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Sonda Voyager 1 religa Seus Motores Depois de 37 Anos - Space Today TV Ep.995

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Sonda Voyager 1 religa Seus Motores Depois de 37 Anos - Space Today TV Ep.995

Se você tentar ligar seu carro parado depois de décadas, muito provavelmente ele não vai responder.

Mas a tecnologia espacial é realmente espetacular.

Todo mundo aqui lembra da sonda Voyager 1?

A Voyager 1 é a sonda mais rápida, e que está mais distante já feita pelo homem, ela é o primeiro objeto a entrar no espaço interestelar, ou pelo menos está muito perto dele.

Ela foi lançada ao espaço, a 40 anos atrás, e durante a sua viagem pelo sistema solar, sobrevoou os planetas Júpiter e Saturno, além de sobrevoar satélites naturais importantes desses dois planetas.

A última vez que a Voyager 1 teve seus foguetes acionados foi em 8 de Novembro de 1980, depois de passar por Saturno.

Mas, 37 anos depois, no dia 28 de Novembro de 2017, os engenheiros da Voyager 1 acionaram seus motores novamente, e testaram a habilidade de orientar a sonda usando pulsos de 10 milissegundos.

Para saber se o comando foi dado e recebido com sucesso, os engenheiros tiveram que esperar 19 horas e 35 minutos, esse foi o tempo que o sinal viajou até chegar na antena de Goldstone na Califórnia.

Tudo isso foi feito e testado para tentar estender mais um pouco a vida da sonda Voyager 1, e com isso tentar entender um pouco mais sobre o meio interestelar.

Embora ela não nos mande mais imagens, e nem dados tão completos, ela possui uma maneira de contar as partículas e também a intensidade tanto do vento solar, como do que existe no meio interestelar, e a partir disso, os pesquisadores tiram suas conclusões.

O mesmo tipo de teste será feito com a Voyager 2 que possui esses mesmos motores, e devem estar em lehor estado do que o da Voyager 1. LEmbrando que a Voyager 2 ainda não alcançou o meio interestelar. O que deve acontecer nos próximos anos, então é importante também ter a sonda funcionando e com a vida um pouco mais estendida.

Tá aí, para quem sempre pergunta da Voyager, uma notícia rápida, mas muito interessante, seu motores foram religados com sucesso, 37 anos depois.

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Space Today TV Ep.81 - A Missão da Sonda Voyager E O Limite do Sistema Solar

- A sondas da missão Voyager foram lançadas em 1977 com 16 dias de separação, a Voyager 2 foi lançada em 20 de Agosto de 1977, e a sonda Voyager 1 em 5 de Setembro de 1977, ambas de Cabo Canaveral na Flórida, com o objetivo primário principal de realizar o chamado Grand Tour pelo Sistema Solar externo, visitando os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

- Com isso, a missão Voyager completou pela primeira vez o reconhecimento de todos os objetos do Sistema Solar. Reconhecimento que durou até o ano de 2015 quando a sonda New Horizons visitou o planeta anão Plutão.

- O grande astrônomo, e divulgador científico Carl Sagan participou de forma decisiva na concepção e na operação da missão Voyager pelo Sistema Solar.

- Por exemplo, foi dele a ideia de equipar as duas sondas com um disco de ouro, levando informações, saudações, músicas, imagens da Terra e de seus habitantes, para que se alguma civilização extraterrestre cruzasse com as sondas pelo espaço sideral pudessem fazer contato. Existe um livro que explica todos os detalhes desse disco.

- Foi de Carl Sagan também a ideia de virar a sonda Voyager 1 para a Terra, quando ela estava na órbita de Saturno para fazer o retrato do Sistema Solar e registrar a famosa imagem o Pálido Ponto Azul, imagem essa que valeu uma das mais belas e impressionantes reflexões sobre o verdadeiro lugar da humanidade na imensidão do cosmos.

- Além disso, as missões Voyager foram responsáveis por descobrirem que Io, a lua de Júpiter possui vulcões ativos, e registrar com detalhes impressionantes os anéis de Saturno.

