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Sonda Voyager 1 religa Seus Motores Depois de 37 Anos - Space Today TV Ep.995

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Sonda Voyager 1 religa Seus Motores Depois de 37 Anos - Space Today TV Ep.995

Se você tentar ligar seu carro parado depois de décadas, muito provavelmente ele não vai responder.

Mas a tecnologia espacial é realmente espetacular.

Todo mundo aqui lembra da sonda Voyager 1?

A Voyager 1 é a sonda mais rápida, e que está mais distante já feita pelo homem, ela é o primeiro objeto a entrar no espaço interestelar, ou pelo menos está muito perto dele.

Ela foi lançada ao espaço, a 40 anos atrás, e durante a sua viagem pelo sistema solar, sobrevoou os planetas Júpiter e Saturno, além de sobrevoar satélites naturais importantes desses dois planetas.

A última vez que a Voyager 1 teve seus foguetes acionados foi em 8 de Novembro de 1980, depois de passar por Saturno.

Mas, 37 anos depois, no dia 28 de Novembro de 2017, os engenheiros da Voyager 1 acionaram seus motores novamente, e testaram a habilidade de orientar a sonda usando pulsos de 10 milissegundos.

Para saber se o comando foi dado e recebido com sucesso, os engenheiros tiveram que esperar 19 horas e 35 minutos, esse foi o tempo que o sinal viajou até chegar na antena de Goldstone na Califórnia.

Tudo isso foi feito e testado para tentar estender mais um pouco a vida da sonda Voyager 1, e com isso tentar entender um pouco mais sobre o meio interestelar.

Embora ela não nos mande mais imagens, e nem dados tão completos, ela possui uma maneira de contar as partículas e também a intensidade tanto do vento solar, como do que existe no meio interestelar, e a partir disso, os pesquisadores tiram suas conclusões.

O mesmo tipo de teste será feito com a Voyager 2 que possui esses mesmos motores, e devem estar em lehor estado do que o da Voyager 1. LEmbrando que a Voyager 2 ainda não alcançou o meio interestelar. O que deve acontecer nos próximos anos, então é importante também ter a sonda funcionando e com a vida um pouco mais estendida.

Tá aí, para quem sempre pergunta da Voyager, uma notícia rápida, mas muito interessante, seu motores foram religados com sucesso, 37 anos depois.

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Space Today TV Ep.81 - A Missão da Sonda Voyager E O Limite do Sistema Solar

- A sondas da missão Voyager foram lançadas em 1977 com 16 dias de separação, a Voyager 2 foi lançada em 20 de Agosto de 1977, e a sonda Voyager 1 em 5 de Setembro de 1977, ambas de Cabo Canaveral na Flórida, com o objetivo primário principal de realizar o chamado Grand Tour pelo Sistema Solar externo, visitando os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

- Com isso, a missão Voyager completou pela primeira vez o reconhecimento de todos os objetos do Sistema Solar. Reconhecimento que durou até o ano de 2015 quando a sonda New Horizons visitou o planeta anão Plutão.

- O grande astrônomo, e divulgador científico Carl Sagan participou de forma decisiva na concepção e na operação da missão Voyager pelo Sistema Solar.

- Por exemplo, foi dele a ideia de equipar as duas sondas com um disco de ouro, levando informações, saudações, músicas, imagens da Terra e de seus habitantes, para que se alguma civilização extraterrestre cruzasse com as sondas pelo espaço sideral pudessem fazer contato. Existe um livro que explica todos os detalhes desse disco.

- Foi de Carl Sagan também a ideia de virar a sonda Voyager 1 para a Terra, quando ela estava na órbita de Saturno para fazer o retrato do Sistema Solar e registrar a famosa imagem o Pálido Ponto Azul, imagem essa que valeu uma das mais belas e impressionantes reflexões sobre o verdadeiro lugar da humanidade na imensidão do cosmos.

- Além disso, as missões Voyager foram responsáveis por descobrirem que Io, a lua de Júpiter possui vulcões ativos, e registrar com detalhes impressionantes os anéis de Saturno.

- A sonda Voyager 1 por ter terminado antes sua turnê pelo Sistema Solar, embarcou nessa aventura um pouco antes e por conta disso, ela já está fora do nosso Sistema Solar. Esse feito histórico aconteceu no ano de 2012 quando a sonda deixou os planetas e o vento solar para trás.

- Desde então começou uma grande quantidade de pesquisas para mostrar onde realmente se encontra a sonda Voyager, será que ela está mesmo fora do Sistema Solar, ou não, mas a conclusão é que sim, ela já se encontra fora do Sistema Solar.

- Isso é espetacular, pois, pela primeira vez, os astrônomos podem estudar o que acontece no meio interestelar, e recentemente, um trabalho publicado no AStrophysical Journal Letters, mostrou que a sonda Voyager 1 está ajudando os cientistas a resolverem grandes mistérios sobre o meio interestelar.

- O estudo mostra evidências muito fortes de que a Voyager 1 se encontra numa região onde o campo magnético está sendo defletido pelo vento solar.

