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Perseidas E O Objeto Mais Perigoso Para a Humanidade - Space Today TV Ep.384

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Perseidas E O Objeto Mais Perigoso Para a Humanidade - Space Today TV Ep.384

Todo mês de Agosto, como vocês já sabem existe uma grande expectativa para a chuva de meteoros das Perseidas. Esse ano, devido a uma influência de Júpiter, alguns modelos apontam para uma taxa de meteoros maior do que o normal.

Lembrando que para nós no Brasil, essa chuva de meteoros não é das melhores para ser observada.

O pai dessa chuva de meteoros é o cometa 109P/Swift-Tutle, um cometa que tem uma órbita de 133 anos, e deve retornar para as proximidades da Terra em 2126.

A órbita do cometa é muito bem definida e calculada, e até 4479 estamos livre de qualquer impacto do cometa com o nosso planeta. Porém se aumentarmos muito esse tempo devido à perturbação da órbita do cometa pelos planetas gigantes gasosos, essa chance aumenta, muito pouco, para 0.000002%.

Existe uma maneira de se calcular a distância com a qual um objeto passa da Terra, e se fizermos isso para o Swift-Tuttle, chegaremos À distância de 133000 quilômetros ou seja, um terço da distância entre a Lua e a Terra. Levando em consideração que os demais objetos que são considerados potencialmente perigosos, são asteroides com apenas metros de diâmetro, o Swift-Tuttle, com seus 26 km de diâmetro é o objeto mais perigoso conhecido pela humanidade.

Mas fiquem tranquilos, que nada vai acontecer nos próximos milhares de anos.

Hoje, às 21:00 hora de Brasília, farei uma live para conversar sobre a chuva de meteoros das Perseidas mostrando a transmissão do Slooh. Quem quiser aparecer será uma honra:



Fonte:



Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Gisele Guedes, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

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MISTÉRIO RESOLVID?: OUMUAMUA É UM COMETA? | SPACE TODAY TV EP.1755

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Desde que foi descoberto em Outubro de 2017, o Oumuamua vem despertando a atenção dos astrônomos. Já foi dito de tudo sobre ele, até que ele seria uma nave alienígena. Mas agora pesquisadores fizeram simulações e mostraram que ele nada mais é do que um simples cometa.

#Oumuamua #Cometa

Fontes:





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Será Que Um Cometa Se Chocou Com a Terra em 10950 a.C.? - Space Today TV Ep.690

Que tal misturar um pouco de arqueologia com astronomia?

Bem, mas bem antes de existir a internet para divulgar os acontecimentos astronômicos, e até mesmo o papel, os seres humanos que viveram a milhares de anos atrás, escreviam suas observações nas rochas.

São conhecidas inúmeras pinturas rupestres que relacionam eventos celestes, como a própria supernova do caranguejo, escrita e descrita em rochas pelo povo chinês.

A ciência que integra estudos arqueológicos com eventos astronômicos, recebe o nome de arqueoastronomia.

E recentemente, um grupo de pesquisadores descobriu evidências cravadas em rochas de que um evento astronômico catastrófico oscorreu na Terra há muito tempo atrás.

Antes das evidências arqueológicas, a análise de amostras retiradas na Groenlândia sugeriam que um cometa havia se chocado com a Terra, e isso levou nosso planeta a experimentar um período de 1000 de congelamento.

Outras evidências sugerem que devido a esse resfriamento do nosso planeta, grupos de pessoas começaram a se juntar, migrar e deram início a uma agricultura bem desenvolvida.

Agora, recentemente, um grupo de pesquisadores, descobriu no chamado Gobekli Tepe, um pilar de rocha com escritos que se alinham perfeitamente com o choque de um cometa na Terra em 10950 a.C.

O pilar contém inscrições que parecem documentar o evento devastador, provavelmente o choque de um cometa ou de resquícios de um cometa na Terra, que causou um impacto ambiental ao redor do globo e a possível perda de vidas.

Os pesquisadores levaram as inscrições para um computador onde analisarama provável relação dos desenhos com constelações, e isso deu certo, revelando fortes relaçòes entre os carácteres encontrados no pilar e os símbolos astronômicos que estavam no céu em 10950 a.c.

Como as pessoas levaram um certo tempo para criar os símbolos no pilar , isso sugere que algo muito importante aconteceu durante o mesmo período de tempo que as amostras de gelo da Groenlândia, sugerem.

talvez, o choque de um cometa com a Terra em 10890 a.C.

Os pesquisadores analisaram também que esse evento pode ter alterado até o eixo de rotação da Terra.

é um tema muito interessante, e é através da arqueoastronomia que é possível com base no passado entender um pouco do presente e quem sabe até prever o futuro.

fonte:



Artigo:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





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Quatro Cenários Para o Fim do Universo - Space Today TV Ep.279

Os astrofísicos e cosmologistas, são munidos de muitas teorias e de um conhecimento físico e matemática espetacular. Tudo isso somado dá a eles a oportunidade de brincar com o universo e imaginar, não só como ele nasceu e evolui, mas também como ele irá acabar, se é que vai acabar.

Essa é uma das perguntas fundamentais da natureza, digamos assim, para onde estamos indo e como tudo isso vai acabar.

Uma série de cientistas se reuniram então e pensaram em 4 possíveis cenários para o fim do universo.

1 - A Grande Ruptura (The Big Rip)

Todos vocês devem saber que o nosso universo está se expandindo de maneira acelerada, muito provavelmente graças à presença da energia escura.

