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Perseidas E O Objeto Mais Perigoso Para a Humanidade - Space Today TV Ep.384

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Perseidas E O Objeto Mais Perigoso Para a Humanidade - Space Today TV Ep.384

Todo mês de Agosto, como vocês já sabem existe uma grande expectativa para a chuva de meteoros das Perseidas. Esse ano, devido a uma influência de Júpiter, alguns modelos apontam para uma taxa de meteoros maior do que o normal.

Lembrando que para nós no Brasil, essa chuva de meteoros não é das melhores para ser observada.

O pai dessa chuva de meteoros é o cometa 109P/Swift-Tutle, um cometa que tem uma órbita de 133 anos, e deve retornar para as proximidades da Terra em 2126.

A órbita do cometa é muito bem definida e calculada, e até 4479 estamos livre de qualquer impacto do cometa com o nosso planeta. Porém se aumentarmos muito esse tempo devido à perturbação da órbita do cometa pelos planetas gigantes gasosos, essa chance aumenta, muito pouco, para 0.000002%.

Existe uma maneira de se calcular a distância com a qual um objeto passa da Terra, e se fizermos isso para o Swift-Tuttle, chegaremos À distância de 133000 quilômetros ou seja, um terço da distância entre a Lua e a Terra. Levando em consideração que os demais objetos que são considerados potencialmente perigosos, são asteroides com apenas metros de diâmetro, o Swift-Tuttle, com seus 26 km de diâmetro é o objeto mais perigoso conhecido pela humanidade.

Mas fiquem tranquilos, que nada vai acontecer nos próximos milhares de anos.

Hoje, às 21:00 hora de Brasília, farei uma live para conversar sobre a chuva de meteoros das Perseidas mostrando a transmissão do Slooh. Quem quiser aparecer será uma honra:



Fonte:



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NASA Quer Criar o HAMMER Para Martelar Um Asteroide Para Longe - Space Today TV Ep.1153

E se um asteroide de tamanho razoável vier em nossa direção?

O que podemos fazer? Temos alguma tecnologia para desviar, explodir, ou isso é só coisa do filme Armagedon e colocar uma bomba atômica num asteroide é só mais um trabalho que um perfurador de poço de petróleo pode fazer?

Hoje, num cenário hipotético de um asteroide vindo em nossa direção, nem Bruce Willis nos salvaria, nào temos tecnologia para desviar nem explodir, nem fazer nada, vai nos restar somente fugir para as montanhas.

Mas pode ser que no futuro tenhamos essa tecnologia.

Na verdade é nisso que um grupo de agências e fundações científicas nos EUA veem trabalhando de forma constante.

Tentar pensar, desenvolver algo que pudesse nos livrar do mesmo fim que os dinossauros.

Acabou de ser publicado um artigo na revista Acta Astronautica, que mostra um desses esforços, na verdade a ideia do desenvolvimento de uma nave, de um sistema para se livrar de um asteroide.

A nave se chama HAMMER, sigla para Hypervelocity Asteroid Mitigation Mission for Emergency Response.

Esse nome também não é a toa, a ideia é que nave, através de um impacto cinético, algo como um martelo, ou hammer em inglês, pudesse bater no asteroide para desviar sua órbita.

E o alvo?

O alvo é ele, o Bennu, sim existem cálculos que mostram uma pequena probabilidade do Bennu se chocar com a Terra no ano de 2135, a probabilidade é de 1 em 2700.

O Bennu tem cerca de 500 metros de diâmetro e pesa mais de 79 bilhões de quilos.

A ideia principal é que ocorra um choque com o asteroide capaz de desviá-lo de sua órbita levemente, mas sem partir esse asteroide no meio, porém, existem limites, e esse estudo calculou esses limites, até onde um impacto só seria necessário, e onde seria preciso agir como Bruce Willis, ou seja, explodir o asteroide com uma bomba atômica

Óbvio que nada disso seria fácil, você teria que construir a nave, lançar, viajar até o asteroide, se chocar com ele, tudo isso num tempo hábil de modo que sua órbita pudesse ser alterada lentamente e ele então desviasse da Terra.

Os pesquisadores simularam vários cenários, lançando a nave entre 10 e 25 anos do impacto previsto.

No cenário de 10 anos, seriam necessários entre 34 e 53 lançamentos de um foguete como o Delta IV Heavy cada um deles carregando um HAMMER para fazer com que um asteroide como o Bennu desviasse da Terra.

E no cenário de 25 anos, seriam necessários entre 7 e 11 lançamentos, o número exato depende da distância da Terra até o asteroide e de várias outras condições.

No artigo tambémm é calculado que objeto seria desviado com um único impacto, e eles chegaram a conclusão que seria um objeto de 90 metros de diâmetro para ser desviado de uma distância equivalente a 1.4 raios da Terra isso mandando a nave 10 anos antes.

Se for para desviar um objeto de apenas 1 quarto do raio da Terra, seria possível fazer isso com um objeto de 152 metros de diâmetro.

No caso de um objeto como o Bennu, um único HAMMER não daria conta do recado.

Mas se a opção fosse detonar o asteroide com armas nucleares aí sim, seria possível. Óbvio que é uma opção que seria extremamente criticada, mas que seria necessária.

A ideia seria detonar uma carga nuclear a uma certa distância do Bennu, os raios-X gerados vaporizariam o material, criando um tipo de propulsão o que faria com que ele desviasse da Terra.

Essa ainda não é a opção mais radical, a mais radical de todas é aí sim, explodir o asteroide e gerar pequenos asteroides que poderiam cair na Terra sem problema, no caso do Bennu, cada pedaço teria menos de 1% da massa do objeto inicial, esse seria um caso extremo onde uma situação de muita emergência acontecesse.

Esse foi o primeiro de uma série de artigos que serão publicados sobre esse tipo de estudo, ou seja, a investigação de cenários de desvio de asteroides, ou como eles chamam de mitigação de colisão.

Os próximos objetos que serão estudados é o asteroide Didymos B alvo da missão DART da NASA e o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.

E aí precisaremos ou não do Bruce Willis?

