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Sonda Voyager 1 religa Seus Motores Depois de 37 Anos - Space Today TV Ep.995

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Sonda Voyager 1 religa Seus Motores Depois de 37 Anos - Space Today TV Ep.995

Se você tentar ligar seu carro parado depois de décadas, muito provavelmente ele não vai responder.

Mas a tecnologia espacial é realmente espetacular.

Todo mundo aqui lembra da sonda Voyager 1?

A Voyager 1 é a sonda mais rápida, e que está mais distante já feita pelo homem, ela é o primeiro objeto a entrar no espaço interestelar, ou pelo menos está muito perto dele.

Ela foi lançada ao espaço, a 40 anos atrás, e durante a sua viagem pelo sistema solar, sobrevoou os planetas Júpiter e Saturno, além de sobrevoar satélites naturais importantes desses dois planetas.

A última vez que a Voyager 1 teve seus foguetes acionados foi em 8 de Novembro de 1980, depois de passar por Saturno.

Mas, 37 anos depois, no dia 28 de Novembro de 2017, os engenheiros da Voyager 1 acionaram seus motores novamente, e testaram a habilidade de orientar a sonda usando pulsos de 10 milissegundos.

Para saber se o comando foi dado e recebido com sucesso, os engenheiros tiveram que esperar 19 horas e 35 minutos, esse foi o tempo que o sinal viajou até chegar na antena de Goldstone na Califórnia.

Tudo isso foi feito e testado para tentar estender mais um pouco a vida da sonda Voyager 1, e com isso tentar entender um pouco mais sobre o meio interestelar.

Embora ela não nos mande mais imagens, e nem dados tão completos, ela possui uma maneira de contar as partículas e também a intensidade tanto do vento solar, como do que existe no meio interestelar, e a partir disso, os pesquisadores tiram suas conclusões.

O mesmo tipo de teste será feito com a Voyager 2 que possui esses mesmos motores, e devem estar em lehor estado do que o da Voyager 1. LEmbrando que a Voyager 2 ainda não alcançou o meio interestelar. O que deve acontecer nos próximos anos, então é importante também ter a sonda funcionando e com a vida um pouco mais estendida.

Tá aí, para quem sempre pergunta da Voyager, uma notícia rápida, mas muito interessante, seu motores foram religados com sucesso, 37 anos depois.

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Space Today TV Ep.81 - A Missão da Sonda Voyager E O Limite do Sistema Solar

- A sondas da missão Voyager foram lançadas em 1977 com 16 dias de separação, a Voyager 2 foi lançada em 20 de Agosto de 1977, e a sonda Voyager 1 em 5 de Setembro de 1977, ambas de Cabo Canaveral na Flórida, com o objetivo primário principal de realizar o chamado Grand Tour pelo Sistema Solar externo, visitando os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

- Com isso, a missão Voyager completou pela primeira vez o reconhecimento de todos os objetos do Sistema Solar. Reconhecimento que durou até o ano de 2015 quando a sonda New Horizons visitou o planeta anão Plutão.

- O grande astrônomo, e divulgador científico Carl Sagan participou de forma decisiva na concepção e na operação da missão Voyager pelo Sistema Solar.

- Por exemplo, foi dele a ideia de equipar as duas sondas com um disco de ouro, levando informações, saudações, músicas, imagens da Terra e de seus habitantes, para que se alguma civilização extraterrestre cruzasse com as sondas pelo espaço sideral pudessem fazer contato. Existe um livro que explica todos os detalhes desse disco.

- Foi de Carl Sagan também a ideia de virar a sonda Voyager 1 para a Terra, quando ela estava na órbita de Saturno para fazer o retrato do Sistema Solar e registrar a famosa imagem o Pálido Ponto Azul, imagem essa que valeu uma das mais belas e impressionantes reflexões sobre o verdadeiro lugar da humanidade na imensidão do cosmos.

- Além disso, as missões Voyager foram responsáveis por descobrirem que Io, a lua de Júpiter possui vulcões ativos, e registrar com detalhes impressionantes os anéis de Saturno.