Essa teoria para o fim do universo é bem catastrófica, aliás qual não é, ela diz que o universo continuaria a se expandir indefinidamente, com isso, as galáxias, as estrelas, os planetas, você, eu, e até mesmo as partículas subatômicas, não poderiam mais se manter unidos e começariam a se romper, a rasgar.

A boa notícia, é que a Terra duraria até quase o ato final, explodindo, cerca de 30 minutos antes de tudo se acabar.

Referências:





2 - O Grande Congelamento (The Big Freeze)

Esse cenário tem tudo a ver com o efeito da energia escura na expansão do universo. Lembrem-se o Hubble já mostrou que o universo se expande mais rápido do que se pensava antes.

Nessa teoria, o universo continuaria a expandir, numa velocidade cada vez maior.

Com isso, o calor existente no espaço entre os agloemrados, as galáxias, estrelas, planetas, começaria a ser dispersado. O universo começaria a esfriar até atingir o zero absoluto.

As estrelas não teriam mais matéria prima para se formar, as galáxias se tornariam verdadeiras sepulturas cósmicas, repletas de estrelas mortas.

Muitos astrônomos e físicos acreditam que esse seja o mais provável dos cenários.

Referências:









3 - O Grande Colapso (The Big Crunch)

Esse é um modelo de fim do universo que é uma consequência direta do Big Bang.

Nesse caso, o universo não se expandiria para sempre, depois de um determinado tempo, talvez, trilhões de anos, o universo começaria um processo de colapso, encolhimento sobre ele mesmo.

Alguns cientistas acreditam que esse evento já aconteceu, e que o universo na verdade não tem fim nem começo, é algo ciclíco e que nós estamos vivendo num desses ciclos.

Os cientistas dizem que o universo é como um ser vivo respirando, quando expira é o Big Bnag, quando inspira é o Big Crunch.

Para essa teoria, o universo seria fechado, e não aberto como as teorias anteriores.

Referências:



4 - A Grande Sucção (The Big Slurp)

Essa teoria é bem recente e ganhou força depois da confirmação da existência do Bóson de Higgs.

Se o Bóson de Higgs, tem uma certa massa, isso poderia indicar então que o nosso universo pode ser inerentemente instável, talvez existindo num estado metaestável.

Se esse for o caso, o nosso universo poderia experimentar um evento catastrófico quando uma bolha de outro universo alternativo aparecesse, o universo seria completamente aniquilado, ou sugado.

Toda a matéria, inclusive nós deixaríamos de existir. Se isso ainda não catastrófico o suficiente, tem uma notícia pior, esse evento de metaestabilidade de vácuo, pode acontecer a qualquer momento e em qualquer lugar no nosso universo e sem avisar.

Referências:









Fonte:



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Perseidas 2016 - Fechando a Tampa - Space Today TV Ep.392

Fechando a tampa das Perseidas de 2016.

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Space Today TV Ep. 27 - As Diferenças Entre Cometas, Asteroides, Meteoroides, Meteoros e Meteoritos

Antes de mais nada, duas correções enviadas a mim pelo grande Cristóvão Jacques:

- O NEOS ou NEar Earth Objects se dividem em duas categorias : os NEAs Near Earth Asteroids e os NECs Near Earth Comets. As vezes se confunde que os NEOs sao so asteroides, mas como dito se dividem em duas categorias.

- O conceito de meteoroide vai de pequenos graos ate 1 metro de diametro. Acima de 1 metro já é considerado um asteroide.

Valeu Cristóvão!!!

Essa semana, sem dúvida alguma foi muito movimentada para todos nós na Terra e para o Sistema Solar. Na madrugada do dia 12 para o dia 13 de Agosto de 2015, tivemos o máximo da Chuva de Meteoros das Perseidas, uma das chuvas de meteoros mais aguardadas de todo o ano, e no dia 13 de Agosto de 2015, o Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, passou pelo seu periélio, ou seja, atingiu o ponto na sua órbita, mais próximo do Sol.
Com tanta rocha passando pra lá e pra cá no nosso Sistema Solar, as vezes temos que parar para pensar nos conceitos e ver como elas são classificadas. Além de tudo isso, um texto que li no portal da Globo, na Revista Galileu, me motivou a vir aqui e gravar esse vídeo para vocês, para esclarecemos as diferenças existentes entre os cometas, os asteroides, os meteoroides, os meteoros e os meteoritos.

Começando com os cometas, eles são rochas espaciais compostas na sua maior parte por gelo, metano, amônia, poeira, oxigênio e outros componentes. Os cometas possuem uma estrutura bem característica, apresentando um núcleo central, um tipo de atmosfera ao redor desse núcleo, que chamamos de coma, e uma cauda de poeira, as vezes apresentando uma cauda gasosa. Os cometas têm suas origens nos confins do Sistema Solar, períodos de longo período, ou seja, aqueles que levam mais de 200 anos para completar uma volta ao redor do Sol, se originam na Nuvem de Oort. Os cometas de período mais curto, aqueles que levam menos de 200 anos na sua órbita são originados do Cinturão de Kuiper.

Os asteroides são grandes pedaços de rocha que se originam do Cinturão de Asteroides, localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter. Os asteroides são de maneira geral metálicos e possuem formas variadas. Algumas vezes, eles têm suas órbitas perturbadas e partem em direção ao Sol e a Terra. Quando passam próximo da Terra, recebem, atualmente o nome de NEOs (Near Earth Objects) e quando são uma ameaça são classificados como PHA (Asteroides Potencialmente Perigosos).

