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Perseidas E O Objeto Mais Perigoso Para a Humanidade - Space Today TV Ep.384

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Perseidas E O Objeto Mais Perigoso Para a Humanidade - Space Today TV Ep.384

Todo mês de Agosto, como vocês já sabem existe uma grande expectativa para a chuva de meteoros das Perseidas. Esse ano, devido a uma influência de Júpiter, alguns modelos apontam para uma taxa de meteoros maior do que o normal.

Lembrando que para nós no Brasil, essa chuva de meteoros não é das melhores para ser observada.

O pai dessa chuva de meteoros é o cometa 109P/Swift-Tutle, um cometa que tem uma órbita de 133 anos, e deve retornar para as proximidades da Terra em 2126.

A órbita do cometa é muito bem definida e calculada, e até 4479 estamos livre de qualquer impacto do cometa com o nosso planeta. Porém se aumentarmos muito esse tempo devido à perturbação da órbita do cometa pelos planetas gigantes gasosos, essa chance aumenta, muito pouco, para 0.000002%.

Existe uma maneira de se calcular a distância com a qual um objeto passa da Terra, e se fizermos isso para o Swift-Tuttle, chegaremos À distância de 133000 quilômetros ou seja, um terço da distância entre a Lua e a Terra. Levando em consideração que os demais objetos que são considerados potencialmente perigosos, são asteroides com apenas metros de diâmetro, o Swift-Tuttle, com seus 26 km de diâmetro é o objeto mais perigoso conhecido pela humanidade.

Mas fiquem tranquilos, que nada vai acontecer nos próximos milhares de anos.

Hoje, às 21:00 hora de Brasília, farei uma live para conversar sobre a chuva de meteoros das Perseidas mostrando a transmissão do Slooh. Quem quiser aparecer será uma honra:



Fonte:



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Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Gisele Guedes, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

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Por Que Urano Gira Deitado? - Space Today TV Ep.383

Hoje vamos falar um pouco de Urano.

Urano, as vezes é considerado como o planeta esquecido do nosso Sistema Solar, ele está muito longe, foi visitado só uma vez por uma sonda em 1986, pela Voyager II.

Urano é o sétimo planeta em distância do Sol, e o terceiro maior em tamanho, perdendo somente para Júptier e Saturno.

Urano possuem finos anéis de poeira e um conjunto incrível de 27 luas que nós conhecemos até hoje.

Na verdade é um pouco ridículo não termos tanto interesse assim, nesse grande planeta do nosso Sistema Solar.

Para vocês terem uma ideia, sabemos mais de Plutão e temos imagens mais detalhadas de Plutão do que de Urano.

Talvez o aspecto mais estranho de Urano seja a sua inclinação. Ele praticamente gira deitado.

Na verdade todos os planetas do Sistema Solar têm uma inclinação, a da Terra é de 23.5 graus, de Marte, 25 graus, e até Mercúrio tem uma inclinação de 2.1 graus.

Agora Urano, tem uma inclinação do eixo de rotação de 97.8 graus.

A grande questão então é, o que teria acontecido com Urano, para ter uma inclinação tão grande assim?

Para entender isso, teremos que voltar no início da história do Sistema Solar. A nossa vizinhança era um lugar bem violento e não muito amigável de se viver.

Muitas colisões aconteciam, entre corpos gigantescos, colisões catastróficas, vide a colisão da Terra com um corpo quase do tamanho de Marte que gerou a nossa Lua.

As colisões eram tão violentas, que os planetas mudavam de órbita, outros eram expulsos do Sistema Solar e outros mergulhavam diretamente na direção do Sol.

Com Urano, certamente aconteceu isso, uma colisão violenta que fez com que ele se inclinasse, e essa colisão aconteceu quando ele ainda estava circundado pelo disco de poeira que deu origem às suas luas, e nós sabemos disso, pois as luas orbitam Urano na mesma inclinação do seu eixo de rotação.

Os astrônomos atualmente acreditam que não foi uma única colisão que fez isso com Urano, mas sim uma série de colisões. Se fosse uma só, Urano giraria diferente, com uma série de colisões, elas agem como freios, colocando o planta na rotação correta.

Qual a consequência disso? Bem, imagine você na superfície de Urano (tudo bem, ele não tem superfície é uma bola de gás, mas imagine que tem), se você estivesse no polo você veria o Sol acima do horizonte por 42 anos, fazendo círculos cada vez maiores até desaparecer no horizonte, e depois ficaria 42 anos sem ver o Sol.

O Sistema Solar é feito de sobreviventes, e a nossa Terra, um sobrevivente mais sortudo ainda. Mas olhando para os outros planetas podemos ver que a vida realmente não foi fácil no início da história do Sistema Solar.

Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

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Será Que O Asteroide Apophis Vai Se Chocar Com a Terra? - Space Today TV Ep.817

Um novo estudo do asteroide Apophis de 400 metros de diâmetro, calculou que a chance dele se chocar com a Terra é de 1 em 100 mil no próximo século. Lógico, é uma probabilidade extremamente baixa.

O asteroide Apophis foi descoberto em 2004, e ele irá passar pela Terra no dia 13 de Abril de 2029, a uma distância estimada de 29470 km, depois, em Abril de 2036, ele retornará e passará a cerca de 49 milhões de km de distância da Terra.

Esse novo estudo é importante, pois mostra que quando as órbitas dos NEOs e PHAs, são refinadas, a incerteza diminui, e um asteroide que num primeiro momento poderia se chocar com a Terra, refinando os cálculos mostra que ele não irá se chocar mais. Entenda tudo isso nesse vídeo.