- Os pesquisadores acreditam que em 10 anos a sonda Voyager 1 irá entrar numa região mais pura do meio interestelar onde o vento solar não tem nenhuma influência significante no campo magnético.

- A Voyager 1 ao entrar no meio interestelar deixou para trás a heliosfera, ou seja, a bolha de vento solar que existe ao redor do Sol e dos planetas.

- Nessa região a densidade de partículas foi 40 vezes maior fora da borda do que dentro dela, confirmando então que a sonda deixou a heliosfera, porém a direção do campo magnético está 40 graus fora do que havia sido previsto pelos cientistas.

- Esse novo estudo sugere que essa discrepância existe pois a Voyager 1 está num campo magnético mais distorcido logo fora da heliopausa, do que na borda entre o vento solar e o meio interestelar.

- analisar e entender esse tipo de dado é muito interessante, pois, podemos tentar preve com maior precisão, quanto tempo levará até que a Voyager 1 alcance uma região do meio interestelar menos perturbada, de modo que possamos começar a entender o que acontece entre o Sol e uma outra estrela.

- A Voyager 2 dentro de mais alguns anos, também cruzará essa fronteira, irá coletar mais dados e então muito provavelmente teremos uma imagem, mesmo que conceitual, completa da heliosfera e da região de influência do Sol, além de podermos delimitar com grande precisão onde começa o meio interestelar.

Press Release no site do JPL:



Artigo Científico:



Vídeo Documentário sobre o Grand Tour da missão Voyager no Sistema Solar:



Documentário sobre o Disco de Ouro da Voyager, todos os sons e imagens do disco:



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Voyager 1 e o som interestelar

A sonda espacial Voyager 1 é o objeto humano que mais longe já foi no espaço e trouxe diversas informações de lá para nós, recentemente nos enviou o surpreendente som do espaço interestelar.

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Voyager I: Motores ligados após 37 anos

Notícia astronômica sobre o religamento com sucesso de 4 propulsores da sonda Voyager I após 37 anos
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Astrônomo Amador Registra O Nascimento de Uma Supernova - Space Today TV Ep.1120

Ontem no vídeo, mostrei a supernova mais distante do universo já descoberta, uma supernova do tipo super luminosa, descoberta por um dos maiores projetos astronômicos da atualidade, o DES - Dark Energy Survey.

Mas não são só esses gigantescos projetos e os telescópios mais potentes do mundo que podem descobrir supernovas.

Tudo bem, não são as supernovas super luminosas, mas são supernovas que são importantes, para entender a fase final de vida de estrelas massivas.

Recentemente, um astrônomom amador argentino estava testando uma nova câmera no seu telescópio de 16 polegadas, fotografando a galáxias espiral NGC 613, que está localizada a cerca de 80 milhões de anos-luz de distância da Terra, na constelação do Sculptor.

quando as imagens foram analisadas o que ele viu foi algo incrível, um ponto de luz, que à medida que as imagens iam passando ia ficando mais brilhante, e que não era visível nas primeiras imagens que ele fez.

Astrônomos do Instituto de Astrofisica de La Plata na Argentina, analisaram as imagens e notaram que ele tinha detectado algo inédito.

O que eles estavam vendo era parte da primeira hora depois que a luz emerge da explosão de uma massiva estrela, ou seja, pode-se falar, que ele praticamente registrou a explosão enquanto ela acontecia.

A supernova começou então a ser estudada em detalhe e recebeu um nome oficial, SN 2016gkg.

Com telescópios profissionais envolvidos no estudo, foi possível determinar que a supernova foi do Tipo IIb, ou seja, a explosão de uma estrela massiva que anteriormente já tinha perdido a maior parte do seu envelope de hidrogênio.

A massa inicial da estrela era de 20 vezes a massa do Sol, e depois de perder a maior parte da sua massa para uma estrela companheira, no momento da explosão ela tinha cerca de 5 vezes a massa solar.

Com os estudos detalhados feitos posteriormente foi possível saber mais sobre essa supernova, mas o mais importante disso, foi o que o astrônomo amador conseguir registrar.

É muito difícil, quase impossível registrar uma supernova surgindo no céu como foi esse caso, mas isso é de suma importância, pois só assim é possível estudar os mecanismos da explosão de uma supernova, estudar como era a estrela antes da explosão, e isso ajuda muito os astrônomos a entenderem o que acontece com uma estrela de grande massa perto do final da sua vida.

Uma grande sorte que teve o astrônomo amador, e a própria astronomia que agora possui essa detecção para ser estudada.

Além de tudo isso, o astrônomo amador ainda foi parar na revista Nature, que essa semana publicou o artigo da descoberta da supernova e das observações realizadas posteriormente.

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Fonte:



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Físico Brasileiro Apresenta Teoria Alternativa Ao Big Bang - Space Today TV Ep.985

A teoria mais aceita que explica o nascimento e a evolução do universo e que tem se tornado crucial para o nosso entendimento do cosmos é o Big Bang.