Detritos espaciais, maiores que um grão de areia e menores que um asteroide, são chamados de meteoroides. Um meteoroide é um pedaço de matéria interplanetária que é menor que um quilômetro e frequentemente tem tamanho milimétrico. A maior parte dos meteoroides que entram na atmosfera da Terra são tão pequenos que vaporizam completamente e nunca atingem a superfície. Quando eles conseguem sobreviver e chegam na superfície da Terra, eles recebem outro nome.

Os meteoros, são os fenômenos luminosos que são observados no céu quando uma rocha interplanetária queima ao passar pela atmosfera da Terra. Para reforçar, o termo meteoro se refere ao rastro luminoso causado pelos detritos, e não aos detritos propriamente ditos.

Se alguma parte do meteoroide sobrevive pela passagem na atmosfera da Terra, e atinge o solo, ele é chamado de meteorito. Embora a vasta maioria dos meteoritos tenha tamanho reduzido, o tamanho pode variar de uma fração de rocha, até corpos com 100 kg, ou maiores ainda, tomando proporções dramáticas e destruidoras.

Texto que motivou esse vídeo:



Fontes:

















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Live de Quinta - Chuva de Meteoros das Perseidas

Vamos bater um papo sobre a chuva de meteoros das Perseidas, e tentar ver alguma coisa com a ajuda do Slooh. Espero todos!!!

INÉDITO!!! EXOPLANETA FORMANDO SUA PRÓPRIA "LUA" | SPACE TODAY TV EP.1893

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Pela primeira vez na história, usando o ALMA, os astrônomos conseguiram detectar um disco circumplanetário ao redor de um exoplaneta em formação. Esse disco circumplantário é o responsável pela formação dos satélites naturais. Essa detecção pode ajudar a confirmar os modelos sobre a formação planetária.!!!

#Exoplaneta #ALMA #DiscoCircumplanetario

Fontes:



5 Fatos Interessantes Sobre o 67P/Churyumov-Gerasimenko - Space Today TV Ep.397

5 fatos impressionantes sobre o Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko

Fato Número 1: A Sua Superfície É Quente

Embora tenha uma porosidade de aproximadamente 80% e a maior parte do que resta seja feito de gelo de água, a superfície do cometa 67P é muito mais quente do que o espaço por onde ele viaja. Na sua superfície a temperatura varia entre -93 e -43 graus Celsius.

Fato Número 2: Essa Não É a Primeira Vez Que Ele Nos Visita

O cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko é classificado como um cometa de período curto. Sua órbita fica compreendida entre os planetas Júpiter e Marte, e a cada 6 anos e meio ele passa perto da Terra.

Fato Número 3: Ele Foi Descoberto Por Acaso

Muitas das grandes descobertas da humanidade são feitas por acaso, essa não é uma das grandes descobertas, pois cometas são descobertos com uma certa frequência, mas para seus descobridores foi. E o cometa 67P foi registrado pela primeira vez por Klim Churyumov por acidente, numa foto de um cometa diferente feita por Svetlana Gerasimenko em 1969.

Fato Número 4: Ele é 40 vezes Mais Rápido Do Que o Avião Mais Rápido

O cometa 67P viaja pelo espaço a uma velocidade de 135000 quilômetros por hora, isso é cerca de 40 vezes mais rápido do que o avião a jato mais rápido que conhecemos, o Lockheed SR-17 Blackbird.

Fato Número 5: Ele Possui Uma Gigantesca Fratura

Se o módulo Philae que está adormecido no cometa pudesse ter um sentimento, esse poderia ser de medo ou terror. O cometa tem uma gigantesca fratura na região do seu pescoço que tem centenas de metros de comprimento. Com o cometa perdendo cerca de 11 kg por segundo, ela pode quebrar o cometa no meio a qualquer momento.

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LAGOS FANTASMAS E CAVERNAS EM TITÃ | SPACE TODAY TV EP.1786

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Titã certamente está entre os satélites naturais mais interessantes do Sistema Solar.

Possui uma atmosfera espessa, líquido na superfície, possui um ciclo desse líquido que é semelhante ao ciclo encontrado na Terra.

A única diferença é que esse líquido não é água, mas sim metano.

Titã possui lagos, mares e chuva de metano.

O satélite foi estudado em detalhe pela sonda Cassini que passou mais de 100 vezes por ele, enquanto estudava o sistema de Saturno, além de ter recebido em seu solo o módulo Huygens.

A quantidade de dados sobre Titã é tão grande que até hoje, esses dados são analisados e continuam a nos surpreender.

A pesquisadora brasileira Rosaly Lopes que trabalha no JPL e que esteve envolvida com a missão Cassini, diz que alguns pesquisadores chamam Titã de a Terra do sistema solar externo.

Como eu falei, os pesquisadores não param de analisar e estudar os dados adquiridos pela Cassini, e essa semana, a revista Nature Astronomy toruxe dois trabalhos espetaculares sobre o satélite de Saturno.

Em um deles os pesquisadores descobriram verdadeiros lagos fantasmas em Titã.

eles identificaram feições que em um determinado momento estavam cheias de liíquido, mas que num momento posterior não tinha mais nada ali, como se o lago tivesse secado, ou o metano entrado na subsuperfície.

Os pesquisadores concluíram que esse desaparecimento dos lagos em Titã é uma forte evidência de mudanças sazonais que acontecem com o satélite.

Os pesquisdores idnetificaram 3 pequenos lagos que simplesmente desapareceram em Titã.

Num segundo artigo outro grupo de pesquisadores usou dados de altimetria que já tinham sido usados nos mares e oceanos de Titã nos lagos, que são corpos bem menores.