Fonte:



Artigo:

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Será Que Batemos Em Outro Universo? - Space Today TV Ep.694

Se você ainda não conhece, hoje, você vai conhecer o CMB, o mapa da radiação de microondas cósmica de fundo do universo.

Esse mapa de CMB é o mapa que mostra os resquícios do Big Bang, é um dos mapas mais importantes para se entender a história evolutiva do universo.

Mas existem coisas nesse mapa que ainda não têm explicações.

Quando o mapa é cortado na temperatura 2.73 graus acima do zero absoluto, aparece numa determinada região, uma Mancha Fria, essa mancha é 0.00015 graus mais fria do que a região ao seu redor.

Durante muito tempo os pesquisadores afirmavam que essa Mancha Fria existia devido à presença de um Super Vazio no universo.

Esses Super Vazios realmente existem e surgem como um efeito da expansão acelerada do nosso universo.

Recentemente um grupo de pesquisadores fez um estudo detalhado do desvio para o vermelho de 7000 galáxias, e o resultado foi que não se pode encontrar evidência alguma de um Super Vazio capaz de explicar essa Mancha Fria no CMB, usando a teoria padrão da cosmologia.

Esse novo estudo mostrou que a Mancha Fria é na verdade formada por pequenos vazios circundados por aglomerados de galáxias, algo muito parecido com o que acontece nas demais regiões do universo.

Mas a mancha fria existe, está lá, e se não é um Super Vazio, o que é?

Os pesquisadores disseram que existe a chance de 1 em 50 que seja apenas uma coincidência, ou seja, não sepode descartar totalmente o fato da Mancha Fria ser causada por uma flutuação incomum explicada pelo modelo cosmológico padrão.

Mas caso não seja isso, aí a explicação é bem exótica.

Essa Mancha Fria poderia ser causada pelo choque do nosso universo com outro universo e se isso for comprovado com análises mais profundas e complexas da CMB, a Mancha Fria seria a primeira evidência para suportar a teoria dos multiversos.

Por enquanto o que se pode dizer é que um Super Vazio não explica a Mancha Fria, e que novas ideias podem sim ser testadas para tentar explicar essa pequena, porém enigmática anomalia no nosso universo.

Fonte:



Artigo:



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Uma Nova Mega Estrutura Alienígena na Via Láctea? - Space Today TV Ep.1586

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Os astrônomos descobriram uma segunda estrela na nossa galáxia que apresenta um comportamento estranho, lembrando muito o da KIC 8462852, a Estrela de Tabby. Essa estrela é conhecida como VVV-WIT-07 e apresenta uma queda de brilho de cerca de 80%, ou seja, muito mais estranha que a Estrela de Tabby. Os astrônomos não sabem ao certo o que é ainda, e pretendem observar de forma mais intensiva a estrela para tentar chegar a uma resposta.

#NovaMegaEstruturaAlienígena

Fonte:



Artigo:

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Buracos Negros - A Porta Dos Fundos do Universo - Space Today TV Ep.387

Buracos negros, não me canso de falar que são provavelmente os objetos mais intrigantes, misteriosos e surpreendentes do nosso universo, além é óbvio de ser extremamente difíceis de serem estudados.

Um dos maiores problemas relacionados com o estudo dos buracos negros está no fato de que no ponto de singularidade gravitacional, localizado bem no centro do buraco negro, as leis da física simplesmente param de funcionar.

Porém, tudo isso tem uma vantagem, se somarmos o fato dos buracos negros ainda serem muito misteriosos e no ponto de singularidade as leis da física pararem de funcionar, eles são um grande laboratório para testar os mais diversos tipos de conceitos e teorias que você desejar.

E com base nessa premissa, dois pesquisadores da Universidade de Valência, propuseram uma teoria muito interessante sobre os buracos negros.

Segundo eles, a singularidade gravitacional seria uma imperfeição na estrutura geométrica do espaço-tempo, com estruturas geométricas parecidas com a de um cristal.

Da mesma forma que os cristais possuem imperfeições na sua estrutura microscópica, a região central do buraco negro poderia ser interpretada como uma anomalia no espaço-tempo.

Usando essas novas geometrias, os pesquisadores chegaram à descrição dos buracos negros onde o ponto central torna-se uma pequena superfície esférica. Essa superfície é interpretada como sendo um buraco de minhoca dentro do buraco negro.

Por mais viajante que seja essa teoria, ela resolve alguns problemas de interpretação dos buracos negros.

O primeiro é o fato da singularidade, nessa nova teoria, existe uma porta no centro do buraco negro, o buraco de minhoca, através da qual o espaço e o tempo podem continuar, e as leis físicas poderiam continuar sendo aplicadas.

Outro problema que essa interpretação resolveria, seria a necessidade de se utilizar uma fonte de energia exótica para gerar buracos de minhoca.

Na teoria de Einstein, os buracos de minhoca sá aparecem na presença de matéria com propriedade incomum, e que nunca foi observada, na nova teoria, os buracos de minhoca apareceriam da matéria ordinária e da energia, como um campo elétrico.

Outro problema resolvido seria com relação ao paradoxo da informação, pois ao entrar num buraco negro, nada seria perdido, só sairia, digamos por uma porta dos fundos.

Assim, os buracos negros poderiam ser a porta dos fundos do universo. Agora, onde essa porta daria, e o que tem depois dela, aí é outra história.

Fontes:





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Será Que Um Cometa Se Chocou Com a Terra em 10950 a.C.? - Space Today TV Ep.690

Que tal misturar um pouco de arqueologia com astronomia?

Bem, mas bem antes de existir a internet para divulgar os acontecimentos astronômicos, e até mesmo o papel, os seres humanos que viveram a milhares de anos atrás, escreviam suas observações nas rochas.

São conhecidas inúmeras pinturas rupestres que relacionam eventos celestes, como a própria supernova do caranguejo, escrita e descrita em rochas pelo povo chinês.

A ciência que integra estudos arqueológicos com eventos astronômicos, recebe o nome de arqueoastronomia.

E recentemente, um grupo de pesquisadores descobriu evidências cravadas em rochas de que um evento astronômico catastrófico oscorreu na Terra há muito tempo atrás.