Mas, alguns físicos estão agora desafiando a ideia de que o tempo teve um início. Para eles, o universo experimenta fases de contração e expansão.

Um brasileiro, da UNICAMP, mais precisamente do Instituto de Matemática Estatística e ciência da Computação, o conhecido IMECC, Juliano Cesar Silva Neves, publicou um novo estudo na revista General Relativity and Gravitation, onde defende que não há a necessidade de uma singularidade no espaço-tempo, ou seja, o big bang.

PAra ele, a atual fase de expansão do universo foi precedida por uma fase de contração.

Essa ideia se baseia no Big Crunch, onde o universo se colapsa e isso levaria a uma eterna sucessão de universos.

O processo criaria extremos de temperatura e densidade, levando assim a uma inversão e a um rebote que permitiria a expansão.

Esse novo argumento se baseia no comportamento de buracos negros regulares.

Para Neves, não é a singularidade que define um buraco negro, mas sim o seu horizonte de eventos, assim, existe um espaço-tempo diferente que evita a formação da singularidade.

Esse conceito na verdade não é novo e é revisitado de vez em quando.

James Bardeen em 1968, usou um truque matemático para modificar a solução das equações da Relatividade Geral que descrevem os buracos negros, o artifício consistiu em considerar a massa do buraco não mais constante, mas como uma função da distância até o centro do buraco negro. Feita essa modificação emergiu um buraco negro diferente, chamado de buraco negro regular.

Usando algo parecido, Juliano Neves e seu supervisor de pós-doutorado Alberto Vazques Saa, introduziram um truque matemático que não viola a relatividade mas que elimina também a singularidade do universo, isso foi feito introduzindo um fator de escala, de modo que a expansão do universo não depende só do tempo mas também da escala cosmológica.

Para demonstrar isso, teria que se observar traços de eventos na fase de contração que ainda existam na fase de expansão, por exemplo, algum buraco negro que tenha sobrevivido ao rebote do universo.

como falei no início a teoria do Big Bang ainda é a mais aceita sobre a formação do universo, mas isso não quer dizer que não existam outras, e essa apresentada pelo pesquisador brasileiro seria outra delas.

Fonte:






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Os Momentos Finais da Cassini - Space Today TV Ep.921

No dia 15 de Setembro de 2017, todo mundo lembra, que a sonda Cassini encerrou sua missão mergulhando na atmosfera de Saturno.

Pouco mais de 1 mês depois desse momento épico, os pesquisadores conseguiram por meio dos dados de telemetria enviados pela sonda, reconstruir o passao a passo do que aconteceu com a Cassini naquele 15 de Setembro de 2017.

Durante os seus momentos finais de vida, a Cassini estava viajando numa região da atmosfera de Saturno que tem praticamente a mesma densidade que o local onde fica a ISS, ou seja, quase não tem ar nessa região.

Mas como a Cassini nesse momento estava viajando 4.5 vezes mais rápida que a ISS, a força que a fina atmosfera de Saturno exercia sobre a nave era muito maior. É o mesmo que você colocar a mão para fora do carro com ele a 10 km/h e com ele a 120 km/h.

Uma hora antes de entrar na atmosfera, a Cassini começou sua aproximação final. Ela estava a cerca de 1900 km acima do topo das nuvens de Saturno nesse momento.

O gás nesse momento, começou a empurrar o magnetômetro da Cassini, que era uma vara com 11 metros de comprimento e isso fez com que a sonda começasse a rodar, ela teve então que acionar seus motores para estabilizar.

A sonda lutou por 91 segundos contra a atmosfera de Saturno com seus motores ligados de forma contínua.

Nos últimos 20 segundos dessa batalha, os motores atingiram os 100% de sua capacidade.

Os últimos 8 segundos, a Cassini começou a dar uma cambalhota, nesse momento, a antena que até então havia sido mantida apontada para a Terra, começa a apontar para o outro lado.

E 83 minutos depois disso, o sinal da Cassini desapareceu nos monitores do JPL.

Os pesquisadores também esclareceram que o pico que foi visto depois, aparentemente mostrando que a sonda havia se comunicado novamente não passou de um padrão normal emitido pela antena de rádio.

Como a sonda nunca foi preparada para voar na atmosfera planetária, os pesquisadores ficaram impressionados com o fato dela ter durado tanto tempo, permitindo até que os instrumentos enviassem informações até o último segundo de vida.



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UMA NOVA TEORIA SOBRE O SURGIMENTO DA VIDA NA TERRA | SPACE TODAY TV EP.1682

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Como a vida surgiu na Terra?

Está outra pergunta que incomoda muito a todos, principalmente aos cientistas planetários, astrônomos, biólogos, e geólogos.

No início do sistema solar, a cerca de 4.4. bilhões de anos atrás, a Terra era pequena, como Marte é hoje, ela tinha um núcleo e um manto, mas esse manto era pobre em elementos como nitrog6enio, carbono e enxofre, elementos esses essenciais para a vida.

Desse modo, algo deve ter acontecido com o nosso planeta para que elementos viessem parar aqui e dessem origem para a vida.

