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Por Que A Parker Solar Probe Não Vai Derreter? - Space Today TV Ep.1403

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Por Que A Parker Solar Probe Não Vai Derreter? - Space Today TV Ep.1403

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Depois de explicar dois grandes mistérios do Sol, chegou a hora de explicar um grande mistério da sonda Parker Solar Probe, algo que vem tirando o sono de muita gente e inundando os comentários. Como a sonda não irá derreter chegando tão perto do Sol. É um mix de ciência e tecnologia de ponta, e espero que a resposta tenha ficado clara.

#ParkerSolarProbe

Fonte:

Os Primeiros Resultados Científicos da Parker Solar Probe - Space Today TV Ep.1621

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Sabe quem já apresentou seus primeiro resultados, ela mesmo, a sonda Parker solar Probe.

Os resultados foram apresentados no congresso da AGU que acontece em Washington essa semana.

A heliosífisca, a ciência que estuda o Sol e como ele afeta o espaço e a Terra, esperou por mais de 60 anos por esse momento, ou seja, quando uma sonda que passasse perto do Sol começasse a enviar seus dados científicos.

Entre os dias 31 de outubro e 11 de Novembro de 2018, a sonda Parker solar Probe completou seu primeiro encontro com o Sol, passando por sua atmosfera externa, a coroa e coletando dados sem precedentes na história.

Para quem não lembra, a sonda Parker Solar Probe tem esse nome em homenagem ao pesquisador Eugene Parker o cientista que estipulou parte das teorias sobre o Sol e sua atividade, incluindo o vento solar.

E os objetivos da Parker Solar Probe, são 3, saber como que a coroa solar é cerca de 300 vezes mais quente que a superfície do Sol, como o vento solar é acelerado e como as partículas mais energéticas do sol são expelidas a velocidades que podem chegar a metade da velocidade da luz.

Os primeiros dados científicos começaram a chegar na Terra, no dia 7 de Dezembro de 2018 e de acordo com os pesquisadores, esses dados iniciais já mostram coisas impressionantes, e indicam como a missão será promissora.

O primeiro dado interessante é essa imagem que foi feita pelo instrumento WISPR e mostra uma corrente coronal, essas são estruturas de material solar existentes dentro da atmosfera do Sol e que normalmente ocorrem em regiões onde existe um aumento de atividade solar.

Pode-se ver claramente as estruturas mais detalhadas dessa corrente coronal, com no mínimo 2 raios claramente visíveis. No momento da imagem, a Parker solar Probe estava a cerca de 27 milhões de km de distância do Sol.

o objetoi brilhante no meio é Júpiter e os pontos escuros são resultados do processamento que foi usado para corrigir o fundo da imagem.

Outro resultado é esse gráfico que mostra os dados coletados pelo Solar Probe cup, onde se pode ver uma rajada de vento solar, em vermelho na parte inferior do gráfico.

Outros equipamentos que também fazem mediçòes de partículas do sol também já geraram seus primeiros resutlados como o EPI-Lo resultados que ainda serão interepretados.

A parker solar Probe não está sozinha explorando o Sol, a NASA possui uma verdadeira frota de sondas e outras ainda virão como mostra esse belo infográfico da frota heliofísica!!

Uma dessas sondas, a STEREO-A fez esse pequeno vídeo onde ela mostra a Parker solar Probe passando pela coroa solar. Esse tipo de imagem é muito importante pois pode ser usada para contextualizar os dados obtidos pela Parker e é possível ver como a sonda realmente passou perto do Sol.

Outra parte importante é que os dados da Parker solar Probe serão usados para atualizar os modelos de comportamento do sol, a NASA possui alguns modelos feitos com dados obtidos com outras sondas, mas agora com a Parker solar Probe passando tão perto do sol, será possível atualizar esses modelos e entender de forma definitiva o funcionamento da nossa estrela.