- A sonda Voyager 1 por ter terminado antes sua turnê pelo Sistema Solar, embarcou nessa aventura um pouco antes e por conta disso, ela já está fora do nosso Sistema Solar. Esse feito histórico aconteceu no ano de 2012 quando a sonda deixou os planetas e o vento solar para trás.

- Desde então começou uma grande quantidade de pesquisas para mostrar onde realmente se encontra a sonda Voyager, será que ela está mesmo fora do Sistema Solar, ou não, mas a conclusão é que sim, ela já se encontra fora do Sistema Solar.

- Isso é espetacular, pois, pela primeira vez, os astrônomos podem estudar o que acontece no meio interestelar, e recentemente, um trabalho publicado no AStrophysical Journal Letters, mostrou que a sonda Voyager 1 está ajudando os cientistas a resolverem grandes mistérios sobre o meio interestelar.

- O estudo mostra evidências muito fortes de que a Voyager 1 se encontra numa região onde o campo magnético está sendo defletido pelo vento solar.

- Os pesquisadores acreditam que em 10 anos a sonda Voyager 1 irá entrar numa região mais pura do meio interestelar onde o vento solar não tem nenhuma influência significante no campo magnético.

- A Voyager 1 ao entrar no meio interestelar deixou para trás a heliosfera, ou seja, a bolha de vento solar que existe ao redor do Sol e dos planetas.

- Nessa região a densidade de partículas foi 40 vezes maior fora da borda do que dentro dela, confirmando então que a sonda deixou a heliosfera, porém a direção do campo magnético está 40 graus fora do que havia sido previsto pelos cientistas.

- Esse novo estudo sugere que essa discrepância existe pois a Voyager 1 está num campo magnético mais distorcido logo fora da heliopausa, do que na borda entre o vento solar e o meio interestelar.

- analisar e entender esse tipo de dado é muito interessante, pois, podemos tentar preve com maior precisão, quanto tempo levará até que a Voyager 1 alcance uma região do meio interestelar menos perturbada, de modo que possamos começar a entender o que acontece entre o Sol e uma outra estrela.

- A Voyager 2 dentro de mais alguns anos, também cruzará essa fronteira, irá coletar mais dados e então muito provavelmente teremos uma imagem, mesmo que conceitual, completa da heliosfera e da região de influência do Sol, além de podermos delimitar com grande precisão onde começa o meio interestelar.

Press Release no site do JPL:



Artigo Científico:



Vídeo Documentário sobre o Grand Tour da missão Voyager no Sistema Solar:



Documentário sobre o Disco de Ouro da Voyager, todos os sons e imagens do disco:



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Voyager I: Motores ligados após 37 anos

Notícia astronômica sobre o religamento com sucesso de 4 propulsores da sonda Voyager I após 37 anos

FANTÁSTICO - A SONDA VOYAGER DEIXA O SISTEMA SOLAR

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Programa Voyager

Programa Voyager

Filme projetado para os 400 anos de Galileu Galilei, contando a Saga das naves Voyager I e II, as primeiras a saírem do sistema solar, em direção as estrelas, suas descobertas e o fascínio por elas é simplesmente... Algo de arrepiar e fazer você manter contato com o Cosmos.

Programa Voyager

Astrônomo Amador Registra O Nascimento de Uma Supernova - Space Today TV Ep.1120

Ontem no vídeo, mostrei a supernova mais distante do universo já descoberta, uma supernova do tipo super luminosa, descoberta por um dos maiores projetos astronômicos da atualidade, o DES - Dark Energy Survey.

Mas não são só esses gigantescos projetos e os telescópios mais potentes do mundo que podem descobrir supernovas.

Tudo bem, não são as supernovas super luminosas, mas são supernovas que são importantes, para entender a fase final de vida de estrelas massivas.

Recentemente, um astrônomom amador argentino estava testando uma nova câmera no seu telescópio de 16 polegadas, fotografando a galáxias espiral NGC 613, que está localizada a cerca de 80 milhões de anos-luz de distância da Terra, na constelação do Sculptor.

quando as imagens foram analisadas o que ele viu foi algo incrível, um ponto de luz, que à medida que as imagens iam passando ia ficando mais brilhante, e que não era visível nas primeiras imagens que ele fez.