Uma das hipóteses mais faladas é o impacto de asteroides, principalmente os asteroides carbonáceos condritos, nessa época o Sistema Solar era um lugar conturbado e muitas colisões ocorriam, mas esses asteroides podem ter trazido os elementos voláteis para o nosso planeta.

Um ponto a favor dessa hipótese é que as razões de diferentes isótopos de nitrogênio, carbono e hidrogênio na Terra se ajustam com a dos asteroides e com as de meteoritos encontrados no nosso planeta.

O ponto contra é que a razão de carbono e hidrogênio é muito diferente, enquanto que nos meteoritos a razão de carbono para nitrogênio é de 20 para 1, na Terra, é de 40 para 1.

Então para tentar explicar essa discrepância, um grupo de pesquisadores fez a seguinte pergunta, e se o choque com outro planeta tivesse trazido esses elementos para a Terra?

A Terra pode sim ter colidido com muitos planetas no início do sistema solar, existe até a hipótese, talvez a mais válida de que a Lua tenha se formado numa dessas colisões.

Então os pesquisadores foram no laboratório e recriaram condições de alta temperatura e pressão, na qual o núcleo do planeta se formou.

Adicionaram outros elementos, variaram a temperatura e a pressão e criaram cenários onde esses elementos poderiam se dividir entre o núcleo e o resto do planeta.

Depois eles foram para o computador e rodaram simulações, inserindo valores de carbono, nitrog6enio e enxofre encontrados nas camadas mais externas da Terra juntamente com o comportamento dos voláteis.

E depois de rodar 1 bilhão de simulações, chegaram a conclusão que o cenário mais provável seria que a Terra colidiu com um objeto que tinha aproximadamente o tamanho de Marte, e que continha cerca de 25 a 30% de enxofre em seu núcleo.

Um cenário que é muito parecido com o cenário mais defendido sobre a formação da nossa Lua.

Até mesmo pesquisadores que não participaram da pesquisa estão animados com os resultados, já que isso é na verdade o resultado de anos de trabalhos feitos por diferentes grupos de pesquisa ao redor do mundo.

Podemos estar chegando bem perto de entender como a vida surgiu no nosso planeta, o que seria muito interessante para podermos entender a possibilidade de vida em outros cantos do universo.

#VidaNaTerra #Vida

Fonte:



Artigo:

Podemos Considerar 2019 o Ano da Lua Na Exploração Espacial? - Space Today TV Ep.1656

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Podemos considerar o ano de 2019, o ano da Lua para a exploração espacial?

Já começamos bem, no dia 3 de Janeiro de 2019, a missão Chang’e-4 chinesa, pousou no lado oculto da Lua, o primeiro pouso realizado nesse lado do nosso satélite e já começou a explorar o terreno da Cratera Von Kármán. Mas isso foi só o começo.

Na sequência, teremos a sonda indiana Chandrayaan-2, que como o nome sugere é a segunda missão indiana a explorar a Lua, isso mesmo, caso você não saiba a Índia já mandou uma missão para a Lua.

E aliás, foi ela a missão responsável por descobrir gelo nas crateras que ficam eternamente na sombra na Lua.

Essa primeira missão foi constituída basicamente de um módulo orbital e de uma pequena sonda que se chocou com a Lua.

Agora, a nova missão indiana é bem mais complexa, irá consistir de um módulo orbital, um módulo de pouso que chamamos de lander, e um jipe robô, que chamamos de rover.

O lander e o rover irão explorar o solo lunar perto do polo sul do nosso satélite, uma região que nunca foi explorada antes.

Além disso, a sonda irá levar instrumentos para estudar o ambiente criado pelo vento solar no solo lunar.

Espectrômetros irão mapear a composição da superfície lunar, e como a InSight ela levará um sismômetro para medir os famosos sismos lunares.

Essa missão era feita em parceria com a Rússia, mas a Rússia não participa mais, e por isso o atraso no lançamento que era para ter ocorrido em 2013. Em Outubro de 2018 ela passou pelos testes finais, recebeu o go, e espera-se que o lançamento aconteça em algum momento nos 3 primeiros meses de 2019.

Em 2019, outro módulo de pouso, ou seja, outro lander, deve pousar na Lua.

E dessa vez, um lander israelense feito pela empresa SpaceIL.

Se tudo der certo esse lançamento marcará a primeira vez na história que uma empresa privada lançará uma sonda privada para outro mundo.

Essa empresa participava do prêmio do Google, o X Lunar Prize, que foi encerrado sem vencedor.

Mas a empresa resolveu continuar trabalhando para levar seu lander para a Lua.

O lander terá apenas 2 metros de diâmetro e pesará menos que 200 kg.

Uma câmera de vídeo de alta definição promete fazer imagens espetaculares da superfície lunar, e o lander levará também um magnetômetro para explorar o campo magnético da Lua.

Embora a Lua não tenha um campo magnético global ela possui um campo magnético residual que esse magnetôemtro poderá estudar.

Esse ano também irá marcar a chegada de outra missão chinesa na Lua.