- A sonda Voyager 1 por ter terminado antes sua turnê pelo Sistema Solar, embarcou nessa aventura um pouco antes e por conta disso, ela já está fora do nosso Sistema Solar. Esse feito histórico aconteceu no ano de 2012 quando a sonda deixou os planetas e o vento solar para trás.

- Desde então começou uma grande quantidade de pesquisas para mostrar onde realmente se encontra a sonda Voyager, será que ela está mesmo fora do Sistema Solar, ou não, mas a conclusão é que sim, ela já se encontra fora do Sistema Solar.

- Isso é espetacular, pois, pela primeira vez, os astrônomos podem estudar o que acontece no meio interestelar, e recentemente, um trabalho publicado no AStrophysical Journal Letters, mostrou que a sonda Voyager 1 está ajudando os cientistas a resolverem grandes mistérios sobre o meio interestelar.

- O estudo mostra evidências muito fortes de que a Voyager 1 se encontra numa região onde o campo magnético está sendo defletido pelo vento solar.

- Os pesquisadores acreditam que em 10 anos a sonda Voyager 1 irá entrar numa região mais pura do meio interestelar onde o vento solar não tem nenhuma influência significante no campo magnético.

- A Voyager 1 ao entrar no meio interestelar deixou para trás a heliosfera, ou seja, a bolha de vento solar que existe ao redor do Sol e dos planetas.

- Nessa região a densidade de partículas foi 40 vezes maior fora da borda do que dentro dela, confirmando então que a sonda deixou a heliosfera, porém a direção do campo magnético está 40 graus fora do que havia sido previsto pelos cientistas.

- Esse novo estudo sugere que essa discrepância existe pois a Voyager 1 está num campo magnético mais distorcido logo fora da heliopausa, do que na borda entre o vento solar e o meio interestelar.

- analisar e entender esse tipo de dado é muito interessante, pois, podemos tentar preve com maior precisão, quanto tempo levará até que a Voyager 1 alcance uma região do meio interestelar menos perturbada, de modo que possamos começar a entender o que acontece entre o Sol e uma outra estrela.

- A Voyager 2 dentro de mais alguns anos, também cruzará essa fronteira, irá coletar mais dados e então muito provavelmente teremos uma imagem, mesmo que conceitual, completa da heliosfera e da região de influência do Sol, além de podermos delimitar com grande precisão onde começa o meio interestelar.

Press Release no site do JPL:



Artigo Científico:



Vídeo Documentário sobre o Grand Tour da missão Voyager no Sistema Solar:



Documentário sobre o Disco de Ouro da Voyager, todos os sons e imagens do disco:



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OS 40 Anos da Missão da Sonda Voyager - Guia do Espaço 40 | Bláblálogia

No dia 5 de Setembro de 2017 comemorou-se os 40 anos da missão das sondas Voyager. Em Agosto e Setembro de 1977 duas sondas gêmeas partiram para aquilo que foi chamado de Grand Tour do Sistema Solar, pela primeira vez tivemos imagens detalhadas dos planetas externos do Sistema Solar, além de termos descobertos grandes surpresas. É complicado resumir 40 anos de história em um único vídeo, mas tentamos fazer isso. Espero que gostem, e não deixem de comentar!!!

Link para a narração do Guilherme Briggs do Pálido Ponto Azul:



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Arte, introdução e finalização criados por Caique Oliveira// xHardbass.

Lançadas há 40 anos, Voyagers levam consigo imagens e sons da Terra para alienígenas

Há exatos 40 anos, em 1977, partiram da Terra duas espaçonaves gêmeas: Voyager 1 e 2. Sua missão era explorar os planetas gigantes -- Júpiter, Saturno, Urano e Netuno -- e, depois disso, rumar para o espaço interestelar, levando a bordo o mais incrível monumento à humanidade jamais construído. Uma mensagem na garrafa atirada ao oceano cósmico: o Golden Record.
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Recebendo As Últimas Imagens da Cassini

Voyager tudo sobre a missão espacial mais longa de todo os tempo.