Fonte:



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MISTÉRIO RESOLVID?: OUMUAMUA É UM COMETA? | SPACE TODAY TV EP.1755

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Desde que foi descoberto em Outubro de 2017, o Oumuamua vem despertando a atenção dos astrônomos. Já foi dito de tudo sobre ele, até que ele seria uma nave alienígena. Mas agora pesquisadores fizeram simulações e mostraram que ele nada mais é do que um simples cometa.

#Oumuamua #Cometa

Fontes:





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Astrônomos Registram Estrela Sendo Devorada Por Buraco Negro - Space Today TV Ep.301

Nós já sabemos que os buracos negros estão entre os objetos mais fascinantes do universo e talvez entre os mais misteriosos. Imaginem como deve ser o ambiente nas redondezas de um buraco negro, matéria sendo acelerada a velocidades relativísticas, jatos de raios-X sendo expelidos, estrelas sendo devoradas, entre outras coisas estranhas que devem acontecer ali por perto.

E, embora não possamos (ainda), observar um buraco negro diretamente, podemos sim, estudar vários desses fenômenos que acontecem nas suas redondezas, e a partir deles extrair informações valiosas sobre o buraco negro propriamente dito.

Um desses fenômenos aconteceu a cerca de 3.9 bilhões de anos atrás no coração de uma galáxia distante, quando uma estrela que se aventurou nas cercanias do buraco negro foi totalmente destruída pela sua intensa força gravitacional.

Quando os raios-X produzidos nesse evento, chegaram na Terra, em 28 de Março de 2011, eles foram detectados pelo satélite Swift da NASA, que imediatamente avisou os astrônomos ao redor do mundo.

Em poucos dias de estudos, os cientistas concluíram que a explosão conhecida como Swift J1644+57, representava, não só a ruptura de uma estrela, mas também um tipo de suspiro de um buraco negro anteriormente inativo.

Agora, para entender melhor o que acontece nas vizinhanças de um buraco negro, os astrônomos revisitaram os dados do Swift e integraram nos estudos dados obtidos pelo Observatório XMM-Newton da ESA e pelo satélite Suzaku do Japão.

Estudando esses verdadeiros ecos de luz, os astrônomos conseguiram pela primeira vez mapear o fluxo de gás perto do buraco negro. A técnica que eles empregaram se chama Mapeamento por Reverberação de Raios-X.

Como os buracos negros são invisíveis, é graças a eventos como esses de ruptura estelar e de fluxo de material em direção ao buraco negro que o seu disco de acresção torna-se mais evidente. No caso do Swift J1644+57 o seu disco é mais espesso, turbulento e caótico do que outros discos estáveis.

Basicamente, quanto mais espesso for o disco, as reverberações serão mais evidentes. Essas reverberações são estudadas através do monitoramento de como o brilho muda em diferentes níveis de energia de raios-X, isso porque, o raio-X originado das regiões próximas do buraco negro excitam os íons de ferro fazendo com que eles emitam uma fluorescência, com um brilho distinto em alta energia, chamado de linha de emissão de ferro K.

Esses eventos de ruptura de estrelas até devem ser comuns, mas são muito difíceis de serem identificados, pois essa separação dos níveis de energia não é algo simples de se fazer.

Para se ter uma ideia, o Swift J1644+57 é somente o terceiro evento de ruptura estelar a produzir raios-X de alta energia e até o momento o único a ter o seu pico de emissão registrado.

A dificuldade de se registrar esses eventos reside no fato de que é mais fácil observar em buracos negros inativos, que por sua vez são mais difíceis de serem identificados. Esses eventos de ruptura estelar acabam reativando esses buracos negros e o brilho registrado é como se fosse um suspiro de algo que estava adormecido. Em buracos negros ativos, que estão sendo alimentados constantemente, e expelindo jatos, esse evento acaba sendo sobreposto.

Os astrônomos acreditam que para cada buraco negro ativo acrescendo gás e produzindo radiação, existam 9 na total obscuridade.

Os pesquisadores estimaram a massa do Swift J1644+57 em um milhão de vezes a massa do Sol, mas não conseguiram medir sua rotação.

Entender a dinâmica no ambiente ao redor dos buracos negros e até mesmo conseguir definir melhor a geometria dos buracos negros tem um papel fundamental no entendimento sobre a evolução das galáxias.

Referências:





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O Problema (Sem Solução?) Da Divulgação Científica no Brasil - Space Today TV Ep.860

Dia 15 de Setembro a missão Cassini foi encerrada, e como sempre acontece em grandes eventos científicos, principalmente quando se trata da astronomia, pudemos observar, infelizmente o descaso com o qual essa bela ciência é tratada. É um vídeo desabafo sobre o problema que enfrentamos todos os dias ao lermos os jornais e revistas que não conseguem escrever um pequeno artigo sem erros grosseiros.

Esse é o segundo vídeo que gravo com esse tema. O primeiro foi lá nos idos de 2015, por favor divulguem os dois.

Vídeo de 2015:



Antes eu fiz outro vídeo também abordando o mesmo problemas no meu antigo canal:



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Buracos De Minhoca Poderiam Gerar As Ondas Gravitacionais? - Space Today TV Ep.1308

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Já falei aqui para vocês que a física teórica é algo realmente sensacional, com ela é possível explorar soluções diferentes para coisas que até então já estavam resolvidas.

A mais nova da física teórica é, as ondas gravitacionais detectadas pelo LIGO e pelo VIRGO podem não ter sido geradas pela fusão buracos negros, mas sim por buracos de minhoca em rotação.