Dessa vez será a Chang’e-5, uma missão com um objetivo bem específico, trazer amostras da Lua para a Terra.

Depois que pousar na Lua, o lander irá cavar 2 metros de profundidade e recolher amostras com uma idade de 1.3 bilhão de anos. Rochas que serão bem mais novas do que aquelas trazidas pelos astronautas da missão Apollo.

E falando em Apollo, não podemos esquecer que em Julho de 2019, iremos comemorar os 50 anos do primeiro pouso de um ser humano na Lua.

Será um mÊs de muitas festividades e muitos vídeos sobre a missão, sobre as conquistas, as conspirações e as provas de que sim, fomos para a Lua.

E por último, porém não menos importante, já no dia 21 de Janeiro de 2019 teremos o eclipse total da Lua, um eclipse que poderá ser visto em todo o Brasil, durante toda a madrugada do dia 21.

Estamos preparando uma cobertura toda especial para vocês, com telescópios espalhados pelo Brasil, e durante o eclipse faremos um anúncio muito importante, algo que vocês sempre perguntaram, desejaram e quiseram, será anunciado no dia do eclipse.

Então por essas e outras acho que não é exagero falar que o ano de 2019 é sim o ano da Lua!!!

#Lua2019

Descobertas 3 Super-Terras Transitando Estrela - Space Today TV Ep.1133

É realmente impressionante como a ciência envolvendo a descoberta de exoplanetas avança a passos largos.

São quase 4000 exoplanetas já confirmados, e mesmo assim, quase que toda semana temos descobertas importantes envolvendo os planetas que orbitam outras estrelas.

Ontem mesmo trouxe o vídeo que mostrou o espectro mais completo já feito até agora da atmosfera de um exoplaneta, o que representa um grande avanço para essa área do conhecimento.

E quando você acha que não pode ter mais tanta novidade assim, os cientistas aparecem com outra novidade interessante.

Nesse mundo dos exoplanetas, descobrir 1 já é muito bom, mas as coisas tornam-se interessantes quando é descoberto um sistema planetário com mais de 1 planeta.

Nesse caso a quantidade já não é tão grande assim. E por isso que cada descoberta de um sistema planetário múltiplo é tratada com tanta atenção.

Um grupo de pesquisadores acaba de anunciar a descoberta de um sistema planetário múltiplo, e que além disso, é composto por 3 super-Terras que transitam sua estrela.

Isso torna o sistema da estrela GJ 9827 um dos poucos conhecidos com essa característica, ou seja, múltiplos planetas pouco mmaiores que a Terra transitando a estrela.

Os 3 planetas descobertos descobertos possuem raios de 1.3, 1.6 e 2.1 vezes o raio da Terra, orbitam sua estrela a 1.2, 3.6 e 6.2 dias respectiamente, estão localizados a aproximadamente 100 anos-luz de distância da Terra, e possuem temperaturas de 1172, 811 e 680 Kelvin respectivamente.

Mas o mais interessante desse sistema além de ser múltiplo, e composto por super-Terras, é que os 3 exoplanetas poderão ter suas atmosferas estudadas posteriormente em detalhe.

Essa descoberta é passada para o Hubble, Spitzer e posteriormente para o James Webb, que farão então o trabalho de caracterização completa da atmosfera dos exoplanetas.

Por isso, todas essas descobertas são importantes, pois a cada descoberta feita, além de você aumentar a estatística de exoplanetas conhecidos, você também tem a chance em determinados casos de estudar as suas atmosferas, e isso faz com que você teste, calibre e melhore os métodos de análise atmosférica de exoplanetas.

Realmente é uma das áreas da astronomia que avança com maior velocidade e apresentando resultados fantásticos, praticamente a cada dia.

Fonte:



Artigo:



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As 10 Maiores Descobertas da Sonda MAVEN em Marte - Space Today TV Ep.762

Em Setembro de 2014, a sonda MAVEN chegou em Marte, em meio ao shuutdown da NASA, poucas pessoas ficaram sabendo dessa chegada e até mesmo da importância dessa missão.

De lá para cá já foram 1000 dias terrestres explorando exclusivamente a atmosfera de Marte e revelando muitas descobertas impressionantes.

Desde quando se observou Marte em detalhe e pôde-se ver que o planeta possuía impressões no seu terreno que mostravam que no passado a água por ali fluiu livremente, levantou-se a questão de como essa água havia sido perdida.

Na verdade, o planeta Marte, perdeu a sua atmosfera e consequentemente, a água não pôde permanecer estável no estado líquido na sua superfície. Mas só a sonda MAVEN mostrou realmente o que aconteceu com o Planeta Vermelho, a sua atmosfera foi perdida graças aos intensos ventos solares que arrancaram os gases da atmosfera marciana, isso porque o planeta também não possui campo magnético para proteger a atmosfera.

Resumindo, sem campo magnético, sem atmosfera, sem atmosfera, sem água.

Mas para chegar nessa conclusão é preciso conhecer todas as outras grandes descobertas que a MAVEN fez, e esse vídeo traz essas descobertas de forma resumida.