Astrônomos do Instituto de Astrofisica de La Plata na Argentina, analisaram as imagens e notaram que ele tinha detectado algo inédito.

O que eles estavam vendo era parte da primeira hora depois que a luz emerge da explosão de uma massiva estrela, ou seja, pode-se falar, que ele praticamente registrou a explosão enquanto ela acontecia.

A supernova começou então a ser estudada em detalhe e recebeu um nome oficial, SN 2016gkg.

Com telescópios profissionais envolvidos no estudo, foi possível determinar que a supernova foi do Tipo IIb, ou seja, a explosão de uma estrela massiva que anteriormente já tinha perdido a maior parte do seu envelope de hidrogênio.

A massa inicial da estrela era de 20 vezes a massa do Sol, e depois de perder a maior parte da sua massa para uma estrela companheira, no momento da explosão ela tinha cerca de 5 vezes a massa solar.

Com os estudos detalhados feitos posteriormente foi possível saber mais sobre essa supernova, mas o mais importante disso, foi o que o astrônomo amador conseguir registrar.

É muito difícil, quase impossível registrar uma supernova surgindo no céu como foi esse caso, mas isso é de suma importância, pois só assim é possível estudar os mecanismos da explosão de uma supernova, estudar como era a estrela antes da explosão, e isso ajuda muito os astrônomos a entenderem o que acontece com uma estrela de grande massa perto do final da sua vida.

Uma grande sorte que teve o astrônomo amador, e a própria astronomia que agora possui essa detecção para ser estudada.

Além de tudo isso, o astrônomo amador ainda foi parar na revista Nature, que essa semana publicou o artigo da descoberta da supernova e das observações realizadas posteriormente.

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Fonte:



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Descoberto o Buraco Negro Supermassivo Mais Distante do Universo - Space Today TV Ep.1001

Acabou de ser publicado na revista Nature, a descoberta do mais distante buraco negro supermassivo já detectado no universo.

Os astrônomos usaram dados do WISE da NASA junto com projetos de rastreio em Terra e identificaram potenciais objetos para serem estudados.

O buraco negro supermassivo recém-descoberto é na verdade um quasar.

Para quem não sabe um quasar é um tipo de núcleo ativo de galáxia, um AGN, ou seja, um buraco negro que está se alimentando de forma feroz e com isso a partir do seu disco de acreção produz um jato relativístico de partículas.

No caso dos quasars esses jatos possuem uma certa inclinação com relação ao observador.

Esse buraco negro supermassivo descoberto tem cerca de 800 milhões de vezes a massa do Sol e ele já existia quando o universo tinha somente 690 milhões de anos de vida.

O seu redshift, ou seja, a medida que os astrônomos usam para marcar a distância de objetos assim é de z=7.54, ou seja, a luz desse quasar levou mais de 13 bilhões de anos para chegar até nós aqui na Terra.

Essa descoberta tem uma grande importância, pois esse buraco negro foi descoberto numa época em que o universo era muito jovem.

Como esse objeto pode ter ganho tanta massa para ficar desse tamanho e ainda devorar mais matéria para emitir seus jatos relativísticos? Essa é uma questão que os astrônomos ainda não tem uma resposta definitiva.

Esse quasar, além de ser o mais distante já detectado é o único exemplo que os astrônomos possuem até agora de um objeto desse tipo visto antes do universo se tornar ionizado.

Fontes:





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Descobertas 3 Super-Terras Transitando Estrela - Space Today TV Ep.1133

É realmente impressionante como a ciência envolvendo a descoberta de exoplanetas avança a passos largos.

São quase 4000 exoplanetas já confirmados, e mesmo assim, quase que toda semana temos descobertas importantes envolvendo os planetas que orbitam outras estrelas.

Ontem mesmo trouxe o vídeo que mostrou o espectro mais completo já feito até agora da atmosfera de um exoplaneta, o que representa um grande avanço para essa área do conhecimento.

E quando você acha que não pode ter mais tanta novidade assim, os cientistas aparecem com outra novidade interessante.

Nesse mundo dos exoplanetas, descobrir 1 já é muito bom, mas as coisas tornam-se interessantes quando é descoberto um sistema planetário com mais de 1 planeta.