Os pesquisadores identificaram que o fundo dos lagos está a mais de 100 metros de profundidade e que eles são preenchidos por metano, ou seja, o mesmo líquido dos oceanos e mares.

A interpretaçào dos pesquisadores foi que esses lagos são preenchidos por metano através de precipitações, chuvas, e posteriormente as grandes bacias drenam esse líquido.

E para drenar são usados sistemas de cavernas na subsuperfície.

Essa ideia mostra que o desaparecimento dos lagos pode ser realmente por meio da infiltração do metano no solo, e então através de uma rede de canais subterrâneos esse metano é drenado para os mares de Titã.

O estudo feito pelo Cassini foi excleente, mas mesmo assim teve problemas, pois o ângulo em passagens consecutivas não era o mesmo, os instrumentos podiam ser difernets, o ângulo do sol era outro.

Por isso muitos querem que a missão Dragonfly seja aprovada para ser enviada para explorar Titã.

Só com uma missão dedicada a Titã é que poderemos começar a entender esse mundo que é realmente impressionante.

Fonte:

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O Aglomerado de Galáxias Mais Distante - Space Today TV Ep.415

Os jogos olímpicos terminaram, mas na astronomia, recordes continuam sendo quebrados.

Dessa vez, os astrônomos pulverizaram o recorde do aglomerado de galáxias mais distante já registrado.

Usando o Observatório de Raios-X Chandra, da NASA, os astrônomos observaram o aglomerado de galáxias conhecido como CL J1001+0220, localizado a 11.1 bilhões de anos-luz da Terra.

Esse aglomerado foi observado logo depois do seu nascimento, o que representa um ponto muito importante para se saber sobre a evolução dessas que estão entre as maiores estruturas do universo.

O aglomerado foi descoberto utilizando o projeto COSMOS que observa pedaços do céu em diferentes comprimentos de onda.

Além da impressionante distância, outra característica também chama a atenção nesse aglomerado, a alta taxa de formação de estrelas em galáxias perto do centro do aglomerado.

11 galáxias foram descobertas num raio de 250 mil anos-luz do centro do aglomerado, e dessas 11, 9 apresentam alta taxa de formação de estrela, equivalente à 3400 sóis por ano.

Essa alta taxa de formação de estrelas faz com que esse aglomerado se diferencie de outros localizados a 10 bilhões de anos-luz de distânica, sugerindo que as galáxias elípticas dentro dos aglomerados podem formar suas estrelas através de explosões mais violentas e mais curtas do que as galáxias elípticas fora dos aglomerados.

O último estudo do CL 1001 mostra que o aglomerado provavelmente se encontra num período de transição de um protoaglomerado para um aglomerado maduro.

Isso é muito importante pois os astrônomos nunca haviam observado um aglomerado de galáxias nessa fase da vida, e com isso, eles juntam mais uma peça para entender o complexo quebra-cabeça da evolução dos aglomerados, das galáxias e do próprio universo.

Fonte:



Artigo:



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AR Scorpii - Um Novo Tipo de Estrela Binária - Space Today TV Ep.359

Estrelas binárias não são tão raras de serem encontradas pelo universo.

Porém, quanto mais se observa, quanto mais a tecnologia evolui, a chance de se descobrir um sistema estelar diferenciado também aumenta.

E, basicamente foi isso que aconteceu recentemente.

Em 2015, um grupo de astrônomos amadores encontrou um sistema estelar que se comportava de uma maneira inédita. Posteriormente, usando um arsenal de modernos instrumentos, tanto no solo como no espaço os astrônomos puderam revelar a verdadeira natureza desse sistema estelar.

O sistema é conhecido como AR Scorpii, e localiza-se na constelação do Escorpião e a cerca de 380 anos-luz de distância da Terra.

Esse sistema é composto por uma anã branca, uma estrela que tem o tamanho da Terra, mas uma massa 200 000 vezes maior e por uma anã vermelha fria, com um cerca de um terço da massa do Sol, que se orbitam mutuamente a cada 3.6 horas numa dança cósmica muito bem sincronizada.

O que chamou a atenção dos astrônomos foi o comportamento brutal e violento do sistema.

A anã branca altamente magnetizada e girando muito depressa, acelera elétrons à velocidades próximas da velocidade da luz.

Enquanto essas partículas se deslocam pelo espaço, elas liberam radiação num raio, que lembra muito um farol, fuzilando a anã vermelha e fazendo com que todo sistema brilhe intensamente e depois se apague a cada 1.97 minutos.

As propriedades observadas recentemente da AR Scorpii são únicas e misteriosas, o que faz com que esse sistema seja um novo tipo de sistema binário descoberto. Uma curiosidade é que a radiação proveniente do sistema é emitida numa grande variedade de frequências, desde o ultravioleta até as ondas de rádio.

O mais impressionante é que a AR Scorpii foi descoberta a mais de 40 anos, com as primeiras observações feitas na década de 1970, e devido às flutuações de brilho observadas, a estrela foi classificada erroneamente como sendo uma estrela variável.

Só com a integração de diferentes instrumentos, e com a colaboração entre astrônomos amadores e profissionais é que se pôde definir a verdadeira natureza da variação do brilho da estrela.

Com esse trabalho os astrônomo poderão rever seus modelos teórico relativos a formação de estrelas e ao desenvolvimento de estrelas binárias e rever conceitos estabelecidos a mais de 50 anos atrás.