Antes das evidências arqueológicas, a análise de amostras retiradas na Groenlândia sugeriam que um cometa havia se chocado com a Terra, e isso levou nosso planeta a experimentar um período de 1000 de congelamento.

Outras evidências sugerem que devido a esse resfriamento do nosso planeta, grupos de pessoas começaram a se juntar, migrar e deram início a uma agricultura bem desenvolvida.

Agora, recentemente, um grupo de pesquisadores, descobriu no chamado Gobekli Tepe, um pilar de rocha com escritos que se alinham perfeitamente com o choque de um cometa na Terra em 10950 a.C.

O pilar contém inscrições que parecem documentar o evento devastador, provavelmente o choque de um cometa ou de resquícios de um cometa na Terra, que causou um impacto ambiental ao redor do globo e a possível perda de vidas.

Os pesquisadores levaram as inscrições para um computador onde analisarama provável relação dos desenhos com constelações, e isso deu certo, revelando fortes relaçòes entre os carácteres encontrados no pilar e os símbolos astronômicos que estavam no céu em 10950 a.c.

Como as pessoas levaram um certo tempo para criar os símbolos no pilar , isso sugere que algo muito importante aconteceu durante o mesmo período de tempo que as amostras de gelo da Groenlândia, sugerem.

talvez, o choque de um cometa com a Terra em 10890 a.C.

Os pesquisadores analisaram também que esse evento pode ter alterado até o eixo de rotação da Terra.

é um tema muito interessante, e é através da arqueoastronomia que é possível com base no passado entender um pouco do presente e quem sabe até prever o futuro.

fonte:



Artigo:



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Será Que O Asteroide Apophis Vai Se Chocar Com a Terra? - Space Today TV Ep.817

Um novo estudo do asteroide Apophis de 400 metros de diâmetro, calculou que a chance dele se chocar com a Terra é de 1 em 100 mil no próximo século. Lógico, é uma probabilidade extremamente baixa.

O asteroide Apophis foi descoberto em 2004, e ele irá passar pela Terra no dia 13 de Abril de 2029, a uma distância estimada de 29470 km, depois, em Abril de 2036, ele retornará e passará a cerca de 49 milhões de km de distância da Terra.

Esse novo estudo é importante, pois mostra que quando as órbitas dos NEOs e PHAs, são refinadas, a incerteza diminui, e um asteroide que num primeiro momento poderia se chocar com a Terra, refinando os cálculos mostra que ele não irá se chocar mais. Entenda tudo isso nesse vídeo.

Fonte:



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Space Today TV Ep.107 - Evidências de Um Planeta Gigante no Sistema Solar

- O Sistema Solar realmente nos surpreende a muitos séculos. A 1000 anos atrás os observadores do céu conheciam seis planetas, Mercúrio, Vênus, Terra, MArte, Júpiter e Saturno.

- Graças a invenção do telescópio Urano foi descoberto em 1781, e devido a algumas discrepâncias na sua órbita, outro objeto também foi descoberto, o planeta Netuno.

- Nos anos 30 Plutão foi descoberto e ficou classificado como planeta até o ano de 2006, quando, devido a uma redefinição do termo planeta, Plutão foi reclassificado como planeta anão. Desde então muito se tem discutido sobre a possibilidade do Sistema Solar ter outro, ou outros planetas.

- Nesse dia 20 de Janeiro de 2016, dois astrônomos do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Constantin Batygin e Mike Brown, anunciaram num artigo publicado no The Astronomical Journal, que eles encontraram fortes evidências para a existência de um nono planeta no Sistema Solar, com um tamanho aproximadamente igual a NEtuno e que orbita o Sol a cada 15000 anos. A descoberta ainda não foi confirmada observacionalmente, mas os cálculos e simulações feitas pelos astrônomos indicam que esse objeto deve mesmo existir.

- Os cientistas inferiram a existência desse planeta estudando a órbita de seis objetos do cinturão de Kuiper, os chamados KBOs, e concluíram que existia somente uma chance em 15000, ou seja, 0.007% de probabilidade de ser coincidência o fato da órbita desses objetos se aglomerarem da maneira como são.

- Para chegar a essa configuração é necessário a existência de um planeta com massa 10 vezes a massa da Terra, para que as órbitas fossem inclinadas como são em relação ao plano do Sistema Solar e também fossem estranhamente elípticas.

- A órbita do planeta inferido também é muito inclinada e com uma excentricidade muito grande. O ponto mais próximo do planeta com relação ao Sol fica sete vezes mais distante do que Netuno, ou 200 Unidades Astronômicas, além disso o planeta inferido tem seu ponto mais distante entre 600 e 1200 Unidades Astronômicas, ou seja, algo bem além do que o Cinturão de Kuiper, a região dominada por pequenos mundos congelados e que começa na borda de Netuno a cerca de 30 UA do Sol.

- Além de Eris, muitos outros mundos foram descobertos nos confins do Sistema Solar. Sedna, foi um desses objetos, e até pouco tempo era considerado como sendo o responsável pelas alterações na órbita de NEtuno.

- Um problema contra a hipótese dos cientistas, é que não existem observações desse planeta, nem mesmo o WISE que vasculha o céu com precisão em comprimentos de onda específicos para buscar objetos frios e distantes do Sol conseguiu encontrar alguma coisa. O que, de acordo com os cientistas da descoberta mostra que o Planeta X ainda está no limbo e fora do campo de visão do WISE.

- Os astrônomos têm boas pistas de onde procurar, e agora, com essa forte evidência anunciada, irão voltar os grandes telescópios do mundo, como o Telescópio Subaru no Havaí para a região do céu onde eles acreditam que o Planeta X deve estar e começar a fazer uma cuidadosa e delicada campanha de observação.

- Só nos resta mais uma vez esperar pelas observações e pela confirmação visual desse Planeta, para podermos novamente reescrevermos os livros de astronomia, no capítulo sobre o Sistema Solar. É uma descoberta realmente sensacional, e faz com que possamos testemunhar essa grande fase que vivemos na astronomia.