Embora sejam preliminares os resultados já mostram fatos bem interessantes, como a corrente de material coronal, nunca antes vista dessa distância e com essa qualidade, imaginem quando a sonda estiver passando realmente perto do Sol.

#ParkerSolarProbe #Sol #NASA

Fonte:

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Parker Solar Probe II: A Origem Do Vento Solar - Space Today TV Ep.1402

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Nesse segundo vídeo da série sobre a missão Parker Solar Probe, vamos falar de outro mistério do Sol, o vento solar e a sua origem. O vento solar é muito importante pois ele pode nos afetar diretamente e o seu estudo está ligado intimamente com essa missão, já que o seu nome, Parker, vem de Eugene Parker, o pesquisador que desenvolveu a teoria sobre o vento solar. Entenda nesse vídeo o mistério sobre o vento solar, as teorias existentes para explicá-lo e como a Parker Solar Probe irá tentar resolver mais esse mistério da nossa estrela.

Fonte:

A Jornada Da Parker Solar Probe - Space Today TV Ep.1406

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Está chegando a hora do lançamento, e antes dele acontecer, vamos dar uma passada em como ele será, que foguete será usado, as principais características desse foguete, como será a viagem da Parker Solar Probe, como ela vai usar Vênus para a sua assistência gravitacional e como será o final da missão.

Fiquem ligados no meu outro canal, onde eu farei as lives relacionadas com a Parker, mas que depois serão colocadas aqui no Space Today.

Canal das lives:

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Parker Solar Probe I: O Mistério do Aquecimento da Coroa Solar - Space Today TV Ep.1400

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Começamos com uma série de vídeos sobre a sonda Parker Solar Probe que deve ser lançada dia 11, sábado, às 4 da madrugada, hora de Brasília. Essa semana trarei vários vídeos sobre ela e para começar vamos entender um dos grandes mistérios do Sol, o aquecimento da coroa solar, a atmosfera do Sol que deveria ser mais fria que a superfície da nossa estrela, mas é cerca de 200 vezes mais quente. E vamos entender também, como a Parker Solar Probe vai tentar resolver esse mistério.

#ParkerSolarProbe

Fonte:

Recorde: Parker Solar Probe É A Sonda Mais Próxima do Sol na História - Space Today TV Ep.1550

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A missão nem começou direito e já temos recorde!!!

A Parker Solar Probe se tornou a sonda espacial na história a chegar mais perto do Sol.

A sonda no dia 29 de Outubro de 2018, às 14:04, hora de Brasília chegou a 42.7 milhões de quilômetros do Sol.

O recorde anterior pertencia a sonda Helios 2 que chegou perto do Sol em Abril de 1976.

Mas esse recorde da Parker Solar Probe não é nada, pois ela irá quebra-lo repetidamente, até chegar 6.1 milhões de km do Sol, em 2024.

Se passaram somente 78 dias desde o lançamentos a Parker já se tornou a sonda mais próxima do Sol da história da exploração espacial.

E ela deve bater outro recorde, que também pertence a Helios 2 que detém o recorde velocidade heliocêntrica, de 247 mil km/h, o recorde deve ser quebrado no dia 29 de Outubro também só que por volta das 23:54 hora de Brasília.

No dia 31 de Outubro de 2018, a Parker solar Probe começa o seu primeiro encontro com o Sol, que irá culminar com o periélio no dia 5 de Novembro de 2018, às 23:28 hora de Brasília.

Vamos começar a entender o Sol, de uma maneira sem precedentes na história, a Parker ainda vai nos dar muita alegria e quebrar muitos recordes, e trarei todos eles aqui para vocês, fiquem ligados.

#MeetESO

Fonte:

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A Missão da Sonda Parker Solar Probe - Space Today TV Ep.875

Conheça os detalhes da missão que a NASA vai enviar para o Sol, a sonda Parker Solar Probe.