Nesse caso a quantidade já não é tão grande assim. E por isso que cada descoberta de um sistema planetário múltiplo é tratada com tanta atenção.

Um grupo de pesquisadores acaba de anunciar a descoberta de um sistema planetário múltiplo, e que além disso, é composto por 3 super-Terras que transitam sua estrela.

Isso torna o sistema da estrela GJ 9827 um dos poucos conhecidos com essa característica, ou seja, múltiplos planetas pouco mmaiores que a Terra transitando a estrela.

Os 3 planetas descobertos descobertos possuem raios de 1.3, 1.6 e 2.1 vezes o raio da Terra, orbitam sua estrela a 1.2, 3.6 e 6.2 dias respectiamente, estão localizados a aproximadamente 100 anos-luz de distância da Terra, e possuem temperaturas de 1172, 811 e 680 Kelvin respectivamente.

Mas o mais interessante desse sistema além de ser múltiplo, e composto por super-Terras, é que os 3 exoplanetas poderão ter suas atmosferas estudadas posteriormente em detalhe.

Essa descoberta é passada para o Hubble, Spitzer e posteriormente para o James Webb, que farão então o trabalho de caracterização completa da atmosfera dos exoplanetas.

Por isso, todas essas descobertas são importantes, pois a cada descoberta feita, além de você aumentar a estatística de exoplanetas conhecidos, você também tem a chance em determinados casos de estudar as suas atmosferas, e isso faz com que você teste, calibre e melhore os métodos de análise atmosférica de exoplanetas.

Realmente é uma das áreas da astronomia que avança com maior velocidade e apresentando resultados fantásticos, praticamente a cada dia.

Fonte:



Artigo:



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OS 40 Anos da Missão da Sonda Voyager - Guia do Espaço 40 | Bláblálogia

No dia 5 de Setembro de 2017 comemorou-se os 40 anos da missão das sondas Voyager. Em Agosto e Setembro de 1977 duas sondas gêmeas partiram para aquilo que foi chamado de Grand Tour do Sistema Solar, pela primeira vez tivemos imagens detalhadas dos planetas externos do Sistema Solar, além de termos descobertos grandes surpresas. É complicado resumir 40 anos de história em um único vídeo, mas tentamos fazer isso. Espero que gostem, e não deixem de comentar!!!

Link para a narração do Guilherme Briggs do Pálido Ponto Azul:



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Arte, introdução e finalização criados por Caique Oliveira// xHardbass.

Space Today TV Ep 81 A Missão da Sonda Voyager E O Limite do Sistema Solar

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UMA NOVA TEORIA SOBRE O SURGIMENTO DA VIDA NA TERRA | SPACE TODAY TV EP.1682

***** PARA FAZER A INSCRIÇÃO NO CURSO DE ASTRONOMIA USE O LINK ABAIXO, INSCRIÇÕES ATÉ SEGUNDA-FEIRA, DIA 28 DE JANEIRO DE 2019*****

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Como a vida surgiu na Terra?

Está outra pergunta que incomoda muito a todos, principalmente aos cientistas planetários, astrônomos, biólogos, e geólogos.

No início do sistema solar, a cerca de 4.4. bilhões de anos atrás, a Terra era pequena, como Marte é hoje, ela tinha um núcleo e um manto, mas esse manto era pobre em elementos como nitrog6enio, carbono e enxofre, elementos esses essenciais para a vida.

Desse modo, algo deve ter acontecido com o nosso planeta para que elementos viessem parar aqui e dessem origem para a vida.

Uma das hipóteses mais faladas é o impacto de asteroides, principalmente os asteroides carbonáceos condritos, nessa época o Sistema Solar era um lugar conturbado e muitas colisões ocorriam, mas esses asteroides podem ter trazido os elementos voláteis para o nosso planeta.

Um ponto a favor dessa hipótese é que as razões de diferentes isótopos de nitrogênio, carbono e hidrogênio na Terra se ajustam com a dos asteroides e com as de meteoritos encontrados no nosso planeta.

O ponto contra é que a razão de carbono e hidrogênio é muito diferente, enquanto que nos meteoritos a razão de carbono para nitrogênio é de 20 para 1, na Terra, é de 40 para 1.