Fonte:





Artigo:



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O Polêmico Motor EM-Drive - Space Today TV Ep.494

Acredito eu, que desde que a exploração espacial teve seu início, todos os envolvidos na construção de foguetes e sondas, tentam de qualquer forma construir motores mais eficientes, mais potentes e que possam cumprir as gigantescas distâncias do espaço no menor tempo possível.

Entre tudo que já se falou sobre motores, talvez, o mais controverso de todos, e o que gere mais discussão e até mesmo dúvida, com certeza é o chamado EM-Drive.

A prerrogativa é perfeita, um sistema capaz de gerar propulsão, sem combustível, e uma potência excelente, capaz de impulsionar uma nave para Marte em apenas 70 dias.

O grande problema, ele viola uma das leis fundamentais da física, a Terceira Lei de Newton, que diz, que para uma ação, uma reação é gerada, com a mesma intensidade só que em direção oposta, ou seja, um sistema para produzir uma propulsão deveria empurrar algo para longe.

De maneira bem simples, o EM-Drive funciona da seguinte maneira, você tem uma cavidade de metal em forma de cone e dentro dela você começa a rebater fótons de microondas, o movimento desses fótons dentro da cavidade faz com que o EM-Drive gere potência e empurre o motor na direção oposta.

Recentemente, um artigo, escrito por engenheiros da NASA vazou, e nesse artigo, os autores mostram que o motor, embora impossível, funcionou.

Nos testes realizados, o motor gerou uma potência de 1.2 milinewtons por kilowatt, algo insignificante, mas que já gerou um frenesi completo na comunidade aeroespacial. Será que o motor vai funcionar numa escala de impulsionar um foguete para o espaço? Será que mesmo sendo impossível e violando a física ele vai dar certo?

Todas essas são perguntas que ainda serão respondidas à medida que mais testes sejam feitos.

Mas fora o EM-Drive, que outros sistemas de propulsão são eficientes para as viagens espaciais.

Um deles que já foi provado e que é usado na sonda Dawn é o motor iônico, embora seja muito lento, é o devagar e sempre, a sonda Dawn com ele já orbitou Vesta, Ceres e estão pensando num terceiro alvo, mas isso em anos de missão.

Para ir da Terra a um asteroide a viagem levaria 4 anos.

Do outro lado temos a propulsão a laser, aquela proposta pelo Hawking e Milner no Breakthrough Starshot.

O problema aqui é o tamanho das naves. Esse tipo de propulsão funcionaria bem em naves muito pequenas, do tamanho de um livro, e até menores, as chamadas nanonaves.

É a tecnologia pensada atualmente para levar essas pequenas naves até a estrela mais próxima do nosso Sistema Solar.

Como eu disse no começo, a luta por um motor eficiente, potente e que consiga impulsionar uma nave com tripulantes ainda continua.

O EM-Drive continuará sendo testado e podem ficar tranquilos que muito mais polêmica vem por aí.

Fontes:






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Space Today TV Ep.113 - As 10 Maiores Estrelas do Universo

- Alguns pontos importantes sobre a lista das 10 maiores estrelas do universo:

- 1 - Todas as estrelas aqui listadas tiveram seu tamanho comparado ao raio do Sol que é de aproximadamente 695500 quilômetros.

- 2 - Existem muitas incertezas na determinação do tamanho de determinadas estrelas, pois elas podem ser estrelas variáveis, podem ser estrelas ainda mergulhadas num disco de poeira e todas essas variáveis prejudicam a medição precisa do tamanho. Provavelmente você encontrará listas que divergem um pouco dessa, não nas estrelas, mas mais provavelmente na colocação delas, essa divergência surge dessas incertezas.

- 3 - Existem razões teóricas para se esperar que nenhuma estrela na Via Láctea seja maior do que aproximadamente 1500 vezes o raio do Sol, com base nos modelos de evolução estelar e na Zona de Instabilidade Hayashi. O limite exato depende da metalicidade da estrela, assim, por exemplo, estrelas do tipo super-gigantes nas Nuvens de Magalhães possuem limites levemente diferente de temperatura e luminosidade. Estrelas que excedem esse limite são vistas passando por grandes erupções e mudam o seu tipo espectral no intervalo de poucos meses.

- Por todos esses pontos a pesquisa não é fácil de ser feita, e por esse motivo também a lista não é completa e nem definitiva, ela pode sofrer alterações.

- Outro ponto importante, a lista não leva em conta a luminosidade, e nem o brilho aparente das estrelas, essas seriam outras listas que deveriam ser construídas.

As 10 Maiores Estrelas do Universo são:

1 - UY Scuti - 1708 x Raio Solar
2 - NML Cygni - 1642 x Raio Solar
3 - RW Cepehei - 1636 x Raio Solar
4 - WOH G64 - 1540 x Raio Solar
5 - Westerlund 1-26 - 1530 x Raio Solar
6 - VX Sagittarii - 1520 x Raio Solar
7 - VV Cephei A - 1500 x Raio Solar
8 - VY Canis MAjoris - 1420 x Raio Solar
9 - KY Cygni - 1420 x Raio Solar
10 - AH Scorpii - 1411 x Raio Solar

Fontes:














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NASA Quer Criar o HAMMER Para Martelar Um Asteroide Para Longe - Space Today TV Ep.1153

E se um asteroide de tamanho razoável vier em nossa direção?

O que podemos fazer? Temos alguma tecnologia para desviar, explodir, ou isso é só coisa do filme Armagedon e colocar uma bomba atômica num asteroide é só mais um trabalho que um perfurador de poço de petróleo pode fazer?