Se inscreva no canal Hoje no Mundo Militar:



E comente no vídeo do Marcelo Rios sobre o NRO:



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As Origens do Vento Solar - Space Today TV Ep.420

Não importa onde você esteja no Sistema Solar, o ambiente a sua volta é dominado pela atividade solar.

O principal agente e que domina o chamado clima espacial é o vento solar, que basicamente é feito de material emitido pela coroa solar.

Mas se formos fazer uma análise mais cuidadosa do que acontece com o Sol, as coisas são um pouco mais complicadas do que parecem ser.

Por exemplo, como é a zona de transição entre os raios existentes na atmosfera superior do Sol e a região onde o vento solar começa a ter predomínio? Isso sempre foi um mistério muito grande.

Porém agora, astrônomos usando a sonda STEREO da NASA, descobriram que à medida que o plasma viaja para longe do Sol, as coisas mudam de figura.

O Sol, começa a perder o controle magnético , formando uma fronteira que define a coroa externa.

A quebra dos raios solares acontece de forma bem parecida com a água que é atirada daquelas pistolas de água. Ela começa coesa e uniforme, mas depois se parte em gotículas de água.

Antes desse estudo, os astrônomos pensavam que as forças magnéticas eram o instrumento que moldava a borda da coroa do Sol.

Porém o efeito nunca tinha sido observado pois as imagens eram difíceis de serem processadas.

A cerca de 32 milhões de quilôemtros do Sol, o plasma do vento solar é tênue e contém elétrons flutuando livremente que espalham a luz do Sol.

Isso significa que eles podem ser observados, mas é algo complicado.

Para resolver o que acontece nessa zona de transição, os astrônomos tiveram que separar as feições apagadas do vento solar, do ruído de fundo.

E ao fazer isso conseguiram imagens da coroa se apagando e se transformando em vento solar, o que é crucial para se entender o Sol como um todo, desde o seu núcleo até a borda da sua heliosfera.

Esse estudo é de suma importância para se ter uma imagem completa da evolução do vento solar e para entender como o chamado ambiente espacial e o clima espacial se desenvolvem

Fonte:



Artigo:



Agradecimento aos Patrões:

Marcelo Parraga, Wilson Teixeira, Afonso Mendonça, Marcos Silveira, Rafael dos Santos Rodrigues, Gilmar Colombo, Artur Mendonça, André Machado, Gisele Guedes, Otávio Pereira de Almeida, Gustavo Pezzio Casagrande, Yuri Cardoso, José Nazareno Lima Barbosa, Eurides, Nicolas Silva Gomes, Caio Vinícius Silva Marques, Rosivelto Pimentel, Régis Araújo, Diego Magalhães do Nascimento, Fábio Campozana Carreiro, Marcelo Garcia, Renato Araújo, João Vitor Prado, Thiago Nunes, Marcos Annibale

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Físico Brasileiro Apresenta Teoria Alternativa Ao Big Bang - Space Today TV Ep.985

A teoria mais aceita que explica o nascimento e a evolução do universo e que tem se tornado crucial para o nosso entendimento do cosmos é o Big Bang.

Mas, alguns físicos estão agora desafiando a ideia de que o tempo teve um início. Para eles, o universo experimenta fases de contração e expansão.

Um brasileiro, da UNICAMP, mais precisamente do Instituto de Matemática Estatística e ciência da Computação, o conhecido IMECC, Juliano Cesar Silva Neves, publicou um novo estudo na revista General Relativity and Gravitation, onde defende que não há a necessidade de uma singularidade no espaço-tempo, ou seja, o big bang.

PAra ele, a atual fase de expansão do universo foi precedida por uma fase de contração.

Essa ideia se baseia no Big Crunch, onde o universo se colapsa e isso levaria a uma eterna sucessão de universos.

O processo criaria extremos de temperatura e densidade, levando assim a uma inversão e a um rebote que permitiria a expansão.