As ondas gravitacionais que foram detectadas primeiramente pelo LIGO em 2015, resolveram alguns problemas importantes da astrofísica, pois provaram a existência de buracos negros de massa estelar e o fato deles poderem se fundir.

Tudo parecia então resolvido, quando um grupo de físicos teóricos resolveu pensar no seguinte.

Os buracos negros representam uma grande contradição para os princípios da mecânica quântica.

Os buracos negros possuem um horizonte de eventos, ponto a partir do qual não se tem volta, ou seja, passou do horizonte de eventos você cairá no buraco negro.

E já a física quântica diz que uma informação nunca é perdida, ela sempre é preservada, dessa maneira um buraco negro que engole tudo, do ponto de vista da física quântica não deveria existir.

Para tentar resolver esse conflito, esse grupo de físicos teóricos resolveu pensar que as ondas gravitacionais foram geradas pelos chamados Objetos Compactos Exóticos, ou ECO, do inglês.

Um desses objetos seriam os buracos de minhoca.

Os buracos de minhoca para quem não sabe, foram previstos pela Teoria Geral da Relatividade de Einstein, e seriam como túneis no espaço-tempo, que poderiam criar atalhos no universo.

Diferente dos buracos negros, os buracos de minhoca não possuem horizontes de eventos.

O problema é detectar isso, no caso das ondas gravitacionais detectadas, o sinal desaparece, indicando a presença do horizonte de eventos.

Os físicos teóricos, modelaram os sinais, e notaram que se fosse possível detectar um eco do sinal, ou seja, que ele não desaparecesse por completo, eles teriam a prova que o sinal veio de um buraco de minhoca.

Para isso, de acordo com os pesquisadores, é necessário outros detectores, mais tecnologia, e só assim eles conseguirão essa detecção.

O mais importante, como eu já falei, é pensar nas diferentes soluções, e esse é o papel da física teórica.

como foi dito desde o momento da primeira detecção das ondas gravitacionais, elas realmente abriram uma nova janela para a astrofísica, e para a astronomia, não só na questão prática, da detecção propriamente dita, mas também na parte teórica.

Fonte:







Artigo:





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Quatro Cenários Para o Fim do Universo - Space Today TV Ep.279

Os astrofísicos e cosmologistas, são munidos de muitas teorias e de um conhecimento físico e matemática espetacular. Tudo isso somado dá a eles a oportunidade de brincar com o universo e imaginar, não só como ele nasceu e evolui, mas também como ele irá acabar, se é que vai acabar.

Essa é uma das perguntas fundamentais da natureza, digamos assim, para onde estamos indo e como tudo isso vai acabar.

Uma série de cientistas se reuniram então e pensaram em 4 possíveis cenários para o fim do universo.

1 - A Grande Ruptura (The Big Rip)

Todos vocês devem saber que o nosso universo está se expandindo de maneira acelerada, muito provavelmente graças à presença da energia escura.

Essa teoria para o fim do universo é bem catastrófica, aliás qual não é, ela diz que o universo continuaria a se expandir indefinidamente, com isso, as galáxias, as estrelas, os planetas, você, eu, e até mesmo as partículas subatômicas, não poderiam mais se manter unidos e começariam a se romper, a rasgar.

A boa notícia, é que a Terra duraria até quase o ato final, explodindo, cerca de 30 minutos antes de tudo se acabar.

Referências:





2 - O Grande Congelamento (The Big Freeze)

Esse cenário tem tudo a ver com o efeito da energia escura na expansão do universo. Lembrem-se o Hubble já mostrou que o universo se expande mais rápido do que se pensava antes.

Nessa teoria, o universo continuaria a expandir, numa velocidade cada vez maior.

Com isso, o calor existente no espaço entre os agloemrados, as galáxias, estrelas, planetas, começaria a ser dispersado. O universo começaria a esfriar até atingir o zero absoluto.

As estrelas não teriam mais matéria prima para se formar, as galáxias se tornariam verdadeiras sepulturas cósmicas, repletas de estrelas mortas.

Muitos astrônomos e físicos acreditam que esse seja o mais provável dos cenários.

Referências:









3 - O Grande Colapso (The Big Crunch)

Esse é um modelo de fim do universo que é uma consequência direta do Big Bang.

Nesse caso, o universo não se expandiria para sempre, depois de um determinado tempo, talvez, trilhões de anos, o universo começaria um processo de colapso, encolhimento sobre ele mesmo.

Alguns cientistas acreditam que esse evento já aconteceu, e que o universo na verdade não tem fim nem começo, é algo ciclíco e que nós estamos vivendo num desses ciclos.

Os cientistas dizem que o universo é como um ser vivo respirando, quando expira é o Big Bnag, quando inspira é o Big Crunch.

Para essa teoria, o universo seria fechado, e não aberto como as teorias anteriores.

Referências:



4 - A Grande Sucção (The Big Slurp)

Essa teoria é bem recente e ganhou força depois da confirmação da existência do Bóson de Higgs.

Se o Bóson de Higgs, tem uma certa massa, isso poderia indicar então que o nosso universo pode ser inerentemente instável, talvez existindo num estado metaestável.

Se esse for o caso, o nosso universo poderia experimentar um evento catastrófico quando uma bolha de outro universo alternativo aparecesse, o universo seria completamente aniquilado, ou sugado.