Hoje, num cenário hipotético de um asteroide vindo em nossa direção, nem Bruce Willis nos salvaria, nào temos tecnologia para desviar nem explodir, nem fazer nada, vai nos restar somente fugir para as montanhas.

Mas pode ser que no futuro tenhamos essa tecnologia.

Na verdade é nisso que um grupo de agências e fundações científicas nos EUA veem trabalhando de forma constante.

Tentar pensar, desenvolver algo que pudesse nos livrar do mesmo fim que os dinossauros.

Acabou de ser publicado um artigo na revista Acta Astronautica, que mostra um desses esforços, na verdade a ideia do desenvolvimento de uma nave, de um sistema para se livrar de um asteroide.

A nave se chama HAMMER, sigla para Hypervelocity Asteroid Mitigation Mission for Emergency Response.

Esse nome também não é a toa, a ideia é que nave, através de um impacto cinético, algo como um martelo, ou hammer em inglês, pudesse bater no asteroide para desviar sua órbita.

E o alvo?

O alvo é ele, o Bennu, sim existem cálculos que mostram uma pequena probabilidade do Bennu se chocar com a Terra no ano de 2135, a probabilidade é de 1 em 2700.

O Bennu tem cerca de 500 metros de diâmetro e pesa mais de 79 bilhões de quilos.

A ideia principal é que ocorra um choque com o asteroide capaz de desviá-lo de sua órbita levemente, mas sem partir esse asteroide no meio, porém, existem limites, e esse estudo calculou esses limites, até onde um impacto só seria necessário, e onde seria preciso agir como Bruce Willis, ou seja, explodir o asteroide com uma bomba atômica

Óbvio que nada disso seria fácil, você teria que construir a nave, lançar, viajar até o asteroide, se chocar com ele, tudo isso num tempo hábil de modo que sua órbita pudesse ser alterada lentamente e ele então desviasse da Terra.

Os pesquisadores simularam vários cenários, lançando a nave entre 10 e 25 anos do impacto previsto.

No cenário de 10 anos, seriam necessários entre 34 e 53 lançamentos de um foguete como o Delta IV Heavy cada um deles carregando um HAMMER para fazer com que um asteroide como o Bennu desviasse da Terra.

E no cenário de 25 anos, seriam necessários entre 7 e 11 lançamentos, o número exato depende da distância da Terra até o asteroide e de várias outras condições.

No artigo tambémm é calculado que objeto seria desviado com um único impacto, e eles chegaram a conclusão que seria um objeto de 90 metros de diâmetro para ser desviado de uma distância equivalente a 1.4 raios da Terra isso mandando a nave 10 anos antes.

Se for para desviar um objeto de apenas 1 quarto do raio da Terra, seria possível fazer isso com um objeto de 152 metros de diâmetro.

No caso de um objeto como o Bennu, um único HAMMER não daria conta do recado.

Mas se a opção fosse detonar o asteroide com armas nucleares aí sim, seria possível. Óbvio que é uma opção que seria extremamente criticada, mas que seria necessária.

A ideia seria detonar uma carga nuclear a uma certa distância do Bennu, os raios-X gerados vaporizariam o material, criando um tipo de propulsão o que faria com que ele desviasse da Terra.

Essa ainda não é a opção mais radical, a mais radical de todas é aí sim, explodir o asteroide e gerar pequenos asteroides que poderiam cair na Terra sem problema, no caso do Bennu, cada pedaço teria menos de 1% da massa do objeto inicial, esse seria um caso extremo onde uma situação de muita emergência acontecesse.

Esse foi o primeiro de uma série de artigos que serão publicados sobre esse tipo de estudo, ou seja, a investigação de cenários de desvio de asteroides, ou como eles chamam de mitigação de colisão.

Os próximos objetos que serão estudados é o asteroide Didymos B alvo da missão DART da NASA e o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.

E aí precisaremos ou não do Bruce Willis?

Fonte:



Artigo:

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Space Today TV Ep.55 - O Que Está Acontecendo Com a Estrela KIC 8462852?

- A missão Kepler funcioonou de 2009 a 2013 observando cerca de 150000 estrelas nas constelações da Lyra e Cygnus, buscando por exoplanetas, ou seja, planetas que orbitam outras estrelas que não seja o Sol.

- Com esses candidatos observados, os dados são passados para telescópios em Terra, que usando basicamente espectroscopia conseguem primeiro, confirmar a descoberta de um exoplaneta e também definir sua composição, sua atmosfera entre outras propriedades.

- Dessa maneira, o Kepler já descobriu 103 exoplanetas confirmados em 440 sistemas estelares até Janeiro de 2015, com 3199 candidatos ainda necessitando de confirmação. Os números no vídeo estão diferentes pois estão atualizados!!! (Desculpa).

- Dito isso, vamos para a análise específica da estrela KIC 8462852.

- A curva de luz dessa estrela foi analisada pelos cientistas cidadãos do projeto Planet Hunters. Ela é uma estrela localizada a cerca de 1500 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Cygnus, sendo mais massiva, mais quente e mais brilhante que o Sol, com uma magnitude aproximada de 12, ou seja, impossível de ser observada a olho nu.

- Ao analisar a luz dessa estrela por um longo período de tempo, os voluntários notaram por volta do dia 800 uma queda de luz de 15% e depois voltou a manter o seu brilho normal. Depois, entre os dias 1510 e 1570, os voluntários notaram uam diminuição ainda maior no brilho da estrela, uma queda de 22%, algo muito maior do que normalmente é observado nesses eventos de trânsitos de exoplanetas.