- O que vocês acham, os astrônomos conseguiram observar e confirmar a existência do Planeta X? Deixem nos comentários.

Fontes:
















Link para o artigo no Slideshare:



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Space Today TV Ep.113 - As 10 Maiores Estrelas do Universo

- Alguns pontos importantes sobre a lista das 10 maiores estrelas do universo:

- 1 - Todas as estrelas aqui listadas tiveram seu tamanho comparado ao raio do Sol que é de aproximadamente 695500 quilômetros.

- 2 - Existem muitas incertezas na determinação do tamanho de determinadas estrelas, pois elas podem ser estrelas variáveis, podem ser estrelas ainda mergulhadas num disco de poeira e todas essas variáveis prejudicam a medição precisa do tamanho. Provavelmente você encontrará listas que divergem um pouco dessa, não nas estrelas, mas mais provavelmente na colocação delas, essa divergência surge dessas incertezas.

- 3 - Existem razões teóricas para se esperar que nenhuma estrela na Via Láctea seja maior do que aproximadamente 1500 vezes o raio do Sol, com base nos modelos de evolução estelar e na Zona de Instabilidade Hayashi. O limite exato depende da metalicidade da estrela, assim, por exemplo, estrelas do tipo super-gigantes nas Nuvens de Magalhães possuem limites levemente diferente de temperatura e luminosidade. Estrelas que excedem esse limite são vistas passando por grandes erupções e mudam o seu tipo espectral no intervalo de poucos meses.

- Por todos esses pontos a pesquisa não é fácil de ser feita, e por esse motivo também a lista não é completa e nem definitiva, ela pode sofrer alterações.

- Outro ponto importante, a lista não leva em conta a luminosidade, e nem o brilho aparente das estrelas, essas seriam outras listas que deveriam ser construídas.

As 10 Maiores Estrelas do Universo são:

1 - UY Scuti - 1708 x Raio Solar
2 - NML Cygni - 1642 x Raio Solar
3 - RW Cepehei - 1636 x Raio Solar
4 - WOH G64 - 1540 x Raio Solar
5 - Westerlund 1-26 - 1530 x Raio Solar
6 - VX Sagittarii - 1520 x Raio Solar
7 - VV Cephei A - 1500 x Raio Solar
8 - VY Canis MAjoris - 1420 x Raio Solar
9 - KY Cygni - 1420 x Raio Solar
10 - AH Scorpii - 1411 x Raio Solar

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Hubble Observa Cometa Se Desintegrando - Space Today TV Ep.438

Os cometas são objetos realmente espetaculares que vagam pelo nosso Sistema Solar, e mesmo sendo observados a exaustão, estudados e analisados, ainda podem nos surpreender.

O Telescópio Espacial Hubble durante três dias de observação em Janeiro de 2016, mostrou que o Cometa 332P/Ikeya-Murakami, ou Cometa 332P se partiu no espaço, criando 25 blocos de gelo e poeira e que agora acompanham o corpo principal do objeto em sua jornada pelo Sistema Solar.

Essas são as imagens mais nítidas e detalhadas desse tipo de fenômeno registrada por um telescópio, e aconteceu a cerca de 140 milhões de km da Terra.

As observações sugerem que o cometa pode ter entrado numa rotação tão rápida que começou a ejetar gigantescos blocos de sua superfície, de modo que os detritos agora se espalham por uma extensão de cerca de 6000 km no espaço.

Essas observações são de suma importância para se entender ainda mais sobre o comportamento dos cometas.

O Cometa 332P foi descoberto em Novembro de 2010 por dois astrônomos amadores japoneses, Kaoru Ikeya e Shigeki Murakami, quando foi registrado pelo Hubble ele estava além da órbita de Marte. E mede cerca de 500 metros de diâmetro.

Com base nos dados do Hubble, os pesquisadores sugerem que a luz do Sol aqueceu o cometa, fazendo com que ele começasse a emitir jatos de gás e poeira a partir da sua superfície.

Pelo fato do núcleo ser pequeno, esses jatos agiram como verdadeiros motores, fazendo com que o cometa entrasse numa rotação muito rápida, com essa rotação foi complicado se manter coeso e o cometa começou a perder grande quantidade de massa através de detritos enormes sendo lançados ao espaço.

A visão de alta resolução do Hubble foi capaz de identificar diferenças no material ejetado pelo cometa. Existe um fragmento gigantesco que se localiza perto do núcleo do cometa tão grande quanto esse núcleo e que pode ter sido resultado de uma explosão em 2012. Esse fragmento sugere que o cometa primeiro foi dividido em dois.

Os pesquisadores estimam que o Cometa 332P tem massa suficiente para aguentar mais 25 explosões, se cada episódio acontece a cada 6 anos, quer dizer que o cometa ainda pode sobreviver por mais 150 anos aproximadamente.

Essa não é a primeira vez que o Hubble observa um cometa se partindo em pedaços, como não lembrar do Shoemaker-Levy 9 que se espatifou em Júpiter e além dele, em 2006, o Hubble observou a ruptura do Cometa 73P/Schwassmann-Wachmann 3, ou 73P, onde o Hubble observou 60 pedaços, mas como o cometa não pôde ser observado por muito tempo não foi possível estudar a evolução dos fragmentos com o passar do tempo.

Esse tipo de observação é muito importante para entendermos melhor os cometas, seu comportamento, sua dinâmica, o efeito causado pelo planetas gigantes em sua órbita, o comportamento dos elementos voláteis, ou seja, todas as características que façam com que possamos entender cada vez mais sobre esses misteriosos e importantes objetos que carregam os segredos da história do Sistema Solar.

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Perseidas 2016 - Space Today TV Ep.380

Todo ano, nessa mesma época começa todo o frenezi pela chuva de meteoros dos Perseidas. Essa chuva de meteoros é causada pelos detritos do cometa 109P/Swift-Tutle deixados na órbita da Terra, quando o nosso planeta cruza essa região, temos a chuva de meteoros.

A chuva fica ativa de 17 de Julho até 26 de Agosto, e o pico acontece na madrugada entre os dias 11 e 12 de Agosto, ou seja, na madrugada de sexta-feira, pouco antes do Sol nascer.