Toda a matéria, inclusive nós deixaríamos de existir. Se isso ainda não catastrófico o suficiente, tem uma notícia pior, esse evento de metaestabilidade de vácuo, pode acontecer a qualquer momento e em qualquer lugar no nosso universo e sem avisar.

Referências:









Fonte:



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Uma Das Maiores Imagens Já Feitas Pelo ESO - Space Today TV Ep.599

Estudar as nuvens de poeira e gás, é a maneira que os astrônomos possuem para entender como se dá o processo de nascimento de uma estrela.

O que acontece no interior dessas nuvens, suas propriedades, e suas características, são informações importantes para os astrônomos traçarem o início da vida das estrelas.

Duas dessas regiões muito famosas são a NGC 6334 (Nebulosa da Pata do Gato) e a NGC 6357 (Nebulosa da Lagosta).

A Nebulosa da Pata do Gato localiza-se a 5500 anos-luz de distância da Terra, e a Nebulosa da Lagosta a cerca de 8000 anos-luz de distância da Terra, ambas estão localizadas na constelação do Escorpião.

Essas nebulosas foram observadas pela primeira vez no ano de 1837 pelo astrônomo John Herschel, durante a sua viagem ao Cabo da Boa Esperança na África do Sul.

Como os telescópios nessa época não tinham grande poder de resolução ele só conseguiu identificar a almofada mais brilhante da pata do gato.

O tempo passou, os instrumentos se desenvolveram e principalmente as câmeras se desenvolveram, e hoje o ESO lançou aquela que é considerada uma das maiores e mais detalhadas imagens lançadas pelo observatório.

As imagens foram feitas usando a câmera OmegaCam, a câmera que tem 256 milhões de pixels, e a imagem bruta possui 49511 x 39136 pixels.

As 3 almofadas da Pata do Gato e as regiões da Nebulosa da Lagosta são formadas efetivamente de gás hidrogênio e que emitem radiação graças a estrelas massivas localizadas no seu interior, e por isso são chamadas de nebulosas de emissão.

A Nebulosa da Pata do Gato é uma das maternidades estelares mais ativas alimentando milhares de estrelas jovens e quentes.

A observação dessas nebulosas com esses instrumentos modernos e com diferentes comprimentos de onda permite que os astrônomos possam traçar e estudar como acontece o nascimento das estrelas, como o gás influência no surgimento dessas estrelas e como pode-se começar a traçar a linha evolutiva das estrelas.

Fonte:



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Space Today TV Ep.55 - O Que Está Acontecendo Com a Estrela KIC 8462852?

- A missão Kepler funcioonou de 2009 a 2013 observando cerca de 150000 estrelas nas constelações da Lyra e Cygnus, buscando por exoplanetas, ou seja, planetas que orbitam outras estrelas que não seja o Sol.

- Com esses candidatos observados, os dados são passados para telescópios em Terra, que usando basicamente espectroscopia conseguem primeiro, confirmar a descoberta de um exoplaneta e também definir sua composição, sua atmosfera entre outras propriedades.

- Dessa maneira, o Kepler já descobriu 103 exoplanetas confirmados em 440 sistemas estelares até Janeiro de 2015, com 3199 candidatos ainda necessitando de confirmação. Os números no vídeo estão diferentes pois estão atualizados!!! (Desculpa).

- Dito isso, vamos para a análise específica da estrela KIC 8462852.

- A curva de luz dessa estrela foi analisada pelos cientistas cidadãos do projeto Planet Hunters. Ela é uma estrela localizada a cerca de 1500 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Cygnus, sendo mais massiva, mais quente e mais brilhante que o Sol, com uma magnitude aproximada de 12, ou seja, impossível de ser observada a olho nu.

- Ao analisar a luz dessa estrela por um longo período de tempo, os voluntários notaram por volta do dia 800 uma queda de luz de 15% e depois voltou a manter o seu brilho normal. Depois, entre os dias 1510 e 1570, os voluntários notaram uam diminuição ainda maior no brilho da estrela, uma queda de 22%, algo muito maior do que normalmente é observado nesses eventos de trânsitos de exoplanetas.

- Além disso, exoplanetas mostram diminuições de brilho regulares e repetidas, de acordo com a órbita deles ao redor da estrela. O que não estava acontecendo com a estrela observada.

- Surgiu então um problema, como explicar as grandes quedas de brilho e o ponto delas não serem periódicas. Várias hipóteses foram então criadas para tentar se ajustar aos dados observados.

- O que nada mais é que a aplicação, mais uma vez da metodologia científica.

- A hipótese que melhor se ajusta aos dados observados da estrela KIC 8462852, é que exista uma família de exocometas passando à frente da estrela. Um grande cometa pode ter se fragmentado e esses fragmentos ao cruzar o disco estelar reduzem de forma irregular o brilho da estrela. A hipótese é colaborada pela presença de uma estrela próxima, que pode ter perturbado os exocometas e os colocado em órbita de colisão com a estrela principal. Pelo fato dos cometas emitirem gases ao se aproximarem das estrelas essa hipótese em breve poderá ser comprovada.

- O que aconteceu então?

- A autora principal do artigo, mostrou suas ideias para o Jason Wright, um astrônomo que estuda exoplanetas e que não coincidentemente tem pesquisado como seria possível observar estruturas alienígenas nos dados do Kepler.

- A hipótese criada por Jason wright é que o que o Kepler estaria vendo é uma Esfera de Dyson, uma ideia proposta por um físico, Freeman Dyson que popularizou a ideia na década de 1960. A ideia seria construir uma esfera ao redor da estrela para aproveitar a energia dessa estrela num planeta. A esfera não seria algo contínuo, mas sim formada por diversos painéis e por isso estaríamos observando as variações irregulares no brilho da estrela. Uma analogia criada pelo próprio Jason Wright, é que seria como observar pessoas passando pela persiana de uma janela.