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Voyager 2 Entra no Espaço Interestelar

Voyager I: Motores ligados após 37 anos

Notícia astronômica sobre o religamento com sucesso de 4 propulsores da sonda Voyager I após 37 anos

A Vida Mais Antiga na Superfície da Terra: 3.48 Bilhões de Anos - Space Today TV Ep.708

Como a vida começou no nosso planeta? Em quais situações, em quais ambientes? Essa é uma pergunta que mexe com a cabeça de uma grande variedade de cientistas pelo mundo.

Entre eles, geólogos, químicos, biólogos e porque não astrônomos. Para os astrônomos, descobrir isso, colocaria limites e bases para se procurar vida em outros planetas.

Até o momento, o registro mais antigo de uma vida microbiana em terra havia sido encontrado na África do Sul e datava de algo entre 2.7 e 2.9 bilhões de anos.

Mas aí entra a magia da ciência, ela não para, ela não se dá por vencida e ela continua a investigar.

E na última semana um artigo na revista Nature trouxe algo que a partir de agora muda os paradigmas da vida na Terra.

Ao estudar afloramentos de depósitos em Pilbara no Oeste da Austrália, cientistas descobriram evidências de vida microbiana em fontes termais em terra datada de 3.48 bilhões de anos atrás.

Isso empurra 580 milhões de anos para o passado a estimativa anterior.

Essa descoberta tem uma implicação muito importante, pois com isso pode ser que ao contrário do que se pensava a vida começou em fontes hidrotermais só que em terra e não no oceano.

Os pesquisadores estão trabalhando com duas hipóteses, a primeira de que a vida começou no oceano e depois passou para a Terra e a segunda de que a vida pode sim ter começado nessas fontes termais localizadas na terra.

Os pesquisadores analisaram os depósitos e interpretaram como sendo formados na terra e não no oceano devido à presença da geyserita, uma rocha que como o nome já diz se forma nos geiseres, ou seja, nas fontes hidrotermais na terra.

E nesses depósitos os pesquisadores encontraram os famosos estromatólitos, ou seja, estruturas rochosas criadas por comunidades de antigos micróbios.

Além disso indícios de outras formas de vida também foram encontradas nos mesmos depósitos, indicando uma grande variedade de organismos vivos nesse antigo depósito rochoso.

Só isso já seria uma grande descoberta e um grande anúncio para ser feito, mas não vamos parar por aqui, afinal esse é um canal de astronomia.

Essa descoberta tem uma implicação direta e importante na famosa busca de vida em Marte.

Um dos locais em Marte proposto para a missão Mars 2020 a Columbia Hills, é interpretada como tendo sido no passado uma fonte hidrotermal.

Além disso, a crosta marciana e os depósitos de Pilbara na Austrália tem praticamente a mesma idade, o que faz desses depósitos hidrotermais locais ainda mais interessantes para se buscar pela vida em outros planetas.

Essa descoberta pode ser decisiva na escolha do local de pouso da Mars 2020.

Se a vida na Terra pode ter surgido no continente, em depósitos hidrotermais, e se em Marte nós temos esses mesmos depósitos bem preservados, será que ali não encontraríamos algum tipo de vida fossilizada, algo parecido com os estromatólitos?

Será que a vida surgiu mais de uma vez no universo?

São muitas perguntas e relativamente poucas respostas, mas a ciência não para de ir atrás dessas questões.

Está chegando o momento em que as ciências estão convergindo e isso é lindo de se ver, geologia, química, biologia, astronomia e tantas outras.

Fonte:



Artigo:



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A Base Lunar Internacional - Space Today TV Ep.933

Que tal morar na Lua?

Se você acha que isso é um futuro distante, ou que é jogada de marketing das agências espaciais, ou um plano mirabolante, saiba que está enganado.

Os planos para se construir uma base na Lua andam muito mais adiantados do que você possa imaginar.