Esse novo argumento se baseia no comportamento de buracos negros regulares.

Para Neves, não é a singularidade que define um buraco negro, mas sim o seu horizonte de eventos, assim, existe um espaço-tempo diferente que evita a formação da singularidade.

Esse conceito na verdade não é novo e é revisitado de vez em quando.

James Bardeen em 1968, usou um truque matemático para modificar a solução das equações da Relatividade Geral que descrevem os buracos negros, o artifício consistiu em considerar a massa do buraco não mais constante, mas como uma função da distância até o centro do buraco negro. Feita essa modificação emergiu um buraco negro diferente, chamado de buraco negro regular.

Usando algo parecido, Juliano Neves e seu supervisor de pós-doutorado Alberto Vazques Saa, introduziram um truque matemático que não viola a relatividade mas que elimina também a singularidade do universo, isso foi feito introduzindo um fator de escala, de modo que a expansão do universo não depende só do tempo mas também da escala cosmológica.

Para demonstrar isso, teria que se observar traços de eventos na fase de contração que ainda existam na fase de expansão, por exemplo, algum buraco negro que tenha sobrevivido ao rebote do universo.

como falei no início a teoria do Big Bang ainda é a mais aceita sobre a formação do universo, mas isso não quer dizer que não existam outras, e essa apresentada pelo pesquisador brasileiro seria outra delas.

Fonte:






Artigo:




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Eta Carinae E O Mistério Das Estrelas Que Não Querem Morrer - Space Today TV Ep.1394

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As estrelas muito passivas terminam suas vidas em expulsões de supernovas, e posteriormente o que resta dessa explosão pode se transformar numa estrela de nêutrons ou em um buraco negro dependendo da massa.

Porém, existem estrelas massivas que se negam a morrer, os astrônomos registram explosões nelas, mas aparentemente essas explosões não são suficientemente energéticas para destruir a estrela e elas continuam ali.

Entre essas estrelas, existe uma muito famosa, a Eta Carinae.

A cerca de 170 anos atrás os astrônomos testemunharam uma grande explosão nela, uma explosão que liberou energia quase que equivalente a de uma supernova, mas a estrela depois disso continuava lá.

Como eu falo sempre foi preciso o tempo passar, a tecnologia evoluir para que agora os astrônomos pudessem cogitar uma resposta para o fato da Eta Carinae não ter morrido.

Com os equipamentos modernos, os astrônomos conseguiram estudar os ecos de luz, remanescentes das explosões que a Eta Carinae sofreu e conseguiram calcular a velocidade da onda de choque desses ecos de luz.

Eles detectaram velocidades extremamente altas e com essas observações puderam então traçar a história do que pode estar acontecendo com a Eta Carinae e com outras estrelas que insistem em não morrer.

A primeira tentativa de explicar o que aconteceu com Eta Carinae foi através da fusão de duas estrelas.

Mas esse modelo falhou e não se ajustou a todos os dados.

Então montaram um modelo mais complexo com a interação de 3 estrelas, ou seja, o sistema de Eta Carinae hoje que tem duas estrelas pode ter começado com 3.

No cenário proposto, você tem duas estrelas orbitando uma muito próxima da outra e uma terceira estrela mais distante.

Quando a estrela mais massiva das duas mais próximas chega no fim da sua vida ela começa a expandir e o seu material começa a “cair”na estrela menor.

AS camadas externas dela se foram e só restou exposto o seu núcleo quente de hélio.

Com isso todo o equilíbrio do sistema é afetado, o núcleo de hélio exposto migra para a parte mais externa do sistema e troca de posição com a estrela mais externa.

A estrela mais externa que estava lá quietinha, mergulha para dentro do sistema, interage com a estrela massiva que roubou material da sua companheira no início do processo e cria um disco de material ao redor da estrela gigante.