- O próprio Jason Wright diz que essa hipótese não deve ser verdadeira, mas também não deve ser totalmente excluída, já que ainda estamos buscando por uma explicação. Ele se mostrou bem tranquilo ao expor a ideia, sem levar para o lado sensacionalista.

- Vamos lembrar que isso já aconteceu anteriormente, quando o primeiro pulsar foi descoberto e foi chamado de LGM-1 (Little Green Men).

Fontes:









Links para os artigos no Slideshare:

Artigo sobre a KIC 8462852:



Esfera de Dyson, por Jason Wright:



Post no blog com imagens, artigos e texto completo:



Link para o Planet Hunters:



Link para o Zooniverse:



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Cometa 46P/Wirtanen É Estudado Pelo ALMA, Hubble e Sofia - Space Today TV Ep.1637

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Lembra quando eu falei no vídeo cometa 46P/wirtanen, que os astrônomos iam estudar o cometa de todas a mameiras possíveis.

E eu não estava exagerando.

Um cometa passando perto assim da Terra é uma oportunidade única para ele ser estudados de todas as maneiras possíveis.

No caso do 46P/Wirtanen, ele foi estudado pelas antenas do ALMA, pelo Hubble e pelo SOFIAook.

O estudo do ALMA foi feito no dia 2 de Dezembro de 2018, quando o cometa estava a 16.5 milhões de quilômetros da Terra.

A imagem do ALMA mostra em detalhe o núcleo do cometa, o núcleo do cometa que é o que chamamos de uma bola de gelo suja.

E com o seu grande poder de resolução, o ALMA conseguiu imagear os detalhes de pequena escala da distribuição das moléculas de cianeto de hdirogênio no cometa.

Essa molécula é uma molécula orgânica simples e responsável por formar a atmosfera ao redor do cometa.

As imagens do ALMA, como vocês estão vendo, mostram uma região compacta de gás e uma região extensa e difusa, com um padrão assimétrico. Devido a extrema proximidade, do cometa, nós estamos vendo a parte mais interna da coma na vizinhança do núcleo do cometa.

Só por comparaçào com imagens feitas pelos amadores, é preciso saber que embora as imagens pareçam similares, a imagem do ALMA é de uma região do céu que tem somente 5 arcos de segundo, 1000 vezes menor do que a da imagem óptica.

As observações do ALMA confirmaram que o cometa é rico em moléculas orgânicas, ou seja, ainda fica como sendo uma boa ideia para ter trazido os blocos fundamentais da vida para a Terra.

além do ALMA, o Hubble também fez imagens do cometa. Essa imagem que vocês verão agora.

A imagem do Hubble também mostra a parte interna da coma do cometa que não é acessível por imagens feitas em Terra e na imagem é possível ver como os gases são emitidos do núcleo do cometa, do que os gelos do cometa são compostos e como o gás da coma é quimicamente alterado pela radiação solar.

A imagem do Hubble foi feita no dia 13 de Dezembro quando o cometa estava a 12 milhões de quiol?6ometros da Terra.

E para terminar outro grande telescópio que observou o 46P/Wirtanen foi o SOFIA, o telescópio que fica embarcado em um avião.

A imagem do SOFIA é essa que vocês estão vendo aí agora ela foi feira usando um filtro laranja para indicar a intensidade da luz relativa para outros objetos.

O SOFIA consegue também registrar a assinatura química dos diferentes tipos e hidrogênio localizados na água do cometa o que pode ajudar a estudar a origem da água e da vida na Terra.

Toso esses dados ainda serão analisados esse vídeo aqui foi para trazer para vocês as imagens do Wirtanen feitas pelos grandes telescópios que temos, e pelos telescópios da NASA.

como eu disse o cometa representou uma oportunidade única de estudar esse objeto tão próximo do nosso planeta.

#46P/Wirtanen #Hubble #ALMA #SOFIA

fontes:



Rosetta Registra Explosão no Cometa 67P/CG - Space Today TV Ep.411

Existem muitos motivos porque a sonda Rosetta vai deixar saudade quando a sua missão for encerrada no dia 30 de Setembro de 2016.

Nesses 2 anos que esteve na órbita do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, ela já nos presenteou com dados espetaculares que contam a história do Sistema Solar, e obviamente com imagens, que até então só pairavam sobre a imaginação dos astrônomos.

Além disso, a Rosetta foi capaz de registrar em Fevereiro de 2016, uma explosão no cometa, algo que os cientistas só imaginavam como seria ver de perto.

Alguns cometas apresentam esse tipo de explosão, e muitas já foram registradas, mas de um ponto de vista bem distante, daqui da Terra, nunca a uma distância de 30 km do cometa e com um conjunto de instrumentos estudando essa explosão em tempo real.

A explosão detectada pelos instrumentos da Rosetta, aconteceu no dia 19 de Fevereiro de 2016, às 06:40 hora de Brasília.

A explosão foi tão intensa que saturou as medidas nos instrumentos da sonda.

O núcleo no momento da explosão emitiu 6 vezes mais poeira do que o normal, o gás no plasma aumentou de um fator de 1.5 a 2.5 e a temperatura no gás ao redor do cometa aumentou cerca de 30 graus.

Da Terra, os astrônomos que monitoram o cometa também notaram um aumento na densidade da coma dias depois da explosão.