Entre os dias 1 e 5 de Outubro de 2017, um grupo de pesquisadores, críticos, entusiastas, engenheiros, etc...se reuniu no Havaí para o International MoonBase Summit, ou IMS.

O encontro teve o objetivo de discutir pontos importantes como os princípios de arquitetura que serão usados para futura base, a estrutura organizacional da entidade que ficará responsável e o modelo de parceria, os sistemas de superfície, e como engajar o público e usar isso para oportunidades de educação.

Entre os presentes estava o astronauta da Apollo 11 Buz Aldrin, que defendeu a construção da Base Lunar como um passo importante para se ir até Marte.

As decisões desse encontro foram.

A International MoonBase será localizada perto dos polos lunares, para se aproveitar de alguma forma o gelo de água ali presente.

Um modelo análogo será construído na Terra, no Havaí, já que a sua geologia se assemelha a do nosso satélite.

Um modelo auto-sustentável irá financiar tudo isso.

Em meados de 2018 será entregue um plano prévio.

E um modelo 3D da futura base lunar já está em desenvolvimento para ajudar nas apresentações públicas, para engajar o público e para fazer o marketing de toda a ideia.

O que você acha? Iremos em breve ter uma colônia lunar? Deixe aí nos comentários.

Fonte:



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Live do Fim do Mundo!!! - Space Today Live

Vamos esperar o mundo acabar juntos? Brincadeira pessoal, vamos conversar sobre tudo isso, quantas vezes o mundo já acabou para cada um, qual é a próxima e várias outras coisas, além de responder perguntas do chat!!!

Espero e conto com todos!!!

Space Today TV Ep.130 - As Novas Imagens do Rover Yutu na Lua

Link para baixar as imagens do Rover Yutu na Lua:



Post no Planetary Society com imagens e outros links:



Post no Universe Today sobre as Novas Imagens:



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Podemos Considerar 2019 o Ano da Lua Na Exploração Espacial? - Space Today TV Ep.1656

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Podemos considerar o ano de 2019, o ano da Lua para a exploração espacial?

Já começamos bem, no dia 3 de Janeiro de 2019, a missão Chang’e-4 chinesa, pousou no lado oculto da Lua, o primeiro pouso realizado nesse lado do nosso satélite e já começou a explorar o terreno da Cratera Von Kármán. Mas isso foi só o começo.

Na sequência, teremos a sonda indiana Chandrayaan-2, que como o nome sugere é a segunda missão indiana a explorar a Lua, isso mesmo, caso você não saiba a Índia já mandou uma missão para a Lua.

E aliás, foi ela a missão responsável por descobrir gelo nas crateras que ficam eternamente na sombra na Lua.

Essa primeira missão foi constituída basicamente de um módulo orbital e de uma pequena sonda que se chocou com a Lua.

Agora, a nova missão indiana é bem mais complexa, irá consistir de um módulo orbital, um módulo de pouso que chamamos de lander, e um jipe robô, que chamamos de rover.

O lander e o rover irão explorar o solo lunar perto do polo sul do nosso satélite, uma região que nunca foi explorada antes.

Além disso, a sonda irá levar instrumentos para estudar o ambiente criado pelo vento solar no solo lunar.

Espectrômetros irão mapear a composição da superfície lunar, e como a InSight ela levará um sismômetro para medir os famosos sismos lunares.

Essa missão era feita em parceria com a Rússia, mas a Rússia não participa mais, e por isso o atraso no lançamento que era para ter ocorrido em 2013. Em Outubro de 2018 ela passou pelos testes finais, recebeu o go, e espera-se que o lançamento aconteça em algum momento nos 3 primeiros meses de 2019.

Em 2019, outro módulo de pouso, ou seja, outro lander, deve pousar na Lua.

E dessa vez, um lander israelense feito pela empresa SpaceIL.

Se tudo der certo esse lançamento marcará a primeira vez na história que uma empresa privada lançará uma sonda privada para outro mundo.