A estrela que era a mais externa do sistema triplo então se funde com a estrela mais massiva e nesse processo ocorre um evento explosivo que forma lobos bipolares de material ejetado da estrela.

O núcleo exposto de hélio que ainda é uma estrela, entra numa órbita alongada ao redor da nova estrela do sistema, e no caso de Eta Carinae, a cada 5 anos e meio ela passa no envelope de gás ao redor da estrela maior e isso gera ondas de choque que são registradas aqui na Terra em raios-X.

É um cenário bem complexo, mas é esse o cenário que explica todos os dados registrados do sistema de Eta Carinae e isso que mantém a estrela viva.

Esse estudo é fundamental para o entendimento da evolução e da morte das estrelas missivas.

Fonte:



Artigos:



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NASA E ROSCOSMOS Juntas na Estação Cislunar - Space Today TV Ep.872

O mundo da exploração espacial anda agitado.

Trouxe aqui no canal os planos da China ir para Marte em 2020.

Semana que vem, a partir do dia 25 acontece o IAC, a conferência internacional de astronáutica, em Adelaide na Austrália.

Entre várias palestras como a esperada palestra do Elon Musk sobre o futuro da exploração espacial da Spacex com o Falcon Heavy e com a ida a Marte, e uma palestra já marcada também da Lockheed Martin com suas ideias sobre a exploração marciana, deve acontecer algo muito interessante.

A ROSCOSMOS, a agência espacial russa, irá anunciar um projeto de cooperação com a NASA, a agência espacial norte-americana para a construção de uma estação espacial, ou um entreposto espacial nas vizinhanças da Lua, a chamada estação cislunar.

Esse mundo da exploração espacial é bem complicado de se entender.

Os outros parceiros da NASA na ISS, a ESA, a JAXA e a agência canadense, haviam começado uma conversa sobre essa estação, e a ROSCOMOS até então era sempre deixada meio que em segundo plano.

A ROSCOSMOS tinha planos de levar direto astronautas para a superfície da Lua, além de estar considerando construir uma estação independente.

Porém, o instituto de pesquisa russo, TsNIIMash, um instituto dedicado a pesquisas espaciais, concluiu que não seria possível ter uma estação espacial independente e enviar astronautas para a Lua, além disso, os planos russos de desenvolver um super foguete capaz de fazer isso foram adiados para o final de 2020.

Considerando tudo isso, a ROSCOSMOS decidiu que o melhor a fazer seria mesmo continuar colaborando na ISS e junto com a NASA propor a construção de uma estação cislunar, um preparativo para se voltar à Lua em breve e depois ir para Marte.

A ideia é construir o chamado Deep-Space Gateway na órbita da Lua no início da década de 2020.

A NASA lançaria o SLS e a cápsula Orion que teria capacidade de levar astronautas e de chegar ao DSG, e a ROSCOSMOS entraria com toda a tecnologia para a construção de rovers e landers que seriam enviados para a Lua.

Além disso a Rússia pretende desenvolver versões mais potentes do Proton e de seu novo foguete o Angara, que teriam a capacidade de levar suprimentos para essa estação cislunar.

Nos últimos meses os oficiais russos responsáveis pela exploração espacial veem participando de inúmeros encontros onde estão discutindo o futuro da exploração espacial e nesses encontros também se discutiu muito a parceria com a NASA.

Até mesmo o presidente russo Vladimir Putin já falou sobre isso, ele disse que existe um interesse grande e mútuo de se trabalhar junto com o EUA para pavimentar de forma sólida o caminho para a exploração de Marte na década de 2030.

Parece que agora as coisas estão com um rumo mais bem definido. Primeiro aprendemos a viver no espaço, com a ISS, agora vamos para perto da Lua com o Deep-Space Gateway, dali vamos para a Lua e depois naturalmente vamos para Marte. Aparentemente parece ser o caminho e a maneira mais lógica de se proceder com tudo isso.