O mais surpreendente é que os cientistas conseguiram identificar a fonte dessa explosão.

Provavelmente ela teve origem num talude íngreme localizado no lobo maior do cometa.

A explosão começou quando essa região emergiu da sombra, sofre um stress térmico, e isso causou um deslizamento de terra, esse deslizamento expôs o gelo de água fresco diretamente à iluminação solar.

O gelo então imediatamente se transformou em gás, arrastando com ele a poeira ao redor e produzindo os detritos detectados pela Rosetta.

Isso pode ajudar muito os cientistas a entenderem cada vez melhor os cometas, e entendendo os cometas, estamos entendendo a história do início do nosso Sistema Solar, pois são essas bolas de gelo sujo que guardam toda a história dos 4.5 bilhões de anos de vida do nosso sistema.

Por isso, não estranhe se eu ficar emocionado com a missão, com os resultados e principalmente com o fim da missão. Essa é uma das missões mais importantes para entendermos como o nosso sistema foi criado e como a vida começou a florescer na Terra.

Fonte:







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Space Today TV Ep.113 - As 10 Maiores Estrelas do Universo

- Alguns pontos importantes sobre a lista das 10 maiores estrelas do universo:

- 1 - Todas as estrelas aqui listadas tiveram seu tamanho comparado ao raio do Sol que é de aproximadamente 695500 quilômetros.

- 2 - Existem muitas incertezas na determinação do tamanho de determinadas estrelas, pois elas podem ser estrelas variáveis, podem ser estrelas ainda mergulhadas num disco de poeira e todas essas variáveis prejudicam a medição precisa do tamanho. Provavelmente você encontrará listas que divergem um pouco dessa, não nas estrelas, mas mais provavelmente na colocação delas, essa divergência surge dessas incertezas.

- 3 - Existem razões teóricas para se esperar que nenhuma estrela na Via Láctea seja maior do que aproximadamente 1500 vezes o raio do Sol, com base nos modelos de evolução estelar e na Zona de Instabilidade Hayashi. O limite exato depende da metalicidade da estrela, assim, por exemplo, estrelas do tipo super-gigantes nas Nuvens de Magalhães possuem limites levemente diferente de temperatura e luminosidade. Estrelas que excedem esse limite são vistas passando por grandes erupções e mudam o seu tipo espectral no intervalo de poucos meses.

- Por todos esses pontos a pesquisa não é fácil de ser feita, e por esse motivo também a lista não é completa e nem definitiva, ela pode sofrer alterações.

- Outro ponto importante, a lista não leva em conta a luminosidade, e nem o brilho aparente das estrelas, essas seriam outras listas que deveriam ser construídas.

As 10 Maiores Estrelas do Universo são:

1 - UY Scuti - 1708 x Raio Solar
2 - NML Cygni - 1642 x Raio Solar
3 - RW Cepehei - 1636 x Raio Solar
4 - WOH G64 - 1540 x Raio Solar
5 - Westerlund 1-26 - 1530 x Raio Solar
6 - VX Sagittarii - 1520 x Raio Solar
7 - VV Cephei A - 1500 x Raio Solar
8 - VY Canis MAjoris - 1420 x Raio Solar
9 - KY Cygni - 1420 x Raio Solar
10 - AH Scorpii - 1411 x Raio Solar

Fontes:














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Perseidas 2016 - Fechando a Tampa - Space Today TV Ep.392

Fechando a tampa das Perseidas de 2016.

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O Misterioso Asteroide Phaeton - O Pai Das Geminídeas - Space Today TV Ep.1344

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Em 1983, os astrônomos descobriram o asteroide (3200) Phaeton.

Ao calcular os parâmetros orbitais e suas propriedades descobriu-se que ele era o chamado corpo parental da chuva de meteoros Geminídeas.

Isso já foi surpreendente, pois normalmente os cometas é que são os corpos parentais, devido a sua atividade, e a poeira que é largada na órbita da Terra.

Mas o Phaeton não apresentava atividade cometária , porém ele apresentava uma certa atividade com ejeções de material confirmadas.

Ou seja, desde a sua descoberta o Phaeton já chamou a atenção por possuir alguns comportamentos misteriosos.

Mas se um objeto já começa sua vida assim misterioso, pode ter certeza que o mistério não para por aí, e com o Phaeton não foi diferente.

Um grupo de astrônomos estava estudando o Phaeton recentemente quando notaram que em alguns ângulos, a luz refletida pelo Phaeton é a luz mais polarizada já observada em pequenos corpos no Sistema Solar.

A maneira como um objeto reflete a luz que incide nele depende não só do albedo, a porcentagem da luz refletida, mas também do ângulo de iluminação, e como a polarização da luz muda quando a luz do Sol é refletida na superfície de um asteroide é um efeito que os cientistas estão muito interessados.

E o Phaeton apresentou uma luz fortemente polarizada, a pergunta que fica é, o que causou essa intensa polarização na luz do Sol refletida pelo Phaeton?

Existem duas explicações.

A primeira é que a superfície do Phaeton talvez seja mais escura do que se esperava. A superfície do asteroide é coberta por pedaços soltos de rochas isso faz com que a luz seja espalhada múltiplas vezes e isso deixa a polarização aleatória.

Se a superfície for mais escura isso diminui a eficiência desse espaçamento, ou seja a luz fica mais fortemente polarizada.

E a segunda explicação é que talvez a superfície do Phaeton seja coberta com grãos maiores, ou por um material mais poroso do que pensava isso também reduziria a eficiência do espalhamento múltiplo intensificando a polarização.