Então para tentar explicar essa discrepância, um grupo de pesquisadores fez a seguinte pergunta, e se o choque com outro planeta tivesse trazido esses elementos para a Terra?

A Terra pode sim ter colidido com muitos planetas no início do sistema solar, existe até a hipótese, talvez a mais válida de que a Lua tenha se formado numa dessas colisões.

Então os pesquisadores foram no laboratório e recriaram condições de alta temperatura e pressão, na qual o núcleo do planeta se formou.

Adicionaram outros elementos, variaram a temperatura e a pressão e criaram cenários onde esses elementos poderiam se dividir entre o núcleo e o resto do planeta.

Depois eles foram para o computador e rodaram simulações, inserindo valores de carbono, nitrog6enio e enxofre encontrados nas camadas mais externas da Terra juntamente com o comportamento dos voláteis.

E depois de rodar 1 bilhão de simulações, chegaram a conclusão que o cenário mais provável seria que a Terra colidiu com um objeto que tinha aproximadamente o tamanho de Marte, e que continha cerca de 25 a 30% de enxofre em seu núcleo.

Um cenário que é muito parecido com o cenário mais defendido sobre a formação da nossa Lua.

Até mesmo pesquisadores que não participaram da pesquisa estão animados com os resultados, já que isso é na verdade o resultado de anos de trabalhos feitos por diferentes grupos de pesquisa ao redor do mundo.

Podemos estar chegando bem perto de entender como a vida surgiu no nosso planeta, o que seria muito interessante para podermos entender a possibilidade de vida em outros cantos do universo.

#VidaNaTerra #Vida

Fonte:



Artigo:

Voyager tudo sobre a missão espacial mais longa de todo os tempo.

Voyager tudo sobre a missão espacial mais longa de todo os tempo.
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NASA Está Reinventando a Roda - Space Today TV Ep.984

Não sei se todos aqui sabem, mas as rodas dos rovers que exploram outros mundos são um dos maiores desafios da engenharia para os exploradores espaciais.

Desde que os primeiros rovers como o Lunokhod, e o rover da Apollo andaram na Lua, as rodas sempre foram uma preocupação.

O terreno muito irregular, sem saber que tipo de obstáculo encontrar faz com que os engenheiros quebrem literalmente a cabeça.

Quando o ser humano começou a mandar rovers para Marte, esse desafio se tornou ainda maior.

O rover Curiosity, por exemplo, que pousou em Marte em 2012, enfrenta atualmente sérios problemas com suas rodas, elas já estão desgastadas, e encontrando obstáculos em Marte, rochas pontiagudas, isso foi cada dia deteriorando mais e mais as rodas.

Hoje, o rover tem que escolher muito bem por onde vai passar, para que as rodas sejam preservadas.

Os engenheiros não pararam de pensar em como resolver esse problema e aparentemente chegaram a um bom resultado.

Uma roda, ou será que podemos chamar de pneu dessa vez, feito de basicamente de molas, onde uma estrutura sem ar mas com molas metálicas formam o esqueleto do peneu.

Os engenheiros usaram um sistema chamado de Ligas com Memória, feitas de níquel e titânio, que se deformam, mas depois conseguem voltar a posição inicial.

Esse pneu recebeu o nome de Mars Spring Tire, e de acordo com os pesquisadores, terá uma durabilidade maior, uma performance melhor e provavelmente um potencial risco para a missão seja reduzido.

Existe uma possibilidade de testar esses novos pneus durante a missão da Mars2020, embora isso seja muito difícil de acontecer, as rodas da MARS2020 serão rodas, mais resistentes, e mais duráveis do que as do Curiosity, mas podem ainda apresentar problemas. Se todo o desenvolvimento andar bem, quem sabe a MARS2020 não leva esse pneu para rodar em MArte.

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Juno Observa Pluma Vulcânica no Satélite Io de Júpiter - Space Today TV Ep.1657

***** EU FALIE JÚPITER NO COMEÇO ONDE ERA PARA TER FALADO IO, MIL DESCULPAS*****

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Simulações Mostram Detalhes da Acreção Tardia na Terra - Space Today TV Ep.1002

Acredita-se que depois da formação da Lua, a Terra primordial experimentou um longo período de bombardeamento, a cerca de 3.9 a 3.7 bilhões de anos atrás.