Vamos esperar semana que vem pelo IAC, e eu trarei novidades aqui para vocês sobre os acontecimentos.

Fonte:





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Como A NASA Pretende Criar Um Campo Magnético Em Marte - Space Today TV Ep.629

Como vocês sabem existe um esforço gigantesco de mandar o homem para Marte, além disso em casos mais extremos, a ideia é colonizar o Planeta Vermelho.

Porém, existem muitas questões ainda em aberto de como manter o ser humano por muito tempo em Marte, já que o planeta não possui uma atmosfera espessa e muito menos um campo magnético para proteger tanto a atmosfera como o planeta.

Uma ideia que vem sendo cada vez mais discutida por todos é a possibilidade de terraformar Marte, assim, não teríamos problema em viver num planeta que de certo modo seria parecido com a Terra.

As ideias são muitas, desde a criação de uma concha que poderia ser colocada ao redor do planeta onde o ser humano poderia viver no seu interior.

Até esquemas de romper a crosta marciana para que ocorra a liberação de CO2 e uma atmosfera possa ser criada.

Existem planos sérios de muitos cientistas e de muitas empresas, principalmente a SpaceX.

Nada disso é completamente impossível digamos assim, mas para que tudo isso possa ocorrer de maneira correta e que Marte seja terraformado, é preciso proteger tudo que será criado, da radiação cósmica e solar, do vento solar, além de podermos ter a capacidade de aumentar a temperatura e adicionar nitrogênio e oxigênio na atmosfera.

Para que isso aconteça só existe uma saída, criar um campo magnético em Marte. A história marciana diz que o planeta perdeu sua atmosfera pois, perdeu primeiro o campo magnético, e então ventos solares intensos gerados por fortes tempestades arrancaram a atmosfera do planeta.

Por esse motivo o campo magnético é crucial.

A NASA propôs uma solução.

Estruturas infláveis poderiam ser colocadas a uma certa altura e funcionariam como um imã gigante, esse imã geraria um campo de dipolo magnético de 1 ou 2 Tesla, 10000 a 20000 Gauss.

Os pesquisadores então com a ideia foram num centro de modelagem computacional de ponta e geraram as simulações, chegando à conclusão de que esse campo gerado poderia proteger a atmosfera marciana do vento solar e ainda ajudaria a equilibrar a atmosfera.

Embora pareça algo de filme de ficção científica, essa solução parece bastante plausível e possível, e com isso seria possível gerar uma atmosfera melhor para que o ser humano pudesse então no futuro colonizar o Planeta Vermelho.

Fonte:




Link para a conferência da NASA:



Link para o Resumo Expandido:



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O Lançamento da Parker Solar Probe

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Dia 12 de Agosto de 2018, 4:31 da manhã, hora de Brasília, um momento que vai entrar para a história da exploração espacial. Foi lançada com sucesso, direto da Base da Força Aérea de Cabo Canaveral na Flórida, a bordo do foguete Delta IV Heavy da ULA, a sonda Parker Solar Probe com o objetivo de responder aos principais mistérios com relação à nossa estrela, o Sol.

Transmitimos o lançamento no meu canal secundário, e agora ele está aqui para fazer parte da Play List sobre a sonda e a missão para o Sol.

Lançamento: 30:40

Entrevista com o Eugene Parker: 45:39

Confirmação da separação da Parker do terceiro estágio: 1:16:20

Parker. A primeira sonda a tocar o Sol

Vai atravessar 150 milhões de quilómetros para chegar ao Sol. Parker, um projeto da NASA, vai ser a primeira sonda a tocar a estrela, em busca de respostas. Quando chegar, não vai derreter. Porquê?

NASA Está Reinventando a Roda - Space Today TV Ep.984

Não sei se todos aqui sabem, mas as rodas dos rovers que exploram outros mundos são um dos maiores desafios da engenharia para os exploradores espaciais.