Espero que gostem.

Fonte:



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Descoberta Cavidade Escondida na Grande Pirâmide do Egito - Space Today TV Ep.940

Sabe quando a gente fala que a astronomia tem várias aplicações, e se você estudar astronomia, poderá aplicar esse conhecimento em várias áreas?

Isso não só é verdade como será comprovado nessa notícia que acaba de sair.

Um grupo de pesquisadores utilizou os raios cósmicos para estudar o interior da Grande Pirâmide do Egito e com isso descobriram uma cavidade até então desconhecida nesse belo monumento.

As pirâmides do Egito já são cercadas de mistérios, e de histórias, quem as construiu, como foi feita a sua construção, para que serviam, porque estão alinhadas como estão e por aí vai. E agora, mais essa uma cavidade que até então era desconhecida.

A Grande Pirâmide se difere das outras por possuir uma complexa digamos arquitetura interna, no seu interior existe a chamada Grande Galeria, a Câmara do Rei e a Câmara da Rainha, além de corredores e galerias menores.

Para quem quer saber tudo sobre as Pirâmides recomendo o canal do Mateus o Assombrados, lá ele tem especial sobre tudo isso.

Vamos falar de como foi feita essa descoberta.

Os raios cósmicos bombardeiam a Terra constantemente, e quando eles interagem com os átomos que estão na alta atmosfera da Terra, eles geram partículas chamadas de múons.

Essas partículas viajam a uma alta velocidade, perto da velocidade da luz e atingem o nosso planeta num fluxo de 10000 partículas por metro quadrado por minuto.

As rochas possuem a propriedade de absorver ou defletir os múons enquanto que nas cavidades, eles atravessam sem interação nenhuma.

Os pesquisadores então instalaram nas paredes da Grande Pirâmide filmes de emulsão nuclear desenvolvidos na universidade de Nagoya, como esses filmes não precisam de instalação elétrica nem nada, eles praticamente não danificam a pirâmide e por isso são ideias para essa aplicação.

Assim os múons viajam penetram a pirâmide interagem com as paredes, e marcam o filme, ao marcar o filme é possível medira a direção da trajetória desses múons e onde não aconteceu a interação, você tem uma cavidade detectada.

Para isso foram necessários muitos meses de aquisição de dados para se chegar a essa descoberta.

Para poder comprovar a descoberta feita com os múons os pesquisadores realizaram simulações computacionais, e ainda fizeram imageamento do interior da pirâmide com outras duas técnicas que também utilizam os múons mas são mais complexas pois consistem na instalação de detectores tanto na parte interna como na parte externa da pirâmide.

Várias das estruturas internas da Grande Pirâmide foram descobertas no passado aplicando técnicas geofísicas, principalmente a gravimetria e o radar de penetração de solo, ou GPR, essas técnicas são muito utilizadas pela arqueologia e dão resultados excelentes.

A descoberta é sensacional, não se sabe ainda porque existe tal cavidade e para que ela era utilizada, é mais um mistério para quem gosta de estudar as pirâmides do Egito e o principal, é espetacular ver a astronomia ser aplicada nesse tipo de estudo.

Fonte:



Vídeo do Assombrado:



Artigo:



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Bactéria Extraterrestre na ISS? - Space Today TV Ep.989

Agora ferrou, podem dizer que eu sempre estava errada, foi descoberta vida extraterrestre...será mesmo?

Bem, a história está pipocando por todo lado, a tal da bactéria que foi encontrada no lado de fora da ISS.

Tudo isso, porque o cosmonauta Anton Shkaplerov disse que a tal da bactéria veio do espaço externo.

A alguns anos atrás, Shklaperov fez uma caminhada espacial, e durante a caminhada, ele levou uns cotonetes para passar nos vidros da estação e em algumas peças para verificar possíveis vazamentos.

Porém, o que os cotonetes captaram foram bactérias, que ele diz que não estavam no lado de fora do módulo antes de terem sido levadas para a ISS.

Essas bactérias nesse momento estão sendo estudadas em laboratórios na Terra, mas a princípio não precisamos entrar em pânico e nem correr para as montanhas, pois elas não oferecem risco nenhum.

Na verdade, as bactérias foram levadas para a estação de forma acidental em tablets que são usados pelos astronautas e que ficaram muito tempo na ISS para estudar o comportamento do material no espaço.

Esse é um caso típico de contaminação como nós sempre falamos aqui, existem protocolos, níveis de descontaminação pelo qual passam os equipamentos, e uma esterilização completa de instrumentos para a ISS não é algo fácil.

A confusão toda começou porque Shkaplerov conversou com a Agência de Notícias Russa TASS e a partir daí essa notícia começou a se espalhar pelo mundo todo.

Shkaplerov poderá tirar a prova dos nove, ele volta para a ISS em Dezembro para uma terceira jornada a bordo do laboratório espacial.

E aí, o que você acha, fomos invadidos e já era? É apenas contaminação? Ou é tudo sensacionalismo barato?