E como vamos descobrir o que é?

Muito bem, no ano de 2022, a JAXA irá mandar para o Phaeton, uma missão chamada DESTINY+, ela vai fazer observações detalhadas desse misterioso asteroide e ajudar os cientistas planetários a caracterizarem de forma mais precisa a sua geologia e suas características.

Portanto, esse é mais um mistério do nosso Sistema Solar, mas que tem data marcada para ser resolvido, só nos resta aguardar.

Fonte:

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Buracos Negros - A Porta Dos Fundos do Universo - Space Today TV Ep.387

Buracos negros, não me canso de falar que são provavelmente os objetos mais intrigantes, misteriosos e surpreendentes do nosso universo, além é óbvio de ser extremamente difíceis de serem estudados.

Um dos maiores problemas relacionados com o estudo dos buracos negros está no fato de que no ponto de singularidade gravitacional, localizado bem no centro do buraco negro, as leis da física simplesmente param de funcionar.

Porém, tudo isso tem uma vantagem, se somarmos o fato dos buracos negros ainda serem muito misteriosos e no ponto de singularidade as leis da física pararem de funcionar, eles são um grande laboratório para testar os mais diversos tipos de conceitos e teorias que você desejar.

E com base nessa premissa, dois pesquisadores da Universidade de Valência, propuseram uma teoria muito interessante sobre os buracos negros.

Segundo eles, a singularidade gravitacional seria uma imperfeição na estrutura geométrica do espaço-tempo, com estruturas geométricas parecidas com a de um cristal.

Da mesma forma que os cristais possuem imperfeições na sua estrutura microscópica, a região central do buraco negro poderia ser interpretada como uma anomalia no espaço-tempo.

Usando essas novas geometrias, os pesquisadores chegaram à descrição dos buracos negros onde o ponto central torna-se uma pequena superfície esférica. Essa superfície é interpretada como sendo um buraco de minhoca dentro do buraco negro.

Por mais viajante que seja essa teoria, ela resolve alguns problemas de interpretação dos buracos negros.

O primeiro é o fato da singularidade, nessa nova teoria, existe uma porta no centro do buraco negro, o buraco de minhoca, através da qual o espaço e o tempo podem continuar, e as leis físicas poderiam continuar sendo aplicadas.

Outro problema que essa interpretação resolveria, seria a necessidade de se utilizar uma fonte de energia exótica para gerar buracos de minhoca.

Na teoria de Einstein, os buracos de minhoca sá aparecem na presença de matéria com propriedade incomum, e que nunca foi observada, na nova teoria, os buracos de minhoca apareceriam da matéria ordinária e da energia, como um campo elétrico.

Outro problema resolvido seria com relação ao paradoxo da informação, pois ao entrar num buraco negro, nada seria perdido, só sairia, digamos por uma porta dos fundos.

Assim, os buracos negros poderiam ser a porta dos fundos do universo. Agora, onde essa porta daria, e o que tem depois dela, aí é outra história.

Fontes:





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M18 - Um Laboratório Estelar - Space Today TV Ep.382

Conheça o M18, um aglomerado estelar aberto localizado no centro da Via Láctea, repleto de estrelas jovens e que os astrônomos usam como laboratório para testar seus modelos, e estudar a formação e a evolução das estrelas. Foi em um parecido com esse onde o Sol se formou a cerca de 5 bilhões atrás.

Para ler a matéria completa acesse o blog:



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Space Today TV Ep.107 - Evidências de Um Planeta Gigante no Sistema Solar

- O Sistema Solar realmente nos surpreende a muitos séculos. A 1000 anos atrás os observadores do céu conheciam seis planetas, Mercúrio, Vênus, Terra, MArte, Júpiter e Saturno.

- Graças a invenção do telescópio Urano foi descoberto em 1781, e devido a algumas discrepâncias na sua órbita, outro objeto também foi descoberto, o planeta Netuno.

- Nos anos 30 Plutão foi descoberto e ficou classificado como planeta até o ano de 2006, quando, devido a uma redefinição do termo planeta, Plutão foi reclassificado como planeta anão. Desde então muito se tem discutido sobre a possibilidade do Sistema Solar ter outro, ou outros planetas.

- Nesse dia 20 de Janeiro de 2016, dois astrônomos do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Constantin Batygin e Mike Brown, anunciaram num artigo publicado no The Astronomical Journal, que eles encontraram fortes evidências para a existência de um nono planeta no Sistema Solar, com um tamanho aproximadamente igual a NEtuno e que orbita o Sol a cada 15000 anos. A descoberta ainda não foi confirmada observacionalmente, mas os cálculos e simulações feitas pelos astrônomos indicam que esse objeto deve mesmo existir.

- Os cientistas inferiram a existência desse planeta estudando a órbita de seis objetos do cinturão de Kuiper, os chamados KBOs, e concluíram que existia somente uma chance em 15000, ou seja, 0.007% de probabilidade de ser coincidência o fato da órbita desses objetos se aglomerarem da maneira como são.

- Para chegar a essa configuração é necessário a existência de um planeta com massa 10 vezes a massa da Terra, para que as órbitas fossem inclinadas como são em relação ao plano do Sistema Solar e também fossem estranhamente elípticas.

- A órbita do planeta inferido também é muito inclinada e com uma excentricidade muito grande. O ponto mais próximo do planeta com relação ao Sol fica sete vezes mais distante do que Netuno, ou 200 Unidades Astronômicas, além disso o planeta inferido tem seu ponto mais distante entre 600 e 1200 Unidades Astronômicas, ou seja, algo bem além do que o Cinturão de Kuiper, a região dominada por pequenos mundos congelados e que começa na borda de Netuno a cerca de 30 UA do Sol.