Desde que os primeiros rovers como o Lunokhod, e o rover da Apollo andaram na Lua, as rodas sempre foram uma preocupação.

O terreno muito irregular, sem saber que tipo de obstáculo encontrar faz com que os engenheiros quebrem literalmente a cabeça.

Quando o ser humano começou a mandar rovers para Marte, esse desafio se tornou ainda maior.

O rover Curiosity, por exemplo, que pousou em Marte em 2012, enfrenta atualmente sérios problemas com suas rodas, elas já estão desgastadas, e encontrando obstáculos em Marte, rochas pontiagudas, isso foi cada dia deteriorando mais e mais as rodas.

Hoje, o rover tem que escolher muito bem por onde vai passar, para que as rodas sejam preservadas.

Os engenheiros não pararam de pensar em como resolver esse problema e aparentemente chegaram a um bom resultado.

Uma roda, ou será que podemos chamar de pneu dessa vez, feito de basicamente de molas, onde uma estrutura sem ar mas com molas metálicas formam o esqueleto do peneu.

Os engenheiros usaram um sistema chamado de Ligas com Memória, feitas de níquel e titânio, que se deformam, mas depois conseguem voltar a posição inicial.

Esse pneu recebeu o nome de Mars Spring Tire, e de acordo com os pesquisadores, terá uma durabilidade maior, uma performance melhor e provavelmente um potencial risco para a missão seja reduzido.

Existe uma possibilidade de testar esses novos pneus durante a missão da Mars2020, embora isso seja muito difícil de acontecer, as rodas da MARS2020 serão rodas, mais resistentes, e mais duráveis do que as do Curiosity, mas podem ainda apresentar problemas. Se todo o desenvolvimento andar bem, quem sabe a MARS2020 não leva esse pneu para rodar em MArte.

Fonte:



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Como Podemos Viajar Até Proxima b? - Space Today TV Ep.1492

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Desde a descoberta de Proxima b, o exoplaneta mais próximo da Terra, uma das grandes questões levantadas, é se um dia poderemos viajar até lá e se sim, como seria essa viagem. O projeto Breakthrough Starshotpretende resolver esse problema lançando pequenas naves até esse exoplaneta, usando para isso velas de luz (light sails) naves que atingiriam cerca de 20% da velocidade da luz e levariam 20 anos para chegar até o exoplaneta.

Fonte:

ENTENDA PORQUE A SONDA DA NASA QUE VAI ENTRAR NA CORONA SOLAR NÃO VAI DERRETER

ENTENDA PORQUE A SONDA DA NASA QUE VAI ENTRAR NA CORONA SOLAR NÃO VAI DERRETER.

Os Estudos Da Coroa Solar e do Vento Solar Ao Longo do Tempo - Space Today TV Ep.1558

Um passeio ao longo do tempo mostrando como foi se desenvolvendo a ideia sobre o vento solar e sobre o problema do aquecimento da coroa solar, problemas que esperamos, a Parker Solar Probe possa começar a resolver em breve. Espero que gostem do formato.

#MeetESO

Sonda Voyager 2 Entra no Espaço Interestelar - Space Today TV Ep.1616

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Em 1977 o ser humano lançou duas missões para fazer o chamado Grand Tour pelo Sistema Solar, as missões Voyager 1 e Voyager 2.

A Voyager 1, passou por Júpiter e Saturno e depois migrou para fora do nosso Sistema Solar, já a voyager 2, passou também por urano e Netuno antes de seguir o seu destino.

Em 2012, os cientistas que cuidam da voyager 1 detectaram que ela havia cruzado a heliopausa.

A heliopausa é uma bolha que protege os planetas do sistema solar, bolha que é gerada pelo vento solar, isso foi um marco.

Mas agora, em Novembro de 2018, a Voyager 2 também cruzou essa fronteira e pela primeira vez na história temos duas sondas navegando no chamado meio interestelar.