Embora seja muito comentada, principalmente pela imprensa especializada dos EUA, para nós aqui no Brasil, a chuva dos Perseidas não é muito favorável. Em primeiro lugar, o radiante da chuva, na constelação de Perseus fica muito baixo no horizonte, atingindo uma altura melhor já perto do nascer do Sol. Esse ano, ainda temos a Lua para atrapalhar a visualização dos meteoros, e o horário do pico é às 10 da manhã, hora de Brasília, ou seja, tudo conspira para que ela não seja uma chuva muito prolífica.

Os prognósticos são de 150 a 200 meteoros por hora, mas em condições excelentes, com o radiante no zênite e em locais que estarão na madrugada perto da hora de pico. Esse ano, a região do Oceano Pacífico, Japão, China, Austrália.

Mesmo assim, se você quiser observar a chuva, escolha um lugar seguro e escuro, longe da poluição luminosa das cidades, pegue uma cadeira confortável de preferências aquelas que reclinam e fique olhando para o horizonte norte, caso você observe algum meteoro comente no vídeo!!!

Boa sorte a todos que irão observar a chuva de meteoros e fico no aguardo do relato de vocês.

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Space Today TV Ep.55 - O Que Está Acontecendo Com a Estrela KIC 8462852?

- A missão Kepler funcioonou de 2009 a 2013 observando cerca de 150000 estrelas nas constelações da Lyra e Cygnus, buscando por exoplanetas, ou seja, planetas que orbitam outras estrelas que não seja o Sol.

- Com esses candidatos observados, os dados são passados para telescópios em Terra, que usando basicamente espectroscopia conseguem primeiro, confirmar a descoberta de um exoplaneta e também definir sua composição, sua atmosfera entre outras propriedades.

- Dessa maneira, o Kepler já descobriu 103 exoplanetas confirmados em 440 sistemas estelares até Janeiro de 2015, com 3199 candidatos ainda necessitando de confirmação. Os números no vídeo estão diferentes pois estão atualizados!!! (Desculpa).

- Dito isso, vamos para a análise específica da estrela KIC 8462852.

- A curva de luz dessa estrela foi analisada pelos cientistas cidadãos do projeto Planet Hunters. Ela é uma estrela localizada a cerca de 1500 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Cygnus, sendo mais massiva, mais quente e mais brilhante que o Sol, com uma magnitude aproximada de 12, ou seja, impossível de ser observada a olho nu.

- Ao analisar a luz dessa estrela por um longo período de tempo, os voluntários notaram por volta do dia 800 uma queda de luz de 15% e depois voltou a manter o seu brilho normal. Depois, entre os dias 1510 e 1570, os voluntários notaram uam diminuição ainda maior no brilho da estrela, uma queda de 22%, algo muito maior do que normalmente é observado nesses eventos de trânsitos de exoplanetas.

- Além disso, exoplanetas mostram diminuições de brilho regulares e repetidas, de acordo com a órbita deles ao redor da estrela. O que não estava acontecendo com a estrela observada.

- Surgiu então um problema, como explicar as grandes quedas de brilho e o ponto delas não serem periódicas. Várias hipóteses foram então criadas para tentar se ajustar aos dados observados.

- O que nada mais é que a aplicação, mais uma vez da metodologia científica.

- A hipótese que melhor se ajusta aos dados observados da estrela KIC 8462852, é que exista uma família de exocometas passando à frente da estrela. Um grande cometa pode ter se fragmentado e esses fragmentos ao cruzar o disco estelar reduzem de forma irregular o brilho da estrela. A hipótese é colaborada pela presença de uma estrela próxima, que pode ter perturbado os exocometas e os colocado em órbita de colisão com a estrela principal. Pelo fato dos cometas emitirem gases ao se aproximarem das estrelas essa hipótese em breve poderá ser comprovada.

- O que aconteceu então?

- A autora principal do artigo, mostrou suas ideias para o Jason Wright, um astrônomo que estuda exoplanetas e que não coincidentemente tem pesquisado como seria possível observar estruturas alienígenas nos dados do Kepler.

- A hipótese criada por Jason wright é que o que o Kepler estaria vendo é uma Esfera de Dyson, uma ideia proposta por um físico, Freeman Dyson que popularizou a ideia na década de 1960. A ideia seria construir uma esfera ao redor da estrela para aproveitar a energia dessa estrela num planeta. A esfera não seria algo contínuo, mas sim formada por diversos painéis e por isso estaríamos observando as variações irregulares no brilho da estrela. Uma analogia criada pelo próprio Jason Wright, é que seria como observar pessoas passando pela persiana de uma janela.

- O próprio Jason Wright diz que essa hipótese não deve ser verdadeira, mas também não deve ser totalmente excluída, já que ainda estamos buscando por uma explicação. Ele se mostrou bem tranquilo ao expor a ideia, sem levar para o lado sensacionalista.

- Vamos lembrar que isso já aconteceu anteriormente, quando o primeiro pulsar foi descoberto e foi chamado de LGM-1 (Little Green Men).

Fontes:









Links para os artigos no Slideshare:

Artigo sobre a KIC 8462852:



Esfera de Dyson, por Jason Wright:



Post no blog com imagens, artigos e texto completo:



Link para o Planet Hunters:



Link para o Zooniverse:



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Perseidas 2016 - Fechando a Tampa - Space Today TV Ep.392

Fechando a tampa das Perseidas de 2016.

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Cometa 46P/Wirtanen É Estudado Pelo ALMA, Hubble e Sofia - Space Today TV Ep.1637

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Lembra quando eu falei no vídeo cometa 46P/wirtanen, que os astrônomos iam estudar o cometa de todas a mameiras possíveis.

E eu não estava exagerando.

Um cometa passando perto assim da Terra é uma oportunidade única para ele ser estudados de todas as maneiras possíveis.

No caso do 46P/Wirtanen, ele foi estudado pelas antenas do ALMA, pelo Hubble e pelo SOFIAook.