Esse período é chamado de acreção tardia.

Essas colisões aconteceram com objetos do tamanho da Lua, conhecidos como planetesimais, e foram responsáveis por mergulhar uma quantidade substancial de metais e silicatos no manto e na crosta da Terra.

Esses impactos foram tão massivos e numerosos que os pesquisadores estimam que aproximadamente 0.5% da massa da Terra foi ganha durante esse período da evolução planetária.

Evidências para isso são encontradas na concentração de certos elementos no manto. Essas concentrações são muito altas para terem sido formadas durante a formação do núcleo, mas essas concentrações são facilmente explicadas pela chamada acreção tardia, depois que o núcleo da Terra já estava formado.

Para estudar esse período só existe uma maneira, rodar simulações de impacto, que tentam reproduzir as condições existentes na época, e a partir dos resultados das simulações se chegar a alguma conclusão.

Recentemente um grupo de pesquisadores rodou simulações altamente precisas e complexas dessa época da evolução planetária.

Foram encontrados resultados interessantes depois dessa simulação.

Um dos resultados demonstra que a quantidade de material que foi entregue à Terra via essas colisões deve ter sido entre 2 e 5 vezes maior do que se pensava anteriormente.

Outra coisa que essas novas simulações conseguiram explicar foi a anomalia isotópica observada em rochas terrestres.

Rochas antigas extraídas da Groenlândia e da África do Sul exibem assinaturas de tungstênio que são muito diferente da média das rochas do manto terrestre.

E as colisões da acreção tardia explicam isso, pois essa anomalia surgiria facilmente a partir da mistura heterogênea de material do núcleo do projétil que se chocou com a Terra.

Isso teria implicação também na origem da Lua.

Para que as anomalias isotópicas fossem preservadas por processos que ocorreram antes da formação da Lua, o manto não podia ser bem misturado o que é um problema, com essas novas simulações mostrou-se que a acreção tardia pode ter sido responsável por criar essas anomalias depois da formação da Lua.

Um trabalho muito interessante e que mostra bem como a ciência funciona. Quando não é possível observar o que aconteceu não tem problema, modelos computacionais são armas poderosas, ainda mais quando esses modelos são ajustados aos dados observados.

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Repensando Sobre a Busca de Vida no Universo - Space Today TV Ep.974

Como procurar vida em outros planetas?

Essa é uma questão que desde a descoberta do primeiro exoplaneta foi levantada e vem tirando o sono de muitos pesquisadores.

Essa busca trouxe para a discussão a famigerada palavra habitabilidade. Mas uma coisa é interessante, os próprios pesquisadores não sabem ao certo definir a habitabilidade.

A princípio, e até hoje, boa parte dos pesquisadores pensam no seguinte, se encontrarmos água líquida na superfície de um planeta, pronto. Mas muitos outros pesquisadores já pensam que esse não é o fator que deveria guiar a exploração de exoplanetas.

Um planeta ser habitável, não quer dizer que ele tenha vida, e para buscar a vida, o foco deveria mudar.

Recentemente aconteceu nos EUA uma conferência onde tudo isso foi discutido.

Uma conclusão que eles chegaram é que os mundos cobertos por água são os piores lugares para procurar por coisas vivas.

A explicação é que um planeta coberto por oceanos não teria fósforo, que é um dos elementos principais para o desenvolvimento da vida como a conhecemos.

Outro trabalho mostrou que se um planeta for geologicamente morto ele também dificilmente terá algum tipo de vida, pois é a atividade geológica na Terra que faz com que a vida possa existir.

Os pesquisadores disseram que o local ideal para se procurar vida são planetas onde a geologia e a química sejam interconectadas, para assim criar um ambiente amigável para a vida se desenvolver.

Por isso deve-se procurar mundos que tenham terra e água. Na Terra, por exemplo, a água da chuva cai sobre as rochas, lava essa rocha, e carrega o fósforo e outros nutrientes para o oceano, para que a vida seja retroalimentada.