Fontes:












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O Nosso Cambaleante Visitante Interestelar

Post no blog com tudo, inclusive o artigo original da revista Nature Astronomy:

Sonda Juno Estudará Júpiter Até 2021 - Space Today TV Ep.1297

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Hoje vamos falar só de Júpiter e da Juno.

A NASA acabou de divulgar uma excelente notícia.

A missão Juno ficará em operação em Júpiter até Julho de 2021 sendo que a equipe da Juno irá trabalhar até 2022, para fazer as análises pelo menos preliminares dos dados.

Para quem não sabe a sonda Juno está em órbita de Júpiter, desde 4 de Julho de 2016, ela tinha como planejamento inicial funcionar até Julho de 2018, realizando dois tipos de órbitas ao redor do gigante gasoso.

Uma órbita longa de 53 dias e depois uma órbita mais curta de 14 dias.

Em uma de suas passagens por Júpiter, a sonda experimentou problemas nos seus computadores, e isso fez com que a equipe da missão abortasse a idea de órbitas curtas deixando a Juno somente com suas órbitas mais longas.

Com isso a vida útil da sonda pôde ser estendida, como ela passa muito perto de Júpiter, ela sofre muito com a radiação do planeta, e por isso essa órbita mais longa.

Dessa maneira de acordo com o novo planejamento da NASA, a Juno permanecerá funcionando até Julho de 2021.

Hoje já vimos um vídeo de uma grande descoberta dela sobre o funcionamento dos raios em Júpiter, e com certeza muitas outras novidades sobre Júpiter serão reveladas até o final da missão.

O próximo sobrevoo que a Juno fará por Júpiter acontecerá em 16 de Julho de 2018.

Fonte:





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Space Today TV Ep.130 - As Novas Imagens do Rover Yutu na Lua

Link para baixar as imagens do Rover Yutu na Lua:



Post no Planetary Society com imagens e outros links:



Post no Universe Today sobre as Novas Imagens:



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Um Resumo do Programa Espacial Chinês - Space Today TV Ep.1145

Desde o início da era espacial, no final dos anos 50 e começo dos anos 60 quando quem dominava esse cenário eram os EUA e a Rússia, a China também já tinha interesse em mandar o homem para o espaço.

Enquanto as duas grandes nações espaciais da época, já faziam suas missões conjuntas, isso em meados da década de 1970, a China trabalhava secretamente, na sua cápsula espacial para uma única pessoa, chamada de Shuguang-1.

Nesse período a China chegou a selecionar 19 astronautas para o programa, que foi cancelado em 1972 por razões políticas.

Nas décadas seguintes, de 1980 e 1990, a China continou estudando a possibilidade de mandar o seu primeiro astronauta para o espaço, que na China é chamado de Taikonauta.

Tinha início então o programa Shenzhou que fez seu primeiro lançamento robótico em 1999 e em 15 de Outubro de 2003 a bordo da nave Shenzhou-5 mandou o primeiro taikonauta para uma viagem de 21 horas no espaço, o Yang Liwei.

Isso fez da China, somente a terceira nação a mandar de forma independente astronautas para o espaço.

Em 2005, a China lançou sua primeira cápsula com dois taikonautas e em 2008 sua primeira missão com 3 taikonautas realizando a primeira caminhada espacial do país.

Com essa parte dominada, ou seja, com a capacidade de lançar pessoas para o espaço e trazê-las de volta com segurança, a China começou a pensar um pouco além.

E seguindo os passos das estações espaciais Salyut, Skylab, MIR e ISS, em 29 de Setembro de 2011, a bordo de um foguete Long March 2F a China lançava para o espaço a sua estação espacial a Tiangong-1.

Pesando 8.5 toneladas, com 10.4 metros de comprimento e 3.4 metros de largura, a estação possui um módulo de experimentos, onde os astronautas vivem e trabalham e um módulo que contém os tanques de propelentes e os motores.

Ela foi colocada numa órbita a 350 km de altura, um pouco mais baixa que a ISS, e dois painéis solares alimentam de energia a estação, que pode abrigar até 3 taikonautas.

O primeiro objetivo do módulo foi fazer a China treinar o acoplamento no espaço, que é fundamental para qualquer um que queira construir algo na órbita da Terra, ou em qualquer lugar do espaço.

Como a Tiangong-1 foi programada para durar inicialmente 2 anos, um intenso programa de visitas foi iniciado.

Em Outubro de 2011, a nave Shenzhou-8 não tripulada se acoplou com a estação.

Depois, em Junho de 2012, a nave Shenzhou-9 levando 3 taikonautas, incluindo a primeira mulher chinesa no espaço visitou a estação.

E em Junho de 2013 uma segunda tripulação de 3 taikonautas a bordo da Shenzhou-10 também se acoplou a Tiangong-1.

Desde então nenhuma outra missão tripulada visitou a estação chinesa.

Os dados adquiridos pela estação ajudaram muito a China, a monitorar seus oceanos e florestas, além de ter ajudado de forma decisiva no desastre de inundação de Yuyao de 2013.