Essa empresa participava do prêmio do Google, o X Lunar Prize, que foi encerrado sem vencedor.

Mas a empresa resolveu continuar trabalhando para levar seu lander para a Lua.

O lander terá apenas 2 metros de diâmetro e pesará menos que 200 kg.

Uma câmera de vídeo de alta definição promete fazer imagens espetaculares da superfície lunar, e o lander levará também um magnetômetro para explorar o campo magnético da Lua.

Embora a Lua não tenha um campo magnético global ela possui um campo magnético residual que esse magnetôemtro poderá estudar.

Esse ano também irá marcar a chegada de outra missão chinesa na Lua.

Dessa vez será a Chang’e-5, uma missão com um objetivo bem específico, trazer amostras da Lua para a Terra.

Depois que pousar na Lua, o lander irá cavar 2 metros de profundidade e recolher amostras com uma idade de 1.3 bilhão de anos. Rochas que serão bem mais novas do que aquelas trazidas pelos astronautas da missão Apollo.

E falando em Apollo, não podemos esquecer que em Julho de 2019, iremos comemorar os 50 anos do primeiro pouso de um ser humano na Lua.

Será um mÊs de muitas festividades e muitos vídeos sobre a missão, sobre as conquistas, as conspirações e as provas de que sim, fomos para a Lua.

E por último, porém não menos importante, já no dia 21 de Janeiro de 2019 teremos o eclipse total da Lua, um eclipse que poderá ser visto em todo o Brasil, durante toda a madrugada do dia 21.

Estamos preparando uma cobertura toda especial para vocês, com telescópios espalhados pelo Brasil, e durante o eclipse faremos um anúncio muito importante, algo que vocês sempre perguntaram, desejaram e quiseram, será anunciado no dia do eclipse.

Então por essas e outras acho que não é exagero falar que o ano de 2019 é sim o ano da Lua!!!

#Lua2019

ONDE ESTÃO AS CIVILIZAÇÕES ALIENÍGENAS AVANÇADAS? | SPACE TODAY TV EP1866

PARA SE INSCREVER NO EVENTO COMEMORATIVO DOS 50 ANOS DO HOMEM NA LUA QUE ACONTECERÁ EM SÃO PAULO EM 21 DE JULHO DE 2019 ACESSE:



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E aí, será que a verdade está realmente lá fora?

Se está não sei, mas aparentemente seres alienígenas altamente tecnológicos parecem não estar.

Ou pelo menos ainda não encontramos.

Acabou de ser lançada a maior base de dados já pesquisada pelo Projeto SETI, que pesquisou 1327 estrelas próximas atrás de sinais de vida inteligente.

Essa busca gerou dois artigos um deles publicado no The Astrophysical Journal, onde o seu principal autor, Danny Price diz:

“Não tem nenhuma civilização maravilhosamente avançada tentando se comunicar com a gente através de transmissores incrivelmente potentes”.

Mas ele também diz que possam existir outras explicações para não termos achado nenhuma civilização.

Podemos estar procurando com as frequências erradas, ou os sinais podem estar sofrendo interferência, ou o sinal deles é muito apagado e não conseguimos ainda detectar.

Essa busca do projeto SETI foi conduzida através da Breakthrough Listen um projeto de 10 anos e 100 milhões de dólares financiado pelo bilionário russo Yuri Milner para tentar encontrar algum tipo de tecnoassinatura.

Para isso eles usaram dois dos maiores radiotelescópios do mundo, o Green Bank e o Parkes.

Foram analisados 1 petabyte de dados observando mais de 1000 estrelas num raio de 160 anos-luz da Terra.

Os sinais que foram captados, logo eram analisados e a origem era mundana, celulares, ou satélites.

Todo o dado está disponível para quem quiser pesquisar e isso faz com que essa seja a maior liberação pública de dados do projeto SETI.

Obviamente o processamento dos dados não é algo fácil, mas está tudo aí na descrição para quem quiser se aventurar.

O projeto pretende usar novos radiotelescópios como o MeerKAT na África do Sul para expandir o número de estrelas.