Além disso, os planetas precisam ter um mí'nimo de aquecimento interno para sustentar uma atividade geológica, como é o caso das placas tectônicas aqui na Terra, esse aquecimento interno gera o ambiente químico ideal para o desenvolvimento da vida.

Assim sendo, um planeta repleto de água não é bom para nenhuma das duas situações acima.

Como eu sempre falo, o desenvolvimento da vida é algo muito complicado, são muitas variáveis, talvez existam mais variáveis ainda que nem conhecemos.

Os grandes telescópios de próxima geração serão especiais para buscar essas bioassinaturas na atmosfera de exoplanetas, pois ao examinar a atmosfera, será possível ter uma ideia dos tipos de processos que ocorrem no planeta e se esses processos são ou não amigáveis para a vida.

No final do encontro foi feita uma pesquisa com os participantes.

47 disseram que não vamos encontrar sinal de vida até 2040.

29 disseram que sim, nós vamos.

Mas a maioria disse que muito provavelmente encontraremos sinais de vida em outros planetas entre as décadas de 2050 e 2060.

E você, o que acha? Deixe nos comentários #2040 se acha que encontraremos vida até 2040 e #2060 se acha que só encontraremos vida por volta de 2060.

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Podemos Considerar 2019 o Ano da Lua Na Exploração Espacial? - Space Today TV Ep.1656

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Podemos considerar o ano de 2019, o ano da Lua para a exploração espacial?

Já começamos bem, no dia 3 de Janeiro de 2019, a missão Chang’e-4 chinesa, pousou no lado oculto da Lua, o primeiro pouso realizado nesse lado do nosso satélite e já começou a explorar o terreno da Cratera Von Kármán. Mas isso foi só o começo.

Na sequência, teremos a sonda indiana Chandrayaan-2, que como o nome sugere é a segunda missão indiana a explorar a Lua, isso mesmo, caso você não saiba a Índia já mandou uma missão para a Lua.

E aliás, foi ela a missão responsável por descobrir gelo nas crateras que ficam eternamente na sombra na Lua.

Essa primeira missão foi constituída basicamente de um módulo orbital e de uma pequena sonda que se chocou com a Lua.

Agora, a nova missão indiana é bem mais complexa, irá consistir de um módulo orbital, um módulo de pouso que chamamos de lander, e um jipe robô, que chamamos de rover.

O lander e o rover irão explorar o solo lunar perto do polo sul do nosso satélite, uma região que nunca foi explorada antes.

Além disso, a sonda irá levar instrumentos para estudar o ambiente criado pelo vento solar no solo lunar.

Espectrômetros irão mapear a composição da superfície lunar, e como a InSight ela levará um sismômetro para medir os famosos sismos lunares.

Essa missão era feita em parceria com a Rússia, mas a Rússia não participa mais, e por isso o atraso no lançamento que era para ter ocorrido em 2013. Em Outubro de 2018 ela passou pelos testes finais, recebeu o go, e espera-se que o lançamento aconteça em algum momento nos 3 primeiros meses de 2019.

Em 2019, outro módulo de pouso, ou seja, outro lander, deve pousar na Lua.

E dessa vez, um lander israelense feito pela empresa SpaceIL.

Se tudo der certo esse lançamento marcará a primeira vez na história que uma empresa privada lançará uma sonda privada para outro mundo.

Essa empresa participava do prêmio do Google, o X Lunar Prize, que foi encerrado sem vencedor.

Mas a empresa resolveu continuar trabalhando para levar seu lander para a Lua.

O lander terá apenas 2 metros de diâmetro e pesará menos que 200 kg.

Uma câmera de vídeo de alta definição promete fazer imagens espetaculares da superfície lunar, e o lander levará também um magnetômetro para explorar o campo magnético da Lua.

Embora a Lua não tenha um campo magnético global ela possui um campo magnético residual que esse magnetôemtro poderá estudar.

Esse ano também irá marcar a chegada de outra missão chinesa na Lua.

Dessa vez será a Chang’e-5, uma missão com um objetivo bem específico, trazer amostras da Lua para a Terra.