Em Março de 2016, os oficiais chineses pararam de receber sinais da Tiangong-1, e desde então o seu destino é incerto.

De acordo com as últimas notícias e cálculos realizados, ela deve reentrar na atmosfera terrestre em 3 de Abril de 2018, com um erro de uma semana para mais ou para menos.

A estação deve queimar totalmente na atmosfera, porém existe uma pequena probabilidade de alguns detritos sobreviverem e atingirem o solo do planeta.

Existe um mapa prévio da probabilidade onde a Tiangong-1 deve reentrar, a área em azul no mapa mostra a região com probabilidade 0, em verde a área com baixa probabilidade e em amarelo a região de alta probabilidade.

A maior parte dessa área está sobre o oceano e pelos cálculos feitos até o momento a chance de um detrito da Tiangong-1 atingir alguém é quase nula.

Mesmo com a sua primeira estação muda no espaço, a China mandou em 15 de Setembro de 2016, a sua segunda estação espacial, a Tiangong-2, para continuar testando a tecnologia.

Entre Outubro e Novembro de 2016, uma tripulação de Taikonautas visitou a estação a bordo da Shenzhou-11.

E depois disso, em Abril, Juno e Setembro de 2017, uma nave de carga chamada Tianzhou-1 se acoplou de forma automática na estação, testando não só o acoplamento como também o abastecimento no espaço.

O último acoplamento aconteceu numa viagem de apenas 6.5 horas até a estação.

Agora nos resta esperar o destino da Tiangong-1 e acompanhar os avanços da China que diz que em 2019/2020 quer dar início à construção de uma verdadeira estação espacial com múltiplos módulos e múltiplas propostas no espaço.

Fonte:

Space Today TV Ep 81 A Missão da Sonda Voyager E O Limite do Sistema Solar

EM-Drive Chinês - Space Today TV Ep.873

E o EM Drive? Essa é talvez uma das perguntas mais feitas nas lives, em comentários e algo que atiça a curiosidade de todos.

Acho que todos lembram da história do EM Drive quando um pesquisador financiado pela NASA publicou um artigo dizendo que havia conseguido em laboratório fazer um teste prático com esse tipo de propulsão e publicou seus resultados.

Os resultados foram muito debatidos, talvez até contestados e a história morreu.

O que é basicamente o EM Drive?

O EM Drive é conhecido também como o motor de cavidade de frequência ressonante, basicamente o EM Drive consegue gerar uma propulsão, um empuxo, sem a necessidade de um propelente.

É uma propulsão eletromagnética produzida pelo rebatimento de microondas dentro de uma cavidade, algo parecido com você colocar uma pessoa dentro de uma caixa e o fato dela empurrar a caixa por dentro fazer ela se mover.

Além disso, o momento total gerado pelo EM Drive supostamente aumenta à medida que ele se move.

E isso teria implicações na exploração espacial sem limites, primeiro, sem propelente você conseguiria baratear muito o custo de viagens espaciais e pelo fato do momento aumentar a viagem seria mais rápida, poderíamos ir para Marte em questão de semanas.

Mas tem um problema, a física do EM Drive vai contra a terceira lei do movimento de Newton, que diz que para toda ação existe uma reação igual mas em sentido oposto, o que é impossível de acontecer no espaço sem o uso de um propelente.

A ação e reação é um resultado direto da chamada conservação do momento, violar essa lei básica da conservação do momento invalidaria o motor.

e com isso está instaurada a confusão sobre o EM Drive. Funciona, não funciona, é invenção, o que é?

Depois do anúncio do pesquisador financiado pela NASA, vivemos um hiato no EM Drive, que voltou agora.

Recentemente pesquisadores chineses anunciaram que conseguiram fazer o EM Drive funcionar.

Eles trabalham nisso desde 2010 e de acordo com eles, foi possível usar o EM Drive para produzir cerca de 1.2 milinewtons por kilowatt de propulsão no vácuo.

Embora isso não é nem perto da escala necessária, com certeza é um marco tecnológico importante.

O ponto é, não existe nenhuma afirmação oficial do governo chinês sobre isso e os pesquisadores não divulgaram nenhum detalhe sobre o experimento e os resultados.

O ponto mais importante para mim é, independente dele funcionar ou não, o fato de estarem pesquisando e tentando é de suma importância. O mundo precisa disso, de mentes curiosas que vão lá, pesquisam, tentam, erram, acertam e é assim que se consegue o desenvolvimento tanto tecnológico como científico.

Digamos assim, não importa se você chegou ao seu destino, o que importa é que você aproveitou a jornada.

Para quem queria novidades sobre o EM Drive está aí!!! Espero que tenho gostado.

fontes:







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O Misterioso Programa do Pentágono de Pesquisa Sobre UFOs - Space Today TV Ep.1029

Para entender sobre o programa do pentágono sobre pesquisa de UFOs, que nada está ligado à pesquisa de UFOs e sim a ameaças aeroespaciais, leia o texto do The New York Times:

Fontes:













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