamada zona habitável de uma estrela, ou seja, exoplanetas esses que pudessem ser habitáveis.

Óbvio que para isso, o foco foi procurar por exoplanetas rochosos que pudessem ser geologicamente e atmosfericamente parecidos com a Terra.

Porém, se pensarmos no nosso próprio Sistema Solar, quais são os locais hoje em que colocamos nossas maiores apostas sobre a vida poder existir?

Acredito que todos concordam que são os satélites naturais de Júpiter e Saturno.

Mas Júpiter e Saturno não estão na zona habitável, estão muito longe, e seus satélites são congelados, porém, nos seus oceanos submersos a vida poderia existir.

como aplicar isso no caso dos exoplanetas?

No caso dos exoplanetas, nós temos planetas gigantes, localizados mais próximos das estrelas e muitos poderiam estar até localizados na zona habitável.

Um grupo de pesquisadores, incluindo um brasileiro, resolveu então dar uma vasculhada nos dados do Kepler, atrás de exoplanetas grandes, na zona habitável e que pudessem ter satélites, o que chamamos de exoluas.

Uma consideração muito importante, nenhuma exolua até hoje foi confirmada na busca feita pelos pesquisadores.

Nessa busca, os pesquisadores encontraram 121 exoplanetas gigantes, eles tem mais de 3 vezes o raio da Terra, são gasosos e estão localizados na zona habitável de suas estrelas.

De acordo com os pesquisadores esses exoplanetas poderiam ter satélites rochosos, e esses satélites rochosos seriam um excelente lugar para procurar por vida.

Os pesquisadores disseram que essas exoluas seriam melhor até que a Terra para ter vida, pois elas receberiam radiação não só da estrela, como do próprio planeta, além do fato do planeta poder proteger essas exoluas.

Mas se nenhuma exolua foi descoberta, qual a importância desse trabalho?

Esse trabalho conseguiu criar uma base de dados importantes para os próximos grandes telescópios buscarem por exoluas, a próxima geração não precisará fazer uma busca no escuro, eles já t6em um ponto de partida muito bom, e isso é muito importante.

Pode ser mesmo que ainda não encontramos nada, pelo fato de não termos confirmado nenhuma exolua, mas como eu falo sempre as descobertas na astronomia estão muito ligadas à tecnologia, então com o desenvolvimento tecnológico certamente, daqui a alguns anos, anunciar descoberta de exoluas, será como anunciar descobertas de exoplanetas.

O que vocês acham, vamos encontrar vida primeiro em um exoplaneta, ou numa exolua?

Fonte:



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Tudo que Você Precisa Saber Sobre a TESS - Space Today TV Ep.1194

Vamos então mais uma vez falar da TESS. O Transiting Exoplanet Survey Satellite da NASA será lançado segunda-feira, dia 16 de Abril de 2018, direto de Cabo Canaveral na Flórida a bordo do Foguete Falcon 9 da SpaceX.

Todo mundo está falando da TESS, mas resolvi fazer esse vídeo para contar um pouco da história da missão para vocês, para que vocês sintam como uma missão nasce muito tempo antes do dia de seu lançamento.

A TESS nasceu originalmente de um satélite menor desenhado e construído pelo MIT e lançado no espaço pela NASA em 9 de Outubro de 2000.

O satélite chamava HETE-2, ou High Energy Transient Explorer 2.

Ele orbitou a Terra por 7 anos e a sua missão era detectar e localizar explosões de raios-gamma.

O George Ricker que era o principal pesquisador do HETE-2 no MIT integrou no satélite um conjunto de câmeras ópticas e de raios-X para que pudessem detectar esses fenômenos transientes que são as explosões de raios-gamma.

Em 2004, Ricker e a equipe do HETE-2 começaram a imaginar se as câmeras poderiam detectar outros objetos no céu e um deles estava começando a chamar a atenção da comunidade astronômica que eram os exoplanetas, nessa época somente 200 haviam sido descobertos.

Com isso em mente, em 2006, Ricker e a equipe do MIT prop6os para a NASA como uma missão dentro do programa Discovery, um satélite de baixo custo chamado HETE-S.

Mais tarde eles resolveram propor um financiamento privado de cerca de 20 milhões de dólares para o satélite, e como perceberam que o interesse pelos exoplanetas só aumentava, eles decidiram em 2008 propor para a NASA um satélite com um custo de 120 milhões de dólares, e que nessa época já havia mudado de nome para TESS.

Nesse momento o TESS tinha 6 câmeras CCD e a proposta é que ele ficasse numa órbita baixa da Terra, mas eles logo perceberam que essa órbita não seria boa para as câmeras sensíveis do TESS, pois a interação com o campo magnético da Terra poderia gerar ruídos que dificultariam a detecção de exoplanetas.

A NASA então recusou a primeira proposta e a equipe voltou ao trabalho.

Em 2010, a equipe submeteu novamente a proposta, dessa vez como uma missão da classe Explorer da NASA, e em 2013, a agência espacial aprovou a missão TESS.

Se contarmos desde o HETE-2 foram 18 anos até chegarmos nesse momento de lançamento do TESS, e 5 desde a aprovação da missão pela NASA.

Além de reduzir para 4 câmeras e não mais 6, a órbita também mudou drasticamente.

A equipe percebeu que o melhor seria colocar o TESS numa órbita em ressonância com a Lua, uma órbita nunca tentada antes.

A órbita final do TESS será uma órbita altamente elíptica onde o TESS poderá ficar orbitando por décadas, essa órbita será duas vezes mais distante do que a distância da Terra até a Lua, e o TESS e o nosso satélite natural estarão numa verdadeira dança cósmica.

Além da órbita diferenciada, logicamente as câmeras CCD que o TESS levará serão também fundamentais para a execução do trabalho.

As câmeras poderão detectar a luz num grande intervalo de comprimentos de onda, até o infravermelho próximo.

As câmeras estão montadas no topo do satélite e estão protegidas por um escudo em forma de cone, essa proteção é contra, principalmente outras formas de radiaçào eletromagnética.

Cada câmeras tem um campo de visão de 24 por 24 graus do céu, grande o suficiente para englobar a constelação de Orion.

O TESS começará a sua busca pelo céu do hemisfério sul, que foi dividido em 13 faixas e cada uma será analisada por 27 dias, depois ao final do primeiro ano da missão, o TESS passará a fazer a mesma coisa no hemisfério norte.

As c6ameras então farão imagens das estrelas, uma lista de 200 mil estrelas próximas e brilhantes foi preparada para ser pesquisada pelo TESS.

O TESS começará as observações 60 dias depois de ser lançado. Esses 60 dias servirão para testar os equipamentos, levar o satélite até a órbita e deixar tudo pronto para a caçada é como se você estivesse arrumando as tralhas para pescar.

Uma vez que o TESS comece a adquirir seus dados, a equipe acredita e espera que eles conseguirão medir a massa de 50 planetas com raio menor do que 4 vezes o da Terra, dimensões essas que poderiam sinalizar alguma habitabilidade.

Os dados depois de calibrados pela equipe do TESS serão disponibilizados para o público para que ele possa caçar seus próprios exoplanetas.

Agora só nos resta esperar.

Segunda-feira, dia 16 de Abril de 2018, o lançamento está previsto para as 19:32 hora de Brasília então a live no canal começa antes, lá pelas 18:45 para podermos falar sobre o satélite, sobre o foguete e acompanharmos esse lançamento, um dos mais aguardados do ano e dos últimos 18 anos por toda a equipe do MIT.

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