- Além disso, exoplanetas mostram diminuições de brilho regulares e repetidas, de acordo com a órbita deles ao redor da estrela. O que não estava acontecendo com a estrela observada.

- Surgiu então um problema, como explicar as grandes quedas de brilho e o ponto delas não serem periódicas. Várias hipóteses foram então criadas para tentar se ajustar aos dados observados.

- O que nada mais é que a aplicação, mais uma vez da metodologia científica.

- A hipótese que melhor se ajusta aos dados observados da estrela KIC 8462852, é que exista uma família de exocometas passando à frente da estrela. Um grande cometa pode ter se fragmentado e esses fragmentos ao cruzar o disco estelar reduzem de forma irregular o brilho da estrela. A hipótese é colaborada pela presença de uma estrela próxima, que pode ter perturbado os exocometas e os colocado em órbita de colisão com a estrela principal. Pelo fato dos cometas emitirem gases ao se aproximarem das estrelas essa hipótese em breve poderá ser comprovada.

- O que aconteceu então?

- A autora principal do artigo, mostrou suas ideias para o Jason Wright, um astrônomo que estuda exoplanetas e que não coincidentemente tem pesquisado como seria possível observar estruturas alienígenas nos dados do Kepler.

- A hipótese criada por Jason wright é que o que o Kepler estaria vendo é uma Esfera de Dyson, uma ideia proposta por um físico, Freeman Dyson que popularizou a ideia na década de 1960. A ideia seria construir uma esfera ao redor da estrela para aproveitar a energia dessa estrela num planeta. A esfera não seria algo contínuo, mas sim formada por diversos painéis e por isso estaríamos observando as variações irregulares no brilho da estrela. Uma analogia criada pelo próprio Jason Wright, é que seria como observar pessoas passando pela persiana de uma janela.

- O próprio Jason Wright diz que essa hipótese não deve ser verdadeira, mas também não deve ser totalmente excluída, já que ainda estamos buscando por uma explicação. Ele se mostrou bem tranquilo ao expor a ideia, sem levar para o lado sensacionalista.

- Vamos lembrar que isso já aconteceu anteriormente, quando o primeiro pulsar foi descoberto e foi chamado de LGM-1 (Little Green Men).

Fontes:









Links para os artigos no Slideshare:

Artigo sobre a KIC 8462852:



Esfera de Dyson, por Jason Wright:



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Link para o Planet Hunters:



Link para o Zooniverse:



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Space Today TV Ep.107 - Evidências de Um Planeta Gigante no Sistema Solar

- O Sistema Solar realmente nos surpreende a muitos séculos. A 1000 anos atrás os observadores do céu conheciam seis planetas, Mercúrio, Vênus, Terra, MArte, Júpiter e Saturno.

- Graças a invenção do telescópio Urano foi descoberto em 1781, e devido a algumas discrepâncias na sua órbita, outro objeto também foi descoberto, o planeta Netuno.

- Nos anos 30 Plutão foi descoberto e ficou classificado como planeta até o ano de 2006, quando, devido a uma redefinição do termo planeta, Plutão foi reclassificado como planeta anão. Desde então muito se tem discutido sobre a possibilidade do Sistema Solar ter outro, ou outros planetas.

- Nesse dia 20 de Janeiro de 2016, dois astrônomos do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Constantin Batygin e Mike Brown, anunciaram num artigo publicado no The Astronomical Journal, que eles encontraram fortes evidências para a existência de um nono planeta no Sistema Solar, com um tamanho aproximadamente igual a NEtuno e que orbita o Sol a cada 15000 anos. A descoberta ainda não foi confirmada observacionalmente, mas os cálculos e simulações feitas pelos astrônomos indicam que esse objeto deve mesmo existir.

- Os cientistas inferiram a existência desse planeta estudando a órbita de seis objetos do cinturão de Kuiper, os chamados KBOs, e concluíram que existia somente uma chance em 15000, ou seja, 0.007% de probabilidade de ser coincidência o fato da órbita desses objetos se aglomerarem da maneira como são.

- Para chegar a essa configuração é necessário a existência de um planeta com massa 10 vezes a massa da Terra, para que as órbitas fossem inclinadas como são em relação ao plano do Sistema Solar e também fossem estranhamente elípticas.

- A órbita do planeta inferido também é muito inclinada e com uma excentricidade muito grande. O ponto mais próximo do planeta com relação ao Sol fica sete vezes mais distante do que Netuno, ou 200 Unidades Astronômicas, além disso o planeta inferido tem seu ponto mais distante entre 600 e 1200 Unidades Astronômicas, ou seja, algo bem além do que o Cinturão de Kuiper, a região dominada por pequenos mundos congelados e que começa na borda de Netuno a cerca de 30 UA do Sol.

- Além de Eris, muitos outros mundos foram descobertos nos confins do Sistema Solar. Sedna, foi um desses objetos, e até pouco tempo era considerado como sendo o responsável pelas alterações na órbita de NEtuno.

- Um problema contra a hipótese dos cientistas, é que não existem observações desse planeta, nem mesmo o WISE que vasculha o céu com precisão em comprimentos de onda específicos para buscar objetos frios e distantes do Sol conseguiu encontrar alguma coisa. O que, de acordo com os cientistas da descoberta mostra que o Planeta X ainda está no limbo e fora do campo de visão do WISE.

- Os astrônomos têm boas pistas de onde procurar, e agora, com essa forte evidência anunciada, irão voltar os grandes telescópios do mundo, como o Telescópio Subaru no Havaí para a região do céu onde eles acreditam que o Planeta X deve estar e começar a fazer uma cuidadosa e delicada campanha de observação.