O estudo do ALMA foi feito no dia 2 de Dezembro de 2018, quando o cometa estava a 16.5 milhões de quilômetros da Terra.

A imagem do ALMA mostra em detalhe o núcleo do cometa, o núcleo do cometa que é o que chamamos de uma bola de gelo suja.

E com o seu grande poder de resolução, o ALMA conseguiu imagear os detalhes de pequena escala da distribuição das moléculas de cianeto de hdirogênio no cometa.

Essa molécula é uma molécula orgânica simples e responsável por formar a atmosfera ao redor do cometa.

As imagens do ALMA, como vocês estão vendo, mostram uma região compacta de gás e uma região extensa e difusa, com um padrão assimétrico. Devido a extrema proximidade, do cometa, nós estamos vendo a parte mais interna da coma na vizinhança do núcleo do cometa.

Só por comparaçào com imagens feitas pelos amadores, é preciso saber que embora as imagens pareçam similares, a imagem do ALMA é de uma região do céu que tem somente 5 arcos de segundo, 1000 vezes menor do que a da imagem óptica.

As observações do ALMA confirmaram que o cometa é rico em moléculas orgânicas, ou seja, ainda fica como sendo uma boa ideia para ter trazido os blocos fundamentais da vida para a Terra.

além do ALMA, o Hubble também fez imagens do cometa. Essa imagem que vocês verão agora.

A imagem do Hubble também mostra a parte interna da coma do cometa que não é acessível por imagens feitas em Terra e na imagem é possível ver como os gases são emitidos do núcleo do cometa, do que os gelos do cometa são compostos e como o gás da coma é quimicamente alterado pela radiação solar.

A imagem do Hubble foi feita no dia 13 de Dezembro quando o cometa estava a 12 milhões de quiol?6ometros da Terra.

E para terminar outro grande telescópio que observou o 46P/Wirtanen foi o SOFIA, o telescópio que fica embarcado em um avião.

A imagem do SOFIA é essa que vocês estão vendo aí agora ela foi feira usando um filtro laranja para indicar a intensidade da luz relativa para outros objetos.

O SOFIA consegue também registrar a assinatura química dos diferentes tipos e hidrogênio localizados na água do cometa o que pode ajudar a estudar a origem da água e da vida na Terra.

Toso esses dados ainda serão analisados esse vídeo aqui foi para trazer para vocês as imagens do Wirtanen feitas pelos grandes telescópios que temos, e pelos telescópios da NASA.

como eu disse o cometa representou uma oportunidade única de estudar esse objeto tão próximo do nosso planeta.

#46P/Wirtanen #Hubble #ALMA #SOFIA

fontes:



Astrônomos Registram Estrela Sendo Devorada Por Buraco Negro - Space Today TV Ep.301

Nós já sabemos que os buracos negros estão entre os objetos mais fascinantes do universo e talvez entre os mais misteriosos. Imaginem como deve ser o ambiente nas redondezas de um buraco negro, matéria sendo acelerada a velocidades relativísticas, jatos de raios-X sendo expelidos, estrelas sendo devoradas, entre outras coisas estranhas que devem acontecer ali por perto.

E, embora não possamos (ainda), observar um buraco negro diretamente, podemos sim, estudar vários desses fenômenos que acontecem nas suas redondezas, e a partir deles extrair informações valiosas sobre o buraco negro propriamente dito.

Um desses fenômenos aconteceu a cerca de 3.9 bilhões de anos atrás no coração de uma galáxia distante, quando uma estrela que se aventurou nas cercanias do buraco negro foi totalmente destruída pela sua intensa força gravitacional.

Quando os raios-X produzidos nesse evento, chegaram na Terra, em 28 de Março de 2011, eles foram detectados pelo satélite Swift da NASA, que imediatamente avisou os astrônomos ao redor do mundo.

Em poucos dias de estudos, os cientistas concluíram que a explosão conhecida como Swift J1644+57, representava, não só a ruptura de uma estrela, mas também um tipo de suspiro de um buraco negro anteriormente inativo.

Agora, para entender melhor o que acontece nas vizinhanças de um buraco negro, os astrônomos revisitaram os dados do Swift e integraram nos estudos dados obtidos pelo Observatório XMM-Newton da ESA e pelo satélite Suzaku do Japão.

Estudando esses verdadeiros ecos de luz, os astrônomos conseguiram pela primeira vez mapear o fluxo de gás perto do buraco negro. A técnica que eles empregaram se chama Mapeamento por Reverberação de Raios-X.

Como os buracos negros são invisíveis, é graças a eventos como esses de ruptura estelar e de fluxo de material em direção ao buraco negro que o seu disco de acresção torna-se mais evidente. No caso do Swift J1644+57 o seu disco é mais espesso, turbulento e caótico do que outros discos estáveis.

Basicamente, quanto mais espesso for o disco, as reverberações serão mais evidentes. Essas reverberações são estudadas através do monitoramento de como o brilho muda em diferentes níveis de energia de raios-X, isso porque, o raio-X originado das regiões próximas do buraco negro excitam os íons de ferro fazendo com que eles emitam uma fluorescência, com um brilho distinto em alta energia, chamado de linha de emissão de ferro K.

Esses eventos de ruptura de estrelas até devem ser comuns, mas são muito difíceis de serem identificados, pois essa separação dos níveis de energia não é algo simples de se fazer.

Para se ter uma ideia, o Swift J1644+57 é somente o terceiro evento de ruptura estelar a produzir raios-X de alta energia e até o momento o único a ter o seu pico de emissão registrado.

A dificuldade de se registrar esses eventos reside no fato de que é mais fácil observar em buracos negros inativos, que por sua vez são mais difíceis de serem identificados. Esses eventos de ruptura estelar acabam reativando esses buracos negros e o brilho registrado é como se fosse um suspiro de algo que estava adormecido. Em buracos negros ativos, que estão sendo alimentados constantemente, e expelindo jatos, esse evento acaba sendo sobreposto.

Os astrônomos acreditam que para cada buraco negro ativo acrescendo gás e produzindo radiação, existam 9 na total obscuridade.

Os pesquisadores estimaram a massa do Swift J1644+57 em um milhão de vezes a massa do Sol, mas não conseguiram medir sua rotação.