E o importante é não parar.

Os pesquisadores dizem que se um dia encontrarem essa talvez será a maior descoberta já feita pela humanidade.

E aí, será que um dia vamos encontrar?

Será que já encontramos e ninguém quer falar?

E se divulgassem a descoberta, qual seria a reação?

Deixem tudo aí nos comentários.

#SETI #Vida #CivilizacoesInteligentes

Fontes:





Resolvido o Mistério do Sinal Wow! - Space Today TV Ep.735

Acho que todo mundo aqui conhece o famoso sinal WOW!

Bem, para quem não conhece, em 1977, astrônomos estavam procurando por vida alienígena, usando uma antena em Ohio, quando um sinal muito forte foi registrado e o operador da antena escreveu do lado do sinal, a palavra Wow!

O sinal com duração de 72 segundos veio da constelação de Sagittarius e não se ajustava a nenhum objeto conhecido.

Pronto, receita perfeita, um sinal, ouvido por uma antena na Terra, forte, e que não se ajusta a nada, só pode ser o contato com uma civilização extraterrestre.

E por assim ficou, mas, como a ciência não desiste, não acredita, apenas pesquisa, 40 anos depois esse mistério foi resolvido.

O Professor Antonio Paris gastou um ano da sua vida investigando o problema. Ele usou registro celestes e descobriu que dois cometas desconhecidos passavam pela Terra no dia 15 de Agosto de 1977, o dia do registro do Wow!

Esses cometas foram descobertos em 2006 e no ano passado o Professor Paris disse que a nuvem de gás hidrogênio que envolvia o cometa poderia ter gerado o sinal.

Mas os cientistas precisaram esperar até esse ano para poder provar.

Agora, em 2017, quando os cometas passaram pela Terra, o sinal registrado foi idêntico ao Wow! registrado em 1977.

O Professor Paris mostrou que a nuvem de hidrogênio que envolve o cometa à medida que a luz do Sol derrete o gelo na superfície do cometa se estende por milhões de quilômetros ao redor do cometa, e emite uma intensa radiação, radiação essa que geraria o sinal igual ao Wow!

O cometa, ou melhor um par de cometas que pode ter causado esse sinal. Os cometas são o 266P/Christensen e o P/2008 Y2 (Gibbs), eles estavam passando perto da Terra na direção da estrela Chi Sagittarii.

Esses cometas não haviam sido detectados até o ano de 2006, e agora os estudos mostram que eles foram os responsáveis pelo sinal Wow!

E aí, alguém ficou decepcionado? Deixem aí nos comentários.

Live Com Lauristron da BRAMON:



Live no Aviões e Músicas:



Fonte:





Artigo:



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Um Resumo do Programa Espacial Chinês - Space Today TV Ep.1145

Desde o início da era espacial, no final dos anos 50 e começo dos anos 60 quando quem dominava esse cenário eram os EUA e a Rússia, a China também já tinha interesse em mandar o homem para o espaço.

Enquanto as duas grandes nações espaciais da época, já faziam suas missões conjuntas, isso em meados da década de 1970, a China trabalhava secretamente, na sua cápsula espacial para uma única pessoa, chamada de Shuguang-1.

Nesse período a China chegou a selecionar 19 astronautas para o programa, que foi cancelado em 1972 por razões políticas.

Nas décadas seguintes, de 1980 e 1990, a China continou estudando a possibilidade de mandar o seu primeiro astronauta para o espaço, que na China é chamado de Taikonauta.

Tinha início então o programa Shenzhou que fez seu primeiro lançamento robótico em 1999 e em 15 de Outubro de 2003 a bordo da nave Shenzhou-5 mandou o primeiro taikonauta para uma viagem de 21 horas no espaço, o Yang Liwei.

Isso fez da China, somente a terceira nação a mandar de forma independente astronautas para o espaço.

Em 2005, a China lançou sua primeira cápsula com dois taikonautas e em 2008 sua primeira missão com 3 taikonautas realizando a primeira caminhada espacial do país.