- Só nos resta mais uma vez esperar pelas observações e pela confirmação visual desse Planeta, para podermos novamente reescrevermos os livros de astronomia, no capítulo sobre o Sistema Solar. É uma descoberta realmente sensacional, e faz com que possamos testemunhar essa grande fase que vivemos na astronomia.

- O que vocês acham, os astrônomos conseguiram observar e confirmar a existência do Planeta X? Deixem nos comentários.

Fontes:
















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Uma Das Maiores Imagens Já Feitas Pelo ESO - Space Today TV Ep.599

Estudar as nuvens de poeira e gás, é a maneira que os astrônomos possuem para entender como se dá o processo de nascimento de uma estrela.

O que acontece no interior dessas nuvens, suas propriedades, e suas características, são informações importantes para os astrônomos traçarem o início da vida das estrelas.

Duas dessas regiões muito famosas são a NGC 6334 (Nebulosa da Pata do Gato) e a NGC 6357 (Nebulosa da Lagosta).

A Nebulosa da Pata do Gato localiza-se a 5500 anos-luz de distância da Terra, e a Nebulosa da Lagosta a cerca de 8000 anos-luz de distância da Terra, ambas estão localizadas na constelação do Escorpião.

Essas nebulosas foram observadas pela primeira vez no ano de 1837 pelo astrônomo John Herschel, durante a sua viagem ao Cabo da Boa Esperança na África do Sul.

Como os telescópios nessa época não tinham grande poder de resolução ele só conseguiu identificar a almofada mais brilhante da pata do gato.

O tempo passou, os instrumentos se desenvolveram e principalmente as câmeras se desenvolveram, e hoje o ESO lançou aquela que é considerada uma das maiores e mais detalhadas imagens lançadas pelo observatório.

As imagens foram feitas usando a câmera OmegaCam, a câmera que tem 256 milhões de pixels, e a imagem bruta possui 49511 x 39136 pixels.

As 3 almofadas da Pata do Gato e as regiões da Nebulosa da Lagosta são formadas efetivamente de gás hidrogênio e que emitem radiação graças a estrelas massivas localizadas no seu interior, e por isso são chamadas de nebulosas de emissão.

A Nebulosa da Pata do Gato é uma das maternidades estelares mais ativas alimentando milhares de estrelas jovens e quentes.

A observação dessas nebulosas com esses instrumentos modernos e com diferentes comprimentos de onda permite que os astrônomos possam traçar e estudar como acontece o nascimento das estrelas, como o gás influência no surgimento dessas estrelas e como pode-se começar a traçar a linha evolutiva das estrelas.

Fonte:



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O Antes E Depois da Explosão de Uma Anã Branca - Space Today TV Ep.402

Existem fenômenos no universo que possuem nomes parecidos, mas que representam coisas bem diferentes.

Por exemplo, supernovas, são explosões estelares que representam a morte, o fim da vida de uma estrela.

E as novas, são explosões também, porém, explosões de camadas da estrela, e não representam o fim da vida da estrela, após a observação do fenômeno de uma nova, a estrela ainda estará lá.

As novas basicamente acontecem em sistema binários, formados por uma anã branca e uma estrela companheira.

Nesse caso, a anã branca que é uma estrela muito densa, começa a sugar hidrogênio da estrela companheira.

esse hidrogênio se acumula ao redor da estrela, e eventualmente se torna tão quente que entra em erupção numa explosão termonuclear.

Essa explosão acontece na superfície da anã branca e a esse fenômeno se dá o nome de nova.

Em 2009 os astrônomos observaram uma explosão dessa, no sistema binário V1213 Cen.

Porém, o que tem de interessante nisso, é que os astrônomos estavam monitorando esse sistema desde 2003, assim eles conseguiram algo raro, ver o sistema antes da explosão, ver a nova surgir e ver como o sistema ficou depois da explosão.

Durante esses anos, os astrônomos viram o sistema variar de brilho periodicamente, essa variação está ligada ao hidrogênio sendo bombeado para a superfície da anã branca.

Essas variações periódicas indicam que a transferência estava ocorrendo de maneira lenta e instável.

Depois que a explosão aconteceu, o sistema sobreviveu, porém um pouco diferente.

Agora, ele estava mais brilhante, devido à radiação que foi emitida durante a explosão e também a taxa com a qual a anã branca estava sugando o hidrogênio aumentou.

Depois da explosão os astrônomos não observaram mais as variações, o que indica que o hidrogênio está sendo transferido de forma contínua.

Essa mudança na taxa de transferência de hidrogênio sempre foi prevista, mas nunca confirmada e observada, essa foi a primeira vez.

Agora os astrônomos podem até pensar em esperar a próxima explosão da V1213 Cen, será?

Acho difícil, ela deve acontecer daqui a milhões de anos.

Fonte:





Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Gisele Guedes, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

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5 Anos do Meteoro de Chelyabinsk - Guia do Espaço S02E03 | Bláblálogia

Dia 15 de Fevereiro é comemorado o dia em que um grande bólido explodiu nos céus a cerca de 30 km acima da região de Chelyabinsk na Rússia. O objeto que deu origem a esse meteoro tinha cerca de 20 metros de diâmetro e a explosão foi equivalente a 30 bombas nucleares. A explosão foi tão forte que a onda de choque acabou quebrando vidros, derrbuando coisas, paredes e no final ferindo cerca de 1000 pessoas. Nesse 15 de Fevereiro de 2018, comemoramos os 5 anos desse grande evento recente.

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