Entender a dinâmica no ambiente ao redor dos buracos negros e até mesmo conseguir definir melhor a geometria dos buracos negros tem um papel fundamental no entendimento sobre a evolução das galáxias.

Referências:





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O Desaparecimento de Um Cometa - Space Today TV Ep.373

Um cometa encontrou sua morte flamejante no dia 4 de Agosto de 2016, quando ele foi destruído pelo Sol depois de mergulhar em direção à estrela. Esse foi um dos mais brilhantes cometas rasantes que passaram nas últimas duas décadas.

O vídeo do cometa rumando para o Sol foi capturado pelo Solar and Heliospheric Observatory, o SOHO, entre os dias 2 e 4 de Agosto de 2016. Ele mostra o cometa seguindo para o Sol, a uma velocidade incrível de 600 km/s.

Cometas como esse que foi engolido pelo Sol, são cometas rasantes da família Kreutz de cometas e são caracterizados pelas suas órbitas que os levam para muito próximo do Sol. Os cometas Kreutz, acredita-se, são fragmentos de um grande cometa que se partiu a milhares de anos atrás quando ele chegou muito perto do Sol e o seu gelo foi evaporado.

Esse é um dos cometas Kreutz mais brilhantes dos últimos 21 anos, disse um astrônomo na rede social Twitter, e no momento que ele foi destruído pelo Sol, ele era o objeto mais rápido do Sistema Solar.

Esse cometa não caiu no Sol, mas ele foi arrebentado pela força e pelo calor da estrela. Isso acontece com a maior parte dos cometas Kreutz que normalmente são completamente vaporizados pela força do Sol.

Os cometas Kreutz viajam ao longo da trajetória Kreutz, uma órbita que leva 800 anos para ser completada. Os cometas Kreutz passam pelo Sol e são desintegrados praticamente todos os dias, e enquanto a maior parte deles não é notada, os fragmentos maiores como esse podem ser registrados pelas sondas que vigiam o nosso Sol.

O SOH tem acompanhado essa atividade por mais de 20 ano. O satélite é uma missão conjunta entre a NASA e a ESA. Enquanto que a missão principal do SOHO é estudar o chamado clima espacial, observando as flares e explosões solares, ele também consegue fazer o registro de milhares de cometas da família Kreutz.

Fonte:



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Astrônomos Descobrem Exocometa Transitando Estrela - Space Today TV Ep.934

Atualmente temos mais de 4000 exoplanetas descobertos.

Já temos a provável descoberta de uma exolua.

E já recebemos a visita de um cometa vindo de outra estrela.

Se tudo isso já não bastasse, um grupo de pesquisadores anunciou e publicou a descoberta dos primeiros exocometas.

Cometas orbitando uma outra estrela que não seja o Sol.

Os pesquisadores descobriram na verdade 6 exocometas orbitando uma estrela a cerca de 800 anos-luz de distância da Terra.

De 2009 até 2013, o telescópio espacial Kepler investigou e registrou a curva de luz de cerca de 200 mil estrelas, descobriu muitos exoplanetas, outra grande quantidade de candidatos, e esses dados atualmente são públicos para que pessoas no mundo todo possam trabalhar.

Além disso, temo o programa de ciência cidadã, chamado de Planet Hunters, onde a ideia é que pessoas no mundo todo explorem os dados do kepler e ajudem de certa forma os cientistas nas suas descobertas.

Um desses cientistas cidadãos, chamado Thomas Jacobs, gastou 5 meses vasculhando os dados do Kepler, e procurando por coisas inusitadas que os algoritmos de busca automática não pegaram, como quedas de brilho únicas.

Com isso ele conseguiu identificar numa estrela, chamada KIC 3542116, quedas de brilho que não eram simétricas como aquelas causadas por planetas e com a ajuda de um astrônomo profissional, concluíram que aquele padrão estaria relacionado a um objeto que parecia ter sido desintegrado pela estrela.

com isso eles chegaram a conclusão que o que estava causando essa queda de brilho seria um cometa do tamanho do cometa Halley aproximadamente, e devido ao padrão observado puderam concluir que o cometa está sendo vaporizado ao passar perto da estrela, gerando uma cauda e essa cauda contribui também para a diminuição do brilho da estrela.

Essa representa a primeira vez, que por meio da técnica de fotometria de trânsito os pesquisadores conseguem detectar um objeto pequeno como um cometa orbitando uma outra estrela.

Os pesquisadores agora esperam o TESS, o James Webb, e os grandes telescópios da próxima geração para continuar esse tipo de pesquisa, e até mesmo confirmar essa descoberta como realmente um exocometa.

Fontes:





Artigo:



Link Para a Loja:



Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





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Os Primeiros Resultados da JUNO - Space Today TV Ep.418

Está aí o que muita gente queria, a Juno começou a mandar as primeiras imagens do seu primeiro encontro com Júpiter, acontecido no último sábado, dia 27 de Agosto de 2016.

Nesse dia, a sonda passou a 4200 quilômetros acima das nuvens de Júpiter, e durante as seis horas de sobrevoo pelo planeta a sonda adquiriu seis megabytes de dados que levaram um dia e meio para serem baixados da sonda.

Só para lembrar, a sonda Juno tem uma órbita polar, ou seja, passa sobre os polos de Júpiter. E é isso que as primeiras imagens mostram.

O polo norte de Júpiter, possui uma grande quantidade de sistemas parecidos com tempestades, mas não apresenta o bandamento encontrado no resto do planeta.

Na verdade essa região pouco se parece com o resto de Júpiter. O polo norte é mais azulado do que o resto e algumas sombras podem ser observadas, concluindo-se que as nuvens estão numa altura mais elevada do que as demais feições.

Não foi notado nenhum sistema como a tempestade hexagonal de Saturno, por exemplo, mostrando que Júpiter é um planeta único mesmo.

Além da JunoCam, todos os outros 8 instrumentos da Juno estavam ligados e coletando informações.