A voyager 2 está a cerca de 18 bilhões de quilômetros de distância da Terra, e o indício que ela deixou a heliopausa veio através de medidas feitas com o instrumento Plasma Science Experiment, esse instrumento parou de funcionar na Voyager 1, mas continua ativo na Voyager 2.

E esse instrumento media o fluxo de partículas emitidas pelo Sol, mas no dia 5 de Novembro de 2018, ele registrou uma queda na velocidade das partículas do vento solar, e desde então ele não observa mais partículas do vento solar, o que fez os cientistas comprovarem que a Voyager 2 saiu da heliosfera.

Outros três instrumentos que também funcionam na voyager 2 também fizeram medidas e as medidas estão todas de acordo, indicando que a sonda realmente deixou a heliosfera.

Uma coisa muito importante, embora tenha deixado a heliosfera, entrado no meio interestelar, a sonda não deixou o sistema solar.

O sistema solar é limitado pela Nuvem de oort, onde residem pequenos objetos do sistema solar, como os cometas. A Nuvem de oort começa a cerca de 1000 UA de distância do Sol e vai até 100 mil UA , levaria 300 anos para a voyager 2 chegar na borda interna e cerca de 30 mil anos para sair dela.

com isso, os cientistas irão conseguir aprender muito sobre o espaço interestelar, sobre os limites do Sistema solar, sobre a helisofera principalmente e esse será o legado mais espetacular que uma sonda com mais de 40 anos vai deixar para todos nós.

#Voyager2 #EspaçoInterestelar

fonte:

Detectado Um Dos sinais Mais Misteriosos do Universo - Space Today TV Ep.1398

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À medida que a tecnologia evolui mais nós avançamos na astronomia, ou nem sempre é assim.

Alguns mistérios só são aprofundados e respondê-los é ainda mais complicado.

Eu já fiz vários vídeos aqui no canal falando sobre as FRBs, as Fast Radio Bursts, são explosões nas ondas de rádio como o próprio nome diz.

O grande problema é, o que elas são, que fenômeno gera as FRBs, de onde vem esse sinal.

Já se tentou todo o tipo de explicação para esses sinais, que foram detectados pela primeira vez em 2007, e até agora, poucos deles foram registrados pelos instrumentos na Terra.

Estrelas de quarks e civilizações alienígenas talvez sejam as explicações mais extremas que já tentaram dar para esse fenômeno.

Sempre que um novo instrumento é inaugurado, principalmente se esse instrumento é um radiotelescópio, se tem a esperança que ele possa detectar as FRBs e que possamos descobrir o que elas são.

Mas, como eu falei no começo, as vezes o mistério só fica mais fundo.

O Canadá inaugurou recentemente um novo tipo de radiotelescópio, chamado de CHIME, cujo objetivo é estudar o universo primordial, descobrir as concentrações de hidrogênio e entender como as primeiras estrelas se formaram.

Mas já que ele estava ali vasculhando o céu, adivinha o que ele detectou. Isso mesmo, uma FRB e não foi qualquer uma não.

O CHIME detectou uma FRB por 20 longos segundos, se isso já não fosse espetacular o suficiente, essa FRB foi detectada na frequência abaixo de 700 MHz.

Isso nunca tinha acontecido, as FRBs, detectadas até agora tinham sempre uma frequência muito maior, e essa tem uma frequência de 400 MHz.

O que é, de onde vem, como vivem, como se reproduzem? Ninguém sabe.

A única coisa é que é mais um dado para as FRBs, porém um dado que difere muito dos outros, seria outro fenômeno, seriam outras civilizações, brincadeira.

Esse é um dos grandes mistérios da astronomia, mas como os neutrinos de alta energia, as ondas gravitacionais, os raios cósmicos, esperamos que um dia ainda possamos dizer o que são as FRBs.

E se você ficou até aqui depois do vídeo, coloca aí nos comentários #FRBMALDITA

Fonte:

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