- Além de Eris, muitos outros mundos foram descobertos nos confins do Sistema Solar. Sedna, foi um desses objetos, e até pouco tempo era considerado como sendo o responsável pelas alterações na órbita de NEtuno.

- Um problema contra a hipótese dos cientistas, é que não existem observações desse planeta, nem mesmo o WISE que vasculha o céu com precisão em comprimentos de onda específicos para buscar objetos frios e distantes do Sol conseguiu encontrar alguma coisa. O que, de acordo com os cientistas da descoberta mostra que o Planeta X ainda está no limbo e fora do campo de visão do WISE.

- Os astrônomos têm boas pistas de onde procurar, e agora, com essa forte evidência anunciada, irão voltar os grandes telescópios do mundo, como o Telescópio Subaru no Havaí para a região do céu onde eles acreditam que o Planeta X deve estar e começar a fazer uma cuidadosa e delicada campanha de observação.

- Só nos resta mais uma vez esperar pelas observações e pela confirmação visual desse Planeta, para podermos novamente reescrevermos os livros de astronomia, no capítulo sobre o Sistema Solar. É uma descoberta realmente sensacional, e faz com que possamos testemunhar essa grande fase que vivemos na astronomia.

- O que vocês acham, os astrônomos conseguiram observar e confirmar a existência do Planeta X? Deixem nos comentários.

Fontes:
















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A China Vai Para Marte Em 2020 - Space Today TV Ep.868

A China, com certeza já pode ser considerada uma potência mundial aeroespacial.

Ela já mandou uma mini estação para o espaço, já mandou astronautas para passarem semanas no espaço, já fez veículos acoplarem de forma automática, está pretendendo construir uma nova estação, já mandou uma nave pousar na Lua, colocou um rover na Lua, colocou um telescópio na Lua, possui uma frota de foguetes de respeito.

Qual o próximo passo então?

Acertou quem falou Marte.

Sim, a China agora está apostando suas fichas em Marte, e tem um plano ousado para conquistar o Planeta Vermelho.

E o plano da China é audacioso. Os chineses querem mandar em 2020 uma missão para Marte, mas uma missão que irá levar 13 tipos de veículos.

Os chineses esperam colocar 6 rovers na superfície marciana e manter 7 sondas na órbita de Marte.

Tudo isso seria carregado no foguete Longa Marcha 5 e o lançamento estaria programado para acontecer em Julho ou Agosto de 2020 aproveitando a oposição de Marte com a Terra.

As sondas na órbita irão coletar dados de temperatura, condições atmosféricas, campos eletromagnéticos além de fazer imagens detalhadas da superfície.

Um lander pousaria na superfície e dele sairiam os rovers para explorar o planeta, algo parecido com o que aconteceu na Lua.

O governo chinês disse que os planos estão bem encaminhados.

Mas o programa espacial chinês vai além disso.

Antes de 2020 os chineses pousaram na Lua novamente na missão Chang'e 4 e depois com a missão Chang'e 5 irão coletar amostras do solo lunar.

Depois a China pretende lançar missões para asteroides.

Depois de 2020, a China planeja lançar uma sonda para Júpiter em 2036 e para Urano em 2046.

É muito legal ver um país engajado assim na era espacial, com um planejamento de médio e longo prazo muito bem definido. Enquanto isso, no Brasil...

Fontes:









Link Para a Loja:



Link Para o Vídeo da Loja:



SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





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5 Fatos Interessantes Sobre o 67P/Churyumov-Gerasimenko - Space Today TV Ep.397

5 fatos impressionantes sobre o Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko

Fato Número 1: A Sua Superfície É Quente

Embora tenha uma porosidade de aproximadamente 80% e a maior parte do que resta seja feito de gelo de água, a superfície do cometa 67P é muito mais quente do que o espaço por onde ele viaja. Na sua superfície a temperatura varia entre -93 e -43 graus Celsius.

Fato Número 2: Essa Não É a Primeira Vez Que Ele Nos Visita

O cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko é classificado como um cometa de período curto. Sua órbita fica compreendida entre os planetas Júpiter e Marte, e a cada 6 anos e meio ele passa perto da Terra.

Fato Número 3: Ele Foi Descoberto Por Acaso

Muitas das grandes descobertas da humanidade são feitas por acaso, essa não é uma das grandes descobertas, pois cometas são descobertos com uma certa frequência, mas para seus descobridores foi. E o cometa 67P foi registrado pela primeira vez por Klim Churyumov por acidente, numa foto de um cometa diferente feita por Svetlana Gerasimenko em 1969.

Fato Número 4: Ele é 40 vezes Mais Rápido Do Que o Avião Mais Rápido

O cometa 67P viaja pelo espaço a uma velocidade de 135000 quilômetros por hora, isso é cerca de 40 vezes mais rápido do que o avião a jato mais rápido que conhecemos, o Lockheed SR-17 Blackbird.

Fato Número 5: Ele Possui Uma Gigantesca Fratura

Se o módulo Philae que está adormecido no cometa pudesse ter um sentimento, esse poderia ser de medo ou terror. O cometa tem uma gigantesca fratura na região do seu pescoço que tem centenas de metros de comprimento. Com o cometa perdendo cerca de 11 kg por segundo, ela pode quebrar o cometa no meio a qualquer momento.

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