O JIRAM que estuda o planeta no infravermelho conseguiu registrar pontos mais quentes nos polos, que nunca haviam sido vistos antes, além de mostrar algo inédito, uma aurora no polo sul de Júpiter, algo que nunca havia sido visto por nenhum outro instrumento.

Entre os dados mais impressionantes coletados estão os sons capturados pelo instrumento WAVES, sons esses emanados de uma região acima do planeta. Essas emissões de rádio, são conhecidas desde a década de 1950, mas só agora poderão ser estudadas em detalhe.

Essas emissões são as mais fortes do tipo em todo o Sistema Solar e agora poderão ser entendidas em toda a sua complexidade.

Enfim, essa foi só a primeira passagem da sonda Juno perto de Júpiter, restam outras 36 passagens que certamente continuarão revelando os segredos do gigante gasoso.

Fonte:



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Será Que a Vida Na Terra É Prematura do Ponto de Vista Cósmico? - Space Today TV Ep.372

Muitos aqui já ouviram falar no paradoxo de Fermi, ele, bem resumidamente, diz o seguinte, que dada a idade do universo e dada a quantidade de estrelas que temos no universo, nós deveríamos encontrar evidências de vida inteligente em algum lugar.

O argumento é baseado principalmente na diferença de tempo entre o Big Bang, que aconteceu a 13.8 bilhões de anos atrás e o nascimento do Sistema Solar que aconteceu a 4.5 bilhões de anos atrás.

Essa diferença de 9.3 bilhões de anos seria mais do que o suficiente para que a vida se desenvolvesse em algum lugar no universo.

Porém um novo estudo teórico feito por pesquisadores do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, com o título Probabilidade Relativa Para a Vida Como Função do Tempo Cósmico, calculou a probabilidade de planetas parecidos com a Terra se formarem no universo, começando desde o momento em que as primeiras estrelas se formaram, 30 milhões de anos depois do Big Bang.

E a conclusão que eles chegaram é que a vida, como a conhecemos é determinada pela massa da estrela.

Estrelas com grande massa, 3 ou mais vezes a massa do Sol, tem um curto período de vida, e por isso, seria pouco provável que se tivesse tempo para a vida surgir antes da estrela morrer.

Já estrelas de massa menor, como as anãs vermelhas por exemplo, que tem cerca de 0.1 vezes a massa do Sol, vivem muito mais, existem modelos astrofísicos que dizem que essas estrelas podem viver por 10 trilhões de anos.

Com todo esse tempo a probabilidade de desenvolverem planetas cresceria por um fator de 1000, com relação a hoje.

Os pesquisadores concluíram então que a nossa vida, surgiu de maneira prematura no universo, e por isso não encontramos outras civilizações, pois elas devem aparecer muito mais tarde, daqui a bilhões, ou até mesmo trilhões de anos.

Porém, existe também uma hipótese alternativa, essas jovens estrelas no começo da vida, são muito violentas, gerando gigantescas explosões e flares, que poderiam aniquilar com os planetas formados ao seu redor.

Assim, além do fato da vida ser prematura na Terra, pode ser que a vida em planetas ao redor de estrelas jovens tenha sido aniquilada sem chegar a uma maturidade.

A conclusão dos pesquisadores é, a única maneira de encontrarmos uma resposta é continuarmos procurando por planetas parecidos com a Terra, e para isso, o Telescópio Espacial James Webb e o TESS terão um papel fundamental.

Fonte:



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Artigos:





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Paradoxo de Fermi:



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Live - 4 Anos do Curiosity em Marte:

Evento no Facebook:



Link no YouTube:



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Buracos De Minhoca Poderiam Gerar As Ondas Gravitacionais? - Space Today TV Ep.1308

****Pesquisa do Space Today:



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Já falei aqui para vocês que a física teórica é algo realmente sensacional, com ela é possível explorar soluções diferentes para coisas que até então já estavam resolvidas.

A mais nova da física teórica é, as ondas gravitacionais detectadas pelo LIGO e pelo VIRGO podem não ter sido geradas pela fusão buracos negros, mas sim por buracos de minhoca em rotação.

As ondas gravitacionais que foram detectadas primeiramente pelo LIGO em 2015, resolveram alguns problemas importantes da astrofísica, pois provaram a existência de buracos negros de massa estelar e o fato deles poderem se fundir.

Tudo parecia então resolvido, quando um grupo de físicos teóricos resolveu pensar no seguinte.

Os buracos negros representam uma grande contradição para os princípios da mecânica quântica.

Os buracos negros possuem um horizonte de eventos, ponto a partir do qual não se tem volta, ou seja, passou do horizonte de eventos você cairá no buraco negro.

E já a física quântica diz que uma informação nunca é perdida, ela sempre é preservada, dessa maneira um buraco negro que engole tudo, do ponto de vista da física quântica não deveria existir.

Para tentar resolver esse conflito, esse grupo de físicos teóricos resolveu pensar que as ondas gravitacionais foram geradas pelos chamados Objetos Compactos Exóticos, ou ECO, do inglês.

Um desses objetos seriam os buracos de minhoca.

Os buracos de minhoca para quem não sabe, foram previstos pela Teoria Geral da Relatividade de Einstein, e seriam como túneis no espaço-tempo, que poderiam criar atalhos no universo.

Diferente dos buracos negros, os buracos de minhoca não possuem horizontes de eventos.

O problema é detectar isso, no caso das ondas gravitacionais detectadas, o sinal desaparece, indicando a presença do horizonte de eventos.

Os físicos teóricos, modelaram os sinais, e notaram que se fosse possível detectar um eco do sinal, ou seja, que ele não desaparecesse por completo, eles teriam a prova que o sinal veio de um buraco de minhoca.

Para isso, de acordo com os pesquisadores, é necessário outros detectores, mais tecnologia, e só assim eles conseguirão essa detecção.

O mais importante, como eu já falei, é pensar nas diferentes soluções, e esse é o papel da física teórica.

como foi dito desde o momento da primeira detecção das ondas gravitacionais, elas realmente abriram uma nova janela para a astrofísica, e para a astronomia, não só na questão prática, da detecção propriamente dita, mas também na parte teórica.

Fonte:







Artigo:





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