Depois que pousar na Lua, o lander irá cavar 2 metros de profundidade e recolher amostras com uma idade de 1.3 bilhão de anos. Rochas que serão bem mais novas do que aquelas trazidas pelos astronautas da missão Apollo.

E falando em Apollo, não podemos esquecer que em Julho de 2019, iremos comemorar os 50 anos do primeiro pouso de um ser humano na Lua.

Será um mÊs de muitas festividades e muitos vídeos sobre a missão, sobre as conquistas, as conspirações e as provas de que sim, fomos para a Lua.

E por último, porém não menos importante, já no dia 21 de Janeiro de 2019 teremos o eclipse total da Lua, um eclipse que poderá ser visto em todo o Brasil, durante toda a madrugada do dia 21.

Estamos preparando uma cobertura toda especial para vocês, com telescópios espalhados pelo Brasil, e durante o eclipse faremos um anúncio muito importante, algo que vocês sempre perguntaram, desejaram e quiseram, será anunciado no dia do eclipse.

Então por essas e outras acho que não é exagero falar que o ano de 2019 é sim o ano da Lua!!!

#Lua2019

EM-Drive Chinês - Space Today TV Ep.873

E o EM Drive? Essa é talvez uma das perguntas mais feitas nas lives, em comentários e algo que atiça a curiosidade de todos.

Acho que todos lembram da história do EM Drive quando um pesquisador financiado pela NASA publicou um artigo dizendo que havia conseguido em laboratório fazer um teste prático com esse tipo de propulsão e publicou seus resultados.

Os resultados foram muito debatidos, talvez até contestados e a história morreu.

O que é basicamente o EM Drive?

O EM Drive é conhecido também como o motor de cavidade de frequência ressonante, basicamente o EM Drive consegue gerar uma propulsão, um empuxo, sem a necessidade de um propelente.

É uma propulsão eletromagnética produzida pelo rebatimento de microondas dentro de uma cavidade, algo parecido com você colocar uma pessoa dentro de uma caixa e o fato dela empurrar a caixa por dentro fazer ela se mover.

Além disso, o momento total gerado pelo EM Drive supostamente aumenta à medida que ele se move.

E isso teria implicações na exploração espacial sem limites, primeiro, sem propelente você conseguiria baratear muito o custo de viagens espaciais e pelo fato do momento aumentar a viagem seria mais rápida, poderíamos ir para Marte em questão de semanas.

Mas tem um problema, a física do EM Drive vai contra a terceira lei do movimento de Newton, que diz que para toda ação existe uma reação igual mas em sentido oposto, o que é impossível de acontecer no espaço sem o uso de um propelente.

A ação e reação é um resultado direto da chamada conservação do momento, violar essa lei básica da conservação do momento invalidaria o motor.

e com isso está instaurada a confusão sobre o EM Drive. Funciona, não funciona, é invenção, o que é?

Depois do anúncio do pesquisador financiado pela NASA, vivemos um hiato no EM Drive, que voltou agora.

Recentemente pesquisadores chineses anunciaram que conseguiram fazer o EM Drive funcionar.

Eles trabalham nisso desde 2010 e de acordo com eles, foi possível usar o EM Drive para produzir cerca de 1.2 milinewtons por kilowatt de propulsão no vácuo.

Embora isso não é nem perto da escala necessária, com certeza é um marco tecnológico importante.

O ponto é, não existe nenhuma afirmação oficial do governo chinês sobre isso e os pesquisadores não divulgaram nenhum detalhe sobre o experimento e os resultados.

O ponto mais importante para mim é, independente dele funcionar ou não, o fato de estarem pesquisando e tentando é de suma importância. O mundo precisa disso, de mentes curiosas que vão lá, pesquisam, tentam, erram, acertam e é assim que se consegue o desenvolvimento tanto tecnológico como científico.

Digamos assim, não importa se você chegou ao seu destino, o que importa é que você aproveitou a jornada.

Para quem queria novidades sobre o EM Drive está aí!!! Espero que tenho gostado.

fontes:







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SciCast Sobre Astronomia Amadora:



Oposição de Vesta:





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TV Globo - Sonda Voyager atinge o limite do Sistema Solar

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