Com essa parte dominada, ou seja, com a capacidade de lançar pessoas para o espaço e trazê-las de volta com segurança, a China começou a pensar um pouco além.

E seguindo os passos das estações espaciais Salyut, Skylab, MIR e ISS, em 29 de Setembro de 2011, a bordo de um foguete Long March 2F a China lançava para o espaço a sua estação espacial a Tiangong-1.

Pesando 8.5 toneladas, com 10.4 metros de comprimento e 3.4 metros de largura, a estação possui um módulo de experimentos, onde os astronautas vivem e trabalham e um módulo que contém os tanques de propelentes e os motores.

Ela foi colocada numa órbita a 350 km de altura, um pouco mais baixa que a ISS, e dois painéis solares alimentam de energia a estação, que pode abrigar até 3 taikonautas.

O primeiro objetivo do módulo foi fazer a China treinar o acoplamento no espaço, que é fundamental para qualquer um que queira construir algo na órbita da Terra, ou em qualquer lugar do espaço.

Como a Tiangong-1 foi programada para durar inicialmente 2 anos, um intenso programa de visitas foi iniciado.

Em Outubro de 2011, a nave Shenzhou-8 não tripulada se acoplou com a estação.

Depois, em Junho de 2012, a nave Shenzhou-9 levando 3 taikonautas, incluindo a primeira mulher chinesa no espaço visitou a estação.

E em Junho de 2013 uma segunda tripulação de 3 taikonautas a bordo da Shenzhou-10 também se acoplou a Tiangong-1.

Desde então nenhuma outra missão tripulada visitou a estação chinesa.

Os dados adquiridos pela estação ajudaram muito a China, a monitorar seus oceanos e florestas, além de ter ajudado de forma decisiva no desastre de inundação de Yuyao de 2013.

Em Março de 2016, os oficiais chineses pararam de receber sinais da Tiangong-1, e desde então o seu destino é incerto.

De acordo com as últimas notícias e cálculos realizados, ela deve reentrar na atmosfera terrestre em 3 de Abril de 2018, com um erro de uma semana para mais ou para menos.

A estação deve queimar totalmente na atmosfera, porém existe uma pequena probabilidade de alguns detritos sobreviverem e atingirem o solo do planeta.

Existe um mapa prévio da probabilidade onde a Tiangong-1 deve reentrar, a área em azul no mapa mostra a região com probabilidade 0, em verde a área com baixa probabilidade e em amarelo a região de alta probabilidade.

A maior parte dessa área está sobre o oceano e pelos cálculos feitos até o momento a chance de um detrito da Tiangong-1 atingir alguém é quase nula.

Mesmo com a sua primeira estação muda no espaço, a China mandou em 15 de Setembro de 2016, a sua segunda estação espacial, a Tiangong-2, para continuar testando a tecnologia.

Entre Outubro e Novembro de 2016, uma tripulação de Taikonautas visitou a estação a bordo da Shenzhou-11.

E depois disso, em Abril, Juno e Setembro de 2017, uma nave de carga chamada Tianzhou-1 se acoplou de forma automática na estação, testando não só o acoplamento como também o abastecimento no espaço.

O último acoplamento aconteceu numa viagem de apenas 6.5 horas até a estação.

Agora nos resta esperar o destino da Tiangong-1 e acompanhar os avanços da China que diz que em 2019/2020 quer dar início à construção de uma verdadeira estação espacial com múltiplos módulos e múltiplas propostas no espaço.

Fonte:

CASSINI - CONHEÇA A *TOP* DAS SONDAS ESPACIAIS

SpaceToday Ep.01 - Apresentação do Novo Site

Muito bem pessoal, esse vídeo apresenta o novo site, o Space Today.

A partir de hoje, dia 13 de abril de 2015, o CiencTec deixa de existir. Foram 6 anos de alegrias, notícias e conteúdos, 10000 posts de astronomia cobrindo os maiores eventos desde 2009.

Mas chegou a hora de expandir nossos horizontes, de ter algo mais profissional e responsivo e de ter uma marca. Por isso, estou lançando hoje o Space Today.

O conteúdo é o mesmo, todos os 10000 posts do CiencTec estão no Space Today, mas tudo numa roupagem nova, mais moderna e mais profissional.

Esse vídeo ficará postado aqui no canal do Space Today e no meu canal no YouTube. Peço a todos que se inscrevam no novo canal, compartilhem o vídeo, favoritem e comentem. Tudo isso motiva nós produtores de conteúdo a voltarmos aqui e produzirmos vídeos para vocês.

Esse vídeo também será postado no Blog CiencTec e no site Space Today. No final do mês, o CiencTec deixa de existir e quem acessar o blog será automaticamente redirecionado para o Space Today. Por isso corra, e comece a compartilhar o nosso conteúdo.

Os nossos novos contatos são:

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Princípio da Equivalência É Provado no Espaço - Space Today TV Ep.1009

O princípio da equivalência é considerado um dos fundamentos da teoria geral da relatividade de Albert Einstein.

De acordo com o princípio da equivalência, a massa inercial de um objeto, que nos diz a quantidade de força necessária para acelerar esse objeto, é igual à sua massa gravitacional, que determina como o objeto responde ao campo gravitacional.

Como resultado disso, objetos caem a uma mesma taxa mesmo que tenho massas diferentes e sejam feitos de materiais diferentes, no vácuo, onde a resistência do ar é eliminada.

Os cientistas já fizeram esse tipo de experimento, em câmaras de vácuo conseguindo resultados satisfatórios.

Porém, querendo sempre melhorar o resultado e com a finalidade de sanar qualquer dúvida sobre o princípio da equivalência, pesquisadores usaram a missão MICROSCOPE que usa um satélite orbitando a Terra a 710 km de altura para provar que mais uma vez Einstein estava certo.

O satélite possui um cilindro vazado feito de uma liga de platina está centrado dentro de outro cilindro vazado feito de uma liga de titânio.

De acordo com a teoria, a gravidade faria os dois cilindros caírem numa mesma taxa apesar de terem massas diferentes e serem feitos de materiais diferentes.

À medida que os dois objetos caem na sua órbita ao redor da Terra, o satélite usa forças elétricas para manter o par alinhado.

Se o princípio da equivalência fosse violado, ajustes necessários para manter os cilindros alinhados seriam feitos com uma frequência regular, tentando igualar sempre com a órbita do satélite.

Se qualquer diferença na aceleração fosse observada, isso seria um sinal de que o princípio da equivalência estava sendo violado.

Mas durante 120 órbitas, ou seja, cerca de oito dias de experimento ininterrupto, nenhum sinal foi observado.

Esse resultado, tem uma precisão 10 vezes maior do que a conseguida com experimentos anteriores.

O fato de se fazer esse experimento no espaço, elimina possíveis fontes de erros de experimentos feitos na Terra, como por exemplo, a presença de água subterrânea que pode alterar a massa do terreno ao redor de onde o experimento está sendo feito.

Embora os resultados obtidos já sejam fantásticos, o objetivo final do MICROSCOPE é realizar esse experimento e fazer com que a aceleração dos dois cilindros se ajustem dentro de um erro de um décimo de um trilionésimo de 1%. Com os dados adicionais que estão sendo adquiridos, os cientistas esperam atingir essa marca.

Com o princípio da equivalência validado com um experimento no espaço, só podemos dizer que Einstein estava certo mais uma vez, a vida segue, e os físicos podem continuar na sua luta de unificar a relatividade e quântica sem precisar violar qualquer teoria fundamental.

Fonte:



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O Misterioso Programa do Pentágono de Pesquisa Sobre UFOs - Space Today TV Ep.1029

Para entender sobre o programa do pentágono sobre pesquisa de UFOs, que nada está ligado à pesquisa de UFOs e sim a ameaças aeroespaciais, leia o texto do The New York Times:

Fontes:













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